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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[MORFOLOGA DE FRUTOS E SEMENTES DE PORTA-ENXERTOS DE CITROS CULTIVADOS EM AMBIENTE PROTEGIDO]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The environment the crop can influence the morphology of the fruit, as well as the time of germination and the viability of the seeds, for obtaining the citrus rootstocks. The objetive of this work was to determine the morphological characteristics of the fruits, and the germination performance of the seeds of seven cultivars of citrus rootstocks cultivated in a greenhouse. The rootstocks evaluated were: citranger 'FEPAGRO C13', 'FEPAGRO C37' and 'Troyer' (Poncirus trifoliata [L.] Raf. x Citrus sinensis [L.] Osb.), 'Sunki' mandarin (Citrus sunki Hort. ex Tan.), lemon 'Volkamer' (Citrus volkameriana Ten. & Pasq.), trifoliate (P. trifoliata) and citrumelo 'Swingle' (P. trifoliata x Citrus paradisi). A completely randomized design was used, with tree repetitions of 13 fruits per cultivar. Fruit diameter, length and mass were measured. Number of viable seeds and fruits by harvest box (25kg) was calculated. The viable seeds of these fruits were put in a germination and a growth B.O.D type chamber. The citrumelo 'Swingle' produced larger and heavier fruit, while the tangerine 'Sunki' produced the smallest fruit, and the other cultivars produced fruits with a pattern between the two. It takes 87,7 of citrumelo fruit 'Swingle' to fill a harvest box and more than 1.051,7 of tangerine fruit 'Sunki' to fill the same volume. The mandarin seeds 'Sunki' and lemon seeds 'Volkamer' showed a higher germination speed compared to other rootstocks, with a 75% of germination after 30 days of the sowing. Mother plants of citrus rootstocks grown in greenhouses produce viable seeds with a high germination power, close to 80%.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Sistema de propagação]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font size="2" face="verdana">     <p align="right"> <b> CIENCIAS AGROPECUARIAS-Art&iacute;culo Cient&iacute;fico</b></p>     <p align="center"><b>MORFOLOGA DE FRUTOS E SEMENTES  DE PORTA-ENXERTOS DE CITROS CULTIVADOS EM AMBIENTE PROTEGIDO</b></p>     <p align="center"><b>MORPHOLOGY OF FRUITS AND SEEDS OF CITRUS ROOTSTOCKS GROWN  IN GREENHOUSE  CONDITION</b></p>     <p><b>Andr&eacute;s Iv&aacute;n Prato Sarmiento<sup>1</sup>, Julio Cesar Giuliani<sup>2</sup>, Paulo V&iacute;tor Dutra de Souza<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup>Eng.  Agr&ocirc;nomo,  M.Sc. Facultad  de  Ciencias  Agrarias, Departamento de  Agronomia.  Universidad de  Pamplona, km  1 V&iacute;a Bucaramanga, Campus  Universitario, Pamplona, Norte de Santander, Colombia,  e-mail: <a href="mailto:aipratos@unal.edu.co">aipratos@unal.edu.co</a></p>     <p><sup>2</sup>Eng. Agr&ocirc;nomo,  M.Sc., doutorando, Faculdade de Agronomia, Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Fitotecnia,  Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gon&ccedil;alves 7712, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, e-mail: <a href="mailto:juliocgiuliani@yahoo.com.br">juliocgiuliani@yahoo.com.br</a></p>     <p><sup>3</sup>Eng. Agr&ocirc;nomo, M.Sc., Ph.D, Professor titular - Pesquisador, Faculdade de Agronomia, Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Fitotecnia,  Universidade Federal  do Rio Grande do Sul, Av. Bento Gon&ccedil;alves 7712,  Rio Grande do Sul Porto Alegre, Brasil, e-mail: <a href="mailto:pvdsouza@ufrgs.br">pvdsouza@ufrgs.br</a></p>     <p> Rev. U.D.C.A Acr. &amp; Div. Cient. 19(1): 17-24, Enero-Junio, 2016</p> <hr>     <p><b>RESUMO</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O  ambiente   de  cultivo pode  influenciar  a  morfologia  dos frutos,  bem  como  tempo  de  germina&ccedil;&atilde;o e viabilidade das sementes  para   a   obten&ccedil;&atilde;o  dos   porta-enxertos  c&iacute;tricos. Objetivou-se   determinar  as   caracter&iacute;sticas  morfol&oacute;gicas  dos  frutos  e  o  comportamento germinativo  de  sementes de  sete  cultivares  porta-enxertos  de  citros  cultivados  em ambiente   protegido.   Foram   avaliados   os   porta-enxertos citrangeiros   'FEPAGRO  C13',  'FEPAGRO  C37'  e  'Troyer' (<i>Poncirus  trifoliata </i>[L] Raf. x <i>Citrus  sinensis </i>[L.] Osb.),  a tangerineira  'Sunki' (<i>Citrus sunki </i>Hort. ex Tan.), o limoeiro 'Volkameriano'   (<i>Citrus   volkameriana </i>Ten.   &amp;  Pasq<i>.), </i>o trifoliata (<i>P. trifoliata</i>) e o citrumeleiro 'Swingle' (<i>P. trifoliata </i>x <i>Citrus paradisi</i>). Empregou-se o delineamento interiamente  casualizado,  com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es  de treze frutos por cultivar. Mediu-se o di&acirc;metro  e comprimento e a massa  por  fruto. Foi calculado  o n&uacute;mero  de frutos e de sementes vi&aacute;veis por caixa  de colheita  (25kg). As sementes vi&aacute;veis destes  frutos foram colocadas em c&acirc;mara  de germina&ccedil;&atilde;o e crescimento tipo B.O.D. O citrumeleiro 'Swingle' produziu frutos maiores e  com   maior  massa,  a  tangerineira   'Sunki' produziu  os menores,  e  as  demais   cultivares  produziram   frutos  com padr&atilde;o  intermedi&aacute;rio  &agrave;s  anteriores.   S&atilde;o  necess&aacute;rios 87,7 frutos de citrumeleiro 'Swingle' para preencher uma caixa de colheita e mais de 1.051,7  frutos de tangerineira 'Sunki' para o mesmo volume. As sementes de tangerineira  'Sunki' e do limoeiro 'Volkameriano'  apresentaram maior  velocidade  de germina&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos outros porta-enxertos, com 75% de germina&ccedil;&atilde;o aos  30 dias ap&oacute;s  a semeadura. Matrizes de   porta-enxertos de  citros  cultivados  em  ambiente  protegido  produzem  sementes vi&aacute;veis e poder  germinativo  pr&oacute;ximo a 80%.</p>     <p><b> Palavras   chave:</b> Sistema    de   propaga&ccedil;&atilde;o,   germina&ccedil;&atilde;o, citricultura, casa de vegeta&ccedil;&atilde;o.</p> <hr>     <p><b>SUMMARY</b></p>     <p>The environment  the crop can influence the morphology  of the fruit, as well as the time of germination  and the viability of the seeds,  for obtaining the citrus rootstocks. The objetive of this work was to determine  the morphological  characteristics of the fruits, and the germination  performance of the seeds of seven cultivars of citrus rootstocks cultivated in a greenhouse. The  rootstocks evaluated  were: citranger  'FEPAGRO C13',  'FEPAGRO C37' and  'Troyer'  (<i>Poncirus trifoliata </i>[L.] Raf. x <i>Citrus  sinensis </i>[L.] Osb.),  'Sunki' mandarin  (<i>Citrus  sunki </i>Hort. ex Tan.), lemon  'Volkamer' (<i>Citrus volkameriana </i>Ten. &amp; Pasq.),  trifoliate (<i>P</i>. <i>trifoliata</i>) and  citrumelo  'Swingle' (<i>P</i>. <i>trifoliata </i>x <i>Citrus paradisi</i>). A completely randomized  design was used,  with tree repetitions  of 13 fruits per cultivar. Fruit diameter,   length  and  mass   were  measured.   Number  of viable seeds  and fruits by harvest box (25kg) was calculated. The  viable seeds  of these  fruits were put  in a germination  and  a growth B.O.D type chamber. The citrumelo  'Swingle' produced larger and heavier fruit, while the tangerine  'Sunki' produced the smallest fruit, and the other cultivars produced fruits with a pattern between the two. It takes 87,7 of citrumelo fruit 'Swingle' to fill a harvest box and  more than 1.051,7  of  tangerine  fruit 'Sunki' to fill the same  volume. The mandarin  seeds  'Sunki' and  lemon  seeds  'Volkamer' showed  a higher germination  speed compared to other rootstocks, with a 75% of germination  after 30 days of the sowing. Mother plants of citrus rootstocks grown in greenhouses produce  viable seeds  with a high germination  power, close to 80%.</p>     <p><b> Key words:</b> Propagation system,  germination,  citriculture, greenhouse.</p> <hr>     <p><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></p>     <p>Na  produ&ccedil;&atilde;o de  mudas   c&iacute;tricas  de  qualidade,  h&aacute;  que  se atentar  para  aspectos fundamentais ligados  &agrave; sua  garantia gen&eacute;tica,   aos  m&eacute;todos  de  propaga&ccedil;&atilde;o,  aos  sistemas  de produ&ccedil;&atilde;o e &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o vigente (Koller, 2009). Neste processo &eacute;  necess&aacute;rio que  os  porta-enxertos apresentem condi&ccedil;&otilde;es &oacute;timas   em   quanto   a  seu   desenvolvimento   vegetativo  e forma&ccedil;&atilde;o do sistema  radicular. Com tudo, os porta-enxertos podem  afetar mais de 20 caracter&iacute;sticas hort&iacute;colas da cultivar copa (Sch&auml;fer <i>et al</i>. 2001).</p>     <p> A    diversifica&ccedil;&atilde;o    varietal    dos    porta-enxertos   constitui uma   premissa   &agrave;  citricultura  brasileira,  visando  reduzir  a susceptibilidade  ao   ataque   de   pragas   e  ocorr&ecirc;ncia   de estresses abi&oacute;ticos.  Uma  amplia&ccedil;&atilde;o  da  base  gen&eacute;tica  das cultivares   usadas    para   porta-enxertos   contribuir&aacute;    para aumentar  os  rendimentos  e  a  sustentabilidade  do  setor. No  entanto, n&atilde;o  &eacute; o que  tem  ocorrido  historicamente na citricultura brasileira, caracterizada pelo uso  preponderante de  uma  cultivar,  por  exemplo,  o  limoeiro  'Cravo' (<i>Citrus limonia </i>Osb.)  no  estado  de  S&atilde;o  Paulo  (Pompeu  Junior  &amp; Blumer, 2011). No final do s&eacute;culo passado mais de 90% da citricultura ga&uacute;cha era enxertada  sobre  o trifoliata (<i>Poncirus trifoliata </i>[L.] Raf.) (Sch&auml;fer &amp; Dornelles, 2000).</p>     <p> A  grande  aceita&ccedil;&atilde;o do  trifoliata e seus  h&iacute;bridos  no  sul do Brasil deve-se  ao fato de apresentar toler&acirc;ncia  ao frio, aos solos rasos,  &agrave;s  geadas   e  &agrave;  gomose  (<i>Phytophthora </i>spp.), al&eacute;m  de  induzir a produ&ccedil;&atilde;o de  frutos  de  &oacute;tima  qualidade das copas  (Souza <i>et al. </i>2010). Tem-se  testado  outros portaenxertos  com  intuito  de  verificar quais  caracter&iacute;sticas eles podem  conferir para  a cultivar - copa.  Entre  eles est&atilde;o  os citrangeiros  'FEPAGRO C13' e 'FEPAGRO C37' (<i>P. trifoliata </i>x <i>Citrus  sinensis </i>[L.] Osb.),  desenvolvidos  pela  Funda&ccedil;&atilde;o Estadual    de    Pesquisa    Agropecu&aacute;ria    (Taquari,    RS);   o citrumeleiro 'Swingle' (<i>P. trifoliata </i>x <i>Citrus paradisi </i>Macfad<i>. </i>cv<i>. </i>Duncan);  a  tangerineira  'Sunki' (<i>Citrus sunki </i>Hort.  ex Tan.) e o limoeiro 'Cravo' (Souza <i>et al. </i>2010).</p>     <p> Existe a preocupa&ccedil;&atilde;o de produzir-se borbulhas  em ambiente  protegido,    visando   um   programa  de   certifica&ccedil;&atilde;o,   pois permite   melhoria   na  qualidade   gen&eacute;tica   e  sanit&aacute;ria   das borbulhas  utilizadas na  forma&ccedil;&atilde;o das  mudas  (Carvalho <i>et</i> <i>al.</i> 2000).  Esta  preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute;  cab&iacute;vel,  tamb&eacute;m, com  as plantas  matrizes produtoras de sementes de porta-enxertos, principalmente  sob  o aspecto sanit&aacute;rio.  Por&eacute;m,  h&aacute; d&uacute;vidas quanto  &agrave; quantidade e &agrave; viabilidade de sementes produzidas em   frutos   de   plantas   c&iacute;tricas   cultivadas   em   ambiente  protegido,  visto que n&atilde;o h&aacute; insetos polinizadores no interior das casas de vegeta&ccedil;&atilde;o. Os porta-enxertos e, em  geral, as plantas  c&iacute;tricas  mostram-se preferencialmente aut&oacute;gamas ou  al&oacute;gamas segundo a cultivar (Nascimento <i>et al.</i> 2011; Pok <i>et al.</i> 2015).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dentre  as  fases  de  desenvolvimento   da  muda   c&iacute;trica,  a produ&ccedil;&atilde;o do  porta-enxerto   &eacute;  respons&aacute;vel   por  uma  maior demanda  de   tempo.   Um  dos   fatores   respons&aacute;veis  por essa  demora   &eacute;  o  tempo   de  germina&ccedil;&atilde;o (Siqueira <i>et  al</i>.  2002),  em  consequ&ecirc;ncia, pode  existir desuniformidade no desenvolvimento   entre  as  pl&acirc;ntulas   (Sousa <i>et  al. </i>2002). O  conhecimento desta  fase,  que  &eacute;  vari&aacute;vel por  cultivar, &eacute; importante para defini&ccedil;&atilde;o de todo o per&iacute;odo necess&aacute;rio para produzir a muda.</p>     <p> A   citricultura   brasileira   exige  anualmente  uma   enorme  quantidade  de  mudas,  sendo   sua  planifica&ccedil;&atilde;o   um  fator determinante para o sucesso do setor. Por tanto, a estima&ccedil;&atilde;o da quantidade necess&aacute;ria do n&uacute;mero  de frutos que  devem ser colhidas para obten&ccedil;&atilde;o de certa quantidade de sementes, facilita a produ&ccedil;&atilde;o e beneficia  aos  viveiristas e produtores (Zucoloto <i>et al</i>. 2011).</p>     <p> Atualmente,   existe  uma   demanda  crescente  por  mudas  c&iacute;tricas de cultivares de mesa  para  o Rio Grande  do Sul. A legisla&ccedil;&atilde;o vigente exige que as mudas  sejam produzidas em ambiente protegido, aumentando a import&acirc;ncia de pesquisas com  porta-enxertos,  por  haver  car&ecirc;ncia   de  informa&ccedil;&otilde;es  para esta tecnologia  neste  Estado.  Este trabalho  teve como  objetivos estudar  a influ&ecirc;ncia do ambiente  protegido  sobre as caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas  dos frutos e a viabilidade das sementes  produzidas  por  sete  cultivares  de  porta-enxertos de citros.</p>     <p><b>MATERIAL E M&Eacute;TODOS</b></p>     <p>As plantas   matrizes  das  quais  foram  retirados   os  frutos encontram-se em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o da Esta&ccedil;&atilde;o Experimental Agron&ocirc;mica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, munic&iacute;pio Eldorado do Sul - RS (30&deg;29'S,51&deg;06'O). O clima da regi&atilde;o, baseado na classifica&ccedil;&atilde;o de K&ouml;ppen, &eacute; do tipo Cfa, ou seja, subtropical &uacute;mido. Atualmente as plantas enxertadas sobre trifoliata t&ecirc;m  dez anos  de idade,  sendo  mantidas  em vasos  (100L), contendo substrato &agrave; base  de  solo,  res&iacute;duo de  casca  de  ac&aacute;cia  e casca  de  arroz carbonizada  (2:2:1  - v:v:v). O  sistema   de  irriga&ccedil;&atilde;o  &eacute;  por  gotejamento, sendo  irrigadas diariamente  e fertilizadas quinzenalmente mediante  fertirriga&ccedil;&atilde;o).  O adubo  consiste  em  5g  de  Kristalon&reg; (6%  nitrog&ecirc;nio  total, sendo  4,5% N- n&iacute;trico e 1,5% N-amoniacal;  12% P, 36% K; 8% Mg; 8% S; 0,07% Fe; 0,025% B; 0,01% Cu;  0,04% Mn; 0,004% Mb; e 0,025% de Zn) dilu&iacute;dos em 1,5L e distribu&iacute;dos 50mL por vaso.</p>     <p> Inicialmente  realizou-se a avalia&ccedil;&atilde;o  morfol&oacute;gica  dos  frutos produzidos  pelas  seguintes  cultivares de  porta-enxertos de citros:  os  citrangeiros  'FEPAGRO C13', 'FEPAGRO C37' e  'Troyer' (<i>P. trifoliata </i>x <i>C. sinensis</i>),  a tangerineira  'Sunki' (<i>C. sunki</i>),  o limoeiro 'Volkameriano' (<i>Citrus volkameriana </i>Ten. &amp; Pasq<i>.), </i>o trifoliata (<i>P. trifoliata</i>) e o citrumeleiro  'Swingle' (<i>P. trifoliata </i>x <i>C. paradisi</i>). Foram  coletados aleatoriamente, 39  frutos  maduros e  sadios  por  cultivar,  a  partir  de  tr&ecirc;s plantas em cada uma, os quais foram levados ao laborat&oacute;rio, sendo  realizadas as seguintes  avalia&ccedil;&otilde;es:  di&acirc;metro  (mm) e comprimento (mm) dos frutos, com aux&iacute;lio de paqu&iacute;metro, e a massa  por fruto (g) por meio de balan&ccedil;a anal&iacute;tica. Tamb&eacute;m foi calculado o n&uacute;mero  de frutos por caixa de colheita (NFC), levando-se  em considera&ccedil;&atilde;o as dimens&otilde;es de 55x35x15cm (comprimento x largura x altura, respectivamente) (Zucoloto <i>et al</i>. 2011):</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/rudca/v19n1/v19n1a03ecu1.jpg"></p>     <p> A   seguir,   as   sementes  foram   extra&iacute;das   e  lavadas   com agua   corrente   para   a  retirada   da   mucilagem, segundo metodologia  descrita   por  Koller  (1994).   A   secagem  foi feita &agrave; sombra. Ap&oacute;s sua extra&ccedil;&atilde;o,  contou-se o n&uacute;mero  de sementes vi&aacute;veis e invi&aacute;veis por fruto. Foram  consideradas sementes   vi&aacute;veis   aquelas    cheias,    com    presen&ccedil;a   de material  de  reserva  e embri&atilde;o;  e como  invi&aacute;veis, as  vazias ou  n&atilde;o   desenvolvidas,   sem   embri&atilde;o   no  seu  interior  ou com  embri&atilde;o  morto.  As sementes vi&aacute;veis foram  tratadas termicamente (52&deg;C, 10min.)  e  com  fungicida  Captam  &reg;  500PM (p&oacute; sol&uacute;vel, i.a: N-triclorometiltio-4-ciclohexeno-1,2- dicarboximida, 500g de i.a/kg), permanecendo em geladeira (4 a  6&deg;C) dentro  de sacos  de polietileno por 18 dias at&eacute;  a semeadura. As sementes vi&aacute;veis foram  distribu&iacute;das,  sem a  retirada  do  tegumento,  em  caixas  tipo  Gerbox&reg;  com dimens&otilde;es  11x3,5cm   -  largura  x  profundidade,  forradas com papel  germitest  umedecido at&eacute; sua  m&aacute;xima  absor&ccedil;&atilde;o e colocadas em c&acirc;mara  de crescimento e germina&ccedil;&atilde;o tipo B.O.D  ('Biological Oxygen Demand'  - modelo  FOC 225E). Permaneceram a  24&deg;C sem  a  utiliza&ccedil;&atilde;o de  luz e irrigadas com &aacute;gua destilada regularmente.</p>     <p> Para  as  avalia&ccedil;&otilde;es   de  di&acirc;metro   dos   frutos,  n&uacute;mero   de fruto  por  caixa  e  n&uacute;mero   de  sementes vi&aacute;veis por  fruto empregou-se  o   delineamento  experimental   inteiramente  casualizado,   com   sete   tratamentos  (cultivares  de  porta- enxertos) e tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es  de 13 frutos por cultivar. Os dados  foram submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia e as m&eacute;dias  foram  comparadas pelo teste Tukey, a 5% de probabilidade,  com o programa estat&iacute;stico  SAS 9.3 &reg;.</p>     <p> O &iacute;ndice de velocidade de germina&ccedil;&atilde;o (IVG) foi calculado  a traves da f&oacute;rmula  proposta por Maguire (1962): IVG = G<sub>1</sub>/ N<sub>1</sub>+ G<sub>2</sub>/N<sub>2</sub>+ ...+ Gn/N (G<sub>1</sub>, G<sub>2</sub>, Gn = n&uacute;mero  de pl&acirc;ntulas germinadas na primeira, segunda, at&eacute; a &uacute;ltima contagem aos 60 dias ap&oacute;s  a semeadura, eliminando-se, periodicamente, aquelas   decompostas ou  contaminadas e  N<sub>1</sub>,  N<sub>2</sub>,  Nn  = n&uacute;mero  de semanas desde  a primeira, segunda, at&eacute; a &uacute;ltima contagem).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Para a execu&ccedil;&atilde;o  desta  etapa,  empregou-se o delineamento inteiramente  casualizado com sete tratamentos (sete cultivar porta-enxerto)  com  quatro  repeti&ccedil;&otilde;es, sendo  cada  parcela representada  por  um  Gerbox  &reg;  contendo  25  sementes. Finalmente, com os dados  peri&oacute;dicos de germina&ccedil;&atilde;o foram elaboradas curvas  de germina&ccedil;&atilde;o acumulada, com  ajustes por meio de regress&otilde;es variadas  (Santana  &amp; Renal, 2000). Esse  ajuste  foi efetuado  pelo  programa ASSISTAT 7.6  &reg;, seguindo como  crit&eacute;rios de sele&ccedil;&atilde;o  de modelo  o coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o e a facilidade de interpreta&ccedil;&atilde;o dos  dados biol&oacute;gicos pelas equa&ccedil;&otilde;es.</p>     <p><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></p>     <p>As carater&iacute;sticas morfol&oacute;gicas  dos  frutos  foram  diferentes significativamente   entre  os  porta-enxertos,  para  todas   as vari&aacute;veis  avaliadas  (<a href="#t1">Tabela  1</a>).  Os  frutos  do  citrumeleiro  'Swingle' apresentaram  maior   comprimento  e  di&acirc;metro  (72,1  mm  e 67,7  mm,  respectivamente), al&eacute;m  de ter mais massa   (155,1   g),  comparativamente  aos  da  tangerineira  'Sunki' (<a href="#t1">Tabela  1</a>). Os  citrangeiros  'FEPAGRO C13 e C37', al&eacute;m  do citrangeiro  'Troyer' e trifoliata apresentaram frutos de tamanho intermedi&aacute;rios.</p>     <p><a name="t1"></a></p>    <p align="center"><img src="img/revistas/rudca/v19n1/v19n1a03t1.jpg"></p>     <p> O  citrumeleiro   'Swingle' teve  o  maior   n&uacute;mero   total  de sementes por fruto, (51,0), por&eacute;m com alta porcentagem de sementes invi&aacute;veis (47,8%) (<a href="#f1">Figura 1</a>). O menor  n&uacute;mero  de sementes por fruto foi encontrado no FEPAGRO 'C37' (7,4 sementes por  fruto), com  aproximadamente metade delas invi&aacute;veis. Contrariamente, o trifoliata apresentou a maioria de suas sementes vi&aacute;veis (97,0%) e alta quantidade por fruto (37,7  sementes) (<a href="#f1">Figura  1</a>). As cultivares FEPAGRO 'C13', citrangeiro  'Troyer',  limoeiro  'Volkameriano'  e  tangerineira  'Sunki', apresentaram, em  m&eacute;dia,  23,3;  18,1;  18,3;  e 6,9; sementes vi&aacute;veis por fruto, respectivamente (<a href="#f1">Figura1</a>).</p>     <p><a name="f1"></a></p>    <p align="center"><img src="img/revistas/rudca/v19n1/v19n1a03f1.jpg"></p>     <p> Guerra <i>et  al</i>.  (2012)  encontraram n&uacute;meros de  sementes vi&aacute;veis semelhantes ao  do  presente   estudo  nas  cultivares cultivadas  em  campo  citrangeiro  'Troyer',  'FEPAGRO C13', trifoliata e citrumeleiro  'Swingle' (16,6;  19,2;  38,2  e 23,3, respectivamente), porem  superior em rela&ccedil;&atilde;o ao citrangeiro  'FEPAGRO  C37'  (21,2).  No  caso  da  tangerineira   'Sunki',  normalmente, esta cultivar tem valores reduzidos, entre tr&ecirc;s a duas sementes vi&aacute;veis por fruto (Carvalho <i>et al. </i>1997; Santos <i>et al. </i>2015). Carvalho <i>et al. </i>(1997) relataram  que devido ao alto grau  de auto-incompatibilidade, quando  a tangerineira</p>     <p> 'Sunki' cultivada  em  campo   foi polinizada  com  esp&eacute;cies  compat&iacute;veis,  houve um aumento significativo no n&uacute;mero  de sementes por fruto, at&eacute; dezessete sementes por fruto, o que explicaria o valor elevado deste estudo  (10,9 sementes totais por fruto). Adicionalmente, comprovou-se que esse aumento dependeu do  polinizador especifico  utilizado. Contudo,  do ponto  de  vista da  obten&ccedil;&atilde;o de  embri&otilde;es  nucelares  para  a produ&ccedil;&atilde;o de mudas, tal aumento seria prejudicial, dado que  se teria maior  n&uacute;mero  de plantas  zig&oacute;ticas a expensas  das nucelares.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Al&eacute;m do fator gen&eacute;tico,  existem varia&ccedil;&otilde;es em caracter&iacute;sticas de frutos e sementes de porta-enxertos conforme  a regi&atilde;o de  estudo.   No  M&eacute;xico, Andrade <i>et  al</i>.  (2003)  verificaram maior  massa  (158,5g)  e di&acirc;metro  (66,2mm)  dos  frutos do limoeiro 'Volkameriano' em rela&ccedil;&atilde;o  ao presente  estudo.  Na Venezuela, Monteverde <i>et al</i>. (2007), avaliando esta  mesma cultivar em campo, encontraram di&acirc;metro de fruto e n&uacute;mero  de sementes por fruto semelhantes ao presente  estudo,  com a massa  por fruto superior (188g). As poss&iacute;veis varia&ccedil;&otilde;es nos resultados s&atilde;o atribu&iacute;das a fatores ambientais, principalmente  temperatura (Monteverde e<i>t al. </i>2007),  condi&ccedil;&otilde;es de cultivo e a poss&iacute;vel diversidade de sele&ccedil;&atilde;o  da esp&eacute;cie  (Guerra <i>et al</i>.  2012).</p>     <p> Nos  citros  a poliniza&ccedil;&atilde;o  &eacute; necess&aacute;ria para  a forma&ccedil;&atilde;o do embri&atilde;o  zig&oacute;tico, sendo  este indispens&aacute;vel  pelo suprimento de nutrientes e horm&ocirc;nios essenciais para o desenvolvimento  dos  embri&otilde;es  nucelares, e assim,  a forma&ccedil;&atilde;o de sementes vi&aacute;veis (Koltunow, 1993; Machado <i>et al</i>. 2005). As diferen&ccedil;as na   viabilidade   das   sementes   observadas  neste   estudo  podem  ser devidas &agrave;s maiores  ou menores necessidades de poliniza&ccedil;&atilde;o cruzada nas cultivares (Pok e<i>t al. </i>2015).</p>     <p> Para a cultura do citros o processo de fertiliza&ccedil;&atilde;o &eacute; beneficiado principalmente  por insetos  polinizadores (Nascimento <i>et al</i>.  2011),  os  quais  estavam  ausentes da  casa  de  vegeta&ccedil;&atilde;o. A  presen&ccedil;a  de  embri&otilde;es   vi&aacute;veis  deve  ser  consequ&ecirc;ncia da  poliniza&ccedil;&atilde;o  anem&oacute;fila  (Lim <i>et al. </i>2001),  pois todas  as plantas  eram cultivadas na mesma casa  de vegeta&ccedil;&atilde;o, com cortinas laterais confeccionadas com  telas antiaf&iacute;dicas, que permitia  passagem do  vento.  Adicionalmente,  a primavera no sul do  Brasil, &eacute;poca  de flora&ccedil;&atilde;o  dos  citros,  caracterizase  por  presen&ccedil;a constante de  ventos,  o  que  favoreceu  a poliniza&ccedil;&atilde;o mesmo em ambiente  protegido.</p>     <p> Ao quantificar-se  o n&uacute;mero  de  frutos  por  caixa de  25kg  e de sementes por fruto verificou-se que  os valores diferiram amplamente entre os porta-enxertos (<a href="#t2">Tabela 2</a>). As diferen&ccedil;as em  n&uacute;mero  de frutos deveram-se aos  diferentes  tamanhos dos  mesmos.  Enquanto que  com  somente 81,43   frutos de  citrumeleiro  'Swingle' se  enche  uma  caixa de  colheita, s&atilde;o necess&aacute;rios 1.056,3  frutos de tangerineira  'Sunki' para  preencher o mesmo volume. Para porta-enxertos cultivados em campo, no limoeiro 'Volkameriano', citrangeiro 'Swingle' e  tangerineira  'Sunki', Zucoloto <i>et al</i>.   (2011)  encontraram necess&aacute;rios 149, 199 e 2.909  frutos para encher  uma caixa de   colheita   de   28kg   (51x31x18cm).   Multiplicando-se   o n&uacute;mero  de frutos por caixa pelos embri&otilde;es  vi&aacute;veis por fruto, verificou-se ampla  varia&ccedil;&atilde;o  por  caixa de  colheita  segundo a cultivar. O trifoliata apresentou maiores  valores, 12.844,2 sementes vi&aacute;veis, superior  ao citrumeleiro  'Swingle' (825,1) (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>     <p><a name="t2"></a></p>    <p align="center"><img src="img/revistas/rudca/v19n1/v19n1a03t2.jpg"></p>     <p> A  exce&ccedil;&atilde;o   da  tangerineira   'Sunki' que  foi quadr&aacute;tica, os demais   porta-enxertos  seguiram   um   padr&atilde;o   cubico   nas curvas  de  germina&ccedil;&atilde;o acumulada.  A  tangerineira   'Sunki' e  o  limoeiro  'Volkameriano'  apresentaram  a  maioria  das sementes germinadas precocemente em rela&ccedil;&atilde;o aos outros porta-enxertos, com  76,5% e 74,5% de germina&ccedil;&atilde;o aos  30 dias  ap&oacute;s  a  semeadura,  respectivamente (<a href="#f2">Figura  2</a>).  Em compara&ccedil;&atilde;o, os porta-enxertos citrangeiro 'FEPAGRO C13',  'Troyer',  'Swingle' e  o  trifoliata  atingiram   68,9%,  64,3%, 59,9% e 72,1% em germina&ccedil;&atilde;o 60 dias ap&oacute;s  a semeadura, respectivamente, ou seja, o fizeram em forma tardia (Figura  2). Dias <i>et al</i>. (2012) testando a germina&ccedil;&atilde;o das sementes de limoeiro  'Volkameriano',  tangerineira  'Sunki' e citrumeleiro 'Swingle', mantidos   em  germinador  a  30&deg;C  por  45  dias  encontraram  resultados   pr&oacute;ximos   ao  do  atual   trabalho.  Carvalho  &amp;  Silva (2013),  testando  estes   mesmos  porta- enxertos,  junto ao trifoliata e limoeiro 'Volkameriano',  ap&oacute;s dois meses  e temperatura de 25&deg;C em germinador, tamb&eacute;m descreveram resultados  semelhantes a este  estudo.  Nestes estudos  as matrizes dos porta-enxertos foram cultivadas em campo.</p>     <p><a name="f2"></a></p>    <p align="center"><img src="img/revistas/rudca/v19n1/v19n1a03f2.jpg"></p>     <p> O &iacute;ndice de velocidade  de germina&ccedil;&atilde;o (IVG) foi maior para tangerineira 'Sunki' (4,2), seguido do limoeiro 'Volkameriano' (3,6) (<a href="#t2">Tabela 2</a>), o que se corrobora com os resultados obtidos nas  curvas  de  germina&ccedil;&atilde;o acumulada. Os  demais  porta- enxertos  apresentaram IVGs menores, o que  indica  maior desuniformidade  de  germina&ccedil;&atilde;o quando   comparado aos anteriores.  Tamb&eacute;m, IVGs menores indicam  a necessidade de mais tempo  para a produ&ccedil;&atilde;o de mudas  ao se relacionar com o vigor das sementes, visto que os porta-enxertos levam mais tempo  para atingir o ponto de enxertia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> O uso  de  porta-enxertos menos  vigorosos  requer  maiores cuidados   de   manejo   desde   a  sua   semeadura,   visando acelerar  seu  desenvolvimento  e evitar o risco de produzir a muda al&eacute;m do tempo estabelecido pela legisla&ccedil;&atilde;o vigente no Brasil. Este n&atilde;o deve exceder os 6 meses  a partir da data de semeadura, no caso do porta-enxerto  e n&atilde;o mais do que 12 meses  a partir da enxertia at&eacute; a muda  pronta para com&eacute;rcio  (Azev&ecirc;do, 2003).  Por&eacute;m,  isto n&atilde;o  significa que  n&atilde;o  devam ser  recomendados  e  utilizados  para  uso  em  citricultura, pois a diversifica&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para reduzir riscos com algum novo problema  fitossanit&aacute;rio que possa  vir a ocorrer. Principalmente, porque   todos  os  porta-enxertos avaliados s&atilde;o reconhecidamente excelentes para as condi&ccedil;&otilde;es de solo e clima do  sul do  Brasil (Koller, 2009;  Souza <i>et al</i>. 2010),  proporcionando excelente  qualidade  dos  frutos produzidos pelas copas  sobre eles enxertadas.</p>     <p> No estado  do  Rio Grande  do  Sul, de  clima temperado, o tempo  de produ&ccedil;&atilde;o de mudas  c&iacute;tricas feitas anteriormente pelo sistema tradicional era longo, ou seja, tr&ecirc;s anos (Sch&auml;fer  &amp; Dornelles,  2000).  Quando s&atilde;o  produzidas  em  ambiente  protegido,   nota-se  redu&ccedil;&atilde;o  do  tempo  requerido,  al&eacute;m  de facilitar a produ&ccedil;&atilde;o livre de pat&oacute;genos, portanto, oferecendo maiores   garantias   de  qualidade   gen&eacute;tica   e  fitossanit&aacute;ria (Sch&auml;fer  &amp;  Dornelles,  2000;  Oliveira &amp;  Scivittaro,  2004; Scivittaro <i>et  al. </i>2004).  Tais  vantagens ressaltassem  com o  presente   estudo,   pois  o  cultivo em  ambiente   protegido  parece   n&atilde;o   prejudicar   a  velocidade   de  germina&ccedil;&atilde;o das sementes dos porta-enxertos avaliados.</p>     <p> A germina&ccedil;&atilde;o pode  ser limita ou retrasada pela a presen&ccedil;a do tegumento nas sementes, o que pode  ter influenciado o &iacute;ndice de  velocidade  de  germina&ccedil;&atilde;o. Moreira <i>et al</i>. (2010) e  Rodrigues <i>et  al</i>.  (2010)  observaram maior  germina&ccedil;&atilde;o em sementes sem  tegumento em porta-enxertos de citros, associado  possivelmente   &agrave;   limita&ccedil;&atilde;o   h&iacute;drica   promovida pelo tegumento. De tal maneira,  alguns  dos porta-enxertos avaliados neste  estudo  talvez necessitassem de tratamentos pr&eacute;vios  de  remo&ccedil;&atilde;o do  tegumento. Teixeira <i>et  al</i>.  (2009) verificaram   que   a   escarifica&ccedil;&atilde;o   qu&iacute;mica   de   tegumento proporcionou melhorias  na velocidade  de emerg&ecirc;ncia e na taxa de emerg&ecirc;ncia para os porta-enxertos 'FEPAGRO C37' e trifoliata.</p>     <p> Finamente, neste  estudo   conclui-se  que  plantas  matrizes fornecedoras de  sementes de  porta-enxertos de  citros  em ambiente    protegido    apresentam  n&uacute;mero    de   sementes vi&aacute;veis pr&oacute;ximas ao cultivo em campo. Tamb&eacute;m, se conclui que  em  ambiente  protegido,  as  sementes vi&aacute;veis dos  sete porta-enxertos avaliados apresentaram em m&eacute;dia  79,5% de germina&ccedil;&atilde;o aos 60 dias ap&oacute;s semeadura, com o citrangeiro  'Troyer'  e  a  tangerineira   'Sunki' atingindo  um  m&iacute;nimo  e m&aacute;ximo  de  92% e 71%, respectivamente. A velocidade  de germina&ccedil;&atilde;o foi maior  na  tangerineira  'Sunki' e o limoeiro  'Volkameriano',  e menor  no citrumeleiro  'Swingle', com  os citrangeiros apresentando resultados  intermedi&aacute;rios  entre os anteriores.</p>     <p> <b>Agradecimentos: </b>Ao   CNPq    (Conselho    Nacional    de Desenvolvimento  Cient&iacute;fico e  Tecnol&oacute;gico)   e  &agrave;  FAPERGS (Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa  do Estado  do Rio Grande do  Sul)  pelo  apoio  financeiro. <u>Conflitos  de interesses</u>:   O manuscrito  foi elaborado  e  revisado  com  a  participa&ccedil;&atilde;o  de  todos  os  autores,   na  qual  declaramos que  n&atilde;o  existe nenhum conflito de interesse  que coloque  em risco a validez dos resultados  apresentados.</p>     <p><b>BIBLIOGRAFIA</b></p>     <!-- ref --><p>1.   ANDRADE, M.A.; VILLEGAS, A.;  GARC&Iacute;A, A.  2003.  Caracter&iacute;sticas morfol&oacute;gicas del fruto y poliembrion&iacute;a de tres portainjertos  de c&iacute;tricos. Rev. Chapingo  Serie Horticultura (M&eacute;xico). 9(2):255-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756973&pid=S0123-4226201600010000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 2.   AZEV&Ecirc;DO, C.L. 2003. Produ&ccedil;&atilde;o Integrada de Citros - BA.  Sistemas  de  Produ&ccedil;&atilde;o, 15.  EMBRAPA  - EMPRAPA Mandioca  e Fruticultura.  Disponible  desde  internet en:  <a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Citros/CitrosBahia_2ed/sementes.htm" target="_blank">http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Citros/CitrosBahia_2ed/sementes.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756975&pid=S0123-4226201600010000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 3.   CARVALHO,   S.A.;  SILVA,   J.A.;  SEMPIONATO,  O.R.  2000.  Produ&ccedil;&atilde;o de borbulhas  certificadas  de citros no Estado  de S&atilde;o  Paulo. Ed. FUNEP (Jaboticabal).  26p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756977&pid=S0123-4226201600010000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 4.   CARVALHO,   S.A.;  SILVA,   L.F.  2013.   Monitoring  the viability of  citrus  rootstocks  seeds   stored   under refrigeration. Rev. Bras. Fruticult. 35(1):238-245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756979&pid=S0123-4226201600010000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 5.   CARVALHO,  M.R.; BORDIGNON,  R.;  BALLV&Eacute;, R.M.; MAGLIO,  R.M.;   MEDINA,  H.   1997.    Aspectos biol&oacute;gicos   do  reduzido  n&uacute;mero   de  sementes  da tangerina  Sunki'. Bragantia (Brasil). 56(1):69-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756981&pid=S0123-4226201600010000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 6.   DIAS, M.; ZUCOLOTO,  M.; DIAS, D.C.;  SILVA,  D.F.; SEDIYAMA, C.A.;   NETO,    J.    2012.     Resposta fisiol&oacute;gica de sementes de variedades  portaenxertos de citros submetidas &agrave; condicionamento osm&oacute;tico. Comunicata Scientiae (Brasil). 3(4):238-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756983&pid=S0123-4226201600010000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 7.   GUERRA,  D.;   WITTMAN, M.T.S.;   SCHWARZ,  S.F.; SOUZA, P.V.D.;  WEILER, R.L. 2012.  Caracteriza&ccedil;&atilde;o morfol&oacute;gica,  determina&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero  de embri&otilde;es  e  taxa  de   poliembrionia   em   tr&ecirc;s   porta-enxertos h&iacute;bridos de citros. Bragantia.  71(2):196-201.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756985&pid=S0123-4226201600010000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 8.   KOLLER,  O.C.   1994.   Citricultura:   laranja,   lim&atilde;o   e tangerina.  Ed. R&iacute;gel (Porto Alegre). 446 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756987&pid=S0123-4226201600010000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 9.   KOLLER,    O.C.     2009.      Citricultura:     Cultura     de Tangerineiras:  tecnologia  de produ&ccedil;&atilde;o, p&oacute;s-colheita  e industrializa&ccedil;&atilde;o. Ed. R&iacute;gel. 400p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756989&pid=S0123-4226201600010000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 10. KOLTUNOW, A.M. 1993.  Apomixis: Embryo  sacs  and embryos  formed  without  meiosis  or  fertilization in ovules. The Plant Cell (USA). 5(10):1425-1437.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756991&pid=S0123-4226201600010000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 11. LIM, A.L. 2001.  Citrus  and  citroids:  Recent  biological findings.    Malayan-Nature    Journal.     55:221-229.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756993&pid=S0123-4226201600010000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 12. MACHADO, M.A.; CRISTOFANI, M.;  AMARAL,  A.M.; OLIVEIRA,  A.C. 2005.   Gen&eacute;tica,   melhoramento e biotecnologia  de  citros.  En: MATTOS J&Uacute;NIOR, D.; DE NEGRE, J.D.;  PIO, R.M.; POMPEU JUNIOR, J. (Eds.).  Citros.  Ed.  FUNDAG  (Jaboticabal). p.221- 277.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3756995&pid=S0123-4226201600010000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 18. POK, P.; OH, E.U.; YI, K.; KANG, J.H.; KO, B.J.; KIM, H.B.; SON,  K.J.  2015.   Characterization   of  microspore development and  pollen  tube  growth  response to self and  cross-pollination   in  Jeju  old  local  citrus species. Hort. Environ. Biotechnol.  56(2):225-232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757007&pid=S0123-4226201600010000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 19. POMPEU JUNIOR, J.;  BLUMER, S. 2011.  Citrandarins e  outros  h&iacute;bridos  de  trifoliata como  porta-enxerto  para laranjeira Valencia. Citrus Res. Technol. (Brasil). 32(3): 133-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757009&pid=S0123-4226201600010000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 20. RODRIGUES, F.; FREITAS, G.; MOREIRA, R.; PASQUAL, M. 2010. Caracteriza&ccedil;&atilde;o  dos frutos e germina&ccedil;&atilde;o de sementes dos porta-enxertos Trifoliata Flying Dragon e citrumelo Swingle. Rev. Bras. Fruticult. 32(4):1180- 1188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757011&pid=S0123-4226201600010000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 21. SANTANA, D.L.; RENAL, M.A. 2000.  An&aacute;lise estat&iacute;stica  na   germina&ccedil;&atilde;o.  R.  Bras.   Fisiol.  Veg.   12(edi&ccedil;&atilde;o especial):205-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757013&pid=S0123-4226201600010000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 22. SANTOS,  C.Q.;  GIRARDI, E.A.; VIEIRA,  E.L.;  LEDO, C.A.;   SOARES   FILHO,   W.D.   2015.    Tamanho &oacute;timo  de  amostras de  frutos  e  de  sementes para determina&ccedil;&atilde;o da  poliembrionia  em  citros.  Revista Brasileira Fruticultura 37(1):172-178.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757015&pid=S0123-4226201600010000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 23. SCH&Auml;FER, G.; DORNELLES, A.L.C. 2000.  Produ&ccedil;&atilde;o de mudas c&iacute;tricas no Rio Grande do Sul - Diagn&oacute;stico da regi&atilde;o  produtora. Ci&ecirc;ncia Rural (Brasil). 30(4):587-592.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757017&pid=S0123-4226201600010000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 24. SCH&Auml;FER,  G.;  BASTIANEL, M.;  DORNELLES,  A.L. 2001.    Porta-enxertos     utilizados    na    citricultura. Ci&ecirc;ncia Rural. 31(4):723-733.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757019&pid=S0123-4226201600010000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 25. SCIVITTARO, W.B.;  OLIVEIRA,  R.P.;  MORALES, C.F.; RADMANN,  E.B.  2004.  Aduba&ccedil;&atilde;o  nitrogenada na forma&ccedil;&atilde;o de porta-enxertos de limoeiro 'Cravo' em tubetes. Rev. Bras. Fruticult. 26(1):131-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757021&pid=S0123-4226201600010000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 26. SIQUEIRA, D.L.;  VASCONCELLOS,  J.F.;   DIAS, D.C.; PEREIRA, W.E. 2002.  Germina&ccedil;&atilde;o de sementes de porta-enxertos de citros ap&oacute;s  o armazenamento em ambiente  refrigerado. Rev. Bras. Fruticult. 24(2):317-322.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757023&pid=S0123-4226201600010000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 27. SOUSA, H.U.; RAMOS, J.D.; PASQUAL, M.; FERREIRA, E.A.  2002.   Efeito  do   &aacute;cido   giber&eacute;lico   sobre   a germina&ccedil;&atilde;o de sementes de porta-enxertos c&iacute;tricos. Rev. Bras. Fruticult. 24(2):496-499.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757025&pid=S0123-4226201600010000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 28. SOUZA, P.V.;  SOUZA, E.L.S.; OLIVEIRA, R.P.; BONINE, D.P. 2010.  Indica&ccedil;&otilde;es  T&eacute;cnicas  para  a  Citricultura no Rio Grande do Sul. Ed. FEPAGRO (Porto Alegre). 126p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757027&pid=S0123-4226201600010000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 29. TEIXEIRA,  P.T.L.;    SCH&Auml;FER,   G.;    SOUZA,   P.V.D.; TODESCHINI, A. 2009.  A  escarifica&ccedil;&atilde;o  qu&iacute;mica  e o desenvolvimento  inicial de porta-enxertos c&iacute;tricos. Rev. Bras. Fruticult. 31(30):865-871.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757029&pid=S0123-4226201600010000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> 30. ZUCOLOTO, M.; GAMA  DA  COSTA, M.; CARVALHO, L.M.; DOS  SANTOS,  D.;  SIQUEIRA, D.L.  2011. Estimativa  da   produ&ccedil;&atilde;o  de   sementes  de   porta- enxertos c&iacute;tricos por meio da massa  de frutos. Ceres (Brasil). 58(1):126-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=3757031&pid=S0123-4226201600010000300030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p> Recibido: Agosto 25 de 2015 Aceptado: Febrero 8 de 2016</p>     <p align="center"><a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/"><img alt="Licencia Creative Commons" style="border-width:0" src="https://i.creativecommons.org/l/by-nc/4.0/88x31.png" /></a></p>     <p><span xmlns:dct="http://purl.org/dc/terms/" href="http://purl.org/dc/dcmitype/Text" property="dct:title" rel="dct:type">Revista U.D.C.A Actualidad & Divulgaci&oacute;n Cient&iacute;fica </span> por <a xmlns:cc="http://creativecommons.org/ns#" href="http://www.udca.edu.co/revista-actualidad-divulgacion-cientifica-edicion-actual/" property="cc:attributionName" rel="cc:attributionURL">Universidad de Ciencias Aplicadas y Ambientales </a> se distribuye bajo una <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/">Licencia Creative Commons Atribuci&oacute;n-NoComercial 4.0 Internacional</a>.  </font>      ]]></body><back>
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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Características morfológicas del fruto y poliembrionía de tres portainjertos de cítricos]]></article-title>
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