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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações genotípicas entre componentes da resistência pós-colheita em tomate Cereja e Salada]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to evaluate the need for individual path analysis to Cherry (L. esculentum var. cerasiforme) and Salad (L. esculentum) tomatoes type, seeking information about which variables are associated with post-harvest resistance (PHR), and guide the selection of material for breeding programs. We performed the variance analysis, genotypic correlations, multicolinearity diagnosis, and the display of genotypic correlations through path analysis. The more explicatory variables of PHR in Salad tomatoes type were the peduncle scar diameter (PSD) and the fruit mean diameter (FMD); the mesocarp thickness (MST) and fruit mean weight (FMW) in cherry type. For Cherry tomatoes, gains can be obtained in the PHR through indirect selection by MST. This will be greatest if among the fruits with more MST are selected that with lower FMW. In the case of Salad, it must indirectly select the fruits with lower PSD and among these, the fruits with the most FMD. The path analysis should be done considering each type of tomato, since the explicatory variables differ between them.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Correlação genotípica]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="4">Rela&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas entre componentes da resist&ecirc;ncia       p&oacute;s-colheita em tomate Cereja e Salada</font>   </center> </b></p>     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Genotypic relationships between components of postharvest resistance of Cherry and       Salad tomato</font>   </center> </b></p>     <p><i>       <center>     F&aacute;bio Moreira Sobreira<sup>1</sup>, Fabricio Moreira Sobreira<sup>2</sup>, Gustavo Sessa Fialho<sup>3</sup>, Gustavo Dias de Almeida<sup>1</sup>, Caio C&eacute;sio Salgado<sup>1</sup>, e Frederico de Pina Matta<sup>4</sup>   </center> </i></p>     <p><sup>1</sup>Departamento de Biologia Geral da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 36570-000, Vi&ccedil;osa, Minas   Gerais, Brasil. <sup>2</sup>Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 37200-000, Lavras,   Minas Gerais, Brasil. <sup>3</sup>Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 36570-000,   Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, Brasil. <sup>4</sup>Departamento de Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal do Centro de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias da Universidade Federal do   Esp&iacute;rito Santo, Alto Universit&aacute;rio, s/n, Centro, CP 16, CEP.: 29500-000, Alegre, Esp&iacute;rito Santo, Brasil. Autor para correspond&ecirc;ncia: <a href="mailto:fabiomsobreira@yahoo.com.br">fabiomsobreira@yahoo.com.br</a></p>     <p>       <center>     Rec. 02-07-09 Acep. 03-09-09   </center> </p> <hr size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>       <center>     Resumo   </center> </b></p>     <p>Este trabalho objetivou avaliar a necessidade de realizar an&aacute;lise de trilha individualizada para tomates   tipo Salada (<i>L. esculentum</i>) e Cereja (<i>L. esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>), visando obter informa&ccedil;&otilde;es sobre   quais vari&aacute;veis est&atilde;o relacionadas com a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita (RPC), e orientar a sele&ccedil;&atilde;o de materiais   para programas de melhoramento. Realizaram-se an&aacute;lises de vari&acirc;ncias, correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas,   diagn&oacute;stico de multicolinearidade e o desdobramento das correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas por meio de an&aacute;lise   de trilha. As vari&aacute;veis mais explicativas da RPC em tomates tipo Salada foram o di&acirc;metro da cicatriz   do ped&uacute;nculo (DCP) e o di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto (DMF); a espessura do mesocarpo (ESP) e o peso m&eacute;dio   dos frutos (PMF) em tipo Cereja. Em tomates Cereja, ganhos podem ser obtidos na RPC por meio de   sele&ccedil;&atilde;o indireta via ESP. Estes ser&atilde;o maiores se dentre os frutos de maior ESP forem selecionados os   de menor PMF. No caso de Salada, deve-se selecionar indiretamente os frutos de menor DCP e dentre   estes os de maior DMF. A an&aacute;lise de trilha deve ser realizada considerando cada tipo de tomate, visto   que as vari&aacute;veis explicativas diferem entre estes.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Correla&ccedil;&atilde;o genot&iacute;pica, melhoramento gen&eacute;tico, multicolinearidade, <i>Lycopersicon   esculentum</i>, <i>Lycopersicon esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>.</p> <hr size="1">     <p>       <center>     <b>Abstract   </b></center>   </p>     <p>This study aimed to evaluate the need for individual path analysis to Cherry (<i>L. esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>) and Salad (<i>L. esculentum</i>) tomatoes type, seeking information about which variables are   associated with post-harvest resistance (PHR), and guide the selection of material for breeding programs.   We performed the variance analysis, genotypic correlations, multicolinearity diagnosis, and the display of   genotypic correlations through path analysis. The more explicatory variables of PHR in Salad tomatoes   type were the peduncle scar diameter (PSD) and the fruit mean diameter (FMD); the mesocarp thickness   (MST) and fruit mean weight (FMW) in cherry type. For Cherry tomatoes, gains can be obtained in the   PHR through indirect selection by MST. This will be greatest if among the fruits with more MST are   selected that with lower FMW. In the case of Salad, it must indirectly select the fruits with lower PSD and among these, the fruits with the most FMD. The path analysis should be done considering each   type of tomato, since the explicatory variables differ between them.</p>     <p><b>Keywords:</b> Genetic correlation; genetic breeding; multicollinearity; <i>Lycopersicon esculentum</i>; <i>Lycopersicon   esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>.</p> <hr size="1">     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Introdu&ccedil;&atilde;o</font>   </center> </b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O tomate est&aacute; entre as hortali&ccedil;as mais consumidas   no mundo, sendo uma fonte de   vitaminas A e C e de sais minerais como   pot&aacute;ssio e magn&eacute;sio. &Eacute; um fruto origin&aacute;rio   dos pa&iacute;ses andinos, desde o norte do Chile   at&eacute; a Col&ocirc;mbia. Pertencente &agrave; fam&iacute;lia das   Solan&aacute;ceas, como o piment&atilde;o, o jil&oacute;, a berinjela   e a batata.</p>     <p>Dentre os tipos de tomate destacam-se o   Salada (<i>Lycopersicon esculentum</i>) e o Cereja   (<i>Lycopersicon esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>).   Os Cerejas se caracterizam por apresentarem   dimens&otilde;es reduzidas, baixo peso e teores de   s&oacute;lidos sol&uacute;veis mais elevados; os Saladas   tendem a apresentar maior resist&ecirc;ncia p&oacute;scolheita   (Alvarenga, 2004). Tomates tipo   Cereja geralmente s&atilde;o colhidos maduros,   para que possam expressar o m&aacute;ximo sabor.   Os tipo Salada s&atilde;o colhidos verde-maduros,   sendo transportados e comercializados em   condi&ccedil;&otilde;es inadequadas (Wills e Ku, 2002;   Jha e Matsuoka, 2005). Em ambos os casos,   s&atilde;o necess&aacute;rios estudos mais detalhados das   caracter&iacute;sticas ligadas &agrave; resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita.</p>     <p>Informa&ccedil;&otilde;es sobre a correla&ccedil;&atilde;o entre   caracteres s&atilde;o relevantes em programas de   melhoramento, principalmente a sele&ccedil;&atilde;o em   um deles for dificultada, devido a baixa heredabilidade   e, ou, problemas de mensura&ccedil;&atilde;o e   identifica&ccedil;&atilde;o (Cruz et al., 2004). No entanto,   este estudo apenas informa sobre a associa&ccedil;&atilde;o   entre caracteres, n&atilde;o determinando   rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito. Para compreender   essa associa&ccedil;&atilde;o Wright (1921) prop&ocirc;s uma   an&aacute;lise de coeficientes de trilha, que desdobra   as correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas em efeitos diretos   e indiretos das vari&aacute;veis explicativas sobre   uma vari&aacute;vel b&aacute;sica.</p>     <p>Este trabalho objetivou avaliar a necessidade   de realizar an&aacute;lise de trilha individualizada   para tomates tipo Salada e Cereja,   visando obter informa&ccedil;&otilde;es sobre quais vari&aacute;veis   est&atilde;o relacionadas com a resist&ecirc;ncia   p&oacute;s-colheita em cada tipo de tomate e orientar   a sele&ccedil;&atilde;o de materiais para programas de   melhoramento.</p>     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Materiais e m&eacute;todos</font>   </center> </b></p>     <p>O experimento foi conduzido em 2006 na Universidade   Federal do Esp&iacute;rito Santo (UFES),   (20&deg; 45&#39; 48&quot; sul e 41&deg; 31&#39; 57&quot; oeste, 210 m de   altitude) utilizando 33 acessos de tomate, 18   do tipo Salada (<i>L. esculentum</i>) e 15 Cereja   (<i>L. esculentum</i> var. <i>cerasiforme</i>). Utilizouse   o delineamento experimental em blocos   completos causalizados com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es   e dez frutos por parcela. As plantas foram   conduzidas em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o em vasos de   12 lt e os tratos culturais realizados conforme   Filgueira (2003). Os frutos foram colhidos   no est&aacute;dio maduro e caracterizados com base   em descritores morfoagron&ocirc;micos propostos   pelo International Plant Genetic Resources   Institute (IPGRI, 1996). A resist&ecirc;ncia p&oacute;scolheita   foi avaliada em laborat&oacute;rio sob condi&ccedil;&atilde;o   ambiente, (26&deg;C e 65% de umidade relativa   do ar) com base no m&eacute;todo da aplana&ccedil;&atilde;o n&atilde;o   destrutiva (Calbo e Nery, 1995).</p>     <p>Com a finalidade de atender as pressuposi&ccedil;&otilde;es   da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia foram realizados   os testes de homogeneidade e normalidade   de vari&acirc;ncia do erro, ap&oacute;s verifica&ccedil;&atilde;o   de que os dados atendem as pressuposi&ccedil;&otilde;es   da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia, esta foi realizada, e   na exist&ecirc;ncia de variabilidade gen&eacute;tica, foram   obtidas as estimativas de correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas   (Mode e Robinson, 1959) e do coeficiente   de determina&ccedil;&atilde;o genot&iacute;pico (Vencovsky e   Barriga, 1992).</p>     <p>Foi avaliado o grau de multicolinearidade   da matriz X&#39;X (Montgomery e Peck, 1981).   Para detectar as vari&aacute;veis que contribu&iacute;ram   para o surgimento da multicolinearidade, efetuou-   se a an&aacute;lise dos elementos dos autovetores   associados aos autovalores (Belsley et al.,   1980). Foi considerada a vari&aacute;vel resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita (RPC em kgf/cm<sup>2</sup>) como vari&aacute;vel   b&aacute;sica e as vari&aacute;veis explicativas: peso m&eacute;dio   do fruto (PMF em g), di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto   (DMF em cm), comprimento m&eacute;dio do fruto   (CMF em cm), di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo   (DCP em mm), espessura do mesocarpo   (ESP em mm), teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis (TSS   em &deg;Brix) e pH (pH), realizando o descarte   das vari&aacute;veis problemas, at&eacute; a obten&ccedil;&atilde;o do   NC &lt; 100, que caracteriza multicolinearidade   fraca, n&atilde;o se constituindo um problema para   a an&aacute;lise de trilha. Posteriormente foram realizados   os desdobramentos das correla&ccedil;&otilde;es   genot&iacute;picas em efeitos diretos e indiretos por   meio da an&aacute;lise de trilha (Wright, 1921).</p>     <p>Para an&aacute;lise dos dados adotou-se um   diagrama causal ilustrativo para cada tipo   de tomate, considerando para os acessos tipo   Salada as vari&aacute;veis explicativas: DMF, DCP,   ESP, TSS e pH, onde a seta unidirecional   indica efeito direto (coeficiente de trilha) de   cada vari&aacute;vel explicativa, enquanto a seta   bidirecional representa a interdepend&ecirc;ncia de   duas vari&aacute;veis explicativas, cuja magnitude   &eacute; quantificada pela correla&ccedil;&atilde;o genot&iacute;pica. O diagrama causal ilustrativo para os acessos   tipo Cereja foi semelhante, diferindo apenas   pela substitui&ccedil;&atilde;o do DMF pelo PMF.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados da an&aacute;lise de trilha foram   interpretados seguindo as indica&ccedil;&otilde;es   de Vencovsky e Barriga (1992). As an&aacute;lises   estat&iacute;sticas foram realizadas segundo recomenda&ccedil;&otilde;es   de Cruz et al. (2004), sendo processadas   usando os recursos computacionais   do programa GENES (Cruz, 2001).</p>     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Resultados e discuss&atilde;o</font>   </center> </b></p>     <p>Verificou-se a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as significativas   para ambos grupos de acessos ao   n&iacute;vel de 1% de probabilidade pelo teste &#39;F&#39;   para todas as vari&aacute;veis avaliadas.</p>     <p><b>An&aacute;lise de trilha - tipo Salada</b></p>     <p>O diagn&oacute;stico indicou colinearidade de moderada   a forte, sendo as vari&aacute;veis PMF e   CMF descartadas. As vari&aacute;veis explicativas   utilizadas para a forma&ccedil;&atilde;o do diagrama   causal e an&aacute;lise de trilha, ap&oacute;s o descarte,   foram DMF, DCP, ESP, TSS e pH (<a href="img/revistas/acag/v58n3/v58n3a02f1.JPG" target="blank">Figura 1</a>). O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o do modelo da   an&aacute;lise de trilha R<sup>2 =</sup> 0.766 (<a href="img/revistas/acag/v58n3/v58n3a02t1.GIF" target="blank">Tabela 1</a>) indica   que as vari&aacute;veis utilizadas, explicam grande   parte das altera&ccedil;&otilde;es na RPC.</p>     <p>Para o car&aacute;ter DMF, com coeficiente de   correla&ccedil;&atilde;o negativo (-0.111) e elevado efeito   direto positivo (1.266) sobre a RPC, verifica-se   que apesar do alto efeito direto apresentado a   press&atilde;o de sele&ccedil;&atilde;o intensificada sobre o DMF   poder&aacute; n&atilde;o proporcionar ganhos gen&eacute;ticos   satisfat&oacute;rios na RPC, pois essa correla&ccedil;&atilde;o   gen&eacute;tica &eacute; causada principalmente pelos   efeitos indiretos, n&atilde;o sendo observada rela&ccedil;&atilde;o   de causa-efeito. Nesse caso, caracteres   causais indiretos e significativos devem ser   considerados simultaneamente no processo   de sele&ccedil;&atilde;o (Cruz e Regazzi, 1997).</p>     <p>Dentre os efeitos indiretos, destaca-se   o elevado efeito negativo da vari&aacute;vel DCP   (-1.490). Evidenciando que a sele&ccedil;&atilde;o indireta   por meio da vari&aacute;vel DMF somente ser&aacute;   eficiente em aumentar a RPC se considerar   concomitantemente os efeitos indiretos via   DCP. Para se obter maior incremento na   RPC, a sele&ccedil;&atilde;o indireta via DMF dever&aacute; ser   realizada sobre frutos de maior di&acirc;metro   m&eacute;dio, seguida da sele&ccedil;&atilde;o dos frutos que   apresentarem menor DCP.</p>     <p>Em DCP observa-se correla&ccedil;&atilde;o negativa   (-0.452), associada a um elevado efeito direto   negativo sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica (-1.650),   indicando sua utilidade quando se pratica a   sele&ccedil;&atilde;o indireta para RPC. Esse resultado   demonstra que a sele&ccedil;&atilde;o indireta para menores   valores de DCP acarretar&aacute; em maiores   valores de RPC, corroborando com os resultados   obtidos por Freitas et al. (1999), que   ao estudarem caracter&iacute;sticas de conserva&ccedil;&atilde;o   p&oacute;s-colheita de frutos de tomateiro, observaram   que o menor di&acirc;metro da cicatriz do   ped&uacute;nculo correlaciona-se com maior resist&ecirc;ncia   p&oacute;s-colheita.</p>     <p>Entre os efeitos indiretos, destaca-se o   elevado efeito da vari&aacute;vel DMF (1.143) sobre   a RPC. Em tal circunst&acirc;ncia, &eacute; necess&aacute;rio   aplicar uma sele&ccedil;&atilde;o restrita (Vencovsky e   Barriga, 1992) a fim de eliminar os efeitos   indiretos indesej&aacute;veis. Dessa forma a sele&ccedil;&atilde;o   truncada no DCP ser&aacute; menos eficiente   em promover o melhoramento da RPC que a   sele&ccedil;&atilde;o restrita, pois a restri&ccedil;&atilde;o possibilitar&aacute;   a sele&ccedil;&atilde;o dos frutos de menor DCP, e dentro   destes a sele&ccedil;&atilde;o dos acessos de maior DMF,   eliminando a influencia do efeito indireto indesej&aacute;vel   sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica e conseq&uuml;entemente   proporcionando maior incremento da   RPC. ESP, TSS e pH apresentaram baixos   valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto sendo   descartadas para a sele&ccedil;&atilde;o indireta visando   ganhos em RPC.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>DCP e DMF devem ser utilizados para a   obten&ccedil;&atilde;o de ganhos indiretos em RPC. Devido   aos maiores valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito   direto apresentados pelo DCP, a sele&ccedil;&atilde;o deste   deve ser priorizada, selecionando acessos de   menor DCP, e dentro destes os que apresentarem   maior DMF.</p>     <p><b>An&aacute;lise de trilha - tipo Cereja</b></p>     <p>O diagn&oacute;stico indicou colinearidade de moderada   a forte, sendo as vari&aacute;veis DMF e CMF   descartadas. As vari&aacute;veis explicativas utilizadas   para a forma&ccedil;&atilde;o do diagrama causal e   an&aacute;lise de trilha, ap&oacute;s o descarte das vari&aacute;veis,   foram: PMF, DCP, ESP, TSS e pH.</p>     <p>O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o do modelo   da an&aacute;lise de trilha (R<sup>2</sup>) foi superior &agrave; unidade   (<a href="img/revistas/acag/v58n3/v58n3a02t2.GIF" target="blank">Tabela 2</a>) demonstra que as varia&ccedil;&otilde;es da RPC   s&atilde;o totalmente explicadas por esse esquema   causal. Para PMF, com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o   positivo (0.495) e efeito direto negativo   (-0.660), observa-se que a correla&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica   &eacute; causada principalmente pelos efeitos indiretos,   n&atilde;o existindo rela&ccedil;&atilde;o de causa-efeito.   Nesse caso, caracteres causais indiretos e   significativos, devem ser considerados simultaneamente   no processo de sele&ccedil;&atilde;o (Cruz e   Regazzi, 1997).</p>     <p>Dentre os efeitos indiretos, destaca-se   o elevado efeito positivo da ESP (1.410). Demonstrando   que apesar do PMF apresentar-se   positivamente correlacionado com a RPC, a   sele&ccedil;&atilde;o por meio deste somente ser&aacute; eficiente   em aumentar a RPC se considerar concomitantemente   os efeitos indiretos via ESP. A   sele&ccedil;&atilde;o indireta para RPC via PMF dever&aacute; ser   realizada em frutos de menor peso e dentro   destes, dos que apresentarem maior espessura.   DCP e TSS t&ecirc;m sua utiliza&ccedil;&atilde;o para sele&ccedil;&atilde;o   indireta descartada devido aos baixos valores   de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto. Em fun&ccedil;&atilde;o do   reduzido efeito direto descarta-se tamb&eacute;m a   sele&ccedil;&atilde;o do pH visando ganhos em RPC.</p>     <p>A ESP apresenta correla&ccedil;&atilde;o positiva de   elevada magnitude (0.772) associada a um   alto elevado efeito direto positivo (1.549),   indicando rela&ccedil;&atilde;o de causa-efeito. Segundo   Severino et al. (2002) &eacute; importante, para   fins de melhoramento, identificar dentre as   caracter&iacute;sticas de alta correla&ccedil;&atilde;o com a vari&aacute;vel   b&aacute;sica, aquelas de maior efeito direto   em sentido favor&aacute;vel &agrave; sele&ccedil;&atilde;o, de modo que a   resposta correlacionada por meio da sele&ccedil;&atilde;o   indireta seja eficiente. A ESP destaca-se como   principal vari&aacute;vel a ser utilizada para sele&ccedil;&atilde;o   indireta visando ganhos em RPC.</p>     <p>Os efeitos indiretos negativos de outras   vari&aacute;veis causam a redu&ccedil;&atilde;o da magnitude da   correla&ccedil;&atilde;o. Entre estes, destaca-se o efeito   indireto do PMF (-0.601). A presen&ccedil;a de efeitos   indiretos negativos mostra a dificuldade   em selecionar apenas com base no comportamento   da vari&aacute;vel principal. Vencosvsky e   Barriga (1992) relatam que, aparentemente, ainda n&atilde;o existe um m&eacute;todo adequado para   maximizar a resposta &agrave; sele&ccedil;&atilde;o considerando   apenas os componentes principais da vari&aacute;vel   principal. Nesse caso, os mesmos autores   consideram ser necess&aacute;rio aplicar uma sele&ccedil;&atilde;o   restrita, visando eliminar os efeitos   indiretos indesej&aacute;veis para aproveitar o efeito   direto existente. </p>     <p>Dessa forma a sele&ccedil;&atilde;o truncada na vari&aacute;vel   ESP ser&aacute; menos eficiente em promover o   melhoramento da RPC que a sele&ccedil;&atilde;o restrita,   pois a restri&ccedil;&atilde;o permitir&aacute; a sele&ccedil;&atilde;o dos frutos   de maior espessura, e dentro destes dos   que apresentarem menor PMF, eliminando a   influencia do efeito indireto indesej&aacute;vel.</p>     <p><b>Diverg&ecirc;ncias entre an&aacute;lises de trilha</b></p>     <p>Os diagn&oacute;sticos foram concordantes ao   indicar o descarte do CMF. No entanto, o   PMF descartado no diagn&oacute;stico dos Salada,   tornou-se uma das principais vari&aacute;veis para   os Cereja. Ao passo que o DMF, descartado   na an&aacute;lise dos Cereja apresentou elevado   efeito direto quando frutos tipo Salada foram   considerados.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O DCP n&atilde;o foi recomendado para a sele&ccedil;&atilde;o   indireta visando ganhos em RPC dos   frutos Cereja, todavia, para os Salada este foi   indicado devido ao alto efeito direto apresentado.   A ESP tamb&eacute;m apresentou import&acirc;ncia   distinta em fun&ccedil;&atilde;o do grupo de acessos   avaliados, para os frutos Salada, a utiliza&ccedil;&atilde;o   desta foi descartada para a sele&ccedil;&atilde;o indireta   devido aos reduzidos valores de correla&ccedil;&atilde;o e   efeito direto, no entanto para os Cereja, esta   destacou-se em fun&ccedil;&atilde;o dos elevados valores   de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto, sendo a principal   vari&aacute;vel a ser selecionada quando se deseja a   obten&ccedil;&atilde;o de ganhos indiretos em RPC para   tomate tipo Cereja.</p>     <p>Para tomate Salada o DCP e o DMF foram   os que isoladamente mais explicaram as varia&ccedil;&otilde;es   na RPC. Para os frutos do tipo Cereja   ESP e PMF foram os principais respons&aacute;veis   pelas varia&ccedil;&otilde;es na RPC. Esses resultados   evidenciam que a contribui&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis   explicativas sobre a RPC, difere em fun&ccedil;&atilde;o   do grupo de acessos estudado.</p>     <p>O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o (R<sup>2</sup>) do   modelo da an&aacute;lise de trilha para tomate tipo   Cereja, superior &agrave; unidade, demonstra que   as altera&ccedil;&otilde;es da vari&aacute;vel b&aacute;sica s&atilde;o integralmente   explicadas por esse esquema causal.   Diferentemente do que ocorre para os acessos   tipo Salada, onde o R<sup>2</sup> obtido demonstra   que outras vari&aacute;veis n&atilde;o consideradas neste   trabalho, tamb&eacute;m explicam as altera&ccedil;&otilde;es na   vari&aacute;vel b&aacute;sica.</p>     <p>Em revis&atilde;o de literatura n&atilde;o foi encontrado   nenhum trabalho com an&aacute;lise de trilha   aplicada a p&oacute;s-colheita em tomate tipo Salada   ou Cereja, evidenciando a import&acirc;ncia desta   pesquisa. A maioria dos trabalhos est&aacute; relacionada   &agrave; produtividade de diversas culturas   (Marchezan et al., 2005; Lopes et al., 2007;   Hidayatullah et al., 2008) sendo destinada   pouca aten&ccedil;&atilde;o a outras vari&aacute;veis como a   p&oacute;s-colheita. Assim como os componentes   de rendimento, outras caracter&iacute;sticas devem   ser consideradas, devido &agrave; relev&acirc;ncia que   possuem e utilidade dessa an&aacute;lise na sele&ccedil;&atilde;o   indireta de materiais, conforme elucidado por   Falconer e Mackay (1996).</p>     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Conclus&otilde;es</font>   </center> </b></p> <ul>       <li>Em tomates Salada, ganhos podem ser     obtidos na resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita por     meio de sele&ccedil;&atilde;o indireta via di&acirc;metro da     cicatriz do ped&uacute;nculo. Estes ser&atilde;o maiores     se dentre os frutos de menor di&acirc;metro da     cicatriz do ped&uacute;nculo forem selecionados     os de maior di&acirc;metro m&eacute;dio.</li>       <li>Para tomates Cereja deve-se selecionar indiretamente     os frutos de maior espessura     do mesocarpo e dentre estes os de menor     peso.</li>       <li>A an&aacute;lise de trilha deve ser realizada considerando     cada tipo de tomate, visto que as     vari&aacute;veis explicativas diferem entre estes.</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Agradecimentos</font>   </center> </b></p>     <p>Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento   Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) e &agrave; Coordena&ccedil;&atilde;o   de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel   Superior (CAPES).</p>     <p><b>       <center>     <font face="verdana" size="3">Refer&ecirc;ncias</font>   </center> </b></p>     <!-- ref --><p>Alvarenga, M. A. R. 2004. Tomate: produ&ccedil;&atilde;o   em campo, em casa-de-vegeta&ccedil;&atilde;o e   em hidroponia. Lavras. Univ. Fed. Lavras   (UFLA). 400 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0120-2812200900030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Belsley, D. A.; Kuh, E.; e Welch, R. E. 1980.   Regression diagnostics: identifying data   and sources of collinearity. Nueva York.   Wiley. 292 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0120-2812200900030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calbo, A. G. e Nery, A. A. 1995. Medida de   firmeza em hortali&ccedil;as pela t&eacute;cnica de aplana&ccedil;&atilde;o.   Hortic. bras. 13 (1): 14-18.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0120-2812200900030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cruz, C. D. e Regazzi, A. J. 1997. M&eacute;todos   biom&eacute;tricos aplicados ao melhoramento   gen&eacute;tico.. Univ. Fed. Vi&ccedil;osa (UFV). 390 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0120-2812200900030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cruz, C. D. 2001. Programa genes. Aplicativo   computacional em gen&eacute;tica e estat&iacute;stica   (vers&atilde;o windows). Univ. Fed. Vi&ccedil;osa (UFV).   648 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0120-2812200900030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cruz, C. D.; Regazzi, A. J.; e Carneiro, P. C.   S. 2004. Modelos biom&eacute;tricos aplicados ao   melhoramento gen&eacute;tico. Univ. Fed. Vi&ccedil;osa   (UFV). 223-375p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0120-2812200900030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Falconer, D. S. e Mackay, T. F. C. 1996. Introduction   to quantitative genetics. 4.ed.   New York: Longman. 463 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0120-2812200900030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Filgueira, F. A. R. 2003. Novo manual de   olericultura: Agrotecnologia moderna na   produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de hortali&ccedil;as.   2.ed. Univ. Fed. Vi&ccedil;osa (UFV). 412 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0120-2812200900030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freitas, J. A.; Maluf, W. R.; Gomes, L. A. A.;   e Azevedo, S. M. 1999. Efeitos dos alelos   ALC, OGc e HP sobre as caracter&iacute;sticas   de matura&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita   de frutos de tomateiro. Ci&ecirc;nc. Agrotec. 23   (3):569-577.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0120-2812200900030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hidayatullah, H.; Shakeel, A.; Abdul, G.; e   Tariq, M. 2008. Path coefficient analysis   of yield component in tomato (<i>Lycopersicon     esculentum</i>). Pakistan J. Bot. 40 (2):627-   635.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0120-2812200900030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>IPGRI (International Plant Genetic Resources   Institute). 1996. Descriptors for tomato   (<i>Lycopersicon</i> spp.). International Plant   Genetic Resources Institute. Roma, It&aacute;lia.   47 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0120-2812200900030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jha, S. N.e Matsuoka, T. 2005. Determination   of post-harvest storage life of tomato fruits.   J. Food Sci. 42 (6):526-529.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0120-2812200900030000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lopes, S. J.; Dal&quot;ColL&uacute;cio, A.; Storck, L.;   Damo, H. P.; Brun, B.; e dos Santos, V.   J. 2007. Rela&ccedil;&otilde;es de causas e efeito em   espigas de milho relacionadas aos tipos de   h&iacute;bridos. Cienc. Rural 37 (6):1536-1542.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0120-2812200900030000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marchezan, E.; Martins, T. N.; dos Santos,   F. M; e Camargo, E. R. 2005. An&aacute;lise de   coeficiente de trilha para os componentes   de produ&ccedil;&atilde;o em arroz. Cienc. Rural. 35   (5):1027-1033.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0120-2812200900030000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mode, J. C. e Robinson, H. F. 1959. Pleiotropism   and the genetic variance and covariance.   Biometrics 15:518-537.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0120-2812200900030000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Montgomery, D. C. e Peck, E. A. 1981. Introduction   to linear regression analysis. New   York: Wiley. 504 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0120-2812200900030000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Severino, L. S.; Sakiyama, N. S.; Pereira, A.   A.; Miranda, G. V.; Zambolim, L.; e Barros,   U. V. 2002. Associa&ccedil;&otilde;es da produtividade   com outras caracter&iacute;sticas agron&ocirc;micas   de caf&eacute; (<i>Coffea arabica</i> L. Catimor). 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