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<journal-title><![CDATA[Investigación y Educación en Enfermería]]></journal-title>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aplicação da teoria interpessoal de Peplau com puérpara adolescente]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Application of Peplau´s interpersonal theory to puerperal adolescents]]></article-title>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Aplicación de la teoría interpersonal de Peplau con puérpara adolescente]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Aim: To establish a helpful relationship between the nurse and the first-birth puerperal adolescents based in Peplau´s interpersonal relationship theory. The North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) diagnostic taxonomy is applied to foresee the patient’s answers regarding her state of health. Material and methods: The study was followed during November and December 2004 with an adolescent puerperal and the scenario was a common ward in a Public Maternity Clinic and the new mother’s home. One visit was at the hospital and three were domiciliary. Results and conclusions: During those visits the Peplau´s interpersonal process was followed with its observations and interview techniques. This study helps to know the purposes of the theory which systematized and guided the assistance to the adolescent mother. Besides it stresses the benefits of the theoretical models in nursing care.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[establecer, entre enfermero y puérpera adolescente primípara una relación de ayuda, fundamentada en la teoría de la Relación Interpersonal de Peplau, en la que se utilizó la taxonomía de diagnósticos de enfermería de la North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) para vislumbrar las respuestas de la paciente a la situación de salud que vivía. Materiales y métodos: Resultados y conclusiones:]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Aplica&ccedil;&atilde;o da teoria interpessoal de Peplau com pu&eacute;rpara adolescente<sup><a href=&quot;#a&quot;>a</a></sup></b></p>       <p>K&aacute;tia Nêyla de Freitas Macêdo<sup>b</sup></p>       <p>Grazielle Roberta Freitas da Silva<sup>c</sup></p>       <p>Thelma Leite de Ara&uacute;jo<sup>d</sup></p>       <p>Marli Teresinha Gimeniz Galv&atilde;o<sup>e</sup></p>       <p><sup>a</sup> Trabalho realizado na disciplina de Enfermagem Cl&iacute;nico Cir&uacute;rgica     do curso de Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do Cear&aacute;-Brasil.   Realizado de Agosto a Dezembro de 2004. Financiado pelas autoras.</p>       <p><sup>b </sup>Aluna do Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do     Cear&aacute;. Bolsista CAPES. Correo: katianeyla@yahoo.com.br Integrante     do Projeto de Pesquisa Sa&uacute;de Ocular</p>       <p><sup>c </sup>Aluna do Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do     Cear&aacute;. Bolsista CAPES. Correo: grazielle_roberta@yahoo.com.br Integrante     do Projeto de Pesquisa Sa&uacute;de do Binômio M&atilde;e Filho.<sup></sup></p>       <p><sup>d </sup>Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professoa do Curso de Gradua&ccedil;&atilde;o     e P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Enfermagem da Universidade Federal do Cear&aacute;-Brasil. Correo: thelmaaraujo2003@yahoo.com.br </p>       <p><sup>e </sup>Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professoa do Curso de Gradua&ccedil;&atilde;o     e P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Enfermagem da Universidade Federal do Cear&aacute;-Brasil. Correo: marli@ufc.br</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Recibido</b>: 29 de marzo de 2005    <br>     <b>Aprobado</b>: 1 de marzo de 2006</p>       <p><b>C&oacute;mo citar este art&iacute;culo</b>:    <br>     De Freitas M. KN, Freitas da Silva CR, Leite de A. T, Gimenez G. MT, Aplica&ccedil;&atilde;o     da teoria interpessoal de Peplau com pu&eacute;rpara adolescente. Invest. educ.     enferm 2006; 24(1) 78-85.</p>   <hr>       <p><b>RESUMO</b></p>       <p><b>Objetivo</b>: estabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o de ajuda entre enfermeiro e pu&eacute;rpara adolescente       prim&iacute;para, fundamentada na teoria do Relacionamento Interpessoal de Peplau,       em que se utilizou a taxionomia de diagn&oacute;sticos de enfermagem da North       American Nursing Diagnosis Association (NANDA) para vislumbrar as respostas       da paciente frente à situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de que vivenciava.</p>       <p><b>Materiais         e M&eacute;todos</b>: O estudo se desenvolveu nos meses de novembro e dezembro de 2004         com uma pu&eacute;rpara adolescente e teve como cen&aacute;rios uma unidade de alojamento         conjunto de uma maternidade p&uacute;blica e o domicilio de uma pu&eacute;rpara. Realizou-se         uma visita à institui&ccedil;&atilde;o hospitalar e três visitas domiciliares. </p>       <p><b>Resultado         e conclus&atilde;o</b>: Durante essas visitas utilizou-se o processo interpessoal proposto         pela teorista, as t&eacute;cnicas de observa&ccedil;&atilde;o e entrevista. A realiza&ccedil;&atilde;o deste         estudo proporcionou conhecer os prop&oacute;sitos da teoria, que sistematizou         e orientou a presta&ccedil;&atilde;o de cuidados à adolescente. Al&eacute;m de enfatizar a         necessidade do uso de modelos te&oacute;ricos         na assistência de enfermagem.</p>       <p><b>Palavras-chave: </b>Diagn&oacute;stico de Enfermagem, Adolescente, Teoria de Enfermagem e Cuidados       de enfermagem.</p>       <p><b>Application of Peplau´s interpersonal theory         to puerperal adolescents</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>       <p><b>Aim: </b>To establish a helpful relationship between the nurse and the first-birth puerperal       adolescents based in Peplau´s interpersonal relationship theory. The       North American Nursing Diagnosis Association (NANDA) diagnostic taxonomy       is applied to foresee the patient’s answers regarding her state of health.</p>       <p><b>Material and methods: </b>The study was followed during November and December 2004       with an adolescent puerperal and the scenario was a common ward in a Public       Maternity Clinic and the new mother’s home. One visit was at the hospital and three were       domiciliary.</p>       <p><b>Results         and conclusions: </b>During         those visits the Peplau´s interpersonal process was followed with its         observations and interview techniques.</p>       <p>This study helps to know the purposes of the       theory which systematized and guided the assistance to the adolescent mother.       Besides it stresses the benefits of the theoretical models in nursing care.</p>       <p><b>Key         Words: </b>Nursing diagnostics,         adolescent<b>, </b>nursing theory, nursing care.</p>       <p><b>Aplicaci&oacute;n de la teor&iacute;a interpersonal de Peplau con  pu&eacute;rpara adolescente</b></p>       <p><b>RESUMEN</b></p>       <p><b></b>establecer, entre enfermero y pu&eacute;rpera       adolescente prim&iacute;para una relaci&oacute;n de ayuda, fundamentada en la teor&iacute;a       de la Relaci&oacute;n Interpersonal de Peplau, en la que se utiliz&oacute; la taxonom&iacute;a       de diagn&oacute;sticos de enfermer&iacute;a de la North American Nursing Diagnosis Association       (NANDA) para vislumbrar las respuestas de la paciente a la situaci&oacute;n de       salud que viv&iacute;a.</p>       <p><b>Materiales y m&eacute;todos:</b>< El estudio se desarroll&oacute; en los meses       de noviembre y diciembre de 2004 con una pu&eacute;rpera adolescente y se tuvieron       como escenarios una unidad de maternidad p&uacute;blica y el domicilio de la pu&eacute;rpera.       Se realizaron una visita a la instituci&oacute;n hospitalaria y tres visitas domiciliares. </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Resultados y conclusiones:</b>< Durante esas visitas se       utiliz&oacute; el proceso interpersonal propuesto por la autora, las t&eacute;cnicas       de observaci&oacute;n y entrevista. La realizaci&oacute;n de este estudio permiti&oacute; conocer       los prop&oacute;sitos de la teor&iacute;a, que sistematiz&oacute; y orient&oacute; la prestaci&oacute;n de       cuidados a la adolescente, adem&aacute;s de enfatizar en la necesidad del uso       de modelos te&oacute;ricos en la asistencia de enfermer&iacute;a. </p>       <p><b>Palabras         clave: </b>Diagn&oacute;sticos de enfermer&iacute;a, adolescente, teor&iacute;a de Enfermer&iacute;a, atenci&oacute;n de         Enfermer&iacute;a. </p>       <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>       <p>O cuidado materno constitui um       conjunto de a&ccedil;ões imprescind&iacute;veis no campo biopsicossocial e ambiental       que permite a aten&ccedil;&atilde;o integral para o rec&eacute;m-nascido desenvolver-se bem       ao lado da figura materna. Neste intervalo a crian&ccedil;a necessita de cuidados       e providências a serem implementados para estabelecer um sono tranqüilo,       alimenta&ccedil;&atilde;o e higiene adequada, al&eacute;m de outros cuidados espec&iacute;ficos. Distinguir       e saber interpretar corretamente os sinais que o rec&eacute;m-nascido emite &eacute; imprescind&iacute;vel       para a sua sa&uacute;de e o bem-estar tanto da crian&ccedil;a como da fam&iacute;lia.</p>       <p>Nas primeiras horas e semanas       de vida evidencia-se o qu&atilde;o importante &eacute; a assistência de enfermagem ao       binômio m&atilde;e-filho. Ao vivenciar o per&iacute;odo pu&eacute;rperal a m&atilde;e deve ser acompanhada       para aprender a cuidar de si e do filho rec&eacute;m-nascido logo ap&oacute;s o parto,       atendendo às necessidades de ambos. Principalmente quando esta m&atilde;e &eacute; adolescente       e prim&iacute;para, pois ela &eacute; surpreendida com incertezas frente ao novo papel       que passa a desempenhar.</p>       <p>A gesta&ccedil;&atilde;o e parto precoce repercutem,       na vida pessoal, familiar, social e educacional de uma m&atilde;e adolescente.       Do ponto de vista pessoal, a adolescente defronta-se com as altera&ccedil;ões       corporais decorrente do processo gestacional afetando a sua auto-imagem       e auto-estima. Esse estado de autodeprecia&ccedil;&atilde;o &eacute; agravado e superposto pela       inseguran&ccedil;a no cuidado com o rec&eacute;m-nascido, decorrente da sua inexperiência       e imaturidade. Para superar essa dificuldade &eacute; comum à mesma permanecer       vivendo com a fam&iacute;lia. A maternidade, nessas circunst&acirc;ncias, gera mudan&ccedil;as       na din&acirc;mica familiar, interferindo no padr&atilde;o de sono, repouso, alimenta&ccedil;&atilde;o,       lazer, entre outros<sup>1</sup>.</p>       <p>A enfermagem &eacute; um processo significativo,       terapêutico e interpessoal. Funciona de forma cooperativa com outros processos       humanos que possibilitam a sa&uacute;de dos indiv&iacute;duos, nas comunidades. Ela &eacute; um       instrumento educativo, uma for&ccedil;a de matura&ccedil;&atilde;o que aspira o progresso da       personalidade na dire&ccedil;&atilde;o a uma vida criativa, construtiva e produtiva<sup>2</sup>.       Dessa maneira, com esta teoria o enfermeiro poder&aacute; cooperativamente cuidar       desta adolescente num processo educativo para que ela possa desempenhar       da melhor maneira seu papel de m&atilde;e.</p>       <p>Para que a assistência tenha uma base       referencial filos&oacute;fica e de cuidado &eacute; de fundamental import&acirc;ncia que as       enfermeiras conhe&ccedil;am com maior profundidade a teoria e/ou modelo te&oacute;rico       que pretendem eleger como fundamento para o cuidar<sup>3</sup>.</p>       <p>Reconhecendo a harmonia entre a teoria       e a assistência ao binômio m&atilde;e-filho e levando em considera&ccedil;&atilde;o os aspectos       anteriormente apresentados, esta investiga&ccedil;&atilde;o tem como objetivo apresentar       um caso cl&iacute;nico de uma pu&eacute;rpera adolescente com base na Teoria do Relacionamento       Interpessoal de Peplau<sup>4</sup>.</p>       <p><b>REFERENCIAL TE&Oacute;RICO</b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Hildegard Peplau nasceu em 1909 na cidade de Reading       na Pennsylvania. Diplomou-se num programa de enfermagem em Pottstown, na       Pennsylvania em 1931. Em 1943 trabalhou em Psicologia interpessoal e se       tornou mestre em       Enfermagem Psiquiatrica em 1947 na Universidade de Col&uacute;mbia em Nova Iorque. Peplau publicou       o livro <i>Interpersonal Relations in Nursing</i> em 1952, referindo-se à obra       como uma teoria parcial para a pr&aacute;tica da enfermagem<sup>5</sup>. Nesta obra a teorista tratou das fases do processo interpessoal, dos pap&eacute;is       nas situa&ccedil;ões de enfermagem e dos m&eacute;todos para o estudo da profiss&atilde;o, como       um processo interpessoal.</p>       <p>Para que a enfermagem seja um processo interpessoal       e terapêutico &eacute; necess&aacute;rio a participa&ccedil;&atilde;o de duas ou mais pessoas que se       beneficiem destas intera&ccedil;ões.</p>       <p>À medida que o profissional orienta o paciente na       dire&ccedil;&atilde;o das solu&ccedil;ões dos encontros di&aacute;rios, os m&eacute;todos e os princ&iacute;pios       utilizados na pr&aacute;tica profissional tornam-se cada vez mais eficientes.       Tanto o paciente como o enfermeiro trabalha em conjunto com o objetivo       de promover a sa&uacute;de<sup>6</sup>.</p>       <p>Peplau<sup>7</sup> define sa&uacute;de como um s&iacute;mbolo lingü&iacute;stico que implica um em movimento progressivo       da personalidade e de outros processos humanos continuados em dire&ccedil;&atilde;o à vida       construtiva, produtiva, pessoal e comunit&aacute;ria.</p>       <p>A teorista relata que a sa&uacute;de necessita de uma defini&ccedil;&atilde;o       clara<sup>8</sup>. E que ap&oacute;s tê-la em mente, &eacute; poss&iacute;vel ver que a       enfermeira participa com outros profissionais na organiza&ccedil;&atilde;o de condi&ccedil;ões       que facilitam o movimento progressivo da personalidade e outros processos       humanos.</p>       <p>O processo interpessoal &eacute; operacionalmente definido       em quatro fases distintas<sup>9</sup>: orienta&ccedil;&atilde;o, identifica&ccedil;&atilde;o, explora&ccedil;&atilde;o e solu&ccedil;&atilde;o.       Estas fases distintas podem ser correlacionadas com as etapas tradicionais       do processo de enfermagem, ou seja, levantamento de dados, diagn&oacute;sticos       de enfermagem, planejamento e implementa&ccedil;&atilde;o de interven&ccedil;ões e avalia&ccedil;&atilde;o,       respectivamente. </p>       <p>A fase de <i>orienta&ccedil;&atilde;o</i> ocorre quando o indiv&iacute;duo       e/ou fam&iacute;lia percebem a necessidade de ajuda e procuram a assistência profissional.       A enfermeira ajuda o cliente a reconhecer e entender seu problema, e juntos       determinam sua necessidade. Nesta primeira fase ocorre o levantamento de       dados no processo de enfermagem.</p>       <p>A fase de <i>identifica&ccedil;&atilde;o</i> ocorre quando se esclarece       a primeira impress&atilde;o do paciente e este responde seletivamente às pessoas       que conseguem satisfazer suas necessidades, adotando uma das seguintes       posturas: ser interdependente com ele, ser autônomo e interdependente do       enfermeiro ou ser passivo e dependente da enfermeira. Ao termino desta       fase s&atilde;o identificados os diagn&oacute;sticos de enfermagem.</p>       <p>J&aacute;, na fase de <i>explora&ccedil;&atilde;o</i> verifica-se quando       o enfermeiro ajuda o cliente na explora&ccedil;&atilde;o       de todos os caminhos da sa&uacute;de. &Eacute; uma fase em que h&aacute; pleno uso dos servi&ccedil;os       dispon&iacute;veis Neste momento fica evidente o planejamento com estabelecimento       de metas e objetivos e interven&ccedil;ões.</p>       <p>Na &uacute;ltima etapa do processo interpessoal, fase de <i>solu&ccedil;&atilde;o</i>,       as necessidades do cliente s&atilde;o satisfeitas atrav&eacute;s dos esfor&ccedil;os cooperativos       de si pr&oacute;prio e do enfermeiro. A dissolu&ccedil;&atilde;o do elo entre enfermeira e paciente &eacute; feita       de maneira cuidadosa, sendo este previamente preparado. Esta parte da teoria       representa, no processo de enfermagem, a fase de avalia&ccedil;&atilde;o.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Peplau<sup>10</sup> deixa claro os prop&oacute;sitos que designou para o enfermeiro       na situa&ccedil;&atilde;o psicodin&acirc;mica da profiss&atilde;o ao descrever seis pap&eacute;is fundamentais.       S&atilde;o eles: Papel de estranho: enfermeira e paciente s&atilde;o desconhecidos e,       portanto, este deve ser tratado sem pr&eacute;-conceitos ou pr&eacute;-ju&iacute;zos, sendo       aceito-o como ele &eacute;, ou seja, como emocionalmente capaz para definir metas       para o cuidado; Papel de provedor de recursos: quando a enfermeira proporciona       respostas espec&iacute;ficas às perguntas habitualmente formuladas em rela&ccedil;&atilde;o       a um problema maior; Papel de professor: a enfermeira avan&ccedil;a sempre a partir       do que o paciente conhece e se desenvolve em torno do seu interesse; Papel       de l&iacute;der: a enfermeira, ao desempenhar este papel, deve ser capaz de observar       e de entender a situa&ccedil;&atilde;o que afeta o paciente, compreender o que sucede       no seu interior e apreciar o desenvolvimento da rela&ccedil;&atilde;o interpessoal.       Deve-se implicar no mesmo um processo democr&aacute;tico, onde participam paciente-enfermeira,       ainda que a lideran&ccedil;a seja da enfermeira; Papel de substituto: a enfermeira deve       assistir o paciente a perceber as diferen&ccedil;as e similaridades entre a enfermeira       e o cliente, definindo assim &aacute;rea de dependência, independência e interdependência;       Papel de assessor: a enfermeira deve ajudar o paciente a conscientizar-se       sobre as condi&ccedil;ões necess&aacute;rias para a sa&uacute;de, procurar estas condi&ccedil;ões quando       poss&iacute;vel e utilizar o acontecimento interpessoal para facilitar a aprendizagem.</p>       <p><b>METODOLOG&Iacute;A</b></p>       <p>Trata-se de um caso cl&iacute;nico, que       permite um estudo profundo e exaustivo de uma situa&ccedil;&atilde;o, de maneira a permitir       o seu conhecimento amplo e detalhado. Ele &eacute; um estudo que analisa um fenômeno       atual dentro do seu contexto de realidade, explorando situa&ccedil;ões de vida       e vari&aacute;veis causais de determinado fenômeno<sup>11</sup>. O estudo Desenvolveu-se       nos meses de novembro e dezembro de 2004 com uma pu&eacute;rpara adolescente e       teve-se como cen&aacute;rios uma unidade de alojamento conjunto de uma maternidade       p&uacute;blica e o domic&iacute;lio da pu&eacute;rpara durante os meses de novembro e dezembro       de 2004.</p>       <p>Para sele&ccedil;&atilde;o da pu&eacute;rpera adolescente adotou-se crit&eacute;rios       extensivos ao binômio m&atilde;e-filho, a saber: pu&eacute;rpera com idade igual ou inferior       a dezoito anos; prim&iacute;para; submetida a parto normal ocorrido nas &uacute;ltimas       24 horas; estar em unidade de alojamento conjunto; rec&eacute;m-nascido apresentar       boas condi&ccedil;ões vitais e estar ao lado da m&atilde;e; residir no munic&iacute;pio de Fortaleza,       no estado do Cear&aacute; (Brasil); permitir receber visita no seu domic&iacute;lio ap&oacute;s       a alta hospitalar e aceitar participar do estudo.</p>       <p>Por ser a visita domiciliar instrumento de trabalho       precioso na extens&atilde;o do cuidado de enfermagem, utilizada nas mais diferentes       formas de acompanhamento dos pacientes, e por oferecer a oportunidade para       o enfermeiro vivenciar com maior proximidade a realidade da pu&eacute;rpera e       planejar de maneira eficaz o plano de cuidados foi um requisito escolhido       no presente estudo de caso para concluir o processo de relacionamento interpessoal.</p>       <p>Para coleta de dados, inicialmente adotou-se a etapa       de orienta&ccedil;&atilde;o da teoria desenvolvida no contexto hospitalar, realizando-se       o primeiro contato com a pu&eacute;rpera. Ap&oacute;s a anuência para participar da investiga&ccedil;&atilde;o       foi entrevistada seguindo um roteiro pr&eacute;-estabelecido que contemplava os       dados de identifica&ccedil;&atilde;o. Para as visitas domiciliares foram estabelecidas       perguntas espec&iacute;ficas que eram anotadas em formul&aacute;rio pr&oacute;prio e era observada       e anotadas cenas que poderiam contribuir durante o processo de pesquisa       e que faziam parte do contexto da assistência. Quando necess&aacute;rio às pesquisadoras       interagiam com a pu&eacute;rpera no intuito de ajudar a paciente a reconhecer       e compreender suas necessidades.</p>       <p>Devido a empatia presente entre enfermeira-cliente       durante a primeira etapa, procedeu-se o desenvolvimento da segunda etapa-       a de identifica&ccedil;&atilde;o- no mesmo cen&aacute;rio hospitalar. Para viabilizar esta etapa       foram realizados os seguintes questionamentos: O que mudou na sua vida       ap&oacute;s o nascimento do seu filho? Você est&aacute; tendo alguma necessidade (dificuldade)       no cuidado ao seu filho? Como você acha que vai reagir frente a essas necessidades       (dificuldades) no &acirc;mbito domiciliar e como poder&iacute;amos atender juntas essas       necessidades?</p>       <p>No final dessa fase, procedeu-se a identifica&ccedil;&atilde;o dos       diagn&oacute;sticos de enfermagem. Para designar os diagn&oacute;sticos de enfermagem       foi utilizada a taxonomia de diagn&oacute;sticos de enfermagem da North American       Nursing Diagnosis Association<sup>12</sup>.</p>       <p>Para dar continuidade ao processo interpessoal, descrito       por Peplau, no cen&aacute;rio domiciliar foram realizadas três visitas ao binômio,       no quarto, nono e d&eacute;cimo segundo dia de puerp&eacute;rio. As duas primeiras visitas       correspondentes à fase de explora&ccedil;&atilde;o. A pu&eacute;rpera adolescente foi indagada       com a seguinte pergunta: Surgiu alguma dificuldade durante os cuidados       ao seu filho? Nesta fase a enfermeira interviu diante dos diagn&oacute;sticos       de enfermagem identificados.</p>       <p>Durante a terceira visita domiciliaria desenvolveu-se       a &uacute;ltima fase da Teoria (Fase de solu&ccedil;&atilde;o) e para a cliente foi perguntado:       As orienta&ccedil;ões foram suficientes para atender às dificuldades enfrentadas       como m&atilde;e?</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise dos dados foi referente à interpreta&ccedil;&atilde;o       dos relatos, a partir dos comportamentos do cliente, fam&iacute;lia e das pesquisadoras,       elucidados durante as quatro fases da Teoria do Relacionamento Interpessoal       em Enfermagem.</p>       <p>Para o desenvolvimento do estudo foram obedecidos       todos os preceitos vigentes na Resolu&ccedil;&atilde;o 196 de 1996 do Conselho Nacional       de Sa&uacute;de do Brasil<sup>13</sup> que trata das pesquisas envolvendo os seres humanos.</p>       <p><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O </b></p>       <p>O primeiro contato com a pu&eacute;rpera prim&iacute;para adolescente       foi realizado na unidade de alojamento conjunto da maternidade. As pesquisadoras       estavam no posto de enfermagem para selecionar o binômio potencial para       o estudo. Neste momento adentrou-se uma m&atilde;e aflita chorando com o rec&eacute;m-nascido       nos bra&ccedil;os, relatando em voz alta que o mesmo n&atilde;o estava respirando e que       ia morrer. A enfermeira respons&aacute;vel pelo plant&atilde;o imediatamente recebeu       a crian&ccedil;a nos bra&ccedil;os, examinou as vias &aacute;rea e concluiu que era apenas uma       regurgita&ccedil;&atilde;o. Em seguida, conversou com a m&atilde;e tranqüilizando-a. Neste instante       estabeleceu-se a escolha da adolescente que atendia aos demais crit&eacute;rios       de sele&ccedil;&atilde;o.</p>       <p>A explica&ccedil;&atilde;o do objetivo do estudo e o convite para       sua participa&ccedil;&atilde;o deram in&iacute;cio ao relacionamento terapêutico. Foi fixado       o n&uacute;mero de visitas domiciliares, a ser realizadas ap&oacute;s alta hospitalar,       a dura&ccedil;&atilde;o de cada uma, al&eacute;m de clareamento das expectativas da m&atilde;e e das       pesquisadoras. Ou seja, foi realizado um contrato de rela&ccedil;&atilde;o, no qual cada       um dos participantes do processo da intera&ccedil;&atilde;o deveria concordar ou discordar,       e por fim aprovar o contrato para dar in&iacute;cio a rela&ccedil;&atilde;o de maneira efetiva.       Nesta fase foi realizado o levantamento de dados, correspondente à <b>fase       de orienta&ccedil;&atilde;o</b>:</p>       <p><i>Pu&eacute;rpera,         18 anos de idade, evang&eacute;lica, natural e residente em Fortaleza-Ce. Mora com os pais,         sendo filha &uacute;nica, n&atilde;o trabalha e n&atilde;o estuda. Prim&iacute;para, com 14 horas         p&oacute;s-parto normal, sem intercorrências. Realizou oito consultas pr&eacute;-natais.         Relata ter participado de v&aacute;rias palestras sobre a amamenta&ccedil;&atilde;o e cuidados         com o bebê. Durante a gesta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o apresentou hemorragias, infec&ccedil;ões,         hipertens&atilde;o ou diabetes. Cliente n&atilde;o apresenta nenhuma doen&ccedil;a preexistente.         Tem um relacionamento de dois anos com o pai da crian&ccedil;a. Relata que faziam         uso de preservativo masculino, por&eacute;m disse que engravidou na &uacute;nica vez         que n&atilde;o utilizou. Apesar da gravidez n&atilde;o ser planejada, desejou muito         este filho. Em rela&ccedil;&atilde;o ao cuidado com o filho considera n&atilde;o ser f&aacute;cil         e diz que apesar das palestras que assistiu e das orienta&ccedil;ões que recebeu         no pr&eacute;-natal, est&aacute; bastante ansiosa e com medo, principalmente ap&oacute;s ter         visto seu filho regurgitando n&atilde;o sabia o que fazer.</i></p>       <p>Na fase de orienta&ccedil;&atilde;o, dentre os pap&eacute;is profissionais       descritos na Teoria, o mais presente foi o de estranho. Por&eacute;m a empatia       surgiu durante a intera&ccedil;&atilde;o facilitando o desenvolvimento da fase de identifica&ccedil;&atilde;o.       Nesta fase a enfermeira desempenhou um papel de provedor de recursos e à medida       que a intera&ccedil;&atilde;o ocorria, foi surgindo confian&ccedil;a e respeito, iniciando-se       a segunda fase: a <b>fase da identifica&ccedil;&atilde;o.</b></p>       <p>Como sugere a teorista<sup>14</sup>, a segunda etapa do processo terapêutico       tende a ser mais intensa e o cliente reage de maneira a conseguir satisfazer       suas necessidades, adotando uma das seguintes posturas: ser independente;       ser autônomo e interdependente da enfermeira ou ser passivo e dependente       da enfermeira.</p>       <p>A prim&iacute;para adolescente sente-se vulner&aacute;vel e com       diversos questionamentos sobre o novo papel que est&aacute; assumindo. &Eacute; neste       contexto que a enfermeira simboliza a aceita&ccedil;&atilde;o das pessoas como s&atilde;o e       a assistência em momentos de estresse<sup>15</sup>. </p>       <p>A adolescente foi indagada sobre a mudan&ccedil;a na sua       vida ap&oacute;s o nascimento de um filho, relatando <i>“... essa experiência &eacute; boa,       muito boa. Agora devo criar mais coragem e responsabilidade ...”.</i></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Quanto aos cuidados ao bebê afirmou “(...) participei       de todas as palestras do pr&eacute;-natal, fiz todas as consultas e exames (...)       Na teoria &eacute; muito f&aacute;cil, mas na pr&aacute;tica (...) Ainda bem que tem as enfermeiras       para me ajudarem”. Fica evidente que a adolescente tenta satisfazer suas       necessidades tendo uma postura dependente da enfermeira.</p>       <p>Continua: “Sei como colocar ele para mamar, isso eu       aprendi nas palestras, mas ningu&eacute;m me falou do umbigo dele. Acho que se       ele ficar encostando sua barriga em mim vai doer o umbigo e ele vai chorar.       Al&eacute;m de outras coisas que ningu&eacute;m me disse(...)”.</p>       <p>Nesse instante a cliente foi questionada de como ela       reagiria frente a esses problemas no &acirc;mbito domiciliar e como juntas essas       necessidades poderiam ser solucionadas. Ela relatou “(...) tenho minha       m&atilde;e, mas como você disse que vai me visitar, seria bom para tirar minhas       d&uacute;vidas com uma pessoa que sabe sobre isso”.</p>       <p>Ao final dessa fase foram identificados três diagn&oacute;sticos       de enfermagem: <i>Risco para tens&atilde;o devido ao papel de cuidador, relacionado à inexperiência       quanto ao cuidado; ansiedade relacionada aos cuidados com o bebê no lar       e; medo relacionado ao desempenho do papel de m&atilde;e.</i></p>       <p>Na fase de identifica&ccedil;&atilde;o, a enfermeira desempenhou       o papel de l&iacute;der, visto que proporcionou observar e entender a situa&ccedil;&atilde;o       que afetava a m&atilde;e adolescente. No       entanto deve-se estar atento para a teoria, no qual h&aacute; ênfase na rela&ccedil;&atilde;o       de coopera&ccedil;&atilde;o e participa&ccedil;&atilde;o ativa, onde a enfermeira ajuda ao paciente       a satisfazer suas necessidades. </p>       <p>Dessa maneira o cliente aprende a fazer uso da rela&ccedil;&atilde;o       enfermeira <i>versus</i> cliente na medida em que ambos se deixam conhecer       e respeitam-se mutuamente, como pessoas com semelhan&ccedil;as e diferen&ccedil;as de       opini&atilde;o, na forma de contemplar uma situa&ccedil;&atilde;o e na forma de responder frente       aos acontecimentos<sup>16</sup>.</p>       <p>Ap&oacute;s o levantamento de dados e identifica&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;sticos       na unidade hospitalar, foi dada continuidade às fases seguintes da teoria       interpessoal de Peplau, durante as visitas domiciliares. </p>       <p>Nesta perspectiva inicia-se a <b>fase de explora&ccedil;&atilde;o</b>.</p>       <p>Para contextualizar a realidade em que a adolescente       est&aacute; inserida, foi realizada a primeira visita domiciliar, quando a crian&ccedil;a       estava com quatro dias de vida. Referente ao surgimento de alguma dificuldade       durante os cuidados ao filho, a adolescente relatou ter algumas d&uacute;vidas,       reafirmando que a presen&ccedil;a de sua m&atilde;e lhe deixava mais segura.</p>       <p>A adolescente colocava a crian&ccedil;a diariamente pela       manh&atilde; exposta à luz solar para a regress&atilde;o da icter&iacute;cia fisiol&oacute;gica. Nesta       ocorre um aumento da bilirrubina n&atilde;o conjugada durante a primeira semana       de vida, chegando a atingir concentra&ccedil;ões de 7mg/dl pr&oacute;ximo ao terceiro       mês de vida<sup>17</sup>. Em rela&ccedil;&atilde;o à alimenta&ccedil;&atilde;o,       o bebê encontrava-se em aleitamento materno exclusivo. A adolescente acrescentou       que durante a amamenta&ccedil;&atilde;o, tem medo que ocorra regurgita&ccedil;&atilde;o, fato que a       deixou com medo e apreensiva durante a interna&ccedil;&atilde;o hospitalar.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Durante a higiene, estava usando na crian&ccedil;a produtos       neutros apropriados à idade. A fralda era trocada sempre que havia elimina&ccedil;ões       fisiol&oacute;gicas para evitar assaduras. O coto umbilical estava seco e livre       de secre&ccedil;ões. A m&atilde;e da adolescente relatou sec&aacute;-lo diariamente ap&oacute;s o banho.       Observou-se nesse momento que esses cuidados eram realizados pela av&oacute; da       crian&ccedil;a.</p>       <p>Ela relatou ter medo de ser m&atilde;e e ter que cuidar do       bebê por isso, preferia que a sua m&atilde;e o fizesse. Ela falou “(...) como       por exemplo segurar o bebê no banho, esta hora eu acho a pior, pois tenho       medo de derrubar, fico nervosa (...)”.</p>       <p>Esses depoimentos e pelas observa&ccedil;ões realizadas na       visita reafirma-se os diagn&oacute;sticos de enfermagem atribu&iacute;dos na fase anterior.</p>       <p>Fica claro que a cliente indiretamente buscou a ajuda       da enfermeira e discutiu as suas expectativas de resolu&ccedil;&atilde;o de seus problemas       junto ao profissional. </p>       <p>A prim&iacute;para adolescente foi orientada e estimulada       a cuidar do seu filho, sem a ajuda da sua m&atilde;e. Uma das pesquisadoras ensinou-lhe       a maneira de proceder de forma segura durante o banho da crian&ccedil;a. No final       da visita, a crian&ccedil;a ir&iacute;a ser banhada, nesta ocasi&atilde;o a adolescente foi       convidada a realizar o banho sob supervis&atilde;o. Foi orientada tamb&eacute;m, em rela&ccedil;&atilde;o à troca       de fraldas, ao n&atilde;o uso de alfinetes para       fraldas ao cuidar da crian&ccedil;a e sobre a limpeza da regi&atilde;o perianal.</p>       <p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao medo relatado pela prim&iacute;para durante       a amamenta&ccedil;&atilde;o, ela foi orientada a estimular o bebê a eliminar os gases       do sistema digestivo que pudesse ter ingerir durante as mamadas. Tamb&eacute;m,       foi orientada a colocar a crian&ccedil;a em dec&uacute;bito lateral direito ap&oacute;s ser       alimentada para evitar a regurgita&ccedil;&atilde;o<sup>18</sup>.</p>       <p>Ressalta-se que a cliente foi orientada quanto à import&acirc;ncia       de manter o aleitamento materno exclusivo at&eacute; os seis meses de vida, a       posi&ccedil;&atilde;o correta para amamentar; import&acirc;ncia da vacina&ccedil;&atilde;o e de proporcionar       um ambiente sem riscos para a crian&ccedil;a.</p>       <p>Na visita seguinte a adolescente estava amamentando       seu filho, j&aacute; com nove dias de vida. Em seguida ela colocou o bebê no ber&ccedil;o       e se dirigiu at&eacute; a sala. Uma das pesquisadoras conversou sobre os dias       que antecederam a esta visita. A adolescente disse “(..) agora minha m&atilde;e       vai fazer compras de manh&atilde; e n&atilde;o se preocupa tanto como antes(...), ela       continua me ajudando, mas ela agora &eacute; diferente”. Durante a intera&ccedil;&atilde;o foi       informada que a pr&oacute;xima visita seria a &uacute;ltima.</p>       <p>Na fase de explora&ccedil;&atilde;o, a enfermeira adotou o papel       de professor, ou seja, proporcionou ajuda e ensinamentos à adolescente       para que ela entendesse a situa&ccedil;&atilde;o vivenciada, de modo que pudesse desempenhar       seu papel de m&atilde;e de forma tranqüila. A prim&iacute;para foi orientada em rela&ccedil;&atilde;o       aos principais cuidados com seu filho, objetivando minimizar o medo e a       ansiedade em rela&ccedil;&atilde;o ao novo papel que estava desempenhando. Levando sempre       em considera&ccedil;&atilde;o os aspectos culturais, avaliando e mostrando atitudes positivas       frente aos cuidados prestados ao rec&eacute;m-nascido. </p>       <p>Assim a prim&iacute;para junto ao seu filho com 12 dias de       vida foram visitados pela &uacute;ltima vez, realizando desse modo a<b> fase de       solu&ccedil;&atilde;o</b>, que implica na libera&ccedil;&atilde;o gradual da identifica&ccedil;&atilde;o com as pessoas       que têm proporcionado ajuda e a cria&ccedil;&atilde;o e fortalecimento da capacidade       para agir por si mesmo<sup>19</sup>.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As pesquisadoras partiram do seguinte questionamento:       as orienta&ccedil;ões foram suficientes para atender às dificuldades enfrentadas       como m&atilde;e? Ela verbalizou “me sinto mais m&atilde;e do que antes(...) agora fa&ccedil;o       as coisas sem tanta ajuda da minha m&atilde;e”. A adolescente proporcionava cuidados       sem a ajuda direta da sua m&atilde;e, al&eacute;m de realizar o banho do bebê sem medo.       Este fato foi interpretado como uma mudan&ccedil;a de comportamento, visto que       era seu maior receio.</p>       <p>A fase de solu&ccedil;&atilde;o ocorreu na terceira visita domiciliar,       quando foi percebido que a assistência de enfermagem realizada, atingira       as metas e objetivos estabelecidos.</p>       <p>Considera-se esta fase como de libera&ccedil;&atilde;o do paciente       para agir por si mesmo, sem a presen&ccedil;a da enfermeira, embora esta e o cliente       permane&ccedil;am unidos pelo relacionamento interpessoal mantido anteriormente.       Mas isto s&oacute; se torna poss&iacute;vel, caso o cliente consiga sentir na enfermeira       apoio suficiente para estar sozinho, com habilidade para apontar, prosseguir       e perseguir a meta, que &eacute; a continuidade do cuidado e de promover a sa&uacute;de       mediante os pr&oacute;prios esfor&ccedil;os<sup>20</sup> .</p>       <p><b>CONSIDERA&Ccedil;ÕES FINAIS</b></p>       <p>Admite-se que as teorias de enfermagem s&atilde;o necess&aacute;rias à pr&aacute;tica,       pois s&atilde;o instrumentos que fundamentam o cuidar ao indiv&iacute;duo, a fam&iacute;lia       e a comunidade visto que cada ser humano necessita de assistência individualizada.       Al&eacute;m disso, a aplicabilidade de teorias promove a identidade da profiss&atilde;o,       tornando o profissional autônomo e independente. Entretanto, isso s&oacute; acontecer&aacute; quando       passa a valorizar aquilo que sustenta sua pr&aacute;tica, ou seja, uma Teoria.</p>       <p>Ao estabelecer assistência de enfermagem a uma adolescente prim&iacute;para,       considerando os pressupostos da Teoria Interpessoal de Hildegard Peplau       foi poss&iacute;vel sistematizar e orientar as a&ccedil;ões e atua&ccedil;&atilde;o do enfermeiro junto à m&atilde;e       adolescente em dois cen&aacute;rios distintos mostrando-se inteiramente eficaz       e pertinente ao contexto. Em decorrência do levantamento e observa&ccedil;&atilde;o de       situa&ccedil;ões emergentes para a conjuntura do cuidado extensivo ao rec&eacute;m-nascido       o uso da teoria foi plenamente pertinente.</p>       <p>A teoria de relacionamento interpessoal facilitou a assistência e       as visitas domiciliares contribu&iacute;ram para a aproxima&ccedil;&atilde;o com a realidade       em que vive a adolescente.</p>       <p>Peplau aborda especificamente o indiv&iacute;duo, no entanto &eacute; importante       destacar que a intera&ccedil;&atilde;o social dessa m&atilde;e pode estar associada a suas condutas       frente os cuidados com o rec&eacute;m-nascido. Assim, a cultura pode influenciar       essa etapa do ciclo vital. Devemos atentar para conhecer sua cultura, para       que possamos entender o comportamento e a maneira como essa clientela percebe       a situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de ou de doen&ccedil;a, pois muitas vezes podem impedem a mudan&ccedil;a       de comportamento. Conhecendo a cultura, bem como as cren&ccedil;as, os valores       e os costumes compartilhados pelos indiv&iacute;duos que cuidamos, podemos junto       a ele direcionar seu comportamento de maneira positiva em rela&ccedil;&atilde;o à promo&ccedil;&atilde;o à sa&uacute;de.</p>       <p>Sugere-se ampliar estudos sobre teorias de enfermagem efetivados em       diversos cen&aacute;rios e com clientes de diferentes contextos. E, que os profissionais       de enfermagem, principalmente, aqueles que oferecem cuidados diretos estejam       conscientes da relev&acirc;ncia da inser&ccedil;&atilde;o desta tem&aacute;tica no cotidiano do trabalho       estende o cuidado para al&eacute;m do ambiente hospitalar.</p>       <p><b>REFERÊNCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS </b></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1. Folle E, Geib LTC. Representa&ccedil;ões sociais das prim&iacute;paras adolescentes       sobre o cuidado materno ao rec&eacute;m-nascido. Rev Latino-am Enfermagem 2004;12(2):183-190. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0120-5307200600010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>2. Peplau HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco       de referencia conceptual para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones       Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas; 1993. pp. 3-13.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0120-5307200600010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>3. Ara&uacute;jo EAG,       Garcia TR, Coller MS. Aplica&ccedil;&atilde;o da teoria de peplau na assitência domiciliar de enfermagem       a portador de AIDS. Cogitare enferm 1999;4(1):84-88.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0120-5307200600010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>4. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 3-13.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0120-5307200600010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>5. Belcher JR, Fish LJB. Hildegard E. Peplau. En: George JB. Teorias de enfermagem: Os       fundamentos para a pr&aacute;tica profissional. 5 ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas;       2002. pp. 140-153.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0120-5307200600010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>6. Torres G. A posi&ccedil;&atilde;o dos conceitos e teorias na enfermagem. En:       George JB. Teorias de enfermagem: Os fundamentos para a pr&aacute;tica profissional. 5       ed. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas; 2002. pp. 5-11&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0120-5307200600010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>7. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 15-16&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0120-5307200600010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>8. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 10-12.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0120-5307200600010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>9. Peplau HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco       de referencia conceptual para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones       Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas; 1993. pp. 15-34.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0120-5307200600010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>10. Peplau HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco       de referencia conceptual para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones       Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas; 1993. pp. 37-57.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0120-5307200600010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>11. V&iacute;ctora CG, Knauth DR, Hassen     MNA. Pesquisa qualitativa em sa&uacute;de: Uma introdu&ccedil;&atilde;o     ao tema. Porto Alegre: Tomo; 2000. pp. 10-23.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0120-5307200600010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>12. North American Nursing Association. Diagn&oacute;sticos de Enfermagem da NANDA: Defini&ccedil;ões e classifica&ccedil;&atilde;o 2003-2004.       Porto Alegre: Artmed; 2005. pp 39-62.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0120-5307200600010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>13. Brasil. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Resolu&ccedil;&atilde;o 196 de 1996, Outubro 10,       sobre pesquisa envolvendo seres humanos. Bras&iacute;lia: Conselho Nacional de       Sa&uacute;de, Comiss&atilde;o Nacional de &Eacute;tica em       Pesquisa CONEP; 1996. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0120-5307200600010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>14. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 24-25.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0120-5307200600010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>15. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 26-27.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0120-5307200600010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>16. Peplau HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco       de referencia conceptual para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones       Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas; 1993. pp. 27-31.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0120-5307200600010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>17. Silva MJP, Tamez RN. Enfermagem       na UTI neonatal: Assistência ao rec&eacute;m nascido. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara       Koogan; 2000. pp. 20-22.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0120-5307200600010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>18. Nunes ML, Martins MP, Nelson EAS, Cowan S, Cafferata ML, Costa       JC. Orienta&ccedil;ões adotadas nas maternidades dos hospitais-escola do Brasil,       sobre posi&ccedil;&atilde;o de dormir. Cad Sa&uacute;de Publ 2002;18(3):883-886.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0120-5307200600010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>19. Peplau       HE. Relaciones interpersonales en enfermer&iacute;a: Un marco de referencia conceptual       para la enfermer&iacute;a psicodin&aacute;mica. Barcelona: Ediciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas;       1993. pp. 32-34.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0120-5307200600010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>20. Ata&iacute;de MBC, Pagliuca LMF, Damasceno MMC.<b> </b>Inter–rela&ccedil;&atilde;o dos prop&oacute;sitos da teor&iacute;a de Peplau com o cuidado ao       diab&eacute;tico. Rev Bras Enferm 2002;55(6):674-679. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0120-5307200600010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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