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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Manejo pós-colheita de hastes florais de gladíolos (Gladiolus grandiflorus L.)]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this work was to evaluate the effect of citric acid solutions in different concentrations on maintaining postharvest quality of cut gladiolus under cold or room storage conditions. The flowers were harvested in the morning, at the point of commercial harvest and transported to a postharvest laboratory and kept at 10°C during tree days, in which they were stored under room conditions (24 ± 2°C e 85 ± 2% RH), using the following treatments: distilled water (control) and in 30, 60, 90 and 120 mg. L-1 citric acid solutions substituited every tree days. The longevity was evaluated through the grouping of stem quality on the storage periods ranging in scale from 0 to 5 taking by reference to the number of days from the harvest where the flowers no presented abscision or petals death and general appearance, in a qualitative scale, ranging from 1 to 7. The use of citric solutions was not effective in maintaining the floral quality of gladiolus under cold or room conditions at 5% significance level.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Gladiolus grandiflorus L.]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[conservação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[flores de corte]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p><b>    <center><font face="verdana" size="4">Manejo p&oacute;s-colheita de hastes florais de glad&iacute;olos (<i>Gladiolus grandiflorus</i> L.)</font></center></b></p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Postharvest handling of floral rods (<i>Gladiolus grandiflorus</i> L.)</font></center></b></p>     <p><b>    <center>Leirson Rodrigues da Silva, M&#244;nica Danielly de Mello Oliveira, Silvanda de Melo Silva</center></b></p>     <p>    <center>Departamento de Ci&#234;ncias Fundamentais e Sociais, Centro de Ci&#234;ncias Agr&aacute;rias, Campus II, Universidade Federal da Para&iacute;ba, CEP 58397-000, Areia, Para&iacute;ba, fone (83) 3362-2300. (<a href="mailto:leirsonrodrigues@yahoo.com.br">leirsonrodrigues@yahoo.com.br</a>; <a href="mailto:silvasil@cca.ufpb.br">silvasil@cca.ufpb.br</a>)</center></p>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center>REC: 31-03-08. ACEPT.: 28-04-08 </center></p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p><b>O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de solu&#231;&#245;es de &aacute;cido c&iacute;trico em diferentes concentra&#231;&#245;es na manuten&#231;&#227;o da qualidade p&oacute;s-colheita de glad&iacute;olos de corte mantidos sob intermit&#234;ncia de refrigera&#231;&#227;o e condi&#231;&#245;es ambiente. As flores foram colhidas pela manh&#227;, no ponto de colheita comercial e transportadas para laborat&oacute;rio de P&oacute;s-Colheita, e mantidas a 10&deg;C durante tr&#234;s dias, onde em seguida foram armazenadas sob condi&#231;&#244;es ambientes (24 &plusmn; 2&deg;C e 85 &plusmn; 2%UR), sob os seguintes tratamentos: &aacute;gua destilada (controle) e em solu&#231;&#244;es de 30, 60, 90 e 120 mg. L<sup>-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico, substitu&iacute;das a cada tr&#234;s dias. A longevidade foi avaliada, mediante o grupamento da qualidade das hastes, relativo ao per&iacute;odo de armazenamento, em escala variando de 0 a 5, tomando como refer&#234;ncia o n&uacute;mero de dias, a partir da colheita, onde as flores n&#227;o apresentavam abscis&#227;o ou morte de p&eacute;talas e apar&#234;ncia geral, em escalas qualitativas, variando de 1 a 7. A utiliza&#231;&#227;o de solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico n&#227;o foi efetiva na manuten&#231;&#227;o da qualidade floral de glad&iacute;olos sob intermit&#234;ncia de refrigera&#231;&#227;o e condi&#231;&#244;es ambientes ao n&iacute;vel de 5% de signific&#226;ncia.</b></p>     <p><b>Palavras-chave:</b> <i>Gladiolus grandiflorus</i> L.; conserva&#231;&#227;o; flores de corte.</p></b> <hr size="1">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p><b>The aim of this work was to evaluate the effect of acid citric solutions in different concentrations on maintaining of postharvest quality of cut gladiolus under cold or room storage conditions. The flowers were harvested in the morning, at the point of commercial harvest and transported to postharvest laboratory and kept the 10&deg;C during tree days, wich than were stored under room conditions (24 &plusmn; 2&deg;C e 85 &plusmn; 2% UR), using the following treatments: distilled water (control) and in 30, 60, 90 and 120 mg. L<sup>-1</sup> citric acid solutions substituited to each tree days. The longevity was evaluated through the grouping of stem quality on the storage periods ranging in scale from 0 to 5 taking by reference to the number of days from the harvest where flowers no presented abscision or petals death and general appearance, in qualitative scale, ranging 1 to 7. The use of acid citric solutions was not effective in maintaining the floral quality of gladiolus under cold or room conditions to the 5% significance level.</b></p>     <p><b>Key words:</b> <i>Gladiolus grandiflorus</i> L.; conservation; cut-flowers.</p> <hr size="1">     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">INTRODU&#199;&#195;O</font></center></b></p>     <p>O glad&iacute;olo (<i>Gladiolus grandiflorus</i> L.), vulgarmente conhecido como palma de Santa Rita ou palma, &eacute; uma planta herb&aacute;cea e encontra-se entre as mais importantes flores de corte do pa&iacute;s (Tombolato <i>et al</i>., 1998). Para a conserva&#231;&#227;o das flores aconselha-se preserv&aacute;-las a uma temperatura entre 2 e 5 &deg;C. Quanto menor o tempo de armazenagem no frio, maior a durabilidade das flores para o consumidor. &Eacute; tradicionalmente utilizado para ornamenta&#231;&#227;o de cerim&#244;nias e eventos p&uacute;blicos, sendo uma cultura bem aceita entre os pequenos e m&eacute;dios agricultores gra&#231;as ao ciclo relativamente curto (60 a 120 dias), facilidade de condu&#231;&#227;o, baixo custo de implanta&#231;&#227;o e r&aacute;pido retorno econ&#244;mico (Paiva, 1999).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A qualidade da flor do glad&iacute;olo depende do tamanho do bulbo, da intensidade luminosa e da densidade de plantio. A longevidade das flores &eacute; determinada por v&aacute;rios fatores pr&eacute; e p&oacute;s-colheita e est&aacute; relacionada, tamb&eacute;m, com as caracter&iacute;sticas gen&eacute;ticas e anat&#244;micas de cada esp&eacute;cie e cultivares (Nowak e Rudnicki, 1990). Como fatores pr&eacute;-colheita, podemos citar o estado de matura&#231;&#227;o, sombreamento da cultura e cultivar; e como fatores p&oacute;s-colheita, a temperatura de armazenamento, umidade relativa, intensidade luminosa, entre outros.</p>     <p>Segundo Gonzaga <i>et al</i>. (2001) o sucesso comercial de uma flor de corte depende n&#227;o somente de sua qualidade est&eacute;tica e produ&#231;&#227;o, mas tamb&eacute;m de sua vida de vaso. O manuseio p&oacute;s-colheita inadequado &eacute; respons&aacute;vel pela perda de 20 a 30 % das flores de corte que s&#227;o comercializadas (Han, 2002).</p>     <p>Segundo McConchie (2002) a temperatura &eacute; determinante para a taxa de respira&#231;&#227;o das flores, quanto mais alta a temperatura, mais alta a taxa de respira&#231;&#227;o e mais r&aacute;pido a flor ir&aacute; morrer. Altas temperaturas aumentam a perda de &aacute;gua e aceleram o envelhecimento das plantas e flores (Moraes <i>et al</i>., 1999).</p>     <p>As flores de origem tropical requerem armazenamento entre 7 e 15&deg;C, pois temperaturas menores podem causar danos por frio (<i>chilling</i>) apresentando sintomas como a descolora&#231;&#227;o das flores, les&#244;es necr&oacute;ticas nas p&eacute;talas e folhas e atraso na abertura do bot&#227;o ap&oacute;s o armazenamento (Nowak e Rudnicki, 1992). Por&eacute;m, a sensibilidade de uma planta ou parte dela ao dano varia em fun&#231;&#227;o da esp&eacute;cie, cultivar, porte da planta e tempo de exposi&#231;&#227;o &#224; baixa temperatura (Kays, 1991).</p>     <p>O armazenamento &eacute; considerado uma das etapas mais importantes para manuten&#231;&#227;o do equil&iacute;brio entre o mercado distribuidor e consumidor de flores de corte (Tagliacozzo e Castro, 2002). Pelo fato das plantas ornamentais, particularmente flores de corte, ter uma vida &uacute;til muito limitada; as flores se deterioram rapidamente como ocorre com frutas e hortali&#231;as por causa de processos fisiol&oacute;gicos degradativos que ocorrem mais intensamente ap&oacute;s a colheita (Hardenburg <i>et al</i>., 1988); portanto, exigem t&eacute;cnicas de conserva&#231;&#227;o que contribuam para manter a qualidade floral p&oacute;s-colheita.</p>     <p>&Aacute;cidos org&#226;nicos tamb&eacute;m podem ser utilizados na solu&#231;&#227;o de condicionamento, com o objetivo de reduzir o pH das solu&#231;&#244;es, pois pH &aacute;cido promove aumento da durabilidade de flores. Segundo Dias-Tagliacozzo <i>et al</i>. (2005) o uso de 4% de sacarose e 200 mg L<sup>-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico manteve a qualidade floral de l&iacute;rio (<i>Lilium longiflorum</i>).</p>     <p>Desta forma, o objetivo deste trabalho &eacute; avaliar a vida &uacute;til p&oacute;s-colheita de hastes florais de glad&iacute;olos submetidos a solu&#231;&#244;es conservantes contendo diferentes concentra&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">MATERIAL E M&Eacute;TODOS</font></center></b></p>     <p>As plantas de glad&iacute;olo foram fornecidas de um campo de cultivo comercial em Pernambuco, no munic&iacute;pio de Gravat&aacute;, e o experimento foi conduzido no Laborat&oacute;rio de Biologia e Tecnologia P&oacute;s-Colheita, pertencente ao Departamento de Ci&#234;ncias Fundamentais e Sociais da Universidade Federal da Para&iacute;ba, Centro de Ci&#234;ncias Agr&aacute;rias, PB.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As flores foram colhidas quando as quatro flores basais estavam com os bot&#244;es mostrando a cor (granado), o que corresponde ao ponto de colheita comercial. Logo ap&oacute;s, as hastes foram padronizadas a um comprimento de 70 cm e com desfolhamento de 40 cm da base da haste.</p>     <p>O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado em esquema fatorial com quatro (solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico) e controle (&aacute;gua destilada) x 10 (per&iacute;odos de avalia&#231;&#227;o), em que cada repeti&#231;&#227;o foi composta de cinco hastes florais de glad&iacute;olo contendo aproximadamente oito flores. Os tratamentos foram constitu&iacute;dos do acondicionamento de glad&iacute;olo de corte sob intermit&#234;ncia de refrigera&#231;&#227;o e condi&#231;&#244;es ambientes (24 &plusmn; 2&deg;C e 85 &plusmn; 2%UR), em solu&#231;&#244;es com 0, 30, 60, 90, 120 mg L<sup>-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico. As hastes foram mantidas por tr&#234;s dias sob refrigera&#231;&#227;o de 10&deg;C e depois expostas &#224;s condi&#231;&#244;es ambientes. Durante o per&iacute;odo p&oacute;s-colheita, foram realizadas an&aacute;lises qualitativas com atribui&#231;&#227;o de notas para as flores e folhas avaliadas diariamente. Essas an&aacute;lises constituem-se da atribui&#231;&#227;o de notas para as hastes, de acordo com o seu est&aacute;dio de senesc&#234;ncia. Para a an&aacute;lise qualitativa das flores, foram levadas em considera&#231;&#227;o &#224;s oito flores por haste, sendo que, para a an&aacute;lise qualitativa das folhas, foi considerado o n&uacute;mero total de folhas das hastes.</p>     <p>A escala de notas utilizadas para avaliar a qualidade/ apar&#234;ncia das flores foram: nota 0 = sem defeitos vis&iacute;veis; nota 1 = hastes com at&eacute; tr&#234;s flores apresentando p&eacute;talas descoloridas; nota 2 = hastes com todas as flores apresentando descolora&#231;&#227;o e at&eacute; duas flores com inicio de murchamento; nota 3 = haste com todas as flores apresentando p&eacute;talas murchas; nota 4 = hastes com todas as flores apresentando p&eacute;talas murchas e in&iacute;cio de secamento; nota 5 = hastes com todas as flores apresentando p&eacute;talas secas. A escala de notas utilizadas para avaliar a qualidade/apar&#234;ncia das folhas foram: nota 0 = sem defeito vis&iacute;vel na folha; nota 1 = folhas em in&iacute;cio de murchamento (folhas pendentes); nota 2 = folhas com murchamento e in&iacute;cio de amarelecimento; nota 3 = folhas apresentando bordas secas; nota 4 = folhas com at&eacute; 90% de secamento do limbo foliar; nota 5 = folhas completamente secas. O tempo de vida de vaso para a flor e folha foi determinado quando estes &oacute;rg&#227;os apresentaram nota igual ou superior a tr&#234;s, ou seja, sem qualidade para comercializa&#231;&#227;o.</p>     <p>A longevidade foi avaliada mediante o grupamento da qualidade das hastes, relativo ao per&iacute;odo de armazenamento, em escala variando de 0 a 5, tomando como refer&#234;ncia o n&uacute;mero de dias, a partir da colheita, onde as flores n&#227;o apresentavam abscis&#227;o ou morte de p&eacute;talas. Foi realizada a seguinte avalia&#231;&#227;o: Apar&#234;ncia (1-9): 1 - Inaceit&aacute;vel; 3 - Ruim; 5 - Regular; 7 - Bom; 9 - Excelente.</p>     <p>Onde:</p>     <p>1. Senesc&#234;ncia completa da flor, murchamento, escurecimento pronunciado das p&eacute;talas, senesc&#234;ncia completa das p&eacute;talas, haste com escurecimento, imprest&aacute;vel para comercializa&#231;&#227;o;</p>     <p>3. Murchamento acentuado, presen&#231;a de manchas nas p&eacute;talas e hastes, inj&uacute;rias pronunciadas, enrugamento e escurecimento evidente das p&eacute;talas;</p>     <p>4. Limite de aceita&#231;&#227;o da flor quando for observada perda do valor ornamental e comercial. As solu&#231;&#244;es foram substitu&iacute;das a cada tr&#234;s dias, onde as hastes recebiam cortes da base, na regi&#227;o obstru&iacute;da;</p>     <p>5. In&iacute;cio de murchamento, apar&#234;ncia ligeiramente atrativa, aus&#234;ncia de manchas e inj&uacute;rias e/ou enrugamento;</p>     <p>7. Flor fresca, t&uacute;rgida, ligeiro murchamento, aus&#234;ncia de manchas e inj&uacute;rias, aus&#234;ncia de enrugamento;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>9. Flor fresca, t&uacute;rgida, isenta de inj&uacute;rias, muito atrativa, perfeita para exposi&#231;&#227;o em vasos.</p>     <p>As an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas no momento em que o pior tratamento apresentou nota igual ou superior a tr&#234;s, para as flores e folhas avaliadas em todas as suas repeti&#231;&#244;es.</p>     <p>Este par&#226;metro foi definido para &#224; flor, devido a mesma ser o principal &oacute;rg&#227;o respons&aacute;vel pela est&eacute;tica das hastes. Desta forma, as flores e folhas de glad&iacute;olo, foram avaliadas estatisticamente at&eacute; a inviabiliza&#231;&#227;o comercial ou senesc&#234;ncia ap&oacute;s a colheita, respectivamente. Os dados obtidos foram submetidos &#224; regress&#227;o e &#224; an&aacute;lise de vari&#226;ncia e as m&eacute;dias comparadas pelo teste de Tukey ao n&iacute;vel de 5% de probabilidade.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">RESULTADOS E DISCUSS&#195;O</font></center></b></p>     <p>A longevidade das flores at&eacute; o segundo dia de armazenamento n&#227;o apresentou diferen&#231;a significativa entre os tratamentos; entretanto a partir do terceiro dia de armazenamento, flores mantidas em solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico apresentavam-se com as hastes inadequadas &#224; comercializa&#231;&#227;o, apresentando at&eacute; tr&#234;s flores com p&eacute;talas descoloridas, onde esses resultados prolongaram-se at&eacute; o sexto dia de armazenamento (<a href="#Figura 1">Figura 1</a>). A longevidade m&eacute;dia de glad&iacute;olos coloridos foi de dois dias de armazenamento, para flores mantidas em solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico e controle, respectivamente. O murchamento das flores foi o sintoma mais evidente da senesc&#234;ncia, n&#227;o havendo at&eacute; os 10 dias ap&oacute;s a colheita abscis&#227;o das p&eacute;talas e das folhas, o que foi inicialmente observado para as flores tratadas com solu&#231;&#244;es &#224; base de &aacute;cido c&iacute;trico (<a href="#Figura 1">Figura 1</a>). Entretanto, no s&eacute;timo dia do per&iacute;odo de armazenamento, as flores tratadas com solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico apresentavam-se completamente murchas, descoloridas e escurecidas e, portanto, invi&aacute;veis para comercializa&#231;&#227;o, tendo-se atingido perdas superiores a 50% a partir do oitavo dia de armazenamento.</p>     <p>    <center><a name="Figura 1"><img src="img/revistas/acag/v57n2/v57n2a08f1.jpg"></a></center></p>     <p>Observou-se que, no nono dia de armazenamento, as flores mantidas em solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico apresentavam abscis&#227;o ou morte de p&eacute;talas, com todas as flores apresentando p&eacute;talas murchas e in&iacute;cio de secamento; entretanto, a partir do d&eacute;cimo dia de armazenamento as flores mantidas nestes tratamentos, inclusive o controle, tenderam a apresentar menor longevidade. Para estes tratamentos, no d&eacute;cimo dia de armazenamento, observou-se uma perda de mais de 50% de flores, tornando- as totalmente inaceit&aacute;veis para comercializa&#231;&#227;o. Portanto, a utiliza&#231;&#227;o de &aacute;cido c&iacute;trico nas solu&#231;&#244;es de manuten&#231;&#227;o das hastes, n&#227;o foram eficientes no prolongamento da longevidade e da qualidade floral. Os tratamentos utilizando solu&#231;&#244;es &#224; base de &aacute;cido c&iacute;trico proporcionaram uma menor longevidade a glad&iacute;olos coloridos. Com isso as flores nutridas com solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico, apresentaram uma menor vida &uacute;til e uma flora&#231;&#227;o menos prolongada. Quando comparadas com glad&iacute;olos mantidos somente em &aacute;gua destilada (controle), a longevidade aumentou, onde obteve o mesmo comportamento. &Aacute;cidos org&#226;nicos tamb&eacute;m podem ser utilizados na solu&#231;&#227;o de condicionamento, com o objetivo de reduzir o pH das solu&#231;&#244;es, pois pH &aacute;cido aumenta a durabilidade de flores. Segundo Dias-Tagliacozzo <i>et al.</i> (2005), o uso de 4% de sacarose juntamente com 200 mg L<sup>-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico manteria ou prolongaria a qualidade floral de l&iacute;rio (<i>Lilium longiflorum</i>), se caracterizando com um meio eficaz de manuten&#231;&#227;o da qualidade floral. Aparentemente, uma maior longevidade pode estar associada a um peso fresco constante e um aumento no peso seco. A intera&#231;&#227;o da sacarose e do tiossulfato de prata tamb&eacute;m foi avaliada em flores de <i>Gladiolus</i>. Em flores de <i>Gladiolus</i>, o tratamento com sacarose estimulou a produ&#231;&#227;o autocatal&iacute;tica do etileno e o tiosulfato de prata aplicado isoladamente foi capaz de superar a defici&#234;ncia de carboidratos na indu&#231;&#227;o de abertura floral (Serek <i>et al</i>., 1994).</p>     <p>Verificou-se que as flores tratadas com solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico e controle (&aacute;gua destilada) (<a href="#Figura 2">Figura 2</a>) apresentavam, j&aacute; a partir do s&eacute;timo dia de armazenamento, apar&#234;ncia n&#227;o comercial, estando inaceit&aacute;vel a partir do oitavo dia de armazenamento. Observou-se ainda que at&eacute; o sexto dia de armazenamento, as flores mantidas em solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico, apresentavam uma boa apar&#234;ncia comercial, no entanto, a partir da&iacute; come&#231;aram a apresentar &iacute;ndices de queda, j&aacute; chegando no oitavo dia de armazenamento com apar&#234;ncia considerada ruim. Com isso o uso de solu&#231;&#244;es com &aacute;cido c&iacute;trico n&#227;o foi eficiente na manuten&#231;&#227;o da boa apar&#234;ncia das flores. A senesc&#234;ncia das folhas se manifestou atrav&eacute;s de uma seq&#252;&#234;ncia de eventos ao longo do per&iacute;odo de armazenamento: primeiro, ocorreu escurecimento das folhas; segundo, murchamento; terceiro, escurecimento da base da haste, seguido do amarelecimento e, quarto, terminando com a necrose foliar. Com o aumento do per&iacute;odo de armazenamento ocorreu uma acelera&#231;&#227;o no aparecimento de danos nas folhas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><a name="Figura 2"><img src="img/revistas/acag/v57n2/v57n2a08f2.jpg"></a></center></p>     <p>Trabalhando com rosas, Faragher e Mayak (1984) observaram que a senesc&#234;ncia &eacute; muito mais lenta &#224; baixa temperatura e sofre uma acelera&#231;&#227;o quando as flores s&#227;o transferidas para temperatura ambiente. Estes autores sugeriram que o est&iacute;mulo &#224; produ&#231;&#227;o de etileno ap&oacute;s a transfer&#234;ncia da refrigera&#231;&#227;o para temperatura ambiente pode ser efeito direto da exposi&#231;&#227;o &#224; baixa temperatura de armazenamento.</p>     <p>Verificou se que, a apar&#234;ncia geral se manteve acima do limite de aceita&#231;&#227;o comercial para glad&iacute;olos mantidos em solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico, com melhor apar&#234;ncia das flores em todos os tratamentos at&eacute; o sexto dia de armazenamento. Observou-se ainda que o tratamento (controle) obteve nota 7 (sete) at&eacute; o d&eacute;cimo dia de armazenamento, o que caracterizou uma muito boa apar&#234;ncia comercial, indicando que a imers&#227;o das hastes em &aacute;gua resulta em amplia&#231;&#227;o da vida &uacute;til, onde a partir da&iacute; come&#231;aram a ocorrer processos de redu&#231;&#227;o da manuten&#231;&#227;o da qualidade floral, com conseq&#252;ente perda de seu valor comercial.</p>     <p>A solu&#231;&#227;o contendo &aacute;cido c&iacute;trico reduziu significativamente a vida das flores. Observou-se ainda que as flores sem o uso de solu&#231;&#227;o com &aacute;cido c&iacute;trico, tiveram um menor per&iacute;odo de vida de vaso, sendo que as flores s&oacute; feneceram ap&oacute;s um per&iacute;odo de dois dias de armazenamento. A an&aacute;lise da vari&#226;ncia mostrou um efeito significativo, para todos os tratamentos, com rela&#231;&#227;o &#224;s doses de &aacute;cido c&iacute;trico. O percurso da taxa de senesc&#234;ncia de flores de glad&iacute;olos coloridos, apresentaram comportamento do tipo linear crescente, por&eacute;m, com um efeito acentuado do per&iacute;odo de armazenamento e consequentemente da dose aplicada, em que as hastes sem &aacute;cido c&iacute;trico permaneceram com o mesmo resultado.</p>     <p>A senesc&#234;ncia das folhas (<a href="#Figura 3">Figura 3</a>) p&#244;de ser representada por uma curva de resposta linear, na qual se observa que as hastes sem &aacute;cido c&iacute;trico apresentavam-se com o mesmo comportamento, e uma evolu&#231;&#227;o muito r&aacute;pida da senesc&#234;ncia, pois com tr&#234;s dias de armazenamento todas as folhas j&aacute; haviam perecido. Na de vida de vaso, observou-se que a senesc&#234;ncia teve um comportamento semelhante tanto para flor como para folha, pois envelheceram praticamente num mesmo ritmo, &#224; medida que as doses foram aumentadas.</p>     <p>    <center><a name="Figura 3"><img src="img/revistas/acag/v57n2/v57n2a08f3.jpg"></a></center></p>     <p>Ao avaliar os resultados obtidos para as flores aos 10 dias de vida de vaso (<a href="#Figura 4">Figura 4</a>), verificou-se que a evolu&#231;&#227;o da senesc&#234;ncia da flor pode ser representada por uma equa&#231;&#227;o linear crescente, significando que a mesma evoluiu proporcionalmente com o aumento das doses de &aacute;cido c&iacute;trico, sendo que alguns tratamentos apresentaram a mesma linha de tend&#234;ncia (Figura 4). No entanto, todas as flores nessas solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico haviam encerrado sua vida de vaso at&eacute; essa data. A senesc&#234;ncia de folhas, entretanto, evoluiu de forma semelhante e pode ser representada por uma curva de resposta linear. Ficou evidente que o &aacute;cido c&iacute;trico promoveu a acelera&#231;&#227;o da senesc&#234;ncia, tanto de flores como de folhas. Observa-se que a senesc&#234;ncia das folhas se manifestou atrav&eacute;s de uma seq&#252;&#234;ncia de eventos ao longo do tempo: primeiro ocorreu o murchamento, seguido do amarelecimento e terminando com a necrose foliar. O surgimento de tais sintomas nesses &oacute;rg&#227;os parecem estar ligados a temperatura de armazenamento, pois notou-se um efeito significativo do fator temperatura na velocidade de surgimento da senesc&#234;ncia, para a maioria das solu&#231;&#244;es testadas. A temperatura de 10&deg;C atrasou o surgimento de murcha, amarelecimento e necrose. Tais resultados podem ser explicados pelo fato de, sob menor temperatura, ter havido maior redu&#231;&#227;o da mobiliza&#231;&#227;o de reservas e como conseq&#252;&#234;ncia a a&#231;&#227;o de seus metab&oacute;litos.</p>     <p>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><a name="Figura 4"><img src="img/revistas/acag/v57n2/v57n2a08f4.jpg"></a></center></p>     <p>Entretanto, a cultivar de cris&#226;ntemo &#39;Polaris&#39; foi testada por Arriaga e Guerrero (1995) com v&aacute;rias solu&#231;&#244;es conservantes e a melhor foi a 200 mg L<sup>-1</sup> de citrato de 8-hidroxiquinolina (8HQC) + 75 mg <sup>L-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico + 5% de sacarose, que prolongou a vida de vaso em 10 dias a mais que as mantidas em &aacute;gua. As defici&#234;ncias de nutri&#231;&#227;o veiculadas pela solu&#231;&#227;o conservante e intensidade luminosa, s&#227;o capazes de suprimir os assimilados, podendo assim causar a acelera&#231;&#227;o dos processos de senesc&#234;ncia das hastes florais com o aumento das doses de &aacute;cido c&iacute;trico. Portanto, a avalia&#231;&#227;o da senesc&#234;ncia de glad&iacute;olos coloridos sob efeito do &aacute;cido c&iacute;trico merece maior aten&#231;&#227;o, especialmente outras investiga&#231;&#244;es comparativas com aplica&#231;&#244;es em campo e p&oacute;s-colheita para diversas cultivares, a fim de definir melhor um m&eacute;todo de conserva&#231;&#227;o e identifica&#231;&#227;o de diferen&#231;as varietais com o uso de &aacute;cidos org&#226;nicos. O uso de 30, 60, 90, e 120 mg L<sup>-1</sup> de &aacute;cido c&iacute;trico em solu&#231;&#244;es conservantes acelerou a senesc&#234;ncia de flores e folhas de glad&iacute;olo de corte, diminuindo a vida de vaso.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">CONCLUS&#213;ES</font></center></b></p>     <p>De acordo com os resultados obtidos, concluise que os tratamentos com solu&#231;&#244;es de &aacute;cido c&iacute;trico proporcionaram maior manuten&#231;&#227;o da qualidade de hastes florais e folhas de glad&iacute;olo, por at&eacute; dois dias de armazenamento quando sob refrigera&#231;&#227;o de 10&deg;C com qualidade comercial, e conseq&#252;ente redu&#231;&#227;o do seu valor comercial ap&oacute;s esse per&iacute;odo.</p>     <p>Conclui que o uso de solu&#231;&#244;es &#224; base de &aacute;cido c&iacute;trico nas concentra&#231;&#244;es de 30, 60, 90, e 120 mg L<sup>-1</sup>, para a conserva&#231;&#227;o de hastes florais e folhas de glad&iacute;olo, n&#227;o &eacute; recomend&aacute;vel, pois prejudicam a sua qualidade durante a conserva&#231;&#227;o em temperatura ambiente.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">AGRADECIMENTOS</font></center></b></p>     <p>Os autores agradecem &#224; universidade Federal da Para&iacute;ba pela disponibilidade de infra-estrutura para a realiza&#231;&#227;o do trabalho, &#224; CAPES pelo aux&iacute;lio financeiro e ao munic&iacute;pio de Gravat&aacute; pelas flores cedidas.</p>     <p><b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><font face="verdana" size="3">BIBLIOGRAF&Iacute;A</font></center></b></p>     <!-- ref --><p>1. Arriaga, N. R. M.; Guerrero, J. E. 1995. Effect of preservative solutions on the vaselife of cut flowers of chrysanthemun “Polaris” under two environmental conditions. Efecto de diferentes soliciones preservativas em la vida de florero de tallos florales de “Polaris” bajo dos condiones ambientales. <i>Rev Chapin Hort</i> 3(1): 103-107.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0120-2812200800020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>2. Dias-Tagliacozzo, G. M.; Gon&#231;alves, C.; Castro C. E. F. 2005. Manuten&#231;&#227;o da qualidade p&oacute;s-colheita de l&iacute;rio. <i>Rev Bras Hort Orn</i> 11: 29-34.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0120-2812200800020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>3. Faragher, J. D.; Mayak, S. 1984. Physiological responses of cut rose flowers to exposure to low temperature: change in membrane permeability and ethylene production. <i>J Exper Bot</i> 35(156): 956-974.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0120-2812200800020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Gonzaga, A. R.; Moreira, L. A.; Lonardoni, F.; Faria, R. T. 2001. Longevidade p&oacute;s-colheita de infloresc&#234;ncias de girassol afetada por nitrato de prata e sacarose. <i>Rev Bras Hort Orn</i> 7(1): 73-77.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0120-2812200800020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Han, S. S. <i>Sugar and acidity in preservative solutions for field-grown cut flowers.</i> Dispon&iacute;vel em:<a href=http://www.umass. edu/umext/programs/agro/floriculture/ floral_facts/presvcut.html target="_blank"> http://www.umass.edu/umext/programs/agro/floriculture/ floral_facts/presvcut.html</a>. Acesso em: 20 dez. 2002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0120-2812200800020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>6. Hardenburg, R. E.; Watada, A. E.; Wang, C. Y. 1988. <i>Almacenamiento commercial de frutas, legumes y existencias de floriesterias y viveros.</i> Costa Rica: IICA, 91-121.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0120-2812200800020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Kays, S. J. 1991. <i>Postharvest physiology of perishable plant products.</i> New York: An Avi Book, 532p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0120-2812200800020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. McConchie, R. <i>Postharvest care of cut-flowers.</i> Dispon&iacute;vel em: <a href =http://www.sydneyflower.com.au/Flower/lores/postharvest.htm target="_blank"> http://www.sydneyflower.com.au/Flower/lores/postharvest.htm.</a> Acesso em: 20 dez. 2002.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0120-2812200800020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Moraes, P. J.; Cecon, P. R; Finger, F. L; Barbosa, J. G.; Alvares, V. S. 1999. Efeito da refrigera&#231;&#227;o e do condicionamento em sacarose sobre a longevidade de infloresc&#234;ncias de <i>Strelitzia reginae</i> Ait. <i>Rev Bras Hort Orn</i> 5 (2): 151-156.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0120-2812200800020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>10. Nowak, J.; Goszczynska, D.; Rudnicki, R.M. 1992. Storage of cut flowers and ornamental plants: present status and future prospects. <i>Post News Infor</i> 2: 255- 260.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0120-2812200800020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>11. Nowak, J. ; Rudnicki, R. M. 1990. Postharvest handling and storage of cut flowers, florist greens and potted plant. Portland: Timber Press. 210 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0120-2812200800020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>12. Paiva, P, D. O. 1999. Cultura do glad&iacute;olo. Lavras: UFLA – Departamento de Agricultura. 12 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0120-2812200800020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Serek, M.; Jones, R. B.; Reid, M. S. 1994. Role of ethylene in opening and senescence of Gladiolus sp. flowers. <i>J Am Soc Hort Sci</i> 119: 1014-1019.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0120-2812200800020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>14. Tagliacozzo, G. M; Castro, C. E. F. 2002. Fisiologia da p&oacute;scolheita de esp&eacute;cies ornamentais. p 359-382. <i>In</i>: Wachowicz, C.M.; Carvalho, R.I.N. (eds). <i>Fisiologia vegetal: produ&#231;&#227;o e p&oacute;s-colheita.</i> Curitiba: Champagnat. (Cole&#231;&#227;o Agr&aacute;rias).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0120-2812200800020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>15. Tombolato, A. F. C.; Takebayashi, S. S. G.; Tamada, E. T.; Feitosa, C. T. 1998.Violeta-africana (Saintpaulia ionantha Wendl.). <i>In</i>: Tombolato, A. F. C.; Costa, A. M (eds). Micropropaga&#231;&#227;o de plantas ornamentais. Campinas: Instituto Agron&#244;mico, 72 p. (Boletim T&eacute;cnico 174).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0120-2812200800020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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