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Cuadernos de Lingüística Hispánica
Print version ISSN 0121-053X
Abstract
AVILA-BAYONA, Miguel Ángel. Constituição da língua espanhola ou castelhana. Cuad. linguist. hisp. [online]. 2017, n.29, pp.203-221. ISSN 0121-053X. https://doi.org/10.19053/0121053x.n29.2017.5866.
Após a conquista e a colonização espanholas, os povos subdesenvolvidos da América deviam assumir a língua de seus conquistadores. Era a língua que o reino de Castela já havia imposto a outras províncias ibéricas (nome grego), com exceção da portuguesa. Esta língua recém estava alcançando rigorosidade gramatical, como consequência da evolução do latim imposto pelos romanos desde o ano 19 antes de Cristo na Península Hispânica. Década trás década o latim alterou-se em sua fonética, morfologia, sintaxe e semântica até obter diversos dialetos; alguns, como o castelhano, distanciaram-se de sua língua materna e tornaram-se línguas com suas próprias gramáticas. As posteriores invasões, visigodas e árabes, apenas deixaram as suas marcas no castelhano, porque os hispanos (nome romano que significa terra de coelhos) possuíam uma cultura mais sólida que a de seus invasores. O espanhol usado hoje procede do latim falado tanto por gente culta e pelo vulgo ou povo da época, como do 'baixo latim' falado e escrito na Idade Media (séculos v-xvi). Cada um em seu espaço e momento foi responsável pelas mudanças fonéticas, morfológicas, sintáticas e semânticas. Hoje a evolução prossegue, apesar da universalidade e do enriquecimento dos meios de comunicação linguisticamente unificadores.
Keywords : Linguagem; latim; evolução; espanhol; invasão; comunicação; forma; conteúdo.












