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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Allelopathy is an interaction among two organisms, where one of that is affected and the other stays stable. It can be source for discoveries of new natural phytotoxic compounds with low toxicity to the organisms that are not target of control. Most of the allelochemicals are secondary metabolites like terpenoids, phenolic compounds, organic cyanides and longchain fatty acids. The performance of the allelochemicals can be different according the situations, and it affects a great number of biochemical reactions, resulting in different physiologic modifications in the plants. Allelochemicals could affect different pathways, like, the enzymatic activity, division and structure of cells, permeability of the membranes and ions reception, culminating in reduction or inactivation of the germination and plant growth. Effects of the allelochemicals on the photosynthesis and breathing has been better characterized, however, several researches had demonstrated the performance of those compounds in oxidative stress, resulting in an increase of oxygen reactive species production which in high concentrations are harmful to cells. In that way, the knowledge of mechanisms of allelochemicals performance is necessary for the development of sustainable techniques in agriculture.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ESTRESSE OXIDATIVO EM CÉLULAS  VEGETAIS MEDIANTE ALELOQUÍMICOS</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>OXIDATIVE STRESS IN VEGETABLE CELLS  MEDIATED BY ALLELOCHEMICALS</i></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Gustavo Dias de Almeida<sup>1</sup>;  Moises Zucoloto<sup>2</sup>; Mariana Caldas Zetun<sup>3</sup>; Inácio Coelho<sup>4</sup> e  Fabrício Moreira Sobreir<sup>5</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup><i><b>1</b></i></sup><i> Engenheiro Agrônomo. Mestrando em Fitotecnia, Departamento  de Fitotecnia da Universidade Federal de Viçosa, Campus Universitário, CEP: 36570-000, Viçosa, Minas Gerais, Brasil.  &lt;<a href="mailto:gdalmeida.ufv@hotmail.com">gdalmeida.ufv@hotmail.com</a>&gt;    <br>  <sup><b>2</b></sup> Engenheiro Agrônomo. Mestrando em  Produção Vegetal, Departamento de Engenharia Rural do Centro  de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES). Alto  Universitário, s/n, Centro, CP 16, CEP.: 29500-000, Alegre, Espírito Santo,  Brasil. &lt;<a href="mailto:moiseszucoloto@hotmail.com">moiseszucoloto@hotmail.com</a>&gt;    <br>  <sup><b>3</b></sup> Graduanda em  Medicina Veterinária, aluna de iniciação científica  (PIBIC/UFES), Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Espírito  Santo (CCA-UFES). Alto Universitário, s/n, Centro, CP 16, CEP: 29500-000,  Alegre, Espirito Santo, Brasil. &lt;<a href="mailto:maricz@hotmail.com">maricz@hotmail.com</a>&gt;    <br>  <sup><b>4</b></sup> Professor  Associado, Centro de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Espírito Santo,  (CCA-UFES). Alto Universitário, s/n, Centro, CP 16, CEP: 29500-000, Alegre, Espírito  Santo, Brasil.&lt;<a href="mailto:ruimario@cca.ufes.br">ruimario@cca.ufes.br</a>&gt;    <br>  <sup><b>5</b></sup> Graduando  em Agronomia, aluno de iniciação científica (PIBIC/UFES), Centro de Ciências  Agrárias, Universidade Federal do Espírito Santo, (CCA-UFES). Alto  Universitário, s/n, Centro, CP 16, CEP: 29500-000, Alegre, Espírito Santo,  Brasil.     ]]></body>
<body><![CDATA[<br> &lt;<a href="mailto:sobreirafm@bol.com.br">sobreirafm@bol.com.br</a>&gt;</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Recibido: Marzo  26 de 2008; aceptado: Mayo 28 de 2008.</b></font></p> <hr>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Resumo. </i></b><i>A alelopatia é uma interação entre dois organismos, onde um componente é  afetado e o outro permanece estável. Esta interação pode ser fonte de  descobertas para novos compostos fitotóxicos naturais com baixa toxicidade aos  organismos não alvos de controle. A maior parte dos aleloquímicos são  metabólitos secundários como os terpenóides, compostos fenólicos e ácido  cianídrico, entre outros. A atuação dos aleloquímicos é variada e afeta um  grande número de reações bioquímicas, resultando em diferentes modificações  fisiológicas nas plantas, como na atividade enzimática, divisão e estrutura de  células, permeabilidade das membranas e captação de íons, culminado na redução  ou inativação da germinação e crescimento das plantas. Efeitos dos  aleloquímicos sobre a fotossíntese e respiração tem sido melhor caracterizados,  embora vários trabalhos tenham demonstrado a atuação desses compostos no  estresse oxidativo, resultando em um aumento da produção de espécies reativas  de oxigênio, os quais em concentrações elevadas são danosos às células. Dessa  forma, o conhecimento dos mecanismos de atuação dos aleloquímicos é necessário  para o desenvolvimento de técnicas de manejo sustentável na agricultura.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras chaves: </b>Alelopatia, estresse  oxidaivo, germinação, desenvolvimento radicular.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Abstract. </i></b><i>Allelopathy  is an interaction among two organisms, where one of that is affected and the  other stays stable. It can be source for discoveries of new natural phytotoxic  compounds with low toxicity to the organisms that are not target of control.  Most of the allelochemicals are secondary metabolites like terpenoids, phenolic  compounds, organic cyanides and longchain fatty acids. The performance of the  allelochemicals can be different according the situations, and it affects a  great number of biochemical reactions, resulting in different physiologic  modifications in the plants. Allelochemicals could affect different pathways,  like, the enzymatic activity, division and structure of cells, permeability of  the membranes and ions reception, culminating in reduction or inactivation of  the germination and plant growth. Effects of the allelochemicals on the  photosynthesis and breathing has been better characterized, however, several  researches had demonstrated the performance of those compounds in oxidative  stress, resulting in an increase of oxygen reactive species production which in  high concentrations are harmful to cells. In that way, the knowledge of  mechanisms of allelochemicals performance is necessary for the development of sustainable  techniques in agriculture.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key  words: </b>Allelopathy, oxidative stress, germination, root  development<i>.</i></font></p> <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As plantas são capazes de produzir substâncias  químicas com propriedades que afetam benéfica ou maléficamente outras espécies  de plantas em um fenômeno denominado alelopatia, cujo significado é de origem  grega <i>allelon</i> (de um para outro) e <i>pathós </i>(sofrer) (Molisch,  1937). Desta forma, alelopatia refere-se a qualquer efeito direto ou indireto  danoso ou benéfico que uma planta (incluindo microrganismos) exerce sobre outra  pela produção de compostos químicos liberados no ambiente (Rice, 1984).  Atualmente, a Sociedade Internacional de Alelopatia define esta interação como  sendo “vários processos envolvendo a produção de metabólitos secundários em  plantas, algas, bactérias e vírus, que influenciam no crescimento e  desenvolvimento de sistemas biológicos e agrícolas; um estudo da função dos  metabólitos secundários, sua significância em organizações biológicas, origem  evolutiva e elucidação dos mecanismos envolvendo relações planta-planta,  planta-microorganismo, planta-vírus, planta-inseto e interações entre  planta-solo-planta” (Gniazdowska e  Bogatek, 2005). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses  compostos são encontrados em diferentes partes da planta e distribuídos em  concentrações variadas durante o seu ciclo de vida. Os aleloquímicos quando  liberados em quantidades suficientes causam efeitos alelopáticos que podem ser  observados na germinação, no crescimento e/ou no desenvolvimento de plantas já  estabelecidas e, ainda, no desenvolvimento de microorganismos (Carvalho, 1993). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os  efeitos alelopáticos dependem dos aleloquímicos liberados no ambiente pelas  plantas doadoras, fato este que distingue alelopatia da competição, pois essa última  envolve a redução ou a retirada de algum fator do ambiente necessário à outra  planta no mesmo ecossistema, como água, luz e nutrientes. Já na alelopatia  somente um organismo é afetado, enquanto o outro permanece estável (Radosevich,  Holt e Chiersa 1997). Nesse sentido, problemas relacionados às plantas daninhas  têm sido tratados somente sob o ponto de vista da competição, sendo que pouca  atenção tem sido dada às perdas econômicas em campos infestados causadas pelas  interferências alelopáticas destas plantas daninhas sobre a cultura (Einhelig e  Leather, 1988). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Compostos  fitotóxicos naturais (incluindo aleloquímicos) podem apresentar alto potencial  para o controle de ervas daninhas (Souza Filho, 2006). Geralmente esses  compostos apresentam baixa toxicidade aos organismos não alvo de controle,  sendo fonte potencial para descoberta de novas moléculas de herbicidas menos  agressivas ao ecossistema (Morales <i>et al</i>.,  2007). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ALELOPATIA E SEUS EFEITOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desde  a antiguidade sabe-se que algumas espécies vegetais podem prejudicar o  crescimento de outras que estão nas suas proximidades, sendo que durante muito  tempo esse fato foi considerado um fenômeno inexplicável (Rodrigues, Rodrigues  e Reis, 1992).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas  últimas décadas, a função da alelopatia em ecossistemas naturais e manejados  tem despertado o interesse de muitos pesquisadores (Maraschin e Alves-Áquila, 2005). A alelopatia é reconhecida como  um mecanismo ecológico que influencia na sucessão vegetal primária e  secundária, englobando todos os estádios sucessionais (Reigosa, Sánchez e  González, 1999), na formação de comunidades vegetais e na dinâmica entre  diferentes formações (Rizvi <i>et al</i>., 1992), na dominância de certas espécies vegetais, afetando a  biodiversidade local (Reigosa, Sánchez, e González. 1999) e a agricultura,  sendo a última alvo da maioria dos estudos envolvendo este mecanismo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Existem dúvidas se as substâncias alelopáticas  representam o produto final do metabolismo celular ou se são sintetizadas pelas plantas com funções  específicas. Alguns pesquisadores defendem a primeira hipótese, pois existem  maiores quantidades de agentes  aleloquímicos nos vacúolos das células, onde seriam depositados para evitar sua  própria autotoxicidade. Já outros consideram que a produção desses compostos é  regida pelas leis da genética e que estão sendo constantemente sintetizados e  degradados pelas plantas (Rezende e Pinto, 2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">De acordo com Miller (1996), a autotoxicidade e  a heterotoxicidade são diferentes formas de alelopatia. A autotoxicidade ocorre  quando a planta produz substâncias tóxicas que inibem a germinação das sementes  e o crescimento de plantas da mesma espécie. Pesquisas têm mostrado que as  plantas de alfafa contêm compostos fitotóxicos solúveis em água que são  liberados dentro do ambiente do solo por meio de folhas frescas, caules e  tecidos da coroa, bem como de material seco, raízes em decomposição e sementes  (Hall e Henderlong, 1989). A heterotoxicidade ocorre quando substâncias  fitotóxicas são liberadas pela lixiviação e exudação das raízes e decomposição  de resíduos de algum tipo de planta sobre a germinação das sementes e o  crescimento de outras plantas (Nuñez <i>et  al.</i>, 2006). As substâncias alelopáticas liberadas por uma planta podem  afetar o crescimento, prejudicar o desenvolvimento normal e até mesmo inibir a  germinação das sementes de outras espécies vegetais (Weir, Park e Vivanco, 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os  efeitos alelopáticos de uma planta são aceitos desde que seja comprovado que  (Olofsdotter Jensen e Courtois, 2002):</font></p> <ol type="a">    ]]></body>
<body><![CDATA[<li><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">um inibidor químico efetivo esteja sendo produzido     e ocorra numa concentração potencialmente efetiva;</font></li>       <li><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">a inibição não seja por efeito de     competição da planta por luz, água e nutrientes, nem por uma atividade animal. </font></li>     </ol>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O efeito das substâncias inibidoras é mais pronunciado  em solos arenosos do que naqueles ricos em matéria orgânica, pois os processos  de inativação e destruição das toxinas são mais lentos em solos pobres. Sob  estes aspectos, é de se esperar maior influência alelopática em solos arenosos  do que em solos ricos em microrganismos e frações coloidais (Barcik, 1999). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>BIOSSÍNTESE   E LIBERAÇÃO</b> <b>DOS     ALELOQUÍMICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre  os agentes alelopáticos existem mais de 300 compostos secundários vegetais e  microbiológicos pertencentes a muitas classes de produtos químicos (Rice, 1984)  sendo que este número continua aumentando com a realização de novas pesquisas.  Essa diversidade entre estruturas aleloquímicas é um fator que dificulta os  estudos de alelopatia. Outra complicação é que a origem de um aleloquímico  freqüentemente é obscura e sua atividade biológica pode ser reduzida ou  aumentada pela ação microbiológica, oxidação e outras transformações. Possíveis  fontes de aleloquímicos no ambiente das plantas incluem numerosos  microrganismos, certas invasoras, uma cultura anterior ou mesmo a cultura  atual. Da mesma forma, as espécies afetadas podem ser os microrganismos, as  invasoras ou a cultura (Einhellig, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vários tipos de compostos orgânicos produzidos por  plantas superiores ou microrganismos foram identificados como aleloquímicos,  sendo eles: terpenos, esteróides, ácidos orgânicos solúveis em água, aldeídos  alifáticos, cetonas, ácidos graxos de cadeia longa, poliacetilenos, naftoquinonas, antraquinonas e quinonas  complexas, originados da rota metabólica do acetato  mevalonato. Já os fenóis simples, ácidos benzóicos e derivados, ácidos  cinâmicos e derivados, cumarinas, aminoácidos, e polipeptídeos sulfetos e  glicosídeos, alcalóides, cianidrina, flavonóides, purinas e nucleosídeos,  derivados de quinonas e taninos  hidrolizáveis e condensados são originados da rota metabólica do ácido chiquímico (Rezende e Pinto,  2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A  maioria das plantas são potencialmente capazes de sintetizar composto  alelopáticos, embora as espécies cultivadas e suas variedades comerciais tenham  perdido grande parte dessa capacidade, sendo que esta característica era mais  comum nos precursores silvestres das atuais plantas cultivadas, que se  adaptaram para competir com outras plantas, garantindo não só a formação de  estandes puros, como também a defesa contra insetos e patógenos (Bansal e Bhan,  1993). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A produção de aleloquímicos pode variar em qualidade e  quantidade de espécie para espécie, na quantidade do metabólito de um local de  ocorrência ou ciclo de cultivo para outro, pois muitos deles têm suas sínteses  desencadeadas por eventuais vicissitudes a que as plantas estão expostas  (Ferreira e Áquila, 2000). De acordo com Einhellig e Leather (1988), a natureza  e a quantidade de substâncias alelopáticas diferem com a espécie, a idade do  órgão da planta, a temperatura, a intensidade luminosa, a disponibilidade de  nutrientes, a atividade microbiana da rizosfera e a composição dos solos em que  se encontram a raízes. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Todas as partes das plantas podem conter compostos  alelopáticos, sendo estes encontrados nas folhas, caules aéreos, rizomas,  raízes, flores, frutos e sementes de diversas espécies, mas as folhas e as  raízes são as fontes mais importantes de aleloquímicos (Weston, 1996).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os  compostos alelopáticos podem ser liberados das plantas por lixiviação e  volatilização a partir dos tecidos, exsudação pelas raízes e decomposição de resíduos  da planta (Weir, Park e Vivanco, 2004), do  seguinte modo:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Lixiviação.</i></b> As toxinas solúveis em água são lixiviadas da parte  aérea e das raízes, ou ainda dos resíduos vegetais em decomposição.  Pode-se citar,  principalmente, a lixiviação dos ácidos orgânicos, açúcares, aminoácidos, substâncias pécticas,  terpenóides, alcalóides, compostos fenólicos e giberelina. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Volatilização</i></b><i>. </i>Compostos aromáticos são volatilizados das folhas,  flores, caules e raízes e podem ser absorvidos  por outras plantas. Nesse grupo,  encontram-se compostos como o gás carbônico (CO<sub>2</sub>), a amônia (NH<sub>3</sub>),  o etileno e os terpenóides. Esses últimos atuam sobre as plantas vizinhas por  meio dos próprios vapores ou condensados no orvalho, ou ainda, alcançam o solo  e são absorvidos pelas raízes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Exsudação  pelas raízes</i></b><i>.</i> Um grande número de compostos  alelopáticos são liberados na rizosfera circundante e podem atuar direta ou  indiretamente nas interações planta-planta e na ação de microrganismos. Entre  esses compostos podem ser citados o ácido oxálico, a amidalina, a cumarina e o  ácido transcinâmico.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Decomposição  de resíduos</i></b><i>.</i> Toxinas são liberadas pela decomposição das partes aéreas ou  subterrâneas, direta ou indiretamente, pela ação de microrganismos. Perdas da  integridade de membranas celulares permitem a liberação de um grande número de  compostos que impõem toxicidade aos organismos vizinhos, tais como os  glicosídeos cianogênicos, ácidos fenólicos, agropireno, cumarinas e  flavonóides. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MECANISMOS DE AÇÃO DOS ALELOQUÍMICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ação dos aleloquímicos está envolvida na inibição e modificação do  crescimento ou desenvolvimento das plantas. Os aleloquímicos podem ser  seletivos em suas ações e as plantas podem  ser seletivas em suas resposta, motivo pelo qual torna-se difícil esclarecer o  modo de ação destes compostos (Seigler, 1996). No entanto, alguns autores  (Resende e Pinto, 2003) listam vários mecanismos de ação dos aleloquímicos, que  podem afetar os processos de respiração, fotossíntese, atividade enzimática,  relações hídricas, abertura de estômatos, nível de fitormônios, disponibilidade  mineral, divisão e alongamento celular, estrutura e permeabilidade de membranas  e parede celular, sendo que muitos desses processos ocorrem em função do  estresse oxidativo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Estresse oxidativo</i></b><i>. </i>Uma molécula de oxigênio em seu estado diatômico  (O<sub>2</sub>) ao aceitar um elétron forma o superóxido O<sub>2</sub><sup>-</sup>, o qual é a primeira espécie de oxigênio reativo  (EROs) formado. Este processo ocorre nos tecidos vegetais, onde por ação de  algumas enzimas o radical superóxido é transformado em água (Mori e Schroeder,  2004).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, um dos diversos efeitos dos aleloquímicos  nas plantas é o controle da produção e acumulação de espécies reativas de  oxigênio (EROs), que se acumula nas  células em respostas ao aleloquímico, sendo desta forma responsáveis por danificar as células  causando a sua morte (Testa, 1995). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os aleloquímicos estimulam a produção de EROs por  diversos mecanismos. Dentre eles, o bloqueio da cadeia transporta de elétrons,  onde os elétrons ficam livres e reagem facilmente com o O<sub>2 </sub>formando  superóxido. O sorgolene, uma substância presente no sorgo (<i>Sorghum bicolor</i>),  é capaz de inibir a fotossíntese pelo bloqueio da cadeia transportadora de elétrons do fotossitema II (PSII) para  fotossitema I (PSI) (Gniazdowska e Bogatek, 2005), além de aumentar a produção de EROs que atuam no estresse oxidativo  das membranas celulares. Os aleloquímicos também podem formar radicais  semioquímicos, um composto derivado das quinonas, o qual é altamente reativo e  doa elétrons para o O<sub>2, </sub>formando o superóxido (Weir, Park e Vivanco, 2004).  Um outro mecanismo conhecido na formação de EROs é a atividade dos aleloquímicos sobre a NADPH oxidase, uma  enzimas que transfere elétrons do NDPH e doa para um aceptor (O<sub>2</sub>)  formando o superóxido (Foreman <i>et al</i>.,  2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns aleloquímicos podem atuar no aumento da  atividade destas enzimas (Šamaj, Baluska e  Menzel, 2004). O extrato cru de uma cianobactéria (<i>Hapalosiphon</i> sp.) induziu o estresse  oxidativo em plântulas de trigo (<i>Triticum aestivum </i>L. cv. Norin 61) e  cebola (<i>Allium cepa </i>L. cv. Raputa II), fato que foi atribuído ao aumento  da atividade da NADPH oxidase, pois com a utilização de inibidores dessa  enzima, difenileneiodo (DPI) e imidazole (IM), houve significativa redução (até 70%) da peroxidação das membranas  celulares após 48h de experimento, sugerindo assim que alguns aleloquímicos  estimulam a produção da NADPH oxidase, devido ao aumento da produção de EROs (Sanevas, Sunohara e Matsumoto, 2007).  Em plantas superiores, a presença desses inibidores pode determinar a produção  de EROs (Maksymiec e Krupa,  2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os radicais superóxido podem sofrer uma série de  transformações através de processos enzimáticos e se tornarem mais reativos, como peróxido de hidrogênio (H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>),  hidroxil (OH<sup>-</sup>) ou  hidroperoxil (HO<sub>2</sub><sup>-</sup>) (Hammondkosak e Jones, 1996). Conseqüentemente,  estes radicais podem afetar diretamente a permeabilidade das membranas  celulares, causando danos ao DNA e às proteínas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alguns aleloquímicos rapidamente despolarizam as  membranas das células, aumentando sua, permeabilidade e induzindo a peroxidação do lipídeos, causando  um distúrbio celular generalizado que conduz à morte das células (Yu <i>et al</i>., 2003). A eliminação do radical superóxido (O<sub>2</sub><sup>-</sup>) é  realizada por enzimas como a superóxido dismutase (SOD) e a peróxido dismutase  (POD), que catalisa o O<sub>2</sub><sup>-</sup> em  H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>, protegendo as células dos efeitos tóxicos desses  radicais (del Rio et al., 2002). Entretanto, os níveis intracelulares de H<sub>2</sub>O<sub>2 </sub>são regulados por outras enzimas, como a catalase (CAT) e a glutationa  redutase (GSH), que atuam transformando as EROs intermediárias em água (<a href="#fig01">Figura 1</a>) (Blokhina,  Virolainen e Fagerstedt, 2003).</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig01"></a><img src="../img/a01fig01.gif" width="580" height="232">    <br>   Figura 1</b>. Via metabólica  de espécies reativas de oxigênio   em plantas. Adaptado  de Mori &amp; Schroeder, 2004. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com o aumento das espécies reativas de oxigênio, as plantas aumentam a  produção de SOD, CAT e GHS como defesa, embora tenha sido relatado que alguns  aleloquímicos podem reduzir a atividade dessas enzimas (Weir, Park e Vivanco, 2004).  Observou-se também que o aleloquímico ácido secalônico F, produzido pelo fungo <i>Aspergillus japonicus</i>, reduziu  significativamente a atividade das enzimas SOD e POD em <i>Bidens pilosa</i> L., <i>Echinochloa  crus-galli</i> L., <i>S. bicolor</i> e <i>Oryza sativa</i> L., e aumentou a atividade  do produto da degradação de lipídeos malonaldeído (MDA) (Zeng <i>et al</i>., 2001). Desta forma, a redução da atividade da glutationa redutase (GR) em  raízes de plântulas de <i>Lycopersicon esculentum </i>L<i>.</i>, submetidas ao extrato de <i>Sicyos deppei</i> (Nuñez <i>et al</i>., 2006) e redução da atividade  dessa mesma enzima em sementes de mostarda (<i>Brassica  juncea</i> L.) tratadas com extrato de folhas de girassol (<i>Helianthus annuus</i> L. cv. Ogrodowy) (Oracz <i>et al</i>., 2007), sugere que em alguns casos os aleloquímicos podem  estar diretamente envolvidos na inibição de enzimas oxidativas, deixando as  plantas vulneráveis aos danos oxidaditos (Weir, Park  e Vivanco, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O aumento de radicais livres em células de plantas em respostas aos  aleloquímicos mostra-se de forma similar à infecção por patógenos, bem como  outros fatores abióticos que resultam no estresse oxidativo (Gniazdowska e Bogatek, 2005). Nesse  sentido, <b>(-)– </b>catequina, um  aleloquímico dos exudatos das raízes de <i>Centaurea  maculosa</i>, tem sido relatado como inibidor do crescimento de <i>Festuca  idahoensis</i>, <i>Koeleria micrantha</i> e <i>Arabidopsis thaliana </i>pelo aumento da produção de EROs (Bais <i>et  al</i>., 2003a). Um aumento substancial de EROs provocado por (–)-catechin  nas raízes de plantas suscetíveis foi  similar aos padrões da morte induzida de células, no entanto, com a adição de ácido ascórbico junto  com (–)-catequina observou-se  bloqueio da produção de EROs,  suportando a hipótese de que o aumento da atividade de enzimas  antioxidantes e oxidantes é provavelmente um efeito secundário de muitos  aleloquímicos. Assim, provavelmente as plantas aumentam a atividade dessas  enzimas na tentativa de contra atacar os efeitos prejudiciais da geração de EROs. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Contudo,  as espécies reativas de oxigênio podem atuar como mensageiros nas reações em cascata. O aumento da  concentração de peróxido de hidrogênio (H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>) no meio  extracelular induz o aumento da permeabilidade dos canais de cálcio e em  resposta a isto ocorre um aumento do Ca<sup>2+</sup> no citosol das células  (Mori e Schroeder, 2004). A aplicação de (–)-catequina em raízes de <i>A.  thaliana</i>, aumentou a produção EROs, que conseqüentemente aumentaram  o Ca<sup>2+</sup> citosólico, que responsável pela ativação da morte programada  das células, inicialmente caracterizada pela perda da homeostase iônica  devido à falência do controle de pH celular (Bais <i>et al</i>., 2003b). Contudo, na tentativa de manter a homeostase das  células, a mitocôndria capta o Ca<sup>2+</sup> livre no citosol, o que coincide  com um aumento da produção de EROs  na mitocôndria culminado também no estresse  oxidativo (Coelho, Taylor e Ryan, 2002). No entanto, esse mecanismo ainda não  esta completamente elucidado. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A  degradação do DNA é um dos indicadores específicos da morte programada das  células (Danon <i>et al</i>., 2000). Durante esse processo a clivagem das  cromátides é catalisada por endonucleases dependentes de Ca<sup>2+</sup> endógeno, sendo que o aumento do Ca<sup>2+</sup> citosólico resulta em maior  atividade dessa enzima. Neste sentido, Sanevas Sunohara e Matsumoto (2007) propõe que o extrato de <i>Hapalosiphon</i> sp. aumenta a atividade das  endonucleases nas raízes de <i>A. cepa</i> resultando em morte das células, sendo que esta é a maior causa da redução do  crescimento radicular dessa espécie quando comparada com <i>T. aestivum. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O aumento do Ca<sup>2+</sup> citosólico pode atuar na  ativação de genes (Foreman <i>et al</i>.,  2003), já que uma hora após aplicação de (–)-catequina em plantas de <i>A.  thaliana</i>, cerca de 956 genes foram  duplamente induzidos, considerando que 12 horas antes a maioria desses genes  estavam reprimidos, sendo que provavelmente os mesmos estão envolvidos na morte  programada das células (Bais <i>et al</i>., 2003b). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Estruturas celulares. </i></b>A redução do crescimento de plantas na  presença de aleloquímicos é associada com uma forte inibição da mitose ou/e  rompimento da estrutura das organelas, como por exemplo, núcleo e mitocôndrias  (<a href="#fig02">Figura 2</a>).</font></p>       <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig02"></a><img src="../img/a01fig02.gif" width="478" height="265">    <br>   Figura 2.</b> Modo de ação dos aleloquímicos ao nível  celular. Adaptado de Gniazdowska e Bogatek, 2005.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A análise do índice  mitótico é um método eficiente usado para avaliar o efeito alelopático de uma  planta sobre outra. A observação em microscópio torna-se imprescindível na detecção de anomalias nas  fases da mitose, bem como de formas atípicas das estruturas celulares  (Gniazdowska e Bogatek, 2005). O uso do extrato aquoso  das folhas da leucena (<i>Leucaena leucocephala</i>) tem apresentado efeito alelopático sobre várias  plantas, tais como alface, arroz, milho e nas  plantas daninhas desmódio (<i>Desmodium  dscendens</i>), guanxuma (<i>Sida rhombifolia</i>) e assapeixe (<i>Vernonia  polyanthes</i>), inibindo a germinação e afetando o crescimento do  sistema radicular das plantas (Souza Filho, Rodrigues e Rodrigues, 1997). Este  fato pode ser atribuído à capacidade do extrato aquoso de leucena de reduzir o  índice mitótico em plantas de milho, bloqueando completamente a fase de  telófase em maiores concentrações (Pires <i>et  al</i>., 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O extrato aquoso de<i> Uncaria tomentosa</i> (em concentrações de 8 a  16 mg×ml<sup>-1</sup> inibiu completamente a atividade mitótica das raízes de <i>A. cepa </i>L. devido a alterações na estrutura dos cromossomos, sendo observado  um forte encurtamento e engrossamento das cromátides nas fases de prófase e  metáfase, bem como distúrbio nos cromossomos da anáfase e prófase (<a href="#fig03">Figura 3</a>). Isto  é devido a um desequilíbrio das histonas e outras proteínas responsáveis pela  estrutura das cromátides (Kurás <i>et al</i>.,  2006). Mudanças semelhantes foram observadas nas cromátides das células de <i>A. cepa</i> submetidas ao extrato aquoso de <i>Taxus baccata </i>(Majewska <i>et al</i>., 2000). </font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig03"></a><img src="../img/a01fig03.gif" width="580" height="289">    <br>   Figura 3.</b> Microfotografias controle das células  meristemáticas das raízes de <i>Allium cepa, </i>nas fases de prófase,  metáfase, anáfase e telófase, respectivamente (A-D). Mudanças nas estruturas  das células em mitose submetidas aos tratamentos com extrato de <i>Uncaria  tomentosa, </i>nas respectivas fases anteriores (E-F). Adaptado de Kurás <i>et al</i>., 2006.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos recentes têm demonstrado que os aleloquímicos  produzidos por <i>Secale cereale </i>L.  reduz o crescimento  radicular de <i>Cucumis sativus </i>L. causando mudanças nas estruturas  celulares das raízes (Burgos <i>et al</i>.,  2004). Solo tratado com ácido benzóico em maiores concentrações suprimiu em até  81,1% o crescimento do sistema radicular de mostarda, fato que foi atribuído a  desorganização e destruição das organelas celulares e dissolução da lamela  média (Kaur, Inderjit e Kaushik 2005). Da mesma forma, a aplicação de ácido  secalônico F oriundo de <i>A. japonicus</i>,  proporciona perda da membrana e inchaço dos cloroplastos e das mitocôndrias das  folhas de arroz (<i>Oriza sativa</i>) (Zeng <i>et al</i>., 2001).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aleloquímicos como o 2(3H)-benzo-oxazolinoni  (BOA) e 2,4-dihidroxi-1,4-benzoxazin-3(4H) (DIBOA) pode reduzir a capacidade regenerativa de células  radiculares de <i>C. sativus. </i>Adicionalmente,  BOA e DIBOA aumentam o tamanho dos vacúolos citoplasmáticos, redução do número  de ribossomos e mitocôndrias,  sendo então proposto que o aumento dos vacúolos pode ser devido à tentativa de  degradação dos metabólitos tóxicos (Burgos <i>et  al</i>., 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Desse  modo, sugere-se que os distúrbios nas membranas celulares podem ser  conseqüência da peroxidação das membranas de lipídeos ou proteínas (Song, Zheng e Chun, 1996), resultando em mudanças na permeabilidade das membranas,  destruição dos cloroplastos, mitocôndria, núcleo e retículo endoplasmático.  Esses processos fisiológicos anormais resultam na redução da fotossíntese bem  como no aumento da respiração, contribuindo para a redução do crescimento das  plantas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Germinação  de sementes. </i></b>Vários compostos  alelopáticos influenciam a germinação e a viabilidade de sementes (Gniazdowska e Bogatek, 2005). O  extrato aquoso de folhas de girassol inibiu em mais de 80% a germinação de  sementes de mostarda, sendo observada também uma drástica redução da  viabilidade das sementes (Oracz <i>et al</i>.,  2007). Sementes de <i>Coronilla varia </i>L. apresentaram reduzida taxa de germinação  quando submetidas aos extratos aquosos de <i>Eucalyptus camaldulensis </i>e <i>Juglans regia </i>(Isfahan e  Shariati, 2007). De acordo com Espinosa,  Martínez e Quiroz (2008), solos cultivados com espécies de <i>E.  grandis, E. urophylla </i>e<i> E. grandis</i> x <i>urophylla</i> contém  compostos fenólicos solúveis em água, que inibem a germinação e o crescimento  inicial de feijão preto (<i>Phaseolus vulgaris</i>). O extrato de camaru (<i>Amburana  cearensis </i>S.) inibiu a germinação, o desenvolvimento  e o crescimento de plântulas de alface (<i>Lactuca sativa </i>L.) e picão-preto  (<i>Bidens pilosa </i>L.) (Mano, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A germinação de cereais depende da atividade das a-amilases que regulam a degradação de amido  necessária para o suprimento do metabolismo (Gniazdowska e Bogatek, 2005).  Extratos de <i>E. globosus </i>reduziram a  atividade dessa enzima em sementes de <i>Eleusine  coracanta</i>, resultando em inibição da germinação (Padhy, Patnaik e Tripathy, 2000).  O tratamento de sementes de <i>P. vulgaris </i>com  extratos de <i>Callicarpa accuminata</i>,  proporcionou aumento da expressão de uma proteína inibidora de a-amilases (Cruz, Ayala e Anaya., 2002). Na  germinação das sementes, o ciclo do glioxalato inicia uma função de mobilização  dos triglicerídeos, onde durante cada estágio de germinação, enzimas como a  isocitrato liase, aumentam sua atividade devido ao metabolismo de lipídeos  armazenados nos tecidos de germinação (Gniazdowska e Bogatek, 2005). Nesse  sentido, a inibição da mobilização de lipídeos na presença de ácido ferrúlico e <i>p</i>-cumárico foi detectada durante a  germinação de colza (<i>Brassica napus)</i> (Baleroni <i>et al</i>., 2000). Esses  resultados corroboram com (Kupid&#322;owska e Bogatek, 2003), que observaram  uma supressão da mobilização de lipídeos em sementes  de mostarda tratadas com extrato de girassol. Compostos fenólicos reduzem a  atividade de enzimas envolvidas na glicólise e na via oxidativa das pentoses  fosfato, as quais asseguram níveis de ATP e esqueletos de carbono suficientes  para a germinação das sementes (Gniazdowska e  Bogatek, 2005). Compostos fenólicos contidos nas folhas de <i>Cassia uniflora, </i>em altas concentrações, inibiram a germinação de  sementes de <i>Raphanus sativus</i> e <i>Brassica juncea </i>(Ghayal <i>et al</i>., 2007) e quando extraídos de  solos cultivados por <i>Pinus laricio </i>inibiram a germinação das sementes da própria espécie (Muscolo, Panuccio e Sidari<i>, </i>2001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dessa forma, grande parte dos aleloquímicos atua no  estresse oxidativo, produzindo espécies reativas de oxigênio, que atuam  diretamente ou como sinalizadores para os processos de degradação celular,  impedindo assim a germinação e o desenvolvimento inicial, bem como processos  fisiológicos vitais às plantas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>BIBLIOGRAFIA</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bais, H.P. T.S. Walker, A.J. Kennan, F.R. Stermitz and  J.M. Vivanco. 2003a. Structure-dependant phytotoxicity of catechins and other  flavonoids: flavonoid conversions by cell-free protein extracts  of <i>Centaurea maculosa</i> (spotted knapweed). J. Agric. Food Chem. 51(4):897-901.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0304-2847200800010000100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bais, H.P., R. Vepachedu, S. Gilroy, R.M. Callaway  and J.M. Vivanco. 2003b. Allelopathy and exotic plant  invasion: from molecules and genes to species interactions. Science 301(5638): 1377-1380. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0304-2847200800010000100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><img border=0 width=1 height=3 src="file:///C|/Documents and Settings/Cristian/Escritorio/auxiliar/a01v61n1_archivos/image003.gif" v:shapes="_x0000_i1025">Baleroni C.R.S., M.L.L. Ferrarese, N.E. Souza and F.O. Ferrarese. 2000. Lipid accumulation during canola seed germination  in response to cinnamic acid derivatives. Biol. Plant. 43(2):313-316.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0304-2847200800010000100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bansal, G.L. and V.M. Bhan. 1993.  Status of research on allelopathy and future scope of work in Indian. Indian  Journal of Agricultural Science.Ind. J. Agric. Sci. 63(12): 769-776.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0304-2847200800010000100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Barcik, C.  1999. Processos autoalelopáticos na  cultura de alfafa (<i>Medicago sativa</i> L.) variedade crioula em solos de diferentes texturas. Dissertação Mestrado em  Ciências do Solo. Setor De Ciências Agrárias, Universidade Federal Do  Paraná. Curitiba, Brasil. 109  p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0304-2847200800010000100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Blokhina, O., E. Virolainen  and K.V. Fagerstedt. 2003. Antioxidants, oxidative damage and oxygen  deprivation stress: a review. Ann.  Bot. 91(2):179–194.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0304-2847200800010000100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Burgos, N.R., R.E. Talbert, K.S. Kim and Y.I. Kuk.  2004. Growth inhibition and  root ultrastructure of cucumber seedlings exposed to allelochemicals from rye (<i>Secale  cereale</i>). J. Chem. Ecol. 30(3):671–689.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0304-2847200800010000100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Carvalho, S.I.C. 1993. Caracterização dos efeitos  alelopáticos de <i>Brachiaria brizantha</i> cv. Marandu no estabelecimento das plantas de <i>Stylosanthes  guianensis</i> var. vulgaris cv. 85 Bandeirante. Dissertação Mestrado em Zootecnia. Centro de Ciências Agrárias. Universidade Federal de Viçosa, Brasil. 72p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S0304-2847200800010000100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Coelho, S.M., A.R. Taylor and K.P. Ryan. 2002. Spatiotemporal patterning of reactive oxygen  production and Ca<sup>2+ </sup>wave propagation in fucus rhizoid cells. Plant Cell 14(10):2369–2381.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0304-2847200800010000100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, R.O., G.C. Ayala  and A.L. Anaya. 2002. Allelochemical  stress produced by aqueous leachate of <i>Callicarpa acuminata</i>: effects on  roots of bean, maize, and tomato. Physiol. Plantarum 116 (1):20-27.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0304-2847200800010000100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Danon, A., V. Delorme, N. Mailhac and P. Gallois.  2000. Plant programmed cell death: a common way to die. Plant Physiol. Biochem. 38(9):647–655.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0304-2847200800010000100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Del Rio, L.A.;  F.J. Corpas, L.M. Sandalio, J.M. Palma, M. Gomez and J.B. Barroso. 2002. Reactive  oxygen species, antioxidant systems and nitric oxide in peroxisomes. J. Exp. Bot. 53(372):1255-1272.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S0304-2847200800010000100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Einhellig,  F.A. 1996. Interactions involving allelopathy in cropping systems. Agron. J. 88(6):886-893.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0304-2847200800010000100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Einhellig, F.A. and G.R. Leather.  1998. Potentials for explointing allelopathy to enhance crop production. J. Chem. Ecol. 14(10):1829-1844.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S0304-2847200800010000100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Espinosa-Garcia, F.J., Martinez, H.E., Quiroz, F.A. 2008. Allelopathic potential of <i>Eucalyptus</i> spp plantations on germination and early growth of  annual crops. Allelopath. J. 21(1):25-37.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0304-2847200800010000100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ferreira, A.G. e M.E.A. Áquila. 2000. Alelopatia: uma área  emergente da ecofisiologia. Rev. Bras. Fis. Veg. 12 (Edição especial):175-204. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S0304-2847200800010000100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foreman, J.,  V. Demidchik, J.H.F. Bothwell, P. Mylona, H. Miedema, M.A.Torres, P. Linstead,  S. Costa, C. Brownlee, J.D.G. Jones, J.M. Davies and L. Dolan. 2003. Reactive oxygen species produced by NADPH oxidase regulate plant  cell growth. Nature. 422(6930):442-445.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0304-2847200800010000100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ghayal, N.A., K.N. Dhumal, N.R. Deshpande, A.M. Kulkarni, A.U. Phadke and S.M. Shah. 2007. Phytotoxic effects of <i>Cassia  uniflora</i> leaf leachates on germination and seedling growth of radish (<i>Raphanus sativus</i>) and mustard (<i>Brassica juncea</i>). Allelopath. J. 19(2):361-372.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S0304-2847200800010000100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Gniazdowska, A. and R. Bogatek. 2005.  Allelopathic interactions between plants. Multisite action of allelochemicals. Acta Physiology. Plant. 27(3):395-407.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S0304-2847200800010000100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hegde, R.S. and D.A. Miller. 1989. Alfalfa autotoxic fraction  characterization and initial separation. Crop Sci. 29(2):425-428. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S0304-2847200800010000100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hammond-Kosack,  K.E and J.D. Jones 1996. Resistance gene-dependent  plant defense responses. Plant Cell 8(10):1773-1791.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S0304-2847200800010000100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Isfahan, M.N. and M. Shariati. 2007. The  effect of some allelochemicals on seed germination of <i>Coronilla varia</i> L. seeds. Am.  J. Agric. Environ. Sci. 2(5):534-538.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S0304-2847200800010000100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kaur, H., B. Inderjit and S. Kaushik, 2005. Cellular evidence of allelopathic interference of benzoic acid to  mustard (<i>Brassica juncea</i> L.)  seedling growth. Plant Physiol. Biochem.  43(1):77–81. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S0304-2847200800010000100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kupid&#322;owska, E. and R. Bogatek. 2003. Allelopathic potential of sunflower. II. Ultrastructural changes in  germinating white mustard (<i>Sinapis alba</i> L.) seeds treated with water extract from sunflower (<i>Helianthus  annuus</i> L.) leaves. Acta  Physiol. Plant. 25(1): 89-90.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S0304-2847200800010000100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Kuras, M., J.  Nowakowska, E. &#346;liwi&#324;ska, R. Pilarski, R. Ilasz, T. Tykarska, A.  Zobel, K. Gulewicz. 2006. Changes  in chromosome structure, mitotic activity and nuclear DNA content from cells of <i>Allium</i> test induced by bark water  extract of <i>Uncaria tomentosa</i> (Willd.)  DC. J. Ethnopharmacol. 107(2):211–221.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S0304-2847200800010000100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Majewska, A., M. Furmanowa, E. Sliwi´Nska, K. G&#322;owniak, J. Guzewska,  M. Kura´S and A. Zobel. 2000. Influence of extracts from shoots of <i>Taxus  baccata</i> var. <i>elegantissima</i> on mitotic activity of  meristematic cells of <i>Allium cepa</i> L. roots. Acta Soc. Bot.  Polon. 69(3):185-192. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S0304-2847200800010000100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Maksymiec, W. and Z. Krupa. 2006. The effects of short-term exposition  to Cd, excess Cu ions and jasmonate on oxidative stress appearing in <i>Arabidopsis  thaliana</i>. Env. Exp. Bot. 57(1-2): 187-194.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S0304-2847200800010000100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mano, A.R.O. 2006. Efeito alelopático do  extrato aquoso de sementes de cumaru (<i>Amburana  cearensis</i> S.) sobre a germinação de sementes,  desenvolvimento e crescimento de plântulas de alface, picão-preto e carrapicho.  Dissertação Mestrado em Agronomia, Centro de  Ciências Agrárias, Universidade  Federal do Ceará, Fortaleza CE, Brasil. 102 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S0304-2847200800010000100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Maraschin S., F. and M.E.A. Alves-Aqüila. 2005. Potencial alelopático de <i>Dodonaea viscosa</i> (L.) Jacq. Iheringia, Sér. Bot., Porto Alegre.  60(1):91-98.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S0304-2847200800010000100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Miller, D.A. 1996. Allelopathy in forage crop systems.  Agron. J. 88(6):854-859.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S0304-2847200800010000100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Molisch, H. 1937. Der Einfluss einer pflanze auf die andere. Allelopathy. Gustav Fischer Verlag,   Jena. 106 p. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S0304-2847200800010000100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Morales, F.F., M.I. Aguilar,  B.K. Díaz, J.R. de Santiago-Gómez and B.L. Hennsen. 2007. Natural diterpenes from <i>Croton  ciliatoglanduliferus</i> as photosystem II and photosystem I inhibitors in  spinach chloroplasts. Photosynth. Res.  91(1):71–80, 2007.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S0304-2847200800010000100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mori, I.C. and J.I. Schroeder. 2004. Reactive oxygen species activation  of plant Ca<sup>2+ </sup>channels. a signaling mechanism in polar growth,  hormone transduction, stress signaling, and hypothetically mechanotransduction.  Plant Physiol. 135(2):702–708.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S0304-2847200800010000100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Muscolo A., M.R. Panuccio and M. Sidari 2001. The effect of phenols on respiratory enzymes in seed germination.  Respiratory enzyme activities during germination f <i>Pinus laricio</i> seeds treated with phenols extracted  from different forest soils. J. Plant  Growth Regul. 35(1):31-35.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S0304-2847200800010000100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nuñez, L.A.,  T. Romero, J.L. Ventura, V. Blancas, A.L. Anaya and R.G. Ortega. 2006. Allelochemical  stress causes inhibition of growth and oxidative damage in <i>Lycopersicon  esculentum</i> Mill. Plant Cell Environ. 29(11):2009–2016.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S0304-2847200800010000100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Olofsdotter, M., L.B. Jensen and B. Courtois. 2001. Improving crop  competitive ability using allelopathy– an example from rice. Plant Breed. 21(1):1-9.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S0304-2847200800010000100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Oracz, K., C. Bailly, A. Gniazdowska, D. Côme, F. Corbineau and R. Bogatek.  2007. Induction of oxidative stress by sunflower phytotoxins in germinating  mustard seeds. J. Chem. Ecol. 33(2):251–264.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S0304-2847200800010000100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Padhy, B., P.K. Patnaik and A.K.  Tripathy. 2000. Allelopathic potential of Eucalyptus leaf litter leachates on  germination of seed ling growth of fingermillet. Allelopath.  J. 7(1):69-78.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S0304-2847200800010000100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pires, N.M., P. Souza, H.T.  Prates, T.C.L. Faria, I.A.P. Filho e P.C. Magalhães. 2001. Efeito do extrato aquoso de leucena sobre o desenvolvimento, índice mitótico e  atividade da peroxidase em plântulas de milho. Rev. Bras. Fisiol. Veg. 13(1):55-65.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S0304-2847200800010000100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Radosevichi, S., J. Holt and C. Chiersa. 1997. Weed ecology: Implications for management. 2<sup>nd</sup> ed. Wiley, New York. 608 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S0304-2847200800010000100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Reigosa, M.J., A.M. Sánchez and L. González. 1999.  Ecophysiological approach in allelopathy. Crit. Rev.  Plant Sci. 18(5): p.577-608. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S0304-2847200800010000100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rezende, C.P., J.C. Pinto, A.R. Evangelista  e I.P.A. Santos. 2003. Alelopatia e suas interações na formação e manejo de  pastagens. Boletim Agropecuário,  Universidade Federal de Lavras, MG. (54):1-55. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S0304-2847200800010000100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rice, E.L. 1984. Allelopathy. 2<sup>nd</sup> ed. Academic Press, New York. 422 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S0304-2847200800010000100043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Rizvi, S.J.H., H. Haque, V.K. Singh and V. Rizvi.  1992. A discipline called allelopathy. p. 1-8. In: Rizvi, S.J.H. and V. Rizvi (eds.).  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UNESP/FUNEP Jaboticabal, São Paulo. 18 p. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S0304-2847200800010000100045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Samaj, J., F. Baluska and D. Menzel. 2004. New signalling molecules regulating root hair tip growth. Trends Plant Sci. 9(5):217-20.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S0304-2847200800010000100046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sanevas, N., Y. Sunohara and H. Matsumoto. 2007. Characterization of reactive oxygen  species-involved oxidative damage in <i>Hapalosiphon</i> species crude extract-treated wheat and onion roots. Weed Biol. Manag. 7(3):172–177.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S0304-2847200800010000100047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Seigler, D.S. 1996. Chemistry  and mechanisms of allelopathy interactions. Agron. 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Rodrigues. 1997. Efeitos do potencial alelopático de três leguminosas  forrageiras sobre três invasoras de pastagens. Pesq.  Agropec. Bras. 32(2):165-170.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S0304-2847200800010000100050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Souza Filho, A.P.S. 2006. Proposta  metodológica para análise da ocorrência de sinergismo e efeitos  potencializadores entre aleloquímicos. Planta Daninha 24(3):607-610.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S0304-2847200800010000100051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Testa, B. 1995. The metabolism of drugs and other  xenobiotics. Academic Press,   New York. 475p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S0304-2847200800010000100052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Weir, T.L.,   S.W. Park  and J.M. Vivanco. 2004. Biochemical and physiological mechanisms mediated by  allelochemicals. Curr. Opin. Plant Biol. 7(4): p.472–479.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S0304-2847200800010000100053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Weston, L.A.  1996. Utilization of allelopathy for weed management in agroecosystems. Agron. J. 88(6):860-866.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S0304-2847200800010000100054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Yu, J.Q., S.F. Ye, M.F. Zhang and W.H. Hu. 2003.  Effects of root exudates and aqueous root extracts of cucumber (<i>Cucumis sativus</i>), and allelochemicals on  photosynthesis and antioxidant enzymes in cucumber. Biochem. Syst. Ecol. 31(2):129-139.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S0304-2847200800010000100055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Zeng, R.S., S.M. Luo, Y.H. Shi, M.B. Shi and C.Y.  Tu. 2001. Physiological and biochemical mechanism of allelopathy of secalonic  acid F on higher plants. Agron. 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