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Hacia la Promoción de la Salud
versão impressa ISSN 0121-7577
Resumo
VELASQUEZ G, Vilma Florisa; LOPEZ, Lucero; BARRETO Z, Yenny e CATANO ORDONEZ, Nhora. CUIDADORES FAMILIARES CAMPONESES: DEPRESÃO, TEMPO DE CUIDADO E DEPENDÊNCIA. Hacia promoc. Salud [online]. 2016, vol.21, n.1, pp.106-114. ISSN 0121-7577. https://doi.org/10.17151/hpsal.2016.21.1.9.
Objetivo: Estabelecer a associação da depressão de cuidadores familiares camponeses com o tempo de cuidado e a dependência da pessoa anciã cuidada. Materiais e método: Estudo de tipo transversal com alcance correlacional. A amostra intencional foi de 50 cuidadores. Foram aplicados: uma enquete sócio-demográfica, a escada de Yesavage para medir a depressão, o Índice de Barthel (IB) para medir o grau de dependência funcional. Resultados: O cuidado é principalmente de mulheres (76%) e pelo geral são filhos/filhas (40%), outros parentes (36%) o esposas/esposos (22%); maiores de 60 anos (50%), casados (40%) e solteiros (30%); de nível socioeconômico baixo (94%) e baixo nível educativo (66%); o 84 por cento moram sós (as) com o familiar quem cuidam; 64% Tem estado a cargo de sua familiar durante mais de oito anos e o 18% por cento tem cuidado a seu parente durante um período de 4 a 8 anos. Encontrou se associação significativa entre depressão do cuidador e o grau de dependência (p =0,019). Não se achou associação significativa entre a depressão o tempo como cuidador (p = 0,867). Conclusões: A severidade da dependência poderia ser preditor da depressão moderada ou severa. Porem, aspetos culturais podem influir na experiência e construção de significados do rol de cuidador e ter efeitos nos resultados da depressão segundo o tempo como cuidador.
Palavras-chave : Cuidadores; ancião; dependência; povoação rural; depressão; enfermagem em saúde comunitária.













