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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Artropodes do solo durante o processo de decomposição da matéria orgánica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In agroforestry systems tree pruning is a source of nutrients for the main crops, which makes it important to determine the decomposition rate of these residues. Among the factors influencing plant material decomposition, soil fauna plays an outstanding role. Thus, the relation between these two parameters was the objective of the current work. The evaluation made use of litter bags filled with 50 g of leaves of gliricídia or ingá and scattered on the ground of an agroforestry system. These materials were collected on days 8, 14, 20, 27, 41, 57 and 78 after setting the experiment, plus two additional ingá sample collections on days 128 and 239. After collection, dry matter content and arthropod fauna (using Berlese-Tüllgren funis and laboratory screening) associated to plant material in each bag were determined. Gliricídia showed an increase in fauna abundance since day 14, to decline after day 41. In the case of ingá, fauna only increased after day 57. Soil fauna was observed to vary during the decomposition process and as a function of plant species decomposition rate, polyphenol content being the most influencing factor. While not all faunal groups accompanied the decomposition process, Isopoda was the one that most closely did so]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p align ="left">SOILS, FERTILIZATION &amp; MANAGEMENT OF WATER</p>       <p align="center"><font size="4"><b>Artropodes do solo durante o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria org&aacute;nica</b></font></p>       <p align="center"><font size="3">Edaphic arthropods during organic matter decomposition</font></p>       <p align="center">Alexander Silva de Resende<sup>1</sup>, Eduardo Francia Carneiro Campello<sup>1</sup> , Gabriela Tavares Arantes Silva<sup>2</sup> , Khalil Menezes Rodrigues<sup>2</sup>, Willian Roberson Duarte de Oliveira<sup>2</sup> e Maria Elizabeth Fernandes Correia<sup>1</sup></p>   <sup>1</sup>Agrobiologia, Empresa Brasileira de pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa). Serop&eacute;dica (Brasil). <a href="mailto:alexander.resende@embrapa.br">alexander.resende@embrapa.br</a>    <BR> <sup>2</sup>Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Serop&eacute;dica (Brasil).</P>      <p>Received for publication: 12 May, 2010. Accepted for publication: 29 March, 2013.</p> <hr>      <p><b>RESUMO</b></p>      <p>Em sistemas agroflorestais (SA F), a poda de &aacute;rvores e arbustos &eacute; usada como fonte de nutrientes para as culturas principais, tornando importante a determina&ccedil;&atilde;o das taxas de decomposi&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Entre os fatores que influenciam a decomposi&ccedil;&atilde;o de material vegetal, a fauna do solo tem um papel de destaque. O objetivo deste trabalho foi analisar a din&acirc;mica entre as popula&ccedil;&otilde;es da fauna de artr&oacute;podes e o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o de material vegetal. Para a avalia&ccedil;&atilde;o, utilizaram-se sacolas (litter bags) contendo 50 g de folhas frescas de gliric&iacute;dia ou ing&aacute;, dispostas sobre o solo em um SA F. O material foi coletado aos 8, 14, 20, 27, 41, 57 e 78 dias ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o do experimento, com duas coletas adicionais somente de ing&aacute; aos 128 e 239 dias. Depois da coleta, se determinou a mat&eacute;ria seca contida em cada sacola. Avaliou-se tamb&eacute;m a associa&ccedil;&atilde;o da fauna de artr&oacute;podes com cada material em cada coleta, atrav&eacute;s de funis Berlese-T&uuml;llgren e triagem em laborat&oacute;rio. Na gliric&iacute;dia houve um aumento na abund&acirc;ncia da fauna a partir dos 14 dias, com um posterior decl&iacute;nio aos 41 dias. No ing&aacute;, o incremento da abund&acirc;ncia da fauna s&oacute; ocorreu a partir dos 57 dias. A fauna do solo varia durante o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o e se apresenta de forma diferente em esp&eacute;cies de velocidades de decomposi&ccedil;&atilde;o contrastantes, sendo o teor de polifenol a caracter&iacute;stica que mais parece influenciar esse comportamento. Nem todos os grupos faun&iacute;sticos acompanharam o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, mas o grupo Isopoda foi o que melhor acompanhou essa din&acirc;mica.</p>      <p>Palavras chave: fauna do solo, sistemas agroflorestais, nutriente, mineraliza&ccedil;&atilde;o.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABTRACT</b></p>      <p>In agroforestry systems tree pruning is a source of nutrients for the main crops, which makes it important to determine the decomposition rate of these residues. Among the factors influencing plant material decomposition, soil fauna plays an outstanding role. Thus, the relation between these two parameters was the objective of the current work. The evaluation made use of litter bags filled with 50 g of leaves of gliric&iacute;dia or ing&aacute; and scattered on the ground of an agroforestry system. These materials were collected on days 8, 14, 20, 27, 41, 57 and 78 after setting the experiment, plus two additional ing&aacute; sample collections on days 128 and 239. After collection, dry matter content and arthropod fauna (using Berlese-T&uuml;llgren funis and laboratory screening) associated to plant material in each bag were determined. Gliric&iacute;dia showed an increase in fauna abundance since day 14, to decline after day 41. In the case of ing&aacute;, fauna only increased after day 57. Soil fauna was observed to vary during the decomposition process and as a function of plant species decomposition rate, polyphenol content being the most influencing factor. While not all faunal groups accompanied the decomposition process, Isopoda was the one that most closely did so.</p>      <p>Key words: soil fauna, agroforestry, nutrients, mineralization </p>  <hr>      <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>      <p>Os sistemas agroflorestais (SAF) s&atilde;o formas de uso e manejo do solo nos quais esp&eacute;cies lenhosas (&aacute;rvores, arbustos e palmeiras) s&atilde;o utilizadas em associa&ccedil;&atilde;o com culturas e/ou animais na mesma &aacute;rea, de maneira simult&acirc;nea ou sequencial. Eles t&ecirc;m como objetivo promover o equil&iacute;brio das fun&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas aliadas &agrave; rentabilidade econ&ocirc;mica. Tais benef&iacute;cios s&atilde;o provenientes das intera&ccedil;&otilde;es entre a componente arb&oacute;rea e as demais componentes do sistema (Passos, 2003; Brienza J&uacute;nior <i>et al.</i>, 2009).</p>      <p>Entre as fun&ccedil;&otilde;es ecol&oacute;gicas que os sistemas agroflorestais podem ter, destaca-se a ciclagem de nutrientes. Este processo inclui o enriquecimento das camadas superficiais do solo com mat&eacute;ria org&acirc;nica a partir da transfer&ecirc;ncia de biomassa, sendo regulado principalmente pela velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o e mineraliza&ccedil;&atilde;o deste material vegetal depositado (Silva <i>et al.</i>, 2006).</p>      <p>Os sistemas biol&oacute;gicos envolvidos no processo de decomposi&ccedil;&atilde;o incluem tr&ecirc;s componentes: um recurso decomponente, ou seja folhas ou ra&iacute;zes que fornecem a mat&eacute;ria org&acirc;nica do solo; os microrganismos, que s&atilde;o mediadores da maior parte das transforma&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas; e macro-organismos, que criam condi&ccedil;&otilde;es convenientes para a atividade microbiana em escalas definidas de espa&ccedil;o e tempo (Wardle e Lavelle, 1997). Cabe ressaltar que a qualidade do material a ser decomposto &eacute; um dos fatores mais importantes. Neste sentido, sob as mesmas condi&ccedil;&otilde;es edafoclim&aacute;ticas, a velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o dos res&iacute;duos de diversas esp&eacute;cies vegetais varia em fun&ccedil;&atilde;o da qualidade do material decomponente (Gama-Rodrigues <i>et al.</i>, 2003).</p>      <p>Os organismos do solo tamb&eacute;m podem ter efeitos reguladores fortes na decomposi&ccedil;&atilde;o (Lavelle, 1993), sendo classificados em microrganismos, compreendendo as bact&eacute;rias e fungos; e a fauna do solo, que &eacute; dividida em: micro, meso e macrofauna (Correia e Oliveira, 2000).</p>      <p>Os microrganismos s&atilde;o a componente bi&oacute;tica que atua diretamente no processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, pois tem o complemento enzim&aacute;tico mais apropriado para a quebra da serapilheira. A fauna do solo, principalmente a que consome diretamente os res&iacute;duos vegetais, desempenha o papel de transformadora da serapilheira (Wardle e Lavelle, 1997). Por causa do seu limitado aparato enzim&aacute;tico, a fauna do solo atua principalmente na fragmenta&ccedil;&atilde;o de detritos vegetais, acondicionando-os para a a&ccedil;&atilde;o dos microrganismos; na humifica&ccedil;&atilde;o e na redistribui&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas org&acirc;nicas e minerais do solo (Correia e Oliveira, 2000). Assim, os microrganismos e a fauna do solo possuem fun&ccedil;&otilde;es complementares, sendo que a natureza da intera&ccedil;&atilde;o entre eles regula o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>O objetivo deste trabalho foi observar a din&acirc;mica da comunidade da fauna de artr&oacute;podes no processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, verificando: 1) se h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o entre a abund&acirc;ncia da fauna e a velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o da serapilheira de duas esp&eacute;cies vegetais com composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica contrastante; e 2) se todos os grupos presentes acompanham a taxa de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Materiais e m&eacute;todos</b></p>      <p>Amostras de folhas frescas de Gliricidia sepium (Jacq) Steud. (gliric&iacute;dia) e Inga marginata Willd. (ing&aacute;) foram coletadas no m&ecirc;s de setembro de 2005. A coleta foi realizada na &aacute;rea jardinada da Embrapa Agrobiologia, munic&iacute;pio de Serop&eacute;dica, RJ (22&deg;46&prime; S, 43&deg;41&prime; O) situada a 33 m de altitude. A regi&atilde;o apresenta clima de ver&otilde;es &uacute;midos e invernos secos, com temperatura m&eacute;dia anual de 24,6&deg;C e precipita&ccedil;&atilde;o de 1.200 mm, sendo os meses de julho e agosto os mais secos (Ramos <i>et al.</i>, 1973). A &aacute;rea possui um Planossolo de baixa fertilidade, com uma superf&iacute;cie arenosa e logo abaixo uma camada argilosa e compacta.</p>      <p>As amostras consistiram apenas nas folhas intermedi&aacute;rias dos ramos, evitando assim a coleta de folhas jovens e em est&aacute;gio de maturidade avan&ccedil;ada, toda vez que, com a senesc&ecirc;ncia, h&aacute; transloca&ccedil;&atilde;o de nutrientes entre os &oacute;rg&atilde;os da planta (Mason, 1980). Amostras de 50 g de folhas frescas de cada esp&eacute;cie vegetal foram colocadas em bolsas de malha pl&aacute;stica com abertura de 5 mm (litter bags). Seis bolsas para cada material vegetal foram distribu&iacute;das aleatoriamente num sistema agroflorestal na Fazendinha Agroecol&oacute;gica da Embrapa Agrobiologia, sendo depositadas sobre a superf&iacute;cie do solo. A mat&eacute;ria seca inicial foi determinada antes da exposi&ccedil;&atilde;o a campo, secando-se as folhas de seis bolsas em estufa a 65&deg;C at&eacute; peso constante. Levada a cabo aos 8, 14, 20, 27, 41, 57 e 78 d ap&oacute;s a instala&ccedil;&atilde;o do experimento, a avalia&ccedil;&atilde;o da velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o e libera&ccedil;&atilde;o de nutrientes contou com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es por esp&eacute;cie e por data de amostragem. Para Inga semialata, realizaram-se duas coletas adicionais, aos 128 e 239 d, por sabidamente apresentar decomposi&ccedil;&atilde;o mais lenta que a gliric&iacute;dia (Silva <i>et al.</i>, 2006).</p>      <p>Em cada data de amostragem, as litter bags foram retiradas do solo e transportadas para o laborat&oacute;rio, onde o material vegetal foi seco em estufa a 65&deg;C at&eacute; atingir peso constante. Em seguida foi manualmente triado e triturado para a determina&ccedil;&atilde;o do teor de nitrog&ecirc;nio segundo metodologia descrita por Embrapa (1999).</p>      <p>A avalia&ccedil;&atilde;o da fauna do solo e do material em decomposi&ccedil;&atilde;o contou com seis repeti&ccedil;&otilde;es por data de amostragem e por esp&eacute;cie. Uma vez retiradas as litter bags, coletaram-se amostras de solo utilizando um gabarito de 0,25 x 0,25 m at&eacute; uma profundidade de 5 cm. Cada amostra foi transferida para o laborat&oacute;rio, sendo adicionada em funis da bateria de extratores Berlese-T&uuml;llgren (Correia e Oliveira, 2000), os quais tinham em sua base um recipiente de vidro contendo 150 mL de &aacute;lcool (50%). Ap&oacute;s a transfer&ecirc;ncia de todas as amostras para os funis, a bateria de extratores foi vedada completamente. Acima dos funis, acenderam-se l&acirc;mpadas de 40 W, as quais permaneceram assim por 13 d, conforme recomendado por Correia e Oliveira (2000). O conte&uacute;do de cada frasco proveniente dos extratores foi triado, em placas de Petri sob lupa binocular. Os artr&oacute;podes foram separados, contados e identificados ao n&iacute;vel de ordem e os dados expressos em n&uacute;mero de indiv&iacute;duos por m2.</p>      <p>A avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados baseou-se na estat&iacute;stica descritiva, estimando-se a m&eacute;dia, o desvio e o erro padr&atilde;o da m&eacute;dia.</p>      <p><b>Resultados e discuss&atilde;o</b></p>      <p>As duas esp&eacute;cies vegetais apresentaram taxas de decomposi&ccedil;&atilde;o bem contrastantes. A gliric&iacute;dia apresentou massa final de apenas 9% do valor inicial aos 78 d, enquanto o ing&aacute; ainda manteve 72% da sua massa inicial aos 239 d (<a href="#f1">Fig.1</a>). Esses resultados s&atilde;o reflexos da composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica de cada esp&eacute;cie. Ap&oacute;s 14 d de exposi&ccedil;&atilde;o a campo, a gliric&iacute;dia apresentou uma rela&ccedil;&atilde;o (lignina + polifenol)/N duas vezes menor que o ing&aacute;. O mesmo foi observado para a rela&ccedil;&atilde;o C:N, que foi de 19 para o ing&aacute; e de 14 para a gliric&iacute;dia (<a href="#t1">Tab.1</a>). Esses resultados est&atilde;o de acordo com Silva <i>et al.</i> (2006), quem, trabalhando na mesma &aacute;rea, encontraram correla&ccedil;&atilde;o negativa entre os par&acirc;metros supracitados e a velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>       <p align="center"><a name="f1"></a><img src="img/revistas/agc/v31n1/v31n1a11f1.jpg"> </p>      <p align="center"><a name="t1"></a><img src="img/revistas/agc/v31n1/v31n1a11t1.jpg"> </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A presen&ccedil;a de altos teores dessas mol&eacute;culas implica numa redu&ccedil;&atilde;o na taxa de decomposi&ccedil;&atilde;o. A lignina interage com a parede celular fornecendo prote&ccedil;&atilde;o mec&acirc;nica &agrave; celulose contra a degrada&ccedil;&atilde;o. J&aacute; os polifen&oacute;is podem formar complexos com as prote&iacute;nas e a parede celular (tornando-as f&iacute;sica e quimicamente inacess&iacute;veis aos decompositores) ou reagir com grupamentos amino, acarretando uma correla&ccedil;&atilde;o negativa com a mineraliza&ccedil;&atilde;o do nitrog&ecirc;nio (Mafongoya <i>et al.</i>, 1998).</p>      <p>O efeito da qualidade do res&iacute;duo vegetal sobre a biota do solo regula a extens&atilde;o pela qual essa mesma biota facilita a decomposi&ccedil;&atilde;o da serapilheira (Wardle e Lavelle, 1997). Assim, res&iacute;duos com qualidades diferentes apresentar&atilde;o valores diferentes no n&uacute;mero total de indiv&iacute;duos presentes, o que por sua vez, poder&aacute; alterar a velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o. Neste trabalho observaram-se valores distintos na abund&acirc;ncia da fauna de artr&oacute;podes presente nas diferentes datas de coleta, possivelmente mais associados &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas do que a fatores relacionados &agrave;s caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do material (<a href="#t2">Tab.2</a>).</p>       <p align="center"><a name="t2"></a><img src="img/revistas/agc/v31n1/v31n1a11t2.jpg"> </p>      <p>Foram encontrados 21 grupos diferentes de artr&oacute;podes, sendo que os mais numerosos foram: Acari, Formicidae, Coleoptera, Diptera, Isopoda, Collembola, Hemiptera e Heteroptera. Os outros grupos foram representados por apenas alguns indiv&iacute;duos.</p>      <p>A varia&ccedil;&atilde;o da comunidade de artr&oacute;podes ocorreu de forma bastante aleat&oacute;ria, n&atilde;o sendo poss&iacute;vel determinar um padr&atilde;o de comportamento. Esse resultado corrobora a no&ccedil;&atilde;o de que os grupos da fauna ed&aacute;fica apresentam fun&ccedil;&otilde;es diversas na din&acirc;mica do solo, podendo participar de forma direta ou indireta no processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, o que leva &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de complexas rela&ccedil;&otilde;es competitivas e mutual&iacute;sticas entre diferentes grupos (Correia e Oliveira, 2000). Mudan&ccedil;as na qualidade da serapilheira tamb&eacute;m s&atilde;o citadas como pass&iacute;veis de influenciar as intera&ccedil;&otilde;es bi&oacute;ticas e, portanto, a composi&ccedil;&atilde;o taxon&ocirc;mica da popula&ccedil;&atilde;o de organismos do solo, mas n&atilde;o em dire&ccedil;&otilde;es previs&iacute;veis (Wardle e Lavelle, 1997; Gatiboni <i>et al.</i>, 2009).</p>      <p>Acari foi o mais numeroso dentre os grupos encontrados, correspondendo a 69% do total de indiv&iacute;duos (<a href="#t3">Tab.3</a>). Este grupo &eacute; muito abundante e amplamente distribu&iacute;do na natureza. V&aacute;rias das suas esp&eacute;cies tendem a ser partenogen&eacute;ticas, promovendo maior produ&ccedil;&atilde;o de ovos, favorecendo a sua distribui&ccedil;&atilde;o e, algumas vezes, um aumento consider&aacute;vel da popula&ccedil;&atilde;o (Franklin <i>et al.</i>, 2004; Tripathi <i>et al.</i>, 2005). Embora haja esp&eacute;cies decompositoras, sua alta densidade pode n&atilde;o resultar em maior influ&ecirc;ncia sobre a decomposi&ccedil;&atilde;o (Franklin <i>et al.</i>, 2004; Tripathi <i>et al.</i>, 2005).</p>       <p align="center"><a name="t3"></a><img src="img/revistas/agc/v31n1/v31n1a11t3.jpg"> </p>      <p>Estudos t&ecirc;m mostrado que o grupo Acari de artr&oacute;podes raspadores pode ser mais importante na mobiliza&ccedil;&atilde;o de nutrientes do que na contribui&ccedil;&atilde;o &agrave; perda de massa (Hanlon e Anderson, 1979). Eles possuem um aparato bucal capaz de raspar a mat&eacute;ria org&acirc;nica no momento em que est&atilde;o se alimentando da microflora aderida aos res&iacute;duos (Seartedt, 1984), o que lhes permite manter altos n&iacute;veis populacionais, embora com porca influ&ecirc;ncia sobre as primeiras etapas do processo de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>J&aacute; o grupo Formicidae possui estrutura social, tendendo a se localizar em determinados pontos. As formigas recolhem res&iacute;duos ricos em nutrientes da &aacute;rea que rodeia o ninho e os concentram perto da entrada do mesmo, tornando o solo mais rico em mat&eacute;ria org&acirc;nica, N e P do que o solo ao redor (Wagner e Jones, 2006). O grupo exerce influ&ecirc;ncia sobre a decomposi&ccedil;&atilde;o, no entanto, a dire&ccedil;&atilde;o &eacute; muito pontual, gerando um ambiente heterog&ecirc;neo e, portanto, n&atilde;o apresentando grande relev&acirc;ncia em estudos da magnitude do presente.</p>      <p>Devido a sua reduzida participa&ccedil;&atilde;o no processo de decomposi&ccedil;&atilde;o, Acari e Formicidae foram exclu&iacute;dos da an&aacute;lise, a qual mostrou uma correla&ccedil;&atilde;o direta entre o n&uacute;mero de indiv&iacute;duos de cada grupo faun&iacute;stico e a velocidade de decomposi&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies vegetais estudadas (<a href="#f1">Fig.1</a>).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Para a gliric&iacute;dia, observou-se um aumento na abund&acirc;ncia da fauna a partir dos 14 d, quando a taxa de decomposi&ccedil;&atilde;o passou a ser mais intensa, com um posterior decl&iacute;nio a partir dos 41 d, quando a quantidade de massa remanescente era inferior ao 30% da existente inicialmente. Para o ing&aacute;, o incremento na abund&acirc;ncia da fauna s&oacute; ocorreu a partir dos 57 d (coincidindo com o come&ccedil;o da perda de mat&eacute;ria seca nos res&iacute;duos) e continuou at&eacute; os 239 d. Avaliando-se as caracter&iacute;sticas qu&iacute;micas do material nessas datas (<a href="#t1">Tab.1</a>), nota-se que os teores de polifenol dos res&iacute;duos de ing&aacute; diminu&iacute;ram de 60 para 25 g kg<sup>-1</sup> entre os 14 e 57 d ap&oacute;s a implanta&ccedil;&atilde;o do experimento. Embora sejam necess&aacute;rios estudos mais detalhados, os resultados sugerem que o teor de polifenol contido nos res&iacute;duos vegetais &eacute; determinante para o crescimento da popula&ccedil;&atilde;o dos agentes decompositores da fauna do solo e, consequentemente, para a taxa de decomposi&ccedil;&atilde;o do material. A partir destes resultados, buscar-se-&aacute; um valor &oacute;timo de libera&ccedil;&atilde;o de compostos recalcitrantes, a partir do qual se desencadeie o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>Essa diferen&ccedil;a de comportamento da fauna caracteriza a influ&ecirc;ncia de res&iacute;duos com diferentes composi&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas. Em geral, os res&iacute;duos com menor rela&ccedil;&atilde;o C:N s&atilde;o mais vulner&aacute;veis ao efeito dos agentes da decomposi&ccedil;&atilde;o, acelerando essa perda. Al&eacute;m disso, esses res&iacute;duos oferecem menos resist&ecirc;ncia &agrave; a&ccedil;&atilde;o da fauna sapr&oacute;faga, para a qual se tornam mais atraentes, influenciando assim positivamente o tamanho da comunidade faun&iacute;stica e oferecendo melhores condi&ccedil;&otilde;es para os microrganismos. Estes, pela sua vez, ir&atilde;o alterar a rela&ccedil;&atilde;o C: nutriente, favorecendo assim uma nova coloniza&ccedil;&atilde;o de artr&oacute;podes sapr&oacute;fagos (Tian <i>et al.</i>, 1997). Com o passar do tempo, a fra&ccedil;&atilde;o mais l&aacute;bil da serapilheira reduze-se consideravelmente, restando unicamente a fra&ccedil;&atilde;o recalcitrante, que, composta basicamente de celulose e lignina, vem a ser mais resistente.</p>      <p>Os grupos encontrados n&atilde;o mostraram padr&atilde;o algum de varia&ccedil;&atilde;o de densidade, mas, entre eles, Isopoda apresentou o comportamento mais representativo da fauna sapr&oacute;faga como um todo (<a href="#f2">Fig.2</a>). O grupo &eacute; essencialmente sapr&oacute;fago, com sua dieta composta na maior parte de material org&acirc;nico deteriorado, como serapilheira, madeira apodrecida, fungos e capas bacterianas. &eacute; citado como um regulador- -chave das fun&ccedil;&otilde;es de decomposi&ccedil;&atilde;o e ciclagem de nutrientes no ambiente, e a sua diversidade diminui rapidamente em paisagens agr&iacute;colas e silviculturais intensivamente trabalhadas e em ambientes pobres em que a mat&eacute;ria org&acirc;nica &eacute; escassa ou de baixa qualidade (Paoletti e Hassall, 1999), o que demonstra que o grupo &eacute; extremamente sens&iacute;vel &agrave;s mudan&ccedil;as ambientais. Estes resultados refor&ccedil;am a import&acirc;ncia do grupo como um potencial indicador em estudos sobre a fauna do solo e a decomposi&ccedil;&atilde;o da serapilheira.</p>       <p align="center"><a name="f2"></a><img src="img/revistas/agc/v31n1/v31n1a11f2.jpg"> </p>      <p><b>Conclus&atilde;o</b></p>      <p>A fauna do solo varia durante o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos vegetais e se apresenta de forma diferente em esp&eacute;cies de velocidades de decomposi&ccedil;&atilde;o contrastantes. O teor de polifenol &eacute; a caracter&iacute;stica que mais parece influenciar este comportamento. O grupo Isopoda &eacute; o que apresenta maior correspond&ecirc;ncia com o processo de decomposi&ccedil;&atilde;o.</p>      <p><b>Agradecimentos</b></p>      <p>&Agrave; Embrapa Agrobiologia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, CNP q e Faperj pelo apoio e suporte financeiro e pela bolsa de produtividade em pesquisa do primeiro autor.</p>  <hr>      <p><b>Literatura citada</b></p>      <!-- ref --><p>Brienza J&uacute;nior, S., R.Q. Maneschy, M. Mour&atilde;o J&uacute;nior, A.B. Gazel Filho, J.A.G. Yared, D. Gon&ccedil;alves e M.B. Gama. 2009. Sistemas agroflorestais na amaz&ocirc;nia brasileira: an&aacute;lise de 25 anos de pesquisa. Pesq. Flor. Bras. 60, 67-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000052&pid=S0120-9965201300010001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Correia, M.E.F. e L.C. Oliveira. 2000. Fauna de solo: aspectos gerais e metodol&oacute;gicos. Documento T&eacute;cnico No. 112. Embrapa Agrobiologia, Serop&eacute;dica, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000054&pid=S0120-9965201300010001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria. 1999. Manual de an&aacute;lises qu&iacute;micas de solos, plantas e fertilizantes. Embrapa Informa&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica, Bras&iacute;lia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S0120-9965201300010001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Franklin, E., T. Hayek, E.P. Fagundes e L.L. Silva. 2004. Oribatid mite (Acari: Oribatida) contribution to decomposition dynamics of leaf litter in primary forest, second growth, and polyculture in the central Amazon. Braz. J. Biol. 64, 59-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0120-9965201300010001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Gama-Rodrigues, A.C., N.F. Barros e M.L. Santos. 2003. Decomposi&ccedil;&atilde;o e libera&ccedil;&atilde;o de nutrientes do folhedo de esp&eacute;cies florestais nativas em plantios puros e mistos no sudeste da Bahia. Rev. Bras. Ci&ecirc;nc. Solo 2, 1021-1031.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0120-9965201300010001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Gatiboni, L.C., J.L.M. Coimbra, L.P. Wildner e R.B.N. Denardin. 2009. Modifica&ccedil;&otilde;es na fauna ed&aacute;fica durante a decomposi&ccedil;&atilde;o da palhada de centeio e aveia preta em sistema plantio direto. Biotemas 22(2), 45-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0120-9965201300010001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Hanlon, R.D. e J.M. Anderson. 1979. The effects of Collembola grazing on microbial activity in decomposing leaf litter. Oecologia 38, 93-99.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0120-9965201300010001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lavelle, P., E. Blanchart, A. Martin, S. Martin, A. Spain, F. Toutain, I. Barois e R.A. Schaefer. 1993. Hierarchical model for decomposition in terrestrial ecosystems: application to soils of the humid tropics. Biotropica 25(2), 130-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0120-9965201300010001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Mafongoya, P.L., K.E. Giller, e C.A. Palm. 1998. Decomposition and nitrogen release patterns of tree pruning and litter. Agrof. Syst. 38, 77-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0120-9965201300010001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Mason, C.F. 1980. Decomposi&ccedil;&atilde;o. Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0120-9965201300010001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Paoletti, M. G., Hassall, M. Woodlice. 1999. (Isopoda: Oniscidea): their potential for assessing sustainability and use as bioindicators. Agric. Ecosyst. Environ. 74, 157-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0120-9965201300010001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Passos, C.A.M. 2003. Aspectos gerais dos sistemas agroflorestais. Universidade Federal do Mato Grosso, Cuiab&aacute;, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0120-9965201300010001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ramos, D.P., A.F. Castro, e N.M. Camargo. 1973. Levantamento detalhado de solos da Ar&eacute;a da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Pesq. Agropec. Bras. 8, 1-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0120-9965201300010001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Seartedt, T.R. 1984. The role of microarthropods in decomposition and mineralization processes. Ann. Rev. 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Rio de Janeiro, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0120-9965201300010001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Tian, G., L. Brussaard, B.T. Kang e M.J. Swift. 1997. Soil faunamediated decomposition of palnt residues under constrained environmental and residue quality conditions. pp. 107-123.In: Cadisch, G. e K.E. Giller (eds.). Driven by nature: plant litter quality and decomposition. 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The impact of harvester ants on decomposition, N mineralization, litter quality, and availability of N to plants in the Mojave Desert. Soil Biol. Biochem. 38, 2593-2601.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0120-9965201300010001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Wardle, D.A. e P. Lavelle. 1997. Linkages between soil biota, plant litter quality and decomposition. pp. 107-123. In: Cadisch, G. e K.E. Giller (eds.). Driven by nature: plant litter quality and decomposition. CAB International, Wallingford, UK.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0120-9965201300010001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Zimmer, M. 2004. Effects of temperature and precipitation on a flood plain isopod community: A field history. Eur. J. Soil Biol. 40, 130-146,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0120-9965201300010001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>      ]]></body><back>
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