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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações comportamentais na Síndrome de Noonan: dados preliminares brasileiros]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Unidade de Genética do Instituto da Criança do Departamento da Pediatria Médica y Profesora]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Universidade Presbiteriana Mackenzie Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento Psicóloga y profesora]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Different from other countries of Europe and North American, studies about the behavioral profile of Noonan syndrome's patients are inexistent. The objective of this study was to report the profiles of behavioral functions of 10 participants (4 females and 6 males), with mutations in the PTPN11 gene. For this assessment it was used the Inventory of Behaviors of Children and Adolescents from 6 to 18 years (CBCL/6-18) and the Inventory of Auto-Evaluation for Adults from 18 to 59 years (ASR). The main results point that in Adaptive Functioning Scale all the participants were in the normality range. In the Syndrome Scale the adult participants were in normality range and the children were in clinical range to the sub-scales anxious/depressed, somatic complaints and aggressive behavior. In the DSM-Oriented Scale, 25% of the adult patients were in the borderline clinical range and clinical range, respectively, for Avoidant Personality Problems and Antisocial Personality Problems. About the both children in this scale were in the clinical range of Affective Problems and Anxiety Problems. This relatively homogenous sample, regarding the PTPN11 gene, shows a normal adult behavioral profile, on the average. However, the individual children and adult profiles show diverse internalizing and externalizing behavioral disturbances.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <font size=2 face=verdana>      <p>    <center><font size=4 face="verdana"><b>Altera&ccedil;&otilde;es comportamentais na S&iacute;ndrome de Noonan: dados preliminares brasileiros</b></font></p>      <p><font size=4 face="verdana"><b>Behavioral disturbances in Noonan Syndrome: Brazilian preliminary data</b></font></center></p>      <br>      <p><b>&Eacute;rica Regina Mota</b>    <br> Graduada em Psicologia por la Universidade Presbiteriana Mackenzie, Brasil.</p>      <p><b>D&eacute;bora Romeo Bertola</b>    <br> M&eacute;dica y Profesora de la Unidade de Gen&eacute;tica do Instituto da Crian&ccedil;a do Departamento da Pediatria do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, Brasil.</p>      <p><b>Chong Ae Kim</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> M&eacute;dica y Profesora de la Unidade de Gen&eacute;tica do Instituto da Crian&ccedil;a do Departamento da Pediatria do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, Brasil.</p>      <p><b>Maria Cristina Triguero Veloz Teixeira</b>    <br> Psic&oacute;loga y profesora del Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Dist&uacute;rbios do Desenvolvimento, Centro de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas e da Sa&uacute;de. Universidade Presbiteriana Mackenzie, Brasil.</p>      <p><i>Correspondencia</i>: Maria Cristina Triguero Veloz Teixeira. Rua Jorge Americano 141. S&atilde;o Paulo, Cep:05083-130. Telefone: (11)3831-2233. Fax: (11) 2114-8451. Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:cris@teixeira.org">cris@teixeira.org</a></p>      <p>Recibido: Octubre de 2008 Aceptado: Diciembre de 2009</p>  <hr>      <p><font size=3>    <p><b>Resumo</b></font></p>      <p>Diferente de outros pa&iacute;ses de Europa e Am&eacute;rica do Norte, no Brasil, estudos sobre o perfil comportamental de pacientes com s&iacute;ndrome de Noonan (SN) s&atilde;o inexistentes. O objetivo do estudo foi tra&ccedil;ar o perfil de funcionamento comportamental de 10 participantes (quatro do sexo feminino e seis do sexo masculino, sendo 8 adultos e 2 crian&ccedil;as), com muta&ccedil;&atilde;o do gene PTPN11, compat&iacute;vel com a SN. Para isso, foram utilizados o Invent&aacute;rio de Comportamentos de Crian&ccedil;as e Adolescentes de 6 a 18 anos (CBCL/ 6-18) e o Invent&aacute;rio de Auto-Avalia&ccedil;&atilde;o para Adultos de 18 a 59 anos (ASR). Os principais resultados apontam que na Escala de Funcionamento Adaptativo todos os participantes encontram-se na faixa de normalidade. Na Escala das S&iacute;ndromes, os participantes adultos situam-se na normalidade e as crian&ccedil;as apresentam problemas, na faixa cl&iacute;nica, referentes &agrave;s sub-escalas ansiedade/depress&atilde;o, queixas som&aacute;ticas e comportamento agressivo. Na Escala orientada pelo DSM, 25% dos pacientes adultos encontram-se na faixa lim&iacute;trofe e cl&iacute;nica, respectivamente, quanto a problemas t&iacute;picos de personalidade evitativa e problemas de personalidade anti-social e, ambas as crian&ccedil;as apresentaram escores dentro da faixa cl&iacute;nica nas sub-escalas problemas afetivos e problemas de ansiedade. Esta amostra que &eacute; relativamente homog&ecirc;nea em fun&ccedil;&atilde;o do mesmo tipo de gene envolvido (PTPN11) mostrou um perfil comportamental m&eacute;dio, no caso dos adultos, dentro da normalidade. Entretanto, os perfis individuais, tanto dos participantes adultos como das crian&ccedil;as mostram diversos problemas de comportamento internalizantes e externalizantes.</p>      <p><i><b>Palavras chave:</b>: s&iacute;ndrome de Noonan; fen&oacute;tipo comportamental, habilidades cognitivas.</i></p>  <hr>      <p><font size=3>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Abstract</b></font></p>      <p>Different from other countries of Europe and North American, studies about the behavioral profile of Noonan syndrome's patients are inexistent. The objective of this study was to report the profiles of behavioral functions of 10 participants (4 females and 6 males), with mutations in the PTPN11 gene. For this assessment it was used the Inventory of Behaviors of Children and Adolescents from 6 to 18 years (CBCL/6-18) and the Inventory of Auto-Evaluation for Adults from 18 to 59 years (ASR). The main results point that in Adaptive Functioning Scale all the participants were in the normality range. In the Syndrome Scale the adult participants were in normality range and the children were in clinical range to the sub-scales anxious/depressed, somatic complaints and aggressive behavior. In the DSM-Oriented Scale, 25% of the adult patients were in the borderline clinical range and clinical range, respectively, for Avoidant Personality Problems and Antisocial Personality Problems. About the both children in this scale were in the clinical range of Affective Problems and Anxiety Problems. This relatively homogenous sample, regarding the PTPN11 gene, shows a normal adult behavioral profile, on the average. However, the individual children and adult profiles show diverse internalizing and externalizing behavioral disturbances.</p>      <p><i><b>Keywords</b>: Noonan syndrome; behavioral phenotype, cognitive abilities.</i></p>  <hr>      <p><font size=3><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>      <p>Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas ampliaram-se os estudos sobre os chamados fen&oacute;tipos cognitivos e comportamentais de diversas doen&ccedil;as de origem gen&eacute;tica (Duncan et al., 1981; Almeida, Matsumoto, Steiner, Spinola, 2001; Whittington, Holland, Webb, Butler, Clarke et al., 2002; Duarte, Bordin, Oliveira, & Bird, H, 2003; Rosell-Raga, 2003; Ruggieri & Arberas, 2003; Sarimski, 2002; Verhoeven, Hendrikx, Doorakkers, Egger, Van der Burgt et al., 2004; Lee, Portnoy, Hill, Gillberg & Patton, 2005; Milner, Craig, Thompson, Veltman, Thomas et al., 2005; Benarroch, Hirsch, Genstil, Landau, Gross-Tsur, 2007; Feinstein & Singh, 2007). Um dos primeiros usos do termo fen&oacute;tipo comportamental em doen&ccedil;as org&acirc;nicas gen&eacute;ticas foi do pesquisador Nyhan, em 1972, ao descrever comportamentos autolesivos de crian&ccedil;as com d&eacute;ficit de hipoxantina-guanina fosforibosil transferase. Conforme a explica&ccedil;&atilde;o dada ao termo pelo autor, entendeu-se que eram altera&ccedil;&otilde;es ou transtornos comportamentais cujas causas n&atilde;o eram aprendidas e dependiam predominantemente de fatores biol&oacute;gicos associados &agrave;s anormalidades gen&eacute;ticas. Ruggieri e Arberas (2003) publicaram um estudo de revis&atilde;o te&oacute;rica sobre diversos fen&oacute;tipos comportamentais cujos padr&otilde;es neuropsicol&oacute;gicos s&atilde;o biologicamente determinados e agruparam os padr&otilde;es de acordo com caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas. Assim reconheceram a exist&ecirc;ncia de alguns grupos de fen&oacute;tipos, por exemplo, os associados a doen&ccedil;as gen&eacute;ticas cuja base biol&oacute;gica foi identificada (s&iacute;ndromes de LeschNyhan, Rett, X-Fr&aacute;gil, Noonan, Sotos, Aicardi, Angelman, Prader-Willi, Williams, Down, Smith-Magenis, Di George, Pallister-Killian, Turner e esclerose tuberosa). Neste estudo, Ruggieri e Arberas (2003) destacaram uma defini&ccedil;&atilde;o mais precisa de fen&oacute;tipo comportamental oferecida por Flint e Yale (1994), como um padr&atilde;o caracter&iacute;stico de anormalidades motoras, cognitivas, ling&uuml;&iacute;sticas e sociais que se associam de maneira compat&iacute;vel com um transtorno biol&oacute;gico sem, necessariamente, subestimar a import&acirc;ncia do ambiente no desenvolvimento.</p>      <p>A s&iacute;ndrome de Noonan (SN) foi reconhecida como uma doen&ccedil;a, na d&eacute;cada de 60, por Noonan e Ehmke (1963), em um grupo de crian&ccedil;as que apresentavam malforma&ccedil;&otilde;es associadas a defeitos card&iacute;acos. Trata-se de uma doen&ccedil;a autoss&ocirc;mica dominante caracterizada por baixa estatura, dismorfismos faciais (hipertelorismo ocular, inclina&ccedil;&atilde;o para baixo das fendas palpebrais, ptose palpebral, palato alto e m&aacute; oclus&atilde;o dent&aacute;ria, displasia auricular), pesco&ccedil;o curto e/ou alado, anomalias card&iacute;acas, principalmente a estenose pulmonar valvar, deformidade externa e criptorquidia nos pacientes do sexo masculino (Noonan, 1994). Sua taxa de preval&ecirc;ncia &eacute; relativamente elevada, entre 1:1000 e 1:2500 nascidos vivos. O gene principal, denominado PTPN11, mapeado na regi&atilde;o cromoss&ocirc;mica 12q24.1 &eacute; respons&aacute;vel por aproximadamente 50% dos casos (Tartaglia Kalidas, Shaw, Song, Musat et al., 2002; Bertola et al., 2006). Em 3% dos casos h&aacute; altera&ccedil;&otilde;es no gene KRAS, localizado no bra&ccedil;o curto do mesmo cromossomo 12. (Schubbert, Zenker, Rowe, Boll, Klein et al., 2006). Mais recentemente, descobriu-se que dois outros genes -SOS1 e RAF1- participantes da mesma via de sinaliza&ccedil;&atilde;o do RAS MAPK, s&atilde;o tamb&eacute;m respons&aacute;veis pela s&iacute;ndrome, com uma freq&uuml;&ecirc;ncia estimada de 20% e 8%, respectivamente (Pandit, Sarkozy, Pennacchio, Carta, Oishi et al., 2007; Tartaglia, Pennacchio, Zhao, Yadav, Fodale et al., 2007; Roberts, Araki, Swanson, Montgomery, Schiripo, et al., 2007).</p>      <p>Do ponto de vista cl&iacute;nico-m&eacute;dico tamb&eacute;m os pesquisadores se interessam pela rela&ccedil;&atilde;o gen&oacute;tipo-fen&oacute;tipo. Por exemplo, o trabalho de Zenker, Buheitel, Rauch, Koenig, Bosse et al. (2004). No mesmo foram avaliados do ponto de vista citogen&eacute;tico-molecular e cl&iacute;nico 57 pacientes. Os principais resultados deste trabalho identificaram correla&ccedil;&otilde;es entre muta&ccedil;&otilde;es positivas no gene PTPN11 e diferentes anomalias card&iacute;acas, a saber, estenose pulmonar, deformidade externa, baixa estatura, deformidade tor&aacute;cica, dismorfismos faciais, pesco&ccedil;o curto e/ou alado, e criptorquidia</p>      <p>Foram realizados diversos estudos para estabelecer correla&ccedil;&otilde;es gen&oacute;tipo-fen&oacute;tipo nesta s&iacute;ndrome, entretanto, ainda n&atilde;o h&aacute; um consenso quanto a esta associa&ccedil;&atilde;o (Mussante Kehl, Majewski, Meinecke, Schweiger et al., 2002; Tartaglia et al., 2002; Zenker et al., 2004). No mesmo sentido, embora em menor quantidade, h&aacute; trabalhos que descrevem diversas altera&ccedil;&otilde;es de comportamento e transtornos psiqui&aacute;tricos associados &agrave; s&iacute;ndrome, por exemplo, estudos cl&aacute;ssicos realizados por Wood, Massarano, Super e Harrington (1995) que identificaram a ocorr&ecirc;ncia de perturba&ccedil;&otilde;es de humor, problemas sociais e de comunica&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as e adolescentes. Lee et al. (2005) tamb&eacute;m descreveram, em um grupo de 48 crian&ccedil;as de 4 a 16 anos de idade, problemas emocionais e de desaten&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>Diferente dos autores anteriores, Verhoeven, Wingberm&uuml;hle, Egger; Van der Burgt, e Tuinier (2008) identificaram como caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas de 10 pacientes, &iacute;ndices elevados de comportamentos de amizade, coopera&ccedil;&atilde;o e habilidades sociais. Algumas destas discrep&acirc;ncias nos dados comportamentais tamb&eacute;m est&atilde;o presentes nos relatos de pesquisa referentes a habilidades cognitivas e exist&ecirc;ncia de comorbidades psiqui&aacute;tricas. Ruggieri e Arberas (2003) dizem que muitas dessas discrep&acirc;ncias podem ser o produto de anormalidades nos genes ou nas prote&iacute;nas e enzimas comprometidas.</p>      <p>Por hora, a recente descoberta de quatro genes respons&aacute;veis pela doen&ccedil;a permitir&aacute; avaliar se muta&ccedil;&otilde;es nesses diferentes genes podem correlacionar com graus distintos de dificuldade de aprendizagem e altera&ccedil;&otilde;es comportamentais. Comparado a outras s&iacute;ndromes gen&eacute;ticas, n&atilde;o h&aacute; um vasto campo de estudos sobre as caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas e psiqui&aacute;tricas dos pacientes com SN conforme o gene envolvido. O primeiro estudo, ainda quando n&atilde;o tinha sido descrito nenhum padr&atilde;o do fen&oacute;tipo comportamental da s&iacute;ndrome, foi realizado por Wood e colaboradores (1995). Desta amostra eles identificaram em mais de 50% comportamentos de rigidez, altera&ccedil;&otilde;es de humor, problemas de comunica&ccedil;&atilde;o, apetite excessivo, dificuldades para expressar emo&ccedil;&otilde;es. Poucas crian&ccedil;as apresentaram problemas de sono, comportamento agressivo, comportamentos do espectro autista. Ao avaliar os resultados da aplica&ccedil;&atilde;o do invent&aacute;rio <i>Child Behaviour Checklist</i>, CBCL, os autores destacaram altera&ccedil;&otilde;es em apenas duas escalas: problemas sociais e problemas de aten&ccedil;&atilde;o, com diferen&ccedil;as estatisticamente significativas em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo controle.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O relato de caso de um paciente de 19 anos com diagn&oacute;stico molecular de SN (muta&ccedil;&atilde;o no gene PTPN11), publicado por Verhoeven et al. (2004) apresenta tamb&eacute;m altera&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas do tipo ansiedade e transtorno f&oacute;bico sem agorafobia e perfil psicol&oacute;gico caracterizado por alexitimia. Tamb&eacute;m Verhoeven et al. (2008) publicaram um estudo cuja casu&iacute;stica foi composta por 10 pacientes com SN (6 com muta&ccedil;&otilde;es no gene PTPN11, 1 com muta&ccedil;&atilde;o no gene KRAS, 1 com muta&ccedil;&atilde;o no gene SOS1 e 2 sujeitos com diagn&oacute;stico cl&iacute;nico apenas). Neste trabalho s&atilde;o divulgadas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre o quociente de intelig&ecirc;ncia verbal (QIV) e o quociente de intelig&ecirc;ncia de execu&ccedil;&atilde;o (QIE), com melhores pontua&ccedil;&otilde;es neste &uacute;ltimo. Do ponto de vista psiqui&aacute;trico alguns sujeitos desta amostra apresentaram sintomas de ansiedade, problemas de humor e problemas em habilidades cognitivas de reconhecimento de emo&ccedil;&otilde;es e alexitimia.</p>      <p>Como apontado acima, s&atilde;o poucos os estudos que descrevem caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas e comportamentais de pessoas com a doen&ccedil;a. Especificamente no Brasil, n&atilde;o existem estudos que descrevam o perfil comportamental destes pacientes e conseq&uuml;entemente aperfei&ccedil;oar formas de manejo individual e familiar destes pacientes. O objetivo deste estudo foi descrever caracter&iacute;sticas do perfil comportamental de um grupo de pacientes com diagn&oacute;stico gen&eacute;tico-cl&iacute;nico de s&iacute;ndrome de Noonan (muta&ccedil;&otilde;es no gene PTPN11).</p>      <p><font size=3><b>M&eacute;todo</b></font></p>      <p><i><b>Participantes</b></i></p>      <p>Fizeram parte do estudo 10 sujeitos com s&iacute;ndrome de Noonan, todos com muta&ccedil;&atilde;o <i>missense</i> no gene PTPN11. No grupo, oito sujeitos s&atilde;o adultos (cinco do sexo masculino e tr&ecirc;s do sexo feminino, com idade m&eacute;dia de 31,5 anos) e dois s&atilde;o crian&ccedil;as (uma crian&ccedil;a de cada sexo, cuja idade m&eacute;dia &eacute; 9,5 anos). Os dados comportamentais referentes &agrave;s duas crian&ccedil;as foram registrados a partir do relato das m&atilde;es. No caso dos sujeitos acima de 18 anos, esses dados foram registrados a partir do relato deles pr&oacute;prios. Do total da amostra somente um sujeito n&atilde;o era alfabetizado, dois tinham primeiro grau, quatro tinham o segundo grau incompleto e tr&ecirc;s o segundo grau completo. Os sujeitos s&atilde;o acompanhados no Servi&ccedil;o de Gen&eacute;tica do Hospital das Cl&iacute;nicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, especializado no atendimento de crian&ccedil;as e adultos com s&iacute;ndromes mal formativas. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com seres humanos sob o protocolo CEP/UPM no 1016/11/07 e CAAE-0067.0.272.000-07.</p>      <p><i><b>Materiais</b></i></p>      <p>Os instrumentos usados para a avalia&ccedil;&atilde;o comportamental foram as listas de comportamentos contidos nos instrumentos <i>Child Behavior Checklist</i> (CBCL/6-18) para os pacientes na faixa et&aacute;ria de seis at&eacute; 17 anos e 11 meses e <i>Adult Self-Report</i>/18-59 (ASR) para pacientes cujas idades oscilam entre 18 e 59 anos. Ambos os instrumentos s&atilde;o de autoria de Achenbach e Rescorla (2001).</p>      <p>As respostas aos problemas de comportamento listados apresentam tr&ecirc;s formas de codifica&ccedil;&atilde;o que oscilam entre "n&atilde;o &eacute; verdadeira", "um pouco verdadeira" e "muito verdadeira". A maior parte das escalas de problemas do ASR tem correspond&ecirc;ncia com as escalas do CBCL/6-18.</p>      <p><i><b>Procedimentos</b></i></p>      <p>A coleta iniciou-se com a anamnese seguida da aplica&ccedil;&atilde;o das listas de comportamentos CBCL/6-18 e ASR/18-59. Depois de avaliar os sujeitos, os dados foram registrados no programa <i>Assessment Data Manager</i> (ADM 7.2B) de Achenbach e Rescorla (2001), para a gera&ccedil;&atilde;o de diferentes perfis comportamentais sobre o sujeito avaliado. O programa permite que a pontua&ccedil;&atilde;o bruta de ambas as escalas (CBCL/6-18 e ASR/18-59) seja convertida em escores T. Estes &uacute;ltimos ao serem comparados com as amostras normativas permitem estabelecer os pontos de corte para tr&ecirc;s tipos de faixas: cl&iacute;nica, lim&iacute;trofe e n&atilde;o cl&iacute;nica. Os Escores T com as respectivas classifica&ccedil;&otilde;es por faixas permitem gerar os perfis de cada sujeito avaliado.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao CBCL/6-18, os perfis gerados pelo programa s&atilde;o: * Perfil da escala global de compet&ecirc;ncia em atividades, no social e na escola; * Perfil das s&iacute;ndromes que inclui as sub-escalas ansiedade/depress&atilde;o, isolamento/depress&atilde;o, queixas som&aacute;ticas, problemas sociais, problemas de pensamento, problemas de aten&ccedil;&atilde;o, comportamento de quebrar regras, comportamento agressivo; * Perfil das escalas orientado pelo DSM composto pelas sub-escalas problemas afetivos, problemas de ansiedade, problemas som&aacute;ticos, d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o/problemas de hiperatividade, problemas de oposi&ccedil;&atilde;o e desafio e transtorno de conduta e; * Perfil dos Problemas Internalizantes, Externalizantes e Totais. Os problemas internalizantes s&atilde;o a soma dos problemas ansiedade/depress&atilde;o; isolamento/ depress&atilde;o e queixas som&aacute;ticas, inclu&iacute;dos no perfil das s&iacute;ndromes. Os Problemas Externalizantes s&atilde;o a soma dos problemas comportamento de quebrar regras e comportamento agressivo que est&atilde;o inclu&iacute;dos tamb&eacute;m no perfil das s&iacute;ndromes e, a escala de Problemas Totais &eacute; a soma das escalas de problemas Externalizantes e Internalizantes. Vale esclarecer que a terminologia internalizante/internaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; utilizada por compreender principalmente problemas de natureza privada, enquanto a externaliza&ccedil;&atilde;o envolve predominantemente conflitos interpessoais (Achenbach e Rescorla, 2001). O CBCL/6-18 apresenta dados brasileiros na sua forma anterior preliminares de valida&ccedil;&atilde;o (Bordin, Mari e Caiero, 1995).</p>      <p>No caso do ASR/18-59, os perfis e escalas gerados pelo programa s&atilde;o: * Escala das fun&ccedil;&otilde;es adaptativas relacionadas com os itens amigos, companheiro, fam&iacute;lia, trabalho e educa&ccedil;&atilde;o; * Perfil das s&iacute;ndromes que inclui ansiedade/depress&atilde;o, isolamento/depress&atilde;o, queixas som&aacute;ticas, problemas de pensamento, problemas de aten&ccedil;&atilde;o, comportamento agressivo, comportamento de quebrar regras e comportamento intrusivo; * Perfil das escalas orientadas pelo DSM que incluem problemas de depress&atilde;o, problemas de ansiedade, problemas som&aacute;ticos, problemas de personalidade evitativa, transtorno de d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o/problemas de hiperatividade, problemas de personalidade anti-social; * Escala de Problemas Internalizantes composta pela soma dos escores dos problemas ansiedade/depress&atilde;o, isolamento/depress&atilde;o e queixas som&aacute;ticas que est&atilde;o inclu&iacute;dos no perfil das s&iacute;ndromes; * Escala dos Problemas Externalizantes que inclui a soma dos problemas referentes a comportamento agressivo, comportamento de quebrar regras e comportamento intrusivo, tamb&eacute;m inclu&iacute;dos no perfil das s&iacute;ndromes e, finalmente, a Escala sobre abuso de subst&acirc;ncias.</p>      <p><font size=3><b>Resultados</b></font></p>      <p>Na <a href="#tab1">Tabela 1</a> sumarizam-se as caracter&iacute;sticas do quadro cl&iacute;nico do grupo. Todos os escores T m&eacute;dios obtidos nas escalas de funcionamento adaptativo dos participantes adultos se localizaram na faixa de normalidade em rela&ccedil;&atilde;o a intera&ccedil;&otilde;es sociais, familiares e no trabalho. O item da escala companheiro n&atilde;o pontuou m&eacute;dia j&aacute; que, da presente amostra, apenas um sujeito possui parceiro (m&atilde;e de dois participantes). Em estudo realizado por Shaw, Kalidas, Crosby, Jeffery e Patton. (2007), encontrou-se que os sujeitos apresentavam d&eacute;ficits de sociabilidade, embora isto n&atilde;o afetasse a qualidade de vida que, de forma geral, foi avaliada como satisfat&oacute;ria. Resultados semelhantes foram obtidos neste estudo, pois de acordo com os dados, 90% dos sujeitos declararam n&atilde;o ter parceiro nem companheiro. Em contraposi&ccedil;&atilde;o, o item 'fam&iacute;lia' pontuou o maior escore T m&eacute;dio do grupo de adultos com 52 pontos, ou seja, o valor corresponde co a faixa de normalidade para esta escala. Tamb&eacute;m dentro da normalidade identificou-se a pontua&ccedil;&atilde;o da m&eacute;dia de adapta&ccedil;&atilde;o obtida nos oito adultos conforme ASR/18-59 (48 pontos). Duas explica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o poss&iacute;veis para explicar esta m&eacute;dia elevada obtida na escala desadapta&ccedil;&atilde;o social. S&atilde;o elas: a) Os contatos sociais, o trabalho e a satisfa&ccedil;&atilde;o geral destes participantes parecem ser suficientes para se adaptarem ao ambiente social e, b) De acordo com estudos anteriores, alguns pacientes com SN mostram dificuldades leves a moderadas no reconhecimento de emo&ccedil;&otilde;es com altera&ccedil;&otilde;es dentro do espectro da alexitimia (Verhoeven et al., 2008). A alexitimia como dificuldade na capacidade de expressar emo&ccedil;&otilde;es pode ser de causa biol&oacute;gica e ambiental (Guimar&atilde;es e Yoshida, 2008). No entanto, independentemente da causa, trata-se de uma habilidade deficit&aacute;ria que pode ter interferido nas respostas dos participantes adultos ao invent&aacute;rio ASR/18- 59. Pressup&otilde;e-se que do ponto alexit&iacute;mico, alguns deles podem ter apresentado problemas para identificar e descrever alguns sentimentos e emo&ccedil;&otilde;es. E isto pode ter contribu&iacute;do com a obten&ccedil;&atilde;o de um perfil comportamental com poucas altera&ccedil;&otilde;es, diferente de estudos anteriores (Wood, Massarano, Super e Harrington, 1995; Lee et al., 2005).</p>      <p>    <center><a name="tab1"><img src="img/revistas/rlps/v42n1/v42n1a08t1.jpg"></center></p>      <p>A <a href="#fig1">Figura 1</a> mostra os escores T m&eacute;dios das escalas das s&iacute;ndromes nos pacientes adultos e crian&ccedil;as e, ao compar&aacute;-los observa-se que, com exce&ccedil;&atilde;o das escalas de crian&ccedil;as referentes &agrave; ansiedade/depress&atilde;o (representada pelos itens chorar freq&uuml;entemente, sentir medo, achar que deve ser perfeito, reclamar que ningu&eacute;m gosta deles, tens&atilde;o e preocupar-se em demasia), queixas som&aacute;ticas e comportamento agressivo (representada pelos itens depender de adultos, reclamar de solid&atilde;o, ser alvo de provoca&ccedil;&otilde;es, sentir ci&uacute;mes com facilidade), as escalas restantes de todos os sujeitos atingiram valores dentro da normalidade abaixo de 65 pontos. A identifica&ccedil;&atilde;o destes problemas relativos &agrave;s s&iacute;ndromes nas duas crian&ccedil;as refletiu-se tamb&eacute;m nas m&eacute;dias de escores T obtidas para problemas internalizantes (70,5 - faixa cl&iacute;nica) e problemas totais (69,5 - faixa cl&iacute;nica). Parece que estas altera&ccedil;&otilde;es de comportamento que foram registradas a partir do relato das m&atilde;es coincidem com alguns dos transtornos de humor citados por outros autores cujas casu&iacute;sticas foram crian&ccedil;as e adolescentes com SN (Ruggieri & Arberas, 2003; Verhoeven et al, 2004; Verhoeven et al, 2008). Embora a m&eacute;dia das pontua&ccedil;&otilde;es na escala de compet&ecirc;ncias tenha sido normal nas tr&ecirc;s escalas (Atividades: 44,5; Social: 37 e Escola: 52,5), dados qualitativos obtidos com a aplica&ccedil;&atilde;o do CBCL/6-18 indicam a presen&ccedil;a de problemas de adapta&ccedil;&atilde;o, sobretudo o que diz respeito &agrave; socializa&ccedil;&atilde;o. As m&atilde;es informantes declararam que ambas as crian&ccedil;as diariamente sofrem provoca&ccedil;&otilde;es na escola. Neste &uacute;ltimo caso, caberia supuser se os mesmos podem ser alvo de fen&ocirc;meno bullying devido &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica pr&oacute;pria do fen&oacute;tipo da SN (Lopes Neto, 2005).</p>      <p>    <center><a name="fig1"><img src="img/revistas/rlps/v42n1/v42n1a08f1.jpg"></center></p>      <p>No grupo de pacientes adultos, em todas as escalas orientadas pelo DSM, as m&eacute;dias obtidas se localizam dentro do limite da normalidade, como mostra a <a href="#fig2">Figura 2</a>. Uma an&aacute;lise de alguns dos escores T individuais dos participantes permite destacar que apenas dois sujeitos adultos mantinham um relacionamento amoroso, entretanto a socializa&ccedil;&atilde;o era restrita ao &acirc;mbito familiar. Dos oito pacientes adultos, 25% deles pontuaram positivamente dentro da faixa lim&iacute;trofe, para problemas t&iacute;picos de personalidade evitativa expressa nos seguintes itens do instrumento: n&atilde;o se dar bem com outras pessoas; preferir estar sozinhos a ficar na companhia de outros; ter falta de confian&ccedil;a em si mesmo; ter dificuldades em fazer e manter amigos; ficar pouco &agrave; vontade e facilmente se sentir envergonhado e, por &uacute;ltimo evitar se relacionar com o sexo oposto. Tamb&eacute;m 25% pontuaram dentro da faixa cl&iacute;nica para os problemas de personalidade anti-social a partir dos itens: discutir muito; culpar os outros pelos pr&oacute;prios problemas; desrespeitar as regras sociais; mentir ou enganar os outros; agredir fisicamente outras pessoas; se envolver em muitas brigas e tiver dificuldades em manter um emprego. Devido ao n&uacute;mero amostral restrito a oito participantes adultos e dois crian&ccedil;as n&atilde;o foi adequado realizar an&aacute;lises estat&iacute;sticas correlacionais entre os dados das escalas. Entretanto as pontua&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas encontradas nos perfis individuais alertam sobre a exist&ecirc;ncia de maior n&uacute;mero de comportamentos problem&aacute;ticos em compara&ccedil;&atilde;o com a amostra normativa que parecem repercutir nos ambientes em que esses sujeitos est&atilde;o inseridos. Isto se aplica tanto aos adultos como &agrave;s crian&ccedil;as que pontuaram dentro da faixa cl&iacute;nica.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><a name="fig2"><img src="img/revistas/rlps/v42n1/v42n1a08f2.jpg"></center></p>      <p>Segundo a percep&ccedil;&atilde;o das m&atilde;es, nas escalas orientadas pelo DSM, as duas crian&ccedil;as apresentaram escores dentro da faixa cl&iacute;nica na metade das sub-escalas (problemas afetivos, problemas de ansiedade, transtorno de d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o com hiperatividade e comportamento desafiante e de oposi&ccedil;&atilde;o). Embora sejam apenas duas crian&ccedil;as, a exist&ecirc;ncia destas altera&ccedil;&otilde;es de comportamento permitem estabelecer um progn&oacute;stico reservado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de mental de ambas as crian&ccedil;as da amostra, caso n&atilde;o existam interven&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas adequadas. Faz-se necess&aacute;rio uma orienta&ccedil;&atilde;o e tratamento psicoterap&ecirc;utico que previna o desenvolvimento de transtornos psiqui&aacute;tricos na idade adulta. Devido &agrave; inexist&ecirc;ncia de estudos descritivos atuais sobre o perfil comportamental de crian&ccedil;as com SN, compara-se este resultado obtido nos dois participantes com um estudo anterior que data de 1995 de Wood e colaboradores em que tamb&eacute;m &eacute; utilizado o CBCL/6-18. A amostra de crian&ccedil;as do estudo teve m&eacute;dia de idade 9,3 anos e conforme a percep&ccedil;&atilde;o materna das m&atilde;es do estudo os principais padr&otilde;es comportamentais considerados alterados foram irritabilidade, dificuldades de comunica&ccedil;&atilde;o, ecolalia, falta de iniciativa, comportamento agressivo com seus pares, problemas de alimenta&ccedil;&atilde;o e dificuldades para expressar emo&ccedil;&otilde;es. A hiperatividade n&atilde;o foi o padr&atilde;o comportamental mais referido pelas m&atilde;es e sim a hipoatividade, o que difere dos resultados das duas crian&ccedil;as participantes de nosso estudo. &Eacute; importante reiterar que a escassez de trabalhos sobre perfil comportamental de pacientes com SN limita o desenvolvimento de uma caracteriza&ccedil;&atilde;o de perfil homog&ecirc;neo entre os pesquisadores, inclusive uma caracteriza&ccedil;&atilde;o que abranja as anormalidades g&ecirc;nicas) dos pacientes (Sarimski, 2000; Zenker et al., 2004).</p>      <p><font size=3><b>Discuss&atilde;o</b></font></p>      <p>Estudos sobre caracteriza&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas de pacientes com SN e variantes malformativas semelhantes s&atilde;o praticamente inexistentes no Brasil (Suzigan, Silva, Marini, Baptista, Guerra J&uacute;nior et al., 2004; Suzigan, Silva, Guerra, 2005). Isto se comprovou ao efetuar uma busca bibliogr&aacute;fica sobre o tema do trabalho. Os estudos brasileiros registrados em bases cient&iacute;ficas, como <i>Scientific Electronic Library Online</i> - Scielo; Literatura Internacional em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de - MEDLINE; Literatura Latino- Americana e do Caribe em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de - LILACS e, National Library of Medicine and the National Institute of Health - Pubmed, pertenciam exclusivamente &agrave; &aacute;rea m&eacute;dica-gen&eacute;tica (Bertola et al., 2007; Cancino Gai&atilde;o, Sant'Ana Filho, & Oliveira, 2007; Ortega Guar&eacute;, Kawaji, & Ciamponi, 2008; Ferreira, Souza, Montenegro, Malaquias, Arnhold et al, 2008).</p>      <p>Houve homogeneidade da amostra em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo tipo de gene envolvido (PTPN11), embora seja conhecido que as muta&ccedil;&otilde;es neste gene podem ser distintas (Bertola et al., 2006). Observou-se que, quanto &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es comportamentais nos oito participantes adultos, h&aacute; predom&iacute;nio de um perfil comportamental m&eacute;dio localizado dentro da faixa da normalidade. Entretanto, quando as an&aacute;lises s&atilde;o individuais, cinco dos oito pacientes avaliados pontuaram individualmente dentro da faixa cl&iacute;nica em diversas sub-escalas das s&iacute;ndromes e em escalas orientadas pelo DSM. A saber, problemas de ansiedade e depress&atilde;o, queixas som&aacute;ticas, problemas de personalidade evitativa e agressiva, comportamentos agressivos e comportamentos de quebrar regras. Isto demonstra que os participantes do presente estudo apresentam altera&ccedil;&otilde;es de comportamento que devem repercutir na intera&ccedil;&atilde;o social e se sup&otilde;e que alguns desses transtornos comportamentais possam estar associados &agrave;s caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas do quadro cl&iacute;nico, por exemplo, apar&ecirc;ncia f&iacute;sica e baixa estatura. Algumas das pontua&ccedil;&otilde;es positivas nas escalas individuais do DSM podem indicar um progn&oacute;stico reservado tanto em rela&ccedil;&atilde;o a problemas internalizantes quanto a problemas externalizantes.</p>      <p>Uma limita&ccedil;&atilde;o do estudo foi o tamanho amostral, entretanto, um fato tornou-se relevante. De um lado um perfil comportamental dos oito adultos cujas m&eacute;dias nas escalas do ASR/18-59 localizam-se preferencialmente dentro da normalidade. De outro, dois perfis de crian&ccedil;as provenientes do informe das m&atilde;es com altera&ccedil;&otilde;es expressivas em muitas escalas. Isto permite uma alerta: quando estes pacientes sejam avaliados do ponto de vista psicol&oacute;gico e comportamental, recomenda-se que sejam efetuadas, al&eacute;m de avalia&ccedil;&otilde;es baseadas no auto-relato, outras avalia&ccedil;&otilde;es que abranjam o informe de familiares. Isto poder&aacute; garantir um perfil mais acurado de altera&ccedil;&otilde;es de comportamento caso as mesmas existam. A mesma recomenda&ccedil;&atilde;o caber&aacute; a grupos de crian&ccedil;as.</p>      <p>Este trabalho tem o intuito de estimular futuros estudos brasileiros com avalia&ccedil;&atilde;o detalhada sobre aspectos comportamentais e fun&ccedil;&otilde;es neuropsicol&oacute;gicas para que haja dados de compara&ccedil;&atilde;o do fen&oacute;tipo comportamental em pacientes com esta doen&ccedil;a, assim como desenvolver estrat&eacute;gias de manejo adequadas a cada caso.</p>      <p>Como assinalam Sarimski (2000) e Suzigan et al. nos trabalhos de 2004 e 2005, novos estudos com avalia&ccedil;&atilde;o detalhada sobre aspectos comportamentais e cognitivos s&atilde;o necess&aacute;rios. Eles poder&atilde;o fornecer rela&ccedil;&otilde;es importantes sobre poss&iacute;veis fen&oacute;tipos em associa&ccedil;&atilde;o com o tipo de anomalia gen&eacute;tica e com as prote&iacute;nas e enzimas envolvidas, assim como estabelecer as principais altera&ccedil;&otilde;es de comportamento e de ajustamento social que poder&atilde;o ser pass&iacute;veis de orienta&ccedil;&otilde;es e de interven&ccedil;&otilde;es psiqui&aacute;tricas, psicol&oacute;gicas e sociais.</p>  <hr>      <p><font size=3><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Achenbach, T.M. & Rescorla, L.A. (2001). Mental health practitioners guide for the Achenbach System of Empirically Based Assessment (ASEBA). (4<sup>Th</sup> ed.). Burlington, VT: University of Vermont, Research Center for Children, Youth, & Families.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0120-0534201000010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Almeida, L.A.B; Matsumoto, M.S; Steiner, A.L.F. & Spinola, A.M.C. (2001). S&iacute;ndrome de Turner: Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica e repercuss&otilde;es sobre a imagem corporal de pacientes pr&eacute; p&uacute;beres. <i>In</i> <a href="http://www.brazilpednews.org.br/deze2001/bnp111.htm" target="_blank">http://www.brazilpednews.org.br/deze2001/bnp111.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0120-0534201000010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Benarroch, F; Hirsch, H.J; Genstil, L; Landau, Y.E. & Gross-Tsur, V. (2007). Prader-Willi syndrome: medical prevention and behavioral challenges. <i>Child Adolescent Psychiatry Clin N Am. 16</i>(3), 695-708.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0120-0534201000010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Bertola, D.R; Pereira, A.C; Albano, L.M; Oliveira, P.S; Kim, C.A. & Krieger, J.E. (2006). PTPN11 Gene Analysis in 74 Brazilian Patients with Noonan Syndrome or Noonan-like Phenotype. <i>Genet Test, 10</i>, 186-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0120-0534201000010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Bertola, D.R; Pereira, A.C; Brasil, A.S; Albano, L.M; Kim, C.A. & Krieger, J.E. (2007). Further evidence of genetic heterogeneity in Costello syndrome: involvement of the KRAS gene. <i>J Hum Genet, 52</i>(6), 521-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0120-0534201000010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Bordin, I.A; Mari, J.J. & Caeiro, M.F. (1995). Valida&ccedil;&atilde;o da Vers&atilde;o Brasileira do Child Behavior Checklist (CBCL) (Invent&aacute;rio de Comportamentos da Inf&acirc;ncia e Adolesc&ecirc;ncia): Dados Preliminares. <i>Revista da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Psiquiatria, 17</i>:,55-66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0120-0534201000010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Cancino, C.M; Gai&atilde;o, L; Sant'Ana Filho, M. & Oliveira, F.A. (2007). Giant cell lesions with a Noonan-like phenotype: a case report. <i>J Contemp Dent Pract, 8</i>(4), 67-73.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0120-0534201000010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Duarte, C.S; Bordin, I.A.S; Oliveira, A. & Bird, H. (2003). The CBCL and the Identification of Children with Autism and Related Conditions in Brazil: Pilot Findings. <i>J Autism Dev Disord, 33</i>, 1573-3432.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0120-0534201000010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Duncan, W.J; Fowler, R.S; Farkas, L.G; Ross, R.B; Wright, A.W; Bloom et al. (1981). A comprehensive scoring system for evaluating Noonan syndrome. <i>Am J Med Genet, 10</i>(1), 37-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0120-0534201000010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Feinstein, C. & Singh, S. (2007). Social phenotypes in neurogenetic syndromes. <i>Child Adolescent Psychiatry Clin N Am, 16</i>(3), 631-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0120-0534201000010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ferreira, L.V; Souza, S.C; Montenegro, L.R; Malaquias, A.C; Arnhold, I.J; Mendonca et al. (2008). Analysis of PTPN11 gene in idiopathic short stature children and Noonan syndrome patients. <i>Clin Endocrinol</i> (a publicar).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0120-0534201000010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Flint, J. & Yale, W. (1994). Behavioural phenotypes. In Rutter M, Taylor E, Hersov L, eds. <i>Child and adolescent psychiatry</i>. 3 ed. Oxford: Blackwell Scientific, p. 666-687.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0120-0534201000010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Guimar&atilde;es, L P M & Yoshida, E M P. (2008). Doen&ccedil;a de Crohn e retocolite ulcerativa inespec&iacute;fica: alexitimia e adapta&ccedil;&atilde;o. <i>Psicol. teor. Prat., 10</i>(1), 52-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0120-0534201000010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lee, D; Portnoy, S; Hill, P; Gillberg, C. & Patton, M.A. (2005). Psychological profile of children with Noonan syndrome. <i>Dev Med Child Neurol, 47</i>, 35-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0120-0534201000010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lopes Neto, A. (2005). Bullying: Comportamento agressivo entre estudantes. <i>Jornal de Pediatria, 81</i>(5), 164-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0120-0534201000010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Milner, M; Craig, E.E; Thompson, R.J; Veltman, M.W.M; Thomas, N.S; Roberts, S. et al. (2005). Prader-Willi syndrome: intellectual abilities and behavioral features by genetic subtype. <i>J Child Psychol Psychiatry, 89</i>, 1096.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0120-0534201000010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Musante, L; Kehl, H.G; Majewski, F; Meinecke, P; Schweiger, S; Gillessen-Kaesbach, G. et al. (2002). Spectrum of mutations in PTPN11 and genotype-phenotype correlation in 96 patients with Noonan syndrome and five patients with cardio-facio-cutaneous syndrome. <i>Eur J Hum Genet., 11</i>, 201-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0120-0534201000010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Nyhan, W.L. (1972). Behavioral phenotypes in organic genetics diseases. Presidential address to the Society for pediatric research. <i>Pediatr Res., 6</i>(1), 1-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0120-0534201000010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Noonan, J. & Ehmke, D.A. (1963). Associated noncardiac malformations in children with congenital heart disease. <i>J Pediatr., 63</i>, 468-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0120-0534201000010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Noonan, J.A. (1994). Noonan syndrome. An update and review for the primary pediatrician. <i>Clin Pediatr (Phila), 33</i>, 548-555.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0120-0534201000010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Ortega, A.O; Guar&eacute;, R.O; Kawaji, N.S. & Ciamponi, A.L. (2008). Orofacial aspects in Noonan syndrome: 2 case report. <i>J Dent Child, 75</i>(1), 85-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0120-0534201000010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Pandit, B; Sarkozy, A; Pennacchio, L.A; Carta, C; Oishi, K; Martinelli, S. et al. (2007). Gain-Of-Function Raf1 Mutations Cause Noonan and Leopard Syndromes With Hypertrophic Cardiomyopathy. <i>Nat Genet, 39</i>, 1007-1012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0120-0534201000010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Roberts, A.E; Araki, T; Swanson, K.D; Montgomery, K.T; Schiripo, T.A; Joshi, V.A. et al. (2007). Germline Gain-Of-Function Mutations In Sos1 Cause Noonan Syndrome. <i>Nat Genet, 39</i>, 70-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0120-0534201000010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Rosell-Raga, L. (2003). Fen&oacute;tipos conductuales en el s&iacute;ndrome de Prader Willi. <i>Rev Neurol, 36</i> (Supl 1), S153-S157.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0120-0534201000010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ruggieri, V.L. & Arberas, C.L. (2003). Behavioral phenotypes. Biologically determined neuropsychological patterns. <i>Rev Neurol. 37</i>(3), 239-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0120-0534201000010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sarimski, K. (2000). Developmental and behavioural phenotype in Noonan syndrome? <i>Genetic Counseling, 11</i>(4), 383-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0120-0534201000010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Sarimski, K. (2002). Analysis of intentional communication in severely handicapped children with Cornelia-de-Lange syndrome. <i>J Commun Disord, 35</i>(6), 483-500.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0120-0534201000010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Schubbert, S; Zenker, M; Rowe, S.L; Boll, S; Klein, C; Bollag, G. et al. (2006). Germline Kras Mutations Cause Noonan Syndrome. <i>Nat Genet, 38</i>, 331-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0120-0534201000010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Shaw, A.C; Kalidas, K; Crosby, A.H; Jeffery, S. & Patton, M.A. (2007). The natural history of Noonan syndrome: a long-term follow-up study. <i>Archives of Disease in Childhood, 92</i>, 128-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0120-0534201000010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Suzigan, L.Z.C; Silva, R.B.P; Marini, S.H.V.L; Baptista, M.T.M; Guerra J&uacute;nior, G; Magna, L.A. & Guerra, A.T.M. (2004). A percep&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a em portadoras da s&iacute;ndrome de Turner. <i>J pediatr, 80</i>(4), 309-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0120-0534201000010000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Suzigan, L.Z.C; Silva, R.B.P. & Guerra, A.T.M. (2005). Aspectos psicossociais da s&iacute;ndrome de Turner. <i>Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia, 49 </i>(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0120-0534201000010000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tartaglia, M; Kalidas, K; Shaw, A; Song, X; Musat, D.L; Van Der Burgt, I et al. (2002). Ptpn11 Mutations In Noonan Syndrome: Molecular Spectrum, Genotype-Phenotype Correlation and Phenotypic Heterogeneity. <i>Am J Hum Genet., 70</i>, 1555-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0120-0534201000010000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tartaglia, M; Pennacchio, L.A; Zhao, C; Yadav, K.K; Fodale, V; Sarkozy, A et al. (2007). Gain-Of- Function Sos1 Mutations Cause a Distinctive Form Of Noonan Syndrome. <i>Nat Genet. 39</i>, 75-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0120-0534201000010000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Verhoeven, W.M; Hendrikx, J.L; Doorakkers, M.C; Egger, J.I; Van der Burgt, I. & Tuinier, S. (2004). Alexithymia in Noonan syndrome. <i>Genet Couns, 15</i>(1), 47-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0120-0534201000010000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Verhoeven, W.M; Wingberm&uuml;hle, E; Egger; J.I; Van der Burgt, I. & Tuinier, S. (2008). Noonan syndrome: psychological and psychiatric aspects. <i>Am J Med Genet A. 146A</i>(2), 191-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0120-0534201000010000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Whittington, J; Holland, A; Webb, T; Butler, J; Clarke, D. & Boer, H. (2002). Relationship between clinical and genetic diagnosis of Prader Willi syndrome. <i>Journal Medicine Genetic, 39</i>, 926-932.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0120-0534201000010000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Wood, A; Massarano, A; Super, M. & Harrington, R. (1995). Behavioural Aspects and Psychiatric Findings In Noonan's Syndrome. <i>Arch Dis Child., 72</i>(2), 153-155.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0120-0534201000010000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Zenker, M; Buheitel, G, Rauch R; Koenig, R; Bosse, K. & Kress W. (2004). Genotype-Phenotype Correlations In Noonan Syndrome. <i>The Journal Of Pediatrics, 144</i>, 368-374.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0120-0534201000010000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>  </font>      ]]></body><back>
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