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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dança Folclórica e Caminhada: Um Estudo Comparativo do Gasto Calórico de Universitários]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Folk-dancing and walking: a comparative study of college students' calorific output]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Objective This study was aimed at performing a comparative analysis of undergraduates' calorie output during folk-dancing and walking. Materials and Methods This was a descriptive study of the calorific output of 35 volunteer students belonging to the Universidade Estadual do Piauí's Dance Company (Teresina, Brazil) ranging in age from 19 to 34, including people from both genders allocated to two groups (dancers and walkers). A Filizola balance was used for estimating body mass, a Sanny metric scale for measuring height and a Caltrac acelerometer 100/100 Plan for measuring energy output. Student t-test and Pearson's correlation were used for statistical analysis (p< 0.05 significance level) when comparing results. Results The results revealed no significant differences between the two undergraduate groups according to duration of activity. Such finding strongly indicates that motivation and dominating the technique (being contrasting elements in the two groups studied) compensated for calorie output, thereby explaining the absence of significant differences. Conclusions Dancing was seen to be equal to walking as physical activities in terms of calorific output. A significant correlation was found between calorie output levels in both dancing and walking (even though no significant differences between them were verified).]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Exercício aeróbico]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[atividade motora]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[Aerobic exercise]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[physical fitness]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[health]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p align="RIGHT">Artículos Originales/Original Articles</p>     <p>&nbsp;</p>     <center>     <p><b><font size="4">Dan&ccedil;a Folcl&oacute;rica e Caminhada: Um Estudo Comparativo do Gasto Cal&oacute;rico de Universit&aacute;rios</font></b></p>    <p>&nbsp;</p>    <p><b><font size="3">Folk-dancing and walking: a comparative study of college students&#039; calorific output</font></b></p></center>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Solange Maria Ribeiro-Nunes<sup>1</sup>, Aurinice Sampaio Irene-Monte<sup>1</sup>, Rog&eacute;rio Ferreira-Emygdio<sup>2</sup> e Maria Irany Knackfuss<sup>3</sup></b>    <br> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>  1. Universidade Estadual do Piau&iacute;-Brasil <a href="mailto:solangelages@hotmail.com">solangelages@hotmail.com</a>, <a href="mailto:aurinice@globo.com">aurinice@globo.com</a>    <br>   2. Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Universidade Est&aacute;cio de S&aacute;- Brasil.    <a href="mailto:rfemygdio@gmail.com">rfemygdio@gmail.com</a>    <br>   3. Universidade Federal do Rio Grande do Norte-Brasil. <a href="mailto:mik@ufrnet.br">mik@ufrnet.br</a></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">      <p><b>RESUMO</b></p>     <p><b>Objetivo</b> Ao objetivo deste estudo foi analisar comparativamente o gasto cal&oacute;rico de universit&aacute;rios durante a pr&aacute;tica da dan&ccedil;a folcl&oacute;rica e da caminhada.    <br>   <b>Material e M&eacute;todos</b> Pesquisa descritiva aplicada em 35 universit&aacute;rios, volunt&aacute;rios, com idade variando e 19 a 34 anos, de ambos os sexos. Membros do Corpo de Dan&ccedil;a da Universidade Estadual do Piau&iacute;, na cidade de Teresina, nas atividades de dan&ccedil;a folcl&oacute;rica e caminhada.  Com a balan&ccedil;a Filizola e  fita m&eacute;trica Sanny, avaliou-se a Massa Corporal e a Estatura e com o aceler&ocirc;metro Caltrac 100/100 Plan, o gasto cal&oacute;rico. Para tanto, utilizaram-se os testes param&eacute;tricos t de Student e correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, observando uma signific&acirc;ncia p&lt;0,05, no sentido de comparar os resultados observados.    <br>   <b>Resultados</b> Os resultados demonstram que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as significativas entre os dois grupos de universit&aacute;rios, segundo o tempo de pr&aacute;tica. Tal resultado constitui um forte indicativo de que a motiva&ccedil;&atilde;o e dom&iacute;nio da t&eacute;cnica, elementos diferenciadores dos dois grupos estudados, apresentam rela&ccedil;&otilde;es de compensa&ccedil;&atilde;o do gasto cal&oacute;rico, justificando a aus&ecirc;ncia de distin&ccedil;&otilde;es significativas.    <br>   <b>Conclus&atilde;o</b> Neste sentido a dan&ccedil;a, enquanto atividade f&iacute;sica constitui um cen&aacute;rio equ&acirc;nime no que concerne ao gasto cal&oacute;rico. Ainda observaram-se correla&ccedil;&otilde;es significativas entre os n&iacute;veis de gasto cal&oacute;rico da dan&ccedil;a com a caminhada, al&eacute;m de n&atilde;o serem verificadas diferen&ccedil;as expressivas entre as mesmas, denotando que elas se equivalem.</p>     <p><b>Palavras Chaves</b>: Exerc&iacute;cio aer&oacute;bico, atividade motora, sa&uacute;de (fuente: <i>DeCS, BIREME</i>). </p> <hr size="1">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>ABSTRACT</b></p>     <p><b>Objective</b> This study was aimed at performing a comparative analysis of undergraduates' calorie output during folk-dancing and walking.    <br>   <b>Materials and Methods</b> This was a descriptive study of the calorific output of 35 volunteer students belonging to the Universidade Estadual do Piau&iacute;'s Dance Company (Teresina, Brazil) ranging in age from 19 to 34, including people from both genders allocated to two groups (dancers and walkers). A Filizola balance was used for estimating body mass, a Sanny metric scale for measuring height and a Caltrac acelerometer 100/100 Plan for measuring energy output. Student t-test and Pearson's correlation were used for statistical analysis (p&lt; 0.05 significance level) when comparing results.    <br>   <b>Results</b> The results revealed no significant differences between the two undergraduate groups according to duration of activity. Such finding strongly indicates that motivation and dominating the technique (being contrasting elements in the two groups studied) compensated for calorie output, thereby explaining the absence of significant differences.    <br>   <b>Conclusions</b> Dancing was seen to be equal to walking as physical activities in terms of calorific output. A significant correlation was found between calorie output levels in both dancing and walking (even though no significant differences between them were verified).</p>     <p><b>Key Words</b>: Aerobic exercise, physical fitness, health (source: <i>MeSH, NLM</i>).</p> <hr size="1">      <p><b>RESUMEN</b></p>     <p><b>Objetivo</b> El objetivo de este estudio fue analizar comparativamente el gasto cal&oacute;rico de una muestra de universitarios durante la pr&aacute;ctica de un baile folcl&oacute;rico y durante una caminada.    <br>   <b>Material y m&eacute;todo</b> Investigaci&oacute;n descriptiva que compara el gasto cal&oacute;rico de 35 estudiantes universitarios voluntrios, con edades de 19 a 34 a&ntilde;os, de ambos sexos, miembros del Cuerpo de Danza de la Universidad Estatal de Piau&iacute;, en la ciudad de Teresina. Con una balanza Filizola y una cinta m&eacute;trica Sanny se evalu&oacute; la masa corporal y la estatura, y el gasto cal&oacute;rico con un aceler&oacute;metro Caltrac. Para ello se utilizaron pruebas param&eacute;tricas t de Student y correlaciones de Pearson, con una significancia de p&lt;0,05.      <br>   <b>Resultados</b> Los resultados demuestran que no existen diferencias significativas entre ambos grupos de universitarios desde el punto de vista del tiempo de pr&aacute;ctica de la actividad. Tal resultado sugiere con fuerza que la motivaci&oacute;n y el dominio de la t&eacute;cnica, elementos diferenciadores entre los dos grupos, presentan relaciones de compensaci&oacute;n del gasto cal&oacute;rico.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>Conclusiones</b> En esta direcci&oacute;n la danza, como actividad f&iacute;sica, constituye un escenario apropiado en cuanto al gasto cal&oacute;rico. Tambi&eacute;n se observaron correlaciones significativas entre los niveles de gasto cal&oacute;rico en la danza y en el paseo, sin diferencias notables entre las mismas. </p>     <p><b>Palabras Claves</b>: Gasto energ&eacute;tico, danza, salud (fuente: <i>DeCS, BIREME</i>).  </p> <hr size="1">     <p><font face="verdana" size="2"></font> </p>     <p>A import&acirc;ncia da atividade f&iacute;sica regular na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as e de mortes prematuras e na manuten&ccedil;&atilde;o de uma alta qualidade de vida &eacute;, hoje, reconhecida como objetivo de sa&uacute;de p&uacute;blica, em virtude da economia direta que o pa&iacute;s pode alcan&ccedil;ar com o combate ao sedentarismo (1). Atualmente tem-se mais de 2 milh&otilde;es de mortes atribu&iacute;das &agrave; inatividade f&iacute;sica a cada ano no mundo inteiro(2).  </p>     <p>Algumas altera&ccedil;&otilde;es ben&eacute;ficas nos sistemas do corpo ocorrem rapidamente, como o aumento da ventila&ccedil;&atilde;o pulmonar e a capilariza&ccedil;&atilde;o perif&eacute;rica, que promovem uma melhor irriga&ccedil;&atilde;o sangu&iacute;nea. Em longo prazo, os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica s&atilde;o menos percept&iacute;veis, por&eacute;m mais intensos, como o aumento das capacidades card&iacute;acas e pulmonares, assim como maior efici&ecirc;ncia do sistema m&uacute;sculo esquel&eacute;tico, refletindo em um bom estado geral do organismo, bem como na diminui&ccedil;&atilde;o da gordura corporal, ajudando a controlar a massa corporal (1).</p>     <p>O aumento do gasto energ&eacute;tico atrav&eacute;s da atividade f&iacute;sica &eacute; meio efetivo para a redu&ccedil;&atilde;o da gordura corporal (3). Por essa raz&atilde;o, a comunidade cient&iacute;fica reconhece ser prudente explorar maneiras atrav&eacute;s das quais se possa aumentar o gasto energ&eacute;tico di&aacute;rio, a fim de reduzir ou controlar a preval&ecirc;ncia de obesidade (4). O gasto energ&eacute;tico total &eacute; composto por tr&ecirc;s componentes: metabolismo de repouso, efeito t&eacute;rmico dos alimentos e atividade f&iacute;sica, sendo influenciados por fatores gen&eacute;ticos. A atividade f&iacute;sica &eacute; o componente mais vari&aacute;vel e diz respeito ao gasto energ&eacute;tico necess&aacute;rio &agrave; atividade m&uacute;sculo esquel&eacute;tico (5,6).</p>     <p>Diante do exposto, percebe-se que a dan&ccedil;a, como atividade f&iacute;sica, pode ser utilizada efetivamente em um programa de controle de Massa Corporal e da redu&ccedil;&atilde;o dos fatores de risco de doen&ccedil;a cr&ocirc;nico-degenerativa, devido ao fato de contemplar os componentes aer&oacute;bicos e flexibilidade, com o diferencial de permitir que o participante sinta uma sensa&ccedil;&atilde;o de alegria e liberdade, al&eacute;m de possibilitar o seu relacionamento e prazer em conviver socialmente com pessoas pertencentes ou n&atilde;o ao mesmo grupo et&aacute;rio (7).</p>     <p>Assim, desejando contribuir para o melhor conhecimento da dan&ccedil;a folcl&oacute;rica como atividade f&iacute;sica, o objetivo deste estudo foi analisar o gasto cal&oacute;rico de universit&aacute;rios durante a pr&aacute;tica da dan&ccedil;a folcl&oacute;rica e a caminhada, uma vez que essa &uacute;ltima constitui na prefer&ecirc;ncia das indica&ccedil;&otilde;es quando da orienta&ccedil;&atilde;o pela inser&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos saud&aacute;veis, discriminados segundo os seus respectivos tempos de pr&aacute;tica.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3">MATERIAL E M&Eacute;TODO</font>   </b> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estudo caracterizou-se como uma pesquisa descritiva comparativa (8) do gasto cal&oacute;rico de dan&ccedil;arinos da Universidade Estadual do Piau&iacute;, em duas atividades distintas, dan&ccedil;a folcl&oacute;rica e caminhada.</p>     <p>A pesquisa foi realizada com 34 universit&aacute;rios, volunt&aacute;rios, na faixa et&aacute;ria variando de 19 a 34 anos, de ambos os sexos, que participam do Corpo de Dan&ccedil;a da Universidade Estadual do Piau&iacute;-UESPI, Campus Poeta Torquato Neto, na cidade de Teresina.</p>     <p>Este estudo foi desenvolvido de acordo com as Normas de Realiza&ccedil;&atilde;o de Pesquisa em Seres Humanos, Resolu&ccedil;&atilde;o 196/96, do Conselho Nacional de Sa&uacute;de, e avaliado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Faculdade de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas da UESPI, pelo  protocolo  CEP no 097 /06 que aprovou a realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo. </p>     <p>Foram tomadas inicialmente medidas antropom&eacute;tricas dos indiv&iacute;duos da pesquisa-Massa Corporal medida em Kg numa balan&ccedil;a Filizola e a Estatura medida em cent&iacute;metros, por uma fita m&eacute;trica Sanny (9,10).</p>     <p>Para a quantifica&ccedil;&atilde;o do gasto cal&oacute;rico na Dan&ccedil;a (gcdan&ccedil;a-Kcal) e na Caminhada (gccaminhada-Kcal) foi utilizado o aceler&ocirc;metro Caltrac 100/100 Plan (11,12), aplicado durante uma pr&aacute;tica de dan&ccedil;a folcl&oacute;rica e de caminhada, com o tempo de dura&ccedil;&atilde;o de 1 hora cada atividade, medida atrav&eacute;s do METs (unidade de medida do gasto cal&oacute;rico).</p>     <p>A aula de dan&ccedil;a folcl&oacute;rica foi composta de 5 minutos de alongamento, 5 minutos de aquecimento, 45 minutos aplicando-se elementos b&aacute;sicos, como locomo&ccedil;&otilde;es (sucess&otilde;es de transfer&ecirc;ncias) e giros (meio giro, voltas), individualmente e aos pares, e para finalizar 5 minutos de alongamento. </p>     <p>A caminhada foi realizada em pista de atletismo de 400 metros, numa velocidade de 4 minutos em cada volta da pista. Essa velocidade foi encontrada atrav&eacute;s da m&eacute;dia de velocidade desenvolvida entre 6 participantes do grupo pesquisado, dois com estaturas mais altas, dois com estaturas medianas e dois com estaturas mais baixas. Para que a caminhada tivesse o tempo correspondente da aula de dan&ccedil;a, foram realizados 5 minutos de alongamento no in&iacute;cio e final da caminhada.         <br>         <br>   O Tratamento Estat&iacute;stico utilizou o software SPSS 14, licenciado no Laborat&oacute;rio de Bioci&ecirc;ncias da Motricidade Humana da Universidade Federal do Rio Grande do Norte-Brasil, como plataforma para tabula&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise dos dados.</p>     <p>O presente estudo observou dois momentos no Tratamento Estat&iacute;stico, o primeiro relativo &agrave; Estat&iacute;stica Descritiva, no sentido de caracterizar a amostra observada segundo as vari&aacute;veis verificadas. Para as vari&aacute;veis de natureza param&eacute;trica, utilizaram-se os par&acirc;metros de m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o e para as de natureza n&atilde;o param&eacute;tricas as Distribui&ccedil;&otilde;es de Freq&uuml;&ecirc;ncias. O segundo momento consistiu na aplica&ccedil;&atilde;o dos testes de hip&oacute;teses, compondo a an&aacute;lise inferencial do Tratamento Estat&iacute;stico. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Primeiramente empregou-se o teste de normalidade de Komogorov-Smirnov, no sentido de certificar-se se as vari&aacute;veis estavam normalmente distribu&iacute;das. Posteriormente, o teste de hip&oacute;tese t de Student no modo pareado e de m&eacute;dias independentes, combinados ao teste de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, no sentido de analisar comparativamente os valores m&eacute;dios dos gastos cal&oacute;ricos quantificados, segundo os grupos estudados. Todos os protocolos estat&iacute;sticos observaram um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia estat&iacute;stica p&lt;0,05.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3">RESULTADOS</font>   </b> </p>     <p>Ao aplicar-se inicialmente o teste de verifica&ccedil;&atilde;o de normalidade de Komogorov-Smirnov, a <a href="#tab1">Tabela 1</a> apresenta distribui&ccedil;&atilde;o n&atilde;o diferente significativamente de uma distribui&ccedil;&atilde;o normal em todas as vari&aacute;veis Massa Corporal, Estatura, gcdan&ccedil;a e gccaminhada. </p>     <p>    <center><img src="img/revistas/rsap/v9n4/v9n4a03tab1.gif"><a name="tab1"></a></center></p>     <p>No sentido de controlar o vi&eacute;s tempo de pr&aacute;tica nos resultados quantificados de gasto cal&oacute;rico, a amostra foi dividida em dois grupos: Avan&ccedil;ado (praticantes de dan&ccedil;a com tempo de pr&aacute;tica superior a um ano) e Iniciantes (praticantes de dan&ccedil;a com tempo de pr&aacute;tica inferior a um ano). As respectivas distribui&ccedil;&otilde;es de freq&uuml;&ecirc;ncias seguem conforme a tabela a seguir: <a href="#tab1">Tabela 1</a></p>     <p>   Da distribui&ccedil;&atilde;o anterior temos que, preponderantemente, os indiv&iacute;duos do sexo feminino s&atilde;o mais freq&uuml;entes em ambos os grupos, segmentados segundo o Tempo de Pr&aacute;tica (1-Iniciante e 2-Avan&ccedil;ado); todavia, os grupos apresentam significativas diferen&ccedil;as quanto &agrave; freq&uuml;&ecirc;ncia de indiv&iacute;duos do sexo masculino, sendo o Grupo 1 com 7,1% e o Grupo 2 com 40,0%. Neste sentido, objetivando-se evitar a distor&ccedil;&atilde;o do par&acirc;metro sexo, para a realiza&ccedil;&atilde;o das compara&ccedil;&otilde;es inter-grupos, selecionaram-se somente as mulheres, Grupo 1 com 13 indiv&iacute;duos e Grupo 2 com 12 indiv&iacute;duos.</p>     <p></p>     <p>   O primeiro processo comparativo (Tabelas <a href="#tab2">2</a> e <a href="#tab3">3</a>) consistiu no cruzamento pareado das vari&aacute;veis relativas ao Gasto Cal&oacute;rico, quantificados na Dan&ccedil;a e na Caminhada. Para tanto, utilizou-se o teste t pareado, combinado ao teste de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson (t=0,820 e r=0,554), observando um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia p&lt;0,05.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <center><img src="img/revistas/rsap/v9n4/v9n4a03tab2.gif"><a name="tab2"></a></center></p>     <p>    <center><img src="img/revistas/rsap/v9n4/v9n4a03tab2.gif"><a name="tab3"></a></center></p>     <p>Dos resultados acima pode-se verificar que o grupo de indiv&iacute;duos analisados apresentou n&iacute;veis de gasto cal&oacute;rico iguais e proporcionais nas duas atividades solicitadas, dan&ccedil;a e caminhada, n&atilde;o existindo, pois, diferen&ccedil;as significativas entre os mesmos.</p>     <p>Na an&aacute;lise comparativa dos resultados entre os grupos, considerando-se somente os indiv&iacute;duos do sexo feminino, observou-se o teste t de Student para amostras independentes e um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia p &lt; 0,05.  De acordo com os resultados apresentados na <a href="#tab2">Tabela 2</a>, percebe-se que  n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas entre os valores m&eacute;dios dos dois grupos, segmentados segundo o tempo de pr&aacute;tica, para as vari&aacute;veis Massa Corporal, Estatura, Gasto Cal&oacute;rico Dan&ccedil;a e Caminhada. Tal resultado remete &agrave; discuss&atilde;o mais abrangente e conceitual da fisiologia do exerc&iacute;cio para o real entendimento dos mesmos.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font>    </p>     <p>Ao combinarem-se analiticamente os par&acirc;metros tempo de pr&aacute;tica e as vari&aacute;veis relativas ao gasto energ&eacute;tico, partiu-se do pressuposto que quanto maior fosse o Tempo de Pr&aacute;tica melhor seria o dom&iacute;nio gestual e, portanto, a otimiza&ccedil;&atilde;o dos movimentos envolvidos na dan&ccedil;a e a conseq&uuml;ente minimiza&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis relacionadas ao Gasto Energ&eacute;tico. Componentes outros, tamb&eacute;m envolvidos no contexto da dan&ccedil;a, estariam dentro de uma matriz de possibilidades que congregariam val&ecirc;ncias Psicol&oacute;gicas (motiva&ccedil;&atilde;o), Ambientais (caracter&iacute;sticas do meio no qual os indiv&iacute;duos realizam a dan&ccedil;a), al&eacute;m de todos os demais par&acirc;metros direta ou indiretamente relacionados &agrave;s intera&ccedil;&otilde;es meio e dan&ccedil;arino. Ressalta-se, contudo, que dentre esses par&acirc;metros anteriormente mencionados, somente a motiva&ccedil;&atilde;o constitui fator n&atilde;o controlado neste estudo.</p>     <p>Estudos (14,15)  confirmam que a rela&ccedil;&atilde;o entre a intensidade de motiva&ccedil;&atilde;o e a dificuldade da tarefa &eacute; curvil&iacute;nea, isto &eacute;, com uma dificuldade muito baixa ou extremamente muito alta; a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; m&iacute;nima, com uma dificuldade m&eacute;dia, a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; m&aacute;xima. Tarefas f&aacute;ceis produzem monotonia e satura&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica. Tarefas muito dif&iacute;ceis t&ecirc;m como conseq&uuml;&ecirc;ncia fracasso e frustra&ccedil;&atilde;o. Logo, os indiv&iacute;duos menos experientes na dan&ccedil;a t&ecirc;m muito mais a experimentar com a pr&aacute;tica desta do que os que j&aacute; t&ecirc;m certo tempo de execu&ccedil;&atilde;o deste tipo de movimento corporal, implicando, pois, num n&iacute;vel motivacional intr&iacute;nseco maior nesses indiv&iacute;duos comparativamente aos mais experientes (14,15).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A an&aacute;lise acima tamb&eacute;m pode ser confirmada atrav&eacute;s de um estudo com jogadores de futebol, que mostrou uma tend&ecirc;ncia dos atletas com menos tempo de pr&aacute;tica possu&iacute;rem uma maior motiva&ccedil;&atilde;o intr&iacute;nseca (16).</p>     <p>No &acirc;mbito da atividade f&iacute;sica, a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; produto de um conjunto de vari&aacute;veis sociais, ambientais e individuais, que determinam a escolha de uma modalidade f&iacute;sica ou esportiva, e a intensidade pr&aacute;tica dessa modalidade &eacute; que determinar&aacute; o rendimento (15).  </p>     <p>De outra forma, se houver o entendimento que intensidade constitui uma integral sob uma curva de desempenho X e que quanto maior a integral, maior ser&aacute; a intensidade, pode-se admitir que os indiv&iacute;duos com maior dom&iacute;nio da t&eacute;cnica na dan&ccedil;a apresentar&atilde;o um valor de integral maior, se comparados &agrave;queles indiv&iacute;duos com menor dom&iacute;nio do ato gestual, isto &eacute;, os menos experientes. Desta forma, enquanto a intensidade da Atividade F&iacute;sica estimada cresce no contexto dos dan&ccedil;arinos menos experientes, em fun&ccedil;&atilde;o do aumento da motiva&ccedil;&atilde;o intr&iacute;nseca, depara-se, por outro, que no universo dos dan&ccedil;arinos mais experientes h&aacute; um aumento da intensidade da Atividade F&iacute;sica estimada, em virtude destes terem um maior dom&iacute;nio gestual e consequentemente implicar num maior valor da integral da curva de desempenho pelo tempo de execu&ccedil;&atilde;o de uma tarefa, que cresce na mesma medida em que cresce o dom&iacute;nio da t&eacute;cnica. Em contraponto, no cen&aacute;rio de n&atilde;o dom&iacute;nio, notam-se interrup&ccedil;&otilde;es nas composi&ccedil;&otilde;es gestuais, que se d&atilde;o sobre retas e n&atilde;o sobre curvas, que definem o movimento ideal.</p>     <p>Desta forma, pode-se entender o porqu&ecirc; da n&atilde;o interfer&ecirc;ncia do tempo de pr&aacute;tica como vari&aacute;vel discricion&aacute;ria da vari&aacute;vel dependente Gasto Cal&oacute;rico.Tal fato gera duas orienta&ccedil;&otilde;es. A primeira que a dan&ccedil;a enquanto atividade f&iacute;sica funciona como elemento normatizador quanto ao gasto cal&oacute;rico, isto &eacute;, uma vez que dois par&acirc;metros diretamente relacionados ao gasto cal&oacute;rico, Motiva&ccedil;&atilde;o e Dom&iacute;nio da t&eacute;cnica, quando combinados, funcionam como elementos que se complementam em forma compensat&oacute;ria mantendo os n&iacute;veis de gasto cal&oacute;rico constantes (n&atilde;o diferen&ccedil;a significativa entre os dois grupos, novatos e experientes). A segunda orienta ao profissional da dan&ccedil;a que, sendo n&iacute;veis iguais, deve-se verificar se os indicadores de gasto cal&oacute;rico s&atilde;o satisfat&oacute;rios, principalmente para o novato, no sentido de n&atilde;o lhe causar desconforto e, conseq&uuml;entemente, redu&ccedil;&atilde;o na sua ader&ecirc;ncia da pr&aacute;tica desta atividade. Da&iacute;, tendo id&eacute;ia do &iacute;ndice de gasto cal&oacute;rico atrav&eacute;s dos par&acirc;metros aqui destacados, pode-se constituir um planejamento mais adequado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o alvo, com maior assertividade e maximiza&ccedil;&atilde;o da ader&ecirc;ncia dos praticantes.</p>     <p>Os resultados denotam que o fator Tempo de Pr&aacute;tica n&atilde;o constitui um par&acirc;metro diferenciador do Gasto Energ&eacute;tico, e que, portanto, a t&eacute;cnica adquirida ao longo do tempo de pr&aacute;tica substancializa otimiza&ccedil;&otilde;es gestuais, mas n&atilde;o traduzidas em redu&ccedil;&atilde;o do Gasto Energ&eacute;tico. &Eacute; poss&iacute;vel admitir que tal fato possa estar observando o vi&eacute;s de fatores psicol&oacute;gicos n&atilde;o controlados.</p>     <p>Ainda os resultados apontam que rela&ccedil;&otilde;es compensat&oacute;rias se d&atilde;o no processo de execu&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o do gestual da dan&ccedil;a, devido o pressuposto de que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as no Gasto Energ&eacute;tico entre diferentes Tempos de Pr&aacute;tica, levando a crer que esta indiferen&ccedil;a experimental faz da dan&ccedil;a um ambiente integrador e normatizador, quando vista na &oacute;tica dos benef&iacute;cios da Atividade F&iacute;sica e derivados do Gasto Cal&oacute;rico nela observados, n&atilde;o importando, pois, quando o indiv&iacute;duo come&ccedil;ou a dan&ccedil;ar, mas sim como ele dan&ccedil;a, quais os elementos motivacionais que o provocam, no desempenho motor que o predisp&otilde;e a maior ou menor Gasto Cal&oacute;rico.</p>     <p>Conclui-se, portanto, que o gasto cal&oacute;rico observado na dan&ccedil;a &eacute; igual tanto para o iniciante, como para o avan&ccedil;ado, justificado por diferentes n&iacute;veis de motiva&ccedil;&atilde;o e dom&iacute;nio da t&eacute;cnica, existindo, assim, uma correla&ccedil;&atilde;o diretamente proporcional entre o gasto cal&oacute;rico observado na caminhada e na dan&ccedil;a.</p>     <p>Sugere-se, assim, que em trabalhos futuros busque-se controlar fatores motivacionais e ambientais, no sentido de evitar tendenciosidade dessa natureza, como tamb&eacute;m aumentar o universo amostral que constitui sempre numa medida positiva para potencializar a relev&acirc;ncia e signific&acirc;ncia do trabalho. Recomenda-se tamb&eacute;m a indica&ccedil;&atilde;o da dan&ccedil;a nos programas de atividade f&iacute;sica, tratando-se de uma atividade prazerosa e promotora do gasto energ&eacute;tico. </p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>1. Pardini R, Matsudo S, Ara&uacute;jo T, Matsudo V, Andrade E, Braggion G, et al. Valida&ccedil;&atilde;o do Question&aacute;rio Internacional de N&iacute;vel de Atividade F&iacute;sica (IPAQ-Vers&atilde;o 6): Estudo Piloto em Adultos Jovens Brasileiros. Rev. Br&aacute;s. Ci&ecirc;n. e Mov. 2001;9(3):45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0124-0064200700040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   2. Almeida EB, Xavier GNA, Carminatti LJ, Giustina MCD. Gasto Cal&oacute;rico nas Atividades de Trabalho e Cotidianas dos Carteiros que Utilizam Bicicleta. Rev. Bras. Cine. Des. Hum. 2004;6(2):53-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0124-0064200700040000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   3. Meirelles CM, Gomes PSC. Efeitos Agudos da Atividade Contra Resist&ecirc;ncia sobre o Gasto En&eacute;rgico: Revisando o impacto das Principais Vari&aacute;veis. Rev Bras Med Esporte. 2004;10(2):122-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0124-0064200700040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>  </font>     <!-- ref --><p><font size="2" face="verdana">   4. Carvalho T, N&oacute;brega CL, Lazzoli JK, Magni JRT, Rezende L, Drummond FA, et al. Posi&ccedil;&atilde;o Oficial da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte: Atividade F&iacute;sica e Sa&uacute;de. Rev. Bras. Med. Esport.   1996;2  (4):79-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0124-0064200700040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p> <font face="verdana" size="2">    <!-- ref --><p>   5. Bouchard C. Heredity and the Path to Overweight and Obesity. Med. Sci. Sports Exerc.1991;23:285-291.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0124-0064200700040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>   6. Amorim PR; Gomes TNP. Gasto En&eacute;rgico na Atividade F&iacute;sica. Rio de Janeiro: Shape; 2003.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0124-0064200700040000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   7. Strazzacappa M. A Educa&ccedil;&atilde;o e a F&aacute;brica de Corpos: A Dan&ccedil;a na Escola. Cadernos CEDES. 2001;21(53):1-11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0124-0064200700040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   8. Thomas JR, Nelson JK. M&eacute;todos de Pesquisa em Atividade F&iacute;sica. 3ed. Porto Alegre: Artmed;2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0124-0064200700040000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   9. Alvarez BR, Pavan AL. Alturas e Comprimentos. in: Petroski EL. Antropometria: T&eacute;cnicas e Padroniza&ccedil;&otilde;es. 2 ed. Porto Alegre:Palotti;2003. p. 59-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0124-0064200700040000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>   10. Samulski D. Psicologia do Esporte.Barueri: Manole; 2002.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0124-0064200700040000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>   11. Ma RO, Chow B. Validity and reliability of accelerometry and pedometryin assessing physical activity in children hith mental retardation. Med Sci Sports Exerc. 2003; 35(5), Supplement 1:223-230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0124-0064200700040000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   12. Rowlands AV, Thomas PWM, Eston RG, Topping R. Validation of the RT3 Triaxial Accelerometer for the Assessment of Physical Activity. Med Sci Sports Exerc. 2004; 36(3):518-524.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0124-0064200700040000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   13. Farinatti PTV. Apresenta&ccedil;&atilde;o de uma Vers&atilde;o em Portugu&ecirc;s do Comp&ecirc;ndio de Atividades F&iacute;sicas: uma contribui&ccedil;&atilde;o aos pesquisadores e profissionais em fisiologias do exerc&iacute;cio. Revista Brasileira de Fisiologia do Exerc&iacute;cio. 2003;(2):177-208.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0124-0064200700040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   14.Weineberg RS, Gould D. Fundamentos da Psicologia do Esporte do Exerc&iacute;cio. 2ed. Porto Alegre: Artmed; 2001.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0124-0064200700040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>   15. Andrade C, Keller B, Okazaki FHA, Oliveira S, Coelho RW. A Influ&ecirc;ncia de Tempo de Pr&aacute;tica na Motiva&ccedil;&atilde;o Intr&iacute;nseca de Atletas de Futebol Masculino da Categoria Juvenil de Clubes Profissionais [Internet]. Dispon&iacute;vel em <a href="https://www.efdeportes.com/efd96/motivac.htm" target="_blank">www.efdeportes.com/efd96/motivac.htm</a>. Revista Digital. 2006;11(96):1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0124-0064200700040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>   16. Hernandez JAE, Voser RC, Lykawka MGA. Motiva&ccedil;&atilde;o no Esporte de Elite: Compara&ccedil;&atilde;o de Categorias do Futsal e Futebol [Internet]. Dispon&iacute;vel em <a href="https//:www.efdeportes.com/efd77/motiv.htm" target="_blank">www.efdeportes.com/efd77/motiv.htm</a>. Revista Digital. 2004;10(77):1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0124-0064200700040000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> </font>      ]]></body><back>
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