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Avances en Enfermería

Print version ISSN 0121-4500

av.enferm. vol.33 no.1 Bogotá Jan./April 2015

http://dx.doi.org/10.15446/av.enferm.v33n1.48085 

http://dx.doi.org/10.15446/av.enferm.v33n1.48085

Cuidados de enfermagem ao paciente no perioperatório de cortico-amigdalo-hipocampectomía

Cuidados de enfermería al paciente en el perioperatorio de cortico-amígdalo- hipocampectomía

Nursing care for patients in the perioperative cortico-amygdalo-hippocampectomy

Cintia Koerich1, Fabiana Cristine dos Santos2, José Luís Guedes dos Santos3, Alacoque Lorenzini Erdmann4, Carla Pauli5, Monique Mendes Marinho6

1 Doutoranda em Enfermagem. Membro do GEPADES. Florianópolis/SC, Brasil. e-mail: cintia.koerich@ig.com.br

2 Mestranda em Enfermagem. Bolsista de Iniciação Cientifica PIBIC. Florianópolis/SC, Brasil.

3 Doutor em Enfermagem. Professor Adjunto do Departamento de Enfermagem da UFCS. Florianópolis/SC, Brasil.

4 Doutora em Filosofia da Enfermagem. Professora Titular do Departamento de Enfermagem e PEN/UFCS. Florianópolis/SC, Brasil.

5 Doutoranda em Ciências Médicas. Coordenadora do Centro de Epilepsia de Santa Catarina CEPESC-HGCR. Florianópolis/SC, Brasil.

6 Doutoranda em Enfermagem. Membro do Grupo de Pesquisa C&C-UFCS. Florianópolis/SC, Brasil.

Recibido: 03/10/2012 Aprobado: 15/12/2014


Resumo

Este artigo teve como objetivo construir e apresentar um plano de cuidados pré e pós-operatórios para pacientes submetidos à cirurgia de cortico-amígdalo-hipocampectomia (AHC) para ser implementado em uma unidade de internação cirúrgica de um Hospital Universitário do Sul do Brasil. Trata-se de um relato de experiência desenvolvida durante o Estágio Supervisionado de Enfermagem por graduandos de enfermagem. Construiu-se um plano com 26 cuidados de enfermagem para pacientes submetidos à cirurgia de AHC, que foi validado por profissionais experts da área. Realizaram-se encontros expositivos e dialogados com a equipe de enfermagem para esclarecer e desmistificar a epilepsia, suas diferentes apresentações de crises e possibilidades de tratamento, bem como apresentar o plano de cuidados elaborado. Essa experiência contribuiu com a formação profissional dos estudantes, assim como forneceu subsídios para a implementação da sistematização da assistência de enfermagem a este paciente específico, considerando o cuidado sistematizado uma ferramenta fundamental no trabalho do enfermeiro.

Descritores: Epilepsia; Neurocirurgia; Enfermagem Perioperatória; Cuidados de Enfermagem (fonte: DeCS BIREME).


Resumen

Este artículo tiene como objetivo construir y presentar un plan de cuidados pre y posoperatorios para pacientes sometidos a la cirugía de cortico-amígdalo-hipocampectomía (AHC), también llamada Cirugía de la epilepsia, para ser implementado en una unidad de internación quirúrgica de un hospital universitario del Sur de Brasil. Se trata de un relato de experiencia del proceso de elaboración y socialización desarrollado durante la Práctica Supervisada de Enfermería por académicos de enfermería. Se construyó un plan de 26 cuidados de enfermería destinados a pacientes sometidos a la cirugía AHC, el cual obtuvo la validación de profesionales experts del área. Se realizaron reuniones de exposición y diálogo con el equipo de enfermería para aclarar y desmitificar la epilepsia, sus diferentes presentaciones de crisis y posibilidades de tratamiento; así mismo, se presentó el Plan de Cuidados. Esta experiencia contribuyó a la formación académica, así como a la concesión de subvenciones para la ejecución de la sistematización de los cuidados de enfermería específicos para estos pacientes, teniendo en cuenta que el cuidado sistemático es una herramienta fundamental en el trabajo de enfermería.

Descriptores: Epilepsia; Neurocirugía; Enfermería Perioperatoria; Atención de Enfermería (fuente: DeCS BIREME).


Abstract

The objective of this article is to build and to present the process of pre and postsurgical care plans for patients who underwent cortico-amygadalo-hippocampectomy surgeries (AHC), to be implemented in a surgical unit at University Hospital, in the South of Brazil. It was an activity developed by nursing students during the Nursing Supervised Training. It was built a plan with 26 nursing care for patients who underwent AHC surgeries and it was validated by experts in that area. Subsequently, several meetings with presentations and dialogues were held along with the nursing staff, in order to clarify and demystify epilepsy; different presentations of crises and possibilities of treatment as well as the developed care plan presentation. This experience contributed to the academic training, as well as providing subsidies for the implementation of the systematization of nursing care specific to this patient, considering the importance of a systematic care in the nursing work.

Descriptors: Epilepsy; Neurosurgery; Perioperative Nursing; Nursing Care (source: DeCS BIREME).


Introdução

As necessidades psicossociais e condições de vida dos portadores de epilepsia são um dos focos que estão em evidência com o desenvolvimento das ciências neurológicas (1). A epilepsia gera limitações intensas no cotidiano desses indivíduos, que além de conviverem com a imprevisibilidade das crises ainda enfrentam os estigmas associados à doença (2).

A epilepsia é uma doença caracterizada por distúrbio na função neuronal e por suas consequências neurobiológicas, cognitivas, psicológicas e sociais (3). Pode ser considerada um problema de saúde pública que atinge cerca de 2% a 3% da população mundial, sendo que um terço dos pacientes apresentam crises não controladas por medicamentos (4, 5). Dessa forma, destaca-se a importância das cirurgias para o tratamento da epilepsia refratárias, ou seja, aquelas que não são controladas por terapia medicamentosa (5, 6).

Entre as manifestações mais comuns da doença, com indicação de tratamento cirúrgico, está a epilepsia refratária com presença de esclerose mesial temporal, a qual se caracteriza pela diminuição do volume ou aumento do sinal hipocampal (5, 6). Pode ser acompanhada de modificações no formato e na estrutura interna do hipocampo, o qual é considerado a principal estrutura envolvida nas crises crônicas observadas na esclerose mesial temporal (5, 6, 7).

O tratamento cirúrgico visa ao controle das crises epilépticas e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes (6, 7). A cortico-amígdalo-hipocampectomia (AHC) é a cirurgia indicada em 70%-80% dos casos de pacientes submetidos ao procedimento cirúrgico para controle da epilepsia do lobo temporal (8). Após a cirurgia, aproximadamente 70% dos pacientes têm as crises totalmente controladas (9).

As cirurgias para o tratamento da epilepsia representam uma modalidade terapêutica em expansão, que tem contribuído de forma expressiva para a melhoria da situação de saúde e qualidade de vida das pessoas que têm epilepsia. Assim, é fundamental que os profissionais de saúde e enfermagem imbuídos nesse processo ampliem e aprofundem continuamente os conhecimentos específicos necessários para a atuação nessa área (10). Assim, faz-se necessário o desenvolvimento de estudos e pesquisas que subsidiem a prática da enfermagem no cuidado ao paciente com epilepsia no pré e pós-operatório de AHC, considerando o cuidado sistematizado uma ferramenta fundamental no trabalho do enfermeiro.

A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é o modelo metodológico por meio do qual o enfermeiro aplica seus conhecimentos técnico-científicos na prática assistencial, favorecendo o cuidado e a organização das condições necessárias para que ele seja realizado. O principal modelo metodológico para o desenvolvimento da SAE é o Processo de Enfermagem (PE), que é composto por etapas que envolvem a identificação de problemas de saúde do paciente, o estabelecimento de diagnósticos de enfermagem, a instituição de um plano de cuidados, a implementação das ações planejadas e a avaliação dos resultados assistenciais obtidos (11).

O desenvolvimento de planos de cuidados é fundamental para possibilitar o máximo de satisfação e bem-estar aos pacientes, bem como promover uma cultura de segurança dos mesmos (12). Dessa forma, o plano de cuidado elaborado constitui-se como parte do processo de SAE a ser adotado ao paciente no pré e pós-operatório da cirurgia de AHC.

Objetivo geral

Construir e apresentar um plano de cuidados pré e pós-operatórios para pacientes submetidos à cirurgia de AHC para ser implementado em uma unidade de internação cirúrgica de um Hospital Universitário do Sul do Brasil. Este plano de cuidados visa contribuir para a SAE a pacientes no período pré e pós-operatórios de AHC internados neste hospital.

Aspectos metodológicos

Trata-se de um relato desenvolvido a partir das experiências de acadêmicas de enfermagem durante a realização do Estágio Supervisionado I do Curso de Graduação em Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFCS), durante o qual foram acompanhados dois pacientes submetidos à AHC.

O estágio foi realizado em uma unidade de internação cirúrgica (UIC-I) do Hospital Universitário da Grande Florianópolis/sc, no segundo semestre de 2011. A UIC-I disponibiliza 30 leitos distribuídos em 12 quartos. São admitidos na unidade pacientes que necessitam de internação para cuidados pré e pós-operatório em diferentes patologias, sendo as cirurgias mais recorrentes a bariátrica, a torácica, de cabeça e pescoço e a neurológica para correção de epilepsia. A equipe multiprofissional da UIC-I é composta por 32 profissionais da enfermagem e ainda por médicos, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e fisioterapeutas.

Neste contexto, optou-se pela construção de um plano de cuidados de enfermagem para pacientes no pré e pós-operatórios de AHC em virtude do início da realização deste tipo de cirurgia no hospital durante o período de estágio, gerando a necessidade de capacitação e orientação da enfermagem para prestar uma assistência com qualidade diante da complexidade e especificidade do procedimento.

Para o processo de construção do plano de cuidados, além do acompanhamento de dois pacientes durante o processo cirúrgico, realizou-se uma revisão narrativa da literatura (13) sobre epilepsia e cirurgia de AHC, na qual foram localizados e consultados livros e artigos científicos indexados nas bases de dados LILACS, SCIELO, PUBMED, MEDLINE, de 2005 a 2014.

Para validação e aprovação do plano de cuidados, foram convidados experts médicos e enfermeiros com experiência na área de neurocirurgia de outro hospital da grande Florianópolis, referência na realização de AHC. A expertise é baseada tanto na formação quanto na experiência profissional, que tornam um indivíduo expert ou referência em um determinado campo de atuação ou área do conhecimento após um período médio de 5 a 10 anos de envolvimento com o exercício laboral (14).

Cabe registrar que nas buscas realizadas nas bases de dados, constatou-se que a literatura científica sobre os cuidados de enfermagem no pré e pós-operatório de AHC é escassa, sendo pouco mencionado o papel da enfermagem na assistência a esses pacientes, o que sinaliza a importância do presente trabalho.

Em relação aos aspectos éticos, ressalta-se que foi obtido o consentimento formal dos dois pacientes acompanhados durante o período do estudo e dos profissionais participantes, mediante assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, para publicação do estudo.

Resultados e Discussão

Os portadores de epilepsia com crises refratárias candidatos ao tratamento cirúrgico são submetidos a uma criteriosa investigação. Esta avaliação inclui a realização de exames para confirmação e definição do diagnóstico e possível indicação cirúrgica, que incluem semiologia das crises, avaliação eletrofisiológica com Eletroencefalografia Interictal de Escalpo (EEG) e monitorização vídeo-EEG, neuroimagem por meio de Ressonância Magnética (RM) e avaliação neuropsicológica (15).

Dessa forma, em Florianópolis esta pesquisa é realizada por uma equipe em um hospital de referência. O paciente e família são acompanhados durante um ano, onde além dos exames e avaliação neuropsicológica, são investigadas questões psicossociais como a constatação de rede de apoio familiar, garantindo o suporte desde paciente após a cirurgia. A família possui papel importante por incentivar a adoção de práticas de autocuidado, além de auxiliar na recuperação e promoção da saúde dos indivíduos no seu processo saúde-doença e cuidado (16).

No plano de cuidados de enfermagem construído para pacientes submetidos à cirurgia de AHC, foram listados 26 possíveis cuidados de enfermagem a serem implementados tanto no período pré-operatório, quanto no pós-operatório mediato, conforme Figura 1.

Após a aprovação e validação pelos profissionais experts da área, o plano de cuidados construído foi apresentado à equipe de enfermagem da UIC-I. A apresentação foi realizada por meio de três encontros de forma a abranger os três turnos de trabalho, totalizando 15 profissionais de enfermagem.

Nos encontros, apresentou-se um contexto geral sobre a epilepsia, os tipos de crises, os cuidados de enfermagem perioperatório, a cirurgia de AHC e o estigma social relacionado a tal condição, abrindo para discussão os pontos mais relevantes apresentados a seguir.

A respeito das crises epiléticas, destacaram-se as crises parciais complexas, considerando sua maior incidência na indicação cirúrgica. Essas crises originam-se no lobo temporal e apresentam-se com diminuição da consciência, olhar fixo e automatismo, algumas vezes sem outras manifestações de atividade, exceto o poder irritativo frontal ou temporal. São geralmente precedidas por alucinações sensoriais, desconforto gástrico, caracterizado como dor, opressão ou frio na região epigástrica e torácica, fenômenos emocionais como medo súbito desproposital (6, 17).

Essas informações contribuíram para a desmistificação da ideia que os profissionais tinham acerca das crises epiléticas, percebendo outros tipos de manifestações e as intervenções de enfermagem necessárias durante a crise.

Em relação aos cuidados pré-operatórios de enfermagem, focalizou-se principalmente na administração da Fenitoína, sendo esta dos anticonvulsivantes de escolha para pacientes com crises convulsivas e/ou submetidos a neurocirurgias (17). A Fenitoína deve ser diluída em solução fisiológica 0,9% ou água destilada em uma proporção de 1mg/ml, e nunca em solução glicosada, pois favorece sua precipitação. Para infusão endovenosa, deve-se escolher acesso venoso calibroso e longe de articulações. Caso o paciente esteja recebendo outras medicações recomenda-se interrompê-las antes de administrar a droga e realizar a lavagem do cateter com soro fisiológico 0,9% antes e após a infusão (18).

Recomenda-se utilizar na infusão equipos de soro com filtros para remoção dos grumos de precipitação, sendo que estes ao entrar na corrente sanguínea provocam fístulas causando extravasamento e complicações associadas. A velocidade de infusão não deve ultrapassar de 20-25mg/min devido ao risco de instabilidade cardiovascular e depressão do sistema nervoso central e não deve ser infundida em menos de 20-30 minutos. Os principais efeitos colaterais da Fenitoína são arritmias cardíacas, hipotensão arterial e raramente hipoglicemia (17-19). Nos pacientes acompanhados não foram observados sinais de extravasamento da droga, entretanto, relataram tontura, visão turva e sonolência após a administração do fármaco.

Outros cuidados pré-operatórios na AHC referem-se à higienização do couro cabeludo com clorexidine degermante —antimicrobiano de alto padrão na forma de sabão líquido— duas horas antes da cirurgia e a não realização da tricotomia, a qual é realizada no centro cirúrgico. A cirurgia foi acompanhada pelas acadêmicas e registrada por meio de fotografias que foram apresentadas à equipe nos encontros, objetivando facilitar o entendimento das possíveis manifestações e intercorrências no período pós-operatório.

No pós-operatório imediato, o paciente é encaminhado a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) para monitorização. Após as primeiras 24 horas, e na ausência de intercorrências, ele é transferido à UIC-I. Nesse período, o edema facial é uma alteração previsível e frequente devido à manipulação cirúrgica e o estado neurológico deve ser monitorado por meio da Escala de Coma de Glasgow, observando sinais de aura e/ou crises epiléticas.

A cobertura/curativo da incisão cirúrgica deve permanecer fechada por 48 horas, podendo ser substituída em presença de sangramento, umidade ou sujidade, e o paciente deve ser orientado a não levar a mão à ferida, a fim de evitar infecções. A deambulação deve ser estimulada somente após 48 horas da cirurgia para evitar quedas e/ou crises.

Ao fim dos encontros, os profissionais realizaram sugestões e considerações relacionadas ao plano de cuidados, as quais foram realizadas com o intuito de torná-lo aplicável à realidade de trabalho da unidade. Além do plano de cuidados impresso, foi confeccionada uma pasta utilizando o material apresentado com todas as informações pertinentes à cirurgia de AHC para consultas posteriores. Este material foi organizado como forma de estímulo para o interesse dos integrantes da equipe pela qualificação profissional, que é uma das principais estratégias para o sucesso de ações de educação permanente no âmbito hospitalar e integração ensino-serviço (20).

Cabe ainda relatar a importância da coleta do histórico do paciente pelo enfermeiro na internação, além do diagnóstico e evolução de enfermagem, considerando este plano de cuidados parte da SAE, guiando os profissionais enfermeiros no planejamento e prescrição da assistência de enfermagem a esses pacientes específicos.

Considerações finais

O início de um novo tipo de procedimento cirúrgico em uma unidade gera dúvidas, inseguranças e expectativas na equipe. Dessa forma, o início das cirurgias de AHC trouxe a necessidade de atualização e aperfeiçoamento da equipe no que se refere a cuidados de enfermagem específicos.

A experiência de construção e apresentação de um plano com 26 cuidados pré e pós-operatórios para pacientes submetidos à cirurgia de AHC proporcionou aos profissionais da enfermagem, assim como aos autores do estudo, um maior entendimento sobre a epilepsia e a cirurgia de AHC, assim como forneceu subsídios para realização da SAE aos pacientes durante o perioperatório de AHC, considerando a singularidade e as especificidades dessa prática cirúrgica.


Referências

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