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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[FEDERAÇÃO BRASILEIRA PELO PROGRESSO FEMININO]]></article-title>
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</front><body><![CDATA[ <font size="2" face="verdana"> </font>     <p align="left"><font size="2" face="verdana"><b><i>Documentos</i></b></font></p> <font size="2" face="verdana"><hr size=1 width="100%" align=center>     <p align="center"><b>FEDERAÇ&Atilde;O BRASILEIRA PELO PROGRESSO   FEMININO</b></p>     <p align="justify">Movimento   de &acirc;mbito nacional organizado no Rio de Janeiro em 1922 com o objetivo de   defender os direitos da mulher brasileira. Foi extinto em 1937.</p>     <p align="justify">Fruto   direto do intenso movimento pr&oacute;-sufr&aacute;gio feminino, desencadeado   internacionalmente a partir do final do s&eacute;culo XIX, e tamb&eacute;m de toda   uma&nbsp;contesta&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem pol&iacute;tica e institucional da Primeira Rep&uacute;blica, a   Federa&ccedil;&atilde;o&nbsp;Brasileira pelo Progresso Feminino (FBPF) teve sua atua&ccedil;&atilde;o   marcada basicamente&nbsp;pela luta em prol do voto da mulher no Brasil. Tendo   como principal articuladora&nbsp;Berta Lutz, a FBPF definia em seus estatutos   suas principais reivindica&ccedil;&otilde;es: al&eacute;m&nbsp;do voto feminino, a instru&ccedil;&atilde;o da   mulher, a prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s m&atilde;es e &agrave; inf&acirc;ncia, e uma&nbsp;legisla&ccedil;&atilde;o reguladora do   trabalho feminino.</p>     <p align="justify">Embora os   estatutos da federa&ccedil;&atilde;o expressassem uma preocupa&ccedil;&atilde;o com a mulher trabalhadora,   o movimento era integrado quase que exclusivamente&nbsp;por mulheres da alta   classe m&eacute;dia. Um dos fatores que impediram a maior&nbsp;participa&ccedil;&atilde;o de   mulheres oper&aacute;rias foi o acentuado centralismo de sua   estrutura&nbsp;organizacional: al&eacute;m de nomear as vice- presidentes, a diretoria   - &uacute;nica com&nbsp;direito a voto - elegia a presidente da organiza&ccedil;&atilde;o por um   per&iacute;odo de dois&nbsp;anos. Na pr&aacute;tica, a federa&ccedil;&atilde;o era dirigida por Berta Lutz.</p>     <p align="justify">Em seus   primeiros anos de exist&ecirc;ncia, a FBPF mostrou-se bastante ativa no   encaminhamento do movimento sufragista, organizando, ainda em 18   de&nbsp;novembro de 1922, a I   Confer&ecirc;ncia pelo Progresso Feminino. O objetivo da reuni&atilde;o era discutir o voto   e as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho da mulher. A mesa diretora do&nbsp;encontro era   integrada pela diretoria da federa&ccedil;&atilde;o e por tr&ecirc;s pol&iacute;ticos favor&aacute;veis&nbsp;ao   voto feminino: o vice-presidente da Rep&uacute;blica, Est&aacute;cio Coimbra, e   os&nbsp;senadores Lopes Gon&ccedil;alves e Lauro M&uuml;ller. A discuss&atilde;o sobre o voto   feminino&nbsp;teve ampla repercuss&atilde;o na imprensa e em algumas entidades, como o   Instituto&nbsp;dos Advogados Brasileiros, que chegou a aprovar uma mo&ccedil;&atilde;o   favor&aacute;vel &agrave; causa.&nbsp;A partir desse congresso, a campanha sufragista ganhou   for&ccedil;a na sociedade, n&atilde;o&nbsp;conseguindo, por&eacute;m, constituir um grupo de press&atilde;o   sobre o Legislativo, em sua&nbsp;maioria contr&aacute;rio ao voto da mulher.</p>     <p align="justify">A primeira   vit&oacute;ria da campanha sufragista movida pela FBPF ocorreu em 1927, quando o   governo do estado do Rio Grande do Norte fez inserir um artigo&nbsp;na   Constitui&ccedil;&atilde;o estadual suprimindo as barreiras ao voto feminino. A   despeito&nbsp;dessa medida, os votos das mulheres foram considerados nulos pelo   Tribunal&nbsp;Eleitoral do estado. Em lugar de arrefecer a campanha, esse   epis&oacute;dio fortaleceu-a.&nbsp;Em todo o pa&iacute;s, v&aacute;rias mulheres entraram com pedido   de alistamento eleitoral</p>     <p align="justify">No final   da d&eacute;cada de 1920, a FBPF reunia v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es profissionais de mulheres e   possu&iacute;a n&uacute;cleos em v&aacute;rios estados. Entre estes, destacavam-se os&nbsp;da Bahia   (dirigido por Maria Lu&iacute;sa Bittencourt), de Minas (Elvira Kommel),   de&nbsp;Pernambuco (N&iacute;cia S&aacute; Pereira), de Sergipe (Maria Rita) e de Alagoas   (Lili Lages).</p>     <p align="justify">A primeira   e &uacute;nica cis&atilde;o da hist&oacute;ria do movimento ocorreu em 1930. O engajamento de uma de   suas diretoras, Nat&eacute;rcia Silveira, na campanha da&nbsp;Alian&ccedil;a Liberal   determinou uma tomada de posi&ccedil;&atilde;o da federa&ccedil;&atilde;o, que se definiu&nbsp;como   entidade apol&iacute;tica. Nat&eacute;rcia Silveira, exclu&iacute;da da FBPF, fundou em 1931   a&nbsp;Alian&ccedil;a Nacional de Mulheres.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Em julho   de 1931, a federa&ccedil;&atilde;o promoveu seu segundo congresso, durante o qual se tratou   principalmente de quest&otilde;es trabalhistas: f&eacute;rias, equipara&ccedil;&atilde;o de&nbsp;sal&aacute;rios   etc. A comiss&atilde;o organizadora do encontro era composta por S&iacute;lvia de&nbsp;Melo   Macedo, Anne Borges Ferreira e Alice Pinheiro Coimbra.</p>     <p align="justify">A   conquista definitiva do direito da mulher ao voto, reconhecido pelo C&oacute;digo   Eleitoral de 1932, marcou o in&iacute;cio do gradual esvaziamento da federa&ccedil;&atilde;o.   Com&nbsp;a instaura&ccedil;&atilde;o do Estado Novo em 10 de novembro de 1937, o movimento foi&nbsp;formalmente   extinto.</p>     <p align="justify">FONTES:   ALVES, B. <i>Em busca;</i> ARQ. OSVALDO ARANHA; <i>Correio da Manh&atilde; </i>(15/4/1931,   1/1/1933); <i>Di&aacute;rio Oficial PE</i> (14/2/1933); LUTZ, B. 13.</p> <hr size=1 width="100%" align=center>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="center"><b>PARTIDO   REPUBLICANO FEMININO</b></p>     <p align="justify">Partido   pol&iacute;tico fundado no Rio de Janeiro em dezembro de 1910 com o objetivo de   representar e integrar as mulheres na sociedade pol&iacute;tica. Foi   presidido&nbsp;por Leolinda de Figueiredo Daltro (c.1860 - 1935).</p>     <p align="center"><b>ORIGENS   E ATUAÇ&Atilde;O</b></p>     <p align="justify">A   Rep&uacute;blica havia sido proclamada no Brasil em 1889, e no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX a   cidadania feminina continuava incompleta. As mulheres ainda lutavam   pelo&nbsp;direito &agrave; educa&ccedil;&atilde;o e ao voto, por plenos direitos pol&iacute;ticos e pelo   direito e o acesso&nbsp;ao trabalho. A priva&ccedil;&atilde;o de direitos pol&iacute;ticos das   mulheres era eventualmente&nbsp;comentada na imprensa, e havia um debate p&uacute;blico   sobre o assunto. A&nbsp;controv&eacute;rsia em torno do direito de voto se arrastava   desde a d&eacute;cada de 1880,&nbsp;mas, j&aacute; entrando nos anos 1910, as discuss&otilde;es   sobre o tema se encontravam em&nbsp;um est&aacute;gio de apatia, a despeito dos   avan&ccedil;os observados na sociedade brasileira.&nbsp;Experimentava-se o crescimento   da ind&uacute;stria e da urbaniza&ccedil;&atilde;o, e algumas&nbsp;mudan&ccedil;as de costumes expressivas   tamb&eacute;m eram sentidas, fruto da eleva&ccedil;&atilde;o da&nbsp;educa&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres,   da expans&atilde;o da imprensa e dos cinemas. Essas&nbsp;mudan&ccedil;as geraram novas demandas   sociais, sobretudo das mulheres. Nesse&nbsp;contexto, no ano de 1910, explodiu   a ousadia feminina com o registro de uma&nbsp;sociedade civil exclusivamente de   mulheres: o Partido Feminino Republicano.</p>     <p align="justify">No m&ecirc;s de   dezembro de 1910 reuniram-se assim na cidade do Rio de Janeiro professoras,   escritoras e donas de casa, somando ao todo 27 mulheres, que&nbsp;concordaram   em assinar a ata de funda&ccedil;&atilde;o de um partido pol&iacute;tico que tinha&nbsp;como   objetivo integr&aacute;-las na sociedade pol&iacute;tica. O grupo buscava representar&nbsp;as   mulheres brasileiras na capital federal e em todos os estados do   Brasil,&nbsp;promovendo a coopera&ccedil;&atilde;o entre elas na defesa das causas relativas   ao progresso&nbsp;do pa&iacute;s e de sua cidadania. Assim, o programa do partido   destacava a luta pelo&nbsp;sufr&aacute;gio feminino como primeiro passo para a plena   incorpora&ccedil;&atilde;o das mulheres&nbsp;ao mundo p&uacute;blico.</p>     <p align="justify">Esse   processo foi liderado pela professora Leolinda de Figueiredo Daltro, eleita   presidenta da agremia&ccedil;&atilde;o. A educadora Leolinda era conhecida por sua&nbsp;luta   em defesa dos &iacute;ndios e dos direitos da mulher, e era interlocutora de   um&nbsp;pr&oacute;cer republicano como Quintino Bocai&uacute;va e da mulher do presidente   da&nbsp;Rep&uacute;blica Hermes da Fonseca, Orsina da Fonseca (1858-1912). Orsina, por   sua&nbsp;vez, era favor&aacute;vel ao feminismo, embora n&atilde;o tenha assinado a ata de   funda&ccedil;&atilde;o&nbsp;do partido. A primeira secret&aacute;ria do partido era uma mulher   igualmente&nbsp;conhecida nos meios intelectuais da capital federal, a poetisa   Gilka Machado (1893-1980),   que assombrava a todos com sua poesia er&oacute;tica e de den&uacute;ncia da opress&atilde;o   feminina.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">O texto   dos estatutos do partido, conforme foi publicado no <i>Di&aacute;rio Oficial</i> de 17   de dezembro de 1910, est&aacute; transcrito abaixo:</p>     <p align="justify">&quot;Art.   1&deg; De acordo com o art. 72, &sect;8&deg; da Constitui&ccedil;&atilde;o da Rep&uacute;blica dos Estados Unidos   do Brasil, fica fundado o Partido Republicano Feminino, que obedecer&aacute;&nbsp;ao   seguinte programa:</p>     <p align="justify">&sect;1&deg;   Congregar a mulher brasileira na capital e em todos os estados do Brasil, a fim   de faz&ecirc;- la cooperar na defesa das causas relativas ao progresso p&aacute;trio.</p>     <p align="justify">&sect;2&deg; Pugnar   pela emancipa&ccedil;&atilde;o da mulher brasileira, despertando-lhe o sentimento de   independ&ecirc;ncia e de solidariedade patri&oacute;tica, exal&ccedil;ando-a pela&nbsp;coragem,   pelo talento e pelo trabalho, diante da civiliza&ccedil;&atilde;o e do progresso   do&nbsp;s&eacute;culo.</p>     <p align="justify">&sect;3&deg;   Estudar, resolver e propor medidas a respeito das quest&otilde;es presentes e   vindouras relativas ao papel da mulher na sociedade, principalmente no   Brasil,&nbsp;pleiteando as suas causas perante os poderes constitu&iacute;dos,   baseando-se nas leis&nbsp;em vigor.</p>     <p align="justify">&sect;4&deg; Pugnar   para que sejam consideradas extensivas &agrave; mulher as disposi&ccedil;&otilde;es constitucionais   da Rep&uacute;blica dos Estados Unidos do Brasil, desse modo&nbsp;incorporando-a na   sociedade brasileira.</p>     <p align="justify">&sect;5&deg;   Propagar a cultura feminina em todos os ramos do conhecimento humano.</p>     <p align="justify">&sect;6&deg;   Estabelecer entre as congregadas o interesse pelas quest&otilde;es, progressivamente,   desde o lar at&eacute; a agricultura, o com&eacute;rcio, a ind&uacute;stria, a&nbsp;administra&ccedil;&atilde;o   p&uacute;blica e as quest&otilde;es sociais.</p>     <p align="justify">&sect;7&deg;   Combater, pela tribuna e pela imprensa, a bem do saneamento social, procurando,   no Brasil, extinguir toda e qualquer explora&ccedil;&atilde;o relativa ao sexo.</p>     <p align="justify">&sect;8&deg;   Fundar, organizar e regulamentar, dirigir e manter institui&ccedil;&otilde;es de utilidade   geral e outras de proveito exclusivo, cujos cargos sejam   preenchidos,&nbsp;tanto quanto poss&iacute;vel, pelas s&oacute;cias do partido, podendo-se   desde j&aacute; mencionar&nbsp;as de instru&ccedil;&atilde;o, de educa&ccedil;&atilde;o, de benefic&ecirc;ncia, de assist&ecirc;ncia   geral, de cr&eacute;dito&nbsp;m&uacute;tuo, de cultura f&iacute;sica, de divers&otilde;es etc.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Art. 2&deg; O   Partido Republicano Feminino &eacute; uma institui&ccedil;&atilde;o social de progresso individual,   comum e geral; durar&aacute; por espa&ccedil;o ilimitado no tempo; ser&aacute;&nbsp;constitu&iacute;do de   n&uacute;mero ilimitado de pessoas do sexo feminino domiciliadas no&nbsp;Brasil, sem   distin&ccedil;&atilde;o de nacionalidade nem de religi&atilde;o, e ter&aacute; sua sede na capital&nbsp;do   Brasil. (...)</p>     <p align="justify">Art. 11 Os   destinos do partido ficar&atilde;o entregues a um grande conselho deliberativo   composto da comiss&atilde;o administrativa, das diretorias das diversas&nbsp;se&ccedil;&otilde;es e   institui&ccedil;&otilde;es fundadas pelo partido e das comiss&otilde;es especiais. (...)</p>     <p align="justify">Art. 17. A   comiss&atilde;o administrativa, que &eacute; a &uacute;nica competente para executar as delibera&ccedil;&otilde;es   do conselho deliberativo, nos limites das suas atribui&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; composta   de presidente, tr&ecirc;s vice-presidentes, tr&ecirc;s secret&aacute;rias, duas tesoureiras, uma   bibliotec&aacute;ria, uma arquivista, tr&ecirc;s procuradoras e uma zeladora. (...)</p>     <p align="justify">Art. 19 A   orienta&ccedil;&atilde;o suprema pol&iacute;tico-social e a a&ccedil;&atilde;o geral do partido ficar&atilde;o entregues   a uma chefe suprema, que &eacute; a pr&oacute;pria presidente do conselho e da   comiss&atilde;o&nbsp;administrativa auxiliada por uma secretaria geral e uma   procuradoria geral.</p>     <p align="justify">&sect;1&deg; &Agrave;   presidente cumpre representar o partido em ju&iacute;zo ou fora dele e, em geral, em   suas rela&ccedil;&otilde;es para com terceiros. (...)</p>     <p align="justify">Art. 24 O   patrim&ocirc;nio do partido ser&aacute; ilimitado e representado por ap&oacute;lices ou t&iacute;tulos   representativos de valor, m&oacute;veis, biblioteca, distintivos,   j&oacute;ias,&nbsp;mensalidades e propriedades diversas que venha a possuir. (...)</p>     <p align="justify">Art. 28 As   s&oacute;cias do Partido Republicano Feminino n&atilde;o respondem, subsidiariamente, pelas   obriga&ccedil;&otilde;es que a administra&ccedil;&atilde;o contrair, expressa ou&nbsp;intencionalmente, em   nome dele.&quot;</p>     <p align="justify">O mesmo <i>Di&aacute;rio   Oficial</i> indicava os nomes das componentes da primeira diretoria provis&oacute;ria   do partido: presidente, Leolinda de Figueiredo Daltro;&nbsp;primeira   vice-presidente, Maria Carlota Vaz de Albuquerque; segunda vicepresidente,   Emilia Torterolli Araldo; primeira-secret&aacute;ria, Hermelinda Fonseca&nbsp;da Cunha   e Silva; segunda-secret&aacute;ria, Gilka da Costa Machado; tesoureira,&nbsp;Goldemira   Moreira dos Anjos; arquivista, &Aacute;urea Daltro; procuradora, Alice&nbsp;Esperan&ccedil;a   Arnosa; zeladora, Vitalina Faria Sena. Finalmente, vinham as&nbsp;componentes   da assembleia: al&eacute;m da diretoria, Ida Auta Marques Soares,&nbsp;Josefina   Teixeira, Leonor Nunes de Simas, Maria Antonieta de Oliveira   Fontes,&nbsp;Justina Celeste Brasil, Odile Bittencourt, Aristeia Cardoso, Olga   Cardoso, Maria&nbsp;de Sousa, Hermog&ecirc;nea de Carvalho, Antonieta Faria Sena,   Laura Esperan&ccedil;a&nbsp;Arnoso, Maria Rodrigues de Oliveira, Henriqueta Marques,   Am&aacute;lia Mallet,&nbsp;Francisca Mallet, Eud&oacute;xia dos Santos Rebelo, Emilia Augusta   Braga de Almeida.</p>     <p align="justify">No dia 18   de agosto de 1911, o partido recebeu o registro oficial, depositado no 1&deg;   Of&iacute;cio de T&iacute;tulos e Documentos do Distrito Federal. Entre a funda&ccedil;&atilde;o e&nbsp;o   registro, a composi&ccedil;&atilde;o da diretoria n&atilde;o sofreu qualquer altera&ccedil;&atilde;o.   Assim,&nbsp;tendo a professora Daltro sempre &agrave; frente do partido, encontram-se   refer&ecirc;ncias&nbsp;a movimenta&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas realizadas pelo grupo de mulheres   pertencentes ao&nbsp;partido, mesmo ap&oacute;s oito anos de funda&ccedil;&atilde;o da entidade. Em   novembro de 1917,&nbsp;o partido promoveu uma marcha pelas ruas do Centro do   Rio de Janeiro, com a&nbsp;participa&ccedil;&atilde;o de cerca de 90 mulheres, fato que   atraiu a aten&ccedil;&atilde;o da imprensa com&nbsp;destaque.</p>     <p align="justify"><i>H&iacute;ldete   Pereira de Melo/Teresa Cristina de Novaes Marques</i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>FONTES</b>:   Arquivo Nacional, fundo FBPF; <i>Di&aacute;rio Oficial,</i> (17/12/1910); MELO, H.;   MARQUES, T. <i>Partido;</i> Registros de Sociedades Civis, 1&deg; Of&iacute;cio   de&nbsp;T&iacute;tulos e Documentos, 18/8/1911.</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/rhel/v18n26/v18n26a14f01.jpg" width="576" height="764"></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/rhel/v18n26/v18n26a14f02.jpg" width="575" height="865"></p>     <p align="center"><img src="img/revistas/rhel/v18n26/v18n26a14f03.jpg" width="507" height="865"></p> <hr size=1 width="100%" align=center>     <p align="justify">&nbsp;</p>     <p align="center"><b>PROYECTOS   DESARROLLADOS Y EN EJECUCI&Oacute;N POR LOS GRUPOS DE INVESTIGACI&Oacute;N HISULA - ILAC</b></p>     <p align="center"><b>RESUMENES   EJECUTIVOS</b></p>     <p align="center"><b>Avalados   por la Direcci&oacute;n de Investigaciones de la UPTC - 2015 </b></p>     <p align="center"><b>T&Iacute;TULO DEL PROYECTO</b></p>     <p align="justify">LA   FORMACI&Oacute;N DE LAS MAESTRAS RURALES EN COLOMBIA Y BRASIL: PERSPECTIVAS DE   ESTUDIOS COMPARADOS EN EDUCACI&Oacute;N.&nbsp;SGI 1730. Investigadora principal y   Directora del Proyecto Diana Elvira Soto&nbsp;Arango, Co-investigadora Claudia   Figueroa, en alianza con la Universidad&nbsp;Ouro Preto. Dr. Jose Rubens Lima   Jardilino</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">La   investigaci&oacute;n analizar&aacute; la funci&oacute;n que ha cumplido las universidades en la   formaci&oacute;n de las maestras rurales en Colombia y Brasil. Una base   metodol&oacute;gica&nbsp;para el desarrollo de este estudio es la historia de las   ideas, los estudios&nbsp;culturales y desde la historia social, la educaci&oacute;n   comparada; que nos permitir&aacute;&nbsp;comprender el papel de actores, instituciones   y colectivos sociales; quienes a&nbsp;trav&eacute;s de sus pr&aacute;cticas, escritos y   acciones han incidido en el quehacer educativo&nbsp;y en general en la   transformaci&oacute;n cultural para la realizaci&oacute;n de un proyecto de&nbsp;naci&oacute;n en   los diferentes per&iacute;odos, para responder a los cambios en los   contextos&nbsp;sociopol&iacute;tico-culturales.</p>     <p align="justify"><b>Palabras   claves</b>: Universidad, capacitaci&oacute;n magisterio rural, educadores, cultura   pol&iacute;tica, reformas educativas, legislaci&oacute;n educativa, Facultades.</p>     <p align="center"><b>PLANTEAMIENTO   DEL PROBLEMA</b></p>     <p align="justify">En el   estudio, el hilo conductor se dar&aacute; a trav&eacute;s del an&aacute;lisis de los grupos de   educadoras que han impactado en el pensamiento que hizo avanzar en   cada&nbsp;&eacute;poca las pr&aacute;cticas educativas y la relaci&oacute;n de estas en su   capacitaci&oacute;n con la&nbsp;universidad. Lo relevante del estudio se concentra en   evaluar si la universidad&nbsp;ha desarrollado estrategias para capacitar a las   docentes que se vinculan al&nbsp;medio rural y si por medio de ellas se ha   llegado a impactar a los cambios socio-culturales-pol&iacute;ticos.</p>     <p align="justify">Por otra   parte, es importante reconocer la historia de estos grupos de maestras rurales   para entender la educaci&oacute;n en los diferentes per&iacute;odos hist&oacute;ricos como base para   la construcci&oacute;n de una sociedad m&aacute;s justa y humana que, en algunos espacios no   ha podido adaptar modelos educativos capaces de cumplir con   las&nbsp;perspectivas de algunas sociedades en el momento de la Historia.</p>     <p align="justify">El Balance   que se vislumbra en la investigaci&oacute;n va desde la identificaci&oacute;n de las   educadoras y el identificar aquellas l&iacute;deres que realizaron una labor en   un&nbsp;municipio o regi&oacute;n dejando cambios sustanciales con su pr&aacute;ctica   educativa y la&nbsp;relaci&oacute;n de las mismas con la universidad de su regi&oacute;n.</p>     <p align="justify">En el   marco del planteamiento del problema de investigaci&oacute;n, nos preguntamos sobre   &iquest;Cu&aacute;l ha sido el impacto ejercido por las universidades,&nbsp;desde la   formaci&oacute;n de educadoras en las diversas dimensiones de la ense&ntilde;anza&nbsp;y en   la transformaci&oacute;n cultural-educativa de la ruralidad en Colombia y   Brasil,&nbsp;para los sectores vulnerables, en el desarrollo y los cambios   formativos de los&nbsp;ciudadanos del sector rural?. Adem&aacute;s, se pregunta, &iquest;si   la universidad desde las&nbsp;facultades, que forman educadores y educadoras,   se ha propuesto, investigar,&nbsp;innovar y formar la generaci&oacute;n de educadoras   que liderar&aacute;n los cambios&nbsp;culturales y educativos de la sociedad cambiante   del siglo XX?</p>     <p align="justify">El trabajo   de investigaci&oacute;n que se pretende realizar rescatar&aacute; de los archivos, documentos   in&eacute;ditos que permitir&aacute;n analizar a trav&eacute;s de grupos de educadoras&nbsp;las   bases socio-pol&iacute;ticas de reformas y transformaciones educativas que   se&nbsp;dieron con el apoyo de las universidades regionales en cada uno de los   pa&iacute;ses&nbsp;de nuestro estudio</p>     <p align="center"><b>T&Iacute;TULO   DEL PROYECTO</b></p>     <p align="justify">MAESTRAS   AFRICANAS Y AFRODESCENDIENTES EN COLOMBIA, BRASIL, GUATEMALA, VENEZUELA Y   GUINEA ECUATORIAL SIGLO XX&nbsp;A XXI. SGI 1732. Investigadora principal y   Directora del Proyecto Diana Elvira&nbsp;Soto Arango, en alianza por medio de   protocolos especificos de actividades con&nbsp;grupos de investigaci&oacute;n en:   Colombia, Brasil, Espa&ntilde;a, Guatemala, Jamaica,&nbsp;Venezuela y Guinea   Ecuatorial.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">El   presente proyecto de investigaci&oacute;n pretende fomentar los espacios de reflexi&oacute;n   en torno al papel de las maestras afrodescendientes y africanas en   sus&nbsp;respectivos contextos educativos a partir del an&aacute;lisis de sus historias   de vida,&nbsp;con el fin de determinar la incidencia de su raza y g&eacute;nero en el   desarrollo de la&nbsp;pr&aacute;ctica educativa e impacto social, cultural, educativo   y pol&iacute;tico en el cambio&nbsp;de mentalidades respecto a valores de tolerancia   en Colombia, Guatemala,&nbsp;Venezuela y Guinea Ecuatorial en los siglos XX y   XXI.</p>     <p align="justify">En este   contexto es preciso analizar a trav&eacute;s de las historias de vida de las maestras   africanas, del estudio, los diferentes mecanismos de vinculaci&oacute;n para   el&nbsp;ingreso al desempe&ntilde;o docente y en el ejercicio del mismo estudiar las   estrategias pedag&oacute;gicas   en la ense&ntilde;anza; el impacto social, pol&iacute;tico, educativo y cultural que ellas   ejercieron en las comunidades locales y regionales, como actores sociales   en&nbsp;unos espacios de poder local y nacional, en contextos vulnerables y de   exclusi&oacute;n&nbsp;socio-educativa, que ejercen una funci&oacute;n docente con impacto   socio-cultural</p>     <p align="justify"><b>Palabras   clave</b>: Maestras africanas y afrodescendientes, formaci&oacute;n de maestras, raza,   impacto social, desempe&ntilde;o docente.</p>     <p align="center"><b>PLANTEAMIENTO   DEL PROBLEMA</b></p>     <p align="justify">El presente   proyecto pretende investigar la historia y prospectiva de las del ejercicio   docente, a trav&eacute;s de historias de vida, de maestras africanas y   afro&nbsp;descendientes que se desempe&ntilde;aron en los pa&iacute;ses de Colombia,   Guatemala,&nbsp;Venezuela y Guinea Ecuatorial en el siglo XX y XXI, con &eacute;nfasis   en los estudios&nbsp;comparados con el objeto de resaltar y visibilizar su   papel social, educativo y&nbsp;pol&iacute;tico, en la comunidad donde se desempe&ntilde;aron   y su incidencia en el entorno&nbsp;local y regional. Igualmente, este trabajo   busca establecer en qu&eacute; medida las&nbsp;tradiciones culturales se mantienen   vigentes en sus pr&aacute;cticas educativas,&nbsp;constituy&eacute;ndose as&iacute; este aspecto en   un elemento fundamental para el an&aacute;lisis de&nbsp;la tarea del docente en cada   uno de los lugares del estudio</p>     <p align="justify"><i>La   pregunta desde la cual abordamos la historia de vida de las maestras africanas   y afro descendientes se centra en: &iquest;Incide la raza y el g&eacute;nero de las maestras,   con su&nbsp;historia de vida, en el desarrollo de la pr&aacute;ctica educativa e   impacto social, cultural,&nbsp;educativo y pol&iacute;tico en el cambio de   mentalidades respecto a valores de tolerancia en&nbsp;Colombia, Guatemala,   Venezuela y Guinea Ecuatorial en los siglos XX y XXI?</i></p>     <p align="center"><b>TITULO   DEL PROYECTO</b></p>     <p align="justify">LA   INTERNACIONALIZACI&Oacute;N Y EL BILINGUISMO. CONDICI&Oacute;N TRANSVERSAL DE CALIDAD EN EL   DOCTORADO CIENCIAS DE LA&nbsp;EDUCACI&Oacute;N. RUDECOLOMBIA. SGI 1801. Investigadora   principal y Directora&nbsp;del Proyecto Diana Elvira Soto Arango, en alianza   con el grupo de investigaci&oacute;n&nbsp;HUME de la Universidad Pablo de Olvide -   Espa&ntilde;a.</p>     <p align="justify">El   proyecto de investigaci&oacute;n &quot;La internacionalizaci&oacute;n y el biling&uuml;ismo.   Condici&oacute;n transversal de calidad en el doctorado ciencias de la   educaci&oacute;n.&nbsp;&quot;RUDECOLOMBIA&quot;, se plantea la pregunta de &iquest;C&oacute;mo se   han articulado,&nbsp;diferenciado, expresado y conectado la internacionalizaci&oacute;n   y el biling&uuml;ismo en lo&nbsp;acad&eacute;mico-investigativo-administrativo en el   programa de Doctorado Ciencias&nbsp;de la Educaci&oacute;n de la Universidad   Pedag&oacute;gica y Tecnol&oacute;gica de Colombia y&nbsp;su relaci&oacute;n en comparaci&oacute;n con   algunas de las instituciones participantes de&nbsp;RUDECOLOMBIA y qu&eacute; impacto y   transformaci&oacute;n ha presentado y cu&aacute;l es&nbsp;la prospectiva al 2016, 2025 y   2034? Pero adem&aacute;s, se pregunta por el modelo&nbsp;pedag&oacute;gico del programa desde   la sociedad del conocimiento y sustentado en la&nbsp;auto-evaluaci&oacute;n buscando   las estrategias para impactar en la internacionalizaci&oacute;n&nbsp;del curr&iacute;culo. La   periodizaci&oacute;n se enmarca desde 1996 (creaci&oacute;n de la red) a 2016&nbsp;(20 a&ntilde;os   de la RED). En prospectiva se analizar&aacute; dentro de las pol&iacute;ticas   p&uacute;blicas&nbsp;2025 (pol&iacute;ticas de la OCE y del biling&uuml;ismo) y 2034 pol&iacute;ticas   &quot;Acuerdo por lo&nbsp;superior 2034&quot; que se incluye la   internacionalizaci&oacute;n.</p>     <p align="justify">El m&eacute;todo   se establece desde la interdisciplinariedad tomando como eje conceptual el   pensamiento complejo para analizar el hecho educativo en su&nbsp;historia y   prospectiva desde la historia social de la educaci&oacute;n correlacionado&nbsp;con la   investigaci&oacute;n cualitativa que detecta las pr&aacute;cticas comunes y   espec&iacute;ficas&nbsp;de los actores sociales (estudiantes, profesores,   administrativos del programa&nbsp;doctoral) en los espacios institucionales de   la UPTC y RUDECOLOMBIA, bajo&nbsp;la pol&iacute;tica p&uacute;blica nacional y lineamientos   de organismos supranacionales.&nbsp;Igualmente, la correlaci&oacute;n de   internacionalizaci&oacute;n-biling&uuml;ismo se analiza&nbsp;desde la antropolog&iacute;a   simb&oacute;lica que entrelaza la historia social-cultural de la&nbsp;educaci&oacute;n, los   imaginarios y validando lo cotidiano de la instituci&oacute;n (en lo&nbsp;heterog&eacute;neo)   con las pol&iacute;ticas nacionales e internacionales de car&aacute;cter global&nbsp;que   configuran adaptacionismos que evidencian puntos cr&iacute;ticos, fortalezas   y&nbsp;necesidades producto de las diferentes expresiones de interculturalidad   en las&nbsp;instituciones de RUDECOLOMBIA que estructuran pol&iacute;ticas e   imaginarios en la&nbsp;internacionalizaci&oacute;n del curr&iacute;culo y el biling&uuml;ismo   (sOlo nos referimos al ingl&eacute;s&nbsp;acad&eacute;mico en las universidades).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">La   metodolog&iacute;a se sustenta en la prosopograf&iacute;a y en la educaci&oacute;n comparada. La   primera implica el reconocimiento de los grupos focales de   estudiantes,&nbsp;profesores y administrativos del programa en su relaci&oacute;n con   la instituci&oacute;n&nbsp;y la red. La segunda, nos establece los indicadores de   an&aacute;lisis indicando los&nbsp;procedimientos, clasificaci&oacute;n y organizaci&oacute;n de la   informaci&oacute;n en: primero, una&nbsp;periodizaci&oacute;n del programa doctoral   (acercamiento hist&oacute;rico; con las pol&iacute;ticas&nbsp;p&uacute;blicas y legislaci&oacute;n); Segundo,   la auto-evaluaci&oacute;n con las pr&aacute;cticas de&nbsp;internacionalizaci&oacute;n en   RUDECOLOMBIA si estos proyectos fueron viables,&nbsp;los medios y mecanismos   acertados en el desarrollo de la propuesta, o por&nbsp;el contrario fueron   truncadas por factores internos o externos a la instituci&oacute;n&nbsp;y a la red.   Tercero, el modelo pedag&oacute;gico del programa en el contexto de   la&nbsp;internacionalizaci&oacute;n del curr&iacute;culo con el biling&uuml;ismo desde las   tendencias de&nbsp;la instituci&oacute;n dentro de la &quot;sociedad del   conocimiento&quot; que &quot;articula nuevos&nbsp;procesos sociales, que involucran   espacios f&iacute;sicos, mentales, de comunicaci&oacute;n y&nbsp;nuevos actores&quot;.   Cuarto, el programa doctoral en educaci&oacute;n en la universidad&nbsp;en el siglo   XXI desde la intemacionalizaci&oacute;n y el biling&uuml;ismo. Las   estrategias&nbsp;metodol&oacute;gicas se sustentar&aacute;n en: Archivos, Legislaci&oacute;n (Leyes,   Resoluciones,&nbsp;Acuerdos), Actas, Circulares, Boletines, prensa, entre   otros.</p>     <p align="justify"><b>Palabras   clave</b>: Doctorado Educaci&oacute;n, Internacionalizaci&oacute;n, Biling&uuml;ismo, Auto-evaluaci&oacute;n</p>     <p align="center"><b>PLANTEAMIENTO   DEL PROBLEMA</b></p>     <p align="justify">Esta   investigaci&oacute;n se enmarca en el proceso de auto-evaluaci&oacute;n del programa   Doctorado Ciencias de la Educaci&oacute;n del CADE de la Universidad Pedag&oacute;gica&nbsp;y   Tecnol&oacute;gica de Colombia y se incluye dentro de la l&iacute;nea de investigaci&oacute;n   de&nbsp;pol&iacute;ticas p&uacute;blicas y reformas universitarias de Grupo de Investigaci&oacute;n   &quot;Historia&nbsp;y Prospectiva de la Universidad Latinoamericana&quot;.   HISULA.</p>     <p align="justify">Con esta   l&iacute;nea de pensamiento surge la siguiente pregunta: &iquest;C&oacute;mo se han articulado,   diferenciado, expresado y conectado la internacionalizaci&oacute;n y   el&nbsp;biling&uuml;ismo en lo acad&eacute;mico-investigativo-administrativo en el   programa&nbsp;de Doctorado Ciencias de la Educaci&oacute;n de la Universidad   Pedag&oacute;gica y&nbsp;Tecnol&oacute;gica de Colombia y su relaci&oacute;n con las instituciones   participantes de&nbsp;RUDECOLOMBIA y qu&eacute; impacto y transformaci&oacute;n ha presentado   y cu&aacute;l es la&nbsp;prospectiva al 2016, 2025 y 2034?</p>     <p align="justify">De esta   manera nuestras preguntas particulares las indicamos desde las hip&oacute;tesis del   trabajo:</p>     <p align="justify">En primera   instancia consideramos que las pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, lineamientos, legislaci&oacute;n   referentes a la internacionalizaci&oacute;n y el biling&uuml;ismo de las IES no&nbsp;han   permeado la internacionalizaci&oacute;n del curr&iacute;culo del Doctorado Ciencias   de&nbsp;la Educaci&oacute;n, por lo tanto nos preguntamos si &iquest;Han incidido en las   reformas&nbsp;de postgrados de la Universidad Pedag&oacute;gica y Tecnol&oacute;gica de   Colombia las&nbsp;pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, lineamientos, legislaci&oacute;n referentes a la   internacionalizaci&oacute;n&nbsp;y el biling&uuml;ismo de las IES en el Doctorado Ciencias   de la Educaci&oacute;n?</p>     <p align="justify">Segundo   aspecto que nos planteamos es que las pr&aacute;cticas de internacionalizaci&oacute;n   desarrolladas por los grupos de investigaci&oacute;n han&nbsp;permitido la   internacionalizaci&oacute;n del programa, por lo tanto, nos preguntamos&nbsp;si &iquest;Las   pr&aacute;cticas de internacionalizaci&oacute;n del programa han permitido   la&nbsp;internacionalizaci&oacute;n del curr&iacute;culo y han impactado la instituci&oacute;n en   los otros&nbsp;niveles de formaci&oacute;n?</p>     <p align="justify">Tercero,   consideramos que las buenas pr&aacute;cticas de internacionalizaci&oacute;n del programa como   Red no se han sistematizado y se han perdido en la actualidad,&nbsp;por ende   preguntamos si &iquest;El programa ha sistematizado e identificado los&nbsp;puntos   cr&iacute;ticos y las buenas pr&aacute;cticas internacionales y si ha dise&ntilde;ado   nuevas&nbsp;estrategias para la internacionalizaci&oacute;n del curr&iacute;culo?</p>     <p align="justify">Cuarto,   indicamos que las pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, lineamientos, reformas y estrategias de   la comunicaci&oacute;n biling&uuml;e no ha permeado el curr&iacute;culo del&nbsp;Doctorado   Ciencias de la Educaci&oacute;n. En este sentido preguntamos si &iquest;Han&nbsp;incidido los   lineamientos, pol&iacute;tica p&uacute;blica y reformas en las estrategias de   la&nbsp;comunicaci&oacute;n biling&uuml;e del programa de Doctorado Ciencias de la   Educaci&oacute;n de&nbsp;RUDECOLOMBIA?</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[ ]]></body>
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