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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Polpa de camu-camu (Myrciaria dubia) submetida à radiação gama]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pulp of camu-camu (Myrciaria dubia) subjected to gamma radiation]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Amazonian fruit camu-camu, Myrciaria dubia, has a high content of vitamin C, anthocyanins, carotenoids and phenolic compounds, factors that make this fruit will be positioned in the consumer preference of exotic fruits. Ionizing radiation has been used to extend the life of the products, while preserving the intrinsic qualities and nutritional. Thus, the aim was to study the gamma radiation as an alternative method in preserving the pulp of camu-camu. The pulp of the fruit samples were subjected to doses 0 (control), 2, 4 and 6 kGy. They were then stored at 6 ºC and at room temperature (26 ºC), and evaluated as to the color, pH, titratable acidic, soluble solids, vitamin C, phenolic compounds and anthocianins in periods 1 and 15 days of storage. The pH, soluble solids, total acidity attributes and phenolic compounds were not affected by irradiation and storage temperature in both periods analyzed. Vitamin C also did not change with irradiation, but the cold storage levels remained more constant. The color was the most affected attribute by irradiation and storage at room temperature. Therefore, gamma radiation was not effective in storage of the pulp of this fruit in any of the proposed storage temperatures.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <hr size="1"><font face="verdana" size="2">     <p><font face="verdana" size="2"><b><i>Agroindustria</i></b></font></p> <hr size="1">     <p><b>    <center><font face="verdana" size="4">Polpa de camu-camu (<i>Myrciaria dubia</i>) submetida &agrave; radia&ccedil;&atilde;o gama </font></center></b></p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Pulp of camu-camu (<i>Myrciaria dubia</i>) subjected to gamma radiation</font></center></b></p>     <p><i>    <center>Jacqueline de Oliveira<sup>1*</sup>, Ana Carolina Leme Castelucci<sup>2</sup>, Paula Porrelli Moreira da Silva<sup>3</sup>, Guilherme Mei Silva<sup>4</sup>, Marta Helena Fillet Spoto<sup>5</sup></center></i></p>     <p>(1) Mestre em Ci&ecirc;ncias, Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), Departamento de Agroind&uacute;stria, Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o, Av. P&aacute;dua Dias, 11; Caixa Postal 9, CEP 13.418-900, Piracicaba, SP, Brasil.     <br>(2) Universidade de S&atilde;o Paulo, Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA/USP), Av. Centen&aacute;rio, 303, Caixa Postal 96, CEP 13416-000, Piracicaba, SP, Brasil.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>(3) Doutor em Ci&ecirc;ncias, Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), Departamento de Ci&ecirc;ncias Biol&oacute;gicas, Av. P&aacute;dua Dias, 11; Caixa Postal 9, CEP 13.418-900, Piracicaba, SP, Brasil.     <br>(4) Mestre em Ci&ecirc;ncias, Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), Departamento de Agroind&uacute;stria, Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o, Av. P&aacute;dua Dias, 11; Caixa Postal 9, CEP 13.418-900, Piracicaba, SP, Brasil.     <br>(5) Professor Doutor, Universidade de S&atilde;o Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP), Departamento de Agroind&uacute;stria, Alimentos e Nutri&ccedil;&atilde;o, Av. P&aacute;dua Dias, 11; Caixa Postal 9, CEP 13.418-900, Piracicaba, SP, Brasil.     <br>* Autor correspondente: <a href="mailto:jacquelineot@hotmail.com">jacquelineot@hotmail.com</a></p>     <p>    <center>Rec.27.01.12 Acept.: 30.09.13</center></p>     <p><b>    <center>Resumo</center></b></p>     <p>O fruto amaz&#244;nico camu-camu, <i>Myrciaria dubia</i>, possui elevado teor de vitamina C, antocianinas, caroten&oacute;ides e compostos fen&oacute;licos, fatores que fazem com este fruto venham se posicionando na prefer&ecirc;ncia dos consumidores de frutas ex&oacute;ticas. A radia&ccedil;&atilde;o ionizante tem sido utilizada para aumentar a vida &uacute;til dos produtos, al&eacute;m de preservar qualidades intr&iacute;nsecas e nutricionais. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi estudar a radia&ccedil;&atilde;o gama como m&eacute;todo alternativo na conserva&ccedil;&atilde;o da polpa de camu-camu. As amostras de polpa do fruto foram submetidas &agrave;s doses 0 (controle), 2, 4, e 6 kGy. Em seguida, foram armazenadas a 6 &deg;C e &agrave; temperatura ambiente (26 &deg;C), e avaliadas quanto a cor, pH, acidez titul&aacute;vel, teores de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, vitamina C, compostos fen&oacute;licos e antocianinas nos per&iacute;odos 1 e 15 dias de armazenamento. Os atributos pH, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, compostos fen&oacute;licos e acidez total, n&atilde;o foram afetados pela irradia&ccedil;&atilde;o e pela temperatura de armazenamento nos dois per&iacute;odos analisados. A vitamina C tamb&eacute;m n&atilde;o se alterou com a irradia&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m o armazenamento refrigerado manteve os teores mais constantes. A cor foi o atributo mais afetado pela irradia&ccedil;&atilde;o e pelo armazenamento &agrave; temperatura ambiente. Portanto, a radia&ccedil;&atilde;o gama n&atilde;o se mostrou eficaz no armazenamento da polpa desta fruta em nenhuma das temperaturas propostas.</p>     <p><b>Palavras chave::</b> Amaz&#244;nia, antocianinas, conserva&ccedil;&atilde;o de alimentos, processamento n&atilde;o t&eacute;rmico, vitamina C.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><b>Abstract</center></b></p>     <p>The Amazonian fruit camu-camu, <i>Myrciaria dubia</i>, has a high content of vitamin C, anthocyanins, carotenoids and phenolic compounds, factors that make this fruit will be positioned in the consumer preference of exotic fruits. Ionizing radiation has been used to extend the life of the products, while preserving the intrinsic qualities and nutritional. Thus, the aim was to study the gamma radiation as an alternative method in preserving the pulp of camu-camu. The pulp of the fruit samples were subjected to doses 0 (control), 2, 4 and 6 kGy. They were then stored at 6 &deg;C and at room temperature (26 &deg;C), and evaluated as to the color, pH, titratable acidic, soluble solids, vitamin C, phenolic compounds and anthocianins in periods 1 and 15 days of storage. The pH, soluble solids, total acidity attributes and phenolic compounds were not affected by irradiation and storage temperature in both periods analyzed. Vitamin C also did not change with irradiation, but the cold storage levels remained more constant. The color was the most affected attribute by irradiation and storage at room temperature. Therefore, gamma radiation was not effective in storage of the pulp of this fruit in any of the proposed storage temperatures.</p>     <p><b>Key words:</b> Amazon, anthocyanins, food preservation, non-thermal process, vitamin C.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Introdu&ccedil;&atilde;o</font></center></b></p>     <p>O consumo de camu-camu, <i>Myrciaria dubia</i>, &eacute; crescente em diferentes pa&iacute;ses, internacionalmente a fruta posicionou-se na prefer&ecirc;ncia dos consumidores de frutas tropicais ex&oacute;ticas, especialmente pelo seu alto teor de &aacute;cido asc&oacute;rbico, rica fonte de fibras, antocianinas e minerais como pot&aacute;ssio e c&aacute;lcio (Rodrigues <i>et al</i>., 2006). A presen&ccedil;a destes compostos despertou o interesse de importadores do Jap&atilde;o, Europa e EUA, sendo o Peru o principal exportador (Ar&eacute;valo Pinedo, 2007).</p>     <p>Apesar da import&acirc;ncia do aumento da produ&ccedil;&atilde;o e do consumo desta esp&eacute;cie frut&iacute;fera nativa, pouco tem sido estudado em rela&ccedil;&atilde;o ao p&oacute;s-colheita, fator este em que o conhecimento &eacute; essencial para gerar subs&iacute;dios t&eacute;cnicos que visem &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de tecnologias de conserva&ccedil;&atilde;o, amplia&ccedil;&atilde;o do tempo de armazenamento e comercializa&ccedil;&atilde;o, sem, contudo, alterar caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas, sensoriais e nutricionais dos frutos.</p>     <p>O tratamento de alimentos com energia ionizante &eacute; um conhecido m&eacute;todo que visa melhorar a seguran&ccedil;a de diversos alimentos, reduzindo ou eliminando agentes patog&ecirc;nicos de origem alimentar e sendo efetivo na preserva&ccedil;&atilde;o de compostos nutricionais (Arvanitoyannis <i>et al</i>., 2009). Tem havido um crescente reconhecimento da import&acirc;ncia de irradia&ccedil;&atilde;o na ind&uacute;stria de alimentos em pa&iacute;ses desenvolvidos e pa&iacute;ses em desenvolvimento. Mais de 50 pa&iacute;ses j&aacute; aprovaram por volta de 60 g&ecirc;neros aliment&iacute;cios a ser irradiado para o consumo local e/ou para exporta&ccedil;&atilde;o, e aproximadamente 40 pa&iacute;ses est&atilde;o usando a irradia&ccedil;&atilde;o de alimentos (Kume <i>et al</i>., 2009).</p>     <p>O objetivo do presente estudo foi verificar a viabilidade de conserva&ccedil;&atilde;o de polpa de camu- camu submetida ao processo de radia&ccedil;&atilde;o gama e armazenada em temperaturas (6 &deg;C e 26 &deg;C) por meio de avalia&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e qu&iacute;micas; visando-se a redu&ccedil;&atilde;o dos custos da cadeia do frio no processo de comercializa&ccedil;&atilde;o do produto.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Material e m&eacute;todos</font></center></b></p>     <p>Os frutos utilizados foram obtidos de produtores da regi&atilde;o do Vale do Ribeira (Registro, Latitude -21,6717; Longitude -47.5461), localizado no sul do Estado de S&atilde;o Paulo, Brasil. A colheita foi realizada manualmente, sendo selecionados os frutos maduros. Os frutos foram imediatamente transportados ao local de despolpa (Piracicaba/SP/Brasil – Latitude 22&deg; 43' 31&#34;; Longitude 47&deg; 38' 57&#34;), onde foram selecionados visualmente quanto &agrave; dimens&atilde;o de 2 a 3 cm de di&acirc;metro, cor casca vermelha e sanidade isentos de injurias; imersos em solu&ccedil;&atilde;o de hipoclorito de s&oacute;dio (200 ppm) por 15 min; posteriormente lavados com &aacute;gua e despolpados em despolpadora de a&ccedil;o inox modelo Bonina Compacta (NPC Metal&uacute;rgica Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Ltda., Itabuna, BA, Brazil). Por fim, a polpa foi acondicionada manualmente em bolsas de polietileno com capacidade de 100 ml, selada e congelada em c&acirc;mara de congelamento a -18 &deg;C at&eacute; o momento do tratamento por irradia&ccedil;&atilde;o. A radia&ccedil;&atilde;o gama foi realizada no Instituto de Pesquisas Energ&eacute;ticas e Nucleares (IPEN), S&atilde;o Paulo, SP. Utilizou-se irradiador multiprop&oacute;sito, provido de cobalto 60, com doses 0 (controle), 2, 4 e 6 kGy.</p>     <p>Ap&oacute;s o tratamento com irradia&ccedil;&atilde;o, as amostras foram armazenadas &agrave; temperatura ambiente (26 &deg;C) e sob refrigera&ccedil;&atilde;o (6 &deg;C em BOD), sendo ent&atilde;o avaliadas nos per&iacute;odos 1 e 15 dias de armazenamento ap&oacute;s o processamento, em triplicata, quanto &agrave;s an&aacute;lises: (1) cor instrumental: avaliada atrav&eacute;s do color&iacute;metro Color Meter-Minolta 200b, obtendo-se os valores L (Luminosidade), &acirc;ngulo de cor Hue (graus), e Cromaticidade (Croma), de acordo com o espa&ccedil;o de cor Cielab (Minolta, 1998); (2) pH determinado em potenci&#244;metro da marca Marconi, segundo m&eacute;todo n&deg; 981.12 da AOAC (2005); (3) acidez titul&aacute;vel (g &aacute;cido c&iacute;trico 100/g polpa), determinada e calculada por titulometria a partir do volume em mL de NaOH 1 M e potenci&#244;metro, segundo m&eacute;todo n&deg; 942.15B da AOAC (2005); (4) teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis (&deg;Brix) quantificado em refrat&#244;metro Auto Abbe, modelo 10500/10501, Leica, segundo m&eacute;todo 932.12 da AOAC (2005); (5) teor de &aacute;cido asc&oacute;rbico (g &aacute;cido asc&oacute;rbico 100/g) determinado pelo M&eacute;todo 967.21 – 45.1.14 da AOAC (2005); (6) antocianinas totais (mg equivalente cianidina 3-glicos&iacute;deo 100/g): determinada segundo m&eacute;todo n&deg; 2005.02 da AOAC (2005); e (7) compostos fen&oacute;licos totais (mg de &aacute;cido g&aacute;lico 100/g) determinados segundo o m&eacute;todo espectrofotom&eacute;trico de Folin Ciocalteau utilizando &aacute;cido g&aacute;lico como padr&atilde;o, conforme a recomenda&ccedil;&atilde;o de Singleton e Rossi (1965).</p>     <p>O delineamento experimental do trabalho foi o inteiramente aleatorizado, em esquema fatorial 4 x 2 x 2, sendo quatro tratamentos (0, 2, 4 e 6 kGy), temperaturas de armazenamento 6 &deg;C e 26 &deg;C, per&iacute;odos de an&aacute;lise 1 e 15 dias, utilizando-se tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es de cada tratamento-temperatura. Os resultados obtidos quanto aos valores de pH, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, acidez titul&aacute;vel, vitamina C, antocianinas, compostos fen&oacute;licos e cor foram avaliados utilizando-se Anova e feita a compara&ccedil;&atilde;o das m&eacute;dias atrav&eacute;s do teste de Tukey (p &lt; 0.05), utilizando o sistema estat&iacute;stico SAS (1996).</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Resultados e discuss&atilde;o</font></center></b></p>     <p><b>Cor instrumental (luminosidade, cromaticidade e &acirc;ngulo de cor hue)</b></p>     <p>Para a luminosidade, os valores de L* variaram com as diferentes doses de radia&ccedil;&atilde;o e nas diferentes condi&ccedil;&otilde;es de armazenamento (<a href="img/revistas/acag/v62n1/v62n1a02t1.jpg" target="blank">Tabela 1</a>). No segundo per&iacute;odo de armazenamento (15 dias) houve aumento da luminosidade em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro per&iacute;odo, em todos os tratamentos, possivelmente devido &agrave; degrada&ccedil;&atilde;o das antocianinas. J&aacute; no primeiro per&iacute;odo houve um aumento gradual dos valores de L* conforme a eleva&ccedil;&atilde;o da dose de irradia&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Os valores do &acirc;ngulo de cor Hue diminu&iacute;ram conforme o aumento da dose de irradia&ccedil;&atilde;o, a polpa n&atilde;o irradiada (controle) visualmente apresentou um rosa intenso e ap&oacute;s ser irradiada com 6 kGy tornou-se rosa claro (<a href="img/revistas/acag/v62n1/v62n1a02t2.jpg" target="blank">Tabela 2</a>). Houve tamb&eacute;m decr&eacute;scimo do &acirc;ngulo de cor Hue durante o per&iacute;odo de armazenamento em temperatura ambiente, inicialmente (dia 1) a polpa apresentava colora&ccedil;&atilde;o rosa intenso, tornando-se amarela no final do per&iacute;odo.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O &iacute;ndice Cromaticidade (Croma) define a intensidade da cor, assumindo valores pr&oacute;ximos a zero para cores neutras e pr&oacute;ximos a 60 para cores v&iacute;vidas. Os dados de Croma das amostras estudadas indicaram a perda da colora&ccedil;&atilde;o viva da polpa durante a estocagem, principalmente no armazenamento em temperatura ambiente (Tabela 1).</p>      <p><b>pH, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, acidez titul&aacute;vel e vitamina C</b></p>     <p>As diferentes doses de irradia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o influenciaram de forma significativa os valores de pH na polpa de camu-camu (Tabela 2) e foi observada diminui&ccedil;&atilde;o do pH ap&oacute;s 15 dias de armazenamento principalmente nas amostras armazenadas &agrave; 26 &deg;C. O mesmo aconteceu no trabalho de Santillo (2011) em que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa para pH e teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis (&deg;brix) em uvas irradiadas a 0, 0.5, 1, 1.5 e 2 kGy e armazenadas por 21 dias. Zanata <i>et. al</i> (2005) e Maeda e Andrade (2003) encontraram em n&eacute;ctar de camu-camu valores de pH de 2.4 e 3.2, respectivamente, que s&atilde;o muito pr&oacute;ximos ao apresentado neste trabalho.</p>     <p>O teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis praticamente n&atilde;o se alterou com a aplica&ccedil;&atilde;o da radia&ccedil;&atilde;o, apresentando valores m&eacute;dios (dia 1) de 6.4 &deg;brix nas doses de 2 e 4 kGy e de 6.3 &deg;brix na dose de 6 kGy. O valor m&eacute;dio encontrado no controle (dia 1) foi de 5.5 &deg;brix, pr&oacute;ximo ao encontrado nos trabalhos de Maeda e Andrade (2003) em que o valor para camucamu foi de 5.6 &deg;brix. Os dados revelaram que a radia&ccedil;&atilde;o gama aplicada n&atilde;o interferiu no comportamento do pH e no teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis da polpa de camu-camu, uma vez que o controle (sem irradia&ccedil;&atilde;o) teve comportamento semelhante aos demais.</p>     <p>Para a acidez titul&aacute;vel n&atilde;o houve diferen&ccedil;a (P &gt; 0.05) quanto &agrave;s doses de irradia&ccedil;&atilde;o e a temperatura de armazenamento, exceto para a polpa irradiada com 6 kGy mantida sob refrigera&ccedil;&atilde;o. Houve diferen&ccedil;a (P &lt; 0.05) entre os per&iacute;odos, exceto para o controle refrigerado, corroborando os resultados de pH obtidos. Para os diferentes tratamentos, ap&oacute;s 15 dias as amostras armazenadas a temperatura ambiente apresentaram queda da acidez e as refrigerada aumento (Tabela 2).</p>     <p>Os valores encontrados de vitamina C para as polpas de camu camu foram relativamente altos se comparados a outras frutas. Rufino <i>et al</i>. (2010) encontraram teores de 1357 mg de &aacute;cido asc&oacute;rbico/100g em acerola, fruta reconhecida como fonte deste composto. As diferentes doses de irradia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o interferiram no teor de vitamina C da polpa no primeiro per&iacute;odo. O que pode ter contribu&iacute;do para estabilidade da vitamina C &eacute; que quando este composto esta presente em altas concentra&ccedil;&otilde;es a taxa de degrada&ccedil;&atilde;o do mesmo &eacute; reduzido (Maeda <i>et al</i>., 2007).</p>     <p>A causa da altera&ccedil;&atilde;o nos teores desta vitamina pode ser devido &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de armazenamento, pois nota-se que no armazenamento refrigerado os teores se mantiveram mais constantes. Ap&oacute;s 28 dias de armazenamento a -18 &deg;C, Justi <i>et al</i>. (2000) encontraram redu&ccedil;&atilde;o de 23% no conte&uacute;do de vitamina C na polpa de camu-camu. J&aacute; Lima <i>et al</i>. (2009) estudando o efeito da radia&ccedil;&atilde;o gama nos teores de &aacute;cido asc&oacute;rbico em Buriti encontraram redu&ccedil;&atilde;o significativa de 27% e 25% nas doses de 0.5 kGy e 1 kGy, respectivamente, se comparadas &agrave; amostra controle.</p>     <p>De forma geral a concentra&ccedil;&atilde;o de vitamina C pode variar por influ&ecirc;ncia do oxig&ecirc;nio, do pH, do tempo e temperatura de armazenamento, da varia&ccedil;&atilde;o natural da composi&ccedil;&atilde;o de frutos nativos, bem como da facilidade de oxida&ccedil;&atilde;o (Silva <i>et al</i>., 2004).</p>     <p><b>Antocianinas e compostos fen&oacute;licos</b></p>     <p>Foram encontrados valores relativamente baixos de antocianinas na polpa de camu camu (0.4 mg/100 g nas amostras controle), se comparadas &agrave;s de outros estudos com camu camu que obtiveram 30 mg/100g (Genovese <i>et al</i>., 2008) e 42.2 mg/100g (Rufino <i>et al</i>., 2010). Nota-se que, com o aumento das doses de irradia&ccedil;&atilde;o houve um decr&eacute;scimo no teor de antocianinas, isso pode ser devido &agrave; instabilidade deste pigmento quando exposto &agrave; luz ultravioleta e vis&iacute;vel ou outras fontes de radia&ccedil;&atilde;o ionizante (Iacobucci e Sweeny, 1983). No segundo per&iacute;odo de an&aacute;lise n&atilde;o foram detectados teores de antocianinas nas amostras (<a href="img/revistas/acag/v62n1/v62n1a02t3.jpg" target="blank">Tabela 3</a>). Kirca <i>et al</i>. (2006) constataram grande efeito da temperatura de estocagem na estabilidade das antocianinas em todos os sucos e n&eacute;ctares que estudaram, verificando que ocorreu degrada&ccedil;&atilde;o mais r&aacute;pida durante estocagem a temperaturas mais elevadas. Resultados que corroboram com os obtidos neste trabalho.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Segundo Maeda <i>et al</i>. (2007) pode haver degrada&ccedil;&atilde;o das antocianinas durante o processamento e armazenamento de alimentos, tanto devido ao pH, temperatura, presen&ccedil;a de oxig&ecirc;nio e enzimas, quanto pela intera&ccedil;&atilde;o das antocianinas com outros componentes do alimento, como &eacute; o caso do &aacute;cido asc&oacute;rbico que em grandes quantidades intensifica a degrada&ccedil;&atilde;o das mesmas, fato este que pode ser observado no camu camu.</p>     <p>O valor m&eacute;dio de compostos fen&oacute;licos (&aacute;cido g&aacute;lico) encontrado no primeiro per&iacute;odo (amostra controle) foi de 7.1 mg/g de polpa, valor abaixo dos encontrados no trabalho de Maeda e Andrade (2003), onde os teores deste composto variavam de 13.70 a 21.10 m/g de equivalente &aacute;cido g&aacute;lico de polpa. Esta diferen&ccedil;a pode ser devido ao diferente est&aacute;dio de matura&ccedil;&atilde;o dos frutos e local de produ&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>As doses de irradia&ccedil;&atilde;o, as temperaturas e o per&iacute;odo de armazenamento n&atilde;o provocaram altera&ccedil;&atilde;o nos teores de compostos fen&oacute;licos, uma vez que n&atilde;o ocorreram diferen&ccedil;as (P &gt; 0.05) entre as amostras (Tabela 3). Apenas no segundo per&iacute;odo a polpa irradiada com 2 kGy em temperatura ambiente diferiu da 2 kGy refrigerada e 6 kGy (ambiente e refrigerada). As perdas totais de compostos fen&oacute;licos durante o armazenamento pode ser atribu&iacute;da &agrave; oxida&ccedil;&atilde;o de polifen&oacute;is e &agrave;s rea&ccedil;&otilde;es de polimeriza&ccedil;&atilde;o que podem reduzir o n&uacute;mero de grupos hidroxilas livres medidos pelo ensaio de Folin-Ciocalteu (Klopotek <i>et al</i>., 2005). Segundo Ara&uacute;jo (2008) uma poss&iacute;vel causa para a diminui&ccedil;&atilde;o nos teores de compostos fen&oacute;licos &eacute; a exist&ecirc;ncia de enzimas de escurecimento. A polifenoloxidase atua no escurecimento do produto, oxidando os compostos fen&oacute;licos existentes e a irradia&ccedil;&atilde;o com doses abaixo de 6 kGy n&atilde;o &eacute; capaz de inibir totalmente esta enzima fato este que pode explicar as diferen&ccedil;as observadas entres as amostras.</p>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Conclus&atilde;o</font></center></b></p> <ul>     <li>As diferentes doses de radia&ccedil;&atilde;o gama n&atilde;o alteraram o pH, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, acidez titul&aacute;vel, vitamina C e compostos fen&oacute;licos da polpa de camu camu, por&eacute;m a utiliza&ccedil;&atilde;o do tratamento de irradia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; vi&aacute;vel para este produto, pois houve degrada&ccedil;&atilde;o completa da colora&ccedil;&atilde;o e dos teores de antocianinas, inviabilizando sua comercializa&ccedil;&atilde;o em ambas as temperaturas estudadas.</li>     </ul>     <p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Agradecimentos</font></center></b></p>     <p>Os autores agradecem a Comiss&atilde;o Nacional de Energia Nuclear (CNEN) pelo apoio financeiro para realiza&ccedil;&atilde;o do presente trabalho e &agrave; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ/Universidade de S&atilde;o Paulo – USP, pela oportunidade de realiza&ccedil;&atilde;o da pesquisa.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>    <center><font face="verdana" size="3">Refer&ecirc;ncias</font></center></b></p>     <!-- ref --><p>AOAC (Association of Official Analitical Chemistry). Official Methods of Analysis of the Association of Analytical Chemists International. 18.ed. Washington. AOAC, 2005.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0120-2812201300010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ara&uacute;jo, J. M. 2008. Enzimas: catalase e peroxidase. En: Ara&uacute;jo, J. M. A. Qu&iacute;mica de alimentos. 4. ed. Vi&ccedil;osa: Ed. UFV. p. 389 - 596.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0120-2812201300010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ar&eacute;valo Pinedo, R. 2007. Estudo da estabiliza&ccedil;&atilde;o da polpa de Camu-camu (<i>Myrciaria dubia</i> (H.B.K.) Mc Vaugh) congelada visando &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o de &aacute;cido asc&oacute;rbico e de antocianinas. Disserta&ccedil;&atilde;o de Doutorado em Engenharia Qu&iacute;mica. Faculdade de Engenharia Qu&iacute;mica. Universidade Estadual de Campinas, Campinas. 155 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0120-2812201300010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Arvanitoyannis, I.S.; Stratakos, A.Ch.; y Tsarouhas, P. 2009. Irradiation applications in vegetables and fruits: a review. Crit Ver Food Sci Nutr 49(5):427 - 462.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0120-2812201300010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Genovese, M. I.; Silva, M. P.; Souza, A. E.; y Lajolo, F. M. 2008. Bioactive compounds and antioxidant capacity of exotic fruits commercial frozen pulps from Brazil. Food Sci. Techn. 14:207 - 214.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0120-2812201300010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Iacobucci, G. A. y Sweeny, J. G. 1983. The chemistry of anthocyanins, anthocyanidins, and related flavilium salts. Tetrahedron Lett 39:3005 - 3012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0120-2812201300010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Justi, K. C.; Visentainer, J. V.; Souza, N. E.; y Matsushita, M. 2000. Nutritional composition and vitamin c stability in stored Camu-camu (<i>Myrciaria dubia</i>) pulp. Arch. Latinoam. Nutr. 50(4):405 - 408.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0120-2812201300010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kirca, A.; &#214;zkan, M.; y Cemeroglu, B. 2006. Stability of black carrot anthocyanins in various fruit juices and nectars. Food Chem. 97:598 - 605.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0120-2812201300010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Klopotek, Y.; Otto, K.; y Bohm, V. 2005. Processing strawberries to different products alters contents of vitamin C, total phenolics, total anthocyanins and antioxidant capacity. J. Agric. Food Chem. 53:5640 –5646.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0120-2812201300010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kume, T.; Furuta, M.; Todiriki, S.; Venoyama, N.; y Kobayashi, Y. 2009. Status of food irradiation in the world. Rad. Phys. Chem. 78(3): 222 - 229.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0120-2812201300010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, A. L. dos S.; Lima, K. dos S. C.; Coelho, M. J.; Silva, J. M.; Godoy, R. J. de O.; y Pacheco, S. 2009. Avalia&ccedil;&atilde;o dos efeitos da radia&ccedil;&atilde;o gama nos teores de caroten&oacute;ides, &aacute;cido asc&oacute;rbico e a&ccedil;&uacute;cares do fruto buriti do brejo (<i>Mauritia flexuosa</i> L.). Acta Amozonica 39(3):649 – 654.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0120-2812201300010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maeda, R. N. y Andrade, J. S. 2003. Aproveitamento do camu-camu (<i>Myrciaria dubia</i>) para produ&ccedil;&atilde;o de bebida alco&oacute;lica fermentada. Acta Amaz. 33(3):489 - 496.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0120-2812201300010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maeda, R. N.; Pantoja, L.; Yuyama, L. K.; y Chaar, J. M. 2007. Estabilidade de &aacute;cido asc&oacute;rbico e antocianinas em n&eacute;ctar de camu-camu (<i>Myrciaria d&uacute;bia</i> (H.B.K.) McVaugh). Ci&ecirc;n. Tecnol. Alim. 27(2):313 - 316.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0120-2812201300010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Minolta, K. 1998. Comunica&ccedil;&atilde;o precisa da cor: controle de qualidade da percep&ccedil;&atilde;o &agrave; instrumenta&ccedil;&atilde;o. Osaka. p. 59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0120-2812201300010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rodrigues, R. B.; Papagiannopoulos, M.; y Maia, J. G. 2006. Antioxidant capacity of camu camu &#91;<i>Myrciaria dubia</i> (H.B.K.) McVaugh&#93; pulp. Ernahrung 30(9):357 - 362.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0120-2812201300010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rufino, M. D.; Alves, R. E.; Brito, E. S.; Perez- Jimenez, J.; Saura-Calixto, F.; y Mancini Filho, J. 2010. Bioactive compounds and antioxidant capacities of 18 non-traditional tropical fruits Brazil. Food Chem. 121(4):996 - 1002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0120-2812201300010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santillo, A. G. 2011. Efeitos da radia&ccedil;&atilde;o ionizante nas propriedades nutricionais das uvas de mesa benitaka e uvas passas escuras. Tese Mestrado em Ci&ecirc;ncias. Universidade de S&atilde;o Paulo. Instituto de Pesquisas Energ&eacute;tica e Nucleares. S&atilde;o Paulo, Brasil. 96 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0120-2812201300010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, M. R.; Silva, M. S.; y Oliveira, J. S. 2004. Estabilidade de &aacute;cido asc&oacute;rbico em pseudofrutos de caju-do-cerrado refrigerados e congelados. Pesq. Agropec. Trop. 34(1):9 - 14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0120-2812201300010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Singleton, V. L.; y Rossi Jr., J. A. 1965 .Colorimetry of total phenolics with phosphomolybdic-phosphotungstic acid reagents. A. M J. Enol. Viticul. 16(3):144 - 158.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0120-2812201300010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>SAS (Statistical Analisis System Institute). 1996. SAS/QC software: usage and reference . (Cary)2th ed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0120-2812201300010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zanatta, C. F.; Cuevas, E.; y Bobbio, F. O. 2005. Determination of anthocyanins from camu camu (<i>Myrciaria dubia</i>) by HPLC-PDA, HPLC-MS, and NMR. J. Agr. Food Chem. 53(24):9531 - 9535.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0120-2812201300010000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> </font>      ]]></body><back>
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<collab>AOAC (Association of Official Analitical Chemistry)</collab>
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