Scielo RSS <![CDATA[Aquichan]]> http://www.scielo.org.co/rss.php?pid=1657-599720260002&lang=en vol. 26 num. 2 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://www.scielo.org.co/img/en/fbpelogp.gif http://www.scielo.org.co <![CDATA[Impact of "Respectful Adolescent Care Intervention" on nurses Knowledge, Attitude, and Practice: A Quasi-experimental study]]> http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1657-59972026000200002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Abstract Introduction: About 1.2 million adolescents die each year from preventable causes worldwide. It is worrying that health professionals frequently lack the empathy, skills, and sensitivity to engage with adolescents, often treating them as mere cases. The Respectful Adolescent Care (RAC) intervention can be effectively applied in clinical practice to ensure that adolescents receive compassionate, non-judgmental, and appropriate care as per their unique needs. Using its principles, nurses can create a safe and supportive environment where adolescents feel heard and respected. Objectives: To assess the impact of a RAC intervention on nurses' knowledge, attitude, and practice (KAP). Methodology: A quasi-experimental, non-randomized, non-equivalent control group design was adopted. A total of 100 registered nurses meeting the inclusion criteria were selected using a convenience sampling technique. Data was collected using a structured knowledge questionnaire, an attitude rating scale, and a practice observation checklist. Descriptive and inferential statistics were used. Results: Most nurses were aged 30-39 years (46% experimental, 38% control) and predominantly female (78% experimental, 62% control). The RAC intervention significantly improved nurses' knowledge (mean 22.1 vs. 16.0; mean diff. 6.1), attitude (t = 11.44, p = 0.001***), and practice (x2 = 48.07, p = 0.001***), with 58% achieving good practice; KAP scores were positively correlated (knowledge-attitude r = 0.38, knowledge-practice r = 0.47, practice-attitude r = 0.55; p = 0.001***), and gains were significantly associated with age, experience, and prior in-service training. Conclusion: The study supports implementing RAC-based guidelines and policies to standardize respectful adolescent care in hospital and community nursing practices.<hr/>Resumen Introducción: Cerca de 1,2 millones de adolescente muere cada año, a nivel mundial, de causas prevenibles. Es preocupante que los profesionales de la salud con frecuencia no tienen empatía ni habilidades ni sensibilidad para relacionarse con los adolescentes; esto lleva, con frecuencia, a que los traten como meros casos. La intervención de Atención Respetuosa al Adolescente (RAC, por sus siglas en inglés) puede aplicarse de forma efectiva en la práctica clínica para asegurar que los adolescentes reciban una atención compasiva, libre de juicios y apropiada de acuerdo con sus necesidad únicas. Al usar estos principios, los profesionales de enfermería pueden crear ambientes seguros y comprensivos, donde los adolescentes se sientan escuchados y respetados. Objetivos: Evaluar el impacto de la intervención RAC en el conocimiento, la actitud y la práctica (KAP, por sus siglas en inglés) de profesionales de enfermería. Metodología: Se adoptó un diseño con grupo de control, cuasiexperimental, no-aleatorio y no-equivalente. Un total de 100 profesionales de enfermeria registrados, que cumplieron con los criterios de inclusión, fueron seleccionadas usando la técnica de muestreo por conveniencia. Los datos se recolectaron usando un cuestionario estructurado de conocimiento, una escala de actitud y una lista de chequeo de observación de prácticas. Se usaron estadísticas descriptivas e inferenciales. Resultados: La mayoría de los profesionales de enfermería tenía entre 30-39 años (46% experimental, 38% control), y eran predominantemente mujeres (78% experimental, 62% control). La intervención RAC mejoró significativamente el conocimiento (media 22.1 vs. 16.0; media diff. 6.1), la actitud (t = 11.44, p = 0.001***) y las prácticas (x2 = 48.07, p = 0.001***) de los profesionales de enfermería -el 58% lograron una buena práctica-; los puntajes del KAP estuvieron positivamente relacionados (conocimiento-actitud r = 0.38, conocimiento-práctica r = 0.47, práctica-actitud r = 0.55; p = 0.001***), y las ganancias estuvieron significativamente asociadas con la edad, la experiencia y la formación durante el servicio. Conclusión: El estudio apoya la implementación de directrices basadas en la RAC y de politicas para estandarizar la atención respetuosa de los adolescentes en las prácticas hospitalarias y de las enfermeras comunitarias.<hr/>Resumo Introdução: Cerca de 1,2 milhão de adolescentes morrem a cada ano no mundo por causas preveniveis. Nesse contexto, é preocupante que os profissionais de saúde frequentemente carecem de empatia, habilidades e sensibilidade para se relacionar com adolescentes. Isso leva, muitas vezes, a que sejam tratados como meros casos. A intervenção da Atenção Respeitosa ao Adolescente (RAC, em inglês) pode ser aplicada de forma eficaz na prática clínica para garantir que os adolescentes recebam cuidados humanizados, sem julgamentos e adequados, de acordo com suas necessidades únicas. Ao usar esses principios, as e os profissionais de enfermagem podem criar ambientes seguros e acolhedores, onde os adolescentes se sintam ouvidos e respeitados. Objetivo: Avaliar o impacto da intervenção RAC no conhecimento, atitude e prática (KAP, em inglês) das e dos profissionais de enfermagem. Metodologia: Foi adotado um desenho de grupo controle quase experimental, não aleatório e não equivalente. Um total de 100 profissionais de enfermagem habilitados, que atenderam aos critérios de inclusão, foram selecionados a partir da técnica de amostragem por conveniência. Os dados foram coletados usando um questionário estruturado de conhecimento, uma escala de atitude e uma lista de verificação de observação de práticas. Foram utilizadas estatisticas descritivas e inferenciais. Resultados: A maioria dos profissionais de enfermagem tinha entre 30 e 39 anos (46 % experimentais, 38 % controlados) e eram predominantemente mulheres (78 % experimentais, 62 % controlados). A intervenção RAC melhorou significativamente o conhecimento (média 22,1 vs. 16,0; média diferencial 6,1), atitude (t = 11,44, p = 0,001***) e práticas (x2 = 48,07, p = 0,001***) das e dos profissionais de enfermagem (58 % alcançaram boas práticas); as pontuações KAP foram positivamente relacionadas (conhecimento-atitude r = 0,38; conhecimento-prática r = 0,47; prática-atitude r = 0,55; p = 0,001***), e os ganhos foram significativamente associados à idade, à experiência e ao treinamento em serviço. Conclusão: O estudo apoia a implementação de diretrizes e politicas baseadas em RAC para padronizar a atenção a essa população nas práticas hospitalares e na enfermagem na atenção comunitária.