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Revista Colombiana de Ciencias Pecuarias

versão impressa ISSN 0120-0690

Resumo

TOLEDO, Gabriela N et al. Fibrose tecidual e sua correlação com a malignidade em neoplasias mamárias em cadelas. Rev Colom Cienc Pecua [online]. 2018, vol.31, n.4, pp.295-303. ISSN 0120-0690.  http://dx.doi.org/10.17533/udea.rccp.v31n4a06.

Antecedentes:

A fibrose participa em diversas patologias e ainda possui função adicional associada à carcinogênese mamária.

Objetivo:

Objetivou-se avaliar a fibrose e correlacionar com a malignidade nas neoplasias mamárias em cadelas.

Métodos:

83 amostras foram divididas em dois grupos baseado no diagnóstico histopatológico: neoplasias benignas (n= 21) e neoplasias malignas (n= 62). Hematoxilina e eosina e Tricômico de Masson foram usadas para vizibilização de tecido conjuntivo e avaliação de fibrose através de programa de imagens.

Resultados:

As neoplasias benignas foram: adenoma (cístico, complexo e tubular), tumor misto benigno, hiperplasia ductal e lobular. As malignas foram: carcinoma complexo, em tumor misto maligno, tubular in situ, tubulopapilar e sólido. O grau histopatológico prevalente foi grau I, seguido do grau II e III. A fibrose nas neoplasias mamárias malignas foi classificada como severa, moderada e discreta. Não houve diferença significativa (p>0,05) na porcentagem de fibrose entre neoplasias malignas e benignas. A estatística revelou diferença significativa (p=0,028) na porcentagem de fibrose em relação ao diagnóstico histopatológico. O subtipo benigno hiperplasia lobular apresentou diferença entre o adenoma cístico e o tumor misto benigno. O subtipo maligno carcinoma tubular in situ apresentou diferença entre carcinoma complexo, misto maligno, sólido e tubulopapilar.

Conclusões:

A fibrose nos tumores mamários caninos pode ser estimada através da coloração de tricrômio de Masson.

Palavras-chave : biomarcadores tumorais; cães; câncer de mama; coloração histológica; histopatologia; Tricômico de Masson..

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