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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Modelo de avaliação de desempenho para o sistema de franquias do brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El presente artículo tiene por objetivo principal proponer un sistema de men-suración de desempeño de los segmentos de franquicias existentes en Brasil, a través de la elaboración de indicadores relacionados a los factores externos considerados como críticos, basándose en datos económicos y no económicos que quedaron disponibles públicamente por la Associação Brasileira de Franchising (ABF). Con los resultados, fueron desarrollados cinco indicadores de desempeño para el sistema, además de la aplicación de ese modelo en un segmento específico dentro del sistema de franquicias de Brasil, para fines de análisis de las informaciones obtenidas y el test de la confiabilidad de los parámetros utilizados, identificando para ambos que el modelo es confiable de acuerdo con los criterios de evaluación establecidos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The main goal this paper seeks to achieve is to set forth a performance measuring system for franchise sectors currently in place in Brazil, on the basis of a set of indicators being designed which are related with external factors being deemed as critical, and based upon economic and non-economic data being made available to the general public by the Associação Brasileira de Franchising (ABF). Five performance indicators have been designed for the system together with their outcomes, and the model shall be applied to a specific segment within the Brazilian franchise system, so as to enable the analysis of data being gathered, and the reliability test of parameters being used, thus allowing to ensuring both sectors that the model is reliable vis-à-vis the evaluation criteria being designed]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Mensuração de desempenho]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font size="2" face="verdana">     <p align="center"><font size="4"><b>Modelo de avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho para o sistema de franquias do brasil<sup>*</sup></b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Modelo de evaluaci&oacute;n de desempe&ntilde;o para los sectores del sistema de franquicias en Brasil</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Performance evaluation model being addressed to Franchise System Sectors in Brazil</b></font></p>     <p align="center"><i>Alvaro Luiz Neuenfeldt J&uacute;nior<sup>**</sup>    <br> Julio Cezar Mairesse Siluk<sup>***</sup>    <br> Melissa Noal Da Silveira<sup>****</sup></i></p>     <p><sup>*</sup>O presente artigo &eacute; resultado de um projeto de pesquisa intitulado &quot;Modelo para a avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho dos segmentos da franquia do Brasil&quot;, realizado de fevereiro de 2011 a mar&ccedil;o de 2013 pela Universidade Federal de Santa Maria e financiada pela Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes). O artigo foi recebido em 01-03-13 e aprovado em 06-11-13. Cita&ccedil;&atilde;o sugerida: Neuenfeldt, A.; Mairesse, J. y Da Silveira, M. (2013). Modelo de avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho para o sistema de franquias do Brasil. <i>Cuadernos de Administraci&oacute;n, </i>26 (47), 285-307.    <br> <sup>**</sup>Mestre em engenharia de produ&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2013; Especialista de engenharia de produ&ccedil;&atilde;o pela Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas, Santa Maria, Brasil, 2011; Engenheiro mec&acirc;nico pela Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2008. Pesquisador da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2013. Membro do grupo de pesquisa N&uacute;cleo de inova&ccedil;&atilde;o e competitividade. E-mail:  <a target="_blank" href="mailto:alvjr2002@hotmail.com">alvjr2002@hotmail.com</a>    <br> <sup>***</sup>Doutor em engenharia de produ&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2007; Mestre em engenharia de produ&ccedil;&atilde;o pela Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2001; Administrador, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 1987. Coordenador do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em engenharia de produ&ccedil;&atilde;o, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil. Pertence ao grupo de pesquisa N&uacute;cleo de inova&ccedil;&atilde;o e competitividade. E-mail: <a target="_blank" href="mailto:jsiluk@ufsm.br">jsiluk@ufsm.br</a>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>****</sup>Especialista pelo Programa Nacional da Educa&ccedil;&atilde;o de Jovens e Adultos (PROEJA), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil, 2011; Licenciada em Letras Espanhola, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil, 2001. Pesquisadora da Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Brasil. Pertence ao grupo de pesquisa N&uacute;cleo de inova&ccedil;&atilde;o e competitividade. E-mail: <a target="_blank" href="mailto:melissa@ufsm.br">melissa@ufsm.br</a></p> <hr>     <p><font size="3"><b>Resumo</b></font></p>     <p>O presente artigo tem por objetivo principal propor um sistema de mensura&ccedil;&atilde;o do desempenho dos segmentos de franquias existentes no Brasil, atrav&eacute;s da elabora&ccedil;&atilde;o de indicadores relacionados aos fatores externos considerados como cr&iacute;ticos de sucesso ao setor, baseando-se em dados econ&ocirc;micos e n&atilde;o econ&ocirc;micos disponibilizados publicamente pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franchising (ABF). Como resultados, foram desenvolvidos cinco indicadores para a modelagem em quest&atilde;o, al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o destes em um segmento espec&iacute;fico dentro do sistema de franquias do Brasil, para fins de an&aacute;lise das informa&ccedil;&otilde;es obtidas e testagem da confiabilidade dos par&acirc;metros utilizados, que identificam para ambos que o modelo &eacute; confi&aacute;vel de acordo com os crit&eacute;rios de avalia&ccedil;&atilde;o estabelecidos.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Mensura&ccedil;&atilde;o de desempenho, franquias, competitividade.</p>     <p><b>Classifica&ccedil;&atilde;o JEL: </b>M10, L20, L89.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>Resumen</b></font></p>     <p>El presente art&iacute;culo tiene por objetivo principal proponer un sistema de men-suraci&oacute;n de desempe&ntilde;o de los segmentos de franquicias existentes en Brasil, a trav&eacute;s de la elaboraci&oacute;n de indicadores relacionados a los factores externos considerados como cr&iacute;ticos, bas&aacute;ndose en datos econ&oacute;micos y no econ&oacute;micos que quedaron disponibles p&uacute;blicamente por la Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franchising (ABF). Con los resultados, fueron desarrollados cinco indicadores de desempe&ntilde;o para el sistema, adem&aacute;s de la aplicaci&oacute;n de ese modelo en un segmento espec&iacute;fico dentro del sistema de franquicias de Brasil, para fines de an&aacute;lisis de las informaciones obtenidas y el test de la confiabilidad de los par&aacute;metros utilizados, identificando para ambos que el modelo es confiable de acuerdo con los criterios de evaluaci&oacute;n establecidos.</p>     <p><b>Palabras clave: </b>Evaluaci&oacute;n de desempe&ntilde;o, franquicias, competitividad.</p>     <p><b>Clasificaci&oacute;n JEL: </b>M10, L20, L89.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>Abstract</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>The main goal this paper seeks to achieve is to set forth a performance measuring system for franchise sectors currently in place in Brazil, on the basis of a set of indicators being designed which are related with external factors being deemed as critical, and based upon economic and non-economic data being made available to the general public by the Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franchising (ABF). Five performance indicators have been designed for the system together with their outcomes, and the model shall be applied to a specific segment within the Brazilian franchise system, so as to enable the analysis of data being gathered, and the reliability test of parameters being used, thus allowing to ensuring both sectors that the model is reliable vis-&agrave;-vis the evaluation criteria being designed.</p>     <p><b>Keywords: </b>Performance evaluation, franchises, competitiveness.</p>     <p><b>JEL classification: </b>M10, L20, L89.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p>Atualmente a competi&ccedil;&atilde;o por manter e ampliar novos mercados de atua&ccedil;&atilde;o torna a gest&atilde;o e o controle sistem&aacute;ticos dos dados empresariais uma tarefa necess&aacute;ria, apesar de ser considerada de alta complexidade, na qual a avalia&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o em que ela est&aacute; perante o seu meio se apresenta como um dos caminhos corretos a seguir, por meio da transforma&ccedil;&atilde;o de elementos difusos e independentes em informes precisos que demonstrem a real situa&ccedil;&atilde;o do sistema (Kaplan e Norton, 2008; Porter, 2009).</p>     <p>Dessa maneira, a mensura&ccedil;&atilde;o de desempenho visa n&atilde;o s&oacute; ser uma ferramenta crucial na elabora&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias empresariais, mas tamb&eacute;m como par&acirc;metro b&aacute;sico da sua correspond&ecirc;ncia quanto ao contexto hol&iacute;stico externo, e torna-se elemento importante na administra&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio.</p>     <p>&Eacute; compreens&iacute;vel que o diagn&oacute;stico em rela&ccedil;&atilde;o a um ramo de atua&ccedil;&atilde;o pode ser realizado por meio da verifica&ccedil;&atilde;o de diversos crit&eacute;rios, devidamente contextualizados com a realidade do ambiente e das estrat&eacute;gias aplicadas pelas organiza&ccedil;&otilde;es envolvidas no ambiente em quest&atilde;o, a partir do pressuposto que haja um m&eacute;todo bem definido capaz de informar ao pesquisador mais do que se sabia antes sobre o problema (Neely, 2005; Bititci <i>et al., </i>2005; Slack <i>et al, </i>2010; Hubbard <i>et al., </i>2011).</p>     <p>Com a crescente competitividade observada desde o &uacute;ltimo s&eacute;culo, o interesse a respeito das din&acirc;micas que envolvem as organiza&ccedil;&otilde;es se faz presente, inclusive ao <i>franchise, </i>e est&aacute; diretamente vinculado a estudos de empreen-dedorismo nas rela&ccedil;&otilde;es entre franqueados e franqueadores, caracterizados principalmente por interm&eacute;dio da taxa de mortalidade para novos neg&oacute;cios, em que os franqueados apresentam &iacute;ndice 20% menor em compara&ccedil;&atilde;o aos tradicionais formatos de empreendimento (Lacombe e Heilborn, 2003; ABF, 2012).</p>     <p>Nesse sentido, a pesquisa objetiva propor uma modelagem capaz de contemplar a men-sura&ccedil;&atilde;o de desempenho dos segmentos de franquias do Brasil, por meio da elabora&ccedil;&atilde;o de indicadores relacionados aos fatores externos considerados como cr&iacute;ticos de sucesso, para contemplar a verifica&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos para cada ramo, a fim de identificar potenciais de melhorias avaliando a solu&ccedil;&atilde;o aos c&aacute;lculos propostos, sendo replic&aacute;vel independentemente das caracter&iacute;sticas intr&iacute;nsecas dos setores abordados.</p>     <p>A fim de tornar o estudo sobre as empresas mais completo, recomenda-se que a submiss&atilde;o dos dados seja realizada contemplando, ao menos, o horizonte temporal anual, visto a complexidade de atualiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es a uma periodicidade mais curta.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A originalidade do manuscrito est&aacute; baseada na rela&ccedil;&atilde;o de diferencia&ccedil;&atilde;o deste em rela&ccedil;&atilde;o a dois modelos de avalia&ccedil;&atilde;o, o brasileiro Selo de Excel&ecirc;ncia em Franchise e o norteamericano <i>Franchise 500, </i>pois ambos n&atilde;o priorizam a mensura&ccedil;&atilde;o das franquias a partir de uma fonte de dados de livre acesso que se encontra dispon&iacute;vel a qualquer pesquisador, administrador de neg&oacute;cios ou interessado que esteja predisposto a visualizar o n&iacute;vel de evolu&ccedil;&atilde;o de um setor em rela&ccedil;&atilde;o aos  demais, de forma a tornar-se um referencial do quanto aquela est&aacute; sendo atrativa ou n&atilde;o para futuros investidores (ABF, 2013; Entrepreneur, 2013).</p>     <p>Quanto &agrave;s quest&otilde;es acad&eacute;mico-cient&iacute;ficas, por meio de pesquisas realizadas nas bases Scopus, <i>Scientific Direct </i>e Capes, n&atilde;o foi poss&iacute;vel observar a exist&ecirc;ncia de t&eacute;cnicos que abordassem o tema da forma com que este &eacute; apresentado no artigo, o que o torna um dos pontos-chave no que tange ao grau de originalidade da investiga&ccedil;&atilde;o proposta.</p>     <p>&Eacute; importante alertar que n&atilde;o &eacute; o foco do trabalho recomendar, advertir ou vincular qualquer informa&ccedil;&atilde;o a respeito da situa&ccedil;&atilde;o particular de qualquer uma das franquias estudadas, e sim estud&aacute;-las de maneira conjunta, conforme a proposta do estudo.</p>     <p><font size="3"><b>1. Fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica</b></font></p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho &eacute; um processo inerente &agrave; natureza humana, que envolve a intera&ccedil;&atilde;o entre os diversos membros de uma organiza&ccedil;&atilde;o, no qual est&atilde;o predispostos a analisar o contexto de acordo com as suas percep&ccedil;&otilde;es a cerca dos objetivos a serem mensurados (Kaplan e Norton, 2008; Par-menter, 2010).</p>     <p>Nas organiza&ccedil;&otilde;es pertencentes a um mercado em comum, esse pensamento &eacute; semelhante, de forma que a mensura&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos consideradas &eacute; considerada como ponto-chave na condu&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias administrativas do neg&oacute;cio, em que a an&aacute;lise se tornou fundamental para a obten&ccedil;&atilde;o de conhecimento, o que possibilitou o foco na garantia da sobreviv&ecirc;ncia e crescimento sustent&aacute;vel em longo prazo. Existem prov&aacute;veis consequ&ecirc;ncias no caso da inexist&ecirc;ncia de medida empresarial, e obedece-se ao consenso do que n&atilde;o &eacute; medido n&atilde;o pode ser entendido (Olson e Slater, 2002; Chenhall, 2005; Bititci<i> et al., </i>2005).</p>     <p>A elabora&ccedil;&atilde;o dos indicadores e metas deve levar em considera&ccedil;&atilde;o as principais ativida-des relativas ao setor, visto o objetivo de aumentar o lucro nas atividades realizadas, de modo a representar o montante de estrat&eacute;gias elaboradas previamente e a capacidade de colocar os planos definidos para curto e longo prazo em a&ccedil;&atilde;o, de forma eficiente e din&acirc;mica com as flutua&ccedil;&otilde;es inerentes &agrave; din&acirc;mica do neg&oacute;cio (Folan e Browne, 2005; Marchand e Raymond, 2008).</p>     <p>A avalia&ccedil;&atilde;o deve estar em sinergia com as estrat&eacute;gias das organiza&ccedil;&otilde;es envolvidas, de maneira a indicar se os objetivos propostos inicialmente est&atilde;o relacionados correta-mente com os resultados ao final do per&iacute;odo em quest&atilde;o (Bartz <i>et al., </i>2011). Para tanto, optou-se pela utiliza&ccedil;&atilde;o da ferramenta <i>Key Performance Indicator </i>(KPI), pois contemplam em sua estrutura m&eacute;tricas de natureza financeiras e n&atilde;o financeiras, utilizadas para expressar a condi&ccedil;&atilde;o com que os Fatores Cr&iacute;ticos de Sucesso (FCS) setoriais est&atilde;o arranjados (Parmenter, 2010; Pavlov e Bourne, 2011).</p>     <p>Os KPIs s&atilde;o tamb&eacute;m uma ferramenta de mensura&ccedil;&atilde;o da performance, capaz de auxiliar as organiza&ccedil;&otilde;es na avalia&ccedil;&atilde;o do seu n&iacute;vel de sucesso com rela&ccedil;&atilde;o ao contexto de uma atividade espec&iacute;fica, ou  no conjunto de processos inerentes a ela, refletidos pelos dire-cionadores estrat&eacute;gicos definidos a partir das necessidades identificadas diante do mercado (Toor e Ogunlana, 2008; Bartz <i>et al, </i>2011).</p>     <p>J&aacute; os FCS s&atilde;o definidos como elementos-chave que determinam o sucesso ou fracasso dos objetivos especificados alinhando as caracter&iacute;sticas e capacidades das empresas uniformemente, a fim de propiciar ao usu&aacute;rio o <i>feedback </i>real do status dos processos, o que serve como base n&atilde;o somente para o controle dos processos internos e dos indiv&iacute;duos envolvidos, mas tamb&eacute;m na reflex&atilde;o do padr&atilde;o de lideran&ccedil;a, aloca&ccedil;&atilde;o de recursos, conhecimento e trabalho em equipe (Folan e Browne, 2005; Marchand e Raymond, 2008).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Inseridas no contexto do varejo de produtos, as franquias englobam a produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de bens de consumo estabelecidos sob o regime de contrata&ccedil;&atilde;o firmada entre duas partes: o franqueador, respons&aacute;vel pela marca, e o franqueado, que sinaliza com a utiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias, logotipos, <i>know-how </i>e direitos autorais das diversas maneiras de comercializa&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, em troca, o fran-queador recebe compensa&ccedil;&otilde;es monet&aacute;rias por meio de diversas taxas, tais como: <i>royalties, </i>taxa de abertura, taxas de publicidade, propaganda e promo&ccedil;&atilde;o, fatos considerados majoritariamente negativos pelos investidores (Aaker, 2004; Ribas, 2006; Mauro, 2006; Silva e Azevedo, 2012).</p>     <p>Muitos anos passaram at&eacute; que o <i>franchising </i>se consolidasse comercialmente, disseminado por interm&eacute;dio de oportunidades oriundas no final da Segunda grande Guerra, o que compensou a falta de emprego existente na &eacute;poca. Com o advento desse tipo de neg&oacute;cio, grandes empresas encontraram ferramentas pr&aacute;ticas para expandirem os seus empreendimentos com baixo capital investido, al&eacute;m da ampla descentraliza&ccedil;&atilde;o do comando das lojas (Mauro, 2006; Silva e Azevedo, 2012).</p>     <p>O sistema brasileiro de franquias desen-volveu-se inicialmente a partir da vinda de marcas estrangeiras, paralelamente &agrave; expans&atilde;o dos shoppings centers nos anos 1980, e difundiu-se durante os anos 1990 a m&eacute;dios e pequenos empreendimentos nacionais. As franquias que pertencem ao &oacute;rg&atilde;o regulador da categoria chamado de Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franchising (ABF) alcan&ccedil;aram em 2012 um faturamento anual de R$103.292,00 bilh&otilde;es, equivalente a 4,31% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, atrav&eacute;s de mais de 2.000 franqueadas distribu&iacute;das em um total de, aproximadamente, 104.000 unidades franqueadas espalhadas por todo o pa&iacute;s, o que gerou ao todo 940.887 empregos diretamente (Mauro, 2006; ABF, 2013).</p>     <p>Devido ao sucesso alcan&ccedil;ado nos &uacute;ltimos anos, o setor est&aacute; em um processo de expans&atilde;o mercadol&oacute;gica, o que resulta em um crescimento m&eacute;dio de faturamento de 16% a.a. desde 2005 e em mais de 200% de 2001 a 2012. Alguns pontos s&atilde;o de fundamental relev&acirc;ncia na evolu&ccedil;&atilde;o desse tipo de neg&oacute;cio, como: a seguran&ccedil;a em rela&ccedil;&atilde;o ao investimento realizado contra possibilidades de crise financeiras e recess&otilde;es econ&oacute;micas; aumento da quantidade de pessoas que vivem em zonas urbanas e car&ecirc;ncia de servi&ccedil;os e produtos que atendam a demanda exigida pela popula&ccedil;&atilde;o (Cretella, 2003).</p>     <p>Por essa caracter&iacute;stica expansionista detectada, o <i>franchising </i>&eacute; uma inova&ccedil;&atilde;o gerencial que vem modificando radicalmente a vis&atilde;o do pequeno/m&eacute;dio empreendedor, caracterizada pela estrutura de colabora&ccedil;&atilde;o em rede, al&eacute;m de outros aspectos de sua arquitetura organizacional, que exigem formas de gest&atilde;o distintas daquelas presentes nas pequenas e m&eacute;dias empresas tradicionais (Rodr&iacute;guez <i>et </i>al., 2005; Grunhagen e Mittelstaedt, 2005).</p>     <p>Para melhor exprimir e controlar os resultados e a evolu&ccedil;&atilde;o das franquias, a ABF determinou, conforme as suas caracter&iacute;sticas e os produtos/servi&ccedil;os comercializados, a classifica&ccedil;&atilde;o destas em doze categorias distintas: neg&oacute;cios, servi&ccedil;os e outros; alimenta&ccedil;&atilde;o; esporte, sa&uacute;de, beleza e lazer; vestu&aacute;rio; educa&ccedil;&atilde;o e treinamento; acess&oacute;rios pessoais e cal&ccedil;ados; m&oacute;veis, decora&ccedil;&atilde;o e presentes; ve&iacute;culos; hotelaria e turismo; fotos, gr&aacute;ficas e sinaliza&ccedil;&atilde;o; inform&aacute;tica e eletr&oacute;nicos; e limpeza e conserva&ccedil;&atilde;o (ABF, 2012).</p>     <p>O percentual de mercado pode ser observado sob a &oacute;tica de tr&ecirc;s fatores preponderantes: a primeira quanto ao n&uacute;mero de franquias existentes, de modo que o ramo de alimenta&ccedil;&atilde;o &eacute; o l&iacute;der com aproximadamente 25% da parcela de atua&ccedil;&atilde;o; o segundo referente &agrave; quantia de franqueadores instalados pelo territ&oacute;rio nacional, com vantagem para o setor de neg&oacute;cios, servi&ccedil;os e outros (25% do total); por fim, levou-se em considera&ccedil;&atilde;o o fatura-mento bruto de 2012, sendo novamente l&iacute;der os neg&oacute;cios, servi&ccedil;os e outros, com 27% da hegemonia em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s outras.</p>     <p>Cabe destacar tamb&eacute;m que 64% do faturamento bruto pertencem a apenas tr&ecirc;s segmentos: neg&oacute;cios (27%), servi&ccedil;os e varejo (20%) e alimenta&ccedil;&atilde;o e esportes, sa&uacute;de, beleza e lazer (17%), de forma que o mercado brasileiro atualmente est&aacute; fortemente polarizado a essas tr&ecirc;s &aacute;reas. Outro ponto importante &eacute; a varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia do montante financeiro acumulado por per&iacute;odo (<a href="#f1">figura 1</a>), no qual cada um possui n&iacute;veis e comportamentos distintos de oscila&ccedil;&atilde;o dos seus &iacute;ndices.</p>     <center><a name="f1"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12f1.jpg"></a></center>     <p>A an&aacute;lise trienal realizada com as maiores categorias descreve que a melhor evolu&ccedil;&atilde;o absoluta, desde 2001, acontece para a Alimenta&ccedil;&atilde;o, ao superar em 39% a varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia encontrada nas franquias brasileiras e em 62% os neg&oacute;cios, servi&ccedil;os e outros varejos, constatado anteriormente como maior parcela de atua&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, houve uma diferen&ccedil;a na taxa de crescimento observada para a Alimenta&ccedil;&atilde;o, de 2001 at&eacute; 2012, superior a 500%, fato n&atilde;o encontrado nos demais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>2. Metodologia</b></font></p>     <p>Conforme mostra a <a href="#f2">figura 2</a>, o processo de concep&ccedil;&atilde;o da modelagem foi direcionado a partir do cumprimento de cinco etapas metodol&oacute;gicas, de modo a contemplar a constru&ccedil;&atilde;o das m&eacute;tricas para mensura&ccedil;&atilde;o de desempenho. Primeiramente, houve a necessidade da fundamenta&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica a respeito dos assuntos abordados na tem&aacute;tica; para isso, foram pesquisados livros t&eacute;cnicos, peri&oacute;dicos, por meio dos portais <i>Scientific Direct, Scopus, </i>Capes e o Guia Oficial de Franquias 2012, elaborado pela ABF.</p>     <center><a name="f2"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12f2.jpg"></a></center>     <p>Quanto ao enquadramento metodol&oacute;gico, para atender as caracter&iacute;sticas do sistema, a pesquisa foi considerada como aplicada; utilizou-se, para isso, o m&eacute;todo intuitivo. Por se tratar de uma an&aacute;lise quantitativa, viabilizou-se a utiliza&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas estat&iacute;sticas para a diagrama&ccedil;&atilde;o dos testes, a fim de aumentar o controle sob as vari&aacute;veis e evitar, assim, a produ&ccedil;&atilde;o de efeitos confusos e desconexos &agrave; realidade (Stake,  2006; Gil, 2010; Minayo, 2010).</p>     <p>O desenvolvimento do modelo concebeu-se primordialmente pela proposta da fun&ccedil;&atilde;o global, definida por estudo do contexto atual dos segmentos de atua&ccedil;&atilde;o das franquias brasileiras, referente ao ano de 2012, no qual a determina&ccedil;&atilde;o do indicador objetivo <i>(Iobj) </i>foi realizada por interm&eacute;dio do agrupamento dos seus diversos ramos, conforme as diretrizes descritas na Equa&ccedil;&atilde;o (1),</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e1.jpg">     <p>isso posto que a vari&aacute;vel <i>r&#8712; </i>{1, 2, ..., n} represente o n&uacute;mero de ramos da an&aacute;lise e <i>Ir </i>aponta a situa&ccedil;&atilde;o dos ramos a partir da mensura&ccedil;&atilde;o do desempenho das suas franquias <i>(Iemp), </i>conforme mostra a Equa&ccedil;&atilde;o (2),</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e2.jpg">     <p>de modo que &fnof;<i>&isin;</i>{1, 2, ..., n} representa as empresas existentes em cada categoria. A determina&ccedil;&atilde;o do alvo a ser atingido pelo <i>Iobj </i>obedece ao crit&eacute;rio em que a performance &eacute; satisfat&oacute;ria quando contido entre dois par&acirc;metros, um m&aacute;ximo <i>(Iobj<sub>max</sub></i>) e outro m&iacute;nimo<i> (Iobj<sub>min</sub>), </i>coerente &agrave; prospec&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de resultados esperados para o per&iacute;odo estudado e as suas diferen&ccedil;as, respectivamente, aos alvos  &gamma; e &delta;, de acordo com a Equa&ccedil;&atilde;o (3):</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e3.jpg">     <p>A defini&ccedil;&atilde;o dos indicadores que comp&otilde;em o conjunto <i>Iemp </i>foi realizada de modo a possibilitar que uma empresa analise externamente o status de outras do mesmo ramo, levando em considera&ccedil;&atilde;o que o sistema pode ser analisado contextualizadamente aos resultados operacionais e caracter&iacute;sticas provenientes das estrat&eacute;gias aplicadas, por interm&eacute;dio de dados n&atilde;o confidenciais disponibilizados para visualiza&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico em geral, o que amplia a discuss&atilde;o sobre o tema baseado na rela&ccedil;&atilde;o da perspectiva contratual, funcional (marketing, finan&ccedil;as, produ&ccedil;&atilde;o, cadeia de suprimentos e recursos humanos) e de propriedade da marca por meio das &aacute;reas operacionais, administrativos e financeiros (Haponava e Al-Jibouri; 2009; Silva e Azevedo, 2012).</p>     <p>Controles administrativos relacionados a quest&otilde;es operacionais est&atilde;o direcionados a monitorar atividades e engajar pessoas di-recionadas ao processo decis&oacute;rio, de forma a gerar informa&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para o controle dos franqueados relacionados &agrave; marca, gen&eacute;rica ou especificadamente, o que sugere, assim, a utiliza&ccedil;&atilde;o das mais prov&aacute;veis pr&aacute;ticas organizacionais de gest&atilde;o <i>top-down </i>(Frazer, 2001).</p>     <p>A estrat&eacute;gia do franqueador deve estar di-retamente vinculada aos fatores de entrada ao mercado, bem como da estabiliza&ccedil;&atilde;o de pontos atrativos que visam &agrave; prote&ccedil;&atilde;o da qualidade dos produtos ou servi&ccedil;os oferecidos (Rothaermel <i>et al., </i>2006). Considera-se tamb&eacute;m o status em que est&atilde;o as rela&ccedil;&otilde;es entre o franqueador e os franqueados, mesmo empiricamente, de modo a desenvolver o gerenciamento dos dados, focado nas ati-vidades capazes de gerar boas solu&ccedil;&otilde;es para ambos, a fim de gerar um senso de unidade e coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua (Johanson <i>et al., </i>2001; Corona, 2009).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As bases econ&oacute;micas est&atilde;o vinculadas ao poss&iacute;vel lucro ou preju&iacute;zo operacional que a instala&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio pode representar aos interessados (Alon, 2006; Castrogiovanni <i>et </i>al., 2006). Para tomar a decis&atilde;o de investir ou n&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio considerar o valor de mercado dos investimentos, despesas e receitas ao longo do per&iacute;odo considerado (Rauch <i>et </i>al., 2009).</p>     <p>Para tanto, o risco da opera&ccedil;&atilde;o escolhida est&aacute; relacionado &agrave; rentabilidade em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; expectativa de ganho prevista, de modo a estar diretamente vinculado ao sistema contratos de uso da imagem e direitos de comercializa&ccedil;&atilde;o da marca, e demostra a necessidade de estudos pr&eacute;vios a respeito do fluxo de caixa e das obriga&ccedil;&otilde;es por ambas as partes envolvidas com a marca (Brown <i>et al, </i>2003; Sigu&eacute; e Chintagunta, 2009).</p>     <p>Portanto, os riscos econ&oacute;micos, conjuntamente com as caracter&iacute;sticas n&atilde;o financeiras dos investimentos em uma empresa, s&atilde;o fundamentais para o investidor notar em at&eacute; que ponto ele est&aacute; apto a arcar com as consequ&ecirc;ncias do risco assumido (Altinay, 2004; Lobato <i>et al., </i>2009).</p>     <p>Dessa forma, o estudo estrat&eacute;gico das duas din&acirc;micas serve como base na determina&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o das franquias em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas concorrentes diretas e indiretas. Para tanto, al&eacute;m das refer&ecirc;ncias j&aacute; citadas, foram utilizadas pesquisas liter&aacute;rias desenvolvidas por Shane e Maw-Der (1999), Dant e Kaufmann (2003), Lafontaine e Shaw (2005), Alon (2006), Mauro (2006) e Silva e Azevedo (2012), que auxiliam na defini&ccedil;&atilde;o dos indicadores.</p>     <p>Diante dessa demanda, foi proposta a utiliza&ccedil;&atilde;o do modelo <i>Function Analysis System Technique </i>(FAST) para a identifica&ccedil;&atilde;o e a compreens&atilde;o geral do tema, por meio da estabiliza&ccedil;&atilde;o da hierarquia das fun&ccedil;&otilde;es determinadas em atividades que atendam coerentemente as necessidades do pesquisador (Bartolomei e Smith, 2001; Bytheway, 2007; Suh, 2007; Mukhopadhyaya, 2012). Assim, estratificou-se a fun&ccedil;&atilde;o global em fatores <i>(Cft) </i>a cada n&iacute;vel da estrutura, sendo derivada em dois par&acirc;metros, conforme os diagramas representados pelas figuras <a href="#f3">3</a> e <a href="#f4">4</a>, &forall;<i>&fnof;&isin;  </i>{1, 2, 3} e <i>t </i><i>&isin; </i>{1, 2,  ..., 17}, em que <i>C1t </i>est&aacute; reservado &agrave; mensura&ccedil;&atilde;o n&atilde;o econ&oacute;mica <i>(C11</i>) e &agrave; econ&oacute;mica <i>(C12), </i>de maneira a possibilitar a defini&ccedil;&atilde;o em outros dois momentos dos fatores base para a resolu&ccedil;&atilde;o do problema (C2t e <i>C3t).</i></p>     <center><a name="f3"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12f3.jpg"></a></center>     <center><a name="f4"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12f4.jpg"></a></center>     <p>Para <i>C11 </i>a estrutura foi subdividida em tr&ecirc;s partes, determinados desde <i>C21 </i>at&eacute; <i>C23, </i>o que possibilitou a estratifica&ccedil;&atilde;o da estrutura no terceiro n&iacute;vel em doze partes, de <i>C31 </i>a <i>C312, </i>relacionadas individualmente a cada um dos crit&eacute;rios elencados em <i>C2t. </i>Em <i>C12 </i>a estrutura&ccedil;&atilde;o do problema segue a mesma diretriz anterior, a partir da defini&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s elementos no segundo n&iacute;vel <i>(C24, C25 </i>e <i>C26) </i>e cinco no terceiro (de <i>C313 </i>a <i>C317).</i></p>     <p>Ap&oacute;s a conclus&atilde;o dessa etapa, houve a determina&ccedil;&atilde;o dos cinco KPIs <i>(Id) </i>para a men-sura&ccedil;&atilde;o de desempenho em quest&atilde;o. A utiliza&ccedil;&atilde;o desse n&uacute;mero de indicadores est&aacute; pressuposta de maneira a exprimir mais claramente a realiade em que se encontram as franquias, e compreender, assim, fatores primordiais acerca do contexto. O primeiro, denominado por &quot;tamanho do sistema de franquias&quot; parte do pressuposto que a disponibilidade dos produtos para a demanda est&aacute; relacionado a sua camada de abrang&ecirc;ncia, visto o objetivo de aumentar a exposi&ccedil;&atilde;o da marca perante o p&uacute;blico-alvo, a fim de facilitar o acesso dos clientes aos produtos (Mart&iacute;n-Herr&aacute;n <i>et al.</i>, 2011).</p>     <p>&Agrave; medida que o empreendimento possibilita a abertura de novos pontos de venda, conjuntamente com a manuten&ccedil;&atilde;o dos atuais franqueados e unidades pr&oacute;prias, a tarefa de gerenciamento do portf&oacute;lio dos clientes &eacute; facilitada pelo grau de evolu&ccedil;&atilde;o da expans&atilde;o do neg&oacute;cio (Zachary <i>et al., </i>2011). Diante dessa situa&ccedil;&atilde;o, <i>I1 </i>e o seu respectivo alvo <i>T1 </i>s&atilde;o calculados a partir da quantidade total de unidades abertas no Brasil <i>(U), </i>por meio das Equa&ccedil;&otilde;es (4) e (5), conforme a rela&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de franquias diretamente comandadas pela administra&ccedil;&atilde;o central e as empresas cujos direitos de comercializa&ccedil;&atilde;o foram cedidos a terceiros <i>(u),</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e4.jpg">    <br>     <p>&forall;<i>u&isin; </i>{1, 2, ..., n}, <i>z</i> como &iacute;ndice determinante do indicador, calculado a partir de cinco faixas de valores determinadas em analogia a <i>U, </i>e <i>&#8706; </i>expressa o ponto de exig&ecirc;ncia do alvo (em unidades medidas absolutas), conforme o m&iacute;nimo considerado para atender as exig&ecirc;ncias da pesquisa, o que define o grau de rigorosidade esperado para o atingimento da satisfa&ccedil;&atilde;o de evolu&ccedil;&atilde;o prospectada.</p>     <p>Na &quot;Excel&ecirc;ncia da marca&quot; (I2), a tarefa de mensurar do n&iacute;vel de performance pode ser considerada de dif&iacute;cil acesso, pois muitas delas s&atilde;o de capital fechado e n&atilde;o possuem por pr&aacute;tica administrativa a divulga&ccedil;&atilde;o dos seus resultados quantitativos.</p>     <p>Para tanto, foi buscada fontes alternativas de pesquisa que possibilitassem a compara&ccedil;&atilde;o entre organiza&ccedil;&otilde;es, por interm&eacute;dio da entrega de certifica&ccedil;&otilde;es por um &oacute;rg&atilde;o reconhecido no sistema, sendo adotado para essa finalidade o Selo de Excel&ecirc;ncia em Franchising, concedido pela ABF, por meio da satisfa&ccedil;&atilde;o dos franqueados e mensurado a partir da verifica&ccedil;&atilde;o do grau de seriedade, idoneidade e sucesso no qual os planos de execu&ccedil;&atilde;o de tarefas s&atilde;o realizados (Lyon <i>et al., </i>2000; ABF, 2012; Silva e Azevedo, 2012).</p>     <p>Em conjunto, <i>I2 </i>considera tamb&eacute;m o &iacute;ndice de crescimento da franquia desde sua abertura ao <i>franchising, </i>por demonstrar o n&iacute;vel de comprometimento, a capacidade empreendedora e a velocidade dos franqueadores em manter e ampliar a expans&atilde;o da rede em rela&ccedil;&atilde;o ao amadurecimento da atividade no decorrer do per&iacute;odo analisado (Anisimova, 2010).</p>     <p></p>     <p>Outro ponto observado foi a quantidade de servi&ccedil;os oferecidos pelo franqueador ao fra-queado, ao decorrer da defini&ccedil;&atilde;o de treze aspectos de apoio baseados nas obras de Frazer (2001), Windsperger e Dant (2006) e ABF (2012), denominados como: apoio jur&iacute;dico, escolha das instala&ccedil;&otilde;es/equipamentos, orienta&ccedil;&otilde;es sobre m&eacute;todos de trabalho, projeto de opera&ccedil;&atilde;o, projeto mercadol&oacute;gico, propaganda e publicidade, treinamentos, apoio para financiar o investimento, material promocional, projeto arquitet&oacute;nico, projeto financeiro, sele&ccedil;&atilde;o de pontos e projeto organizacional. A reuni&atilde;o de todas essas vari&aacute;veis proporciona o c&aacute;lculo da Equa&ccedil;&atilde;o (6), juntamente com o alvo na Equa&ccedil;&atilde;o (7).</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e5.jpg">    <br> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e6.jpg">     <p><i>A1 </i>mede a quantidade de pr&ecirc;mios de excel&ecirc;ncia conquistados, tal que <i>&fnof;a </i>= 1 representa a premia&ccedil;&atilde;o de 2012, <i>&fnof;a </i>= 2 a ocorrida em 2011 e <i>&fnof;a </i>= 3 a de 2010, <i>BFA </i>determina se a franquia atingiu a conquista para o ano base relacionado em <i>&fnof;a, &forall; BFA&isin; </i>{0,1}, cujo 0 significa que a premia&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi obtida e 1 que sim. <i>&rho; </i>retorna o peso do per&iacute;odo, de maneira a adotar um valor maior para o ano corrente do estudo, por se considerar que a situa&ccedil;&atilde;o atual &eacute; mais relevante do que a s&eacute;rie hist&oacute;rica de acontecimentos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Enquanto isso, <i>A2 </i>contempla o c&aacute;lculo do &iacute;ndice de evolu&ccedil;&atilde;o da franquia <i>(DT), </i>por meio do total de unidades pr&oacute;prias <i>(PF) </i>e terceirizadas <i>(OF) </i>abertas desde a participa&ccedil;&atilde;o da marca no sistema de <i>franchising (SF), </i>em rela&ccedil;&atilde;o ao ano refer&ecirc;ncia <i>(BY), </i>no caso <i>BY </i>= 2012. Por fim, <i>A3 </i>mede o &iacute;ndice de suporte prestado, em que <i>SM </i>elenca os tipos poss&iacute;veis de apoios, <i>s </i><i>&isin; </i>{1, 2,  ..., 13} &eacute; o n&uacute;mero refer&ecirc;ncia utilizado de cada e <i>t </i><i>g </i>{0, 1} determina se o apoio &eacute; concedido pela franqueadora, para t=0 relativo ao resultado negativo da oferta e t=1 afirmativo.</p>     <p>A unidade de medida atribu&iacute;da ao indicador &eacute; a absoluta e <i>KPI2<sub>max</sub></i> e <i>KPI2<sub>min</sub> </i>s&atilde;o, respectivamente, os maiores e os menores valores determinados pelo pesquisador como plaus&iacute;veis de serem atingidos, e <i>&beta; </i>&eacute; o &iacute;ndice de rigorosidade esperado.</p>     <p>Conhecida como a parcela de remunera&ccedil;&atilde;o do capital investido, a &quot;Rentabilidade do investimento&quot; <i>(I3) </i>da aquisi&ccedil;&atilde;o dos direitos de comercializa&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos melhores conceitos existentes na gest&atilde;o financeira para determinar, dentre as diversas op&ccedil;&otilde;es, qual a que possui horizonte de crescimento econ&oacute;mico superior, de modo a obter retorno sobre o capital investido mais rapidamente (Kaufman e Dant, 2001; Brown <i>et al, </i>2003; Fama e French, 2006). A partir do exposto, as Equa&ccedil;&otilde;es (14) e (15) foram determinadas consoantes &agrave;s estimativas m&eacute;dias entre o faturamento esperado <i>Pr </i>e os investimentos iniciais m&aacute;ximos e m&iacute;nimos <i>(ti<sub>max</sub> </i>e <i>ti<sub>min</sub>) </i>prospectados na aquisi&ccedil;&atilde;o dos direitos de comercializa&ccedil;&atilde;o,</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e7.jpg">     <p>para <i>TS </i>relativo ao referencial temporal da verifica&ccedil;&atilde;o, <i>Pr </i>&eacute; o montante bruto m&eacute;dio prospectado por per&iacute;odo, <i>T1 </i>&eacute; a m&eacute;dia do investimento inicial necess&aacute;rio para a abertura do ponto, o que desconsidera quest&otilde;es relativas a custos com o ponto comercial, que variam a partir da sua localiza&ccedil;&atilde;o, e <i>&micro; </i>expressa o grau de exig&ecirc;ncia de <i>I3 </i>em compara&ccedil;&atilde;o ao alvo, para todo e qualquer &micro;&gt;0 se T3&gt;0, em unidades de medidas monet&aacute;rias ($).</p>     <p>De maneira a desenvolver um valor superior de mercado, o &quot;Faturamento bruto&quot; <i>(I4) </i>reflete o comportamento observado para o capital de giro, independentemente se, estrategicamente, leva-se em conta a rotatividade de vendas ou capital agregado do produto (Mougeot e Naegelen, 2011).</p>     <p>O indicador <i>I4 </i>tamb&eacute;m visa demonstrar o seu n&iacute;vel de maturidade perante as concorrentes, sendo um crit&eacute;rio de alta atra&ccedil;&atilde;o do investidor no momento em que est&aacute; por decidir o meio pelo qual ir&aacute; realizar o investimento, mesmo que muitas vezes determinada imprecisamente em rela&ccedil;&atilde;o a reais potencialidades de ganhos esperados, fato que geralmente &eacute; encontrado em iniciantes que n&atilde;o possuem uma estrutura de dados capaz de estimar com precis&atilde;o o neg&oacute;cio (Greenley, 1995; V&aacute;zquez, 2005), conforme mostra a Equa&ccedil;&atilde;o (18).</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e8.jpg">     <p>para <i>g </i>representativo ao &iacute;ndice de faturamento relativo ao valor encontrado para p<sub>r</sub>, em que quanto maior a estimativa mais alta &eacute; a sua cota&ccedil;&atilde;o, e <i>&tau; </i>&eacute; o regulador da rigorosidade &eacute; mensurado em <i>I4, </i>em medidas absolutas.</p>     <p>A fim de prezar pelo equil&iacute;brio na rela&ccedil;&atilde;o das partes do sistema, a proje&ccedil;&atilde;o adequada das &quot;Taxas de remunera&ccedil;&atilde;o&quot; <i>(I5) </i>pode ser realizada em concord&acirc;ncia com o tipo de franquia, cujo franqueador considera os custos relativos ao desenvolvimento do plano estrat&eacute;gico e de implanta&ccedil;&atilde;o do <i>franchising </i>at&eacute; atingir o ponto de equil&iacute;brio, al&eacute;m de relacionar, indiretamente, quest&otilde;es n&atilde;o econ&oacute;micas que contribuem na elabora&ccedil;&atilde;o das taxas cobradas, tais como: reputa&ccedil;&atilde;o da empresa, grau de inova&ccedil;&atilde;o do conceito organizacional, concorr&ecirc;ncia, tamanho do mercado e n&uacute;mero de entrantes potenciais (Mauro, 2006; Maru-yama e Yamashita, 2010).</p>     <p>A Equa&ccedil;&atilde;o (21) relaciona os custos de acompanhamento ao franqueado para aprimoramento dos neg&oacute;cios realizados na rede, e destaca principalmente a taxa de <i>royalties (TR), </i>conjuntamente a taxa de divulga&ccedil;&atilde;o da marca, produtos e conceitos da franquia <i>(TP), </i>al&eacute;m do indicador denominado por <i>I4, </i>que est&aacute; relacionado ao capital comprometido com d&iacute;vidas diretas do franqueado relacionadas ao investimento inicial m&eacute;dio (T1), o faturamento esperado (Pr) e o prazo de retorno sobre o investimento estipulado <i>(PB),</i></p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e9.jpg">     <p>para <i>q </i>representativo ao coeficiente regulador da import&acirc;ncia de <i>I4 </i>em analogia a <i>TR </i>e <i>TP, </i>caracterizado consoante &agrave; exig&ecirc;ncia estabelecida pelo pesquisador, da mesma maneira que em <i>&sigma;, </i>no qual regula a rigorosidade esperada, em unidades percentuais (%).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A seguir a determina&ccedil;&atilde;o de cada um dos KPIs, &eacute; necess&aacute;rio identificar quais deles possuem maior relev&acirc;ncia na caracteriza&ccedil;&atilde;o do problema, a partir das rela&ccedil;&otilde;es de import&acirc;ncia entre os fatores durante os diversos n&iacute;veis de detalhamento da estrutura.</p>     <p>Para tanto, a <i>Analytic Hierarchy Process </i>(AHP) incorpora considera&ccedil;&otilde;es quantitativas a respeito do problema, por meio de compara&ccedil;&otilde;es parit&aacute;rias, a fim de gerar pesos para ordenar os indicadores e descrever como as mudan&ccedil;as das caracter&iacute;sticas nos n&iacute;veis mais altos se distribuem e afetam os subn&iacute;veis, por interm&eacute;dio das matrizes <i>A<sub>n*n</sub></i>= (a<sub>ij</sub>), de modo que <i>n </i>compreende a quantidade total de elementos no n&iacute;vel cujo julgamento foi realizado (Saaty, 2008; Marins <i>et al., </i>2010; Gomes e Gomes, 2012).</p>     <p>Com a realiza&ccedil;&atilde;o das combina&ccedil;&otilde;es nos diversos n&iacute;veis existentes, houve a necessidade de sintetizar as solu&ccedil;&otilde;es, de forma a ordenar os KPIs que s&atilde;o mais relevantes no conjunto estudado, por meio das pondera&ccedil;&otilde;es realizadas em <i>WId, </i>conforme mostra a Equa&ccedil;&atilde;o (23),</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e10.jpg">    <br>     <p>para <i>d </i><i>&isin; </i>{1, 2, ..., 5} corresponde ao &iacute;ndice relativo aos indicadores, viabilizada por meio da utiliza&ccedil;&atilde;o do <i>software free Web-Hipre, </i>para os seguintes resultados: WI1=0.229, WI2=0.233, WI3=0.253, WI4=0.192 e W75=0.092, que demonstram a maior relev&acirc;ncia distributiva de <i>I3, </i>bem como a pontua&ccedil;&atilde;o de <i>I5 </i>&eacute; a menos significativa, em um cen&aacute;rio no qual as vari&aacute;veis n&atilde;o econ&oacute;micas e econ&oacute;micas influenciam equivalentemente o contexto <i>(C11</i>=C12=0,5).</p>     <p>Conforme os pressupostos descritos por Sa-aty e Vargas (2012), &eacute; necess&aacute;rio realizar a verifica&ccedil;&atilde;o da raz&atilde;o de consist&ecirc;ncia <i>(CM<sub>cft</sub>) </i>para as matrizes, a fim de assegurar o grau de confiabilidade da modelagem. Ao realizar a formata&ccedil;&atilde;o dos dados obtidos, percebeu-se que para <i>n </i>&lt; 3 o valor de <i>CM= 0, </i>sendo poss&iacute;vel afirmar que a confian&ccedil;a dos julgamentos realizados pode ser considerada m&aacute;xima. Nas matrizes que est&atilde;o al&eacute;m dessa condi&ccedil;&atilde;o, houve tamb&eacute;m o atingimento da raz&atilde;o condicional, de modo a certificar a confian&ccedil;a dos julgamentos realizados.</p>     <p>Em seguida &eacute; apresentada a normaliza&ccedil;&atilde;o dos KPIs, que visa &agrave; transforma&ccedil;&atilde;o destes em uma unidade de medida padr&atilde;o, fato necess&aacute;rio, pois possuem diferentes naturezas de medidas caracter&iacute;sticas. Para tanto, foi proposta a utiliza&ccedil;&atilde;o do m&eacute;todo aplicado ao <i>software Performance Point Server </i>(2007), de modo a possibilitar o desenvolvimento de classifica&ccedil;&otilde;es gerais, com a finalidade de comparar os valores estabelecidos quanto da defini&ccedil;&atilde;o do objetivo da pesquisa em unidades percentuais (%).</p>     <p>Consequentemente, ocorre a verifica&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de atua&ccedil;&atilde;o de cada ramo e segmento, com base na mensura&ccedil;&atilde;o das empresas que as constituem, adequado &agrave; Equa&ccedil;&atilde;o (24),</p> <img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12e11.jpg">    <br>     <p>o que possibilita a realiza&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lculo de <i>Iobj </i>definido pela Equa&ccedil;&atilde;o (1) inicialmente.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em analogia ao contexto estudado e a poss&iacute;veis altera&ccedil;&otilde;es que possam influenciar o perfil das solu&ccedil;&otilde;es, foi proposta a verifica&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis utilizadas para demonstrar a confiabilidade do modelo.</p>     <p>Dessa forma, houve a necessidade da determina&ccedil;&atilde;o da correla&ccedil;&atilde;o entre os KPIs e os ramos (r), e verificou-se a intensidade da associa&ccedil;&atilde;o linear existente para as vari&aacute;veis <i>Id </i>e o <i>Iobj, </i>a partir de dez varia&ccedil;&otilde;es de <i>Tobj, </i>desde <i>Iobj<sub>min</sub></i>= 0% at&eacute; <i>Iobj<sub>max</sub></i>= 100% , por meio do  coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson <i>(&rho;&kappa;PId).</i></p>     <p><font size="3"><b>3. Aplica&ccedil;&atilde;o do modelo</b></font></p>     <p>Coerente aos dados apresentados pela ABF (2012) relativos &agrave; situa&ccedil;&atilde;o encontrada para as franquias entre abril de 2011 e abril de 2012, a aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica se apresenta vinculada ao estudo das franquias associadas &agrave; categoria alimenta&ccedil;&atilde;o, devido &agrave; sua elevada classifica&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao faturamento bruto anual do Brasil (segundo lugar com 22% do mercado) e a mais elevada taxa de crescimento encontrada no &uacute;ltimo tri&ecirc;nio (104%), o que compreende pontos de venda caracterizados pela comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos prontos para o consumo a varejo, carnes, produtos naturais, comidas t&iacute;picas especializadas provenientes de alguma cultura ou regi&atilde;o geogr&aacute;fica espec&iacute;fica, <i>fast-foods, </i>mercearias, distribuidores de bebidas, doces, dentre outros, independentemente da posi&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica das franquias.</p>     <p>A fim de arranjar as empresas semelhantes em um mesmo grupo, a ABF separou a categoria em tr&ecirc;s segmentos distintos: alimentos em geral, bares/ restaurantes/ pizzarias e bebidas/ caf&eacute;s/ doces/ salgados, de modo que o interesse espec&iacute;fico nesse momento na verifica&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es do primeiro, por ser o maior (106 franquias) em rela&ccedil;&atilde;o aos outros que possuem, respectivamente, 46 e 69 licenciadas, constitu&iacute;do de quatro ramos nomeados respectivamente a sua denomina&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Prioritariamente, o estudo deve contemplar a defini&ccedil;&atilde;o dos limites e das faixas de valores que comp&otilde;em a normaliza&ccedil;&atilde;o dos indicadores, mostradas a partir da <a href="#t1">Tabela 1</a>.</p>     <center><a name="t1"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12t1.jpg"></a></center>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel verificar que foram dimensionadas cinco faixas, nas quais a pontua&ccedil;&atilde;o bruta pode estar localizada entre os extremos <i>LS<sub>5</sub> </i>= 100% e <i>LI<sub>1</sub> </i>= 0%. Com isso, houve a elabora&ccedil;&atilde;o dos c&aacute;lculos para os cinco KPIs contidos na modelagem, com a finalidade de mostrar o efeito destes sobre o resultado total dos ramos (<a href="#t2">tabela 2</a>).</p>     <center><a name="t2"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12t2.jpg"></a></center>     <p>Conforme mostrado, o ramo de doces (61% dos pontos atingidos) est&aacute; elencado como de mais sucesso, determinado basicamente pela boa m&eacute;dia obtida tanto aos indicadores de natureza n&atilde;o financeira (70%) quanto financeira (53%), devido &agrave; predomin&acirc;ncia encontrada das suas pontua&ccedil;&otilde;es em compara&ccedil;&atilde;o a quatro dos cinco KPIs propostos, fato n&atilde;o observado apenas para <i>I5. </i>Como pontos-chave de sucesso tem-se o alto n&uacute;mero absoluto de redes abertas no pa&iacute;s (2.355 redes), principalmente devido aos produtos como chocolates, que geralmente possuem grande difus&atilde;o de comercializa&ccedil;&atilde;o nos shopping centers.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O ramo de bebidas conquistou o segundo lugar (57% da pontua&ccedil;&atilde;o total atingida), devido basicamente a fatores de natureza n&atilde;o financeira (11=71% e 12=66%), nos quais se destacam crit&eacute;rios como a quantidade m&eacute;dia de redes abertas por franquia (124), 58% superior ao segundo colocado (doces, com m&eacute;dia de 79 empresas), al&eacute;m de registrar um &iacute;ndice de crescimento, at&eacute; 2012, 22% maior do que os demais.</p>     <p>&Eacute; poss&iacute;vel afirmar que esses dois pontos diagnosticados s&atilde;o capazes de remeter &agrave;s caracter&iacute;sticas de empreendimentos que visam a uma forte presen&ccedil;a de mercado em rela&ccedil;&atilde;o aos consumidores.</p>     <p>O terceiro ramo de destaque &eacute; o de salgados (55% da pontua&ccedil;&atilde;o), no qual as solu&ccedil;&otilde;es est&atilde;o estabelecidas dentro da m&eacute;dia para as duas naturezas de indicadores propostas. Na &uacute;ltima coloca&ccedil;&atilde;o est&atilde;o os caf&eacute;s, com 52% do total, apesar de relativamente a outros grupos possuir um alto valor em <i>I5 </i>(69%), mas que n&atilde;o se replicou as prospec&ccedil;&otilde;es que envolvem a inter-rela&ccedil;&atilde;o dos investimentos com faturamento bruto, o que impossibilita a prospec&ccedil;&atilde;o de boas perspectivas de lucro a m&eacute;dio e longo prazos.</p>     <p>De maneira geral, por meio do c&aacute;lculo proposto pela Equa&ccedil;&atilde;o (1), para uma meta estabelecida como de 70%, pode-se observar que o segmento de bebidas/ caf&eacute;s/ doces/ salgados alcan&ccedil;ou 57% da pontua&ccedil;&atilde;o, 13% inferior ao estipulado m&iacute;nimo de consolida&ccedil;&atilde;o, no qual nenhum dos seus quatro ramos formadores superou as expectativas de performance calculadas em <i>Tobj.</i></p>     <p>Cabe um destaque especial aos resultados encontrados em <i>I4 </i>para todos os grupos, estabelecidos a partir de um valor m&eacute;dio igual a 29% do poss&iacute;vel, decorrente da p&eacute;ssima associa&ccedil;&atilde;o existente nas estimativas dos retornos financeiros brutos (m&eacute;dia geral de R$ 45.000,00/m&ecirc;s por franquia), fato que deveria ser ponto especial de aten&ccedil;&atilde;o aos gestores no momento da elabora&ccedil;&atilde;o do plano de neg&oacute;cios dos associados, principalmente quando da compara&ccedil;&atilde;o destes com o capital de investimento proposto para abertura (m&eacute;dia geral de R$ 360.000,00), a fim de oferecer atrativos a mais aos investidores.</p>     <p>Para a realiza&ccedil;&atilde;o dos testes de confiabilidade do modelo, inicialmente preparou-se a an&aacute;lise da correla&ccedil;&atilde;o dos valores <i>Id </i>com o <i>Iobj, </i>por meio da varia&ccedil;&atilde;o de <i>Td </i>em cada indicador, em uma faixa que considera desde situa&ccedil;&otilde;es otimistas, nas quais o alvo pode ser descrito como de baixa exig&ecirc;ncia ao cumprimento das expectativas, at&eacute; a proposi&ccedil;&atilde;o pessimista, cujo n&iacute;vel &eacute; significativamente mais elevado ao anterior. A verifica&ccedil;&atilde;o conta com um total de dez amostras para cada KPI, sendo previamente verificado que todas possuem graus significativos de normalidade, por interm&eacute;dio do teste de Shapiro-Wilk realizado no <i>software </i>Statistica 7.0 (signific&acirc;ncia de 5%), a partir dos resultados descritos na <a href="#t3">tabela 3</a>, tal que: 1) comidas t&iacute;picas especializadas; 2) produtos naturais; 3) restaurantes; 4) sandu&iacute;ches e grelhados e 5) variedades, conforme as cinco varia&ccedil;&otilde;es obtidas para o <i>Ir, </i>desde <i>Ir<sub>min</sub> </i>= 30% at&eacute;<i> Ir<sub>max</sub> </i>= 100%.</p>     <center><a name="t3"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12t3.jpg"></a></center>     <p>Em consequ&ecirc;ncia, &eacute; poss&iacute;vel constatar pela <a href="#t4">Tabela 4</a> que todas as vari&aacute;veis dependentes, no caso os KPIs, est&atilde;o correlacionados positiva e significativamente (p&lt;0,05) com as suas respectivas vari&aacute;veis independentes, em que <i>p&kappa;PI3 </i>= 0.996 possui o maior grau de correla&ccedil;&atilde;o positiva e o <i>p&kappa;PI1 </i>= 0.989 est&aacute; mais abaixo.</p>     <center><a name="t4"><img src="img/revistas/cadm/v26n47/v26n47a12t4.jpg"></a></center>     <p>Dentro das varia&ccedil;&otilde;es propostas, foi poss&iacute;vel constatar uma forte tend&ecirc;ncia linear de varia&ccedil;&atilde;o, de modo que o sistema de indicadores respons&aacute;vel pela determina&ccedil;&atilde;o do objetivo pode ter comportamento diretamente proporcional aos resultados, al&eacute;m de n&iacute;veis de signific&acirc;ncia (r<sup>2</sup>) localizados na faixa em torno de 99%, o que demonstra o elevado grau de correla&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis independentes e dependentes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>Conclus&otilde;es</b></font></p>     <p>Como preocupa&ccedil;&atilde;o-chave para o desenvolvimento do modelo, houve a reflex&atilde;o acerca da maneira que ocorre a intera&ccedil;&atilde;o das empresas perante o contexto em quest&atilde;o, fato que se acredita ter sido suprido coerentemente por meio da modelagem proposta.</p>     <p>Outra preocupa&ccedil;&atilde;o foi a obten&ccedil;&atilde;o dos dados analisados, de modo que as m&eacute;tricas foram concebidas a partir da verifica&ccedil;&atilde;o de quais informa&ccedil;&otilde;es se encontram de livre acesso ao p&uacute;blico interessado e visam &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos sem que haja limita&ccedil;&otilde;es para o seu c&aacute;lculo. Al&eacute;m disso, o uso de elementos privados se tornaria impratic&aacute;vel, visto que o acesso &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es &eacute; restrito a uso interno das empresas, al&eacute;m do elevado n&uacute;mero de franquias existentes atualmente no pa&iacute;s.</p>     <p>Percebeu-se como contribui&ccedil;&atilde;o positiva da aplica&ccedil;&atilde;o do modelo a possibilidade da visualiza&ccedil;&atilde;o do potencial de crescimento das empresas perante os seus concorrentes diretos e tamb&eacute;m indiretos, bem como da an&aacute;lise detalhada do quanto cada ramo, em rela&ccedil;&atilde;o ao contexto, est&aacute; contribuindo positiva ou negativamente para a performance do segmento. Portanto, o presente trabalho se mostrou coerente com a proposta estabelecida inicialmente ao contemplar a demanda inicial de verifica&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o dos grupos de franquias quanto ao contexto em que estas est&atilde;o inseridas, sob a &oacute;tica externa da avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho organizacional.</p>     <p>Como limita&ccedil;&otilde;es do modelo, foi diagnosticado o n&atilde;o foco de contextualiza&ccedil;&atilde;o dos indicadores para a implanta&ccedil;&atilde;o de uma franquia em uma regi&atilde;o demogr&aacute;fica em espec&iacute;fico e as suas peculiaridades regionais, sejam culturais, geogr&aacute;ficas ou de sazonalidade de consumo, em conjunto com as rela&ccedil;&otilde;es sociais, principalmente do potencial p&uacute;blico consumidor, devido ao modelo tratar apenas da rela&ccedil;&atilde;o direta entre o franqueador e o franqueado, de forma a considerar esse tipo de dado apenas intrinsecamente.</p>     <p>Para estudos futuros, espera-se o desenvolvimento de mensura&ccedil;&otilde;es baseadas em outros m&eacute;todos, como a <i>Data Envelopment Analysis </i>(DEA) e escolas multicrit&eacute;rio de apoio &agrave; tomada de decis&atilde;o, o que ampliaria o horizonte de conhecimento poss&iacute;vel de ser obtido.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p>Aaker, D. A. (2004). Leveraging the corporate brand.<i> California Management Review, </i>46 (3), 6-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0120-3592201300020001200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>ABF (2012). Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Franquias. Anu&aacute;rio de franquias. <i>Guia oficial de marcas associadas, </i>14, 160-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0120-3592201300020001200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>ABF (2013). <i>N&uacute;meros do franchising. </i>Recuperado em 9 out. 2013, de <a target="_blank" href="http://www.portaldofranchising.com.br/numeros-do-franchising/evolucao-do-setor-de-franchising">http://www.portaldofranchising.com.br/numeros-do-franchising/evolucao-do-setor-de-franchising</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0120-3592201300020001200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Alon, I. (2006). Key Success Factors of Franchising Systems in the Retailing Sector. <i>SCMS Journal of Indian Management, </i>jan.-mar., 29-36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S0120-3592201300020001200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Altinay, L. (2004). Implementing international franchising: the role of intrapreneurship. <i>International Journal of Service Industry Management, </i>15, 426-442.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S0120-3592201300020001200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Anisimova, T. (2010). Corporate brand: the company-customer misalignment and its performance implications. <i>Journal of Brand Management, </i>17, 488-503.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S0120-3592201300020001200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bartolomei, J. and Smith, E. (2001). A system dynamic model of government engineering support during the development phase of a military acquisition program. <i>International Conference of The System Dynamics Society, </i>19, 23-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S0120-3592201300020001200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bartz, T., Siluk, J. C. M. and Barth, L. E. (2011). Importance of industrial performance measurement in industry: a case study. <i>Rebrae. Revista Brasileira de Estrat&eacute;gia, </i>4 (1), 91-104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S0120-3592201300020001200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bititci, U. S., Mendibil, K., Martinez, V. and Albores, P. (2005). Measuring and managing performance in extended enterprises. <i>International Journal of Operations &amp; Production Management, </i>25, 333-353.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S0120-3592201300020001200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brown, M., Sturman, M. and Simmering, M. (2003). Compensation policy and organizational performance: The efficiency, operational, and financial implications of pay levels and pay structure. <i>Academy of Management Journal, </i>46 (6), 752-762.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S0120-3592201300020001200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bytheway, C. W. (2007). <i>Fast Creativity &amp; Innovation: Rapidly Improving Processes, Product Development and Solving Complex Problems. </i>Plantation: J. Ross Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S0120-3592201300020001200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castrogiovanni, G., Combs, J. and Justis, R. (2006). Resource Scarcity and Agency Theory  Predictions Concerning the Continued Use of Franchising in Multi-Outlet Networks. <i>Journal of Small Business Management, </i>44, 27-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S0120-3592201300020001200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Chenhall, R. H. (2005). Integrative strategic performance measurement systems, strategic alignment of manufacturing, learning and strategic outcomes: an exploratory study, <i>Accounting, Organizations and Society, </i>30 (5), 395-422.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S0120-3592201300020001200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Corona, C. (2009). Dynamic performance measurement with intangible assets. <i>Review of Accounting Studies, </i>14 (2/3), 314-348.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S0120-3592201300020001200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cretella, J. (2003). <i>Manual jur&iacute;dico do franchising. </i>S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S0120-3592201300020001200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dant, R. P. and Kaufmann P. J. (2003). Structural and Strategic Dynamics in Franchising. <i>Journal of Retailing, </i>79 (2), 63-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S0120-3592201300020001200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Entrepreneur (2013). <i>Entrepreneur 2013 Franchise 500&reg;: 34th Annual Franchise 500 ranking. </i>Recuperado em 20 out. 2013, de <a target="_blank" href="http://www.entrepreneur.com/franchise500/index.html">http://www.entrepreneur.com/franchise500/index.html</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S0120-3592201300020001200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fama, E. F. and French, K. R. (2006). Profitability, investment and average returns. <i>Journal of Financial Economics, </i>82 (3), 491-528.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0120-3592201300020001200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Folan, P. and Browne, J. (2005). A review of performance measurement: towards performance management. <i>Computers in Industry, </i>56, 663-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0120-3592201300020001200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Frazer, L. (2001). Causes of disruption of franchise operations. <i>Journal of Business Research, </i>54, 227-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0120-3592201300020001200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gil, A. C. (2010). <i>Estudo de casos: Fundamenta&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, subs&iacute;dios para coleta e tratamento de dados. </i>S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0120-3592201300020001200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gomes, C. F. and Gomes, L. F. (2012). <i>Tomada de decis&atilde;o gerencial: Enfoque Multicrit&eacute;rio. </i>S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0120-3592201300020001200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Greenley G. E. (1995). Market orientation and company performance: empirical evidence from UK Companies. <i>Br J Manage, </i>6, 1-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0120-3592201300020001200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Grunhagen, M. and Mttelstaedt, R. A. (2005). Entrepreneurs or investors: do multi-unit franchisees have different philosophical orientations. <i>Journal of Small Business Management, </i>43, 207-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0120-3592201300020001200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Haponava, T. and Al-jibouri, S. (2009). Identifying key performance indicators for use in control of pre project stage process in construction. <i>International Journal of Productivity and Performance Management, </i>58, 160-173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0120-3592201300020001200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hubbard, G., Rice, J. and Beamish, P. (2011). <i>Strategic Management: Thinking, Analysis and Action. </i>Austr&aacute;lia: Pearson Education.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0120-3592201300020001200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Johanson, U., Martensson, M. and Skoog, M. (2001). Measuring to understand intangible performance drivers. <i>European Accounting Review, </i>10 (3), 407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0120-3592201300020001200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kaplan, R. S.; Norton, D. P. (2008). <i>A Execu&ccedil;&atilde;o Premium. </i>Rio de Janeiro: Campus.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0120-3592201300020001200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kaufmann, P. J.; Dant, R.P. (2001). The Pricing of Franchise Rights. <i>Journal of Retailing, </i>77 (4), 537-545.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0120-3592201300020001200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lacombe, F. J. M.; Heilborn, G. L. J. (2003). <i>Administra&ccedil;&atilde;o: princ&iacute;pios e tend&ecirc;ncias. </i>S&atilde;o Paulo: Saraiva.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0120-3592201300020001200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lafontaine, F.; Shaw, K. L. (2005). Targeting Managerial Control: Evidence from Franchising. <i>RAND Journal of Economics, </i>36 (1), 131-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0120-3592201300020001200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lobato, D. M.; Filho, J. M.; Torres, M. C. S.; Rodrigues, M. R. A. (2009). <i>Estrat&eacute;gias de empresas. </i>Rio de Janeiro: FGV.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S0120-3592201300020001200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lyon, D. W., Lumpkin, G. and Dess, G. G. (2000). Enhancing entrepreneurial orientation research: operationalizing and measuring a key strategic decision making process. <i>Journal of Management, </i>26, 1055-1085.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S0120-3592201300020001200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marchand, M. and Raymond, L. (2008). Researching performance measurement systems. <i>International Journal of Operations &amp; Production Management, </i>28, 663-686.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S0120-3592201300020001200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marins, F.A.S; Pereira, M.S.; Belderrain, M.C.N.; Urbina, L.M.S. (2010). <i>M&eacute;todos de tomada de decis&atilde;o com m&uacute;ltiplos crit&eacute;rios: aplica&ccedil;&otilde;es na ind&uacute;stria aeroespacial. </i>S&atilde;o Paulo: Blucher Acad&ecirc;mico.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S0120-3592201300020001200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maruyama, M. and Yamashita, Y. (2010). Franchise Fees and Royalties: <i>Theory and Empirical Results, </i>40 (3), 167-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S0120-3592201300020001200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mart&iacute;n-Herr&aacute;n, G., Sigu&eacute;, S. and Zaccour, G. (2011). Strategic interactions in traditional franchise systems: Are franchisors always better off?. <i>European Journal of Operational Research, </i>213, 526-537.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S0120-3592201300020001200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mauro, P. C. (2006). <i>Guia do franqueador: como fazer sua empresa crescer com o franchising. </i>S&atilde;o Paulo: Editora Nobel.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000203&pid=S0120-3592201300020001200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Minayo, M. C. S. (2010). <i>Pesquisa Social: teoria, m&eacute;todo e criatividade. </i>Petr&oacute;polis: Vozes.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000205&pid=S0120-3592201300020001200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mougeot, M. and Naegelen, F. (2011). Franchise bidding, regulation and investment cost. <i>Economy Design, </i>15, 37-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S0120-3592201300020001200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mukhopadhyaya, A. K. (2012) <i>Function Analysis System Technique (A Stimulating Tool). </i>Andhra Pradesh: I K International Publishing House.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000209&pid=S0120-3592201300020001200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neely, A. (2005). The evolution of performance measurement research: developments in the last decade and a research agenda for the next. <i>International Journal of Operations &amp; Production Management, </i>25, 1264-1277.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S0120-3592201300020001200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Olson, E. M. and Slater, S. F. (2002). The balanced scorecard, competitive strategy and performance. <i>Business Horizons, </i>45, 11-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000213&pid=S0120-3592201300020001200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Parmenter, D. (2010). <i>Key Performance Indicators (KPI): Developing, Implementing, and Using WinningKPI's. </i>Wiley: Hoboken.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000215&pid=S0120-3592201300020001200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pavlov, A. and Bourne, M. (2011). Explaining the effects of performance measurement on performance: An organizational routines perspective. <i>International Journal of Operations &amp; Production Management, </i>31, 101-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000217&pid=S0120-3592201300020001200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Performancepoint Server. (2007). Microsoft Office, Redmond. Vers&atilde;o 1.0.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000219&pid=S0120-3592201300020001200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Porter, M. E. (2009). <i>Competition. </i>Rio de Janeiro: Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000221&pid=S0120-3592201300020001200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rauch, A., Wilklund, J., Lumpkin, G. and Frese, M. (2009). Entrepreneurial orientation and business performance: an assessment of past research and suggestions for the future. <i>Entrepreneurship: Theory &amp; Practice, </i>33, 761-787.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000223&pid=S0120-3592201300020001200048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribas, J. A. S. <i>Confidencial: por dentro de umafranquia. </i>S&atilde;o Paulo: Sebrae, 2006.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000225&pid=S0120-3592201300020001200049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rodr&iacute;guez, N. G.; P&eacute;rez, M. J.; Guti&eacute;rrez, J. A. T. (2005). Dependence as a moderator in the relationship between franchisors and franchisees: the case of services franchises, <i>Journal of Marketing Channels, </i>13, 3-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S0120-3592201300020001200050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rothaermel, F.T.; Hitt, M.A.; Jobe, L.A. (2006). Balancing vertical integration and strategic outsourcing: effects on product portfolio, product success, and firm performance. <i>Strategic Management Journal, </i>27, 1933-1956.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S0120-3592201300020001200051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Saaty, T. L. (2008). Decision making with the analytic hierarchy process. <i>Int. J. ServicesSciences, </i>1 (1), 83-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000231&pid=S0120-3592201300020001200052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Saaty T. L. and Vargas, L. G. (2012).<i>Methods, Concepts &amp; Applications of the Analytic Hierarchy Process. </i>New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S0120-3592201300020001200053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shane, S. and Maw-Der, F. (1999). New Firm Survival: Institutional Explanations for New Franchisor Mortality. <i>Management Science, </i>45 (2), 142-159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S0120-3592201300020001200054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sigu&eacute;, S. P. and Chintagunta, P. (2009). Advertising strategies in a franchise system. <i>European Journal of Operational Research, </i>198 (2), 655-665.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S0120-3592201300020001200055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, V. L. S. e Azevedo, P. F. (2012). <i>Teoria e pr&aacute;tica do franchising. </i>S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000239&pid=S0120-3592201300020001200056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Slack, N.; Chambers, S.; Johnston, R. (2010). <i>Operations strategy. </i>Upper Saddle River: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000241&pid=S0120-3592201300020001200057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Stake, R. E. (2006). <i>Multiple case study analysis. </i>New York: Guilford.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000243&pid=S0120-3592201300020001200058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Suh, N. P. (2007). <i>Axiomatic Design - Advances and Applications. </i>New York: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S0120-3592201300020001200059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Toor, S.U.R.; Ogunlana, S. O. (2008), Construction professionals' perception of critical success factors for large-scale construction projects. <i>Construction Innovation, </i>9, 149-167.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S0120-3592201300020001200060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>V&aacute;zquez, L. (2005). Up-front Franchise Fees and Ongoing Variable Payments as Substitutes: An Agency Perspective. <i>Review of Industrial Organization, </i>26 (4), 445-460.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000249&pid=S0120-3592201300020001200061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Windsperger, J.; R. Dant (2006). Contractibility and ownership redirection in franchising: A property rights view. <i>Journal of Retailing, </i>82, 259-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000251&pid=S0120-3592201300020001200062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Zachary, M. A.; McKenny, A. F.; Short, J. C. Davis, K. M.; Wu, D. (2011). Franchise branding: an organizational identity perspective. <i>J. of the Acad. Mark. Sci., </i>39, 629-645.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000253&pid=S0120-3592201300020001200063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>      ]]></body><back>
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