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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Terapias compressivas no tratamento de úlcera venosa: estudo bibliométrico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Introducción: úlceras de origen venosas son lesiones cutáneas que generalmente acometen el tercio inferior de las piernas. El tratamiento de estas heridas es dinámico y depende de la evolución de las fases de la reparación del tejido. Este tratamiento incluye métodos clínicos y quirúrgicos, y la terapia compresiva es el método no quirúrgico más utilizado. Entre las terapias compresivas, se destacan los vendajes inelásticos y elásticos, medias elásticas y presión neumática intermitente. Objetivo: este estudio buscó identificar el perfil de la producción científica nacional e internacional que describiera la terapia compresiva y la úlcera venosa para clasificarla de acuerdo con: cronología de publicación, procedencia, periódicos en que están publicadas, evaluación del "Qualis" - coordinación de perfeccionamiento de personal de nivel superior (Capes), distribución del abordaje metodológico, análisis del contenido de las publicaciones y comparar, cuando fuera posible, los datos presentados en esta revisión. Método: estudio bibliométrico realizado en las bases de datos Medline, Lilacs y CINAHL en el que se utilizaron los descriptores "Varicose Ulcer/therapy", "Compression Bandages", "Wound Healing" y el operador booleano AND entre los años de 2009 a 2013. Resultados: se seleccionaron 47 artículos; la mayoría de ellos publicados en 2012 (n = 12; 25,53%), en Estados Unidos (n = 14; 29,78%) y Reino Unido (n = 14; 29,78%), en revistas de especialidad vascular (n = 19; 40,42%), con evaluaciones A2 (n = 13; 27,65%) y B1 (n = 13; 27,65%). La parte más grande de la metodología utilizada en los estudios seleccionados fue tipo "estudios clínicos" (n= 30; 63,82%). Entre los estudios clínicos y metanálisis, apenas 30% (n= 14) presentaban como objetivo principal evaluación de la terapia compresiva y estudiaban comparativamente eficacia de vendajes elásticos, inelásticos, medias elásticas, presión neumática intermitente y ausencia de terapia compresiva en el tratamiento de úlceras venosas. Conclusión: hay preocupación de la comunidad científica sobre la búsqueda del tratamiento eficaz para las úlceras venosas; sin embargo, la distribución mundial de publicaciones es desigual. Se evidenció que la terapia compresiva no es el objeto principal en la mayoría de los trabajos seleccionados, lo que lleva al interés en terapias adyuvantes o complementarias a esta. Quedó evidente la necesidad de la terapia compresiva, pero no hay consenso sobre cuál presión deba ser utilizada para obtener mejores resultados en la cicatrización; por lo tanto, son necesarios más estudios que evalúen las interferencias de las diversas presiones sobre el proceso de reparación del tejido. También hay carencia de estudios que comprueben la acción de la presión neumática intermitente con asociaciones o no de vendajes elásticos.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Introduction: Venous ulcers are skin lesions, which usually affect the lower third of the legs. The treatment of these wounds is dynamic and depends on the tissue repair process. Clinical and surgical procedures are included among those therapies, and the therapeutic compressive most often used non-surgical method. Inelastic and elastic bandages, elastic stockings and intermittent pneumatic pressure are the most common compressive therapy used. Objective: This study aimed to identify the national and international scientific literature profile describing compression therapy and venous ulcers and classify that profile according to: chronology of publication, country, periodicals that are published review of 'Qualis' - CAPES, distribution of the methodological approach, analysis of the publications content and compare, where possible, the data presented. Method: bibliometric study conducted in the Medline, Lilacs and CINAHL databases using the keywords "Varicose Ulcer / therapy", "Compression Bandages", "Wound Healing" and boleyn word AND between the years 2009-2013. Results: 47 articles were selected, the major part was published in 2012 (n = 12, 25.53 %), the United States (n = 14, 29.78 %) and the United Kingdom (n = 14, 29.78%), in vascular surgery specialized magazines (n = 19, 40.42%), Qualis A2 (n = 13, 27.65 %) and B1 (n = 13, 27.65 %). Much of the methodology used in the selected studies was "clinical studies" type (n = 30, 63.82 %). Only 30 % ( n = 14 ) had as main objective assessment of compressive therapy and intended study compared the effectiveness of elastic bandages, inelastic, elastic stockings , intermittent pneumatic pressure and absence compression therapy for the treatment of venous ulcers. Conclusions: There is a concern, in the scientific community, about the research for effective treatment for venous ulcers. However, the worldwide distribution of publications is uneven. It was evident that compression therapy is not the main object in the majority of selected studies emerging interest in adjuvant or complementary to such therapies. It is evident the compressive therapy need, but there is no consensus on which pressure should be used for best results in healing and more studies must be performed to evaluate the interference of different pressures levels on the tissue repair process . There is also a lack of studies demonstrating the action of intermittent pneumatic pressure or not associations with elastic bandages]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <a name="_Ini"></a>  <font face="verdana" size="2">      <br>    <p align="center"><font size=4><b>Terapias compressivas no tratamento de &uacute;lcera venosa:    <br> estudo bibliom&eacute;trico</b></font></p>  <font size=3>     <p align="center"><b><i>Terapias compresivas en el tratamiento de &uacute;lcera venosa:    <br> estudio bibliom&eacute;trico</i></b></p></font>  <font size=3>     <p align="center"><b><i>Compressive Therapy in the Treatment of Venous Ulcers:    <br> Bibliometric Study</i></b></p></font>      <p align="justify"><b><i>J&uacute;lia Teixeira Nicolosi<sup>1</sup></i>    <br> <i>Silvana Cereijido Altran<sup>2</sup></i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <i>J&eacute;ssica Piro Barragam<sup>3</sup></i>    <br> <i>Viviane Fernandes de Carvalho<sup>4</sup></i>    <br> <i>C&eacute;sar Issac<sup>5</sup></i></b></p>      <p align="justify"><sup>1</sup> Enfermeira, Mestre de Enfermagem pela Universidade Guarulhos, Doutoranda da Faculdade de Medicina (Universidade de S&atilde;o Paulo), pesquisadora do Laborat&oacute;rio de Cultura Celular e Cicatriza&ccedil;&atilde;o LIM 04 (Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo), Docente do Departamento de Sa&uacute;de pela Universidade Nove de Julho (S&atilde;o Paulo), S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br> <a href="mailto:juliatnicolosi@yahoo.com.br">juliatnicolosi@yahoo.com.br</a></p>      <p align="justify"><sup>2</sup> Bi&oacute;loga, Mestre em Ci&ecirc;ncias pela Universidade de S&atilde;o Paulo, Doutoranda da Faculdade de Medicina (Universidade de S&atilde;o Paulo), biologista no Laborat&oacute;rio de Cultura Celular e Cicatriza&ccedil;&atilde;o LIM 04 (Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo), S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br> <a href="mailto:silaltran@yahoo.com.br">silaltran@yahoo.com.br</a></p>      <p align="justify"><sup>3</sup> Enfermeira, Especialista em enfermagem cl&iacute;nica e cir&uacute;rgica pela Universidade Federal de S&atilde;o Paulo, pesquisadora do Laborat&oacute;rio de Cultura Celular e Cicatriza&ccedil;&atilde;o LIM 04 (Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo), S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br> <a href="mailto:jessica.barragam@gmail.com">jessica.barragam@gmail.com</a></p>      <p align="justify"><sup>4</sup> Enfermeira, Doutora em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de pela Disciplina de Cirurgia Pl&aacute;stica da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, Vice-coordenadora do programa de Mestrado em Enfermagem Universidade Guarulhos, S&atilde;o Paulo, Brasil.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <a href="mailto:vivianefcarvalho@usp.br">vivianefcarvalho@usp.br</a></p>      <p align="justify"><sup>5</sup> M&eacute;dico, doutor em Ci&ecirc;ncias pela Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, m&eacute;dico respons&aacute;vel pelo Laborat&oacute;rio de Cultura Celular e Cicatriza&ccedil;&atilde;o LIM 04-F (Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo), orientador do programa de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    <br> <a href="mailto:cesaris@plastica.fm.usp.br">cesaris@plastica.fm.usp.br</a></p>      <p align="justify">DOI: <a href="http://dx.doi.org/10.5294/aqui.2015.15.2.11" target="_blank"> 10.5294/aqui.2015.15.2.11</a></p>      <p align="justify"><b>Recibido</b>: 27 de febrero de 2014 / <b>Enviado a pares</b>: 25 de abril de 2014 / <b>Aceptado por pares</b>: 14 de noviembre de 2014 / <b>Aprobado</b>: 25 de marzo de 2015</p>      <p align="justify"><b>Para citar este art&iacute;culo / To reference this article / Para citar este artigo</b></p>      <p align="justify">Nicolasi JT, Altran SC, Barragam JP, De Carvalho VF, Isaac C. Terapias compressivas no tratamento de &uacute;lcera venosa: estudo bibliom&eacute;trico. Aquichan. 2015; 15 (2): 283-295. DOI: 10.5294/aqui.2015.15.2.11</p>  <hr>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>RESUMO</b></p></font>      <p align="justify"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o: </b>&Uacute;lceras de origem venosas s&atilde;o les&oacute;es cut&acirc;neas que geralmente acometem o ter&ccedil;o inferior das pernas. O tratamento dessas feridas &eacute; din&acirc;mico e depende da evolu&ccedil;&atilde;o das fases da repara&ccedil;&atilde;o tecidual. Esse tratamento inclui m&eacute;todos cl&iacute;nicos e cir&uacute;rgicos, sendo a terapia compressiva o m&eacute;todo n&atilde;o cir&uacute;rgico mais frequentemente utilizado. Dentre as terapias compressivas, destacam-se as bandagens inel&aacute;sticas e el&aacute;sticas, meias el&aacute;sticas e press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente. <b>Objetivo: </b>O presente estudo pretendeu identificar o perfil da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica nacional e internacional que descrevesse terapia compressiva e &uacute;lcera venosa classificando-o de acordo com: cronologia de publica&ccedil;&atilde;o, proced&ecirc;ncia, peri&oacute;dicos em que est&atilde;o publicadas, avalia&ccedil;&atilde;o do &quot;Qualis&quot; &mdash; Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes), distribui&ccedil;&atilde;o da abordagem metodol&oacute;gica, an&aacute;lise do conte&uacute;do das publica&ccedil;&oacute;es e comparar, quando poss&iacute;vel, os dados apresentados nessa revis&atilde;o. <b>M&eacute;todo: </b>Estudo bibliom&eacute;trico realizado nas bases de dados Medline, Lilacs e CINAHL no qual se utilizaram os descritores &quot;Varicose Ulcer/therapy&quot;, &quot;Compression Bandages&quot;, &quot;Wound Healing&quot; e o operador booleano AND entre os anos de 2009 a 2013. <b>Resultados: </b>Foram selecionados 47 artigos; a maioria publicada em 2012 (n = 12; 25,53%), nos Estados Unidos (n = 14; 29,78%) e Reino Unido (n = 14; 29,78%), em revistas de especialidade vascular (n = 19; 40,42%), com avalia&ccedil;&oacute;es A2 (n = 13; 27,65%) e B1 (n = 13; 27,65%). A maior parte da metodologia utilizada nos estudos selecionados era tipo &quot;estudos cl&iacute;nicos&quot; (n = 30; 63,82%). Dentre os estudos cl&iacute;nicos e metan&aacute;lises, apenas 30% (n= 14) apresentavam como objetivo principal avalia&ccedil;&atilde;o da terapia compressiva e pretenderam estudar comparativamente efic&aacute;cia de bandagens el&aacute;sticas, inel&aacute;sticas, meias el&aacute;sticas, press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente e aus&ecirc;ncia de terapia compressiva no tratamento de &uacute;lceras venosas. <b>Conclus&atilde;o: </b>H&aacute; preocupa&ccedil;&atilde;o da comunidade cient&iacute;fica com a busca do tratamento eficaz para as &uacute;lceras venosas, por&eacute;m a distribui&ccedil;&atilde;o mundial de publica&ccedil;&oacute;es &eacute; desigual. Evidenciou-se que a terapia compressiva n&atilde;o &eacute; o objeto principal na maioria dos trabalhos selecionados, o que leva ao interesse em terapias adjuvantes ou complementares a essa. Ficou evidente a necessidade da terapia compressiva, por&eacute;m n&atilde;o h&aacute; consenso sobre qual press&atilde;o deva ser utilizada para se obter melhores resultados na cicatriza&ccedil;&atilde;o; portanto, s&atilde;o necess&aacute;rios mais estudos que avaliem as interfer&ecirc;ncias das diversas press&oacute;es sobre o processo de reparo tecidual. Tamb&eacute;m h&aacute; car&ecirc;ncia de estudos que comprovem a a&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente com associa&ccedil;&oacute;es ou n&atilde;o de bandagens el&aacute;sticas.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>PALAVRAS-CHAVE</b></p>      <p align="justify">&Uacute;lcera varicosa, dispositivos de compress&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente, meias de compress&atilde;o, bandagens compressivas, cicatriza&ccedil;&atilde;o (Fonte: DeCS, Bireme).</p>  <hr>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>RESUMEN</b></p></font>      <p align="justify"><b>Introducci&oacute;n: </b>&uacute;lceras de origen venosas son lesiones cut&aacute;neas que generalmente acometen el tercio inferior de las piernas. El tratamiento de estas heridas es din&aacute;mico y depende de la evoluci&oacute;n de las fases de la reparaci&oacute;n del tejido. Este tratamiento incluye m&eacute;todos cl&iacute;nicos y quir&uacute;rgicos, y la terapia compresiva es el m&eacute;todo no quir&uacute;rgico m&aacute;s utilizado. Entre las terapias compresivas, se destacan los vendajes inel&aacute;sticos y el&aacute;sticos, medias el&aacute;sticas y presi&oacute;n neum&aacute;tica intermitente. <b>Objetivo: </b>este estudio busc&oacute; identificar el perfil de la producci&oacute;n cient&iacute;fica nacional e internacional que describiera la terapia compresiva y la &uacute;lcera venosa para clasificarla de acuerdo con: cronolog&iacute;a de publicaci&oacute;n, procedencia, peri&oacute;dicos en que est&aacute;n publicadas, evaluaci&oacute;n del &quot;Qualis&quot; &mdash; coordinaci&oacute;n de perfeccionamiento de personal de nivel superior (Capes), distribuci&oacute;n del abordaje metodol&oacute;gico, an&aacute;lisis del contenido de las publicaciones y comparar, cuando fuera posible, los datos presentados en esta revisi&oacute;n. <b>M&eacute;todo: </b>estudio bibliom&eacute;trico realizado en las bases de datos Medline, Lilacs y CINAHL en el que se utilizaron los descriptores &quot;Varicose Ulcer/therapy&quot;, &quot;Compression Bandages&quot;, &quot;Wound Healing&quot; y el operador booleano AND entre los a&ntilde;os de 2009 a 2013. <b>Resultados: </b>se seleccionaron 47 art&iacute;culos; la mayor&iacute;a de ellos publicados en 2012 (n = 12; 25,53%), en Estados Unidos (n = 14; 29,78%) y Reino Unido (n = 14; 29,78%), en revistas de especialidad vascular (n = 19; 40,42%), con evaluaciones A2 (n = 13; 27,65%) y B1 (n = 13; 27,65%). La parte m&aacute;s grande de la metodolog&iacute;a utilizada en los estudios seleccionados fue tipo &quot;estudios cl&iacute;nicos&quot; (n= 30; 63,82%). Entre los estudios cl&iacute;nicos y metan&aacute;lisis, apenas 30% (n= 14) presentaban como objetivo principal evaluaci&oacute;n de la terapia compresiva y estudiaban comparativamente eficacia de vendajes el&aacute;sticos, inel&aacute;sticos, medias el&aacute;sticas, presi&oacute;n neum&aacute;tica intermitente y ausencia de terapia compresiva en el tratamiento de &uacute;lceras venosas. <b>Conclusi&oacute;n: </b>hay preocupaci&oacute;n de la comunidad cient&iacute;fica sobre la b&uacute;squeda del tratamiento eficaz para las &uacute;lceras venosas; sin embargo, la distribuci&oacute;n mundial de publicaciones es desigual. Se evidenci&oacute; que la terapia compresiva no es el objeto principal en la mayor&iacute;a de los trabajos seleccionados, lo que lleva al inter&eacute;s en terapias adyuvantes o complementarias a esta. Qued&oacute; evidente la necesidad de la terapia compresiva, pero no hay consenso sobre cu&aacute;l presi&oacute;n deba ser utilizada para obtener mejores resultados en la cicatrizaci&oacute;n; por lo tanto, son necesarios m&aacute;s estudios que eval&uacute;en las interferencias de las diversas presiones sobre el proceso de reparaci&oacute;n del tejido. Tambi&eacute;n hay carencia de estudios que comprueben la acci&oacute;n de la presi&oacute;n neum&aacute;tica intermitente con asociaciones o no de vendajes el&aacute;sticos.</p>      <p align="justify"><b>PALABRAS CLAVE</b></p>      <p align="justify">&Uacute;lcera varicosa, dispositivos de compresi&oacute;n neum&aacute;tica intermitente, medias de compresi&oacute;n, vendajes compresivos, cicatrizaci&oacute;n (Fuente: DeCS, Bireme).</p>  <hr>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>ABSTRACT</b></p></font>      <p align="justify"><b>Introduction: </b>Venous ulcers are skin lesions, which usually affect the lower third of the legs. The treatment of these wounds is dynamic and depends on the tissue repair process. Clinical and surgical procedures are included among those therapies, and the therapeutic compressive most often used non-surgical method. Inelastic and elastic bandages, elastic stockings and intermittent pneumatic pressure are the most common compressive therapy used. <b>Objective: </b>This study aimed to identify the national and international scientific literature profile describing compression therapy and venous ulcers and classify that profile according to: chronology of publication, country, periodicals that are published review of 'Qualis' - CAPES, distribution of the methodological approach, analysis of the publications content and compare, where possible, the data presented. <b>Method: </b>bibliometric study conducted in the Medline, Lilacs and CINAHL databases using the keywords &quot;Varicose Ulcer / therapy&quot;, &quot;Compression Bandages&quot;, &quot;Wound Healing&quot; and boleyn word AND between the years 2009-2013. <b>Results: </b>47 articles were selected, the major part was published in 2012 (n = 12, 25.53 %), the United States (n = 14, 29.78 %) and the United Kingdom (n = 14, 29.78%), in vascular surgery specialized magazines (n = 19, 40.42%), Qualis A2 (n = 13, 27.65 %) and B1 (n = 13, 27.65 %). Much of the methodology used in the selected studies was &quot;clinical studies&quot; type (n = 30, 63.82 %). Only 30 % ( n = 14 ) had as main objective assessment of compressive therapy and intended study compared the effectiveness of elastic bandages, inelastic, elastic stockings , intermittent pneumatic pressure and absence compression therapy for the treatment of venous ulcers. <b>Conclusions: </b>There is a concern, in the scientific community, about the research for effective treatment for venous ulcers. However, the worldwide distribution of publications is uneven. It was evident that compression therapy is not the main object in the majority of selected studies emerging interest in adjuvant or complementary to such therapies. It is evident the compressive therapy need, but there is no consensus on which pressure should be used for best results in healing and more studies must be performed to evaluate the interference of different pressures levels on the tissue repair process . There is also a lack of studies demonstrating the action of intermittent pneumatic pressure or not associations with elastic bandages</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>KEYWORDS</b></p>      <p align="justify">Varicose ulcer, intermittent pneumatic compression devices, stockings, compression, compression bandages, wound healing (Source: DeCS, Bireme).</p>  <hr>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p></font>      <p align="justify">&Uacute;lceras cr&ocirc;nicas em membros inferiores possuem etiologias diversas das quais se destacam: venosa, arterial, traum&aacute;tica, infecciosa e diab&eacute;tica (1,2). Dentre estas, a de origem venosa acomete 1% da popula&ccedil;&atilde;o mundial e corresponde a 75% de todas as &uacute;lceras cr&ocirc;nicas (3). A cronicidade da &uacute;lcera venosa causa, ao paciente, dor e disfun&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, e o afasta de suas atividades di&aacute;rias, o que gera impacto socioecon&ocirc;mico significativo. Estimase que, nos Estados Unidos, sejam gastos, para cada paciente, aproximadamente 30 mil d&oacute;lares por ano (4).</p>      <p align="justify">Entre os pacientes mais predispostos a desenvolver insufici&ecirc;ncia e hipertens&atilde;o venosa est&atilde;o aqueles com hist&oacute;rico familiar de &uacute;lcera venosa, hist&oacute;rico de varizes e/ou cirurgia ou esclerote-rapia para varizes, flebite ou trombose venosa profunda, traumas (exemplo, fratura), ocupa&ccedil;&atilde;o sedent&aacute;ria, g&ecirc;nero (mais comum em mulheres), m&uacute;ltiplas gesta&ccedil;&oacute;es e obesidade (5).</p>      <p align="justify">Anatomicamente, o sistema venoso dos membros inferiores &eacute; formado pelas veias profundas, superficiais e perfurantes que comunicam as duas primeiras. O sangue &eacute; direcionado dos membros inferiores para o cora&ccedil;&atilde;o com a ajuda da contra&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos da perna. Para permitir o fluxo unidirecional por essa rede venosa, h&aacute; presen&ccedil;a de v&aacute;lvulas bic&uacute;spides. Com a queda da press&atilde;o no sistema arterial profundo, as v&aacute;lvulas fecham o que evita refluxo e aumenta a press&atilde;o no sistema venoso superficial. Com o relaxamento da musculatura da perna, h&aacute; esvaziamento do sistema venoso profundo e, consequentemente, queda da press&atilde;o, o que promove abertura das v&aacute;lvulas e direciona o fluxo de sangue do sistema superficial ao profundo (6-8).</p>      <p align="justify">A patologia venosa surge quando a press&atilde;o venosa aumenta em decorr&ecirc;ncia do preju&iacute;zo do retorno do sangue. Isso pode ser resultado de incompet&ecirc;ncia valvular, obstru&ccedil;&atilde;o venosa, disfun&ccedil;&atilde;o dos m&uacute;sculos da perna ou combina&ccedil;&oacute;es desses fatores (7-8). Diversas teorias tentam explicar a forma&ccedil;&atilde;o da &uacute;lcera venosa, por&eacute;m todas s&atilde;o un&acirc;nimes em considerar que h&aacute; fibrin&oacute;lise defeituosa, deposi&ccedil;&atilde;o excessiva de fibrina, dano capilar e hipertens&atilde;o venosa (9-11). Essas falhas no processo de reparo tecidual levam &agrave; cronicidade dessa les&atilde;o.</p>      <p align="justify">V&aacute;rias terapias v&ecirc;m sendo adotadas no tratamento dessas &uacute;lceras, por&eacute;m h&aacute; um consenso na literatura da efic&aacute;cia de terapias compressivas que visa minimizar a hipertens&atilde;o venosa, melhorar ma-crocircula&ccedil;&atilde;o e microcircula&ccedil;&atilde;o e promover cicatriza&ccedil;&atilde;o (2, 12,13).</p>      <p align="justify">Os m&eacute;todos dispon&iacute;veis de compress&atilde;o s&atilde;o ataduras compressivas, meias el&aacute;sticas e compress&atilde;o pneum&aacute;tica (12). A press&atilde;o aplicada no membro (compress&atilde;o) pode ser classificada em leve (&lt;20 mmHg), moderada (&gt;20-40mmHg), forte (&gt;40-60mmHg) e muito forte (&gt;60mmHg); a press&atilde;o recomendada para tratamento de &uacute;lceras venosas &eacute; &gt;40mmHg, com restri&ccedil;&oacute;es para pacientes portadores de insufici&ecirc;ncia arterial, neuropatias e problemas card&iacute;acos (13).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Dentre as ataduras compressivas, existem ataduras el&aacute;sticas e inel&aacute;sticas; cada tipo possui vantagens e desvantagens; portanto, h&aacute; necessidade de compreender seu funcionamento para melhor indica&ccedil;&atilde;o (13).</p>      <p align="justify">A mais tradicional atadura inel&aacute;stica &eacute; a bota de Unna, que &eacute; constitu&iacute;da por atadura impregnada com &oacute;xido de zinco e forma um molde semiss&oacute;lido que realiza a compress&atilde;o externa. Outro exemplo de ataduras inel&aacute;sticas &eacute; a <i>short-strech. </i>Ataduras inel&aacute;sticas apresentam a desvantagem de oferecer baixa press&atilde;o quando o paciente est&aacute; em repouso (12,13).</p>      <p align="justify">Ataduras el&aacute;sticas, se comparadas &agrave;s inel&aacute;sticas, proporcionam maior estiramento e menor varia&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o entre a contra&ccedil;&atilde;o e o repouso muscular (12). Destacam-se as ataduras multicamadas (tr&ecirc;s ou quatro camadas) (13).</p>      <p align="justify">Outra terapia que pode ser adotada em pacientes que t&ecirc;m dificuldade em se cuidar &eacute; o uso de meias el&aacute;sticas. Por&eacute;m, por n&atilde;o serem absorventes, n&atilde;o s&atilde;o recomendadas para pacientes que possuam &uacute;lceras grandes e exsudativas (13).</p>      <p align="justify">Outra op&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica &eacute; a compress&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente que consiste em c&acirc;maras de ar que, gra&ccedil;as a uma bomba el&eacute;trica, ao serem insufladas e desinsufladas, proporcionam picos de press&atilde;o que simulam a a&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sculo (por exemplo, Compressor SCD Express Kendall&reg;). Seus benef&iacute;cios podem ser potencializados quando associado &agrave;s ataduras compressivas e &eacute; indicado para pacientes com redu&ccedil;&atilde;o da imobilidade ou fraqueza da musculatura da perna (13).</p>      <p align="justify">Devido &agrave; import&acirc;ncia da terapia compressiva no tratamento das &uacute;lceras venosas, faz-se necess&aacute;rio investigar a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica com finalidade de responder ao seguinte questionamento: qual o perfil da pesquisa de terapia compressiva para o tratamento de &uacute;lceras venosas que descreva terapia compressiva e &uacute;lcera venosa classificando de acordo com: cronologia de publica&ccedil;&atilde;o, proced&ecirc;ncia, peri&oacute;dicos em que est&atilde;o publicadas, avalia&ccedil;&atilde;o do &quot;Qualis&quot;, proposta pela Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes), distribui&ccedil;&atilde;o da abordagem metodol&oacute;gica, an&aacute;lise do conte&uacute;do das publica&ccedil;&oacute;es e comparar, quando poss&iacute;vel, os dados apresentados nessa revis&atilde;o.</p>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>M&eacute;todo</b></p></font>      <p align="justify">Trata-se de pesquisa bibliom&eacute;trica realizada nas bases de dados Medline, Lilacs e CINAHL <i>(Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature) </i>em que se utilizaram os descritores &quot;Varicose Ulcer/therapy&quot;, &quot;Compression Bandages&quot;, &quot;Wound Healing&quot; e o &quot;operador AND&quot;</p>      <p align="justify">Foram considerados artigos com at&eacute; cinco anos de publica&ccedil;&atilde;o em l&iacute;ngua inglesa e portuguesa; foram exclu&iacute;dos os artigos que n&atilde;o apresentavam resumo e que n&atilde;o estavam publicados nas l&iacute;nguas referidas anteriormente.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Ap&oacute;s leitura, foi realizada a categoriza&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica na qual se utilizou o programa Microsoft Excel. Os dados foram distribu&iacute;dos entre os seguintes itens: ano de publica&ccedil;&atilde;o, pa&iacute;s de origem do estudo, peri&oacute;dico, Qualis do peri&oacute;dico publicado, metodologia do estudo realizada e tipo de tratamento compressivo utilizado.</p>      <p align="justify">No Brasil, a maior parte de produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica &eacute; gerada por pesquisadores ligados aos Programas de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o (PPG), que, por sua vez, s&atilde;o subordinados &agrave; Capes, do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. A Capes criou o Qualis com a finalidade de aferir a qualidade dos artigos e de outros tipos de produ&ccedil;&atilde;o, a partir da an&aacute;lise da qualidade peri&oacute;dicos cient&iacute;ficos e, assim, medir a produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica dos programas de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o dentro de 46 &aacute;reas. Portanto, a avalia&ccedil;&atilde;o Qualis contribui e interfere nas notas atribu&iacute;das aos PPGs no pa&iacute;s (conceito m&iacute;nimo de 3 e m&aacute;ximo de 7) e pretende avaliar a qualidade de produ&ccedil;&atilde;o intelectual de cada &aacute;rea (14).</p>      <p align="justify">O Qualis peri&oacute;dico foi dividido em oito estratos: A1 (o mais elevado), A2, B1, B2, B3, B4, C (peso zero) (14).</p>      <p align="justify">Dentre os trabalhos que adotaram ensaio cl&iacute;nico e metan&aacute;lise como m&eacute;todo, foi realizada a categoriza&ccedil;&atilde;o dos artigos com a finalidade de comparar os resultados obtidos.</p>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>Resultados</b></p></font>      <p align="justify">Inicialmente foram encontrados na base de dados MEDLINE 85 artigos. Destes, foram descartados os que n&atilde;o se adequavam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o, sendo ent&atilde;o selecionados nessa base de dados 47 artigos. Na base de dados Lilacs, nenhum artigo foi encontrado; enquanto na bases de dados CINAHL, foram encontrados tr&ecirc;s artigos, sendo dois deles com mais de cinco anos de publica&ccedil;&atilde;o e o outro tamb&eacute;m encontrado na base de dados MED-LINE. Portanto, foram selecionados neste estudo 47 artigos que se encontravam de acordo com os crit&eacute;rios de inclus&atilde;o.</p>      <p align="justify">No per&iacute;odo de 2009 a 2013, houve homogenia na quantidade de publica&ccedil;&oacute;es sobre o tema, com destaque para o ano de 2012 com o maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&oacute;es (12 publica&ccedil;&oacute;es), cuja distribui&ccedil;&atilde;o &eacute;: 2009 (n= 9; 19,1%), 2010 (n= 9; 19,1%), 2011 (n= 8; 17,02%), 2012 (n= 12; 25,53%) e 2013 (n= 9; 19,14%) (<a href="#f1">figura 1</a>).</p>      <p align="center"><a name="f1"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f01.jpg"></p>      <p align="justify">Quando analisada a origem mundial das publica&ccedil;&oacute;es, h&aacute; importante centraliza&ccedil;&atilde;o de publica&ccedil;&oacute;es nos Estados Unidos (n=14; 29,78%) e Reino Unido (n= 14; 29,78%), conforme indicado na <a href="#f2">figura 2</a>.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><a name="f2"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f02.jpg"></p>     <p align="center"><a name="f3"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f03.jpg"></p>      <p align="justify">Dentre os peri&oacute;dicos que mais publicaram o tema abordado, destacam-se o <i>Journal VascularSurgery(n= </i>8; 17,02%), seguido do <i>Journal of Wound Care </i>(n= 6; 12,76%), <i>The British Journal of Nursing(n= </i>4; 8,51%) e o <i>Annals of vascular surgery(n= </i>4; 8,51%), com predom&iacute;nio (n= 19; 40,42%) de publica&ccedil;&oacute;es em peri&oacute;dicos da especialidade de cirurgia ou cl&iacute;nica vascular.</p>      <p align="justify">Dentre os peri&oacute;dicos que publicaram artigos referentes ao tema estudado, podemos avaliar a sua distribui&ccedil;&atilde;o segundo a classifica&ccedil;&atilde;o Qualis demonstrada na <a href="#f4">figura 4</a>, al&eacute;m de constatar que a maioria dos artigos foram publicados em peri&oacute;dicos classificados pela Capes de A2 (n= 13; 27,65%) e B1 (n=13; 27,65%).</p>      <p align="center"><a name="f4"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f04.jpg"></p>      <p align="justify">A distribui&ccedil;&atilde;o da abordagem metodol&oacute;gica realizada para as publica&ccedil;&oacute;es pode ser observada na <a href="#f5">figura 5</a>, com destaque para as pesquisas de estudos cl&iacute;nicos (n= 30; 63,82%).</p>      <p align="center"><a name="f5"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f05.jpg"></p>      <p align="justify">Dentre os estudos cl&iacute;nicos e metan&aacute;lises, foram avaliados os trabalhos quanto &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o da terapia compressiva (n=47), sendo classificado como SIM, quando no objetivo do estudo estava a avalia&ccedil;&atilde;o da terapia compressiva (n= 14; 30%) e NÃO, quando o objetivo principal n&atilde;o era a an&aacute;lise dos efeitos de tal terapia (n= 19; 40,42%) (<a href="#f6">figura 6</a>).</p>      <p align="center"><a name="f6"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11f06.jpg"></p>  <font size="3">     <br>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify"><b>An&aacute;lise do conte&uacute;do das publica&ccedil;&oacute;es</b></p></font>      <p align="justify">Dentre os 15 peri&oacute;dicos que estudaram a terapia compressiva, 12 s&atilde;o estudos cl&iacute;nicos (<a href="#t1">tabela 1</a>) e tr&ecirc;s s&atilde;o metan&aacute;lise (<a href="#t2">tabela 2</a>).</p>      <p align="center"><a name="t1"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11t01.jpg"></p>     <p align="center"><a name="t2"></a><img src="img/revistas/aqui/v15n2/v15n2a11t02.jpg"></p>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>Discuss&atilde;o</b></p></font>      <p align="justify">O ano de 2012 se destacou pelo maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&oacute;es (25,53%); de modo geral, esses trabalhos envolveram a compara&ccedil;&atilde;o entre meias e diferentes tipos de bandagens compressivas (17,18,26), o tratamento combinado da terap&ecirc;utica compressiva com abla&ccedil;&atilde;o endovenosa em pacientes com quadro grave (29), tratamento sist&ecirc;mico com a ingest&atilde;o de &aacute;cido acetil salic&iacute;lico (30) e tratamentos t&oacute;picos com a utiliza&ccedil;&atilde;o de dois curativos distintos (31,32). Em suma, n&atilde;o identificamos um evento especial ou inovador relacionado com a terapia compressiva que merecesse destaque ou que justificasse o maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&oacute;es nesse ano; portanto consideramos o maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&oacute;es no ano de 2012 um acontecimento casual.</p>      <p align="justify">Apesar de a &uacute;lcera venosa ter incid&ecirc;ncia mundial de 1% e repercutir negativamente no cotidiano dos pacientes, n&atilde;o houve homogenia distribui&ccedil;&atilde;o mundial das publica&ccedil;&oacute;es sobre o tema o que demonstra a necessidade de mais esfor&ccedil;os para o estudo do tratamento dessa ferida. A concentra&ccedil;&atilde;o de artigos sobre compress&atilde;o e &uacute;lcera venosa proveniente dos Estados Unidos e Reino Unido reflete os dados divulgados por Paraje et al. (33), que demonstraram a desigual distribui&ccedil;&atilde;o das publica&ccedil;&oacute;es na &aacute;rea de sa&uacute;de a qual concentra 90% das publica&ccedil;&oacute;es em apenas 20 pa&iacute;ses, sendo os Estados Unidos o respons&aacute;vel por mais de um ter&ccedil;o das publica&ccedil;&oacute;es mundiais. Esses autores justificam tal desigualdade pela exist&ecirc;ncia de pol&iacute;ticas governamentais de apoio &agrave; pesquisa nesses pa&iacute;ses.</p>      <p align="justify">Outro fator relevante foi o maior n&uacute;mero de publica&ccedil;&oacute;es em peri&oacute;dicos destinados &agrave; especialidade de cirurgia ou cl&iacute;nica vascular, o que j&aacute; era esperado tendo em vista que tanto a fisiopato-logia da &uacute;lcera venosa quanto parte dos mecanismos necess&aacute;rios para sua cicatriza&ccedil;&atilde;o est&atilde;o intimamente associados a essa especialidade m&eacute;dica; por&eacute;m, existem publica&ccedil;&oacute;es desenvolvidas em &aacute;reas como de cirurgia pl&aacute;stica, dermatologia e enfermagem que refor&ccedil;am o interesse multidisciplinar sobre o tema.</p>      <p align="justify">Dentre esses peri&oacute;dicos, a maioria possui classifica&ccedil;&atilde;o Qualis A2 e B1, o que evidencia a busca pela qualidade da produ&ccedil;&atilde;o intelectual sobre o tema. Tal qualidade pode ser confirmada pois a maioria dos estudos selecionados s&atilde;o estudos cl&iacute;nicos in&eacute;ditos e metan&aacute;lise (70,21%), o que demonstra maiores graus de evid&ecirc;ncia cl&iacute;nica (34).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="justify">Entretanto, apesar de haver maior percentual de estudos cl&iacute;nicos, nem todos os trabalhos encontrados focaram a terapia compressiva como alvo principal; em parte deles, essa foi usada simplesmente como controle dos ensaios ou como agente adjuvante a fim de que outras avalia&ccedil;&oacute;es, relacionadas ou n&atilde;o com a efic&aacute;cia da terapia compressiva, fossem feitas. Ainda assim, esses trabalhos oferecem informa&ccedil;&oacute;es importantes sobre o processo de cicatriza&ccedil;&atilde;o das &uacute;lceras venosas e seus progn&oacute;sticos, e abrem caminho para novas possibilidades terap&ecirc;uticas t&oacute;picas que incluem: pomada de &oacute;xido de prata (35), aplica&ccedil;&atilde;o de oxig&ecirc;nio (TWO2) (36), cola de fibrina povoada com fibroblastos neonatais irradiados e queratin&oacute;ciotos (37), alginato de c&aacute;lcio associado &agrave; Vulnamin&reg; (glicina, lisina, leucina, &aacute;cido hialur&ocirc;nico e prolina) (31) e novas formula&ccedil;&oacute;es que proporcionem uma barreira protetora &agrave;s feridas (32).</p>      <p align="justify">Del Rio Sola et al. (30) avaliam a ingest&atilde;o di&aacute;ria de Aspirina&reg; como fator adjuvante &agrave; terapia compressiva, referindo menor tempo de cicatriza&ccedil;&atilde;o nos portadores de &uacute;lceras que fizeram ingest&atilde;o do medicamento.</p>      <p align="justify">A identifica&ccedil;&atilde;o de fatores desfavor&aacute;veis para cicatriza&ccedil;&atilde;o de &uacute;lceras venosas foi pauta de alguns estudos; de modo geral, esses fatores s&atilde;o: dura&ccedil;&atilde;o da &uacute;lcera (37,38), tamanho inicial (30), presen&ccedil;a de doen&ccedil;a arterial (39), local (37), idade (30,37), ra&ccedil;a (37) e presen&ccedil;a de diferentes popula&ccedil;&oacute;es de bact&eacute;rias mostraram pouca relev&acirc;ncia para a evolu&ccedil;&atilde;o da ferida (30,40). Quanto ao g&ecirc;nero, houve controversa entre autores; para alguns, o g&ecirc;nero do paciente n&atilde;o interfere na cicatriza&ccedil;&atilde;o (30, 37). No entanto, Finlayson K et al. (41) consideraram o g&ecirc;nero masculino como um fator de risco estatisticamente significante para a recorr&ecirc;ncia de &uacute;lceras venosas cicatrizadas.</p>      <p align="justify">A realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos minimamente invasivos como abla&ccedil;&atilde;o t&eacute;rmica endovenosa e escleroterapia por espuma associados &agrave; terapia compressiva, est&aacute; apenas come&ccedil;ando a ser discutida como tratamento para doen&ccedil;as venosas n&atilde;o complicadas, mas essa associa&ccedil;&atilde;o j&aacute; mostrou ser eficaz na diminui&ccedil;&atilde;o do tempo necess&aacute;rio para a cicatriza&ccedil;&atilde;o (42).</p>      <p align="justify">Analisando os artigos em que a terapia compressiva &eacute; o principal tratamento para &uacute;lceras venosas (30%), comprova-se que a presen&ccedil;a de compress&atilde;o &eacute; eficiente nesse tratamento (16,18,20,24,25,26). Entretanto, no estudo de Guest et al. (15), n&atilde;o foi encontrada diferen&ccedil;a na taxa de cicatriza&ccedil;&atilde;o entre o grupo que utilizava diversas formas de compress&atilde;o e o grupo sem compress&atilde;o. O autor justifica o resultado contr&aacute;rio aos demais pois o estudo foi realizado em amostra heterog&ecirc;nea (o que inclui portadores de patologias arterial), teve dura&ccedil;&atilde;o de seis meses e alguns pacientes receberam antibi&oacute;tico t&oacute;pico e outros sist&ecirc;micos n&atilde;o sendo avaliada a interfer&ecirc;ncia desse antibi&oacute;tico na cicatriza&ccedil;&atilde;o.</p>      <p align="justify">Em refer&ecirc;ncia ao tempo de utiliza&ccedil;&atilde;o, Luz et al. (16) compararam a compress&atilde;o inel&aacute;stica e aus&ecirc;ncia de compress&atilde;o o que demonstrou que a compress&atilde;o acelera a cicatriza&ccedil;&atilde;o at&eacute; o terceiro m&ecirc;s de uso, n&atilde;o havendo diferen&ccedil;as no processo de cicatriza&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s esse per&iacute;odo, o que confirma o benef&iacute;cio da compress&atilde;o inel&aacute;stica para a cicatriza&ccedil;&atilde;o.</p>      <p align="justify">Quando comparado os diversos tipos de compress&atilde;o, houve controv&eacute;rsia a respeito da efici&ecirc;ncia das bandagens el&aacute;sticas e inel&aacute;sticas. No estudo de Weller et al. (17), foi demonstrado n&atilde;o haver diferen&ccedil;a na cicatriza&ccedil;&atilde;o dos grupos (bandagens el&aacute;sticas e inel&aacute;sticas); j&aacute; no artigo publicado por Wong et al. (18), houve melhor resultado no grupo que utilizou bandagens inel&aacute;sticas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; multicamadas. Contrariando os autores anteriormente citados, O'Meara et al. (26), em metan&aacute;lise, demonstram que mul-ticomponentes s&atilde;o mais efetivos que apenas um componente, bandagens el&aacute;sticas s&atilde;o mais efetivas que inel&aacute;sticas, bandagens de duas camadas s&atilde;o mais efetivas que as de quatro camadas e bandagens de quatro camadas s&atilde;o mais efetivas que as inel&aacute;sticas.</p>      <p align="justify">Quanto &agrave; compara&ccedil;&atilde;o da efici&ecirc;ncia das meias el&aacute;sticas e das bandagens compressivas multicamadas (21,23), foi comprovado que houve uma melhora da cicatriza&ccedil;&atilde;o com duas camadas el&aacute;sticas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; meia (21) e igual tempo de cicatriza&ccedil;&atilde;o entre meia el&aacute;stica e bandagem el&aacute;stica de tr&ecirc;s camadas (23). J&aacute; na metan&aacute;lise de Amsler et al. (28), foi demonstrada efici&ecirc;ncia da meia el&aacute;stica a respeito do tempo e da ocorr&ecirc;ncia da cicatriza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o foi apresentado nenhum estudo que demonstrasse que bandagem seja melhor que meia el&aacute;stica; O'Meara et al. (26) referiram que meias de alta compress&atilde;o s&atilde;o melhores que as bandagens inel&aacute;sticas.</p>      <p align="justify">O &uacute;nico trabalho que estudou press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente foi aquele desenvolvido por Nelson et al. (27), no qual se demonstrou que press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente pode aumentar a cicatriza&ccedil;&atilde;o se comparada &agrave; nenhuma compress&atilde;o; por&eacute;m, ainda n&atilde;o &eacute; conhecido o &quot;quanto&quot; essa forma de compress&atilde;o pode colaborar no tratamento associado &agrave;s bandagens ou ser utilizado como tratamento &uacute;nico.</p>      <p align="justify">Beidler et al. (25) foram os &uacute;nicos a demonstrar interfer&ecirc;ncia da compress&atilde;o nas citocinas inflamat&oacute;rias e, assim, colaborar para o processo de reparo tecidual; contudo, n&atilde;o mostraram se houve diferen&ccedil;a entre os pacientes que utilizaram as bandagens de tr&ecirc;s camadas e de quatro camadas, o que deixa ainda essa lacuna ao nosso conhecimento cient&iacute;fico sobre o tema.</p>  <font size="3">     ]]></body>
<body><![CDATA[<br>    <p align="justify"><b>Conclus&atilde;o</b></p></font>      <p align="justify">O resultado deste estudo aponta constante preocupa&ccedil;&atilde;o da comunidade cient&iacute;fica com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; busca do tratamento eficaz para as &uacute;lceras venosas. Apesar disso, h&aacute; uma car&ecirc;ncia de publica&ccedil;&oacute;es no mundo sobre o tema. Na Am&eacute;rica Latina, apesar de haver alta incid&ecirc;ncia de pacientes com &uacute;lcera venosa, foi encontrada somente duas publica&ccedil;&oacute;es sobre o tema.</p>      <p align="justify">Quando analisados os objetivos dos estudos, evidencia-se que a terapia compressiva n&atilde;o &eacute; o principal objeto na maioria dos trabalhos selecionados.</p>      <p align="justify">Por outro lado, as boas qualifica&ccedil;&oacute;es (Qualis) dos peri&oacute;dicos publicados apontam a seriedade com que o assunto vem sendo tratado na comunidade acad&ecirc;mica.</p>      <p align="justify">Com rela&ccedil;&atilde;o ao tratamento da &uacute;lcera venosa, fica evidente a necessidade de terapia compressiva, por&eacute;m n&atilde;o h&aacute; consenso sobre qual press&atilde;o deve ser utilizada. Mais estudos que avaliem as interfer&ecirc;ncias das diversas press&oacute;es sobre o processo de reparo tecidual s&atilde;o necess&aacute;rios.</p>      <p align="justify">Tamb&eacute;m h&aacute; car&ecirc;ncia de estudos que comprovem a a&ccedil;&atilde;o da press&atilde;o pneum&aacute;tica intermitente com associa&ccedil;&oacute;es ou n&atilde;o de bandagens el&aacute;sticas.</p>      <p align="justify">O profissional de enfermagem, na maioria das vezes, &eacute; o respons&aacute;vel pela aplica&ccedil;&atilde;o, manuten&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o dessas terapias compressivas. Com a finalidade de se obter uma melhor resposta terap&ecirc;utica, quest&oacute;es como a a&ccedil;&atilde;o das diversas press&oacute;es, da press&atilde;o pneum&aacute;tica e das bandagens el&aacute;sticas no processo de reparo tecidual da &uacute;lcera venosa ainda precisam ser aprofundadas. Apesar de haver publica&ccedil;&oacute;es em revistas destinadas &agrave; enfermagem, se faz necess&aacute;ria a implementa&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os desses profissionais que visem &agrave; pesquisa sobre o tema.</p>  <hr>  <font size="3">     <br>    <p align="justify"><b>Refer&ecirc;ncias</b></p></font>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify">1.&nbsp;Bergqvist D, Lindholm C, Nelz&eacute;n O. Chronic leg ulcers: The impact of venous disease. J Vas Surg 1999;29(4):752-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1657-5997201500020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">2.&nbsp;Burton CS. Venous ulceration. Clinical Materials 1991;8(3-4):203-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1657-5997201500020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">3.&nbsp;Fowkes FG, Evans CJ, Lee AJ. Prevalence and risk factors of chronic venous insufficiency. Angiology 2001;52 Suppl 1:S5-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1657-5997201500020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">4.&nbsp;O'Donnell Jr TF, Lau J. A systematic review of randomized controlled trials of wound dressings for chronic venous ulcer. J Vas Surg 2006;44(5):1118-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1657-5997201500020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">5.&nbsp;Lay-Flurrie K. Venous leg ulceration and graduated compression. Br J Nurs 2011;20(15):S4, S6-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1657-5997201500020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify">6.&nbsp;Angle N, Bergan JJ. Chronic venous ulcer. BMJ 1997;314(7086):1019-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1657-5997201500020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">7.&nbsp;Bergan JJ, Schmid-Sch&oacute;nbein GW, Smith PDC, Nicolaides AN, Boisseau MR, Eklof B. Chronic Venous Disease. N Engl J Med 2006;355(5):488-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1657-5997201500020001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">8.&nbsp;Eberhardt RT, Raffetto JD. Chronic Venous Insufficiency. Circulation 2005;111(18):2398-409.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1657-5997201500020001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">9.&nbsp;Browse NL, Burnand KG. The cause of venous ulceration. Lancet 1982;2(8292):243-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1657-5997201500020001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">10.&nbsp;Coleridge Smith PD, Thomas P, Scurr JH, Dormandy JA. Causes of venous ulceration: a new hypothesis. Br Med J (Clin Res Ed) 1988;296(6638):1726-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1657-5997201500020001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p align="justify">11.&nbsp;Falanga V, Eaglstein WH. The &quot;trap&quot; hypothesis of venous ulceration. Lancet 1993;341(8851):1006-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1657-5997201500020001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">12.&nbsp;Abbade LP, Lastoria S. Venous ulcer: epidemiology, physiopathology, diagnosis and treatment. Int J Dermatol 2005;44(6):449-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1657-5997201500020001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">13.&nbsp;World Union of Wound Healing Societies (WUWHS). Principles of best practices: Compression in venous leg ulcers. A concensus document. Londres: MEP Ltd; 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1657-5997201500020001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <p>14.&nbsp;Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes). Qualis Peri&oacute;dico &#91;on-line&#93;. Bras&iacute;lia, Brasil; 2006. &#91;consultado 21 fev. 2014&#93; Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.capes.gov.br/avaliacao/qualis" target="_blank">http://www.capes.gov.br/avaliacao/qualis</a></p>      <!-- ref --><p align="justify">15.&nbsp;Guest JF, Charles H, Cutting KF. Is it time to re-appraise the role of compression in non-healing venous leg ulcers? J Wound Care 2013;22(9):453-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1657-5997201500020001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">16.&nbsp;Luz BS, Araujo CS, Atzingen DA, Mendonca AR, Mesquita Filho M, Medeiros ML. Evaluating the effectiveness of the customized Unna boot when treating patients with venous ulcers. An Bras Dermatol 2013;88(1):41-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1657-5997201500020001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">17.&nbsp;Weller CD, Evans SM, Staples MP, Aldons P, McNeil JJ. Randomized clinical trial of three-layer tubular bandaging system for venous leg ulcers. Wound Repair Regen 2012;20(6):822-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1657-5997201500020001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">18.&nbsp;Wong IK, Andriessen A, Lee DT, et al. Randomized controlled trial comparing treatment outcome of two compression bandaging systems and standard care without compression in patients with venous leg ulcers. J Vasc Surg 2012;55(5):1376-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1657-5997201500020001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">19.&nbsp;Kapp S, Miller C, Elder K. The impact of providing product funding for compression bandaging and medical footwear on compression use, wound healing and quality of life. Int Wound J 2012;9(5):494-504.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1657-5997201500020001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">20.&nbsp;Escaleira R, Cardoso M, Rego J, Macedo P, Midoes A. Efficacy of a two-component compression system for the therapy of venous leg ulcers. J Wound Care 2010;19(3):104-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1657-5997201500020001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">21.&nbsp;Milic DJ, Zivic SS, Bogdanovic DC, et al. The influence of different sub-bandage pressure values on venous leg ulcers healing when treated with compression therapy. J Vasc Surg 2010;51(3):655-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1657-5997201500020001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">22.&nbsp;O'Hare JL, Earnshaw JJ. Randomised clinical trial of foam sclerotherapy for patients with a venous leg ulcer. Eur J Vasc Endovasc Surg 2010;39(4):495-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1657-5997201500020001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">23.&nbsp;Brizzio E, Amsler F, Lun B, Blattler W. Comparison of low-strength compression stockings with bandages for the treatment of recalcitrant venous ulcers. J Vasc Surg 2010;51(2):410-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1657-5997201500020001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">24.&nbsp;Olson JM, Raugi GJ, Nguyen VQ, Yu O, Reiber GE. Guideline concordant venous ulcer care predicts healing in a tertiary care Veterans Affairs Medical Center. Wound Repair Regen 2009;17(5):666-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1657-5997201500020001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">25.&nbsp;Beidler SK, Douillet CD, Berndt DF, Keagy BA, Rich PB, Marston WA. Inflammatory cytokine levels in chronic venous insufficiency ulcer tissue before and after compression therapy. J Vasc Surg 2009;49(4):1013-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1657-5997201500020001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">26.&nbsp;O'Meara S, Cullum N, Nelson EA, Dumville JC. Compression for venous leg ulcers. Cochrane Database Syst Rev 2012;11:CD000265.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1657-5997201500020001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">27.&nbsp;Nelson EA, Mani R, Thomas K, Vowden K. Intermittent pneumatic compression for treating venous leg ulcers. Cochrane Database Syst Rev 2011(2):CD001899.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1657-5997201500020001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">28.&nbsp;Amsler F, Willenberg T, Blattler W. In search of optimal compression therapy for venous leg ulcers: a meta-analysis of studies comparing diverse &#91;corrected&#93; bandages with specifically designed stockings. J Vasc Surg 2009;50(3):668-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1657-5997201500020001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">29.&nbsp;Harlander-Locke M, Lawrence P, Jimenez JC, Rigberg D, DeRubertis B, Gelabert H. Combined treatment with compression therapy and ablation of incompetent superficial and perforating veins reduces ulcer recurrence in patients with CEAP 5 venous disease. J Vasc Surg 2012;55(2):446-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1657-5997201500020001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">30.&nbsp;Del Rio Sola ML, Antonio J, Fajardo G, Vaquero Puerta C. Influence of aspirin therapy in the ulcer associated with chronic venous insufficiency. Ann Vasc Surg 2012;26(5):620-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1657-5997201500020001100030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">31.&nbsp;Maggio G, Armenio A, Ruccia F, Giglietto D, Pascone M, Ribatti D. A new protocol for the treatment of the chronic venous ulcers of the lower limb. Clin Exp Med 2012;12(1):55-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1657-5997201500020001100031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">32.&nbsp;Guest JF, Taylor RR, Vowden K, Vowden P. Relative cost-effectiveness of a skin protectant in managing venous leg ulcers in the UK. J Wound Care 2012;21(8):389-98.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1657-5997201500020001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">33.&nbsp;Paraje G, Sadana R, Karam G. Increasing International Gaps in Health-Related Publications. Science 2005;308(5 724):959-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1657-5997201500020001100033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">34.&nbsp;Savi MGM, Silva ELd. O fluxo da informa&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica cl&iacute;nica dos m&eacute;dicos residentes: an&aacute;lise na perspectiva da medicina baseada em evid&ecirc;ncias. Ci Inf 2009;38:177-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1657-5997201500020001100034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">35.&nbsp;Belcaro G, Cesarone MR, Errichi BM, et al. Silver oxide ointment wound dressing in venous ulcerations: home, self-management. Panminerva Med 2011;53(3 Suppl 1):29-33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1657-5997201500020001100035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">36.&nbsp;Tawfick WA, Sultan S. Technical and clinical outcome of topical wound oxygen in comparison to conventional compression dressings in the management of refractory nonhealing venous ulcers. Vasc Endovascular Surg 2013;47(1):30-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1657-5997201500020001100036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">37.&nbsp;Lantis JC, 2nd, Marston WA, Farber A, et al. The influence of patient and wound variables on healing of venous leg ulcers in a randomized controlled trial of growth-arrested allogeneic keratinocytes and fibroblasts. J Vasc Surg 2013;58(2):433-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1657-5997201500020001100037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">38.&nbsp;Hjerppe A, Saarinen JP, Venermo MA, Huhtala HS, Vaalasti A. Prolonged healing of venous leg ulcers: the role of venous reflux, ulcer characteristics and mobility. J Wound Care 2010;19(11):474, 476, 478 passim.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1657-5997201500020001100038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">39.&nbsp;Neequaye SK, Douglas AD, Hofman D, et al. The difficult venous ulcer: case series of 177 ulcers referred for vascular surgical opinion following failure of conservative management. Angiology 2009;60(4):492-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1657-5997201500020001100039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">40.&nbsp;Moore K, Hall V, Paull A, et al. Surface bacteriology of venous leg ulcers and healing outcome. J Clin Pathol 2010;63(9):830-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1657-5997201500020001100040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">41.&nbsp;Finlayson K, Edwards H, Courtney M. Relationships between preventive activities, psychosocial factors and recurrence of venous leg ulcers: a prospective study. J Adv Nurs 2011;67(10):2180-90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1657-5997201500020001100041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p align="justify">42.&nbsp;Alden PB, Lips EM, Zimmerman KP, et al. Chronic venous ulcer: minimally invasive treatment of superficial axial and perforator vein reflux speeds healing and reduces recurrence. Ann Vasc Surg 2013;27(1):75-83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1657-5997201500020001100042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>  <hr>  <a href="#_Ini">Inicio</a></font>  </font>      ]]></body><back>
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