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<journal-title><![CDATA[Tecné, Episteme y Didaxis: TED]]></journal-title>
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<publisher-name><![CDATA[Universidad Pedagógica NacionalFacultad de Ciencia y Tecnología]]></publisher-name>
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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Pertinencia de la inclusión de las cts en el currículo de la carrera técnica profesional de estética facial y corporal]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relevance of the inclusion of cts in the curriculum of vocational technical career Facial and Body Aesthetics]]></article-title>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relevância da inclusão CTS no currículo de carreira técnica profissional em Estética Facial e Corporal]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidad Pedagógica Nacional  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The technicians in Facial and Body Aesthetics play an important role in the economic and intellectual development of the country. In the exercise of its activity, these professionals use cosmetic and / or cosmeceutical products, beauty equipment and manual techniques to provide the society with improvements in their life quality. In Facial and Body Aesthetics training, the relationship between science and technology is established in a way that allows students acquire knowledge based on the interaction of cosmetic and / or cosmeceutical products with the machines and equipment handled in the beauty treatments. This relationship science - technology along with its impact on society justifies the curricular changes at national and international levels in the area of Facial and Body Aesthetics, which could include STS relations. In order to show the importance of STS relationships in the curricular program for these technicians, we present an explanation on scientific and technological literacy, as well as the illustration of the origin and meaning of the STS within the framework based on the educational perspective. After completing this general explanation, the STS relationship with Facial and Body Aesthetic was stated to describe logically its social function in order to highlight that this type of program requires its curriculum to be restructured. Finally the authors present some difficulties for the inclusion of STS in the program of this technical career and specify some perspectives and conclusions. The revision of previous studies related to the inclusion of CTS in the curriculum of the technical course of Facial and Body Aesthetics didn't show positive results at national level, because this program had recently been approved by the Ministerio de Educaciòn Nacional. Likewise, we couldn't find positive results at international level, due to this area has not been taken as a field of knowledge because it doesn't have scientific foundations. This point of view is not related with our reality and in consequence there are few research studies about pedagogy and Didactics in this area.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Atualmente, o profissional técnico treinado na Colômbia em Estética Facial e Corporal desempenha um papel importante no desenvolvimento econômico e intelectual do país. No exercício da sua profissão, este profissional usa produtos cosméticos e/ou cosmecêuticos, equipamentos estéticos e técnicas manuais, dando à sociedade colombiana ações importantes que melhoram a qualidade de vida das pessoas. Durante a formação do profissional técnico em Estética Facial e Corporal, a relação entre ciência e tecnologia se estabelece na medida em que o aluno adquire conhecimentos fundamentados sobre a interação dos produtos cosméticos e/ou cosmecêuticos com os equipamentos manipulados nos diversos tratamentos estéticos que se oferece. Esta relação ciência-tecnologia, junto com seu impacto na sociedade, justifica criar mudanças curriculares a nível nacional na área da Estética Facial e Corporal nos quais incluem as relações CTS. Com a finalidade de argumentar adequadamente o porquê essas relações CTS devem ser incluídas de forma urgente no currículo deste curso técnico, se parte de uma explicação geral relacionada com a alfabetização científica e tecnológica, continua com a ilustração da origem e significado das relações CTS e se especifica qual é a perspectiva educativa CTS. Depois de concluir esta explicação geral, se contextualiza para a Estética Facial e Corporal, como é sua relação com a ciência e a tecnologia, e se descreve em que consiste sua função social, aspectos estes que permitem argumentar porquê o projeto curricular atualmente em vigor no país para este tipo de educação técnica necessita ser reestruturado com enfoque CTS. Finalmente se ilustram algumas dificuldades para a inclusão CTS neste curso técnico e se especificam algumas perspectivas e conclusões. A revisão dos registros relacionados com a inclusão de CTS no currículo do curso técnico de Estética Corporal e Facial não resultou em nenhum resultado positivo a nível nacional, uma vez que este curso tem recente aprovação a nível técnico profissional por parte do "Ministério de Educación Nacional". No âmbito internacional, a obtenção de nenhum resultado positivo se deve ao fato de que a Estética Facial e Corporal é vista como uma área de conhecimento que não conta com fundamentação científica, o qual revela um reconhecimento muito remoto da realidade, portanto, são muito escassas as investigações pedagógicas e didáticas nesta área de formação.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p align="center"><font size="4"><b>Pertinencia de la inclusi&oacute;n de las cts en el curr&iacute;culo de la carrera t&eacute;cnica profesional de est&eacute;tica facial y corporal</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Relevance of the inclusion of cts in the curriculum of vocational technical career Facial and Body Aesthetics</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Relev&acirc;ncia da inclus&atilde;o CTS no curr&iacute;culo de carreira t&eacute;cnica profissional em Est&eacute;tica Facial e Corporal</b></font></p>     <p align="center">Jacqueline Romero S&aacute;nchez<sup><a name="nu*"></a><a href="#num*">*</a></sup></p>      <P><sup><a name="num*"></a><a href="#nu*">*</a></sup>Ingeniera Qu&iacute;mica. Universidad Nacional de Colombia. Estudiante de segundo semestre de la Maestr&iacute;a en Docencia de la Qu&iacute;mica Universidad Pedag&oacute;gica Nacional. Bogot&aacute;, Colombia. <a href="mailto:qu&iacute;mica_jrs@hotmail.com">qu&iacute;mica_jrs@hotmail.com</a></p>     <p>Art&iacute;culo recibido el 24-02-2014 y aprobado el 10-06-2014</p>  <hr>     <p><font size="3"><b>Resumen anal&iacute;tico</b></font></p>       <P>En Colombia, el profesional t&eacute;cnico formado en est&eacute;tica facial y corporal incide de manera importante en el desarrollo econ&oacute;mico e intelectual del pa&iacute;s. En el ejercicio de su actividad, este profesional utiliza productos cosm&eacute;ticos y/o cosmec&eacute;uticos, aparatolog&iacute;a est&eacute;tica y t&eacute;cnicas manuales, brindando a la sociedad acciones importantes que mejoran la calidad de vida de las personas. </p>     <P>Durante el proceso de formaci&oacute;n del t&eacute;cnico profesional en est&eacute;tica facial y corporal, la relaci&oacute;n entre ciencia y tecnolog&iacute;a se establece a medida que el estudiante adquiere conocimientos fundamentados acerca de la interacci&oacute;n de los productos cosm&eacute;ticos y/o cosmec&eacute;uticos con la aparatolog&iacute;a que se maneja en los diversos tratamientos est&eacute;ticos que se ofertan. Esta relaci&oacute;n ciencia&ndash;tecnolog&iacute;a, junto con su impacto en la sociedad, justifica crear cambios curriculares a nivel nacional en el &aacute;rea de la est&eacute;tica facial y corporal, los cuales incluyan a las relaciones ciencia-tecnolog&iacute;a-sociedad (CTS). En el presente art&iacute;culo, con el prop&oacute;sito de demostrar la validez de esta afirmaci&oacute;n, se parte de una explicaci&oacute;n general relacionada con la alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gica, se contin&uacute;a con la ilustraci&oacute;n del origen y significado de las CTS y se especifica cu&aacute;l es la perspectiva educativa de estas. Despu&eacute;s, se aborda la relaci&oacute;n de la est&eacute;tica facial y corporal con la ciencia y la tecnolog&iacute;a y se describe en qu&eacute; consiste su funci&oacute;n social. Finalmente, se ilustran algunas dificultades para la inclusi&oacute;n de las CTS en esta carrera t&eacute;cnica y se especifican algunas perspectivas y conclusiones. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>La revisi&oacute;n de antecedentes relacionados con la inclusi&oacute;n de las CTS en el curr&iacute;culo de la carrera t&eacute;cnica de est&eacute;tica facial y corporal no arroj&oacute; ning&uacute;n resultado positivo en el &aacute;mbito nacional, por ser esta carrera de reciente aprobaci&oacute;n a nivel t&eacute;cnico-profesional por parte del Ministerio de Educaci&oacute;n Nacional. En el &aacute;mbito internacional, la no obtenci&oacute;n de resultados positivos se debe a que la est&eacute;tica facial y corporal es vista como un &aacute;rea del conocimiento que no cuenta con fundamentaci&oacute;n cient&iacute;fica (lo cual es una apreciaci&oacute;n muy alejada de la realidad) por lo tanto, son muy escasas las investigaciones pedag&oacute;gicas y did&aacute;cticas en esta &aacute;rea de formaci&oacute;n. </p>     <p align="center"><b>Palabras clave:</b> CTS, est&eacute;tica facial y corporal, cosm&eacute;tico, cosmec&eacute;utico, aparatolog&iacute;a est&eacute;tica, t&eacute;cnicas manuales. </p> <hr>     <p><font size="3"><b>Abstract</b></font></p>     <P>The technicians in Facial and Body Aesthetics play an important role in the economic and intellectual development of the country. In the exercise of its activity, these professionals use cosmetic and / or cosmeceutical products, beauty equipment and manual techniques to provide the society with improvements in their life quality. </p>     <P>In Facial and Body Aesthetics training, the relationship between science and technology is established in a way that allows students acquire knowledge based on the interaction of cosmetic and / or cosmeceutical products with the machines and equipment handled in the beauty treatments. This relationship science - technology along with its impact on society justifies the curricular changes at national and international levels in the area of Facial and Body Aesthetics, which could include STS relations. In order to show the importance of STS relationships in the curricular program for these technicians, we present an explanation on scientific and technological literacy, as well as the illustration of the origin and meaning of the STS within the framework based on the educational perspective.</p>     <P> After completing this general explanation, the STS relationship with Facial and Body Aesthetic was stated to describe logically its social function in order to highlight that this type of program requires its curriculum to be restructured. Finally the authors present some difficulties for the inclusion of STS in the program of this technical career and specify some perspectives and conclusions.</p>     <P>The revision of previous studies related to the inclusion of CTS in the curriculum of the technical course of Facial and Body Aesthetics didn't show positive results at national level, because this program had recently been approved by the Ministerio de Educaci&ograve;n Nacional. Likewise, we couldn't find positive results at international level, due to this area has not been taken as a field of knowledge because it doesn't have scientific foundations. This point of view is not related with our reality and in consequence there are few research studies about pedagogy and Didactics in this area.</p>     <p align="center"><b>Key words:</b> STS, Facial and Body Aesthetics, cosmetic, cosmeceutical, aesthetics equipment, manual techniques.</p> <hr>      <p><font size="3"><b>Resumo</b></font></p>     <P>Atualmente, o profissional t&eacute;cnico treinado na Col&ocirc;mbia em Est&eacute;tica Facial e Corporal desempenha um papel importante no desenvolvimento econ&ocirc;mico e intelectual do pa&iacute;s. No exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, este profissional usa produtos cosm&eacute;ticos e/ou cosmec&ecirc;uticos, equipamentos est&eacute;ticos e t&eacute;cnicas manuais, dando &agrave; sociedade colombiana a&ccedil;&otilde;es importantes que melhoram a qualidade de vida das pessoas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Durante a forma&ccedil;&atilde;o do profissional t&eacute;cnico em Est&eacute;tica Facial e Corporal, a rela&ccedil;&atilde;o entre ci&ecirc;ncia e tecnologia se estabelece na medida em que o aluno adquire conhecimentos fundamentados sobre a intera&ccedil;&atilde;o dos produtos cosm&eacute;ticos e/ou cosmec&ecirc;uticos com os equipamentos manipulados nos diversos tratamentos est&eacute;ticos que se oferece. Esta rela&ccedil;&atilde;o ci&ecirc;ncia-tecnologia, junto com seu impacto na sociedade, justifica criar mudan&ccedil;as curriculares a n&iacute;vel nacional na &aacute;rea da Est&eacute;tica Facial e Corporal nos quais incluem as rela&ccedil;&otilde;es CTS. Com a finalidade de argumentar adequadamente o porqu&ecirc; essas rela&ccedil;&otilde;es CTS devem ser inclu&iacute;das de forma urgente no curr&iacute;culo deste curso t&eacute;cnico, se parte de uma explica&ccedil;&atilde;o geral relacionada com a alfabetiza&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica, continua com a ilustra&ccedil;&atilde;o da origem e significado das rela&ccedil;&otilde;es CTS e se especifica qual &eacute; a perspectiva educativa CTS. Depois de concluir esta explica&ccedil;&atilde;o geral, se contextualiza para a Est&eacute;tica Facial e Corporal, como &eacute; sua rela&ccedil;&atilde;o com a ci&ecirc;ncia e a tecnologia, e se descreve em que consiste sua fun&ccedil;&atilde;o social, aspectos estes que permitem argumentar porqu&ecirc; o projeto curricular atualmente em vigor no pa&iacute;s para este tipo de educa&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica necessita ser reestruturado com enfoque CTS. Finalmente se ilustram algumas dificuldades para a inclus&atilde;o CTS neste curso t&eacute;cnico e se especificam algumas perspectivas e conclus&otilde;es.</p>     <P>A revis&atilde;o dos registros relacionados com a inclus&atilde;o de CTS no curr&iacute;culo do curso t&eacute;cnico de Est&eacute;tica Corporal e Facial n&atilde;o resultou em nenhum resultado positivo a n&iacute;vel nacional, uma vez que este curso tem recente aprova&ccedil;&atilde;o a n&iacute;vel t&eacute;cnico profissional por parte do "Minist&eacute;rio de Educaci&oacute;n Nacional". No &acirc;mbito internacional, a obten&ccedil;&atilde;o de nenhum resultado positivo se deve ao fato de que a Est&eacute;tica Facial e Corporal &eacute; vista como uma &aacute;rea de conhecimento que n&atilde;o conta com fundamenta&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, o qual revela um reconhecimento muito remoto da realidade, portanto, s&atilde;o muito escassas as investiga&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas e did&aacute;ticas nesta &aacute;rea de forma&ccedil;&atilde;o.</p>     <p align="center"><b>Palavras-chave:</b> CTS, Est&eacute;tica Facial e Corporal, cosm&eacute;tico, cosmec&eacute;utico, equipamentos est&eacute;ticos, t&eacute;cnicas manuais. </p> <hr>     <P>Con el avance cient&iacute;fico producido en el siglo xx y su notable impacto en la sociedad, se ha llegado a la necesidad de crear curr&iacute;culos enfocados en generar criterios de valoraci&oacute;n sobre la ciencia, la tecnolog&iacute;a y la sociedad. Este es el caso de la carrera t&eacute;cnica profesional denominada est&eacute;tica facial y corporal, la cual es un &aacute;rea de conocimiento que se encarga de formar profesionales que propenden por la salud f&iacute;sica y psicol&oacute;gica de las personas, vali&eacute;ndose para ello, de la interrelaci&oacute;n de t&eacute;cnicas manuales, productos cosm&eacute;ticos y/o cosmec&eacute;uticos y la aparatolog&iacute;a de uso est&eacute;tico. En este sentido, es necesaria la inclusi&oacute;n de las relaciones ciencia-tecnolog&iacute;a-sociedad (cts), ya que estas contribuyen a generar reflexiones en el aula que en &uacute;ltimas resuelvan el problema de la educaci&oacute;n axiol&oacute;gica en ciencias. Sin embargo, la aplicaci&oacute;n curricular efectiva de las relaciones cts en el &aacute;rea de la est&eacute;tica facial y corporal a&uacute;n se ve muy relegada, pues se da prioridad a la ense&ntilde;anza de contenidos en las aulas (Solbes y Vilches, 2004). </p>      <P>Fernandes (2006) referencia que en la actualidad la est&eacute;tica Facial y corporal opera en un &aacute;rea relevante de la salud preventiva y que la capacitaci&oacute;n en tecnol&oacute;gica superior es obligatoria, con el fin de brindar al profesional t&eacute;cnico en est&eacute;tica una amplia formaci&oacute;n, permiti&eacute;ndole adquirir capacidades de desempe&ntilde;o, as&iacute; como conocimientos t&eacute;cnicos y cient&iacute;ficos. De aqu&iacute; la pertinencia del incluir las relaciones cts en el curr&iacute;culo de est&eacute;tica facial y corporal, lo cual confirma Brovelli (2001) y Tovar y Sarmiento (2011), quienes aducen que cada programa acad&eacute;mico en su dise&ntilde;o curricular tiene en cuenta aspectos como el marco normativo, el contexto internacional, nacional y local, lo cual contribuye a enriquecer el curr&iacute;culo. Este es el caso de la est&eacute;tica facial y corporal, ya que se constituye en un &aacute;rea de conocimiento importada que se alimenta constantemente con las contribuciones de orden internacional, las cuales son ajustadas a los contextos locales a lo largo de todo el pa&iacute;s, para llevar a cabo su ejercicio profesional.</p>      <p><font size="3"><b>La alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gica</b></font></p>      <P>Desde hace muchos a&ntilde;os, se reconoci&oacute; la necesidad de alfabetizar cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gicamente a las sociedades (Chamizo, Castillo y Pacheco, 2012), pero actualmente no se educa, sino que se entrena mano de obra calificada para satisfacer las necesidades de la industria (Sj&ouml;str&ouml;m, 2007).</p>      <P>La necesidad de la alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gica suele justificarse por razones socioecon&oacute;micas, culturales, democr&aacute;ticas, de autonom&iacute;a personal, de utilidad para la vida cotidiana, para la participaci&oacute;n social en las decisiones sobre asuntos de inter&eacute;s p&uacute;blico relacionados con la ciencia y la tecnolog&iacute;a (Restivo, 1992; Echeverr&iacute;a, 1998; Laszlo, 2006; Chamizo, 2011; Chamizo et al., 2012). Esta alfabetizaci&oacute;n requiere que los profesores se adentren en una revisi&oacute;n de sus ideas acerca de la historia de la construcci&oacute;n del conocimiento cient&iacute;fico y de sus estrechas relaciones con el conocimiento tecnol&oacute;gico, debido a que investigaciones llevadas a cabo, entre otros, por Acevedo (2000) y Ru&iacute;z, Parga y Mart&iacute;nez (2009), han diagnosticado las concepciones sin contexto, sin fundamentaci&oacute;n hist&oacute;rica y sin una visi&oacute;n clara del deber ser que se encuentran presentes en el pensamiento de los profesores, en cuanto se refiere a la ciencia y a la tecnolog&iacute;a. Es pertinente que se tenga en cuenta que "se ha afirmado muchas veces que la historia de la ciencia, cuando est&aacute; correctamente enfocada, puede tener unos efectos ben&eacute;ficos sobre la ciencia de nuestros d&iacute;as" (Kragh, 1986, p. 49).</p>      <p><font size="3"><b>Origen y significado de las CTS</b></font></p>     <P>El origen de las relaciones cts, formuladas por los historiadores sociales de las ciencias, se inicia en Inglaterra, cuando en 1976, un grupo de profesores introduce en sus clases de ciencias un examen cr&iacute;tico de estas relaciones. Se inici&oacute; con ello el inter&eacute;s por el an&aacute;lisis y la explicaci&oacute;n de la ciencia y la tecnolog&iacute;a como complejos constructos sociales que conllevan cuestiones te&oacute;ricas generales, culturales, pol&iacute;ticas y econ&oacute;micas (Solomon, 1995). Este movimiento pas&oacute; a ser denominado, por sus siglas en ingl&eacute;s, <I>sts (Science, Technology and Society)</I> y se ha caracterizado por realzar que el conocimiento cient&iacute;fico no es un conocimiento imparcial, ni en su esencia ni en sus aplicaciones, teniendo por el contrario fuertes implicaciones sociales y pol&iacute;ticas (Corchuelo y Catebiel, 2005; Mart&iacute;nez y Rojas, 2006). A trav&eacute;s de los a&ntilde;os, las relaciones cts han sido trabajadas por diversas personas procedentes de diferentes pa&iacute;ses del mundo, dado que estas relaciones se ven influenciadas en cada pa&iacute;s por diversas circunstancias sociales, pol&iacute;ticas y econ&oacute;micas. Debido a esta diversidad, no hay un acuerdo en el significado exacto de cts. Lo sobresaliente es que con el paso del tiempo, el trabajo que los educadores en ciencias han llevado a cabo en torno a las relaciones cts, ha permitido cambiar el <I>status quo </I>de la ciencia escolar (Aikenhead, 2005).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><B>Perspectiva educativa del enfoque CTS</B></font></p>      <P>Una renovaci&oacute;n de la ense&ntilde;anza de la ciencia y la tecnolog&iacute;a y la relaci&oacute;n de estos dos conceptos con lo social y lo humano puede ofrecer un enfoque "ciencia-tecnolog&iacute;a y sociedad" (cts), que tenga en cuenta los aspectos econ&oacute;mico, social, humano, epistemol&oacute;gico, est&eacute;tico, comunicativo, &eacute;tico, cultural y pol&iacute;tico (Romero, 2009; Solomon, 1995; Gallego Torres y Gallego Badillo, 2009). Debido a que no se ha alcanzado a&uacute;n una forma para ense&ntilde;ar tecnolog&iacute;a desde un punto vista distinto al habitual, es urgente la formulaci&oacute;n de una did&aacute;ctica los saberes tecnol&oacute;gicos (Fontes y Cardoso, 2006; Gallego Torres y Gallego Badillo, 2009; Fuentes, Garc&iacute;a y Mart&iacute;nez, 2009; Torres y Mart&iacute;nez, 2011).</p>     <P>Autores como Solomon (1995), Muenchen y Auler (2007) y Gallego Torres y Gallego Badillo (2009) dan por sentado que una ense&ntilde;anza de las ciencias desde la perspectiva cts estimula de una manera novedosa el aprendizaje; sobre todo en aquellos estudiantes que por una u otra raz&oacute;n no han construido actitudes positivas hacia el estudio de las ciencias de la naturaleza o de las tecnolog&iacute;as. Se espera la incorporaci&oacute;n de la perspectiva cts para incursionar en un aprendizaje cr&iacute;tico, situado en aspectos relacionados con lo humano, &eacute;tico y pol&iacute;tico e incidir de esta manera en el desarrollo hist&oacute;rico de estos saberes.</p>      <p><font size="3"><B>La est&eacute;tica facial y corporal y su relaci&oacute;n con la ciencia</B></font></p>     <P>Una necesidad b&aacute;sica en el ser humano, vigente a trav&eacute;s de los tiempos, ha sido el tener una buena apariencia f&iacute;sica. Independientemente de los c&aacute;nones de belleza que posea cada cultura, es un hecho com&uacute;n el desarrollar t&eacute;cnicas que permitan suplir esta necesidad, esta es el &aacute;rea de competencia de la est&eacute;tica facial y corporal (Viglioglia y Rubin, 1993; Molpeceres et al., 2003).</p>      <P>La palabra <I>ciencia</I> procede del verbo latino <I>scire</I> (saber). Debido al surgimiento y expansi&oacute;n de las ciencias naturales y sociales, el concepto de ciencia es enormemente impreciso y complejo, ya que en el mundo actual la ciencia se enmarca como un conjunto de actividades que son desempe&ntilde;adas por un colectivo humano que posee caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas, lo cual se ve reflejado en la falta de uniformidad que existe entre los historiadores de la ciencia, especialmente los que provienen de la filosof&iacute;a (Barona, 1994).</p>     <P>La filosof&iacute;a considera a la ciencia como una forma de conocimiento cuyo objetivo es indagar la estructura l&oacute;gica de las leyes que rigen los fen&oacute;menos de la naturaleza, lo cual permite, seg&uacute;n ella, construir modelos explicativos m&aacute;s amplios como son las teor&iacute;as cient&iacute;ficas. Estas teor&iacute;as no siempre poseen reconocida capacidad para explicar la realidad y predecir el desarrollo de cuanto en la ciencia acontece, debido a que existen modelos que no pueden ser explicados por simple observaci&oacute;n, como por ejemplo teor&iacute;a at&oacute;mica (Barona, 1994). </p>     <P>Otro criterio que suele ser com&uacute;n a las filosof&iacute;as de las ciencias (interpretada actualmente como epistemolog&iacute;a), es el hecho de que una teor&iacute;a cient&iacute;fica es m&aacute;s perfecta en el grado de su formalizaci&oacute;n, de esta forma la definici&oacute;n de un m&eacute;todo cient&iacute;fico como instrumento de an&aacute;lisis de la realidad no ha sido suficiente. Para Toulmin, por ejemplo, la ciencia es un mero conjunto de hechos emp&iacute;ricos aislados, adem&aacute;s es la forma racional e integradora como el hombre percibe, interpreta y explica estos hechos. Este an&aacute;lisis abarca los intentos de clasificaci&oacute;n de las ciencias, algunos de los cuales presentan coincidencias y otros presentan grandes diferencias, por ejemplo, la delimitaci&oacute;n de las &aacute;reas del conocimiento y su contenido (Barona, 1994). </p>     <P>Con base en lo argumentado anteriormente se concluye que la epistemolog&iacute;a no ha podido estructurar una imagen n&iacute;tida e innegable de la ciencia, por lo tanto, indicar, para el caso de la est&eacute;tica facial y corporal, que la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica es una ciencia se constituye en un verdadero acto de fe y, para sustentar esta afirmaci&oacute;n, es necesario analizar la definici&oacute;n general de la qu&iacute;mica (Barona, 1994).</p>     <P>De manera general, la qu&iacute;mica trata de las relaciones que se establecen entre las sustancias, del c&oacute;mo experimentan un cambio radical. Por lo tanto, las propiedades qu&iacute;micas son relacionales, ellas caracterizan las relaciones entre las sustancias y otras sustancias, ellas interact&uacute;an y se transforman (Schummer, 1998).&nbsp;Esta conceptualizaci&oacute;n de las propiedades qu&iacute;micas aparece como un elemento fundamental desde muy temprano en la historia de la qu&iacute;mica. La nomenclatura y las f&oacute;rmulas en la qu&iacute;mica hablan de un esquema de clasificaci&oacute;n particular, uno que est&aacute; determinado por las reacciones qu&iacute;micas.&nbsp;Esto muestra la prevalencia de las relaciones entre las sustancias m&aacute;s all&aacute; de cualquier cualidad que se pueda atribuir a ellas y permite identificar a la qu&iacute;mica como una ciencia (Bernal y Daza, 2010). Las diversas perspectivas ontol&oacute;gicas que han surgido en torno a la qu&iacute;mica han permitido su subdivisi&oacute;n en &aacute;reas como la qu&iacute;mica org&aacute;nica, bioqu&iacute;mica, fisicoqu&iacute;mica, qu&iacute;mica farmac&eacute;utica y qu&iacute;mica cosm&eacute;tica, entre otras (Chamizo, 2011). Actualmente, a pesar de que los proyectos curriculares relacionan de una manera mucho m&aacute;s expl&iacute;cita la qu&iacute;mica con la sociedad o de que existen aproximaciones intermedias que intentan dar una respuesta, la discusi&oacute;n sobre la coherencia interna de esa "cosa" que se llama qu&iacute;mica sigue abierta (Chamizo, 2011).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Cabe agregar que en el caso espec&iacute;fico de la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica, en la creaci&oacute;n, mejora e implementaci&oacute;n de las t&eacute;cnicas que se utilizan hoy en d&iacute;a, se parti&oacute; de conocimientos que fueron desarrollados artesanalmente, los cuales se han mejorado y renovado continuamente en la b&uacute;squeda de m&aacute;s efectivos y r&aacute;pidos resultados relacionados con la mejora de las calidades est&eacute;ticas de la piel. Esta evoluci&oacute;n investigativa permiti&oacute; incorporar conocimientos cient&iacute;ficos de &aacute;reas especializadas como qu&iacute;mica inorg&aacute;nica, qu&iacute;mica org&aacute;nica, bioqu&iacute;mica cut&aacute;nea y farmacolog&iacute;a entre otras, llegando as&iacute; a un grado de profundizaci&oacute;n e integraci&oacute;n del conocimiento que dio origen a la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica como &aacute;rea de estudio encargada, particularmente, de establecer la funci&oacute;n que cumple en el frasco o en la piel cada uno de los componentes que integran el producto cosm&eacute;tico o cosmec&eacute;utico; especificar la forma o base cosm&eacute;tica del producto; identificar en qu&eacute; tipo de piel o de pieles se puede aplicar; determinar qu&eacute; tipos de principios activos contiene; explicar c&oacute;mo funciona cada uno de estos principios activos una vez se encuentra en interacci&oacute;n con la piel y especificar c&oacute;mo se puede comprar el producto, es decir, qu&eacute; es lo que ofrecen, bajo qu&eacute; nombre pueden comercializar el producto cosm&eacute;tico y/o cosmec&eacute;utico (Molpeceres et al., 2003; Garro y Guerra, 2006; Martini, 2005; Wilkinson y Moore, 1990). </p>     <P>En el &aacute;mbito mundial, la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica es una de las &aacute;reas de conocimiento fundamentales que inciden en el ejercicio de los profesionales t&eacute;cnicos que ejercen la est&eacute;tica facial y corporal. Estos profesionales, aparte de seleccionar y aplicar adecuadamente un producto cosm&eacute;tico o cosmec&eacute;utico, deben aprender a especificar en qu&eacute; tipo de protocolos o procedimientos est&eacute;ticos es adecuada la utilizaci&oacute;n de un determinado producto cosm&eacute;tico y/o cosmec&eacute;utico y explicar si este se puede utilizar o no simult&aacute;neamente con un equipo de uso est&eacute;tico (Viglioglia y Rubin, 1993; Molpeceres et al., 2003; Garro y Guerra, 2006; Martini, 2005; Wilkinson y Moore, 1990).</p>     <p><font size="3"><B>La tecnolog&iacute;a en la est&eacute;tica facial y corporal</B></font></p>      <P>En la est&eacute;tica facial y corporal, el estudio te&oacute;rico-pr&aacute;ctico de la tecnolog&iacute;a se lleva a cabo en la asignatura denominada Electroest&eacute;tica. El contenido de esta asignatura est&aacute; enfocado a que el estudiante comprenda la importancia de la funci&oacute;n, indicaci&oacute;n, contraindicaci&oacute;n, aplicaci&oacute;n de la tecnolog&iacute;a est&eacute;tica y su pertinencia en la realizaci&oacute;n de tratamientos est&eacute;ticos y cosmetol&oacute;gicos no invasivos, es decir, que el estudiante adquiere idoneidad para utilizar los equipos de uso est&eacute;tico, teniendo en cuenta las indicaciones, contraindicaciones de acuerdo a las condiciones del usuario y tipo de tratamiento a llevar a cabo (Viglioglia y Rubin, 1993; Wilkinson y Moore, 1990).</p>      <P>La diversidad de los tratamientos que son abarcados en la est&eacute;tica facial y corporal conlleva al manejo de equipos de diferente tipo, tal como se ilustra en la <A href="#t1">tabla 1</A> (Viglioglia y Rubin, 1993; Wilkinson y Moore, 1990).</p>     <p align="center"><a name="t1"></a><img src="img/revistas/ted/n35/n35a07t1.jpg"></p>     <p><font size="3"><b>La funci&oacute;n social de la est&eacute;tica facial y corporal</b></font></p>      <P>Debido a que la ense&ntilde;anza de la est&eacute;tica facial y corporal se enmarca en el art&iacute;culo 6&deg; de la Ley 30 de Educaci&oacute;n Superior (Congreso de Colombia, 1992), las instituciones que ofertan en el pa&iacute;s la carrera est&eacute;tica facial y corporal deben cumplir con el objetivo de capacitar colombianos para que realicen, entre otras, funciones de servicio social de diversa &iacute;ndole que requiere la sociedad. Es as&iacute; como en el caso particular de la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica durante los &uacute;ltimos a&ntilde;os, las distintas instituciones m&eacute;dicas de lucha contra el c&aacute;ncer se han interesado en nuevos esquemas de tratamientos, que, adem&aacute;s de considerar los cuidados m&eacute;dicos cl&aacute;sicos, incluyen el uso de cosm&eacute;ticos, como un factor clave para mejorar la calidad de vida de los pacientes. Es aqu&iacute; donde el conocimiento y la aplicaci&oacute;n de la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica cobra gran importancia social, ya que profesionales de la est&eacute;tica facial y corporal capacitan gratuitamente a trav&eacute;s de talleres a mujeres que padecen la enfermedad y les ense&ntilde;an la importancia de cuidarse la piel, resaltando, entre otros, aspectos cosm&eacute;ticos cut&aacute;neos tales como limpieza, retiro de maquillaje, humectaci&oacute;n e hidrataci&oacute;n. Adem&aacute;s, los profesionales ense&ntilde;an a las mujeres que se capacitan c&oacute;mo maquillarse para que se vean y las vean m&aacute;s bonitas, lo que eleva la autoestima de las beneficiarias Asociaci&oacute;n Nacional de Empresarios de Colombia (desarrollar sigla, andi, 2014).</p>      <P>Sin invadir el campo m&eacute;dico, los profesionales de la est&eacute;tica facial y corporal prestan un gran servicio social, asesorando a personas de muy bajos recursos econ&oacute;micos en cuanto se refiere a la compra de productos cosm&eacute;ticos y/o cosmec&eacute;uticos de bajo precio y buena calidad que les contribuir&aacute;n en el manejo efectivo de procesos descamativos, acn&eacute; y otras alteraciones cut&aacute;neas leves que requieren manejo inmediato (Fernandes, 2006). </p>      <P>En general, el impacto social del profesional id&oacute;neo que ejerce la est&eacute;tica facial y corporal se refleja en la intervenci&oacute;n que lleva a cabo en las personas, con lo cual mejora su calidad de vida ya que incide f&iacute;sica y psicol&oacute;gicamente en sus usuarios (Fernandes, 2006).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>Pertinencia de la inclusi&oacute;n de las cts en el curr&iacute;culo de la carrera t&eacute;cnica de est&eacute;tica facial y corporal</b></font></p>      <P>La acci&oacute;n educativa es intencional, se lleva a cabo a nivel individual, pero esta tambi&eacute;n posee una repercusi&oacute;n social, connotada cultural y pol&iacute;ticamente. Por esta raz&oacute;n, el curr&iacute;culo corresponde a una estructura organizada, &uacute;nica, que es y que aspira a ser integradora de toda la actividad que conlleva un proceso educativo desde que se manifiesta hasta que se consolida como resultado de un adecuado proceso de ense&ntilde;anza y aprendizaje (Cant&oacute;n y Pino-Juste, 2011). El curr&iacute;culo de la carrera de est&eacute;tica facial y corporal debe contar con una selecci&oacute;n de contenidos y fines para la reproducci&oacute;n social, es decir, una selecci&oacute;n de qu&eacute; conocimientos y destrezas han de ser transmitidos por la educaci&oacute;n. Por lo tanto, el curr&iacute;culo proporciona una dimensi&oacute;n dentro de la cual el profesor puede desarrollar nuevas destrezas y debe relacionarlas (Stenhouse, 2003; Caicedo, 2007). De ah&iacute; la importancia de que el docente se mantenga en constante actualizaci&oacute;n, ya que este aspecto le permitir&aacute; llevar a cabo actividades de investigaci&oacute;n en lo relacionado con mejorar continuamente el contenido del programa y profundizar m&aacute;s en aspectos espec&iacute;ficos, acorde con el avance cient&iacute;fico de las ciencias (Zuluaga, 2005).</p>      <P>Autores como Gallego Torres y Gallego Badillo (2009), Romero (2009) y Beltr&aacute;n (2010) afirman que la introducci&oacute;n de las relaciones cts en la educaci&oacute;n en ciencias parece ser uno de los modelos de cambio m&aacute;s significativos en la innovaci&oacute;n sobre la ense&ntilde;anza de las ciencias de la naturaleza, el que mayor fuerza est&aacute; adquiriendo y el que carga con el compromiso de una originalidad sin precedentes. No obstante, se se&ntilde;ala que los objetivos que se persiguen pueden lograrse acudiendo a metodolog&iacute;as de ense&ntilde;anza menos ambiciosas, en el sentido de que se debe partir de una parsimoniosa transformaci&oacute;n de los contenidos curriculares de los programas habituales de las distintas asignaturas, con miras a introducir en ellas la perspectiva cts, en el horizonte de sentido de que el estudiantado perciba cr&iacute;ticamente las interconexiones hist&oacute;ricas entre ciencia, tecnolog&iacute;a y sus implicaciones sociales. </p>      <P>De igual manera, es relevante mencionar que los curr&iacute;culos deben estar enmarcados con un fundamento te&oacute;rico de los conocimientos en did&aacute;cticas, esto implica la inclusi&oacute;n de contenidos axiol&oacute;gicos que muestren la relevancia y complejidad de las interacciones cts y contribuyan a despertar el inter&eacute;s de los estudiantes por los estudios cient&iacute;ficos. De este modo, el curr&iacute;culo podr&aacute; conformar actitudes y valores que permitan a los estudiantes, en el futuro, valorar el papel que la ciencia y la tecnolog&iacute;a desempe&ntilde;an en las vidas de los seres sociales, preparando as&iacute; el camino para que participen colectivamente en la soluci&oacute;n de los problemas con los que se enfrenta la sociedad en la que se insertan (Solbes y Vilches, 2004; Solbes y Vilches, 2005).</p>      <P>Estas implicaciones de las relaciones cts en el aula conllevan a una transformaci&oacute;n de los sistemas educativos y a un cambio curricular que ayuda a reformular la linealidad descontextualizada del tratamiento de las tem&aacute;ticas no solo en ciencias sino en todo el curr&iacute;culo en su totalidad (Althusser, 1978). Con esto se concluye que un cambio conceptual en el profesorado, dise&ntilde;adores de curr&iacute;culos, implica una reflexi&oacute;n total hacia la labor docente, lo cual favorece notablemente la inclusi&oacute;n de las cts (Gil y Vilches, 2005).</p>      <P>En el curr&iacute;culo de est&eacute;tica, una renovaci&oacute;n de la ense&ntilde;anza de la ciencia y la tecnolog&iacute;a, y la relaci&oacute;n de estas dos dimensiones con lo social y humano, puede ofrecer un enfoque ciencia-tecnolog&iacute;a y sociedad (cts) que pretenda relacionar estos tres conceptos en una visi&oacute;n hol&iacute;stica e integradora, teniendo en cuenta los aspectos econ&oacute;mico, social, humano, epistemol&oacute;gico, est&eacute;tico, comunicativo, &eacute;tico, cultural y pol&iacute;tico (Romero, 2009; Solomon, 1995; Gallego Torres y Gallego Badillo, 2009). La educaci&oacute;n cts se orienta hacia una imagen m&aacute;s completa y contextualizada de las ciencias (Solbes, 2009). Los estudios y enfoque cts suponen, como afirman Mitcham (1996), Ibarra y L&oacute;pez (2001) y Beltr&aacute;n (2010), un esfuerzo por infundir a esta sociedad tecnocient&iacute;fica un conocimiento m&aacute;s profundo de la ciencia y la tecnolog&iacute;a en la que se apoya, a fin de que los ciudadanos de este nuevo orden sean capaces de ser participantes activos e inteligentes respecto a las tomas de decisi&oacute;n que afectan sus vidas. Se puntualiza en que la historia de las ciencias constituye una fuente did&aacute;ctica de gran ayuda y que, por ende, las relaciones cts contribuyen notablemente a la flexibilizaci&oacute;n del curr&iacute;culo en la ense&ntilde;anza de las ciencias (Mart&iacute;nez y Schneider, 2009). Asimismo, es importante tener en cuenta que el profesorado de ciencias y las instituciones que las ense&ntilde;an deben descentrar su atenci&oacute;n en la ense&ntilde;anza lineal de conceptos espec&iacute;ficos de las disciplinas que ense&ntilde;an (qu&iacute;mica, f&iacute;sica, biolog&iacute;a), ya que desconocen aspectos sociales, pol&iacute;ticos y &eacute;ticos presentes en los estudios cient&iacute;ficos que originaron tales conceptos siendo entonces necesario incorporar la interacciones cts (Mart&iacute;nez y Parga, 2013). En el caso de la est&eacute;tica, es fundamental que los consumidores de tratamientos est&eacute;ticos tengan una visi&oacute;n clara (alfabetizados cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gicamente) de los beneficios y riesgos que corren al tomar una decisi&oacute;n relacionada con un determinado procedimiento est&eacute;tico (Fernandes, 2006). </p>      <P>A pesar de la amplia divulgaci&oacute;n de la est&eacute;tica, la tarea de un programa de alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fico-tecnol&oacute;gico de orientaci&oacute;n cts ha de considerar centralmente la relaci&oacute;n de los procesos cient&iacute;ficos y tecnol&oacute;gicos, <I>y </I>la compleja comunicaci&oacute;n existente entre la ciencia (qu&iacute;mica cosm&eacute;tica), la tecnolog&iacute;a (la aparatolog&iacute;a de uso est&eacute;tico) y los actores (t&eacute;cnicas manuales) que operan en esos procesos, los cuales en su conjunto se denominan protocolos est&eacute;ticos. Por ello, el objetivo de la cts es promover la participaci&oacute;n ciudadana en la toma de decisiones concernientes al desarrollo cient&iacute;fico y tecnol&oacute;gico, en alguna de las formas que se est&aacute;n experimentando recientemente (Fourez, 1994; Mart&iacute;nez y Schneider, 2009). En este sentido, se hace necesario plantear una alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica en el aula de ciencias y, por lo tanto, la est&eacute;tica facial y corporal debe considerar:</p> <ul>    <li>La inclusi&oacute;n de contenidos actitudinales, los cuales deben ir en dos direcciones: actitudes hacia la qu&iacute;mica cosm&eacute;tica como &aacute;rea de conocimiento cient&iacute;fica y actitudes de la misma hacia la sociedad (Schummer, 2003; Solbes y Vilches, 2004; Bernal y Daza, 2010).</li>     <li>Incluir en el curr&iacute;culo de est&eacute;tica la ciencia, tecnolog&iacute;a y sociedad como un eje directriz en el mismo, para demostrar el impacto de las ciencias en la sociedad y llegar as&iacute; a la alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica (Solbes y Vilches, 2004).</li>    </ul>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>Algunas dificultades para la inclusi&oacute;n de las cts en el curr&iacute;culo de la carrera t&eacute;cnica de est&eacute;tica facial y corporal</b></font></p>      <P>A pesar de la tendencia observada desde hace m&aacute;s de treinta a&ntilde;os por incluir las cts en los curr&iacute;culos, a&uacute;n existen bastantes reticencias e insuficiente atenci&oacute;n a los contenidos cts en muy diversas &aacute;reas del conocimiento (Solbes y Vilches, 1997); no es la excepci&oacute;n la est&eacute;tica facial y corporal. Una evidencia de ello es la adici&oacute;n de estos temas en los libros de texto y materiales did&aacute;cticos, pues es un intento de inclusi&oacute;n insuficiente, inconcluso y descontextualizado (Hirigoyen, Rinaudo y Donolo, 2011; Anaya y Hern&aacute;ndez, 2008). A pesar de que el objetivo de esta inclusi&oacute;n sea proporcionar mayor importancia a las relaciones entre la ciencia y la tecnolog&iacute;a y a las implicaciones de ambas con el medio social, siguen sin ser tenidos en cuenta de forma adecuada en la mayor parte de los casos: lo relativo a la formaci&oacute;n de los estudiantes como futuros ciudadanos, capaces de tomar decisiones, y las complejas interacciones de la ciencia y la tecnolog&iacute;a con la sociedad (D&iacute;az, Fraz&atilde;o y Yoshida, 2008). En otras palabras, en estos procesos de inclusiones err&oacute;neas en los curr&iacute;culos, las relaciones cts se dan como un hecho, hasta el punto de que muchas de las propuestas de investigaci&oacute;n did&aacute;ctica y los tratadistas de estas relaciones no se ocupan de discernir el c&oacute;mo de la relaci&oacute;n entre ciencia y tecnolog&iacute;a, y de estas con la sociedad. Parece que continuara dominando la idea de "ciencia y de tecnolog&iacute;a como productos, la que conlleva a ese facilismo met&oacute;dico para enfrentar la ense&ntilde;anza de estas disciplinas" (Gallego Torres y Gallego Badillo, 2009, p. 130). </p>      <P>Por otra parte, cabe se&ntilde;alar que las pruebas de evaluaci&oacute;n llevadas a cabo apenas incluyen cuestiones relativas a la dimensi&oacute;n cts (Alonso, Gil y Mart&iacute;nez, 1995), situaci&oacute;n que es aplicable para la carrera t&eacute;cnica de est&eacute;tica facial y corporal. Todo hace pensar, pues, que por acci&oacute;n &mdash;o, m&aacute;s a menudo, por omisi&oacute;n&mdash; una mayor&iacute;a de profesores sigue viendo el enfoque cts como una desviaci&oacute;n de lo realmente importante (los contenidos conceptuales), se concluye entonces que para llevar adelante un programa cts, son todav&iacute;a pocos los profesores y profesoras implicados (Mart&iacute;nez y Schneider, 2009).</p>      <P>Las relaciones cts son un elemento de innovaci&oacute;n en la ense&ntilde;anza de las ciencias, el cual est&aacute; en constante riesgo debido a las dificultades epistemol&oacute;gicas que se presentan para su inclusi&oacute;n en el aula, a su menosprecio como simples cursos de "perfeccionamiento" del profesorado y al descuido por parte de los dise&ntilde;adores de curr&iacute;culos, quienes no suelen tener en cuenta la fuerte influencia de las concepciones de los profesores en el proceso de implementaci&oacute;n curricular de las cts (Cronin-Jones, 1991). Dicho en forma positiva, para emprender un replanteamiento global de la ense&ntilde;anza de las ciencias se precisa cuestionar concepciones docentes cuya importancia en la actividad del profesorado puede ser tan relevante o m&aacute;s que las preconcepciones de los alumnos en el aprendizaje de las ciencias (Gil y Vilches, 2005; Solbes y Vilches, 2004; Solbes y Vilches, 2005; Ru&iacute;z et al., 2009).</p>      <P>Otro factor fundamental en la err&oacute;nea inclusi&oacute;n curricular de las relaciones cts est&aacute; relacionado con la formaci&oacute;n universitaria, dada la reducci&oacute;n de la ciencia a producto, por cuanto el conocimiento y la actividad cient&iacute;ficos se acogieron a la l&oacute;gica de la racionalidad capitalista. De esta forma, la formaci&oacute;n se reduce a un entrenamiento sistem&aacute;tico y eficiente para la aplicaci&oacute;n de procesos estandarizados, cuyo origen, contextualizaci&oacute;n y admisi&oacute;n por parte de la comunidad de docentes no es trabajado (Mart&iacute;nez y Schneider, 2009; Solbes y Vilches, 2004). </p>      <P>Otro problema que obstaculiza la adecuada introducci&oacute;n de las relaciones cts en los curr&iacute;culos vigentes, se refiere a que se requiere un indispensable cambio que abandone definitivamente la concepci&oacute;n lineal relacionada con que los avances en la tecnolog&iacute;a conllevan a un mayor crecimiento econ&oacute;mico y que estos avances son favorecidos por la investigaci&oacute;n cient&iacute;fica (Mart&iacute;nez y Parga, 2013). Por ende, este cambio ha de operase necesariamente entre el profesorado de ciencias y de las denominadas asignaturas propias de las humanidades; cambio que no puede seguir siendo concebido en la reduccionista perspectiva de lo exclusivamente metodol&oacute;gico (Muenchen y Auler, 2007; V&aacute;squez et al., 2007).</p>      <p><font size="3"><b>Perspectivas y conclusiones</b></font></p>      <P>Formular la educaci&oacute;n t&eacute;cnica de la est&eacute;tica facial y corporal bajo la mirada cts introduce una discusi&oacute;n donde quien es educado por otros, se educa as&iacute; mismo por una propia decisi&oacute;n de la autonom&iacute;a que como persona le confiere el derecho del libre albedr&iacute;o o si es preciso abandonar posiciones extremas al respecto, sobre todo desde la concepci&oacute;n milenaria de que las nuevas generaciones de una manera u otra han de someterse a los imperativos de sus mayores para pertenecer a su sociedad, cuyo manejo le entregar&aacute;n; un conservadurismo que se halla en la base de todas las intencionalidades educativas, naturales o curricularizadas (Y&ouml;r&uuml;k, Morgil y Se&ccedil;ken, 2010).</p>      <P>En el &aacute;mbito nacional, formular la educaci&oacute;n t&eacute;cnica de la est&eacute;tica facial y corporal desde la mirada CTS involucra un  compromiso social por parte de las Instituciones que ofertan esta &aacute;rea de formaci&oacute;n, debido al gran impacto que tiene el ejercicio de esta profesi&oacute;n en la salud de las personas. Es vital entonces que se trabaje de manera responsable y urgente  en la reestructuraci&oacute;n de las intencionalidades educativas que favorezcan la inclusi&oacute;n de las CTS en los curr&iacute;culos de las diversas asignaturas que constituyen los planes curriculares. Es tambi&eacute;n vital la capacitaci&oacute;n y el compromiso de los docentes y de los estudiantes, quienes con absoluta seguridad asumir&aacute;n con mayor &eacute;tica su quehacer profesional si han sido formados bajo un enfoque CTS (Y&ouml;r&uuml;k, Morgil y Se&ccedil;ken, 2010). </p>      <P>En este sentido, de acuerdo con los estudios de cts, se necesita promover una nueva imagen de la ciencia y la tecnolog&iacute;a utilizada en el &aacute;rea est&eacute;tica, en los museos, exposiciones, ciudades de la ciencia y medios de comunicaci&oacute;n en general. Una nueva imagen donde no se oculte la dimensi&oacute;n social de la ciencia y la tecnolog&iacute;a utilizadas en la est&eacute;tica, sus historias de controversia y negociaci&oacute;n, el papel de las instrumentalidades y las expectativas tecnol&oacute;gicas; una imagen m&aacute;s humana y m&aacute;s realista de ciencia y la tecnolog&iacute;a, como procesos sociales (con valores incluidos), que pueden ser extremadamente efectivos y aceptables bajo control democr&aacute;tico. Solo una imagen as&iacute; puede aspirar a contrarrestar el creciente sentimiento de rechazo hacia la est&eacute;tica que se propaga r&aacute;pidamente en la sociedad, debido a los errores de procedimiento que llevan a cabo los profesionales formados bajo inadecuados curr&iacute;culos (Catebiel y Corchuelo, 2005). </p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<P>De este modo, en resumen, la ense&ntilde;anza de la cts en el &aacute;rea de la est&eacute;tica facial y corporal no puede restringirse a los contenidos conceptuales tradicionales, sino que debe ampliarse con los aspectos hist&oacute;ricos, &eacute;ticos, pol&iacute;ticos y socioecon&oacute;micos del cambio cient&iacute;fico-tecnol&oacute;gico. Respecto a la nueva metodolog&iacute;a, y sus t&eacute;cnicas did&aacute;cticas asociadas, esta debe promocionar actitudes y capacidades cr&iacute;ticas, creativas, participativas e ilustradas en el estudiante, lo que constituye sin duda un interesante y complejo campo de trabajo futuro en los enfoques cts; un campo en el que, desde luego, los propios docentes en servicio deben tener un papel m&aacute;s activo.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>Referencias bibliogr&aacute;ficas</b></font></p>      <!-- ref --><P>Acevedo, J. (2000). <I>Algunas creencias sobre el conocimiento cient&iacute;fico de los profesores de educaci&oacute;n secundaria en formaci&oacute;n inicial.</I> Recuperado de <a href="http://www.oei.es/salactsi/acevedo18.htm" target="_blank">http://www.oei.es/salactsi/acevedo18.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0121-3814201400010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Aikenhead, G. (2005). Educaci&oacute;n: Ciencia-tecnolog&iacute;a-sociedad (cts): una buena idea como quiera que se le llame. <I>Educaci&oacute;n Qu&iacute;mica, 16</I>(2), 114-124. Recuperado de  <a href="http://garritz.com/andoni_garritz_ruiz/documentos/ciencia_sociedad/Aikenhead%20'a%20rose%20by%20any%20other%20name'%20EQ%202005.pdf" target="_blank">http://garritz.com/andoni_garritz_ruiz/documentos/ciencia_sociedad/Aikenhead%20'a%20rose%20by%20any%20other%20name'%20EQ%202005.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0121-3814201400010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Alonso, M., Gil, D., y Mart&iacute;nez, J. (1995). Concepciones docentes sobre la evaluaci&oacute;n en la ense&ntilde;anza de las ciencias. <I>Alambique,</I> (4), 6-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0121-3814201400010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Althusser, L. (1978). <I>Cursos de filosof&iacute;a para cient&iacute;ficos.</I> Barcelona: Laia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0121-3814201400010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Anaya, S., y Hern&aacute;ndez, U. (2008). Construcci&oacute;n de un referente metodol&oacute;gico para la realizaci&oacute;n de Materiales Educativos Computarizados (mec) a partir del enfoque cts, las pedagog&iacute;as cr&iacute;ticas y el <I>software </I>libre.<I> Memorias del IV Encuentro, 12-15. </I>Recuperado de <a href="http://edusol.info//e2008/" target="_blank">http://edusol.info//e2008/</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0121-3814201400010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Asociaci&oacute;n Nacional de Empresarios de Colombia ANDI (2014). Programa luzca bien si&eacute;ntase mejor. Recuperado de <a href="http://www.cna.gov.co/1741/articles-311056_Ley30_1992.pdf" target="_blank">http://www.cna.gov.co/1741/articles-311056_Ley30_1992.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0121-3814201400010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Barona, J. L. (1994). <I>Ciencia e historia. Debates y tendencias en la historiograf&iacute;a de la ciencia</I>. Recuperado de <a href="http://books.google.com.co/books?id=KR_O0ItyFSMC&amp;pg=PA38&amp;lpg=PA38&amp;dq=%22ciencia+e+historia%22+%2B+%22barona%22&amp;source=bl&amp;ots=JLRI9O2n6y&amp;sig=NLroGe8lBZC7pnV0wnVOWQRr328&amp;hl=es-419&amp;sa=X&amp;ei=1r-BU_b4LamssQTpnICwDw&amp;ved=0CC0Q6AEwAA#v=onepage&amp;q=%22ciencia%20e%20historia%22%20%2B%20%22barona%22&amp;f=false" target="_blank">http://books.google.com.co/books?id=KR_O0ItyFSMC&amp;pg=PA38&amp;lpg=PA38&amp;dq=%22ciencia+e+historia%22+%2B+%22barona%22&amp;source=bl&amp;ots=JLRI9O2n6y&amp;sig=NLroGe8lBZC7pnV0wnVOWQRr328&amp;hl=es-419&amp;sa=X&amp;ei=1r-BU_b4LamssQTpnICwDw&amp;ved=0CC0Q6AEwAA#v=onepage&amp;q=%22ciencia%20e%20historia%22%20%2B%20%22barona%22&amp;f=false</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0121-3814201400010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Beltr&aacute;n, M. J. (2010).<I> </I>Una cuesti&oacute;n sociocient&iacute;fica motivante para trabajar pensamiento cr&iacute;tico.<I> Zona pr&oacute;xima, </I>(12), 144-157.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0121-3814201400010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Bernal, A., y Daza E. E. (2010). On the epistemological and ontological status of chemical relations. <I>HYLE, International Journal for Philosophy of Chemistry, 16</I>(2), 80-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0121-3814201400010000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Brovelli, M. (2001). Evaluaci&oacute;n curricular<I>. Fundamentos en Humanidades</I>, (4), 100-114. Recuperado de <a href="http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=18400406" target="_blank">http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=18400406</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0121-3814201400010000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Caicedo Y. A. (2007). <I>Tendencias curriculares y formaci&oacute;n de docentes: hacia una reflexi&oacute;n de nuestro quehacer como docentes en las Facultades de Educaci&oacute;n. </I>Bogot&aacute;: Editorial Universidad pedag&oacute;gica Nacional.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0121-3814201400010000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Cant&oacute;n, I., y Pino-Juste, M. (2011). <I>Dise&ntilde;o y desarrollo de curr&iacute;culum.</I> Madrid: Alianza Editorial.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0121-3814201400010000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Catebiel, V., y Corchuelo, M. (2005). Orientaciones curriculares con enfoque cts + I para la educaci&oacute;n media: la participaci&oacute;n de los estudiantes. <I>Revista Electr&oacute;nica de la Red de Investigaci&oacute;n Educativa, 1</I>(2), 1-16. Recuperado de <a href="http://revista.iered.org/v1n2/pdf/vcymc.pdf" target="_blank">http://revista.iered.org/v1n2/pdf/vcymc.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0121-3814201400010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Chamizo, J. (2011). La imagen p&uacute;blica de la qu&iacute;mica. <I>Educaci&oacute;n qu&iacute;mica, 22</I>(4), 320-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0121-3814201400010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Chamizo, J. A., Castillo, D., y Pacheco, I. (2012). La naturaleza de la qu&iacute;mica. <I>Educaci&oacute;n Qu&iacute;mica, 23</I>, 298-304.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0121-3814201400010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Congreso de Colombia (1992). Ley 30 de diciembre 28 de 1992. Recuperado de <a href="http://www.cna.gov.co/1741/articles-311056_Ley30_1992.pdf" target="_blank">http://www.cna.gov.co/1741/articles-311056_Ley30_1992.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0121-3814201400010000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Corchuelo, M., y Catebiel, V. (2005). Orientaciones curriculares con el enfoque cts para la educaci&oacute;n media. <I>Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis</I>, (18), 121-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0121-3814201400010000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Cronin-Jones, L. L. (1991). Science teaching beliefs and their influence on curriculum implementation: two case studies. <I>Journal of Research in Science Teaching, 38</I>(3), 235-250.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0121-3814201400010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>D&iacute;az, D., Fraz&atilde;o A., y Yoshida, M. (2008<I>). </I>Aprender qu&iacute;mica con maneras tecnol&oacute;gicas. <I>Libro de res&uacute;menes del XXIV Congreso Peruano de Qu&iacute;mica</I>, 75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0121-3814201400010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Echeverr&iacute;a, J. (1998). <I>La filosof&iacute;a de la ciencia</I>. Madrid: Ediciones Akal S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0121-3814201400010000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Fernandes, C. R. (2006). Estudo do perfil profissional e da forma&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica do tecn&oacute;logo em Est&eacute;tica: estudo de caso. <I>Trabalho e Educa&ccedil;&atilde;o</I>, (9), 1-6. Recuperado de <a href="http://www.google.com.co/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=3&amp;ved=0CD4QFjAC&amp;url=http%3A%2F%2F28reuniao.anped.org.br%2Ftextos%2Fgt09%2Fgt09142int.rtf&amp;ei=FZByU_ffM4vSsASvoGwDw&amp;usg=AFQjCNE7wRNOFinhzFkcJwpU-i3RlTJCrg&amp;bvm=bv.66330100,d.cWc" target="_blank">http://www.google.com.co/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=3&amp;ved=0CD4QFjAC&amp;url=http%3A%2F%2F28reuniao.anped.org.br%2Ftextos%2Fgt09%2Fgt09142int.rtf&amp;ei=FZByU_ffM4vSsASvoGwDw&amp;usg=AFQjCNE7wRNOFinhzFkcJwpU-i3RlTJCrg&amp;bvm=bv.66330100,d.cWc</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0121-3814201400010000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Fontes, A., y Cardoso, A. (2006).&nbsp;Forma&ccedil;&atilde;o de profesores de acord&oacute; com a abordagem Ci&ecirc;ncia/Tecnologia/Sociedade. <I>Revista Electr&oacute;nica de Ense&ntilde;anza de las ciencias, 5</I>(1), Art. 2. Recuperado de <a href="http://www.saum.uvigo.es/reec/volumenes/volumen5/ART2_Vol5_N1.pdf" target="_blank">http://www.saum.uvigo.es/reec/volumenes/volumen5/ART2_Vol5_N1.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0121-3814201400010000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Fourez, G. (1994). <I>Alfabetizaci&oacute;n cient&iacute;fica y tecnol&oacute;gica</I>. Recuperado de <a href="http://books.google.com.co/books?hl=es&amp;lr=&amp;id=_t4hCUOYG7gC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA3&amp;dq=fourez+alfabetizaci%C3%B3n+cient%C3%ADfica+tecnol%C3%B3gica&amp;ots=0iXSjOnFtC&amp;sig=1PcbPmo2r2yHDhrjaWc0Y9mGD3M#v=onepage&amp;q=fourez%20alfabetizaci%C3%B3n%20cient%C3%ADfica%20tecnol%C3%B3gica&amp;f=false" target="_blank">http://books.google.com.co/books?hl=es&amp;lr=&amp;id=_t4hCUOYG7gC&amp;oi=fnd&amp;pg=PA3&amp;dq=fourez+alfabetizaci%C3%B3n+cient%C3%ADfica+tecnol%C3%B3gica&amp;ots=0iXSjOnFtC&amp;sig=1PcbPmo2r2yHDhrjaWc0Y9mGD3M#v=onepage&amp;q=fourez%20alfabetizaci%C3%B3n%20cient%C3%ADfica%20tecnol%C3%B3gica&amp;f=false</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0121-3814201400010000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Fuentes, M. J., Garc&iacute;a, S., y Mart&iacute;nez, C. (2009). <I>&iquest;En qu&eacute; medida cambian las ideas de los futuros docentes de secundaria sobre qu&eacute; y c&oacute;mo ense&ntilde;ar, despu&eacute;s de un proceso de formaci&oacute;n? Revista de Educaci&oacute;n, </I>(349), 269-294. Recuperado de <a href="http://www.revistaeducacion.mec.es/re349/re349.pdf" target="_blank">http://www.revistaeducacion.mec.es/re349/re349.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0121-3814201400010000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Gallego Torres, A. P., y Gallego Badillo, R. (2009). <I>El cambio clim&aacute;tico. La cat&aacute;strofe que nos acecha.</I> Bogot&aacute;: Ossal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S0121-3814201400010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Garro, L., y Guerra, A. (2006). <I>Cosmec&eacute;uticos</I>. Madrid: Editorial Elsevier S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0121-3814201400010000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Gil, D., y Vilches, A. (2005). D&eacute;cada de la educaci&oacute;n para el desarrollo Sostenible. Algunas ideas para elaborar una estrategia global. <I>Revista Eureka sobre Ense&ntilde;anza y Divulgaci&oacute;n de las Ciencias, 2</I>(1), 91-100. Recuperado de <a href="http://www.uv.es/Gil/documentos_enlazados/2005Medidas_Sostenibilidad.pdf" target="_blank">http://www.uv.es/Gil/documentos_enlazados/2005Medidas_Sostenibilidad.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S0121-3814201400010000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Hirigoyen, M. A., Rinaudo, M. C., y Donolo, D. S. (2011). Incidencia de tareas de aprendizaje en la din&aacute;mica del inter&eacute;s. Un estudio en educaci&oacute;n tecnol&oacute;gica. <I>Revista electr&oacute;nica Actualidades Investigativas en Educaci&oacute;n, 11</I>(1). 1-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0121-3814201400010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Ibarra, A., y L&oacute;pez, J. (2001). <I>Desaf&iacute;os y tensiones actuales en ciencia, tecnolog&iacute;a y sociedad.</I> Madrid: Editorial Biblioteca Nueva, S. L.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0121-3814201400010000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Kragh, H. (1986). <I>Introducci&oacute;n a la historia de la ciencia</I>. Barcelona: Editorial Cr&iacute;tica S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0121-3814201400010000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Laszlo, P. (2006).<I> </I>On the self-image of chemists, 1950-2000. <I>HYLE, International Journal for Philosophy of Chemistry, 12</I>(1), 99-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S0121-3814201400010000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Mart&iacute;nez, L., y Parga, L. (2013). <I>Discurso &eacute;tico y ambiental sobre cuestiones sociocient&iacute;ficas: aportes para la formaci&oacute;n del profesorado.</I> Bogot&aacute;: Universidad Pedag&oacute;gica Nacional.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S0121-3814201400010000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Mart&iacute;nez, L., y Rojas, A. (2006). Estrategia did&aacute;ctica con enfoque ciencia, tecnolog&iacute;a, sociedad y ambiente, para la ense&ntilde;anza de t&oacute;picos de bioqu&iacute;mica. <I>Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis,</I> (19), 44-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S0121-3814201400010000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Mart&iacute;nez, M. S., y Schneider, F. (2009). Los enfoques cts y ctsa en la ense&ntilde;anza de las ciencias. <I>Biol&oacute;gica,</I> (13). 13-22. Recuperado de <a href="http://schneiderf@editorialestrada.com.ar" target="_blank">http://schneiderf@editorialestrada.com.ar</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S0121-3814201400010000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Martini, M. C. (2005). <I>Introducci&oacute;n a la dermofarmacia y a la cosmetolog&iacute;a</I>. Zaragoza: Editorial Acribia, S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S0121-3814201400010000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Mitcham, C. (1996). Los estudios de ciencia, tecnolog&iacute;a y sociedad. Una introducci&oacute;n conceptual<I>.</I> En: Alonso, A., Ayester&aacute;n, I., Urs&uacute;a, N. (coord.) (.)<I>. Para comprender ciencia, tecnolog&iacute;a y sociedad</I> (pp. 9-16). Lizarra: Verbo Divino.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S0121-3814201400010000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Molpeceres, J., Aberturas, M., Berges, L., Nernaldo, N., Chac&oacute;n, M., Guzm&aacute;n, M. ..., S&aacute;nchez, C.    (2003). <I>Cosmetolog&iacute;a aplicada a la est&eacute;tica integral</I>. Madrid: Editorial Video Cinco.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S0121-3814201400010000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><P>Muenchen, C. y Auler, D. (2007<I>).&nbsp;</I>Configura&ccedil;&otilde;es&nbsp;curriculares mediante o enfoque cts: desafios a serem enfrentados na educa&ccedil;&atilde;o&nbsp;de j&oacute;venes e adultos<I>. Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o, 13</I>(3), 421-434.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S0121-3814201400010000700038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Restivo, S. (1992). La ciencia moderna como problema social. <I>Fin de siglo,</I> (3), 20-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S0121-3814201400010000700039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Romero, J. (2014). Pertinencia de la inclusi&oacute;n de las CTS en el curr&iacute;culo de la carrera t&eacute;cnica profesional de Est&eacute;tica Facial y Corporal. Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis: TED. Num 35. p. 133-151.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S0121-3814201400010000700040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Romero, M. (2009). Did&aacute;ctica de la educaci&oacute;n tecnol&oacute;gica: hacia un modelo explicativo-cultural para el aprendizaje de la tecnolog&iacute;a. <I>Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis, </I>(26), 36-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S0121-3814201400010000700041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Ru&iacute;z, D., Parga, D., y Mart&iacute;nez, L. (2009). Creencias de los profesores de preescolar y primaria sobre ciencia, tecnolog&iacute;a y sociedad en el contexto de una instituci&oacute;n rural<I>. Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis</I>, (25), 41-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S0121-3814201400010000700042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Schummer, J. (1998). The chemical core of chemistry I. A Conceptual Approach. <I>HYLE, International Journal for Philosophy of Chemistry</I>, (4), 29-162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S0121-3814201400010000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Schummer, J. (2003). The notion of nature in chemistry. <I>Studies in History and Philosophy of Science</I>, (34), 705-736.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S0121-3814201400010000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Sj&ouml;str&ouml;m, J. (2007). The discourse of chemistry (and beyond). <I>HYLE, International Journal for Philosophy of Chemistry, 13</I>(2), 83-97. Recuperado de <a href="http://docsfiles.com/pdf_chemistry_and_beyond.html" target="_blank">http://docsfiles.com/pdf_chemistry_and_beyond.html</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S0121-3814201400010000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Solbes, J., y Vilches, A. (1997). Sts interactions and the teaching of<I> </I>physics and chemistry. <I>Science Education, 81</I>(4), 377-386. Recuperado de <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/sce.2013.97.issue-5/issuetoc" target="_blank">http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/sce.2013.97.issue-5/issuetoc</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S0121-3814201400010000700046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Solbes, J., y Vilches, A. (2004). Papel de las relaciones entre ciencia, tecnolog&iacute;a, sociedad y ambiente en la formaci&oacute;n ciudadana. <I>Ense&ntilde;anza de las ciencias, 22</I>(3), 337-348. Recuperado de <a href="http://ddd.uab.es/pub/edlc/02124521v22n3p337.pdf" target="_blank">http://ddd.uab.es/pub/edlc/02124521v22n3p337.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S0121-3814201400010000700047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Solbes, J., Vilches, A. (2005). Preparaci&oacute;n para la toma de decisiones y relaciones ctsa. <I>VII Congreso Ense&ntilde;anza de las ciencias</I>, (n&uacute;mero extra). Recuperado de <a href="http://ddd.uab.es/pub/edlc/edlc_a2005nEXTRA/edlc_a2005nEXTRAp131prepar.pdf" target="_blank">http://ddd.uab.es/pub/edlc/edlc_a2005nEXTRA/edlc_a2005nEXTRAp131prepar.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S0121-3814201400010000700048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Solbes, J. (2009). Dificultades de aprendizaje y cambio conceptual, procedimental y axiol&oacute;gico (II): Nuevas perspectivas. <I>Revista Eureka, 6</I>(2), 190-212.<I> </I>Recuperado de <a href="http://revista@apac-eureka.org" target="_blank">http://revista@apac-eureka.org</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S0121-3814201400010000700049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Solomon, J. (1995). El estudio de la tecnolog&iacute;a en la educaci&oacute;n. <I>Alambique.Did&aacute;ctica de las ciencias experimentales,</I> (3), 30-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S0121-3814201400010000700050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Stenhouse, L. (2003). <I>Aportes de L. Stenhouse a la reflexi&oacute;n sobre </I>curriculum<I>. Reflexiones pedag&oacute;gicas.</I> Madrid: Ediciones Morata.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S0121-3814201400010000700051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Torres, N., y Mart&iacute;nez, L. (2011). Desarrollo del pensamiento cr&iacute;tico en estudiantes de fisioterapia, a partir del estudio de las implicaciones sociocient&iacute;ficas de los xenobi&oacute;ticos. <I>Tecn&eacute;, Episteme y Didaxis</I>, (29), 65-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S0121-3814201400010000700052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Tovar, M. C., y Sarmiento, P. (2011). El dise&ntilde;o curricular, una responsabilidad compartida. <I>Colombia M&eacute;dica, 42</I>(4), 508-517. Recuperado de <a href="http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28321543012" target="_blank">http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=28321543012</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S0121-3814201400010000700053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>V&aacute;squez, M. I., Erico, M. M., Mendelson, A., M&eacute;ndez, O., Reumu&ntilde;an, E. S&aacute;nchez, L....Varela, I.    (2007). <I>La gesti&oacute;n educativa en acci&oacute;n. La metodolog&iacute;a de casos</I>. Recuperado de <A href="http://www.ort.edu.uy/ie/pdf/lametodologiadecasos.pdf" target="_blank">http://www.ort.edu.uy/ie/pdf/lametodologiadecasos.pdf</A>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S0121-3814201400010000700054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P>Viglioglia, P. A., y Rubin, J. (1993). <I>Cosmiatr&iacute;a II</I> &#91;tercera edici&oacute;n&#93;. Buenos Aires: Ediciones de Cosmiatr&iacute;a.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S0121-3814201400010000700055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Wilkinson, J. B., y Moore, R. J. (1990). <I>Cosmetolog&iacute;a de Harry</I>. Madrid: Edici&oacute;n D&iacute;as de Santos S.A.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S0121-3814201400010000700056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Y&ouml;r&uuml;k, N., Morgil, I., y Se&ccedil;ken, N. (2010). The effects of science, technology, society, environment (stse) interactions on teaching chemistry. <I>Natural Science, </I> <I>2</I>(12), 1417-1424. Recuperado de <a href="http://search.proquest.com/docview/858949293/31A5AC05A94E40C9PQ/2?accountid=50441" target="_blank">http://search.proquest.com/docview/858949293/31A5AC05A94E40C9PQ/2?accountid=50441</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S0121-3814201400010000700057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><P>Zuluaga, O. L. (2005). <I>Foucault, la pedagog&iacute;a y la educaci&oacute;n</I>. <I>Pensar de otro modo. </I>Bogot&aacute;: Editorial Delf&iacute;n Ltda., IDEP, UPN.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S0121-3814201400010000700058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>      <P align="right">Un especial agradecimiento al Profesor R&oacute;mulo Gallego Badillo. Profesor Universidad Pedag&oacute;gica Nacional. Facultad De Ciencia Y Tecnolog&iacute;a.    <BR> Departamento De Qu&iacute;mica</p>  </font>     ]]></body>
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