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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to evaluate the modifications of the physical attributes of a Red-Yellow Latossol (Oxisol) in three different vegetable coverings and two depths. The experiment was carried out in the Experimental Farm of Escola Agrotécnica Federal de Alegre (EAFA), Alegre City - ES, Brazil . The treatments were constituted by three vegetable coverings, soil discovered, Mangifera indica L. and Coffea canephora Pierre with two differents depths (0-0.20 and 0.20- 0.40 m). For each vegetable covering, five samples had been collected deformed distributed at random in the area. The extreme use to the long one of the 10 years in the soil discovered before busy with horticulture, made with that it presented values of fine bigger sand and clay in relation to the other soils coverings. The depth of 0 - 0.20 m presented greaters thick sand texts, fine sand in relation to the depth of 0.20 -0.40 m. The clay presented higher concentration in the depth of 0.20- 0.40 m and the dispersed clay in water presented concentration difference in evaluated environments.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ATRIBUTOS   FÍSICOS DE UM LATOSSOLO VERMELHO AMARELO SOB DIFERENTES COBERTURAS VEGETAIS</b></font></p>     <p><font size="4"><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PHYSICAL   ATTRIBUTES OF A RED-YELLOW LATOSOL UNDER DIFFERENT VEGETABLE COVERINGS</font></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Moises Zucoloto<sup>1</sup> ,   Ruimario Inacio Coelho<sup>2</sup>, Juião Soares de Souza Lima<sup>3</sup> ,   Juliano Gonçalves dos Santos<sup>4</sup>  e Gustavo Dias de Almeida<sup>5</sup></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup><b><i>1</i></b> </sup><i>Mestrando   em Produção Vegetal. Universidade Federal do Espírito Santo. (CCA-UFES). Centro   de Ciências Agrárias. Departamento de Engenharia Rural. Alto Universitário,   s/n, Centro, CP 16, CEP.: 29500-000, Alegre, Espíritu Santo. Brasil.   &lt;<a href="mailto:moiseszucoloto@hotmail.com">moiseszucoloto@hotmail.com</a>&gt;    <br>     <sup><b>2</b></sup> Professor   Associado. Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES). Departamento de   Produção Vegetal. Alto Universitário, s/n. Centro. CP 16. CEP.: 29500-000,   Alegre, Espíritu Santo. Brasil. &lt;<a href="mailto:ruimario@cca.ufes.br">ruimario@cca.ufes.br</a>.&gt;    <br>   <sup><b>3</b></sup> Professor. Universidade Federal do Espírito Santo (CCA-UFES). Depto. de   Engenharia Rural. Alto Universitário, s/n. Centro. CP 16, CEP.: 29500-000.   Alegre, Espíritu Santo. Brasil. &lt;<a href="mailto:jsslima@cca.ufes.br">jsslima@cca.ufes.br</a>&gt;    <br>   <sup><b>4</b></sup> Aluno de iniciação cientifica. Universidade Federal do Espírito Santo. (CCA-UFES).   Centro de Ciências Agrárias. Departamento de Engenharia Rural. Alto   Universitário, s/n, Centro, CP 16, CEP.: 29500-000, Alegre, Espíritu Santo. Brasil.   &lt;<a href="maiklto:julianoagronomia@hotmail.com">julianoagronomia@hotmail.com</a>&gt;    <br>   <sup><b>5</b></sup> Mestrando em Fitotecnia. Universidade Federal de Viçosa (UFV). Departamento de   Fitotecnia. Campus Universitário. CEP.: 36570- 000. Viçosa-MG. Brasil.   &lt;<a href="mailto:gdalmeida.ufv@hotmail.com">gdalmeida.ufv@hotmail.com</a>.&gt;</i></font><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Recibido: Julio 8 de 2008; aceptado:   septiembre 26 de 2008.</b></font></p> <hr>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Resumo.</i></b><i> O objetivo deste estudo foi avaliar as modificações dos   atributos físicos de um Latossolo Vermelho Amarelo em três diferentes   coberturas vegetais e em duas profundidades. O experimento foi realizado na Fazenda   Experimental da Escola Agrotécnica Federal de Alegre (EAFA), município de   Alegre – ES, Brasil. Os tratamentos foram constituídos por três coberturas   vegetais, solo descoberto, manga (<b>Mangifera     indica</b> L.), café (<b>Coffea canephora </b>Pierre.)   e por duas profundidades (   0 a   0,20 e 0,20 a 0,40 m).   Para cada cobertura vegetal, foram coletadas cinco amostras deformadas   aleatoriamente distribuídas na área. O uso excessivo ao longo dos 10 anos no   solo descoberto antes ocupado com horticultura, fez com que apresentasse   valores maiores de areia fina e argila em relação aos outras coberturas de   solo. A profundidade de 0 a 0,20 m   apresentou maiores teores de areia grossa, areia fina em relação à profundidade   de 0,20 a   0,40m. A argila apresentou maior concentração na profundidade de 0,20 a 0,40m e a argila   dispersa em água apresentou concentrações diferentes nos ambientes avaliados. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palabras chaves:</b> Solo, manejo, textura,   propriedades físicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><i>Abstract.</i></b><i> The objective of this study was to   evaluate the modifications of the physical attributes of a Red-Yellow Latossol   (Oxisol) in three different vegetable coverings and two depths. The experiment   was carried out in the Experimental Farm of Escola Agrotécnica Federal de   Alegre (EAFA),    Alegre City - ES, Brazil . The treatments were   constituted by three vegetable coverings, soil discovered, <b>Mangifera indica</b> L. and <b>Coffea     canephora</b> Pierre   with two differents depths (0-0.20 and 0.20- 0.40 m). For each vegetable   covering, five samples had been collected deformed distributed at random in the   area. The extreme use to the long one of the 10 years in the soil discovered   before busy with horticulture, made with that it presented values of fine   bigger sand and clay in relation to the other soils coverings. The depth of 0 – 0.20 m   presented greaters thick sand texts, fine sand in relation to the depth of 0.20 -0.40 m.   The clay presented higher concentration in the depth of 0.20– 0.40 m and the dispersed   clay in water presented concentration difference in evaluated environments</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words:</b> Soil, handling, texture, physical properties.</font></p> <hr>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O solo é um   corpo tridimensional formado por uma parte sólida e pelos espaços porosos. A matéria sólida do solo   é constituída por partículas minerais e orgânicas de diversos tamanhos, indo   desde as diminutas frações ditas colodais, de tamanho micrométrico e sempre   presentes em todos os solos em maiores ou menores proporções, até os cascalhos   e calhaus de dimensões centimétricas, e os matacões que podem atingir mais de   um metro de diâmetro e que ocorrem aleatoriamente, além de fragmentos de   animais e de tecidos vegetais (Oliveira, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para um correto planejamento   conservacionista de qualquer área de interesse, são necessários estudos   detalhados que proporcionam sucesso e se possam usar os recursos naturais sem   agredir o meio ambiente. Pois, os atributos físicos dos solos envolvidos,   principalmente as relacionadas à distribuição granulométrica, influenciam   diretamente o fluxo superficial e o movimento de água no solo, sendo   fundamentais para um bom desempenho das plantas e consequentemente uma ótima   produção. Por outro lado, os diferentes manejos ao qual o solo é submetido   afetam seus os atributos, como a textura (Guerra, 1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A compreensão e a quantificação do   impacto do uso e manejo do solo na sua qualidade física são fundamentais no   desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis (Dexter e Youngs 1992).   Contudo, a retirada da cobertura vegetal natural seguida da implantação de   culturas aliadas às práticas de manejo inadequadas, promovem o rompimento do   equilíbrio entre o solo e o meio, modificando suas propriedades químicas,   físicas e biológicas, limitando sua utilização agrícola e tornando-o mais   suscetível à erosão (Centurin, Cardoso e Natale, 2001).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O monitoramento da qualidade do   solo através de atributos físicos é de grande importância para manutenção e   avaliação da sustentabilidade. Dessa forma, objetivou-se avaliar as   modificações dos atributos físicos de um Latossolo Vermelho Amarelo em três   diferentes coberturas vegetais e em duas profundidades.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><font size="3">MATERIAL E   METODOS</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O trabalho foi conduzido na Escola   Agrotécnica Federal de Alegre (EAFA), (20° 45’ latitude de SUL, e 41° 27`   longitude OESTE), com precipitação media anual de 1200 mm, altitude média de   120 m e temperatura anual em torno de 26 °C. O clima é classificado, segundo a   classificação de Köppen, como sendo do tipo Aw, com estação seca no inverno e   verão quente e chuvoso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram avaliadas três coberturas   vegetais, solo descoberto, cultivo com Manga (M. indica L.) e Café (C.   canephora Pierre) e duas profundidades 0 a 0,20 e a, 20 a 0,40 m. O solo   descoberto, anteriormente era cultivado com horticultura por aproximadamente 10   anos. A área sob manga, com idade de aproximadamente 5 anos, era cultivado com   café e a área de café, com cerca de 7 anos de idade, era cultivada com citrus.   A declividade da área está em torno de 5%, localizada em uma encosta onde se   encontra todos os ambientes em estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram abertas mini-trincheiras com   profundidade de 40 cm, com auxilio de um enxadão, nas quais foram coletadas as   amostras deformadas, para determinação de textura do solo. As amostras foram   seca ao ar, destorroadas, e passadas em malhas de peneira com abertura de 2 mm,   para obtenção da TFSA (Terra Fina Seca ao Ar) e em seguidas encaminhadas ao   laboratório de física do solo da Universidade Federal do Espírito Santo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para análise granulométrica,   tomou-se amostras de 10 g de terra fina seca ao ar (TFSA) transferiu-se para   copo plástico de 100 mL, acrescentando-se 50 mL de NaOH 0,1 mol &#8729; L, o   copo foi colocado em agitador horizontal por 12 h a 175 rpm para promover a   dispersão da argila. Após a agitação, o conteúdo de cada copo foi passado em   peneiras de 0,210 mm (ABNT. Nº 270) e 0,053 mm (ABNT. No. 70), para a separação   das frações areia grossa (AG) e areia fina (AF), levando-as em estufa a 105 ºC   por 24 h para secagem. A suspensão que passou pelo conjunto de peneiras foi   colocada em uma proveta de 1.000 mL, completando-se o volume com água destilada   para 1.000 mL e agitada por 1 min com um bastão. Aguardou-se 4 min para ocorrer   à sedimentação das partículas grosseiras. Em seguida, coletou-se na proveta,   uma alíquota de 25 mL a 10 cm de profundidade, para secagem em estufa a 105 ºC   por 24 h para a determinação do silte + argila. A fração argila (AR) foi obtida   de acordo com a lei de Stokes, coletando-se 25 mL da suspensão a uma   profundidade de 5 cm 4 h após da agitação, sendo levada para estufa a 105 ºC   por 24 h. A fração silte Sil foi obtida por diferença entre a massa da fração   silte+argila e a massa da fração argila. Com a massa da argila, silte+argila,   AF e grossa foram calculadas as concentrações de cada fração na TSFA, e com   base no diagrama de classificação textural do sistema brasileiro de ciências do   solo (Lemos e Santos, 1996) e da Embrapa (1999), foi determinado o grupo   textural de cada camada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o cálculo da argila dispersa   em água (ADA) acondicionou-se uma amostra de 10 g de terra fina seca ao ar   (TFSA) em um copo plástico de 100 mL, com dez esferas de metal, colocando-se 50   mL de água destilada. O copo foi colocado em agitador horizontal por 12 h a 175   rpm para promover a dispersão da argila. Decorrido o período, a amostra foi   passada em peneira de 0,053 mm, retendo-se a areia que foi descartada. A   suspensão contendo Sil e AR foi transferida para uma proveta de 1000 mL,   completando-se o volume com água destilada, agitou-se por um minuto, esperou-se   4 h para fazer a coleta de uma alíquota de 25 mL na profundidade de 5 cm, sendo   após seca em estufa a 105 ºC por 24 h. Posteriormente, as amostras foram   colocadas em dessecador, pesando-as para determinação da ADA.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O grau de floculação (GF) da argila   foi calculado pela expressão (argila total-argila dispersa em água)/argila   total.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O experimento foi conduzido em esquema   fatorial 3x2 (três diferentes coberturas vegetais e duas profundidades) e o   delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado com 5   repetições. Os dados foram submetidos a análise de variância pelo teste F e as   medias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS   E DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A cobertura vegetal influenciou   significativamente os teores de AF, AR e ADA enquanto a profundidade do solo   influenciou significativamente todas as características com exceção do Sil. Não   houve efeito significativo da interação para as características avaliadas   (<a href="#tab01">Tabela 1</a>).</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="tab01"></a>Tabela 1.</b> Análise de variância dos   tratamentos e seus respectivos valores de F (Ambiente e Profundidade), para   Areia Grossa (AG), Areia Fina (AF), Silte (Sil), Argila (AR), Argila Dispersa   (ADA) e Grau de Floculação (GF) de um Latossolo Vermelho Amarelo</font>    <br>   <img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13tab01.gif"></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A   classificação textural do solo foi semelhante nas três coberturas, independente   do método de classificação textural utilizado. Pelo triângulo textural SBCS, o   solo apresentou textura argilo-arenosa, já pelo método da Embrapa, o solo   apresentou textura argilosa. Estes resultados são esperados, pois o método da   Embrapa apresenta uma classificação simplificada com um menor número de grupos   texturais (<a href="#tab02">Tabela 2</a>).</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="tab02"></a>Tabela 2.</b> Classificação das   classes texturais dos diferentes usos de solo</font>    <br>   <img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13tab02.gif"></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao se   avaliar à profundidade, todas as frações granulométricas apresentaram variação   ao longo do perfil. Em relação ao Sil, não houve variação tanto na profundidade quanto para   as diferentes coberturas vegetais (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). Por se tratar de apenas duas   profundidades, os valores médios de cada profundidade de acordo com cada tipo   de solo estão apresentados na <a href="#tab03">Tabela    3</a>, a fim de demonstrar as áreas com maiores e   menores valores médios dos atributos em estudo.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="tab03"></a>Tabela 3.</b> Distribui&ccedil;&atilde;o de AG, AF,   AR, ADA e GF em diferentes coberturas nas duas profundidades.</font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13tab03.gif"></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Um atributo físico importante é a   ADA, que constitui importante fator na ocorrência de encrostamento superficial,   taxa de infiltração e escoamento superficial de água (Levy et al., 1993). Tanto   a ADA e o GF apresentaram diferença significativa em relação à profundidade nas   três diferentes coberturas vegetais (<a href="#tab01">Tabela 1</a>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As diferenças existentes entre as   alterações granulométricas AG, AF, Sil e AR podem estar associados aos   diferentes tipos de tratos culturais empregados nas diferentes lavouras, que   deixam em maior e menor proporção de cobertura vegetal sobre o solo o que é   confirmado por Toledo et al. (1996), Alcântara (1997), Alcântara e Ferreira   (2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para as diferentes coberturas   vegetais com relação à distribuição granulométrica, verifica-se que o solo descoberto   apresentou teores superiores de AF em relação às áreas sob manga e de café   (<a href="#fig01">Figura 1</a>). Com relação à AR, a área sem cobertura vegetal, cultivada por 10   anos com horticultura, e o solo cultivado com manga, apresentou os maiores   teores de AR em relação ao solo manejo com café (<a href="#fig02">Figura 2</a>). Os maiores teores   de AF no solo descoberto podem ser atribuídos pelo uso intensivo do solo ao   longo dos anos, onde o solo era utilizado para fins de horticultura, hoje   atualmente descoberto, ocasionando assim a diminuição das partículas.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig01"></a><img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13fig01.gif">    <br>   Figura 1. </b>Valores   médios de AF em um solo sob diferentes formas de manejo</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig02"></a><img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13fig02.gif">    <br> Figura 2.</b> Valores médios de AR em um solo sob diferentes formas de manejo</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conteúdo   de AG não sofreu diferenciação em relação às diferentes coberturas vegetais,   mas ao longo do perfil notou-se que na parte superior do solo, apresentou um   maior teor (<a href="#tab03">Tabela 3</a>), estando esses resultados de acordo com os encontrados   por Effgen (2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ADA e o   GF do solo sob as diferentes coberturas vegetais apresentaram diferenças   significativas. Para as diferentes coberturas vegetais, a ADA apresentou diferença em   seus teores, (<a href="#fig03">Figura 3</a>). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align=center><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig03"></a><img src="/img/revistas/rfnam/v61n2/a13fig03.gif">    <br>   Figura 3.</b> Valores médios de ADA em   um solo sob diferentes formas de manejo</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>CONCLUSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso excessivo do solo descoberto   ao longo dos anos resultou em aumento dos valores de AF.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A profundidade de 0 a 0,20 m   apresentou maiores teores de AG e AF em relação à profundidade de 0,20 a 0,40 m. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A ADA apresentou diferença tanto na   profundidade como nos ambientes avaliados, já o GF apresentou diferença apenas   na profundidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>BIBLIOGRAFIA</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alcântara, E. N. 1997. Efeitos de   diferentes métodos de controle de plantas daninhas na cultura do cafeeiro   (Coffea arábica L.) sobre a qualidade de um Latossolo Roxo distrófico. Tese de   Doutorado em Agronomia. Universidade Federal de Lavras. 133 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0304-2847200800020001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alcântara, E.N. e M.M. Ferreira.   2000. Efeitos de métodos de controle de plantas daninhas na cultura do cafeeiro   (Coffea arábica L.) sobre a qualidade física do solo. Revista Brasileira de   Ciências do Solo 24 (4): 711-721. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0304-2847200800020001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Centurin, J.F., J.P. Cardoso e W.   Natale. 2001. Efeito de formas de manejo em algumas propriedades físicas e   químicas de um Latossolo Vermelho em diferentes agroecossistemas. Revista   Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental 5 (2): 254-258.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0304-2847200800020001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dexter, A.R. and I.M. Youngs. 1992.   Soil physic toward 2000. Soil Till. Res. 24: 101-106.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0304-2847200800020001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Empresa Brasileira de Pesquisa   Agropecuária. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação dos Solos. 1999.   Sistema brasileiro de classificação de solos. Brasília: Embrapa Produção de   Informação. Brasília, Brasil. 412 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0304-2847200800020001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Effgen, T.A.M. 2006. Atributos de   solo em função de tratos culturais em lavoura de cafeeiro conilon no sul do   Estado do Espírito Santo. Dissertação de Mestrado Produção Vegetal.   Universidade Federal do Espírito Santo.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0304-2847200800020001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lemos, R.C. e R.D. Santos. 1996.   Manual de descrição e coleta de solo no campo. 3ed. Campinas. Sociedade   Brasileira de Ciência do Solo–Centro Nacional de Pesquisa de Solos. 83   p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0304-2847200800020001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Levy, G.   J., H. Eisenberg and    I. Shainberg. 1993. Clay   dispersion as related to soil properties and water permeability. Soil Science.   155(1): 15-22.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0304-2847200800020001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Oliveira, J.B. 2001. Pedologia   aplicada. Jaboticabal: Funep. 414 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0304-2847200800020001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Soares, A.S., A.J. Teixeira e R.G   Machado. 1999. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações.   Bertrard Brasil, Rio de Janeiro. 340 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0304-2847200800020001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vasco, S., M. Vieira e I. Barros.   1996. Efeito da freqüência de capinas na produção de cafeeiro. Bragantia. 55   (2): 317-324.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0304-2847200800020001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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