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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Geração e gênero como moderadores no comportamento de compra pró-ambiental]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[ABSTRACT The study aimed to verify as the generation and gender (moderating factors) affect the relationship between green purchase and environmental attitude, social influence, environmental concern, perceived seriousness of environmental problems, environmental responsibility, concern with self-image and innovative behavior. For both, descriptive and causal research with quantitative approach was developed, and as tool for data collection were administered questionnaires to university students. The questionnaires were developed based on studies of Doughfous, Petrof and Pons (1999) and Lee (2008). The findings showed that the Y and Z generations influence the relationship between environmental concern and green purchase, green purchase and social influence, and the male and female gender influence the relationship between social influence and green purchase.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">      <p align="center"><font size="4"><b>Gera&ccedil;&atilde;o e g&ecirc;nero como moderadores no comportamento de compra pr&oacute;-ambiental</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Generation and gender as moderators on pro-environmental purchase behaviour</b></font></p>      <p><b>Daiane Lindner Radons</b>    <br> <a href="mailto:daialindner@gmail.com"><i>daialindner@gmail.com</i></a>    <br> Mestre em Administra&ccedil;&atilde;o. T&eacute;cnica-Administrativa, Universidade Federal da Fronteira Sul.</p>      <p><b>Luciana Flores Battistella</b>    <br> <a href="mailto:lutti@ufsm.edu.br"><i>lutti@ufsm.edu.br</i></a>    <br> Doutora em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o. Professora do Departamento de Ci&ecirc;ncias Administrativas, Universidade Federal de Santa Maria.</p>      <p><b>M&aacute;rcia Zampieri Grohmann</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <a href="mailto:marciazg@gmail.com"><i>marciazg@gmail.com</i></a>    <br> Doutora em Engenharia de Produ&ccedil;&atilde;o.. Professora do Departamento de Ci&ecirc;ncias Administrativas, Universidade Federal de Santa Maria.</p>      <p><b>Fecha de recepci&oacute;n:</b> 12 de marzo de 2014    <br> <b>Fecha de aceptaci&oacute;n:</b> 3 de mayo de 2016</p>  <hr>     <p><b>RESUMO</b></p>      <p>O estudo teve como objetivo verificar como a gera&ccedil;&atilde;o e o g&ecirc;nero (fatores moderadores) interferem nas rela&ccedil;&otilde;es entre compra verde e atitude ambiental, influ&ecirc;ncia social, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, gravidade percebida dos problemas ambientais, responsabilidade ambiental, preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem e comportamento inovador. Para tanto, foi desenvolvida pesquisa descritiva e causal, com abordagem quantitativa, e como instrumento de coleta de dados foram aplicados question&aacute;rios a jovens universit&aacute;rios. Os question&aacute;rios foram elaborados com base nos estudos de Doughfous, Petrof e Pons (1999) e de Lee (2008). Os achados demonstram que as gera&ccedil;&otilde;es Y e Z influenciam a rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde, influ&ecirc;ncia social e compra verde; e, os g&ecirc;neros feminino e masculino influenciam a rela&ccedil;&atilde;o entre influ&ecirc;ncia social e compra verde.</p>     <p><b>Palabras clave: </b><i>Comportamento do consumidor, compra verde, g&ecirc;neros, gera&ccedil;&otilde;es, jovens.</i></p>  <hr>     <p><b>ABSTRACT</b></p>      <p>The study aimed to verify as the generation and gender (moderating factors) affect the relationship between green purchase and environmental attitude, social influence, environmental concern, perceived seriousness of environmental problems, environmental responsibility, concern with self-image and innovative behavior. For both, descriptive and causal research with quantitative approach was developed,    <br> and as tool for data collection were administered questionnaires to university students. The questionnaires were developed based on studies of Doughfous, Petrof and Pons (1999) and Lee (2008). The findings showed that the Y and Z generations influence the relationship between environmental concern and green purchase, green purchase and social influence, and the male and female gender influence the relationship between social influence and green purchase.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Keywords: </b><i>Consumer Behavior, Generations, Genres, Purchase Green, Young.</i></p>  <hr>     <p><b>1. INTRODUÇÃO</b></p>      <p>Nos &uacute;ltimos anos, observa-se um crescimento de estudos a cerca da gest&atilde;o socioambiental. Esse panorama deve-se a uma maior evid&ecirc;ncia da tem&aacute;tica, que come&ccedil;ou a ser difundida a partir da d&eacute;cada de 90, momento em que muitas empresas aderiram &agrave;s certifica&ccedil;&otilde;es como uma oportunidade de mercado, um diferencial competitivo em rela&ccedil;&atilde;o aos concorrentes (Garcia, Silva, Pereira, Rossi & Minciotti, 2008). Nesse sentido, novas concep&ccedil;&otilde;es e defini&ccedil;&otilde;es come&ccedil;aram a ser difundidas, de forma a contemplar a preocupa&ccedil;&atilde;o com o ambiente e a sociedade, tais como Sustentabilidade, Responsabilidade Social Corporativa (RSC), Responsabilidade Socioambiental e Marketing Verde.</p>      <p>O comportamento de compra do consumidor foi influenciado por diferentes fatores no decorrer dos anos. Nota-se que as decis&otilde;es de compra, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, foram impactadas pelo aumento da consci&ecirc;ncia ambiental (Menon & Menon, 1997). Algumas especificidades do comportamento do consumidor podem ser atreladas &agrave; gera&ccedil;&atilde;o que cada indiv&iacute;duo pertence, considerando que as gera&ccedil;&otilde;es de consumo t&ecirc;m tornado mais complexa a tomada de decis&atilde;o no momento de compra (Zhou, Arnold, Pereira & Yu, 2010).</p>      <p>Nesse sentido, &eacute; relevante compreender as particularidades de cada gera&ccedil;&atilde;o, visando atender suas necessidades de forma eficaz. Alguns estudos realizados, buscando identificar diferen&ccedil;as entre as gera&ccedil;&otilde;es, se referem&agrave;s carreiras inteligentes (Veloso, Dutra & Nakata, 2008), avalia&ccedil;&atilde;o de determinada marca (Laux, Almeida & Pereira, 2005) e estilos de tomada de decis&atilde;o (Ladeira, 2010).</p>      <p>O g&ecirc;nero &eacute; outro fator externo relacionado ao consumo, sendo um aspecto chave para os estudos de comportamento do consumidor (Dommeyer & Gross, 2003). Estudos demonstram que homens e mulheres podem agir de formas distintas em diversos aspectos, tais como: inten&ccedil;&atilde;o de compra (Darley, Luethge & Thatte, 2008), ambiente de trabalho (Mac&ecirc;do & Mac&ecirc;do, 2004; Irigaray & Vergara, 2009) e atua&ccedil;&atilde;o empreendedora (Garcia & Welter, 2013; Canizares & Garcia, 2013).</p>      <p>Nesse sentido, esse estudo tem como objetivo verificar se a gera&ccedil;&atilde;o e o g&ecirc;nero (fatores moderadores) interferem nas rela&ccedil;&otilde;es entre compra verde e atitude ambiental, influ&ecirc;ncia social, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, gravidade percebida dos problemas ambientais, responsabilidade ambiental, preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem e comportamento inovador.</p>      <p>Para tanto, os fatores e vari&aacute;veis utilizados na pesquisa apoiaram-se no estudo de Lee (2008), que agrupou sete fatores a partir de pesquisas anteriores (Kaiser, Wölfing & Fuhrer, 1999; Schultz, Shriver, Tabanico & Khazian, 2004; Garcia-Mira, Real & Romay, 2005; Manzo & Weinstein, 1987; Lee, 2007; Ryan, 2001) e no estudo sobre comportamento de inova&ccedil;&atilde;o do consumidor, de Doughfous, Petrof e Pons (1999).</p>      <p>O trabalho est&aacute; estruturado em cinco partes, iniciando com a introdu&ccedil;&atilde;o. Na sequ&ecirc;ncia, &eacute; apresentado o referencial te&oacute;rico que compreende conceitos e aspectos associados ao comportamento dos consumidores, o modelo te&oacute;rico e a fundamenta&ccedil;&atilde;o das hip&oacute;teses do estudo. Na terceira parte, a metodologia utilizada &eacute; considerada e na quarta etapa, as an&aacute;lises dos resultados s&atilde;o apresentadas. Por fim, as considera&ccedil;&otilde;es finais s&atilde;o demonstradas.</p>      <p><b>2. COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os consumidores exercem influ&ecirc;ncia sobre o sucesso ou n&atilde;o dos produtos dispon&iacute;veis para compra, o que implica que as empresas precisam estar atentas &agrave;s tend&ecirc;ncias de consumo. Kotler e Keller (2006) salientam a import&acirc;ncia de realizar estudos sobre o consumidor e o seu comportamento de compra, uma vez que os mesmos ajudam as empresas a melhorarem ou lan&ccedil;arem produtos e servi&ccedil;os, auxiliando-as a determinar pre&ccedil;os, projetar canais, elaborar mensagens e desenvolver demais atividades de marketing. De acordo com Schiffman e Kanuk (2000), a tarefa de compreender o processo de decis&atilde;o dos indiv&iacute;duos e os fatores que o influenciam beneficia os consumidores, ao passo que podem se tornar mais s&aacute;bios; e, as organiza&ccedil;&otilde;es e os profissionais de marketing, por aumentarem sua probabilidade de conhecimento em busca de determinada rea&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>O ser humano &eacute; um ser social e, assim, tem sua decis&atilde;o de compra influenciada, segundo Kotler e Keller (2006), por fatores culturais, sociais, pessoais e psicol&oacute;gicos. Samara e Morsch (2005) abordam como determinantes do comportamento do consumidor os fatores situacionais e as influ&ecirc;ncias socioculturais e psicol&oacute;gicas, sendo que as influ&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas est&atilde;o relacionadas com a motiva&ccedil;&atilde;o, o aprendizado, as atitudes, a personalidade e as influ&ecirc;ncias intrapessoais.</p>      <p>O modelo econômico adotado, atualmente, pela sociedade est&aacute; alicer&ccedil;ado na busca e manuten&ccedil;&atilde;o de um alto padr&atilde;o de consumo, o qual caracterizase como insustent&aacute;vel (Cavalcanti, 2004; Manzini, 2010) pelos danos que acarreta para o meio ambiente. Diante desse cen&aacute;rio, para que o desenvolvimento siga no caminho da sustentabilidade, &eacute; preciso adotar padr&otilde;es de consumo com responsabilidade ambiental.</p>      <p>Nessa perspectiva, o consumo sustent&aacute;vel passa a exercer papel relevante na aquisi&ccedil;&atilde;o de produtos e servi&ccedil;os, tornando a preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental elemento chave na escolha de determinada marca ou item.</p>      <p>O consumo sustent&aacute;vel representa o consumo de bens e servi&ccedil;os com respeito aos recursos ambientais, de forma que garanta o atendimento das necessidades das presentes gera&ccedil;&otilde;es sem comprometer o atendimento das gera&ccedil;&otilde;es futuras (Heap & Kent, 2000). Conforme Consumer International (1998), existem evid&ecirc;ncias de que ocorre um tipo de mudan&ccedil;a de consci&ecirc;ncia no padr&atilde;o de consumo, tendo emerg&ecirc;ncia o conceito de consumo “verde”, que compreende atividades simples e cotidianas como “ir &agrave;s compras” como comportamentos e escolhas que afetam a qualidade do meio ambiente.</p>      <p><b>Modelo te&oacute;rico e fundamenta&ccedil;&atilde;o das hip&oacute;teses do estudo</b></p>      <p>Os modelos te&oacute;ricos utilizados na pesquisa est&atilde;o baseados em Lee (2008) e em Doughfous, Petrof e Pons (1999). Lee (2008) propôs um modelo com o agrupamento de sete constructos para explicar o comportamento de compra verde de jovens consumidores na cidade de Hong Kong. Para tanto, o autor utilizou-se de escalas desenvolvidas, anteriormente, e validadas para cada um dos fatores: atitudes ambientais (Kaiser, Wölfing & Fuhrer, 1999); preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental (Schultz et al., 2004), gravidade percebida de problemas ambientais (Garcia-Mira, Real & Romay, 2005), responsabilidade ambiental percebida (Manzo & Weinstein, 1987), efic&aacute;cia percebida do comportamento ambiental (Manzo & Weinstein, 1987), preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem na prote&ccedil;&atilde;o do ambiente (Lee, 2007) e influ&ecirc;ncia social (Ryan, 2001). Optou-se, nesse estudo, por n&atilde;o considerar o constructo efic&aacute;cia percebida do comportamento ambiental, devido este n&atilde;o apresentar resultados satisfat&oacute;rios em testes anteriores.</p>      <p>O presente estudo considerou tamb&eacute;m o comportamento inovador do consumidor, partindo da Escala Inova&ccedil;&atilde;o do Consumidor (Doughfous, Petrof & Pons, 1999). No <a href="#q1">Quadro 1</a>, s&atilde;o apresentadas as defini&ccedil;&otilde;es dos constructos do modelo.</p>      <p align="center"><a name="q1"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07q1.jpg"></p>      <p>A partir dos constructos do modelo e as poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es entre os mesmos, foi investigada a influ&ecirc;ncia da gera&ccedil;&atilde;o e do g&ecirc;nero como moderadores.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>faixa et&aacute;ria dos indiv&iacute;duos pode exercer a influ&ecirc;ncia mais abrangente sobre o comportamento do consumidor (Sheth, Mittal & Newman, 2001) e apresenta-se como importante determinante pessoal em fun&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s raz&otilde;es: as necessidades e os desejos variam de acordo com a idade; a idade ajuda a determinar o ciclo de vida de um consumidor; e as mudan&ccedil;as na composi&ccedil;&atilde;o et&aacute;ria das pessoas resultam em altera&ccedil;&otilde;es nos mercados.</p>      <p>A classifica&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos em gera&ccedil;&otilde;es &eacute; realizada h&aacute; v&aacute;rios anos e se faz necess&aacute;ria, pois possibilita compreender algumas caracter&iacute;sticas na tomada de decis&atilde;o de consumo (Kueh & Voon, 2007) a partir de diferentes perspectivas e com isto estabelecer estrat&eacute;gias mercadol&oacute;gicas orientadas a esses grupos de consumidores. Nesse estudo, adotou-se a concep&ccedil;&atilde;o de Shah (2009) e Osajima, Sternquist e Manjeshwar (2010) para a classifica&ccedil;&atilde;o das gera&ccedil;&otilde;es Y e Z, sendo que pessoas nascidas entre os anos de 1977 a 1991 compreendem a gera&ccedil;&atilde;o Y e aquelas nascidas a partir de 1992 fazem parte da gera&ccedil;&atilde;o Z.</p>      <p>Estudos t&ecirc;m sido realizados associando os jovens universit&aacute;rios, pertencentes &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es Y e Z, &agrave;s quest&otilde;es ambientais. Como exemplo, citamse pesquisas que buscaram identificar a influ&ecirc;ncia da consci&ecirc;ncia ambiental dos estudantes e suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo sustent&aacute;vel (Bedante, 2004); a proposi&ccedil;&atilde;o de uma escala de consumo sustent&aacute;vel (Ribeiro & Veiga, 2011); e, explora&ccedil;&atilde;o da no&ccedil;&atilde;o de conduta sustent&aacute;vel (Diniz, 2010).</p>      <p>Os indiv&iacute;duos mais jovens tendem a ser mais sens&iacute;veis &agrave;s quest&otilde;es ambientais (Straughan & Roberts, 1999). Os universit&aacute;rios apresentam consci&ecirc;ncia ecol&oacute;gica e ambiental, ligada &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o da vida e das condi&ccedil;&otilde;es de coexist&ecirc;ncia da humanidade e &agrave; natureza (Cardoso & Cairr&atilde;o, 2007).</p>      <p>Partindo dessas considera&ccedil;&otilde;es, buscou-se identificar a influ&ecirc;ncia da gera&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es entre os constructos do estudo:</p>      <p>H1 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre atitudes ambientais e comportamento de compra verde;</p>     <p>H2 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e comportamento de compra verde;</p>     <p>H3 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre gravidade percebida e comportamento de compra verde;</p>     <p>H4 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre responsabilidade ambiental e comportamento de compra verde;</p>     <p>H5 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre influ&ecirc;ncia social e comportamento de compra verde;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>H6 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre autoimagem e comportamento de compra verde;</p>     <p>H7 - a gera&ccedil;&atilde;o &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre comportamento inovador e comportamento de compra verde.</p>      <p>O g&ecirc;nero &eacute; outro elemento que exerce influencia no consumo. Bacellar, Gouveia e Miranda (2006) atentam para a necessidade de considerar as mudan&ccedil;as socioculturais e seus reflexos no comportamento de consumo de homens e mulheres, uma vez que os pap&eacute;is masculinos e femininos est&atilde;o em constante transforma&ccedil;&atilde;o.</p>      <p>CConsiderando, especificamente, a dimens&atilde;o ambiental, Ottman (1998) afirma que as mulheres s&atilde;o mais receptivas a apelos de marketing ambiental do que os homens. Corroborando, Roberts (1996) e Barreiros, Ferreira e Vieira (2004) verificaram que as mulheres apresentam maior consci&ecirc;ncia ecol&oacute;gica e inten&ccedil;&atilde;o de comportamento pr&oacute;-ambiental, em compara&ccedil;&atilde;o aos homens.</p>      <p>Lee (2009) justifica esse fato, ao relatar que as mulheres s&atilde;o associadas ao cuidado da casa e da fam&iacute;lia, o que as torna mais preocupadas com as amea&ccedil;as ambientais para a sa&uacute;de e seguran&ccedil;a, al&eacute;m de desenvolverem o comportamento ambientalmente mais relevante em casa, como economia de energia e compra de produtos pr&oacute;-ambientais. Em seu estudo, constatou que o g&ecirc;nero feminino apresentou significativamente maior grau de atitude ambiental, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, gravidade percebida de problemas ambientais, responsabilidade ambiental percebida, influ&ecirc;ncia social e comportamento de compra verde; e, o g&ecirc;nero masculino, por sua vez, obteve significativamente maior grau na avalia&ccedil;&atilde;o da autoimagem na prote&ccedil;&atilde;o ambiental.</p>      <p>A partir do exposto, buscou-se identificar a influ&ecirc;ncia do g&ecirc;nero nas rela&ccedil;&otilde;es entre os constructos do estudo:</p>       <p>H8 – o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre atitudes ambientais e comportamento de compra verde;</p>     <p>H9 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e comportamento de compra verde;</p>     <p>H10 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre gravidade percebida e comportamento de compra verde;</p>     <p>H11 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre responsabilidade ambiental e comportamento de compra verde;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>H12 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre influ&ecirc;ncia social e comportamento de compra verde;</p>     <p>H13 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre autoimagem e comportamento de compra verde;</p>     <p>H14 - o g&ecirc;nero &eacute; um fator moderador na rela&ccedil;&atilde;o causal entre comportamento inovador e comportamento de compra verde.</p>      <p>Na <a href="#f1">Figura 1</a> est&atilde;o apresentadas as hip&oacute;teses do estudo.</p>      <p align="center"><a name="f1"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07f1.jpg"></p>      <p><b>3. M&Eacute;TODO DO ESTUDO</b></p>      <p>O estudo caracteriza-se como pesquisa descritiva e causal, de cunho quantitativo. Os planos da pesquisa descritiva s&atilde;o estruturados e criados para medir as caracter&iacute;sticas descritas em uma quest&atilde;o de pesquisa (Hair, Babin, Money & Samouel, 2005). Conforme Malhotra (2006), a pesquisa causal apresentase como conclusiva e possui o objetivo de obter evid&ecirc;ncias relativas a rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito (causais).</p>      <p>O modelo te&oacute;rico utilizado no estudo levou em considera&ccedil;&atilde;o a investiga&ccedil;&atilde;o de Lee (2008), que agrupou sete fatores a partir de pesquisas anteriores (Kaiser, Wölfing & Fuhrer, 1999; Schultz et al., 2004; Garcia- Mira, Real & Romay, 2005; Manzo & Weinstein, 1987; Lee, 2007; Ryan, 2001), e o estudo sobre comportamento de inova&ccedil;&atilde;o do consumidor, de Doughfous, Petrof e Pons (1999).</p>      <p>O modelo foi composto por nove constructos: influ&ecirc;ncia social (IS) que compreende 6 vari&aacute;veis, atitude ambiental (A) engloba 7 vari&aacute;veis, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental (PA) possui 4 vari&aacute;veis, gravidade percebida dos problemas ambientais (G) &eacute; composto por 5 vari&aacute;veis, responsabilidade ambiental percebida (R) compreende 7 vari&aacute;veis, efic&aacute;cia do comportamento ambiental (E) possui 4 vari&aacute;veis, preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem na prote&ccedil;&atilde;o ambiental (P) envolve 3 vari&aacute;veis, comportamento inovador (I) compreende 7 vari&aacute;veis e comportamento de compra verde (C) possui 4 vari&aacute;veis.</p>      <p>O modelo foi composto por nove constructos: influ&ecirc;ncia social (IS) que compreende 6 vari&aacute;veis, atitude ambiental (A) engloba 7 vari&aacute;veis, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental (PA) possui 4 vari&aacute;veis, gravidade percebida dos problemas ambientais (G) &eacute; composto por 5 vari&aacute;veis, responsabilidade ambiental percebida (R) compreende 7 vari&aacute;veis, efic&aacute;cia do comportamento ambiental (E) possui 4 vari&aacute;veis, preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem na prote&ccedil;&atilde;o ambiental (P) envolve 3 vari&aacute;veis, comportamento inovador (I) compreende 7 vari&aacute;veis e comportamento de compra verde (C) possui 4 vari&aacute;veis.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No total, o question&aacute;rio compreendeu quarenta e sete afirma&ccedil;&otilde;es, divididas nos constructos supramencionados. A escala utilizada foi do tipo Likert de cinco pontos, sendo que 1 (um) representava a total discord&acirc;ncia dos respondentes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; assertiva e 5 (cinco), a sua total concord&acirc;ncia. Tamb&eacute;m foram realizadas quest&otilde;es para verificar o perfil do respondente, tais como g&ecirc;nero, faixa et&aacute;ria, renda, curso de gradua&ccedil;&atilde;o e semestre que estuda. Ao final do processo de coleta de dados, obtevese 455 question&aacute;rios v&aacute;lidos.</p>      <p>A an&aacute;lise de dados foi realizada a partir do teste de invari&acirc;ncia, que visou identificar as influ&ecirc;ncias das gera&ccedil;&otilde;es e g&ecirc;neros como fatores moderadores nas rela&ccedil;&otilde;es causais. O teste de invari&acirc;ncia visa definir o valor do qui-quadrado e os graus de liberdade do modelo base (amostra total) e compar&aacute;-los com o modelo restritivo. Se a diferen&ccedil;a entre os valores dos qui-quadrados for significativa (p < 0,05), comprova-se que h&aacute; diferen&ccedil;as entre os modelos estruturais.</p>      <p>Para tal an&aacute;lise, foi adotado o procedimento de dividir a amostra de acordo com: a gera&ccedil;&atilde;o, consumidores da gera&ccedil;&atilde;o Y e consumidores da gera&ccedil;&atilde;o Z; e, g&ecirc;nero, respondentes do g&ecirc;nero feminino e do g&ecirc;nero masculino. Adotou-se a abordagem de Shah (2009) e Osajima, Sternquist e Manjeshwar (2010) para classificar as gera&ccedil;&otilde;es, sendo que a gera&ccedil;&atilde;o Y compreendeuos consumidores nascidos entre os anos 1977 a 1991, e, a gera&ccedil;&atilde;o Z os nascidos a partir de 1992.</p>      <p><b>4. APRESENTAÇÂO DOS RESULTADOS</b></p>      <p>A amostra foi composta por 255 respondentes do sexo feminino (56%) e 200 do sexo masculino (44%), apresentando uma distribui&ccedil;&atilde;o relativamente homog&ecirc;nea. Considerando a idade, os acad&ecirc;micos foram divididos na gera&ccedil;&atilde;o Y (pessoas de 22 a 36 anos) e gera&ccedil;&atilde;o Z (com ou menos de 21 anos). A gera&ccedil;&atilde;o Z compreendeu 241 acad&ecirc;micos (53%) e a gera&ccedil;&atilde;o Y, 214 respondentes (47%). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda mensal familiar, a maior parte dos acad&ecirc;micos apresenta renda de R$ 1.000,01 a R$ 2.500,00, representando 31% do total (122 respostas); e, a faixa de renda com menor frequ&ecirc;ncia foi a de R$ 5.500,01 a R$ 7.000,00, com 5,34% do total (21 respostas). A grande parte dos acad&ecirc;micos est&aacute; cursando at&eacute; o 5° semestre do curso de gradua&ccedil;&atilde;o, representando 72% do total.</p>      <p>Para a an&aacute;lise das primeiras sete hip&oacute;teses, utilizou-se a constru&ccedil;&atilde;o de dois modelos estruturais, um para a gera&ccedil;&atilde;o Y e outro para a gera&ccedil;&atilde;o Z. A gera&ccedil;&atilde;o Y compreende consumidores nascidos entre os anos 1977 a 1991, ou seja, de 22 a 36 anos, enquanto que a gera&ccedil;&atilde;o Z engloba os nascidos a partir de 1992, com ou menos de 21 anos (Shah, 2009; Osajima, Sternquist & Manjeshwar, 2010).</p>      <p>Os dados foram divididos em dois grupos: gera&ccedil;&atilde;o Y (n = 214) e gera&ccedil;&atilde;o Z (n = 241) para a realiza&ccedil;&atilde;o da Modelagem de Equa&ccedil;&otilde;es Estruturais se  parada para cada amostra. Na <a href="#t1">Tabela 1</a>, est&atilde;o apresentados os resultados para o teste de hip&oacute;teses considerando a gera&ccedil;&atilde;o como fator moderador.</p>      <p align="center"><a name="t1"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07t1.jpg"></p>      <p>Considerando as hip&oacute;teses que contemplavam a gera&ccedil;&atilde;o como fator moderador, foram confirmadas duas proposi&ccedil;&otilde;es para as duas gera&ccedil;&otilde;es Y e Z (H2 e H5) e as demais hip&oacute;teses n&atilde;o foram confirmadas (H1, H3, H4, H6 e H7). A hip&oacute;tese H2, que compreendia a rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde, foi confirmada para ambas as gera&ccedil;&otilde;es. A gera&ccedil;&atilde;o Y apresentou rela&ccedil;&atilde;o mais forte (ß = 0,310) em compara&ccedil;&atilde;o a gera&ccedil;&atilde;o Z (ß = 0,154).</p>      <p>A associa&ccedil;&atilde;o entre influ&ecirc;ncia social e compra verde (H5) foi comprovada para ambas as gera&ccedil;&otilde;es, sendo que a gera&ccedil;&atilde;o Z obteve rela&ccedil;&atilde;o mais forte (ß = 0,546) do que a gera&ccedil;&atilde;o Y (ß = 0,401). Straughan e Roberts (1999) consideram que os indiv&iacute;duos mais jovens tendem a ser mais sens&iacute;veis &agrave;s quest&otilde;es ambientais. Corroborando, Hume (2010) verificou que os consumidores da gera&ccedil;&atilde;o Y s&atilde;o considerados socialmente, economicamente  e ambientalmente conscientes, no entanto, existe contradi&ccedil;&atilde;o entre o que pensam e o que praticam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A fim de identificar se as diferen&ccedil;as obtidas entre as duas gera&ccedil;&otilde;es s&atilde;o estatisticamente significativas, foi efetuado o Teste de Invari&acirc;ncia, o qual consiste em, a partir do modelo base, realizar o c&aacute;lculo do qui-quadrado (X<sup>2</sup>) do modelo restritivo, verificando se a diferen&ccedil;a encontrada &eacute; significativa (p = 0,000). Assim, para comprovar se a gera&ccedil;&atilde;o interfere no modelo proposto, foi realizado o Teste de Invari&acirc;ncia (<a href="#t2">Tabela 2</a>), ou seja, a partir do modelo base foi realizado o c&aacute;lculo do qui-quadrado (X<sup>2</sup>) do modelo restritivo e observou-se que a diferen&ccedil;a encontrada &eacute; significativa (p=0,000), comprovando que h&aacute; diferen&ccedil;as entre os modelos estruturais.</p>      <p align="center"><a name="t2"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07t2.jpg"></p>      <p>O Teste de Invari&acirc;ncia dos par&acirc;metros foi realizado com a imposi&ccedil;&atilde;o restritiva em cada um dos constructos, no intuito de torn&aacute;-los invariantes nos dois grupos comparativos. As restri&ccedil;&otilde;es foram feitas apenas para os constructos, n&atilde;o sendo realizado o procedimento para cada vari&aacute;vel individual (o que justifica a pequena diferen&ccedil;a entre os graus de liberdade-&Delta;gl) e os resultados foram comparados com os do modelo base.</p>      <p>As hip&oacute;teses consideradas para o Teste de Invari&acirc;ncia foram: H2 (compra verde &larr; preocupa&ccedil;&atilde;o) e H5 (compra verde &larr; influ&ecirc;ncia social). As demais hip&oacute;teses n&atilde;o foram testadas em fun&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o terem sido confirmadas para as gera&ccedil;&otilde;es.</p>      <p>Os resultados demonstraram que h&aacute; diferen&ccedil;as significativas entre os modelos das gera&ccedil;&otilde;es Y e Z. O valor obtido pelo qui-quadrado do modelo base foi de 712,421 com 42 graus de liberdade e o valor do modelo restritivo foi de 716,423 com 49 graus de liberdade. Dessa forma, a diferen&ccedil;a dos qui-quadrados (&Delta; ?<sup>2</sup>) foi de 4,011 com signific&acirc;ncia de 0,042, comprovando que h&aacute; diferen&ccedil;as nos modelos estruturais.</p>      <p>O Teste de Invari&acirc;ncia demonstrou a exist&ecirc;ncia das diferen&ccedil;as apontadas na <a href="#t1">Tabela 1</a>, indicando que as diferen&ccedil;as entre as rela&ccedil;&otilde;es causais s&atilde;o significativamente diferentes para a gera&ccedil;&atilde;o Y e para a gera&ccedil;&atilde;o Z. Constatase, assim, que: a rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde &eacute; mais forte na gera&ccedil;&atilde;o Y, pois a diferen&ccedil;a de qui-quadrado foi significativa (&Delta; ?<sup>2</sup>= 4,069 com signific&acirc;ncia de 0,039); e, o impacto da influ&ecirc;ncia social no comportamento de compra verde &eacute; mais forte para os consumidores da gera&ccedil;&atilde;o Z, uma vez que a diferen&ccedil;a de qui-quadrado foi significativa (&Delta; ?<sup>2</sup>= 6,144 com signific&acirc;ncia de 0,017). Assim, as hip&oacute;teses H2 e H5 foram confirmadas atrav&eacute;s do Teste de Invari&acirc;ncia e os resultados demonstraram o impacto da gera&ccedil;&atilde;o nessas duas rela&ccedil;&otilde;es.</p>      <p>Para a an&aacute;lise das sete hip&oacute;teses seguintes foi utilizado o mesmo m&eacute;todo, que consistiu na constru&ccedil;&atilde;o de dois modelos estruturais, um para g&ecirc;nero feminino e outro para o g&ecirc;nero masculino. Assim, foi realizada a divis&atilde;o dos dados em dois grupos: g&ecirc;nero feminino (n = 255) e g&ecirc;nero masculino (n = 200), no intuito de realizar a Modelagem de Equa&ccedil;&otilde;es Estruturais separada para cada amostra. Os resultados do teste de hip&oacute;teses considerando o g&ecirc;nero como moderador est&atilde;o apresentados na <a href="#t3">Tabela 3</a>.</p>      <p align="center"><a name="t3"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07t3.jpg"></p>      <p>As hip&oacute;teses que compreendiam o g&ecirc;nero como fator moderador resultaram em duas proposi&ccedil;&otilde;es confirmadas para os ambos os g&ecirc;neros (H9 e H12), duas hip&oacute;teses confirmadas apenas para o g&ecirc;nero feminino (H13 e H14) e as demais proposi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram confirmadas (H8, H10 e H11).</p>       <p>De forma similar aos resultados obtidos na an&aacute;lise da gera&ccedil;&atilde;o como fator moderador, tamb&eacute;m se confirmaram as hip&oacute;teses que relacionavam preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde (H9); e, influ&ecirc;ncia social e compra verde (H12). Assim, a rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde (H9) foi confirmada para ambos os g&ecirc;neros, sendo que os homens demonstraram uma rela&ccedil;&atilde;o mais forte (ß = 0,250) do que os as mulheres (ß = 0,237).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O g&ecirc;nero masculino ainda apresentou rela&ccedil;&atilde;o mais forte (ß = 0,518) em compara&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero feminino (ß = 0,428) no tocante a associa&ccedil;&atilde;o entre influ&ecirc;ncia social e compra verde (H12). Essa hip&oacute;tese foi confirmada para ambos os g&ecirc;neros.</p>      <p>As hip&oacute;teses H13 e H14 que abordavam, respectivamente, a rela&ccedil;&atilde;o entre autoimagem e compra verde; e, a associa&ccedil;&atilde;o entre comportamento inovador e compra verde foram confirmadas somente para o g&ecirc;nero feminino. Os resultados foram significativos para o g&ecirc;nero feminino com grau de 13% (ß = 0,130; p = 0,020) referente a H13 e grau de 13,1% no caso da H14 (ß = 0,131; p = 0,018).</p>      <p>Visando verificar se as diferen&ccedil;as obtidas entre os dois g&ecirc;neros s&atilde;o estatisticamente significativas, foi efetuado o Teste de Invari&acirc;ncia (<a href="#t4">Tabela 4</a>). Dessa forma, a partir do modelo base foi realizado o c&aacute;lculo do quiquadrado (?<sup>2</sup>) do modelo restritivo e observou-se que a diferen&ccedil;a encontrada &eacute; significativa (p=0,000), comprovando que h&aacute; diferen&ccedil;as entre os modelos estruturais.</p>      <p align="center"><a name="t4"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07t4.jpg"></p>      <p>Ent&atilde;o, procedeu-se o Teste de Invari&acirc;ncia dos par&acirc;metros com a imposi&ccedil;&atilde;o restritiva em cada um dos constructos, no intuito de torn&aacute;-los invariantes nos dois grupos comparativos. As restri&ccedil;&otilde;es foram feitas apenas para os constructos, n&atilde;o sendo realizado o procedimento para cada vari&aacute;vel individual e os resultados foram comparados com os do modelo base.</p>      <p>As hip&oacute;teses consideradas para o Teste de Invari&acirc;ncia foram: H9 (compra verde &larr; preocupa&ccedil;&atilde;o) e H12 (compra verde &larr; influ&ecirc;ncia social). As demais hip&oacute;teses n&atilde;o foram submetidas ao referido Teste devido aos motivos: H8, H10 e H11 n&atilde;o foram confirmadas para nenhum g&ecirc;nero; e, H13 e H14 foram confirmadas somente para o g&ecirc;nero feminino.</p>      <p>Os resultados indicam que existem diferen&ccedil;as significativas entre os modelos dos g&ecirc;neros feminino e masculino. O valor alcan&ccedil;ado pelo qui-quadrado do modelo base foi de 710,462 com 42 graus de liberdade e o valor do modelo restritivo foi de 714,361 com 49 graus de liberdade. Dessa forma, a diferen&ccedil;a dos qui-quadrados (&Delta; ?<sup>2</sup>) foi de 3,899 com signific&acirc;ncia de 0,049, demonstrando que h&aacute; diferen&ccedil;as nos modelos estruturais.</p>      <p>A diferen&ccedil;a apontada na Tabela 3 para a associa&ccedil;&atilde;o entre influ&ecirc;ncia social e compra verde (H12) foi comprovada, evidenciando que a diferen&ccedil;a da rela&ccedil;&atilde;o causal &eacute; significativamente diferente para os g&ecirc;neros feminino e masculino, sendo que no g&ecirc;nero masculino a rela&ccedil;&atilde;o &eacute; mais forte, pois a diferen&ccedil;a de qui-quadrado foi significativa (&Delta; ?<sup>2</sup> = 5,428 com signific&acirc;ncia de 0,028).</p>      <p>No entanto, n&atilde;o foi poss&iacute;vel confirmar que a diferen&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde (H8) &eacute; significativamente diferente. Nesse sentido, verificou-se que a diferen&ccedil;a de qui-quadrado n&atilde;o foi significativa (&Delta; ?<sup>2</sup>= 0,008 com signific&acirc;ncia de 0,929).</p>      <p>Assim, a hip&oacute;tese H12 n&atilde;o foi rejeitada atrav&eacute;s do Teste de Invari&acirc;ncia e os resultados demonstraram o impacto do g&ecirc;nero nessa associa&ccedil;&atilde;o. J&aacute; a hip&oacute;tese H8 foi rejeitada atrav&eacute;s do Teste de Invari&acirc;ncia, indicando que n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a entre os g&ecirc;neros na percep&ccedil;&atilde;o da rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em s&iacute;ntese, evidenciou-se que o g&ecirc;nero interfere significativamente nas rela&ccedil;&otilde;es investigadas, pois das sete hip&oacute;teses testadas, tr&ecirc;s (H12, H13 e H14) foram confirmadas com diferen&ccedil;as significativas entre mulheres e homens.</p>      <p>Observouse que o g&ecirc;nero feminino apresenta percep&ccedil;&atilde;o ambiental mais favor&aacute;vel do que o masculino, sendo que tr&ecirc;s hip&oacute;teses foram confirmadas para as mulheres, enquanto que uma foi constatada para os homens. Os resultados obtidos em rela&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero s&atilde;o corroborados por estudos como de Velter (2011), que identificou que as mulheres apresentam uma consci&ecirc;ncia ecol&oacute;gica superior &agrave; consci&ecirc;ncia dos homens; Lee (2009) que verificou avalia&ccedil;&atilde;o significativamente maior das mulheres em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; atitude ambiental, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, gravidade percebida de problemas ambientais, responsabilidade ambiental, a influ&ecirc;ncia dos pares e comportamento de compra verde.</p>      <p>No <a href="#q2">Quadro 2</a>, &eacute; apresentada a compara&ccedil;&atilde;o entre as influ&ecirc;ncias da gera&ccedil;&atilde;o e do g&ecirc;nero como fatores moderadores.</p>      <p align="center"><a name="q2"></a><img src="img/revistas/pege/n41/n41a07q2.jpg"></p>      <p>Considerando a gera&ccedil;&atilde;o como fator moderador nas rela&ccedil;&otilde;es causais, verificouse influ&ecirc;ncia significativa em duas hip&oacute;teses. J&aacute; o g&ecirc;nero interfere significativamente em tr&ecirc;s hip&oacute;teses, indicando que as mulheres apresentam percep&ccedil;&atilde;o mais favor&aacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o ao meio ambiente, em compara&ccedil;&atilde;o aos homens.</p>      <p><b>5. CONSIDERAGüES FINAIS</b></p>      <p>O estudo teve como objetivo geral verificar se a gera&ccedil;&atilde;o e o g&ecirc;nero (fatores moderadores) interferem nas rela&ccedil;&otilde;es entre compra verde e atitude ambiental, influ&ecirc;ncia social, preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental, gravidade percebida dos problemas ambientais, responsabilidade ambiental, preocupa&ccedil;&atilde;o com a autoimagem e comportamento inovador. Para tanto, foi realizada uma pesquisa descritiva e causal com base nas investiga&ccedil;&otilde;es de Lee (2008) e de Doughfous, Petrof e Pons (1999).</p>      <p>As sete primeiras hip&oacute;teses buscaram identificar a influ&ecirc;ncia da gera&ccedil;&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es causais. Duas proposi&ccedil;&otilde;es foram confirmadas para as gera&ccedil;&otilde;es Y e Z (H2 e H5) e as demais hip&oacute;teses n&atilde;o foram confirmadas (H1, H3, H4, H6 e H7). A hip&oacute;tese H2, que compreendia a rela&ccedil;&atilde;o entre preocupa&ccedil;&atilde;o ambiental e compra verde, foi confirmada para ambas as gera&ccedil;&otilde;es, sendo que a gera&ccedil;&atilde;o Y apresentou rela&ccedil;&atilde;o mais forte em compara&ccedil;&atilde;o a gera&ccedil;&atilde;o Z. A hip&oacute;tese 5, tamb&eacute;m confirmada para ambas as gera&ccedil;&otilde;es, indicou que o impacto da influ&ecirc;ncia social no comportamento de compra verde &eacute; mais forte para os consumidores da gera&ccedil;&atilde;o Z.</p>      <p>As hip&oacute;teses seguintes verificaram a influ&ecirc;ncia do g&ecirc;nero como moderador nas rela&ccedil;&otilde;es causais. Do total de sete hip&oacute;teses, uma foi confirmada para os ambos os g&ecirc;neros (H12), duas hip&oacute;teses confirmadas apenas para o g&ecirc;nero feminino (H13 e H14) e as demais proposi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o foram confirmadas (H8, H10 e H11).</p>      <p>O g&ecirc;nero masculino apresentou rela&ccedil;&atilde;o mais forte (ß = 0,518) em compara&ccedil;&atilde;o ao g&ecirc;nero feminino (ß = 0,428) no tocante a associa&ccedil;&atilde;o entre influ&ecirc;ncia social e compra verde (H12), sendo que essa hip&oacute;tese foi confirmada para ambos os g&ecirc;neros. As hip&oacute;teses H13 e H14 que abordavam, respectivamente, a rela&ccedil;&atilde;o entre autoimagem e compra verde; e, a associa&ccedil;&atilde;o entre comportamento inovador e compra verde foram confirmadas somente para o g&ecirc;nero feminino. Os resultados foram significativos para o g&ecirc;nero feminino com grau de 13% (ß = 0,130; p = 0,020) referente a H13 e grau de 13,1% no caso da H14 (ß = 0,131; p = 0,018).</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O estudo apresenta implica&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter acad&ecirc;mico e gerencial. No campo acad&ecirc;mico, a pesquisa contribui com a discuss&atilde;o a cerca da segmenta&ccedil;&atilde;o de mercado, que busca atender cada p&uacute;blico de acordo com suas especificidades, considerando, por exemplo, g&ecirc;nero e faixa et&aacute;ria. Em termos gerenciais, o estudo apresentou considera&ccedil;&otilde;es para os gestores e profissionais de marketing no tocante &agrave;s diferen&ccedil;as percebidas das gera&ccedil;&otilde;es Y e Z, assim como dos g&ecirc;neros feminino e masculino, no intuito de que promovam estrat&eacute;gias adequadas ao p&uacute;blico-alvo.</p>      <p>A investiga&ccedil;&atilde;o apresenta limita&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; amostra ser composta apenas por jovens acad&ecirc;micos, o que implica em n&atilde;o ser pass&iacute;vel de generaliza&ccedil;&atilde;o. Dessa forma, sugere-se a replica&ccedil;&atilde;o desse estudo, englobando diferentes amostras, de faixas et&aacute;rias e contextos distintos.</p>  <hr>     <p><b>REFERÊNCIAS</b></p>      <!-- ref --><p>Bacellar, F. C.; Gouveia, T. M. O. A. & Miranda, L. C. (2006). Homens v&atilde;o &agrave;s compras no supermercado: atitudes, opini&otilde;es e h&aacute;bitos. <i>Anais dos Semin&aacute;rios em Administra&ccedil;&atilde;o, 9. </i>Sao Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214949&pid=S1657-6276201600020000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Barreiros, F.; Ferreira, M. P. & Vieira, J. (2004). Sentimentos e comportamentos em mat&eacute;ria ambiental: detec&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as entre g&eacute;nero e grupos profissionais. <i>Notas Econômicas,</i> 19(1), 49-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214951&pid=S1657-6276201600020000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Bedante, G. N. (2004). A <i>influ&ecirc;ncia da consci&ecirc;ncia ambiental e das atitudes em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo sustent&aacute;vel na inten&ccedil;&atilde;o de compra de produtos ecologicamente embalados.</i> Porto Alegre, 2004. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93; - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Escola de Administra&ccedil;&atilde;o.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214953&pid=S1657-6276201600020000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Canizares, S. M. S. & Garcia, F. J. F. (2013). Women and Entrepreneurship: An Analysis in the Spanish University Context. <i>Revista de Ciencias Sociales,</i> 19(1), 140-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214955&pid=S1657-6276201600020000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Cardoso, A. J. M. & Cairr&atilde;o, A. M. C. L. (2007). Os jovens universit&aacute;rios e o consumo sustent&aacute;vel. A sua influ&ecirc;ncia na compra de produtos ecol&oacute;gicos. <i>Revista da Faculdade de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia,</i> 4, 124-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214957&pid=S1657-6276201600020000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Cavalcanti, C. (2004). Uma tentativa de caracteriza&ccedil;&atilde;o da economia ecol&oacute;gica. <i>Ambiente &amp; Sociedade,</i> 7(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214959&pid=S1657-6276201600020000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Consumer International. (1998). Al&eacute;m do ano 2000: a transi&ccedil;&atilde;o para o consumo sustent&aacute;vel. In: <i>Consumo Sustent&aacute;vel,</i> Secretaria do Meio Ambiente, S&atilde;o Paulo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214961&pid=S1657-6276201600020000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Darley, W.; Luethge, D. & Thatte, A. (2008). Exploring the relationship of perceived automotive salesperson attributes, costumer satisfaction and intentions to automotive services department patronage: The moderating role of costumer gender. <i>Journal of Retailing and Consumer Services,</i> 15, 460-479.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214963&pid=S1657-6276201600020000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Dommeyer, C. & Gross, B. (2003). What consumers know and what they do: an investigation of consumer knowledge, awareness, and use of privacy protection strategies. <i>Journal of Interactive Marketing,</i> 17(2), 34-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214965&pid=S1657-6276201600020000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Doughfous, N.; Petrof, J. V. & Pons, F. (1999). Values and adoption of innovations. <i>Journal of Consumer Marketing,</i> 16(4), 314-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214967&pid=S1657-6276201600020000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>DDiniz, R. F. (2010). <i>Cuidado ambiental em tempos de sustentabilidade:</i> explorando dimens&otilde;es da conduta sustent&aacute;vel com estudantes universit&aacute;rios. Natal, 2010. &#91;Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado&#93; - Universidade Federal do Rio Grande do Norte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214969&pid=S1657-6276201600020000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Garcia, M. N.; Silva, D.; Pereira, R. S.; Rossi, G. B. & Minciotti, S. A. (2008). Inova&ccedil;&atilde;o no comportamento do consumidor: recompensa &agrave;s empresas socioambientalmente respons&aacute;veis. RAI - <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o e Inova&ccedil;&atilde;o,</i> 5(2), 73-91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214971&pid=S1657-6276201600020000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Garcia, M. C. D. & Welter, F. (2013). Gender identities and practices: Interpreting women entrepreneurs' narratives. <i>International Small Business Journal,</i> 31(4), 384-404.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214973&pid=S1657-6276201600020000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Garcia-Mira, R.; Real, J. E. & Romay, J. (2005). Temporal and spatial dimensions in the perception of environmental problems: an investigation of the concept of environmental hyperopia. <i>International Journal of Psychology,</i> 40(1), 5-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214975&pid=S1657-6276201600020000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Gouveia, V.V.; Singelis, T. M. & Coelho, J.A.P.M. (2002). Escala de Auto-Imagem: comprova&ccedil;&atilde;o da sua estrutura fatorial. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica,</i> 1(1), vers&atilde;o online.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214977&pid=S1657-6276201600020000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Hair Jr., J. F.; Babin, B.; Money, A. H. & Samouel, P. (2005). <i>Fundamentos de M&eacute;todos de Pesquisa em Administra&ccedil;&atilde;o.</i> Porto Alegre: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214979&pid=S1657-6276201600020000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Heap, B. & Kent, J. (2000). <i>Towards sustainable consumption: an European perspective.</i> London: The Royal Society.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214981&pid=S1657-6276201600020000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Hume, M. (2010). Compassion without action: Examining the young consumers consumption and attitude to sustainable consumption. <i>Journal of World Business,</i> 45, 385–394.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214983&pid=S1657-6276201600020000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Irigaray, H. A. R. & Vergara, S. C. (2009). Mulheres no Ambiente de Trabalho: Abrindo o Pacote “G&ecirc;nero”. <i>Anais do Encontro Nacional da</i> ANPAD, 33. S&atilde;o Paulo, SP, Brasil. Paulo, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214985&pid=S1657-6276201600020000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Kaiser, F. G.; Wolfing, S. & Fuhrer, U. (1999). Environmental attitude and ecological behaviour, <i>Journal of Environmental Psychology,</i> 19, 1-19.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214987&pid=S1657-6276201600020000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p> Kotler, P. & Keller, K. L. (2006). <i>Administra&ccedil;&atilde;o de marketing.</i> S&atilde;o Paulo: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214989&pid=S1657-6276201600020000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Kueh, K. & Voon, B. H. (2007). Culture and service quality Expectations: Evidence from generation Y consumers in Malaysia. <i>Managing Service Quality,</i> 17(6), 656-680.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214991&pid=S1657-6276201600020000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ladeira, W. J. (2010). Estilos de Tomada de Decis&atilde;o: Uma Investiga&ccedil;&atilde;o em Gera&ccedil;&otilde;es Diferentes. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o</i> da UNIMEP, 8(3), 184-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214993&pid=S1657-6276201600020000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Laux, F. N.; Almeida, S. O. & Pereira, R. C. F. (2005). Marketing de Gera&ccedil;&otilde;es: Constru&ccedil;&atilde;o e Teste de Escala para Avalia&ccedil;&atilde;o da Marca de Refrigerante Coca-Cola por Jovens na Fase de Transi&ccedil;&atilde;o entre as Gera&ccedil;&otilde;es X e Y. <i>Anais do Encontro Nacional da</i> ANPAD, Bras&iacute;lia, DF, Brasil, 29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214995&pid=S1657-6276201600020000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lee, K. (2009). Gender differences in Hong Kong adolescent consumers' green purchasing behavior. <i>Journal of Consumer Marketing,</i> 26 (2), 87-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214997&pid=S1657-6276201600020000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lee, K. (2008). Opportunities for green marketing: young consumers. <i>Marketing Intelligence & Planning,</i> 26(6), 573-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2214999&pid=S1657-6276201600020000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Lee, P. K. (2007). <i>The Relationships among Self-concept, Advertising, Brand Attitude and Purchase Intention: </i>A Study of Domestic Vehicles. National Cheng Kung University: Tainan City.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215001&pid=S1657-6276201600020000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Mac&ecirc;do, K. B. & Mac&ecirc;do, G. N. S. (2004). A percep&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero a partir do discurso de homens e mulheres, no contexto organizacional. <i>Anais do Encontro de Estudos Organizacionais,</i> 3. Atibaia, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215003&pid=S1657-6276201600020000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Malhotra, N. K. (2006). <i>Pesquisa de marketing:</i> uma orienta&ccedil;&atilde;o aplicada (4<sup>ª</sup>. ed.). Porto Alegre: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215005&pid=S1657-6276201600020000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Manzini, E. (2010). Metaprojeto hoje: guia para uma fase de transi&ccedil;&atilde;o. In: De Moraes, D. <i>Metaprojeto: o design do design.</i> S&atilde;o Paulo: Blücher.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215007&pid=S1657-6276201600020000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Manzo, L. C. & Weinstein, N. D. (1987). Behavioral commitment to environmental protection: a study of active and nonactive members of the Sierra club, <i>Environmental and Behaviour,</i> 19, 673-694.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215009&pid=S1657-6276201600020000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Martin, R. & Hewstone, M. (2003). Social influence processes of control and change: Conformity, obedience to authority and innovation. In: M.A. Hogg & J. Cooper (Orgs.), <i>Sage Handbook of Social Psychology.</i> London: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215011&pid=S1657-6276201600020000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Menon, A. & Menon, A. (1997). Enviropreneurial marketing strategy: the emergence of corporate environmentalism as marketing strategy. <i>Journal of Marketing,</i> 61, 51-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215013&pid=S1657-6276201600020000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Osajima, K.; Sternquist, B. & Manjeshwar, S. (2010). Japanese Materialism: A Comparison between the New Breed and Second Baby-boomer Age-cohorts. <i>Journal of Asia Business Studies,</i> 4(2), 57-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215015&pid=S1657-6276201600020000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ottman, J. (1998). <i>Green Marketing: opportunity for innovation.</i> New Yory: Mc- Graw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215017&pid=S1657-6276201600020000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ribeiro, J. A. & Veiga, R. T. (2011). Proposi&ccedil;&atilde;o de uma escala de consumo sustent&aacute;vel. <i>Revista de Administra&ccedil;&atilde;o,</i> 46(1).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215019&pid=S1657-6276201600020000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Roberts, A. J. (1996). Green consumers in 1990s: profile and implications for advertising. <i>Journal of Business Research,</i> 36(3), 217-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=2215021&pid=S1657-6276201600020000700037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>      <!-- ref --><p>Ryan, A. M. (2001). 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