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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Política de indexação para clippings: otimização do tratamento temático em coordenadorias de comunicação social brasileiras]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[La política de indización construida a partir de los objetivos y características de cada institución optimiza el tratamiento temático de la información y asegura la calidad tanto de la indización tales como de la recuperación por materia. Por lo tanto, este estudio tiene como objetivo investigar la realidad de la organización y de comunicación de la Coordinación de Comunicación Social de la Universidad Federal de São Carlos (CCS-UFSCar), Brasil, en el contexto sociocognitivo de los profesionales y usuarios de información con el fin de establecer directrices para la elaboración de una política para la indexación automática de Coordinación de Comunicación Social en ambientes universitarios brasileños. Los resultados demuestran que la CCS-UFSCar no tiene una política y una guía para el proceso sistemático de recortes de periódicos. Por lo tanto, se sugirió para la unidad, el desarrollo de una política y de un manual de indización para los recortes de periódicos por medio de sus peculiaridades.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The indexing policy constructed from the objectives and characteristics of each institution optimizes the thematic treatment of information and ensure the quality of both the indexing as a retrieval by subject. Therefore, this study aims to investigate the reality of organizational and communicational of the Coordination of Social Communication of the Federal University of São Carlos (CCS-FUSCar), Brazil, from sociocognitive context of the information professionals and users, for the elaboration of a indexing policy of automated systems of Coordination of Social Communication in brazilian university environments. The results showed that the CCS-FUSC does not have a policy and a guide for the systematize the process of clippings indexing. So, we are suggesting to unit the developing of a policy and of a manual of indexing for clippings by their peculiarities.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font align="left" size="2" face='Verdana, Arial, Helvetica, sans&-serif'>      <P align="right"><b>INVESTIGACI&Oacute;N</b></P>     <P align="right">&nbsp;</P>     <P align="center"><font size="4" ><b>Pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para clippings: otimiza&ccedil;&atilde;o do tratamento tem&aacute;tico em coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social brasileiras</b></font></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P align="center"><font size="3" ><b>Policy index to clippings: optimization of treatment of the theme in brazilian social communication coordinations </b></font></P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P align="center">&nbsp;</P>     <P><b>Ardala Ponce Kochani*; Vera Regina Casari Boccato**; Milena Polsinelli Rubi***</b></P>     <P>*Formada em Biblioteconomia e Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (UFSCar). Participa do Grupo de Pesquisa Organiza&ccedil;&atilde;o do Conhecimento para Dissemina&ccedil;&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o, coordenado pela Profa. Dra. Vera Regina Casari Boccato, <a href="mailto:ardalakochani@yahoo.com.br">ardalakochani@yahoo.com.br</a></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>**Professora Adjunta do Departamento de Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Sociedade, da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (UFSCar), Brasil. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Organiza&ccedil;&atilde;o do Conhecimento para Dissemina&ccedil;&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o, <a href="mailto:vboccato@ufscar.br">vboccato@ufscar.br </a></P>     <P>*** Diretora e coordenadora de projetos   de extens&atilde;o da Biblioteca do campus   Sorocaba (BSo) da Universidade   Federal de S&atilde;o Carlos (UFSCar), Brasil.   Participa do Grupo de Pesquisa Grupo de   Pesquisa Organiza&ccedil;&atilde;o do Conhecimento   para Dissemina&ccedil;&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o,   coordenado pela Profa. Dra. Vera Regina Casari Boccato, <a href="mailto:milenarubi@ufscar.br">milenarubi@ufscar.br</a></P>     <P>&nbsp;</P> <hr noshade size="1">     <P><b>Resumo</b></P>     <P>A pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o constru&iacute;da a partir dos objetivos e caracter&iacute;sticas de cada institui&ccedil;&atilde;o otimiza o tratamento tem&aacute;tico da informa&ccedil;&atilde;o e assegura a qualidade tanto da indexa&ccedil;&atilde;o quanto da recupera&ccedil;&atilde;o por assunto.  Para tanto, este estudo tem por objetivo, investigar a realidade organizacional e comunicacional da Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (CCS-UFSCar), Brasil, a partir do contexto sociocognitivo de profissionais da informa&ccedil;&atilde;o e usu&aacute;rios, tendo em vista o estabelecimento de diretrizes para a elabora&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o de sistemas automatizados junto as Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambientes universit&aacute;rios brasileiros. Os resultados demonstraram que a CCS-UFSCar n&atilde;o possui uma pol&iacute;tica e ,nem mesmo, um guia para sistematizar o processo de indexa&ccedil;&atilde;o de <i>clippings</i>.  Assim, sugeriu-se &agrave; unidade o desenvolvimento de uma pol&iacute;tica e de um manual de indexa&ccedil;&atilde;o para <i>clippings</i> a partir de suas peculiaridades.</P>     <P><b>Palavras-chave: </b>pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o; coordenadoria de comunica&ccedil;&atilde;o social; tratamento tem&aacute;tico de  <i>clippings</i>;  protocolo verbal.</P> <hr noshade size="1">     <P><b>Resumen</b></P>     <P>La pol&iacute;tica de indizaci&oacute;n construida a partir de los objetivos y caracter&iacute;sticas de cada instituci&oacute;n optimiza el tratamiento tem&aacute;tico  de la informaci&oacute;n y asegura la calidad tanto de la indizaci&oacute;n tales como de la recuperaci&oacute;n por materia. Por lo tanto, este estudio tiene como objetivo investigar la realidad de la organizaci&oacute;n y de comunicaci&oacute;n de la Coordinaci&oacute;n de Comunicaci&oacute;n Social de la Universidad Federal de S&atilde;o Carlos (CCS-UFSCar), Brasil, en el contexto sociocognitivo de los profesionales y usuarios de informaci&oacute;n con el fin de establecer directrices para la elaboraci&oacute;n de una pol&iacute;tica para la indexaci&oacute;n autom&aacute;tica de Coordinaci&oacute;n de Comunicaci&oacute;n Social en ambientes universitarios brasile&ntilde;os. Los resultados demuestran que la CCS-UFSCar no tiene una pol&iacute;tica y una gu&iacute;a para el proceso sistem&aacute;tico de recortes de peri&oacute;dicos. Por lo tanto, se sugiri&oacute; para la unidad, el desarrollo de una pol&iacute;tica y de un manual de indizaci&oacute;n para los recortes de peri&oacute;dicos por medio de sus peculiaridades.</P>     <P><b>Palabras Claves: </b>pol&iacute;tica de indizaci&oacute;n; coordinaci&oacute;n de comunicacipon social; tratamiento tematico  de la informaci&oacute;n; protocolo verbal.</P>      <P><b>C&oacute;mo citar este art&iacute;culo:</b> KOCHANI, Ardala Ponce, BOCCATO, Vera Regina Casari, RUBI, Milena Polsinelli.  Pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para clippings: otimiza&ccedil;&atilde;o do tratamento tem&aacute;tico em coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social brasileiras.<i> Revista Interamericana de Bibliotecolog&iacute;a,</i> 2012, vol. 35, n&deg;3. pp. (sin definir).</P> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><b>Abstract</b></P>     <P>The indexing policy constructed from the objectives and characteristics of each institution optimizes the thematic treatment of information and ensure the quality of both the indexing as a retrieval by subject. Therefore, this study aims to investigate the reality of organizational and communicational of the Coordination of Social Communication of the Federal University of S&atilde;o Carlos (CCS-FUSCar), Brazil, from sociocognitive context of the information professionals and users, for the elaboration of a indexing policy of automated systems of Coordination of Social Communication in brazilian university environments. The results showed that the CCS-FUSC does not have a policy and a guide for the systematize the process of  <i>clippings</i> indexing. So, we are suggesting to unit the developing of a policy and of a manual of indexing for <i>clippings</i> by their peculiarities.</P>     <P><b>Keywords:</b>indexing policy; social communication coordination; thematic treatment of  <i>clippings</i>;  verb protocol.</P>      <P><b>How to cite this article: </b>KOCHANI, Ardala Ponce, BOCCATO, Vera Regina Casari, RUBI, Milena Polsinelli.  Pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para clippings: otimiza&ccedil;&atilde;o do tratamento tem&aacute;tico em coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social brasileiras.<i> Revista Interamericana de Bibliotecolog&iacute;a,</i> 2012, vol. 35, n&deg;3. pp. (sin definir).</P> <hr noshade size="1">     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>1. Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></P>     <P>A Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o (CI), vista como uma ci&ecirc;ncia social aplicada, dialoga com outras ci&ecirc;ncias, entre as quais se destaca as Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o (CC), na busca de teorias e metodologias inovadoras que permitem o tratamento, a transfer&ecirc;ncia e uso da informa&ccedil;&atilde;o por usu&aacute;rios locais e remotos em diferentes sistemas de recupera&ccedil;&atilde;o e ambientes de informacionais. A interdisciplinaridade existente entre essas duas ci&ecirc;ncias (CI e CC) &eacute; evidente, pois ambas apresentam o mesmo objeto de estudo: a informa&ccedil;&atilde;o.  </P>     <P>Para Le Coadic (2004, p. 4) a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; ''&#91;...&#93; um conhecimento inscrito (registrado) em forma escrita (impressa ou digital), oral ou audiovisual, em um suporte''; uma vez que ela percorre os caminhos da comunica&ccedil;&atilde;o &#8211; destaque para o <i>clipping</i> como instrumento informacional interlocutor entre a Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e as Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o. </P>     <P>O <i>clipping</i> &eacute; uma ferramenta usada para diversas finalidades: utilizado como documento e reposit&oacute;rio de mem&oacute;ria enquanto guarda informa&ccedil;&otilde;es hist&oacute;ricas atrav&eacute;s de not&iacute;cias, semelhante &agrave;s hemerotecas de bibliotecas; ele &eacute; importante para a compreens&atilde;o do fluxo informacional, j&aacute; que serve de feedback aos releases enviados &agrave; imprensa televisiva e radiof&ocirc;nica;  bem como instrumento de gest&atilde;o estrat&eacute;gica da informa&ccedil;&atilde;o, pois tamb&eacute;m &eacute; um subsidiador para o gerenciamento da imagem da institui&ccedil;&atilde;o.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Resultados de pesquisas realizadas no contexto de bibliotecas universit&aacute;rias (FUJITA; RUBI; BOCCATO, 2009) indicam sobre a necessidade de sistematiza&ccedil;&atilde;o do processo e dos procedimentos de indexa&ccedil;&atilde;o, a partir da constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o que propicie a qualidade tratamento tem&aacute;tico, visando o alcance de recupera&ccedil;&otilde;es de informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis pelos usu&aacute;rios de bibliotecas. </P>     <P>No &acirc;mbito das Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambientes universit&aacute;rios, essa realidade tamb&eacute;m &eacute; presenciada (KOCHANI, BOCCATO, RUBI, 2011), requerendo, assim, uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o desenvolvida no contexto administrativo de cada uma delas e que reflita os seus objetivos organizacionais e suas particularidades gerencias, informacionais, tecnol&oacute;gicas e culturais, aspectos norteadores no tratamento tem&aacute;tico dos <i>clippings</i> realizado pelos profissionais da informa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Diante do exposto, este estudo tem por objetivo investigar a realidade organizacional e comunicacional da CCS-UFSCar, a partir do contexto sociocognitivo de profissionais da informa&ccedil;&atilde;o e usu&aacute;rios, tendo em vista o estabelecimento de diretrizes para o poss&iacute;vel estabelecimento de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para sistemas automatizados de Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambientes universit&aacute;rios.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>2. O di&aacute;logo entre a ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o e as ci&ecirc;ncias da comunica&ccedil;&atilde;o </b></font></P>     <P>Durante muito tempo as ci&ecirc;ncias e seus pensadores apontavam a ''interdisciplinaridade'' como um fator fragmentador do conhecimento. J&aacute; a partir do s&eacute;culo XX, com o grande crescimento de informa&ccedil;&otilde;es, as rela&ccedil;&otilde;es interdisciplinares passaram a ser uma pr&aacute;tica entre as ci&ecirc;ncias, pois o conhecimento especializado j&aacute; n&atilde;o explicava com mais afinco as problem&aacute;ticas cient&iacute;ficas e sociais.</P>     <P>A ci&ecirc;ncia p&oacute;s-moderna permitiu ''&#91;...&#93; uma concep&ccedil;&atilde;o menos fechada e limitada, mas instaurada a aproxima&ccedil;&atilde;o dos saberes'' (DAL'EVEDOVE, 2010, p. 35) sustentando assim, nesse novo paradigma, novas formas de concep&ccedil;&otilde;es do conhecimento. A partir de ent&atilde;o, nessa sociedade contempor&acirc;nea, ser especialista em um determinado assunto n&atilde;o significava deter de um conhecimento rico. &Eacute; neste novo paradigma que a complexidade das disciplinas e suas interlocu&ccedil;&otilde;es est&atilde;o pautadas, surgindo, assim, os ''temas transversais'', tamb&eacute;m denominados interdisciplinares.</P>     <P>A interdisciplinaridade entre campos do conhecimento pode ocorrer em n&iacute;veis diferentes, conforme aponta Japiassu (1976): multidisciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar e transdisciplinar.  No contexto deste estudo, considera-se o n&iacute;vel da interdisciplinaridade, que abrange disciplinas que est&atilde;o em contextos hier&aacute;rquicos diferentes, mas que apresentam objetivos comuns entre elas.  </P>     <P>Para Nicolescu (1998), a interdisciplinaridade refere-se &agrave; transfer&ecirc;ncia dos m&eacute;todos de uma disciplina &agrave; outra, podendo ser identificado tr&ecirc;s graus de ocorr&ecirc;ncias, assim exemplificados: </P> <ol>     <li>um grau de aplica&ccedil;&atilde;o, quando acontece a transfer&ecirc;ncia dos m&eacute;todos da F&iacute;sica Nuclear para a Medicina, resultando no aparecimento de novos tratamentos de c&acirc;ncer; </li>     ]]></body>
<body><![CDATA[<li>um grau epistemol&oacute;gico, quando s&atilde;o transferidos os m&eacute;todos da L&oacute;gica Formal para a &aacute;rea do Direito, gerando an&aacute;lises interessantes da epistemologia do Direito;</li>     <li>um grau de gera&ccedil;&atilde;o de novas disciplinas, observado quando s&atilde;o transferidos os m&eacute;todos da Matem&aacute;tica para a F&iacute;sica na gera&ccedil;&atilde;o da F&iacute;sica Matem&aacute;tica e, na transfer&ecirc;ncia de m&eacute;todos da F&iacute;sica de Part&iacute;culas para a Astrof&iacute;sica, produzindo-se a Cosmologia Qu&acirc;ntica. </li>    </ol>     <P>Entende-se que o movimento interdisciplinar n&atilde;o pretende subestimar a especializa&ccedil;&atilde;o disciplinar ou, se quer, frear o desenvolvimento do conhecimento humano. Tal movimento consiste em agregar, ampliar, cooperar, aproximar e dinamizar os estudos e saberes da sociedade.</P>     <P>Diante de tais coloca&ccedil;&otilde;es, entende-se que a Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o se insere no campo interdisciplinar do conhecimento, pois, para muitos autores (SHERA, 1968; OTLET, 1934) ela se desenvolveu a partir de influ&ecirc;ncias de duas importantes disciplinas: a Biblioteconomia e a Documenta&ccedil;&atilde;o. </P>     <P>No contexto da Biblioteconomia e na perspectiva norte-americana das teorias de Shera (1968), a CI volta-se ''&#91;...&#93; na produ&ccedil;&atilde;o de produtos de organiza&ccedil;&atilde;o e representa&ccedil;&atilde;o do conhecimento''. No &acirc;mbito Documenta&ccedil;&atilde;o, com Otlet (1934), ela concentra-se na ''&#91;...&#93; busca de metodologias que propiciassem a consist&ecirc;ncia dos processos &#91;...&#93;'' documentais, tais como o tratamento tem&aacute;tico da informa&ccedil;&atilde;o. (BOCCATO, 2009, p. 111).</P>     <P>Nessa perspectiva, pode-se observar na CI um componente de ci&ecirc;ncia pura quando indaga o assunto sem ter em conta a sua aplica&ccedil;&atilde;o e um componente de ci&ecirc;ncia aplicada quando se prop&otilde;e a desenvolver servi&ccedil;os e produtos. Nessa &oacute;tica, a Biblioteconomia e a Documenta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o &aacute;reas colaborativas de sua forma&ccedil;&atilde;o epist&ecirc;mica.</P>     <P>Revisitando-se tamb&eacute;m o estudo cl&aacute;ssico de Borko (1968), v&ecirc;-se a CI como a disciplina que investiga as propriedades e o comportamento da informa&ccedil;&atilde;o, as for&ccedil;as que regem o fluxo informacional e os meios de processamento da informa&ccedil;&atilde;o, para a otimiza&ccedil;&atilde;o do acesso e uso. Ela est&aacute; relacionada a um corpo de conhecimento que abrange a origem, coleta, organiza&ccedil;&atilde;o, armazenamento, recupera&ccedil;&atilde;o, interpreta&ccedil;&atilde;o, transmiss&atilde;o, transforma&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o, incluindo a investiga&ccedil;&atilde;o, as representa&ccedil;&otilde;es da informa&ccedil;&atilde;o tanto no sistema natural como no artificial, o uso de c&oacute;digos para uma eficiente transmiss&atilde;o de mensagens e o estudo de servi&ccedil;os e t&eacute;cnicas de processamento da informa&ccedil;&atilde;o e seus sistemas de programa&ccedil;&atilde;o. </P>     <P> O autor ainda refor&ccedil;a o car&aacute;ter interdisciplinar que a CI possui, demonstrando sua deriva&ccedil;&atilde;o e seu relacionamento com v&aacute;rios campos do conhecimento, exemplificados pela Matem&aacute;tica, L&oacute;gica, Ling&uuml;&iacute;stica, Psicologia, Tecnologia computacional, Artes Gr&aacute;ficas, Comunica&ccedil;&atilde;o, Bblioteconomia, Documenta&ccedil;&atilde;o e demais &aacute;reas similares. (Grifos nossos).</P>     <P>Para Saracevic (1996, p. 47) </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>A CI&Ecirc;NCIA DA INFORMA&Ccedil;&Atilde;O &eacute; um campo dedicado &agrave;s quest&otilde;es cient&iacute;ficas e &agrave; pr&aacute;tica profissional voltadas para os problemas da efetiva comunica&ccedil;&atilde;o do conhecimento e de seus registros entre os seres humanos, no contexto social, institucional ou individual do uso e das necessidades de informa&ccedil;&atilde;o. No tratamento destas quest&otilde;es s&atilde;o consideradas de particular interesse as vantagens das modernas tecnologias informacionais. </blockquote>     <P>Le Coadic (2004, p. 17) exp&otilde;e que a CI baseia-se em tr&ecirc;s conceitos: conhecimento, comunica&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&atilde;o. O autor salienta ainda que ela concentra os seus esfor&ccedil;os em estudar ''&#91;...&#93; as propriedades da informa&ccedil;&atilde;o e os processos de sua constru&ccedil;&atilde;o, comunica&ccedil;&atilde;o e uso.'', bem como, influenciada pelo desenvolvimento das ''atividades cient&iacute;ficas'', do aparecimento das ''ind&uacute;strias da informa&ccedil;&atilde;o'' e das ''novas tecnologias eletr&ocirc;nicas''. (Grifo nosso).</P>     <P>Pode-se notar que as defini&ccedil;&otilde;es apresentadas sobre a CI, tratam da informa&ccedil;&atilde;o como um fen&ocirc;meno sob os seus aspectos cient&iacute;fico, pr&aacute;tico-profissional e interdisciplinar; ela recebe das Ci&ecirc;ncias Sociais e das Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o os seus tra&ccedil;os identificadores e no uso das tecnologias seu enfoque principal.</P>     <P>Sobre as Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o, ela possui seus tra&ccedil;os delineados desde a antiguidade, aproximadamente nos meados do s&eacute;culo II a.C.. Influenciada pela Filosofia e pelos estudos de Arist&oacute;teles, ela aborda ''&#91;...&#93; o processo de transmiss&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, sobretudo pela &oacute;tica da persuas&atilde;o e da influ&ecirc;ncia de um interlocutor em seu meio social.'' (JANU&Aacute;RIO, 2010, p. 156). </P>     <P>Todavia, Shannon (1949, p. 31) aponta que o problema fundamental da comunica&ccedil;&atilde;o era o de se reproduzir de um dado ponto a mensagem selecionada &agrave; um outro ponto. No final da d&eacute;cada de 1940, Shannon, juntamente como Weaver, elaboram uma teoria que n&atilde;o contempla ''conceitos e pressupostos te&oacute;ricos, mas sim uma sistematiza&ccedil;&atilde;o do processo comunicativo a partir de uma perspectiva puramente t&eacute;cnica e quantitativa'' (ARA&Uacute;JO, 2003, p.121). Esse modelo denominado Teoria da Informa&ccedil;&atilde;o ou Teoria Matem&aacute;tica da Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamentalmente uma formula&ccedil;&atilde;o matem&aacute;tica, que propicia a expans&atilde;o direta da ind&uacute;stria das telecomunica&ccedil;&otilde;es durante o per&iacute;odo do p&oacute;s-guerra. Refere-se essencialmente ao estudo quantitativo da informa&ccedil;&atilde;o em mensagens e dos fluxos de informa&ccedil;&atilde;o entre emissores e receptores, com aplica&ccedil;&otilde;es muito pr&aacute;ticas nas Ci&ecirc;ncias Eletr&ocirc;nicas da Comunica&ccedil;&atilde;o, nas quais &eacute; necess&aacute;rio computar quantidades de informa&ccedil;&atilde;o e projetar canais, transmissores, receptores e c&oacute;digos que facilitem a manipula&ccedil;&atilde;o eficiente da informa&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, contribui para a compreens&atilde;o da comunica&ccedil;&atilde;o social ao proporcionar uma &uacute;til conceitua&ccedil;&atilde;o da natureza da informa&ccedil;&atilde;o <a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a></P>     <P>Tal iniciativa te&oacute;rico-pr&aacute;tica contribuiu para que estudiosos entendessem as CC como a ci&ecirc;ncia que estuda as quest&otilde;es que envolvem a produ&ccedil;&atilde;o, o tratamento e os efeitos comunica&ccedil;&atilde;o. (SERRA, 2007, p.10). </P>     <P>A CC consolidou-se como um ''paradigma dominante'' caracterizada pelos seus aspectos epistemol&oacute;gico, ontol&oacute;gico, metodol&oacute;gico e pol&iacute;tico (SERRA, 2007, p. 29). ''Esta vis&atilde;o das ci&ecirc;ncias da comunica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o nega que, e como se afirma correntemente, elas constituam um espa&ccedil;o interdisciplinar &#91;...&#93; que trabalha em conjunto com outras disciplinas, relevado neste estudo pela Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o''. </P>     <P>Sob essa vertente, Janu&aacute;rio (2010, p. 157) cita a perspectiva de Pierre L&eacute;vy (2007) a respeito dos estudos da comunica&ccedil;&atilde;o a partir de ''instrumentos simb&oacute;licos'', apontando que existiram cinco est&aacute;gios de comunica&ccedil;&atilde;o simb&oacute;lica: 1) a oralidade (mem&oacute;ria oral); 2) a escrita (signos ideogr&aacute;ficos); 3) o alfabeto (universaliza&ccedil;&atilde;o e digitaliza&ccedil;&atilde;o da escrita); 4) os meios de comunica&ccedil;&atilde;o de massa (informa&ccedil;&atilde;o e democracia); 5) o ciberespa&ccedil;o (capacidade de a&ccedil;&atilde;o aut&ocirc;noma).</P>     <P>Consequentemente, os processos ou est&aacute;gios de comunica&ccedil;&atilde;o ocupam parte importante do tempo de estudo dos cientistas da comunica&ccedil;&atilde;o. A comunica&ccedil;&atilde;o &eacute;, portanto, o processo intermedi&aacute;rio que permite a troca de informa&ccedil;&otilde;es entre pessoas &#91;...&#93; &eacute; um ato, um processo, um mecanismo, e que a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; um produto, uma subst&acirc;ncia, uma mat&eacute;ria. (LE COADIC, 2004, p. 11).</P>     <P>Assim, concorda-se com a cita&ccedil;&atilde;o do autor Janu&aacute;rio (2010, p. 8) ao afirmar que interdisciplinaridade entre a CI e as CC</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>mostra-se a partir de v&aacute;rias dimens&otilde;es, citando-se acima apenas duas delas. De um modo geral, para a <u>CI a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; um fen&ocirc;meno</u>, enquanto que para <u>Comunica&ccedil;&atilde;o &eacute; um processo</u>. Por&eacute;m, um fen&ocirc;meno precisa de um processo para se efetivar, enquanto que um processo precisa de uma origem &#8211; nesse caso o fen&ocirc;meno informa&ccedil;&atilde;o &#8211; para ter o qu&ecirc; processar. Ambas est&atilde;o interessadas na <u>comunica&ccedil;&atilde;o humana</u> e este &eacute; um dos motivos pelos quais elas devem ser estudadas em conjunto, pois visam o mesmo fim &#8211; em aspectos diversos e/ou correlatos &#8211; mas com objetivos comuns. (Grifo nosso). </blockquote>     <P>Dessa forma, v&ecirc;-se uma aproxima&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica entre os campos da Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e das Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o determinada a partir de dois fatos: 1) da pr&oacute;pria trajet&oacute;ria hist&oacute;rica que caracteriza tais disciplinas e das ci&ecirc;ncias em geral e; 2) da necessidade de investiga&ccedil;&atilde;o do processo comunicacional em conson&acirc;ncia com o pressuposto da import&acirc;ncia da recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o. (FREIRES, 2007, p. 133, 135-136).</P>     <P>A partir desse consenso, destaca-se a ferramenta informacional dos  <i>clippings</i>,  que de acordo com Raba&ccedil;a e Barbosa (2001, p. 138) &eacute; um: </P>     <blockquote>Servi&ccedil;o de apura&ccedil;&atilde;o, cole&ccedil;&atilde;o e fornecimento de recortes de jornais e revistas sobre determinado assunto, sobre as atividades de uma empresa ou institui&ccedil;&atilde;o, sobre determinada pessoa etc. &Eacute; realizado geralmente pela &aacute;rea de comunica&ccedil;&atilde;o &#91;...&#93; da organiza&ccedil;&atilde;o, pela ag&ecirc;ncia de &#91;...&#93; publicidade que atende &agrave; empresa ou por uma ag&ecirc;ncia especializada nesse tipo de servi&ccedil;o &#91;...&#93;. </blockquote>     <P>Ao abordar o <i>clipping</i> pode-se estabelecer um paralelo entre ele e a hemeroteca, que, no campo da Biblioteconomia ''&#91;...&#93; refere-se a um <u>acervo</u> de jornais e revistas, de modo que apresente uma determinada organiza&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica que facilite o processo de busca e recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o'' (MEDEIROS; MELO; NASCIMENTO, 2008, p.8) (Grifo nosso).  </P>     <P>Conv&eacute;m notar que tanto o acervo de <i>clippings</i> quanto o acervo das hemerotecas est&atilde;o indissociavelmente vinculadas ao desenvolvimento de processos e procedimentos de tratamento tem&aacute;tico da informa&ccedil;&atilde;o com vista a sua recupera&ccedil;&atilde;o por usu&aacute;rios locais e remotos em sistemas automatizados de diferentes unidades de informa&ccedil;&atilde;o, exemplificadas pelas Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>3. As coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social como unidades de informa&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica </b></font></P>     <P>As Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social (CCSs) t&ecirc;m por finalidade estabelecer as pol&iacute;ticas de comunica&ccedil;&atilde;o da institui&ccedil;&atilde;o em se encontram vinculadas, sejam elas de car&aacute;ter p&uacute;blico (universidades, setores governamentais, entre outras.) ou privadas, com o foco no planejamento estrat&eacute;gico e nas a&ccedil;&otilde;es que possibilitam a busca pela excel&ecirc;ncia da institui&ccedil;&atilde;o e sua intera&ccedil;&atilde;o com a sociedade.</P>     <P>Encontram-se diferentes denomina&ccedil;&otilde;es para as CCSs, tais como: Diretoria de Comunica&ccedil;&atilde;o, Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o, Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social e Marketing Institucional, Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o e Divulga&ccedil;&atilde;o, Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o, N&uacute;cleo de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Diretoria de Divulga&ccedil;&atilde;o e Comunica&ccedil;&atilde;o Social, Ag&ecirc;ncia de Comunica&ccedil;&atilde;o, Ag&ecirc;ncia de Not&iacute;cias, Secretaria de Comunica&ccedil;&atilde;o e Multimeios, e entre outros. No entanto, possuem a mesma e fun&ccedil;&atilde;o: administrar os processos de comunica&ccedil;&atilde;o e intermediar a informa&ccedil;&atilde;o produzida pelo assessorado e seus consumidores informacionais.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Para os autores Ferraretto e Ferraretto (2009, p. 153) as Assessorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social apresentam:</P>     <blockquote>Servi&ccedil;o especializado que coordena todas as atividades de comunica&ccedil;&atilde;o entre um cliente e seus p&uacute;blicos, por meio do estabelecimento de uma pol&iacute;tica espec&iacute;fica e da aplica&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias predefinidas, englobando a&ccedil;&otilde;es nas &aacute;reas de jornalismo, rela&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas e publicidade e propaganda.</blockquote>     <P>No contexto deste estudo, enfoca-se a Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (CCS-UFSCar), departamento respons&aacute;vel pela gest&atilde;o dos processos de comunica&ccedil;&atilde;o e fluxo de informa&ccedil;&otilde;es da universidade, a partir da elabora&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias de divulga&ccedil;&atilde;o que ampliem o alcance da UFSCar na m&iacute;dia local, regional e nacional do Brasil e que atendam &agrave;s expectativas das comunidades interna e externa da Universidade. Para isso, desenvolve diversos produtos, dentre eles o <i>clipping</i>.  (UNIVERSIDADE FEDERAL DE S&Atilde;O CARLOS, 2013).</P>     <P>O acervo de <i>clippings</i> da CCS-UFSCar &eacute; formado por not&iacute;cias, notas e fotografias publicadas em meios de comunica&ccedil;&atilde;o impressos e eletr&ocirc;nicos (jornais, revistas, <i>sites</i>, etc.)  referentes a assuntos sobre a Universidade e de interesse da comunidade acad&ecirc;mica (<a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a>). O processo manual de elabora&ccedil;&atilde;o de <i>clipping</i> iniciou-se em 1998 e a partir de 2008 foi totalmente automatizado gerando os <i>clippings</i> eletr&ocirc;nicos, mais conhecidos por <i>e-clippings</i> (<i>eletronic clippings</i>).</P>     <P>Dessa maneira, os <i>clippings</i> s&atilde;o indexados para busca e recupera&ccedil;&atilde;o no Sistema de Apoio &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o Integrada (SACI), ambiente que permite a gest&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es, conte&uacute;dos, produtos e ve&iacute;culos de comunica&ccedil;&atilde;o.  O SACI possui duas interfaces: <a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a>: interface de entrada de dados (de acesso regulamento), a qual &eacute; destinada aos profissionais da informa&ccedil;&atilde;o (jornalistas, bibliotec&aacute;rios) que produzem e registram os materiais informativos no Sistema.  </P>     <P><a href="#f4">Figura 4</a>: interface de busca (de acesso livre), a qual est&aacute; dispon&iacute;vel para toda a comunidade interna e externa &agrave; universidade que desejam realizar a busca e a recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o jornal&iacute;stica sobre a UFSCar e referente a ela.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center"><a name="f4"></a><img src="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2f4.jpg"></P>      <P>&nbsp;</P>     <P>Atualmente, as not&iacute;cias relativas &agrave; UFSCar que passam pelo processo de clipagem s&atilde;o indexadas por meio de termos aleat&oacute;rios que n&atilde;o passam por uma padroniza&ccedil;&atilde;o adequada. Dessa forma, com a indexa&ccedil;&atilde;o feita sem metodologia e instrumentos apropriados, bem como, feita por profissionais que n&atilde;o passam por treinamento, &eacute; muito prov&aacute;vel que determinadas informa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam posteriormente recuperadas de forma precisa e eficaz por parte do usu&aacute;rio.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Nesse sentido, &eacute; de grande import&acirc;ncia a cria&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para essa organiza&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que ela, como dito anteriormente, tem como um de seus princ&iacute;pios o compromisso com a comunidade, tanto interna quanto externa &agrave; UFSCar, al&eacute;m da divulga&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o ali produzida.</P>     <P>Por conseguinte, se torna necess&aacute;rio estabelecer diretrizes para uma Pol&iacute;tica de Indexa&ccedil;&atilde;o dos <i>clippings</i> em ambientes universit&aacute;rios. Para tanto, a qualidade da indexa&ccedil;&atilde;o e da recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o depende da qualidade do manual de indexa&ccedil;&atilde;o estabelecido dentro de uma a&ccedil;&atilde;o administrativa a partir de uma Pol&iacute;tica de Indexa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>4. A pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o na perspectiva das coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social de ambiente universit&aacute;rio</b></font></P>     <P>A Pol&iacute;tica de Indexa&ccedil;&atilde;o, de acordo com a autora Carneiro (1985, p. 221)</P>     <blockquote>deve servir como um guia para tomada de decis&otilde;es, deve levar em conta os seguintes fatores: caracter&iacute;sticas e objetivos da organiza&ccedil;&atilde;o, determinantes do tipo de servi&ccedil;o a ser oferecido; identifica&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios, para atendimento de suas necessidades de informa&ccedil;&atilde;o e recursos humanos, materiais e financeiros, que delimitam o funcionamento de um sistema de recupera&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es.</blockquote>     <P>Rubi (2004, p. 20) completa a afirma&ccedil;&atilde;o de Carneiro explicando que ''&#91;...&#93; a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve ser vista como uma lista de procedimentos a serem seguidos, e sim uma filosofia que reflete os interesses e objetivos da biblioteca'' e/ou unidade de informa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Assim, no contexto da An&aacute;lise e Representa&ccedil;&atilde;o da Informa&ccedil;&atilde;o, aborda-se o Tratamento Tem&aacute;tico da Informa&ccedil;&atilde;o, ou seja, representa&ccedil;&atilde;o do conte&uacute;do de um documento por meio da an&aacute;lise documental. </P>     <P>A an&aacute;lise documental abrange tr&ecirc;s principais opera&ccedil;&otilde;es: a an&aacute;lise, a s&iacute;ntese e a representa&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos, as quais possibilitam as seguintes atividades: a classifica&ccedil;&atilde;o, elabora&ccedil;&atilde;o de resumos, indexa&ccedil;&atilde;o e cataloga&ccedil;&atilde;o de assunto, com a finalidade da recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Pautaremo-nos, neste momento, na opera&ccedil;&atilde;o de indexa&ccedil;&atilde;o que ''&#91;...&#93; &eacute; o ato de descrever o conte&uacute;do de um documento com termos representativos dos seus assuntos e que constituem uma linguagem de indexa&ccedil;&atilde;o'' (ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DE NORMAS T&Eacute;CNICAS, 1992, p. 2). </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Seguindo a mesma linha, o autor Chaumier (1988, p. 63) caracteriza a indexa&ccedil;&atilde;o como a &#91;...&#93; ''opera&ccedil;&atilde;o que consiste em descrever e caracterizar um documento, com o aux&iacute;lio da representa&ccedil;&atilde;o dos conceitos nela contidos''. Ainda segundo o autor a indexa&ccedil;&atilde;o caracteriza-se como a parte mais importante da an&aacute;lise documental.</P>     <P>Lancaster (2004, p. 1) elucida que ''&#91;...&#93; os processos de indexa&ccedil;&atilde;o identificam o assunto que trata o documento &#91;...&#93; e ela atua em dois momentos fundamentais: na leitura e na representa&ccedil;&atilde;o dos termos selecionados''.</P>     <P>Na indexa&ccedil;&atilde;o pode-se elencar alguns fatores que interferem na sua qualidade, s&atilde;o eles: fatores ligados ao profissional indexador; fatores ligados ao pr&oacute;prio documento; fatores ligados &agrave; linguagem documental; fatores ligados ao processo e fatores ligados ao ambiente f&iacute;sico. </P>     <P>A partir da exposi&ccedil;&atilde;o de Boccato (2010), detalha-se no <a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2q1.jpg" target="_blank">Quadro 1</a>, a seguir, os fatores que interferem na qualidade da indexa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Neste estudo, o foco est&aacute; nos fatores ligados &agrave; Linguagem Documental, mais especificamente na pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o, ao entender-se que &eacute; um conjunto de procedimentos que permite a qualidade tanto no momento do tratamento tem&aacute;tico por parte dos profissionais quanto no momento da busca e recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o por parte dos usu&aacute;rios.</P>     <P>De acordo com a autora Carneiro (1985, p. 221) a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o</P>     <blockquote>deve servir como um guia para tomada de decis&otilde;es, deve levar em conta os seguintes fatores: caracter&iacute;sticas e objetivos da organiza&ccedil;&atilde;o, determinantes do tipo de servi&ccedil;o a ser oferecido; identifica&ccedil;&atilde;o dos usu&aacute;rios, para atendimento de suas necessidades de informa&ccedil;&atilde;o e recursos humanos, materiais e financeiros, que delimitam o funcionamento de um sistema de recupera&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es.</blockquote>     <P>Ao estabelecer uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o alguns requisitos devem ser destacados:</P>     <blockquote>- a identifica&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o &agrave; qual estar&aacute; vinculado o sistema de indexa&ccedil;&atilde;o;</blockquote>     <blockquote>- a identifica&ccedil;&atilde;o da clientela a que se destina o sistema;</blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>- os recursos humanos, materiais e financeiros. (CARNEIRO, 1985, p. 221)</blockquote>     <P>Uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m deve conter os elementos: Cobertura de assuntos; Sele&ccedil;&atilde;o e aquisi&ccedil;&atilde;o dos documentos-fonte; Processo de indexa&ccedil;&atilde;o; Escolha da linguagem; Capacidade de revoca&ccedil;&atilde;o e precis&atilde;o do sistema; Estrat&eacute;gia de busca; Tempo de resposta do sistema; Forma de sa&iacute;da e Avalia&ccedil;&atilde;o do sistema (CARNEIRO, 1985).</P>     <P>Com base na literatura, pode-se entender que a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o deve ser desenvolvida a partir dos objetivos e especificidades de caracter&iacute;sticas de cada organiza&ccedil;&atilde;o refletindo. Al&eacute;m disso, deve ser devidamente registrada em um documento oficial administrativo, um manual, permitindo uma descri&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica das etapas da indexa&ccedil;&atilde;o com o objetivo de garantir tanto a qualidade desse processo como a posterior recupera&ccedil;&atilde;o dos documentos indexados.</P>     <P>Assim, as autoras Rubi e Fujita (2003, p. 70) afirmam que</P>     <blockquote>O manual de indexa&ccedil;&atilde;o de um sistema de informa&ccedil;&atilde;o constitui tamb&eacute;m sua documenta&ccedil;&atilde;o oficial, pelo fato de estar descrito em ordem l&oacute;gica de etapas a serem seguidas para a an&aacute;lise de assuntos, por fornecer as regras, diretrizes e procedimentos para o trabalho do indexador e por conter os elementos constituintes da pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o adotada pelo sistema. Dessa maneira, &eacute; por meio dos manuais, principalmente, que a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o do sistema poder&aacute; ser observada.</blockquote>     <P>O livro ''A indexa&ccedil;&atilde;o de livros: a percep&ccedil;&atilde;o de catalogadores e usu&aacute;rios de bibliotecas Universit&aacute;rias'', organizado pela pesquisadora Mari&acirc;ngela Spotti Lopes Fujita, publicado no ano de 2009, fundamenta a import&acirc;ncia da constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o, bem como, apresenta complementa&ccedil;&otilde;es a respeito da constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o dos elementos que devem compor.</P>     <P>Neste, a autora Rubi (2009, p. 83-84) afirma que: </P>     <blockquote>A pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o deve ser compreendida como uma decis&atilde;o administrativa que reflita os objetivos da biblioteca, identificando condutas te&oacute;ricas e pr&aacute;ticas das equipes envolvidas no tratamento da informa&ccedil;&atilde;o da biblioteca para definir um padr&atilde;o de cultura organizacional coerente com a demanda da comunidade acad&ecirc;mica interna e externa. Al&eacute;m disso, a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o deve estar descrita e registrada em manuais de indexa&ccedil;&atilde;o que possa ser constantemente avaliada e modificada, se preciso.</blockquote>     <P>A autora ainda, com base na obra de Carneiro (1985), explana sobre alguns elementos que devem compor a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o e suas influ&ecirc;ncias para a determina&ccedil;&atilde;o de outros elementos. Os elementos que foram detalhados por ela s&atilde;o: exaustividade, especificidade, capacidade de revoca&ccedil;&atilde;o e capacidade de precis&atilde;o do sistema.</P>     <P>Assim, diante no aporte te&oacute;rico estudado detalha-se a seguir a metodologia utilizada para o desenvolvimento deste estudo. A saber, aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio t&eacute;cnico-organizacional e da t&eacute;cnica introspectiva de coleta de dados do Protocolo Verbal.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>5. Metodologia</b></font></P>     <P>Esta pesquisa est&aacute; articulada ao projeto de extens&atilde;o ''Organiza&ccedil;&atilde;o e gest&atilde;o da inova&ccedil;&atilde;o em processos e produtos informacionais para a comunica&ccedil;&atilde;o na UFSCar'', coordenado pela Profa. Dra. Vera Regina Casari Boccato, tendo sido submetida e aprovada pela Pr&oacute;-Reitoria de Extens&atilde;o da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (ProEx-UFSCar), no Edital 2010 de Apoio as Atividades de Extens&atilde;o, no Programa de Divulga&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica, Comunica&ccedil;&atilde;o e Inclus&atilde;o Social, com in&iacute;cio das atividades em mar&ccedil;o de 2010. Ela tamb&eacute;m foi submetida ao Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (CEP-UFSCar), tendo sido aprovada em reuni&atilde;o realizada no dia 01 de mar&ccedil;o de 2011, sob o parecer n&deg; 133/2011.</P>     <P>A metodologia escolhida e utilizada foi qualitativa-quantitativa com a aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica de coleta de dados denominada de ''An&aacute;lise de Conte&uacute;do'', a qual caracteriza-se por ser </P>     <blockquote>um m&eacute;todo de tratamento e an&aacute;lise de informa&ccedil;&otilde;es, colhidas por meio de t&eacute;cnicas de coleta de dados, consubstanciadas em um documento. A t&eacute;cnica se aplica &agrave; an&aacute;lise de textos escritos ou de qualquer comunica&ccedil;&atilde;o (oral, visual, gestual) reduzida a um texto ou documento. (CHIZZOTTI, 1991, p. 98).</blockquote>     <P>Dessa maneira, a metodologia utilizada foi composta por dois instrumentos de coleta de dados: question&aacute;rio t&eacute;cnico-organizacional e a aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica introspectiva do Protocolo Verbal em Grupo (PVG). </P>     <P>O question&aacute;rio t&eacute;cnico-organizacional foi enviado aos diretores/respons&aacute;veis de 53 Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social pertencentes &agrave;s Universidades Federais Brasileiras vinculadas a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Dirigentes das Institui&ccedil;&otilde;es Federais de Ensino Superior (ANDIFES) e foi composto por doze quest&otilde;es entre abertas, fechadas e mistas. O objetivo da aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio foi o de caracterizar o contexto t&eacute;cnico-organizacional das unidades.</P>     <P>O Protocolo Verbal &eacute; uma t&eacute;cnica introspectiva de coleta de dados, caracterizada pela observa&ccedil;&atilde;o dos processos mentais verbalizados espontaneamente durante a realiza&ccedil;&atilde;o de uma tarefa, apresenta duas modalidades: a individual e a em grupo. Neste estudo utilizou-se o Protocolo Verbal na modalidade em Grupo.</P>     <P>Em estudos da autora Fujita (2009, p. 51) indica que o Protocolo verbal &eacute; uma t&eacute;cnica que: </P>     <blockquote>consiste em analisar todo processo de verbaliza&ccedil;&atilde;o do participante enquanto realiza sua atividade, com o m&iacute;nimo de intera&ccedil;&atilde;o com o pesquisador. Essa exterioriza&ccedil;&atilde;o &eacute; gravada e transcrita literalmente, produzindo protocolos verbais.</blockquote>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Ainda de acordo com a autora essa t&eacute;cnica introspectiva de coleta de dados </P>     <blockquote>permite a observa&ccedil;&atilde;o do processo de leitura porque o leitor verbaliza o conhecimento processual que possui para o desenvolvimento da atividade. O conhecimento processual permite que a leitura seja consciente, que o leitor perceba a forma como o texto est&aacute; sendo lido e os n&iacute;veis de compreens&atilde;o atingidos por ele. Nesse contexto, o Protocolo Verbal fornece informa&ccedil;&otilde;es sobre passos de processamento individual, tais como verbaliza&ccedil;&otilde;es espont&acirc;neas e sequ&ecirc;ncia de movimentos com os olhos, exteriorizando seus processos mentais e mantendo a sequ&ecirc;ncia das informa&ccedil;&otilde;es processadas.</blockquote>     <P>Para a realiza&ccedil;&atilde;o da coleta de dados foi utilizado um gravador digital, no qual as declara&ccedil;&otilde;es dos sujeitos participantes deste estudo foram gravadas e posteriormente transcritas na &iacute;ntegra com vistas &agrave; elei&ccedil;&atilde;o de categorias para a an&aacute;lise dos dados coletados. Os sujeitos participantes compuseram um grupo de pessoas constitu&iacute;do por: diretor CCS-UFSCar, um indexador de  <i>clippings</i>,  um usu&aacute;rio interno e um usu&aacute;rio externo do sistema automatizado de recupera&ccedil;&atilde;o de  <i>clippings</i>,  denominado Sistema de Apoio &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o Integrada (SACI), utilizado pela unidade. A coleta foi realizada na pr&oacute;pria unidade, sendo importante destacar que os nomes dos sujeitos utilizados nas transcri&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fict&iacute;cios, a fim de manter o sigilo sobre a identidade dos sujeitos participantes.</P>     <P>A an&aacute;lise dos dados coletados pelo protocolo verbal em grupo foi efetuada mediante o estabelecimento de dez categorias a partir da fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica, dos objetivos e das declara&ccedil;&otilde;es emitidas pelos sujeitos participantes da pesquisa, a saber: 1) Import&acirc;ncia do processo de indexa&ccedil;&atilde;o e da elabora&ccedil;&atilde;o de resumo; 2) Procedimentos para indexa&ccedil;&atilde;o; 3) Processo de recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o; 4) Linguagem documental; 5) 	Capacidade de revoca&ccedil;&atilde;o e precis&atilde;o do sistema; 6) Avalia&ccedil;&atilde;o do Sistema de Apoio &agrave; Comunica&ccedil;&atilde;o Integrada; 7) Fontes de informa&ccedil;&atilde;o para a elabora&ccedil;&atilde;o dos  <i>clippings</i>;  8) Forma de apresenta&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o dos  <i>clippings</i>;  9) Pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o e manual de pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o; 10) Valoriza&ccedil;&atilde;o do bibliotec&aacute;rio indexador.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>6. Resultados e discuss&atilde;o</b></font></P>     <P>Os resultados apresentados s&atilde;o referentes &agrave; an&aacute;lise interpretativa dos dados do question&aacute;rio-t&eacute;cnico organizacional aplicado aos diretores/respons&aacute;veis das Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social das Universidades Federais Brasileiras e da an&aacute;lise do protocolo verbal em grupo realizado com os sujeitos no ambiente da CCS-UFSCar em compara&ccedil;&atilde;o com a literatura em Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>A partir da constru&ccedil;&atilde;o do referencial te&oacute;rico observou-se a interlocu&ccedil;&atilde;o entre a Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e as Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o, com vistas ao objeto informa&ccedil;&atilde;o. Identificou-se, tamb&eacute;m, a import&acirc;ncia do tratamento tem&aacute;tico dos  <i>clippings</i>,  bem como, identificou-se os elementos norteadores para a constru&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o que sistematize e otimize tal tratamento em sistemas automatizados de Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, objetivando a recupera&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o por parte dos usu&aacute;rios.</P>     <P>Apresenta-se agora a an&aacute;lise dos resultados alcan&ccedil;ados a partir do question&aacute;rio t&eacute;cnico-organizacional aplicado a cinquenta e tr&ecirc;s diretores/respons&aacute;veis das Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social pertencentes &agrave;s Universidades Federais Brasileiras vinculadas &agrave; ANDIFES.</P>     <P>Dos 53 convites enviados obteve-se retorno de 17 unidades, dos quais 14 realizam o registro de <i>clippings</i>.  O processo de armazenamento desses documentos realiza-se, principalmente, de maneira impressa e digital e quem o faz, majoritariamente, s&atilde;o estagi&aacute;rios do curso de Jornalismo, jornalista(s) e servidores institucionais.  </P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Identificou-se tamb&eacute;m que a maioria das Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social n&atilde;o possui uma pol&iacute;tica, bem como, um manual de indexa&ccedil;&atilde;o com procedimentos pr&eacute;-estabelecidos para realizar o armazenamento dos <i>clippings</i>. </P>     <P>As unidades utilizam palavras-chave no processo de indexa&ccedil;&atilde;o dos  <i>clippings</i>,  entretanto, n&atilde;o possuem uma lista de termos pr&eacute;-definidos para que possam representar adequadamente o conte&uacute;do armazenado.</P>     <P>Os tipos de usu&aacute;rios realizam a recupera&ccedil;&atilde;o dos <i>clippings</i> s&atilde;o: alunos de gradua&ccedil;&atilde;o, alunos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o e docentes. Esses usu&aacute;rios do sistema de recupera&ccedil;&atilde;o de <i>clippings</i> realizam suas buscas, principalmente, de maneira n&atilde;o automatizada e pelos campos: data e assunto.  </P>     <P>Com os dados obtidos e analisados foram alcan&ccedil;ados os objetivos deste estudo, investigando a realidade organizacional e comunicacional das Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social das Universidades Brasileiras vinculadas &agrave; ANDIFES. As an&aacute;lises possibilitaram observar que as unidades realizam o armazenamento dos  <i>clippings</i>,  por&eacute;m n&atilde;o possuem procedimentos pr&eacute;-estabelecidos para otimizar, sistematizar e garantir a qualidade, tanto da indexa&ccedil;&atilde;o quanto da recupera&ccedil;&atilde;o, desses documentos. </P>     <P>Tamb&eacute;m acredita-se ter identificado um potencial espa&ccedil;o de atua&ccedil;&atilde;o para o profissional bibliotec&aacute;rio, pois as Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social assumem uma posi&ccedil;&atilde;o de unidade de informa&ccedil;&atilde;o pautada nos tr&ecirc;s pilares da Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o: o armazenamento, o tratamento e a dissemina&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o com vistas &agrave;s necessidades dos seus usu&aacute;rios.</P>     <P>No que se refere &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do PVG e por meio das dez categorias de an&aacute;lises, exemplificadas por algumas declara&ccedil;&otilde;es dos sujeitos, sistematizamos, no <a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2q2.jpg" target="_blank">Quadro 2</a>, a seguir,  os resultados obtidos da pesquisa, seguidos da discuss&atilde;o realizada com parte dos pressupostos apresentados na literatura abordada:</P>     <P>Em suma, a an&aacute;lise das declara&ccedil;&otilde;es dos sujeitos participantes do PVG demonstrou que a CCS-UFSCar n&atilde;o possui uma pol&iacute;tica e um manual de indexa&ccedil;&atilde;o dos <i>clippings</i>.  No entanto, os sujeitos participantes reconhecem a import&acirc;ncia do seu estabelecimento na unidade.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>7. Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></font></P>     <P>Retomando-se o objetivo de pesquisa sobre ''investigar a realidade organizacional e comunicacional da Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (CCS-UFSCar), Brasil'', a partir do contexto sociocognitivo de profissionais da informa&ccedil;&atilde;o e usu&aacute;rios, tendo em vista o estabelecimento de diretrizes para a elabora&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o de sistemas automatizados de Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambientes universit&aacute;rios brasileiros, entendeu-se, portanto, que a pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o deve servir de base para o tratamento tem&aacute;tico dos  <i>clippings</i>,  norteando o trabalho do profissional indexador, bem como garantindo a qualidade tanto do processo de indexa&ccedil;&atilde;o quanto na recupera&ccedil;&atilde;o desses documentos por parte dos usu&aacute;rios.</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Dessa maneira, a problem&aacute;tica foi a falta de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para o tratamento tem&aacute;tico de <i>clippings</i> em sistemas automatizados de Coordenarias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social, j&aacute; que s&atilde;o ambientes contemplam interdisciplinaridade existente entre as &aacute;reas das Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o e da Ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Com a an&aacute;lise dos dados obtidos por meio do question&aacute;rio t&eacute;cnico-organizacional e da aplica&ccedil;&atilde;o do Protocolo Verbal na modalidade em Grupo, identificou-se que h&aacute; a aus&ecirc;ncia de uma pol&iacute;tica e de um guia para sistematizar o processo de indexa&ccedil;&atilde;o dos <i>clippings</i>.  Assim recomenda-se &agrave;s Unidades, e em particular &agrave; Coordenadoria de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da UFSCar, o desenvolvimento de uma pol&iacute;tica e um manual de indexa&ccedil;&atilde;o a partir de peculiaridade de cada institui&ccedil;&atilde;o.</P>     <P>Para tanto, fundamentados na literatura e no contexto sociocognitivo de profissionais da informa&ccedil;&atilde;o e usu&aacute;rios, sujeitos desta pesquisa, sugere-se, no <a href="/img/revistas/rib/v35n3/v35n3a2q3.jpg" target="_blank">Quadro 3</a>, a seguir, as diretrizes e os elementos para o estabelecimento de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o em sistemas automatizados de Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambiente universit&aacute;rio brasileiro, visando a otimizando do tratamento tem&aacute;tico de <i>clippings</i>. </P>     <P>Este estudo requer continuidade sobre a investiga&ccedil;&atilde;o da realidade da CCS-UFSCar aplicando-se a proposta de diretrizes para a elabora&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o em sistemas automatizados de Coordenadorias de Comunica&ccedil;&atilde;o Social em ambientes universit&aacute;rios brasileiros, de modo a elaborar um manual de indexa&ccedil;&atilde;o que subsidie o trabalho do profissional indexador das Unidades de comunica&ccedil;&atilde;o social. Ressalta-se que tal proposta pode-se ser aplic&aacute;vel em diferentes contextos e espa&ccedil;os informacionais, que envolvam diversos tipos de materiais, localizados em distintas regi&otilde;es do mundo.</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3" ><b>Referencias Bibliogr&aacute;ficas</b></font></P>     <!-- ref --><P>1. ARA&Uacute;JO, Carlos Alberto. 2003. A pesquisa norte-americana. En: HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C. y FRAN&Ccedil;A, Vera Veiga. Teorias da comunica&ccedil;&atilde;o: conceitos, escolas e tend&ecirc;ncias. Petr&oacute;polis: Vozes, 2003. pp. 119-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0120-0976201200030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>2. ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DE NORMAS T&Eacute;CNICAS. 1992. NBR 12676: m&eacute;todos para an&aacute;lise de documentos: determina&ccedil;&atilde;o de seus assuntos e sele&ccedil;&atilde;o de termos de indexa&ccedil;&atilde;o. Rio de Janeiro, 1992. 4 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0120-0976201200030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>3. BOCCATO, Vera Regina Casari. 2009. A linguagem document&aacute;ria vista pelo conte&uacute;do, forma e uso na perspectiva de catalogadores e usu&aacute;rios &#91;en l&iacute;nea&#93;. S&atilde;o Paulo: Cultura Acad&ecirc;mica, 2009. &#91;fecha de consulta: 18 octubre, 2012&#93; Cap&iacute;tulo 6. En: FUJITA, Mari&acirc;ngela Spotti Lopes. Organizador. A indexa&ccedil;&atilde;o de livros: a percep&ccedil;&atilde;o de catalogadores e usu&aacute;rios de bibliotecas universit&aacute;rias. Um estudo de observa&ccedil;&atilde;o do contexto sociocognitivo com protocolos verbais. Disponible en:<a href="http://books.scielo.org/id/wcvbc/08" target="_blank">http://www.culturaacademica.com.br/titulo_view.asp&#63;ID=56f</a> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0120-0976201200030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>4. BOCCATO, Vera Regina Casari. 2010. Indexa&ccedil;&atilde;o: conceitua&ccedil;&atilde;o, contexto e fun&ccedil;&atilde;o: material did&aacute;tico: acompanha texto. S&atilde;o Carlos: UFSCar, 2010. 35 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0120-0976201200030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>5. BORKO, Harold. 1968. Information science: what is it&#63;.  American Documentation. 19 (1): 3-5, 1968.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0120-0976201200030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>6. CARNEIRO, Marcus V. 1985. Diretrizes para uma pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG &#91;en l&iacute;nea&#93;. 1985, vol. 14, no. 2. &#91;fecha de consulta: 12 octubre, 2012&#93;. Disponible en: <a href="http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/reb/revista/Vol14/V14_N2.zip" target="_blank">http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/reb/revista/Vol14/V14_N2.zip.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0120-0976201200030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></P>     <!-- ref --><P>7. CHAUMIER, Jacques. 1988. Indexa&ccedil;&atilde;o; conceito, etapas, instrumentos. Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documenta&ccedil;&atilde;o. 21(1/2): 3-79, 1988&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0120-0976201200030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>8. CHIZZOTTI, Antonio. Pesquisa em ci&ecirc;ncias humanas e sociais. Rio de Janeiro: Cortez, 1991. 164 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0120-0976201200030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>9. DAL'EVEDOVE, Paula Regina. 2010. A perspectiva s&oacute;ciocognitiva no tratamento tem&aacute;tico da informa&ccedil;&atilde;o em bibliotecas: aspectos inerentes &agrave; percep&ccedil;&atilde;o profissional &#91;en l&iacute;nea&#93;. Mar&iacute;lia: Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias da Universidade Estadual Paulista, 2010. 293p. &#91;fecha de consulta: 05 febrero, 2013&#93;. Disponible en: <a href="http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos- Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/dalevedove_pr_me_mar.pdf" target="_blank">http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos- Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/dalevedove_pr_me_mar.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0120-0976201200030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>10. FREIRES, Thiago Gaud&ecirc;ncio Siebert. 2007. Rela&ccedil;&otilde;es entre a Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o e as Ci&ecirc;ncias da Comunica&ccedil;&atilde;o: um estudo dos conceitos de representa&ccedil;&atilde;o document&aacute;ria, media&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. &#91;em l&iacute;nea&#93;. S&atilde;o Paulo: Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes da Universidade de S&atilde;o Paulo, 2007. 202 p. &#91;fecha de consulta: 14 abril, 2013&#93;. Disponible en: <a href="http://rabci.org/rabci/sites/default/files/TCC-Freires.pdf" target="_blank">http://rabci.org/rabci/sites/default/files/TCC-Freires.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S0120-0976201200030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>11. FERRETTO, Elisa Kopplin y FERRARETTO, Luiz Artur. 2009. Assessoria de imprensa: teoria e pr&aacute;tica. S&atilde;o Paulo: Summus, 2009. 157 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0120-0976201200030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>12. FUJITA, Mari&acirc;ngela Spotti Lopes (Org.). 2009. A indexa&ccedil;&atilde;o de livros: a percep&ccedil;&atilde;o de catalogadores e usu&aacute;rios de bibliotecas universit&aacute;rias: um estudo de observa&ccedil;&atilde;o do contexto sociocognitivo com protocolos verbais. 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<body><![CDATA[<!-- ref --><P>16. KOCHANI, A. P., BOCCATO, Vera Regina Casari y RUBI, Milena Polsinelli. Pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o para sistemas automatizados de coordenadorias de comunica&ccedil;&atilde;o social em ambientes universit&aacute;rios: relat&oacute;rio de pesquisa apresentado ao Programa Unificado de Inicia&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica da Universidade Federal de S&atilde;o Carlos. S&atilde;o Carlos: UFSCar, 2011. 81 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0120-0976201200030000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>17. LANCASTER, F. W. Indexa&ccedil;&atilde;o e resumos: teoria e pr&aacute;tica. Bras&iacute;lia: Briquet de Lemos, 2004. 452 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0120-0976201200030000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>18. LE COADIC, Yves-Fran&ccedil;ois. 2004. A ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o. Bras&iacute;lia: Briquet de Lemos, 2004. 124 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0120-0976201200030000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>19. MEDEIROS, Rildeci, MELO, Erica y NASCIMENTO, Maria do Socorro. 2008. Hemeroteca digital tem&aacute;tica: socializa&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o em cinema &#91;em l&iacute;nea&#93;. Em: Semin&aacute;rio Nacional de Bibliotecas Universit&aacute;rias (15&deg; : 2008 : S&atilde;o Paulo). Inova&ccedil;&atilde;o e Empreendedorismo: desafios da biblioteca universit&aacute;ria. S&atilde;o Paulo: CRUESP, 2008 &#91;fecha de consulta: 27 noviembre, 2012&#93;. Disponible en: <a href=" http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/bitstream/1/2964/1/SNBUHemerotecaCinema.pdf" target="_blank"> http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/bitstream/1/2964/1/SNBUHemerotecaCinema.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0120-0976201200030000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>20. NICOLESCU, Basarab. 2012. The transdisciplinay  evolution of the university condition for sustainable development. Bulletin Interactif du Centre International de Recherches et &Eacute;tudes transdisciplinaires (CIRET) &#91;en l&iacute;nea&#93;. Febrero 1998, no.12 &#91;fecha de consulta: 27 noviembre, 2012&#93; Disponible en: <a href=" http://ciret-transdisciplinarity.org/bulletin/b12c8.php" target="_blank"> http://ciret-transdisciplinarity.org/bulletin/b12c8.php</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S0120-0976201200030000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>21. OTLET, Paul. 1934. Trait&eacute; de documentation: le livre sur le livre, the&eacute;orie et pratique. Bruxelles: Mundaneum, 1934. 431 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0120-0976201200030000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>22. RABA&Ccedil;A, Carlos Alberto, BARBOSA, Gustavo y SODR&Eacute;, Muniz. 2010. Dicion&aacute;rio de comunica&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o Paulo: &Aacute;tica, 1998. 637 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0120-0976201200030000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>23. RUBI, Milena Pousinelle y FUJITA, Mari&acirc;ngela Spotti Lopes. 2003. Elementos de pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o em manuais de indexa&ccedil;&atilde;o de sistemas de informa&ccedil;&atilde;o especializados. Perspectivas em Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o &#91;em l&iacute;nea&#93;. 2003, vol.18, no. 1. &#91;fecha de consulta: 13 agosto, 2012&#93;. Disponible en: <a href="http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/375" target="_blank">http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/375</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0120-0976201200030000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>24. RUBI, Milena Polsinelli. 2004. A pol&iacute;tica de indexa&ccedil;&atilde;o na perspectiva do conhecimento organizacional &#91;en l&iacute;nea&#93;. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o) Mar&iacute;lia, Brasil: Faculdade de Filosofia e Ci&ecirc;ncias da Universidade Estadual Paulista, 2004. 135 p. &#91;fecha de consulta: 06 enero, 2013&#93;. Disponible en: <a href="http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/rubi_mp_me_mar.pdf" target="_blank">http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/CienciadaInformacao/Dissertacoes/rubi_mp_me_mar.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S0120-0976201200030000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>25. SARACEVIC, Tefko. 1996. Ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o: origem, evolu&ccedil;&atilde;o e rela&ccedil;&otilde;es. Perspectivas em Ci&ecirc;ncia da Informa&ccedil;&atilde;o &#91;en l&iacute;nea&#93;. 1996, vol. 1, no. &#91;fecha de consulta: 02 febrero, 2013&#93; Disponible en:<a href="http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/235" target="_blank">http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/235</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0120-0976201200030000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>26. SHANNON, Claude y WEAVER, Warren. 1949. The mathematical theory of communication. Urbana: University of Illinois Press, 1949. 117 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S0120-0976201200030000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>27. SHERA, Jesse. H. Sobre biblioteconomia, documenta&ccedil;&atilde;o e ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o. En: FOSKETT, Douglas John (org.). Ci&ecirc;ncia da informa&ccedil;&atilde;o ou inform&aacute;tica&#63; Rio de Janeiro: Calunga, 1980. pp. 91-105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S0120-0976201200030000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></P>     <!-- ref --><P>28. SERRA, J. Paulo. 2007. Manual de teoria da comunica&ccedil;&atilde;o &#91;en l&iacute;nea&#93;. Covilh&atilde;: Livros Labcom, 2007. 214 p. &#91;fecha de consulta: 05 febrero, 2013&#93;. Disponible en: <a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110824-serra_paulo_manual_teoria_comunicacao.pdf " target="_blank">http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20110824-serra_paulo_manual_teoria_comunicacao.pdf </a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S0120-0976201200030000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><P>29. UNIVERSIDADE FEDERAL DE S&Atilde;O CARLOS. 2013. 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