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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Utilização dos modelos de Langmuir e de Freundlich na adsorção de cobre e zinco em solos Brasileiros]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this work was to evaluate the adsorption of copper and zinc and the influence of soil properties, pH, cation exchange capacity, clay and iron oxide contents, in six natural soils of Minas Gerais State, Brazil. The copper and zinc adsorption curves were plotted for triplicate soil samples (1 g) suspended in 25 mL of solution containing the individual metals in nitrate form prepared in 0.01 mol L-1 CaCl2 in concentrations from 0 to 100 µg mL-1 and 0 to 40 µg mL-1, respectively. The amounts of adsorbed elements in the supernatant were analyzed and fitted to the Langmuir and Freundlich isotherms. The soils with higher clay and iron oxide contents and higher pH (mesoferric dystrophic oxisol, chernosol argiluvic haplic eutric cambisol and Tb) showed the highest adsorption capacity and copper and zinc binding energy, indicating the low availability of the contaminant load to the soil, which can be considered favorable to low contamination a priori. In high availability conditions in Cambisol, Plinthosol Petric concretionary dystrophic and orthic Quartzarenic Neosol latosol, the metals tend to be less adsorbed and/or more weakly retained to the soil constituents, being more prone to contamination.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Contaminação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p><b>    <center><font face="verdana" size="4">Utiliza&ccedil;&atilde;o dos modelos de Langmuir e de Freundlich na adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco em solos Brasileiros</font></center></b></p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Langmuir and Freundlich models applied to copper and zinc adsorption in Brazilian soils</font></center></b></p>     <p><i>    <center>Luc&iacute;lia Alves Linhares, Fernando Barboza Egreja Filho, Vito Modesto de Bellis, Eliz&acirc;ngela Augusta dos Santos, Renato Ianhez</center></i></p>      <p>Instituto de Ci&ecirc;ncias Exatas, Departamento de Qu&iacute;mica, Universidade Federal de Minas Gerais - Avenida Ant&ocirc;nio Carlos, 6627, Pampulha, Belo Horizonte, Minas Gerais, CEP 31270-590, Brasil - Autor para correspond&ecirc;ncia: <a href="mailto:lalinhares@hotmail.com">lalinhares@hotmail.com</a></p>      <p>    <center>Recibido: 15-03-09 Aceptado: 09-07-2010</center></p>  <hr size="1">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>    <center>Resumo</center></b></p>      <p>Objetivou-se com este trabalho estudar o processo de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco em seis solos naturais do Estado de Minas Gerais e avaliar a influ&ecirc;ncia que propriedades dos solos, como pH, capacidade de troca de c&aacute;tions, teores de argila e de &oacute;xidos de ferro exercem no referido processo. Para constru&ccedil;&atilde;o das curvas de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco foram tomados 1 g de solo, em triplicata, suspensos em 25 mL de solu&ccedil;&atilde;o contendo os metais individualmente na forma de nitrato, preparadas em CaCl<sub>2</sub> 0,01 mol L<sup>-1</sup> nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0 a 100 &micro;g mL<sup>-1</sup> e de 0 a 40 &micro;g mL<sup>-1</sup>, respectivamente. A quantidade adsorvida dos elementos foi determinada indiretamente pelas quantidades dos mesmos, determinadas no sobrenadante, ap&oacute;s a adsor&ccedil;&atilde;o e os dados ajustados &agrave; isoterma de Langmuir e de Freundlich. Os solos com maiores teores de argila, &oacute;xidos de ferro e de pH mais elevado (Latossolo Vermelho distr&oacute;fico, Chernossolo Argil&uacute;vico Carbon&aacute;tico saprol&iacute;tico e Cambissolo H&aacute;plico Tb eutr&oacute;fico latoss&oacute;lico), foram os que apresentaram os maiores valores de energia de liga&ccedil;&atilde;o e capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o, obtidos das isotermas de Langmuir. Estes resultados indicam uma baixa disponibilidade desses metais quando presentes no solo como contaminantes. Isso pode ser entendido como condi&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel, &agrave; priori, de menor contamina&ccedil;&atilde;o do len&ccedil;ol fre&aacute;tico.</p>     <p>Para o Plintossolo P&eacute;trico concrecion&aacute;rio distr&oacute;fico, Cambissolo H&aacute;plico Tb distr&oacute;fico t&iacute;pico e Neossolo Quartzar&ecirc;nico &oacute;rtico latoss&oacute;lico os metais tendem ficar menos retidos e ou mais fracamente retidos aos constituintes do solo, tornando-se mais dispon&iacute;veis &agrave; lixivia&ccedil;&atilde;o.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> Contamina&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o, Solo, pH, Argila.</p> <hr size="1">     <p>    <center><b>Abstract</b></center></p>      <p>The objective of this work was to evaluate the adsorption of copper and zinc and the influence of soil properties, pH, cation exchange capacity, clay and iron oxide contents, in six natural soils of Minas Gerais State, Brazil. The copper and zinc adsorption curves were plotted for triplicate soil samples (1 g) suspended in 25 mL of solution containing the individual metals in nitrate form prepared in 0.01 mol L<sup>-1</sup> CaCl<sub>2</sub> in concentrations from 0 to 100 &micro;g mL<sup>-1</sup> and 0 to 40 &micro;g mL<sup>-1</sup>, respectively. The amounts of adsorbed elements in the supernatant were analyzed and fitted to the Langmuir and Freundlich isotherms. The soils with higher clay and iron oxide contents and higher pH (mesoferric dystrophic oxisol, chernosol argiluvic haplic eutric cambisol and Tb) showed the highest adsorption capacity and copper and zinc binding energy, indicating the low availability of the contaminant load to the soil, which can be considered favorable to low contamination a priori. In high availability conditions in Cambisol, Plinthosol Petric concretionary dystrophic and orthic Quartzarenic Neosol latosol, the metals tend to be less adsorbed and/or more weakly retained to the soil constituents, being more prone to contamination.</p>      <p><b>Key words:</b> Contamination, Retention, Soil, pH, Argila</p>  <hr size="1">      <p><b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<center><font face="verdana" size="3">Introdu&ccedil;&atilde;o</font></center></b></p>      <p>Dentre os processos qu&iacute;micos que afetam o comportamento e a disponibilidade de metais pesados no solo, a adsor&ccedil;&atilde;o, ou o ac&uacute;mulo de elementos qu&iacute;micos na interface solo-solu&ccedil;&atilde;o, destaca-se pela sua grande import&acirc;ncia (McBride, 1994). A complexidade das rea&ccedil;&otilde;es envolvidas nesse processo deve-se &agrave;s diversas propriedades do solo, como por exemplo, pH, textura, potencial redox, composi&ccedil;&atilde;o das argilas, mat&eacute;ria org&acirc;nica, capacidade de troca cati&ocirc;nica (CTC), dentre outras. Essas propriedades afetam diferentemente a adsor&ccedil;&atilde;o (Alloway, 1990).</p>     <p>Estudos de adsor&ccedil;&atilde;o envolvendo metais pesados podem ser adequados para predizer o comportamento de &iacute;ons fortemente adsorvidos no solo. Dentre as vantagens de se utilizar tal processo est&aacute; a conveni&ecirc;ncia de representar a rela&ccedil;&atilde;o entre a concentra&ccedil;&atilde;o de metais pesados dissolvidos e adsorvidos no solo, al&eacute;m da possibilidade de se determinar a capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (Harter, 1991).</p>     <p>Um grande n&uacute;mero de modelos de adsor&ccedil;&atilde;o tem sido empregado, sendo os mais comumente citados na literatura aqueles propostos por Langmuir e Freundlich (Sposito, 1989). A equa&ccedil;&atilde;o de Langmuir tornou-se muito atrativa, pois, fornece par&acirc;metros que permitem estimar a capacidade m&aacute;xima de reten&ccedil;&atilde;o de metais pelos solos (b) e suas energias associadas (k). A isoterma de Freundlich, mesmo sem uma base te&oacute;rica &eacute; um modelo emp&iacute;rico que descreve resultados experimentais de adsor&ccedil;&atilde;o. As deriva&ccedil;&otilde;es dos par&acirc;metros (K<sub>F</sub> e n) de Freundlich foram estudadas por Sposito, (1980) que observou uma rela&ccedil;&atilde;o qualitativa entre o par&acirc;metro n e a distribui&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios energ&eacute;ticos na fra&ccedil;&atilde;o dispersa dos col&oacute;ides dos solos. De acordo com o autor, quando n=1, todos os s&iacute;tios energ&eacute;ticos se equivalem e os dados podem ser ajustados ao modelo te&oacute;rico de Langmuir. Entretanto, quando n<font face="symbol" size="2">&#185;</font>1, a distribui&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios energ&eacute;ticos tende a variar com a densidade de adsor&ccedil;&atilde;o. Quanto maior o valor de n, maior a heterogeneidade dos s&iacute;tios de adsor&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o exemplos de bons ajustes das equa&ccedil;&otilde;es de Langmuir e de Freundlich para solos do Brasil, os trabalhos desenvolvidos para cobre por Sodr&eacute; et al., (2001), Silveira et al., (1999), Jord&atilde;o et al., (2000) e para cobre e zinco (Nascimento e Fontes, 2004).</p>      <p>Dentre os que investigam a adsor&ccedil;&atilde;o, poucos s&atilde;o os buscam o ajuste dos dados experimentais utilizando as equa&ccedil;&otilde;es dos modelos em sua forma original (n&atilde;o linearizada). Este m&eacute;todo tem sido recomendado nos &uacute;ltimos anos, pois a lineariza&ccedil;&atilde;o das equa&ccedil;&otilde;es pode acarretar erros na an&aacute;lise de regress&atilde;o e subseq&uuml;ente erro na estimativa dos par&acirc;metros dos modelos (Houng e Lee, 1998).</p>      <p>Dessa forma, a proposta deste estudo foi de investigar o fen&ocirc;meno de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco em seis solos do Estado da Minas Gerais e analisar a influ&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas dos solos sobre os par&acirc;metros obtidos, a fim de que os fatores que influenciam a reten&ccedil;&atilde;o dos elementos possam ser determinados, oferecendo subs&iacute;dios para a previs&atilde;o da disponibilidade desses solos &agrave; contamina&ccedil;&atilde;o pelos metais.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Materiais e m&eacute;todos</font></center></b></p>     <p>Foram coletados horizontes superficiais e subsuperficiais de seis solos, em &aacute;reas n&atilde;o impactadas (<a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06t1.jpg" target="_blank">Tabela 1</a>) da regi&atilde;o sudeste do Estado de Minas Gerais, Brasil. Os solos foram secos ao ar (TFSA), destorroados, passados em peneira com malha de 2 mm de abertura e utilizados para caracteriza&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica e f&iacute;sica. Todos os reagentes utilizados no trabalho foram de grau anal&iacute;tico e todas as an&aacute;lises foram efetuadas em triplicatas.</p>     <p>A determina&ccedil;&atilde;o do pH, a granulometria e a capacidade de troca cati&ocirc;nica (CTC) foram realizadas conforme Embrapa (1997). Para determina&ccedil;&atilde;o dos teores de carbono org&acirc;nico utilizou-se o m&eacute;todo de Walkley-Black (Jackson, 1958). Os teores de ferro cristalino e de ferro amorfo foram extra&iacute;dos com solu&ccedil;&otilde;es de ditionito-citrato-bicarbonato (DCB) e de oxalato &aacute;cido de am&ocirc;nio, de acordo com Mehra e Jackson (1960) e McKeague (1966), respectivamente. Para a determina&ccedil;&atilde;o dos elementos utilizou-se o espectr&ocirc;metro de absor&ccedil;&atilde;o at&ocirc;mica marca Perkin Elmer, modelo Aanalyst 200, por aspira&ccedil;&atilde;o direta das solu&ccedil;&otilde;es aquosas em chama ar-acetileno.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para constru&ccedil;&atilde;o das curvas de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco foram tomados 1 g de solo em pH natural, em triplicata, suspensos em 25 mL de solu&ccedil;&atilde;o com os metais individualmente na forma de nitrato, preparadas em CaCl<sub>2</sub> 0,01 mol L<sup>-1</sup> nas concentra&ccedil;&otilde;es de 0, 10, 20, 40, 60, 80 e 100 &micro;g mL<sup>-1</sup> e de 0, 10, 20, 30, 35 e 40 &micro;g mL<sup>-1</sup>, respectivamente. As solu&ccedil;&otilde;es tiveram seus valores de pH ajustado ao pH original do solo antes do in&iacute;cio do ensaio. As suspens&otilde;es solo-solu&ccedil;&atilde;o foram agitadas por 16 horas em temperatura ambiente, o pH foi novamente medido, em seguida foram centrifugadas a 3000 rpm (1600 g) por dez minutos e os extratos analisados por espectrometria de absor&ccedil;&atilde;o at&ocirc;mica.</p>     <p>As quantidades de cobre e de zinco adsorvidas pelos solos foram calculadas pela diferen&ccedil;a entre a quantidade adicionada e a quantidade remanescente na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio ap&oacute;s adsor&ccedil;&atilde;o. Com os dados experimentais, constru&iacute;ram-se isotermas de adsor&ccedil;&atilde;o, plotando-se a quantidade de metal adsorvido na ordenada e a concentra&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio na abcissa. Com os gr&aacute;ficos plotados, ajustaram-se as equa&ccedil;&otilde;es dos modelos de Langmuir (1) e de Freundlich (2) em sua forma original, de acordo com as express&otilde;es:</p>     <p><img src="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06e1.jpg"></p>     <p>em que: q: &eacute; a quantidade de metal adsorvido em &micro;g g<sup>-1</sup> de solo; Ceq: &eacute; a concentra&ccedil;&atilde;o do metal na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio em &micro;g mL<sup>-1</sup>; b: &eacute; a capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (&micro;g g-1); k: &eacute; a constante relacionada com a energia de liga&ccedil;&atilde;o (&micro;g mL<sup>-1</sup>) do metal no solo; KF &eacute; o coeficiente de adsor&ccedil;&atilde;o de Freundlich, intercepto que indica a capacidade de um solo em reter um soluto (&micro;g g<sup>-1</sup>), e n &eacute; um par&acirc;metro adimensional, que indica a afinidade do solo pelo soluto (Sodr&eacute; et al., 2001). Ap&oacute;s o ajuste dos dados, utilizou-se o modelo de Langmuir para estimar a capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (b) e a constante relacionada com a energia de liga&ccedil;&atilde;o (k). Os par&acirc;metros do modelo de Freundlich (K<sub>F</sub> e n) tamb&eacute;m foram estimados neste trabalho.</p>     <p>Utilizou-se o software <i>Statistic vers&atilde;o 7.0</i> para estimar por an&aacute;lise de regress&atilde;o n&atilde;o linear das isotermas, as quantidades de cobre e de zinco adsorvidos pelos solos. A influ&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas dos solos na capacidade de adsor&ccedil;&atilde;o dos metais foi analisada pela an&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson entre essas vari&aacute;veis.</p>      <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Resultados e discuss&atilde;o</font></center></b></p>     <p><b>Caracter&iacute;sticas da adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e de zinco</b></p>     <p>Os solos apresentam grande variabilidade quanto a propriedades como pH, teores de argila, mat&eacute;ria org&acirc;nica e CTC, que afetam a disponibilidade dos elementos. O pH variou de 4,49 a 7,52 e de 4,30 a 7,46 nos horizontes A e B, respectivamente, com o Plintossolo P&eacute;trico concrecion&aacute;rio distr&oacute;fico (solo 5B) apresentando o menor valor e o Cambissolo H&aacute;plico Tb eutr&oacute;fico latoss&oacute;lico (solo 3A), o maior. Os solos argilosos (1, 2 e 3) apresentam maior potencial de reter contaminantes, que os arenosos (4, 5 e 6), minimizando a lixivia&ccedil;&atilde;o para o len&ccedil;ol fre&aacute;tico (<a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06t2.jpg" target="_blank">Tabela 2</a>).</p>     <p>O ajuste das equa&ccedil;&otilde;es de Langmuir e de Freundlich aos dados de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco, pela forma original das isotermas, foram bons, com elevados coeficientes de determina&ccedil;&atilde;o, sendo que apenas em um caso o coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o foi menor que 0,90 (<a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06t3.jpg" target="_blank">Tabela 3</a>). Estes resultados s&atilde;o concordantes com os ajustes observados por Souza et al., (2006, 2007) utilizando-se do mesmo processo e por Silveira e Alleoni (2003) e Nascimento e Fontes (2004), por meio da lineariza&ccedil;&atilde;o dos dados, indicando que estes modelos se ajustam de forma satisfat&oacute;ria pela forma n&atilde;o linear das isotermas. Entretanto, pela an&aacute;lise de R<sup>2</sup>, notou-se uma aproxima&ccedil;&atilde;o maior da isoterma de Freundlich &agrave;s obtidas experimentalmente, seguidas de perto em alguns casos pela isoterma de Langmuir.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Uma vez que os metais possuem massas molares diferentes, a compara&ccedil;&atilde;o da capacidade de um mesmo solo em adsorver cobre e zinco, s&oacute; pode ser obtida quando os resultados de adsor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima (b) s&atilde;o transformados em mmol kg<sup>-1</sup>, uma vez que a ocupa&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios se d&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o molar (mol kg<sup>-1</sup>) e n&atilde;o em massa. Os valores de adsor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima ou par&acirc;metro b da equa&ccedil;&atilde;o de Langmuir e os valores da constante k relacionada com a energia de liga&ccedil;&atilde;o variaram nos horizontes A e B para o cobre (7,04 a 18.39 e 5.49 a 10.71 mmol kg<sup>-1</sup>) e para zinco (3.88 a 9,59 e 2.49 a 11.76 mmol kg<sup>-1</sup>) em fun&ccedil;&atilde;o de suas caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e qu&iacute;micas (<a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06t4.jpg" target="_blank">Tabela 4</a>).</p>     <p>A mais alta quantidade adsorvida para o cobre e o zinco em ambos os modelos foi obtida para o Cambissolo H&aacute;plico Tb eutr&oacute;fico (solo 3A). No modelo de Langmuir, esta amostra apresentou tanto para o cobre quanto para o zinco a mais alta energia de liga&ccedil;&atilde;o (k), entretanto, quando se avalia o modelo de Freundlich, verifica-se que esta amostra n&atilde;o apresentou o maior valor de n. Em rela&ccedil;&atilde;o aos menores valores obtidos, quando se avalia os par&acirc;metros K<sub>F</sub> e n do modelo de Freundlich para cobre, verifica-se que o Neossolo Quartzar&ecirc;nico &oacute;rtico latoss&oacute;lico (amostra 6B) apresenta os menores valores. Para o zinco os menores valores foram obtidos para o horizonte A do mesmo solo. No modelo de Langmuir, os menores valores de b e de k do cobre foram verificados no Cambissolo (solo 4B) e no Neossolo Quartzar&ecirc;nico &oacute;rtico latoss&oacute;lico (solo 6B), respectivamente, e para os menores valores de adsor&ccedil;&atilde;o do zinco, essa ordem &eacute; invertida.</p>     <p>O cobre apresentou na maior parte das amostras maior capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (b) e de energia de liga&ccedil;&atilde;o (k) provavelmente gra&ccedil;as &agrave; maior seletividade da superf&iacute;cie dos col&oacute;ides por esse elemento. Apesar das amostras 1B, 3B, e 4B apresentarem maiores valores de b para o zinco, os valores de k s&atilde;o em sua maioria menores em rela&ccedil;&atilde;o ao cobre.</p>     <p>Os dados de adsor&ccedil;&atilde;o obtidos do modelo de Freundlich mostram que os valores de K<sub>F</sub> para o cobre foram em sua maioria superior, exceto nas amostras 2A, 2B, 3A e 3B que apresentaram maiores valores de K<sub>F</sub> para o zinco. No entanto, apesar dos valores de K<sub>F</sub> nessas amostras terem sido maiores para o zinco, verificou-se que o par&acirc;metro n do modelo, relacionado com a distribui&ccedil;&atilde;o de s&iacute;tios energ&eacute;ticos nos col&oacute;ides do solo, teve seus valores sempre maiores para o cobre. O par&acirc;metro n neste trabalho com valores sempre superiores a um, indicando de acordo com Sodr&eacute; et al. (2001) a presen&ccedil;a de s&iacute;tios altamente energ&eacute;ticos, teve seus valores variando de 2,01 a 4,41 e de 1,57 a 4,39 para cobre e de 0,97 a 2,29 e 1,30 a 2,58 para zinco, nos horizontes A e B, respectivamente.</p>     <p>Dentre os solos estudados, o zinco foi retido nas amostras 2A, 2B, 3A e 3B com energia bem superior &agrave; for&ccedil;a de reten&ccedil;&atilde;o do cobre pelo modelo de Langmuir. Caracter&iacute;sticas dos solos como baixa acidez, elevados teores de argila, de CTC e de &oacute;xidos de ferro s&atilde;o fatores que favorecem a for&ccedil;a dessa reten&ccedil;&atilde;o. Por outro lado, os baixos teores de argila, de mat&eacute;ria org&acirc;nica, CTC e de &oacute;xidos de ferro dos solos 4 e 6, associados principalmente &agrave; elevada acidez, s&atilde;o fatores que atribu&iacute;ram aos solos os menores valores de b e principalmente de k para a adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e de zinco, tornando- os mais suscept&iacute;veis a disponibilizar os elementos e, por tanto mais 4 suscept&iacute;veis a contamina&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Os par&acirc;metros de adsor&ccedil;&atilde;o de Langmuir mostram que a quantidade de cobre e de zinco adsorvido e suas energias de adsor&ccedil;&atilde;o s&atilde;o na maioria dos solos maior na camada superficial. A alta capacidade de reten&ccedil;&atilde;o de metais nesta camada provavelmente est&aacute; associada ao maior conte&uacute;do de mat&eacute;ria org&acirc;nica presente neste horizonte. Segundo Barros (1994) o cobre exibe uma alta capacidade para interagir quimicamente com componentes org&acirc;nicos e minerais do solo. &eacute; um elemento que apresenta pouca varia&ccedil;&atilde;o em conte&uacute;do no perfil, tendendo a acumular-se na superf&iacute;cie. Isto sugere que a mat&eacute;ria org&acirc;nica deve ser o fator mais importante para explicar as diferentes reten&ccedil;&otilde;es entre as camadas superficiais e subsuperficiais.</p>     <p>Baseado na classifica&ccedil;&atilde;o de Giles (1974) as curvas de adsor&ccedil;&atilde;o obtidas para cobre e zinco mostraram a exist&ecirc;ncia de isotermas tipo L (Langmuir) e H (alta afinidade) para o cobre e tipo C (constante) e L para o zinco. Essa diversidade de tipos de isotermas (C, L e H) pode estar relacionada aos valores adicionados, que talvez n&atilde;o tenham sido suficiente para provocar em alguns casos uma satura&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios de adsor&ccedil;&atilde;o, bem como em fun&ccedil;&atilde;o das diferentes propriedades qu&iacute;micas e f&iacute;sicas das amostras. As <a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06f1.jpg" target="_blank">Figura 1</a> e <a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06f2.jpg" target="_blank">Figura 2</a> mostram as curvas experimentais de adsor&ccedil;&atilde;o para o cobre e nas <a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06f3.jpg" target="_blank">Figura 3</a> e <a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06f4.jpg" target="_blank">Figura 4</a> tem-se as curvas de adsor&ccedil;&atilde;o de zinco, bem como os ajustes segundo os modelos de Langmuir e Freundlich. As rela&ccedil;&otilde;es entre os teores de cobre e de zinco na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio e os adsorvidos no solo indicam que os solos s&atilde;o diferentes quanto &agrave; afinidade de adsor&ccedil;&atilde;o dos elementos. Nas concentra&ccedil;&otilde;es iniciais a maior parte do cobre e do zinco adicionado aos solos foi adsorvido, caracterizando forte afinidade dos seus constituintes para com os metais, principalmente quando estes est&atilde;o em baixas concentra&ccedil;&otilde;es no meio. Entretanto, &agrave; medida que a concentra&ccedil;&atilde;o inicial aumenta as quantidades adsorvidas tendem ser constantes indicando poss&iacute;vel satura&ccedil;&atilde;o dos s&iacute;tios de adsor&ccedil;&atilde;o. A maior afinidade do cobre nos solos 1, 2 e 3 em rela&ccedil;&atilde;o aos solos 4, 5 e 6 (Tabela 2) foram tamb&eacute;m verificadas pelas baixas concentra&ccedil;&otilde;es do elemento na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio nas primeiras amostras. Os solos 4, 5 e 6 apresentaram menor afinidade pelo zinco, como pode ser constatado pela maior concentra&ccedil;&atilde;o desse elemento na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio.</p>     <p>No grupo dos solos com maior capacidade adsortiva para o cobre e zinco (1, 2 e 3), as maiores afinidades de adsor&ccedil;&atilde;o foram encontradas para o Chernossolo Argil&uacute;vico e para o Cambissolo H&aacute;plico Tb distr&oacute;fico (solos 2A, 2B e 3A). A rela&ccedil;&atilde;o entre os teores de cobre na solu&ccedil;&atilde;o de equil&iacute;brio e os adsorvidos mostra que os solos 2 e 3 apresentam um perfil diferente para suas isotermas, assemelhando-se &agrave;s isotermas do tipo H, indicando alta afinidade de adsor&ccedil;&atilde;o. Os perfis diferenciados destes solos sugerem que o processo de adsor&ccedil;&atilde;o possa ter ocorrido em mais de uma etapa. Esta divis&atilde;o &eacute; baseada na hip&oacute;tese de que cada por&ccedil;&atilde;o da curva surge de diferentes tipos de s&iacute;tios de adsor&ccedil;&atilde;o. Tal comportamento foi observado por Silveira et al. (1999) que estudando a adsor&ccedil;&atilde;o de cobre em solos argilosos relataram que o cobre estaria ligado aos s&iacute;tios energ&eacute;ticos dos col&oacute;ides dos solos sob duas ou mais formas distintas. A primeira regi&atilde;o apresentando elevados valores de k e baixa capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (b). Acredita- se que nessa regi&atilde;o o solo adsorve uma quantidade relativamente baixa de cobre, mas a energia que o mant&eacute;m adsorvido pode ser caracterizado pela forma&ccedil;&atilde;o de complexos altamente est&aacute;veis.</p>									     <p><b>An&aacute;lise de correla&ccedil;&atilde;o dos dados</b></p>     <p>A correla&ccedil;&atilde;o entre os par&acirc;metros de adsor&ccedil;&atilde;o do cobre e as propriedades qu&iacute;micas e f&iacute;sicas dos solos mostra uma correla&ccedil;&atilde;o significativa entre b, k, K<sub>F</sub> e n e os valores de pH (0,76*, 0,69*, 0,75* e 0,75*) e entre b e os teores de mat&eacute;ria org&acirc;nica (0,73*) (<a href="img/revistas/acag/v59n3/v59n3a06t5.jpg" target="_blank">Tabela 5</a>). A correla&ccedil;&atilde;o significativa com os teores de mat&eacute;ria org&acirc;nica para o cobre sugere que este constituinte, provavelmente, &eacute; um dos s&iacute;tios mais ativos de adsor&ccedil;&atilde;o do metal. O cobre tamb&eacute;m mostrou correla&ccedil;&atilde;o significativa entre os par&acirc;metros b, k e KF e os teores de &oacute;xidos de alum&iacute;nio e entre n e os teores de &oacute;xidos de ferro amorfos, constituintes importantes na reten&ccedil;&atilde;o desse metal. Para o cobre, o pH teve maior influ&ecirc;ncia sobre a capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o do que a energia de liga&ccedil;&atilde;o. Neste caso, o pH &eacute; importante n&atilde;o somente na produ&ccedil;&atilde;o de cargas negativas, mas principalmente no favorecimento de rea&ccedil;&otilde;es de adsor&ccedil;&atilde;o espec&iacute;ficas mais fortes entre os metais, a mat&eacute;ria org&acirc;nica e &oacute;xidos, uma vez que correla&ccedil;&atilde;o significativa com esses par&acirc;metros foi verificada.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o de zinco (b) e sua energia de liga&ccedil;&atilde;o (k), foram influenciadas pelo pH, como verificado pelo coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o linear simples (0,66* e 0,91*). A capacidade de troca cati&ocirc;nica n&atilde;o afetou a adsor&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima, mas teve influ&ecirc;ncia sobre a energia de liga&ccedil;&atilde;o (0,71*). Tamb&eacute;m houve correla&ccedil;&atilde;o significativa entre os valores de K<sub>F</sub> e de n e os valores de pH (0,76* e 0,90*) e entre n e a CTC (0,74*). Para o zinco, o pH afetou mais a energia de adsor&ccedil;&atilde;o (k) do que a capacidade m&aacute;xima de adsor&ccedil;&atilde;o (b). Neste caso, o pH pode atuar como gerador de carga negativa por adsor&ccedil;&atilde;o eletrost&aacute;tica, principalmente nas amostras que adsorveram o elemento com menor energia.</p>     <p>No estudo de correla&ccedil;&atilde;o para zinco, a rela&ccedil;&atilde;o verificada entre os par&acirc;metros de adsor&ccedil;&atilde;o e os valores de pH pode indicar que rea&ccedil;&otilde;es de adsor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o espec&iacute;fica de menor estabilidade podem ocorrer em algumas amostras, uma vez que houve influ&ecirc;ncia da CTC na for&ccedil;a de reten&ccedil;&atilde;o do metal. A rela&ccedil;&atilde;o entre os menores valores de b, k, KF e n obtidos para o zinco, principalmente nos solos 4 e 6 em conjunto com os menores valores de pH e maiores teores de areia podem retratar a maior disponibilidade dos mesmos. Para o zinco n&atilde;o foi verificada correla&ccedil;&atilde;o significativa entre os par&acirc;metros de adsor&ccedil;&atilde;o e os teores de mat&eacute;ria org&acirc;nica dos solos, por&eacute;m uma importante rela&ccedil;&atilde;o foi encontrada entre os valores de b e os teores de &oacute;xidos de ferro amorfo e &oacute;xidos de alum&iacute;nio cristalino e entre b e os teores de &oacute;xidos de alum&iacute;nio amorfo.</p>     <p>&Eactue; conhecida a import&acirc;ncia da argila na reten&ccedil;&atilde;o de elementos, como o cobre e o zinco. No estudo de correla&ccedil;&atilde;o para o cobre houve influ&ecirc;ncia significativa dos teores de argila sobre o par&acirc;metro n e entre os teores de areia e os par&acirc;metros K<sub>F</sub> e n. Para o zinco foi verificada correla&ccedil;&atilde;o significativa entre b e n e os teores de argila e de areia. No entanto, embora algumas das correla&ccedil;&otilde;es tenham sido significativas, as correla&ccedil;&otilde;es negativas encontradas com os teores de areia sugerem que as rea&ccedil;&otilde;es que promovem a reten&ccedil;&atilde;o de elementos nos solos ocorrem sempre nas fra&ccedil;&otilde;es mais finas e que solos de textura mais grosseira devem favorecer a mobilidade desses metais.</p>     <p>Apesar de serem in&uacute;meros os fatores que afetam a adsor&ccedil;&atilde;o de zinco e de cobre, o pH tem a grande influ&ecirc;ncia nos processos de adsor&ccedil;&atilde;o. O pH &eacute; o principal fator que rege os processos de adsor&ccedil;&atilde;o e a disponibilidade de elementos nos solos, devido &agrave; modifica&ccedil;&atilde;o na esp&eacute;cie met&aacute;lica em solu&ccedil;&atilde;o e para defini&ccedil;&atilde;o da carga l&iacute;quida na superf&iacute;cie de adsor&ccedil;&atilde;o (McBride e Blasiak, 1979; Harter, 1983; Machado e Pavan, 1987; Casagrande et al., 2004).</p>      <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Conclus&otilde;es</font></center></b></p>  <ul>     <li>Os modelos de Langmuir e de Freundlich adequaram-se bem aos resultados experimentais da adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco pelos solos, na faixa de concentra&ccedil;&atilde;o estudada.</li>     <li>A adsor&ccedil;&atilde;o do zinco foi caracterizada por mecanismos predominantemente eletrost&aacute;ticos, com adsor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o espec&iacute;fica, sendo o pH e a CTC os atributos dos solos mais influentes, enquanto a adsor&ccedil;&atilde;o do cobre caracterizou-se como predominantemente espec&iacute;fica, com participa&ccedil;&atilde;o importante dos &oacute;xidos de ferro e de alum&iacute;nio.</li>     <li>Considerando-se que a reten&ccedil;&atilde;o mais fraca de metais nas superf&iacute;cies s&oacute;lidas dos solos &eacute; um indicativo de disponibilidade e de capacidade de lixivia&ccedil;&atilde;o, os resultados obtidos permitem identificar que o cobre e o zinco nos solos 4, 5 e 6 mostraram-se fracamente e/ou menos retidos, apresentando portanto, maior risco de contamina&ccedil;&atilde;o, principalmente em solos mais &aacute;cidos, com pouca mat&eacute;ria org&acirc;nica, baixos teores de &oacute;xidos de ferro e com baixa CTC. A disponibilidade dos elementos nos solos 1, 2 e 3 foi menor apresentando-se nesse caso menor risco de contamina&ccedil;&atilde;o do ambiente.</li>     </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Agradecimentos</font></center></b></p>      <p>Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico pela concess&atilde;o da bolsa de estudo.</p>      <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">References</font></center></b></p>      <!-- ref --><p>Alloway, B. J. 1990. Heavy metals in soils. New York: Wiley, p. 11-37, 339 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0120-2812201000030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barros, M. C. P.; Paula, M. O. O. 1994. Caracteriza&ccedil;&atilde;o f&iacute;sico-qu&iacute;mica do &aacute;cido h&uacute;mico de solo de Canan&eacute;ia e de sua intera&ccedil;&atilde;o com Fe (III), Cu (II) e Cd (II). <i>Qu&iacute;mica Nova</i>. 17 (5): 376-380.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0120-2812201000030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Casagrande, J. C.; Alleoni, L. R. F.; Camargo, O. A.; Ardone, A. D. 2004. Effects of pH and ionic strength on zinc sorption by a variable charge soil. <i>Communications in Soil Science and Plant Analysis</i>, 35(15-16): 2087-2095.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0120-2812201000030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria. 1997. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Manual de m&eacute;todos de an&aacute;lise de solo. 2.ed. Rio de Janeiro, 212 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0120-2812201000030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Giles, C. H.; Smith, D.; Huitson, A. 1974. A general treatment and classification of the solute adsorption isotherm. I. <i>Theoretical Journal of Colloid and Interface Science</i>, 47: 755-765.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0120-2812201000030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harter, R. D. 1991. Micronutrient adsorptiondesorption       reactions in soils. p. 59-88. In: J. J. Mortverdt,; Cox F. R.; Shuman, L. M.; Welch, R. M. (ed.). Micronutrient in the               agriculture. Madison: <i>Soil Science Society of                 America</i><i>,</i>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0120-2812201000030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harter R. D. 1983. Effect of soil pH on adsorption of lead, copper, zinc and nickel. <i>Soil Science Society of America Journal.</i> 47: 47-51.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0120-2812201000030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Houng, K. H.; Lee, Y. D. 1998. Comparisons of linear and nonlinear Langmuir and Freundlich curve-fit in the study of Cu, Cd and Pb adsorption on Taiwan soils. <i>Soil Science</i>, 163 (2): 115-121.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0120-2812201000030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jackson, M. L. 1958. Soil Chemical Analysis, 6 ed. Madison: University of Wisconsin, 498 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0120-2812201000030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jord&atilde;o, C. P.; Alves, N. M.; Pereira, J. L.; Bellato, C. R. 2000. Adsor&ccedil;&atilde;o de &iacute;ons Cu<sup>2+</sup> em Latossolo Vermelho-Amarelo H&uacute;mico. <i>Qu&iacute;mica Nova</i>. 23(1).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0120-2812201000030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Machado, P. L. O.; Pavan, M. A. 1987. Adsor&ccedil;&atilde;o de zinco por alguns solos do Paran&aacute;. <i>Revista brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 11 (2): 253-256.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0120-2812201000030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McBride, M. B.; Blasiak, J. J. 1979. Zinc and copper solubility as a function of pH in an acid soil. <i>Soil Science Society of America Journal</i>, 43: 866-870.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0120-2812201000030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McBride, M. B. 1994. Environmental chemistry of soils. New York: Oxford University Press, 406 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0120-2812201000030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McKeague, J. A.; Day, J. H. 1966. Dithionite and oxalate-extractable Fe and Al as aids in differentiating various classes of soil. <i>Canadian of Soil Science</i>, 46: 13-22.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0120-2812201000030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mehra, O. P.; Jackson, M. L. 1960. Iron oxide removal from soils and clays by a dithionite-citrate system buffered with sodium bicarbonate. In: <i>Clays &amp; Clay Mineral Conference</i>, Proceedings. London, 7: 317-327.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0120-2812201000030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Nascimento, C. W. A.; Fontes, R. L. F. 2004. Correla&ccedil;&atilde;o entre caracter&iacute;sticas de Latossolos e par&acirc;metros de equa&ccedil;&otilde;es de adsor&ccedil;&atilde;o de cobre e zinco. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, 28 (6): 965-971.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0120-2812201000030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sposito, G. 1989. The chemistry of soils. New York: Oxford University Press, 277 p.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0120-2812201000030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sposito, G. 1980. Derivation of the Freundlich Equation for Ion Exchange Reactions in Soils <i>Soil Science Society y America Journal.</i> 44: 652-654.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0120-2812201000030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sodr&eacute;, F. F.; Lenzi, E.; Costa, A. C. S. 2001. Utiliza&ccedil;&atilde;o de modelos f&iacute;sico qu&iacute;micos de adsor&ccedil;&atilde;o no estudo do comportamento do cobre em solos argilosos. <i>Qu&iacute;mica Nova</i>, 24 (3): 324-330.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0120-2812201000030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silveira, M. L. A.; Alleoni, L. R. F.; Casagrande, J. C.; Camargo, O. A. 1999. 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