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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Medidas repetidas de suporte familiar e saúde mental em mães de crianças em UTI pediátrica]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study assessed the perception of family support and mental health in mothers of children hospitalized in the Pediatric ICU (PICUs) through four measures, and two during the hospitalization, one after the high-sector and another one months of hospital discharge. Participated 14 mothers of children hospitalized in PICUs a hospital-school state of Brazil. The instruments used were: roadmap for identification, Inventory Perception of Family Support (IPSF) and General Health Questionnaire (GHQ). The results suggested significant variation in the mental health of mothers in the four moments, observing improvement to the hospital. Support family did not vary in the measures; therefore no correlation was found between mental health and family support.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2"></font><font face="verdana" size="2">       <p align="center"><font size="4"><b> Medidas repetidas de suporte familiar e sa&uacute;de mental em m&atilde;es de crian&ccedil;as em UTI pedi&aacute;trica*</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Family Support and Mental Health in Mothers of Children in a Pediatric ICU</b></font></p>      <p><b>ROSANA RIGHETTO DIAS** </b>Uniararas, Brasil</p>     <p><b>MAKILIM NUNES-BAPTISTA*** </b>Universidade S&atilde;o Francisco, Brasil</p>     <p>*    Art&iacute;culo de investigaci&oacute;n</p>     <p>** Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a e do Adolescente, Faculdades de Ci&ecirc;ncias M&eacute;dicas, Pediatria &mdash; Unicamp. Docente do Curso de Psicologia &mdash; Uniararas, Campinas, SP Brasil. Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:rosanarighetto@uol.com.br">rosanarighetto@uol.com.br</a>, <a href="mailto:rosanadias@uniararas.br">rosanadias@uniararas.br</a></p>     <p><sup>***</sup> Docente do Programa de P&oacute;s- Gradua&ccedil;&atilde;o Stricto Sensu em Psicologia da Universidade S&atilde;o Francisco (USF), Itatiba, SIP Brasil. Bolsista Produtividade &mdash; CNPq. Correo electr&oacute;nico: <a href="mailto:Makilim.Baptista@saofrancisco.edu.br">Makilim.Baptista@saofrancisco.edu.br</a></p> Recibido: octubre 31 de 2007   | Revisado: agosto 31 de 2008   | Aceptado: septiembre 21 de 2008 <hr>     <p><b>Resumo</b></p>     <p>Este estudo avaliou a percep&ccedil;&atilde;o do suporte familiar e sa&uacute;de mental em m&atilde;es de crian&ccedil;as hospitalizadas em UTI Pedi&aacute;trica (UTIP), por meio de quatro medidas, sendo duas durante a interna&ccedil;&atilde;o, uma ap&oacute;s a alta do setor e outra um m&ecirc;s da alta hospitalar. Participaram 14 m&atilde;es de crian&ccedil;as internadas na UTIP de um hospital-escola estadual do Brasil. Os instrumentos utilizados foram: roteiro de identifica&ccedil;&atilde;o, Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF) e Question&aacute;rio de Sa&uacute;de Geral (QSG). Os resultados sugeriram varia&ccedil;&atilde;o significante na sa&uacute;de mental das m&atilde;es nos quatro momentos, observandose melhora at&eacute; a alta hospitalar. O suporte familiar n&atilde;o variou nas medidas, portanto n&atilde;o se encontrou correla&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de mental e suporte familiar. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>Palavras chaves </b>Hospital, fam&iacute;lia, sa&uacute;de mental. </p>     <p><b>Palavras chaves descriptores </b>Salud mental, hospitalizaci&oacute;n, relaciones familiares.</p> <hr>     <p><b>Abstract</b></p>     <p>This study assessed the perception of family support and mental health in mothers of children hospitalized in the Pediatric ICU (PICUs) through four measures, and two during the hospitalization, one after the high-sector and another one months of hospital discharge. Participated 14 mothers of children hospitalized in PICUs a hospital-school state of Brazil. The instruments used were: roadmap for identification, Inventory Perception of Family Support (IPSF) and General Health Questionnaire (GHQ). The results suggested significant variation in the mental health of mothers in the four moments, observing improvement to the hospital. Support family did not vary in the measures; therefore no correlation was found between mental health and family support.</p>     <p> <b>Key words authors </b>Hospital; Family, Mental Health.</p>     <p> <b>Key words plus </b>Mental Health, Hospitalization, Domestic Relations.</p> <hr>     <p><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></p>     <p>A qualidade das rela&ccedil;&otilde;es familiares est&aacute; associada ao ajustamento emocional e comportamental de seus membros. Os processos de rela&ccedil;&otilde;es interpessoais familiares devem ser avaliados, considerando o ambiente intra-familiar, o ambiente que a cerca (extrafamiliar) e as modifica&ccedil;&otilde;es sociais pelas quais a mesma passa (Hill, Fonagy, Safier &amp; Sargent, 2003).</p>     <p>O conceito de suporte social &eacute; fundamental para definir a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es familiares. O suporte social compreende um importante recurso que envolve transa&ccedil;&otilde;es interpessoais, relacionadas &agrave; conjuntura emocional, ao aux&iacute;lio instrumental e &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es ou estimativas para a aplica&ccedil;&atilde;o de mecanismos de enfrentamento na redu&ccedil;&atilde;o dos efeitos estressores negativos sobre os indiv&iacute;duos envolvidos nessas intera&ccedil;&otilde;es, durante situa&ccedil;&otilde;es de conflitos diversas (Carlson &amp; Perrew&eacute;, 1999). Nesse sentido, considerase o suporte familiar como um dos recursos que compreendem a sistem&aacute;tica do suporte social. O suporte familiar apresentase como um construto de dif&iacute;cil operacionaliza&ccedil;&atilde;o, em raz&atilde;o da falta de consenso dos termos e de embasamento te&oacute;rico diversos utilizados em sua formula&ccedil;&atilde;o (Bray, 1995). De forma geral, pode ser considerado como um construto promissor no sentido de estar associado diretamente &agrave; sa&uacute;de mental e ao amortecimento de eventos negativos da vida (Harris &amp; Molock, 2000; McCurdy &amp; Daro, 2001; Jaccard &amp; Ramey, 2001; Miller &amp; Darlington, 2002; Baider, Ever-Hadani, Goldzweig, Wygoda &amp; Peretz, 2003).</p>     <p>O suporte familiar pode ser compreendido por meio da constitui&ccedil;&atilde;o das suas dimens&otilde;es, tais como comunica&ccedil;&atilde;o, conflito, resolu&ccedil;&atilde;o de problemas, afetividade, v&iacute;nculos, intimidade, individua&ccedil;&atilde;o, consist&ecirc;ncia de regras, autonomia, dentre outras (Bray, 1995). Por essa raz&atilde;o, apresentam-se as descri&ccedil;&otilde;es das medidas de an&aacute;lise que constituem o Invent&aacute;rio de Suporte Familiar (IPSF) utilizado neste trabalho, para que se tenha a compreens&atilde;o do construto de suporte familiar avaliado nesta pesquisa, denominado Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF). Baptista (2005) define o suporte familiar de acordo com dimens&otilde;es encontradas no desenvolvimento de seu instrumento. A dimens&atilde;o Afetivo-Consistente do IPSF &eacute; definida como o v&iacute;nculo emocional que os membros da fam&iacute;lia possuem uns com os outros, sendo composta por limites, coaliz&otilde;es, disponibilidade de tempo em conjunto, tomada de decis&otilde;es, interesses e recrea&ccedil;&otilde;es, apresentando o car&aacute;ter da clareza nos pap&eacute;is e regras dos integrantes da fam&iacute;lia, bem como a habilidade nas estrat&eacute;gias de enfrentamento de situa&ccedil;&otilde;es-problema. A segunda dimens&atilde;o Adapta&ccedil;&atilde;o Familiar refere-se &agrave; express&atilde;o de sentimentos positivos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fam&iacute;lia, como inclus&atilde;o, compreens&atilde;o, sentimento de perten&ccedil;a, di&aacute;logo, respeito, entre outros. A terceira dimens&atilde;o, Autonomia Familiar, considera a percep&ccedil;&atilde;o de autonomia que o indiv&iacute;duo tem de sua fam&iacute;lia, o que denota rela&ccedil;&otilde;es de confian&ccedil;a, privacidade e liberdade entre os membros da fam&iacute;lia.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O suporte familiar parece estar associado tamb&eacute;m &agrave; sa&uacute;de mental de cuidadores de indiv&iacute;duos acamados. Miller e Darlington (2002) salientam a import&acirc;ncia da identifica&ccedil;&atilde;o de quem presta suporte ao cuidador/familiar, caracterizando diversas rela&ccedil;&otilde;es, dentre elas: as parentais (pais, filhos); de outros familiares (tios, av&oacute;s, etc.); amigos, vizinhos ou outros membros da comunidade e dos servi&ccedil;os formais de cuidado &agrave; crian&ccedil;a para a promo&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de mental aos cuidadores. Quanto ao funcionamento familiar na &aacute;rea da sa&uacute;de, Ross e Mirowsky (2002) acrescentam que o suporte familiar tamb&eacute;m est&aacute; diretamente relacionado com o aumento do senso de seguran&ccedil;a para a sobreviv&ecirc;ncia em indiv&iacute;duos com constantes crises de sa&uacute;de. Tomandose como base a proposta do estudo em quest&atilde;o, acrescenta- se a relev&acirc;ncia da considera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental do cuidador.</p>     <p>Johnson et al. (1995) afirmam a possibilidade da discrimina&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as quanto aos pap&eacute;is desenvolvidos e responsabilidades nos membros familiares durante um per&iacute;odo de doen&ccedil;a cr&iacute;tica, como a hospitaliza&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as em UTI. Board e Ryan-Wenger (2002) estudaram os efeitos a longo prazo da hospitaliza&ccedil;&atilde;o em UTIP no que diz respeito ao funcionamento familiar. Para tal, compararam fam&iacute;lias de crian&ccedil;as na UTIP, fam&iacute;lias com crian&ccedil;as hospitalizadas em unidades de cuidado geral e fam&iacute;lias de crian&ccedil;as doentes mas n&atilde;o hospitalizadas. As fam&iacute;lias foram acompanhadas por um per&iacute;odo de seis meses ap&oacute;s a doen&ccedil;a da crian&ccedil;a. Os resultados indicaram que o estresse dos pais dura bastante tempo ap&oacute;s a hospitaliza&ccedil;&atilde;o e que as fam&iacute;lias se percebem como mais disfuncionais que antes da hospitaliza&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Outros estudos longitudinais, como os de Youngblut e Shiao (1993), Tomlinson Harbaugh, Kotchevar e Swanson (1995); Balluffi, Kassam-Adams, Kazak, Tucker, Dominguez e Helfaer (2004); Youngblut e Lauzon (1995); e, Board e Ryan-Wenger (2003), em ambientes de UTIP, demonstraram que pais de crian&ccedil;as hospitalizadas sofrem mudan&ccedil;as comportamentais f&iacute;sicas e psicol&oacute;gicas, presum&iacute;veis diante do estresse vivenciado. Relacionam, dentre as vari&aacute;veis para o controle desses comportamentos, o suporte social e familiar, o tempo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o, a gravidade do quadro da doen&ccedil;a da crian&ccedil;a e os dados sociodemogr&aacute;ficos, entre outros aspectos.</p>     <p>Craft, Buckwalter, Nicholson e Megivern (1993) referem que a hospitaliza&ccedil;&atilde;o de pacientes criticamente enfermos tornase estressante para os familiares que por sua vez podem responder a este evento, apresentando uma crise.. A resposta do indiv&iacute;duo em situa&ccedil;&otilde;es de crise, ou seja, a perturba&ccedil;&atilde;o apresentada neste momento pode envolver tamb&eacute;m, segundo Freeman e Dattilio (2004), respostas ou sintomas de ansiedade e depress&atilde;o, ou seja, o comprometimento de sa&uacute;de mental, al&eacute;m da f&iacute;sica. Em rea&ccedil;&otilde;es consideradas como mais graves, pode ocorrer uma desorganiza&ccedil;&atilde;o generalizada em termos de capacidade reduzida para solucionar problemas, como a confus&atilde;o cognitiva (pensamentos distorcidos), comportamental (a&ccedil;&atilde;o de modo aleat&oacute;rio e n&atilde;o habitual) ou emocional (labilidade).</p>     <p>Balluffi et al. (2004) avaliaram a preval&ecirc;ncia de desordens de estresse agudo e p&oacute;s-traum&aacute;tico em pais cujas crian&ccedil;as foram internadas em UTIP. Os resultados encontrados apontaram que 32% dos 272 pais avaliados preencheram os crit&eacute;rios para o diagn&oacute;stico de estresse agudo e 21% dos 161 pais que foram avaliados um tempo ap&oacute;s a interna&ccedil;&atilde;o preencheram os crit&eacute;rios para o diagn&oacute;stico de desordem de estresse p&oacute;s-traum&aacute;tico.</p>     <p>Youngblut e Shiao (1993), ao avaliarem as rea&ccedil;&otilde;es da fam&iacute;lia de crian&ccedil;as criticamente enfermas, em um estudo de levantamento com duas medidas durante 24 horas ap&oacute;s a admiss&atilde;o e ap&oacute;s a alta da UTI (duas a quatro semanas), acabaram por concluir que a admiss&atilde;o da crian&ccedil;a nesta unidade &eacute; estressante para pais, independente da gravidade da doen&ccedil;a. Os participantes deste estudo compreenderam nove m&atilde;es e pais de crian&ccedil;as de cinco anos de idade e os resultados apontaram que a percep&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e sobre sua fam&iacute;lia, como em rela&ccedil;&atilde;o ao funcionamento e a coes&atilde;o entre os membros da mesma, podem ser negativamente afetados, sendo que estes efeitos podem tamb&eacute;m afetar e comprometer a sa&uacute;de da crian&ccedil;a.</p>     <p>Segundo Baldini, Krebs, Ceccon e Vaz (1998), em uma revis&atilde;o da literatura que realizaram em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s rea&ccedil;&otilde;es dos pais quanto &agrave; interna&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a em UTIP, foram observadas as seguintes fases e respostas comportamentais: primeira (aproximadamente doze horas ap&oacute;s a admiss&atilde;o) - passam por per&iacute;odo de choque, acompanhado pelo sentimento de falta de esperan&ccedil;a, comportamentos de ins&ocirc;nia etc.; segunda (continuidade da crise anterior), com repeti&ccedil;&atilde;o destes sintomas por v&aacute;rios dias, aumentando os sinais de ansiedade e prejudicando o contato com o filho enfermo, e a terceira fase, denominada de expectativa, com dura&ccedil;&atilde;o de horas ou dias que correspondem ao per&iacute;odo no qual a crian&ccedil;a se encontra est&aacute;vel, por&eacute;m sem apresentar uma melhora cl&iacute;nica significativa. Durante todas as fases podem ocorrer sentimentos de raiva, rea&ccedil;&otilde;es hostis contra a equipe de sa&uacute;de em algumas fam&iacute;lias e passividade em outras, al&eacute;m da culpa e falta de esperan&ccedil;a, experimentados na primeira fase. Concluem que rea&ccedil;&otilde;es como as de pais que se apresentam reativos, dependentes, discordantes, hostis, autorit&aacute;rios, exigentes, desconfiados e n&atilde;o colaboradores, acabam por afetar a comunica&ccedil;&atilde;o entre os mesmos e a equipe m&eacute;dica, comprometendo ainda mais estas rela&ccedil;&otilde;es.</p>     <p>Respostas comportamentais de membros familiares (uma amostra de conveni&ecirc;ncia de 52 participantes) durante hospitaliza&ccedil;&otilde;es de pacientes com doen&ccedil;as cr&iacute;ticas em UTI foram avaliadas pela escala <i>Iowa ICU Family S&aacute;cale </i>(IIFS), diariamente durante a primeira semana de interna&ccedil;&atilde;o (Halm, Titler, Kleiber, Johnson, Montgomery, Craft, Buckwalter, Nicholson &amp; Megern, 1993). Este question&aacute;rio mede atividades em geral (de sono, comer, papel familiar, comportamentos de suporte) e os locais analisados foram: UTI Neonatal, UTIP, UTI Adulto-Cir&uacute;rgica, UTI Adulto-Geral e UTI Card&iacute;aca. Os dados obtidos advertiram para uma diminui&ccedil;&atilde;o dos comportamentos de comer, acr&eacute;scimo de atividades n&atilde;o habituais e diminui&ccedil;&atilde;o das habituais, surgimento de n&aacute;usea e ins&ocirc;nia, aumento do consumo de cigarros, bebidas alco&oacute;licas e necessidades de medicamentos diversos, assim como passar a maior parte do tempo visitando o paciente ou esperando para v&ecirc;-lo. Rea&ccedil;&otilde;es de estresse mantiveram-se altas desde o momento da admiss&atilde;o e atingiram seu pico no sexto dia de interna&ccedil;&atilde;o. Concluem que a avalia&ccedil;&atilde;o dos familiares deve ser realizada, logo ap&oacute;s a admiss&atilde;o em unidades de cuidados cr&iacute;ticos, pelo alto risco no comprometimento de sua sa&uacute;de mental.</p>     <p>Mudan&ccedil;as nos comportamentos de cuidadoras de crian&ccedil;as hospitalizadas em UTIP, de um centro terci&aacute;rio, foram investigadas por Tomlinson et al. (1995). A amostra compreendeu 20 familiares que foram examinados em rela&ccedil;&atilde;o a relatos de mudan&ccedil;as f&iacute;sicas, sa&uacute;de mental, papel e funcionamento social e altera&ccedil;&otilde;es em comportamentos considerados saud&aacute;veis entre o terceiro e s&eacute;timo dia ap&oacute;s a interna&ccedil;&atilde;o e nove semanas ap&oacute;s a alta hospitalar, por meio do instrumento <i>Medical Outcomes Study Short-Form-General Health Survey </i>(MOS) para a medida de sa&uacute;de geral. Observou-se por meio das medidas um decl&iacute;nio nos escores da sa&uacute;de mental das cuidadoras, embora nas duas medidas os resultados indicassem comprometimento significativo deste aspecto avaliado. Nas mudan&ccedil;as de <i>status </i>de sa&uacute;de familiares, 70% dos participantes apresentaram condi&ccedil;&otilde;es de infec&ccedil;&otilde;es, dores de cabe&ccedil;a, &uacute;lceras e problemas na pele, na segunda medida. Dentre as altera&ccedil;&otilde;es nos comportamentos de sa&uacute;de dos familiares estavam mudan&ccedil;as no sono e alimenta&ccedil;&atilde;o que apresentaram uma correla&ccedil;&atilde;o positiva com problemas na avalia&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de mental materna. Quanto ao funcionamento familiar e social n&atilde;o houve diferen&ccedil;as significativas e os resultados apontam tamb&eacute;m que as mudan&ccedil;as na sa&uacute;de mental das m&atilde;es tamb&eacute;m n&atilde;o foram significativas quando comparadas &agrave; sa&uacute;de dos demais membros familiares, mas apenas quando associadas &agrave; cronicidade do quadro cl&iacute;nico das crian&ccedil;as. Sugere-se que o risco para a altera&ccedil;&atilde;o de comportamentos desta amostra possa estar relacionado &agrave; vulnerabilidade para problemas de sa&uacute;de em situa&ccedil;&otilde;es de cuidados cr&iacute;ticos para com a sa&uacute;de.</p>     <p>Sendo assim, este estudo teve como objetivo avaliar a percep&ccedil;&atilde;o do suporte familiar e a sa&uacute;de mental de m&atilde;es de crian&ccedil;as internadas em UTI pedi&aacute;trica de um hospital-escola, em quatro momentos distintos. Desta forma, se tratou de um delineamento descritivo e longitudinal.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>M&eacute;todo <i>Participantes</i></b></p>     <p>As participantes foram 14 m&atilde;es que tinham seus filhos internados na UTIP do Hospital das Cl&iacute;nicas de uma universidade estadual do interior de S&atilde;o Paulo (Brasil), assistidas pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), residentes na regi&atilde;o de Campinas, com as seguintes caracter&iacute;sticas: 64% (n=9) da amostra compreenderam a faixa et&aacute;ria dos 18 aos 30 anos; a m&eacute;dia de idade entre todas as participantes foi de 30,85 anos; 71,6% (n=10) possu&iacute;am escolaridade do ensino fundamental completo/incompleto; 64,3% (n=9) apresentaram renda familiar mensal acima de US$ 540; e 57,1% (n=8) das participantes eram casadas ou amasiadas. A pesquisa iniciou-se com 35 participantes e finalizou-se com 14 participantes que responderam todas as medidas. O tempo de avalia&ccedil;&atilde;o das medidas correspondeu h&aacute; seis meses. A redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de participantes desde o in&iacute;cio do estudo deveu-se aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o (maioridade legal; alfabetiza&ccedil;&atilde;o; vincula&ccedil;&atilde;o legal com a crian&ccedil;a; primeira interna&ccedil;&atilde;o hospitalar em UTIP; tempo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o no setor n&atilde;o exceder 12 dias e n&atilde;o ser inferior a cinco dias; e residir na regi&atilde;o, de acordo com o procedimento de aplica&ccedil;&atilde;o do estudo), crit&eacute;rios de exclus&atilde;o (utiliza&ccedil;&atilde;o, nos &uacute;ltimos dois meses, de algum tipo de medicamento psicoativo e diagn&oacute;stico psiqui&aacute;trico realizado por um profissional de sa&uacute;de no per&iacute;odo) e aquelas que n&atilde;o responderam todos os instrumentos (principalmente a &uacute;ltima aplica&ccedil;&atilde;o, que era respondida via correspond&ecirc;ncia).</p>     <p><b><i>Instrumentos</i></b></p>     <p>Ficha de Caracteriza&ccedil;&atilde;o: Tratou-se de um roteiro de entrevista estruturado pelos autores deste trabalho, com quest&otilde;es abertas e fechadas referentes aos dados sociodemogr&aacute;ficos das participantes. Objetivou ainda, averiguar a compreens&atilde;o das m&atilde;es sobre o motivo da hospitaliza&ccedil;&atilde;o e informa&ccedil;&otilde;es sobre a doen&ccedil;a.</p>     <p>Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar &mdash; O Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF) foi desenvolvido e validado por Baptista (2005, 2007), possui 42 itens e tr&ecirc;s dimens&otilde;es, a saber, Afetivo-Consistente, Adapta&ccedil;&atilde;o Familiar e Autonomia Familiar. As quest&otilde;es, todas fechadas, s&atilde;o respondidas em uma escala de tr&ecirc;s pontos, modelo Likert de sentido e pontua&ccedil;&atilde;o crescente: 0 = &quot;Quase Nunca ou Nunca&quot;, 1 = &quot;&Agrave;s vezes&quot; e 2 = &quot;Quase Sempre ou Sempre&quot;. Quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o de todas as dimens&otilde;es desta escala, melhor &eacute; o suporte familiar na percep&ccedil;&atilde;o do participante. O IPSF possui validade de construto, por interm&eacute;dio de an&aacute;lise fatorial, sendo que os itens foram selecionados com carga fatorial m&iacute;nima de 0,30, <i>eingevalues </i>acima de 1,0 e vari&acirc;ncia total explicada de 41,43% nas tr&ecirc;s dimens&otilde;es. Diversos estudos de validade de crit&eacute;rio foram desenvolvidos no Brasil com o IPSF e o invent&aacute;rio demonstrou discriminar as pontua&ccedil;&otilde;es em grupos diversos, tais como presidi&aacute;rios, drogaditos e universit&aacute;rios (Baptista, Alves, Souza, Lemos, no prelo). O IPSF tamb&eacute;m demonstrou validade baseada na rela&ccedil;&atilde;o com outras vari&aacute;veis com o question&aacute;rio de sa&uacute;de mental de Goldberg &mdash; GHQ (Souza, Baptista &amp; Alves, no prelo); l&oacute;cus de controle e auto-efic&aacute;cia (Baptista, Alves &amp; Santos, 2008); depress&atilde;o, personalidade, qualidade de vida, estilos parentais (Santana, 2008; Dias, 2008), suporte social e autoconceito (Rigotto, 2006), dentre outras. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; confiabilidade, o IPSF demonstrou ter &iacute;ndices bastante aceit&aacute;veis, variando de 0,78 a 0,91 para as dimens&otilde;es e 0,93 para a escala total (Cronbach) e para teste-reteste variando de 0,78 a 0,97 (Spearman), (Baptista, 2007; Baptista &amp; Dias, 2007).</p>     <p>Question&aacute;rio de Sa&uacute;de Geral (GSQ) &mdash; Desenvolvido por Goldberg e adaptado e validado para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira por Pasquali, Gouveia, An-driola, Miranda e Ramos (1996), esse question&aacute;rio indica a presen&ccedil;a e discrimina a severidade de dist&uacute;rbios psiqui&aacute;tricos. &Eacute; constitu&iacute;do por cinco dimens&otilde;es espec&iacute;ficas de sa&uacute;de mental, quais sejam: stress ps&iacute;quico, desejo de morte, desconfian&ccedil;a no desempenho, dist&uacute;rbios do sono e dist&uacute;rbios psi-cossom&aacute;ticos. &Eacute; composto por 60 quest&otilde;es fechadas com quatro itens de respostas sobre sintomas psiqui&aacute;tricos n&atilde;o psic&oacute;ticos, respondidas em uma escala de quatro pontos, padr&atilde;o Likert e com sentido crescente: 1 = &quot;Menos do que do costume&quot; a 4 = &quot;Muito mais do que de costume&quot;, com graus intermedi&aacute;rios. O ponto de corte entre o n&iacute;vel sintom&aacute;tico de dist&uacute;rbios psiqui&aacute;tricos e o n&atilde;o sintom&aacute;tico, no sistema padr&atilde;o de apura&ccedil;&atilde;o, se situa entre 39 e 40 pontos para a escala de valores zero, um, dois, tr&ecirc;s. Compreende-se, desse modo, que quanto maior a pontua&ccedil;&atilde;o, mais comprometida estar&aacute; a sa&uacute;de mental. O QSG possui validade de construto com uma amostra brasileira (N=902), com cargas fatoriais acima de 0,30, <i>eigenvalues </i>acima de 1,5, sendo que os 60 itens obtiveram um alfa de Cronbach de 0,95 e as dimens&otilde;es explicaram 44% da vari&acirc;ncia total explicada.</p>     <p>Ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do projeto pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica do hospital, o procedimento para coleta de dados teve in&iacute;cio. O processo de levantamento de dados da pesquisa compreendeu quatro momentos de avalia&ccedil;&atilde;o, a saber: primeiro momento: ap&oacute;s a verifica&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria das novas admiss&otilde;es na unidade, por meio dos prontu&aacute;rios das crian&ccedil;as hospitalizadas no setor, entrava-se em contato com as m&atilde;es, a partir do <i>segundo dia </i>de interna&ccedil;&atilde;o hospitalar de suas crian&ccedil;as. Nesse momento, as participantes eram convidadas para fazer parte da pesquisa e eram aplicados todos os instrumentos de medidas; segundo momento &mdash; as m&atilde;es que permaneceram com seus filhos hospitalizados entre o <i>quinto e o sexto dia </i>de interna&ccedil;&atilde;o na unidade eram novamente avaliadas pelo IPSF e o QSG; terceiro momento &mdash; ocorreu ap&oacute;s <i>sete dias </i>da alta hospitalar ou para as m&atilde;es de crian&ccedil;as ainda hospitalizadas na enfermaria de pediatria; quarto momento &mdash; realizado ap&oacute;s o per&iacute;odo de <i>um m&ecirc;s </i>de p&oacute;s-alta hospitalar da unidade de terapia intensiva, por meio de correspond&ecirc;ncia. Os crit&eacute;rios para o estabelecimento das avalia&ccedil;&otilde;es realizadas no segundo e terceiro momentos foram discutidos com a equipe de sa&uacute;de do local, considerando-se o tempo m&eacute;dio de hospitaliza&ccedil;&atilde;o no setor. Para as m&atilde;es das crian&ccedil;as que tiveram alta hospitalar, nesse per&iacute;odo, as avalia&ccedil;&otilde;es ocorreram em suas resid&ecirc;ncias ou por correspond&ecirc;ncias.</p>     <p><b>Resultados</b></p>     <p>Para a an&aacute;lise descritiva dos resultados utilizou-se o programa SPSS <i>(Statistical Package for Social Sciences) </i>vers&atilde;o 13. Para o exame inferencial dos dados coletados foram utilizados os seguintes testes: Mann-Whitney (U) para compara&ccedil;&atilde;o entre dois grupos, Teste de Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman (r) e teste de Friedman (C<sup>2</sup><sub>r</sub>) para avalia&ccedil;&atilde;o da varia&ccedil;&atilde;o das medidas nos momentos de coleta de dados, com n&iacute;vel de significancia de p &lt; 0,05.</p>     <p>Os dados coletados demonstram que todas as participantes tinham informa&ccedil;&otilde;es sobre a doen&ccedil;a, o motivo que levou &agrave; hospitaliza&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a e o tipo de tratamento ao qual a crian&ccedil;a estava sendo submetida na UTIP. No tocante aos aspectos sociodemo-gr&aacute;ficos avaliados, de acordo com o teste estat&iacute;stico Mann-Whitney, observou-se n&atilde;o existir diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre a percep&ccedil;&atilde;o de suporte familiar e a sa&uacute;de mental quando associadas &agrave;s seguintes vari&aacute;veis relacionadas &agrave;s m&atilde;es: idade (menor que 30 anos / de 31 anos a 50 anos) mostrando-se lim&iacute;trofe no IPSF (U=9,000; p=0,072), para o grupo de participantes mais velhas e QSG (U=11,000; p=0,125); escolaridade (ensino fundamental completo/incompleto <i>versus </i>ensino m&eacute;dio ou superior completo/incompleto) &mdash; IPSF (U= 18,000; p=0,777) e o QSG (U=14,000; p=0,396); renda familiar (at&eacute; US$ 361 e acima que US$ 361) &mdash; IPSF (U=19,000; p=0,641) e QSG (U= 18,500; p=0,593); estado civil (casadas, incluindo as amasiadas e solteiras, incluindo divorciadas e vi&uacute;vas) &mdash; IPSF (U=6,000, p=0,280) QSG (U=13,000; p=0,205). O resultado da vari&aacute;vel estado civil demonstrou uma diferen&ccedil;a significante para autonomia familiar (U=8,000; p=0,05) e Afetivo-consistente (U=7,000; p=0,039) na percep&ccedil;&atilde;o de suporte familiar entre solteiras e casadas, observando-se pontua&ccedil;&atilde;o maior desta dimens&atilde;o para as casadas.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nota-se na<a href="#t1"> Tabela 1</a> que em nenhuma das dimens&otilde;es do IPSF, tampouco quanto ao em seus resultados totais, houveram diferen&ccedil;as significativas <font size="2" face="verdana">para os momentos da coleta de dados. Desse modo, verificou-se que n&atilde;o houve varia&ccedil;&atilde;o na percep&ccedil;&atilde;o do suporte familiar ao longo dos per&iacute;odos de avalia&ccedil;&atilde;o para essa amostra.</font></p>     <p align="center"><a name="t1"><img src="img/revistas/rups/v8n1/v8n1a10-1.jpg"></a></p>     <p>Observando-se o teste de vari&acirc;ncia de Friedman na m&eacute;dia das dimens&otilde;es do QSG, notou-se a ocorr&ecirc;ncia de uma diminui&ccedil;&atilde;o dos escores nos primeiros momentos de coleta e, conseq&uuml;entemente, verificou- se uma diferen&ccedil;a significativa como demonstra a <a href="#t2">Tabela 2</a>. Ressalta-se ainda, que houve uma acentuada diminui&ccedil;&atilde;o entre o segundo e terceiro momentos de avalia&ccedil;&atilde;o e um pequeno aumento da escoragem entre o terceiro e quarto momentos. Do mesmo modo, verificou-se que, entre as dimens&otilde;es do QSG, tamb&eacute;m ocorreu uma diferen&ccedil;a significativa para os escores apresentados pelos fatores de estresse ps&iacute;quico, desejo de morte e dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos. N&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas nas dimens&otilde;es falta de confian&ccedil;a no desempenho e dist&uacute;rbios do sono, apesar da tend&ecirc;ncia nesta &uacute;ltima.</p>     <p align="center"><a name="t2"><img src="img/revistas/rups/v8n1/v8n1a10-2.jpg"></a></p>     <p>N&atilde;o foram observadas correla&ccedil;&otilde;es entre os escores do QSG e do IPSF nos quatro momentos (1&deg; momento r=0,05, p=0,852; 2&deg; momento r=0,11, p=0,716; 3&deg; momento r=-0,04, p=0,898; 4&deg; momento r = 0,07, <i>p </i>= 0,805). Cabe ressaltar que a m&eacute;dia de suporte familiar nessa amostra foi relativamente alta e n&atilde;o teve variabilidade quanto aos quatro momentos.</p>     <p><b>Discuss&atilde;o</b></p>     <p>Os resultados da an&aacute;lise estat&iacute;stica para os grupos de estado civil apresentada apontam para uma diferen&ccedil;a significativa na percep&ccedil;&atilde;o da autonomia familiar e tamb&eacute;m na dimens&atilde;o afetivo-consistente (IPSF), sugerindo que as pessoas casadas tendem a perceber uma fam&iacute;lia mais suportiva e tendo mais autonomia. Jaccard e Ramey (2001) apontam resultados semelhantes aos da presente pesquisa confirmando a influ&ecirc;ncia da estrutura familiar, na rela&ccedil;&atilde;o entre o suporte social recebido e o impacto positivo na satisfa&ccedil;&atilde;o de vida, especialmente para mulheres casadas. Os autores afirmam que as mulheres casadas tamb&eacute;m possuem maior possibilidade de receber ajuda de outros familiares. Zabriskie e Mccornick (2001) complementam que os casais morando juntos geralmente apresentam maior satisfa&ccedil;&atilde;o na intera&ccedil;&atilde;o familiar. Hill, Fonagy, Safier e Sargent (2003) atestam que a qualidade das rela&ccedil;&otilde;es familiares est&aacute; associada ao ajustamento comportamental e emocional entre seus membros o que acaba auxiliando, quando adequado, no enfrentamento de situa&ccedil;&otilde;es de estresse e conflito, como no caso de doen&ccedil;a familiar.</p>     <p>No tocante aos demais aspectos socioculturais, como a idade, escolaridade das m&atilde;es e renda familiar, diferen&ccedil;a alguma foi encontrada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; percep&ccedil;&atilde;o de suporte familiar e &agrave; sa&uacute;de mental.</p>     <p>Nota-se ocorr&ecirc;ncia semelhante no trabalho sobre situa&ccedil;&otilde;es de crise, realizado por Zabriskie e Mc-cormick (2001), afirmando-se que as vari&aacute;veis sociodemogr&aacute;ficas n&atilde;o se caracterizaram necessariamente como preditores significativos do funcionamento familiar, avaliado sob a perspectiva dos modelos de influ&ecirc;ncias familiares. Observa-se, em contraposi&ccedil;&atilde;o, que Board e Ryan-Wenger (2000), apontaram que pais de crian&ccedil;as mais jovens e pais de idade maior apresentam maior probabilidade para escores altos e significativos em rela&ccedil;&atilde;o ao estresse e menores para a sa&uacute;de mental, a respeito das hospitaliza&ccedil;&otilde;es em UTIP. Cabe ressalvar, no entanto, que no presente estudo observou-se uma tend&ecirc;ncia lim&iacute;trofe para uma melhor percep&ccedil;&atilde;o do suporte familiar por cuidadoras mais velhas (faixa et&aacute;ria compreendida entre 31 a 50 anos) em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo de participantes mais jovens, demonstrando ser esse dado merecedor de avalia&ccedil;&atilde;o mais apurada em estudos futuros.</p>     <p>Para a n&atilde;o associa&ccedil;&atilde;o entre as vari&aacute;veis socio-demogr&aacute;ficas em rela&ccedil;&atilde;o ao IPSF e QSG, com exce&ccedil;&atilde;o do estado civil em rela&ccedil;&atilde;o ao funcionamento familiar, sugere-se que, possivelmente, a afinidade dessas avalia&ccedil;&otilde;es esteja relacionada ao baixo n&uacute;mero amostral. Al&eacute;m disso, mostra-se concernente a essa explica&ccedil;&atilde;o, a recomenda&ccedil;&atilde;o da agrega&ccedil;&atilde;o dos altos escores obtidos na percep&ccedil;&atilde;o de suporte familiar das m&atilde;es em geral durante todo o estudo, para os quais n&atilde;o houve varia&ccedil;&atilde;o significativa. Para Halm et al. (1993), o ajustamento das respostas de enfrentamento dos familiares em situa&ccedil;&otilde;es estres-santes e dif&iacute;ceis depende da associa&ccedil;&atilde;o positiva dos eventos ocorridos nessas ocasi&otilde;es. Nessa discuss&atilde;o em particular, pode ser que tenham ocorrido eventos favor&aacute;veis durante os momentos de avalia&ccedil;&atilde;o, visto que as m&atilde;es continuaram a perceber o suporte familiar, sem apresentar varia&ccedil;&atilde;o, mesmo nos per&iacute;odos de maior crise, como os da interna&ccedil;&atilde;o hospitalar.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pode-se pensar que, dentre os eventos positivos vivenciados pelas participantes durante a interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, esteja inclu&iacute;do, al&eacute;m da percep&ccedil;&atilde;o de familiares de maior suporte, o apoio social fornecido pela equipe de sa&uacute;de local (m&eacute;dicos e enfermeiros), pois, para Tomlinson, Swiggum e Harbaugh (1999), esse &uacute;ltimo se destaca como um dos fatores que pode diminuir o desgaste de pais em UTIP. Essa reflex&atilde;o diz respeito &agrave;s afirma&ccedil;&otilde;es das participantes, na primeira medida do estudo, de que, em sua totalidade, estavam satisfeitas quanto ao atendimento prestados pela equipe de sa&uacute;de e cientes das informa&ccedil;&otilde;es fornecidas em rela&ccedil;&atilde;o ao estado cl&iacute;nico de suas crian&ccedil;as.</p>     <p>Embora em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; renda familiar n&atilde;o houvesse varia&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao IPSF e ao QSG no estudo em discuss&atilde;o, Lesesne, Visser e Withe (2003), na pesquisa que realizaram, apontam que m&atilde;es solteiras, em condi&ccedil;&otilde;es sociais e economicamente desfavorecidas, experimentaram altos &iacute;ndices de problemas psiqui&aacute;tricos. Os autores notaram, da mesma forma, comprometimento nos relacionamentos familiares na situa&ccedil;&atilde;o de cuidados para com as crian&ccedil;as.</p>     <p>Tamb&eacute;m no que diz respeito &agrave; an&aacute;lise da variabilidade das medidas estudadas, notou-se que o IPSF, em seus escores totais para os quatro momentos avaliados, n&atilde;o se modificou e pode ser que essa ocorr&ecirc;ncia esteja relacionada &agrave;s horas de crise, pois, geralmente, nesses momentos, as pessoas se aproximam parar dar apoio. Essa hip&oacute;tese encontra-se mencionada por Seidman et al. (1997), &agrave; medida que verificaram que os pais eram assistidos de maneira mais pr&oacute;xima por seus familiares, durante e ap&oacute;s o processo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o de suas crian&ccedil;as em UTIP. Recomenda-se, al&eacute;m disso, que talvez a percep&ccedil;&atilde;o do suporte familiar mudasse, caso a situa&ccedil;&atilde;o de crise ou mesmo os estressores negativos como, por exemplo, o comprometimento do quadro cl&iacute;nico, perdurasse por mais tempo, visto que dessa maneira, os indiv&iacute;duos considerados como suportivos, poderiam se cansar e se afastar nessa circunst&acirc;ncia. Acrescenta-se ainda, como dado importante, que, no relato das participantes, fora relacionada prevalentemente a percep&ccedil;&atilde;o de pessoas mais pr&oacute;ximas e consideradas de maior suporte como, a m&atilde;e da participante, seu companheiro marital e seus filhos, al&eacute;m de outros. Dessa forma, entende-se que o suporte familiar percebido deu-se por pessoas mais &iacute;ntimas na conviv&ecirc;ncia das participantes, como seus familiares, bem como outros citados (amigos e vizinhos) que estiveram presentes ao longo do processo de interna&ccedil;&atilde;o e alta hospitalar, sendo esse dado igualmente relevante na considera&ccedil;&atilde;o da melhora dos escores de sa&uacute;de mental dessas m&atilde;es. Nesse sentido, como aponta Rigotto (2006), as pessoas podem considerar como provendo suporte familiar tamb&eacute;m as pessoas mais pr&oacute;ximas que, n&atilde;o necessariamente possuem um la&ccedil;o consang&uuml;&iacute;neo, como encontrado no estudo atual.</p>     <p>Notou-se que, para todo o grupo de participantes, foi conferido durante os quatro momentos da pesquisa, uma varia&ccedil;&atilde;o significativa nos escores totais do QSG e em algumas de suas dimens&otilde;es. Esses dados mostram-se de acordo com os achados de Halm et al. (1993) e Tomlinson et al. (1995), para duas medidas avaliadas em seus estudos (interna&ccedil;&atilde;o na UTIP e alta hospitalar). Os resultados das pesquisas desses autores apontaram baixos indicadores de sa&uacute;de mental dos familiares de crian&ccedil;as hospitalizadas em UTIP no primeiro momento, sendo melhorada ap&oacute;s a alta hospitalar.</p>     <p>A maior modifica&ccedil;&atilde;o para o teste de vari&acirc;ncia no fator geral do QSG para as quatro medidas, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o dos escores observada, ocorreu entre o segundo e o terceiro momentos. Essa ocasi&atilde;o corresponde &agrave; alta da UTIP, ou seja, ao per&iacute;odo em que os est&iacute;mulos altamente aversivos do ambiente foram retirados da conviv&ecirc;ncia das m&atilde;es, notando-se no quarto momento, por&eacute;m, um leve aumento nesses escores. Talvez essa ocorr&ecirc;ncia seja, provavelmente, devida &agrave; volta para casa e rotina di&aacute;ria, com modifica&ccedil;&otilde;es para os cuidados com as crian&ccedil;as ou aos problemas que surgiram durante este tempo fora do ambiente familiar. Essas hip&oacute;teses devem ser consideradas para estudos e an&aacute;lises futuras, sem deixar de levar em considera&ccedil;&atilde;o os aspectos cognitivos envolvidos na interpreta&ccedil;&atilde;o na experi&ecirc;ncia de uma situa&ccedil;&atilde;o de crise.</p>     <p>Quanto &agrave; an&aacute;lise estat&iacute;stica de Spearman, n&atilde;o se constatou correla&ccedil;&atilde;o entre as m&eacute;dias totais do IPSF e as do QSG, durante o processo global de avalia&ccedil;&atilde;o dessas participantes. Tal fato pode estar conexo ao acontecimento do IPSF n&atilde;o ter variado nos momentos de avalia&ccedil;&atilde;o, impossibilitando, dessa maneira, a sua correla&ccedil;&atilde;o com o QSG. Em estudos com amostras diferentes da utilizada nessa pesquisa, ou seja, com universit&aacute;rios, Souza, Baptista e Alves (no prelo) encontraram correla&ccedil;&atilde;o entre a pontua&ccedil;&atilde;o total do IPSF com todas as dimens&otilde;es do QSG, variando de -010 entre o IPSF e os dist&uacute;rbios psicossom&aacute;ticos at&eacute; a correla&ccedil;&atilde;o de -0,18 entre o IPSF e a severidade geral da doen&ccedil;a mental. O efeito teto observado na m&eacute;dia de pontua&ccedil;&atilde;o do IPSF talvez tenha impedido a associa&ccedil;&atilde;o entre essas duas vari&aacute;veis nessa amostra em espec&iacute;fico. Como sugerem Craft et al. (1993), em locais de hospitaliza&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas, como a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), os familiares necessitam de suporte para o enfrentamento do estresse negativo que afetam poss&iacute;veis mudan&ccedil;as comportamentais, como dormir menos, comer menos, entre outros. As equipes de sa&uacute;de necessitam ent&atilde;o se prepararem para dar suporte aos cuidadores, j&aacute; que, como visto, os indicativos de sa&uacute;de mental nesse per&iacute;odo se alteram expressivamente. Como afirman Youngblut e Shiao (1993), as aten&ccedil;&otilde;es &agrave;s rea&ccedil;&otilde;es emocionais apresentadas por familiares, durante o estresse do per&iacute;odo de hospitaliza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o devem estar voltadas para a avalia&ccedil;&atilde;o apenas deste momento. Cuidados quanto &agrave; sa&uacute;de mental e f&iacute;sica dos familiares ap&oacute;s a hospitaliza&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m devem ser consideradas pela equipe de sa&uacute;de.</p>     <p>Para finalizar essa discuss&atilde;o, faz-se relevante ressaltar as limita&ccedil;&otilde;es encontradas neste estudo e as sugest&otilde;es para trabalhos futuros. Como j&aacute; apontado anteriormente, o n&uacute;mero amostral, que correspondente aos seis meses de aplica&ccedil;&atilde;o desta pesquisa, parece ter implica&ccedil;&otilde;es para os resultados deste trabalho. Aliada aos fatores tempo e amostra apontados, pode-se recomendar ainda a aplica&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise estat&iacute;stica de regress&atilde;o log&iacute;stica, para um adequado entendimento de como diversas vari&aacute;veis est&atilde;o relacionadas e explicam a qualidade da sa&uacute;de mental, no caso de uma amostra maior. Por &uacute;ltimo, para estudos posteriores no acompanhamento de familiares que acompanhem crian&ccedil;as hospitalizadas em UTIP, sugere-se a avalia&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias de enfrentamento dos cuidadres, particularmente relacionadas aos construtos cognitivos de l&oacute;cus controle e auto-efic&aacute;cia, a fim de se avaliar se a sa&uacute;de mental est&aacute; associada a essas proposi&ccedil;&otilde;es.</p>     <p><b>Refer&ecirc;ncias</b></p>     <!-- ref --><p>Baider, L., Ever-Hadani, P, Goldzweig, G., Wygoda, M. R. &amp; Peretz, T. (2003). Is perceived family support a relevant variable in psychological distress? A sample of prostate and breast cancer couples. <i>Journal of Psychosomatic Research, 55, </i>453-460.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1657-9267200900010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baldini S. M., Krebs, V. L. J., Ceccon, M. E. J. R. &amp; Vaz, F. A. C. (1998). Reacciones de los padres frente a la internaci&oacute;n del ni&ntilde;o enfermo en un centro de terapia intensiva. <i>Arquivo Pediatria Uruguaia, </i>69(4), 71-77.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1657-9267200900010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Balluffi, A., Kassam-Adams, N., Kazak, A., Tucker, M., Dominguez, T. &amp; Helfaer, M. (2004). Traumatic stress in parents of children admitted to the pediatric intensive care unit. <i>Pediatric Critical Care Medicine, 5, </i>547-553.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1657-9267200900010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N. (2005). Desenvolvimento do Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF): estudos psicom&eacute;tricos preliminares. <i>Psico-USF, </i>10(1), 11-19.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1657-9267200900010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N. (2007). Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar (IPSF): estudo componencial em duas configura&ccedil;&otilde;es. <i>Psicologia Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, </i>27(3), 496-509.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1657-9267200900010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N. &amp; Dias, R. R. (2007). Fidedignidade do Invent&aacute;rio de Percep&ccedil;&atilde;o de Suporte Familiar -IPSF. <i>Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica, 6, </i>33-37.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1657-9267200900010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N., Alves, G. A. S. &amp; Santos, T. M. M. (2008). Suporte Familiar, Auto-Efic&aacute;cia e L&oacute;cus de Controle: evid&ecirc;ncia de validade. <i>Psicologia Ci&ecirc;ncia e Profiss&atilde;o, 28, </i>260-271. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1657-9267200900010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baptista, M. N., Alves, G. A. S., Souza, M. S. &amp; Lemos, V. A. (no prelo). Inventario de Percepci&oacute;n del Soporte Familiar: evidencia de validez con grupos criterio. <i>Sistemas Familiares y otros sistemas Humanos.</i>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1657-9267200900010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Board, R. &amp; Ryan-Wenger, N. (2003). Stressors and stress symptom of mothers with children in the PICU. <i>Journal of Pediatric Nursing, 18</i>(3), 195-202.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1657-9267200900010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Board, R. &amp; Ryan-Wenger, N. (2002). Long-term effects of pediatric intensive care unit hospitalization on families with young children. <i>Heart &amp; Lung, 31</i>, 53-66.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1657-9267200900010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Board, R. &amp; Ryan-Wenger, N. (2000). State of the science on parental stress and family functioning in pediatric intensive care units. <i>American Journal of Critical Care, 9</i>(2), 106-122.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1657-9267200900010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Bray, J. H. (1995). Family assessment: Current issues in evaluating families. <i>Family Relations, 44, </i>469-477.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1657-9267200900010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Carlson, D. S. &amp; Perrew&eacute;, P L. (1999). The role social support in the stressor-strain relationship: An examination of work-family conflict. <i>Journal of Management, </i>25(4), 513-540.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1657-9267200900010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Craft, M. J., Buckwalter, K., Nicholson, A. &amp; Megivern, K. (1993). Behavioral responses of family members during critical illness. <i>Clinical Nursing Research, 2</i>(4), 414-437.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1657-9267200900010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dias, C. C. (2008). <i>Evid&ecirc;ncias de Validade Convergente e discriminante da escala de Depress&atilde;o (EDEP). </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada. Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba, Brasil.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1657-9267200900010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Freeman, A. &amp; Dattilio, F. M. (2004). Introdu&ccedil;&atilde;o. En F. M. Dattilio &amp; A. Freeman (Eds.), <i>Estrat&eacute;gias cognitivo-comportamentais de interven&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&otilde;es de crise </i>(pp. 19-36). Porto Alegre: ArtMed.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1657-9267200900010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Halm, M. A., Titler, M. G., Kleiber, C., Johnson, S. K., Montgomery, L. A., Craft, M. A. et al. (1993). Behavioral Responses of Family Members during Critical Illness. <i>Clinical Nursing Research, 2</i>(4), 414-437.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1657-9267200900010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harris, T. L. &amp; Molock, S. D. (2000). Cultural orientation, family cohesion, and family support in suicide ideation and depression among African American college students. <i>Suicide and Life-Threatening Behavior, 30</i>(4), 341-353.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1657-9267200900010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hill, J., Fonagy, P., Safier, E. &amp; Sargent, J. (2003). The ecology of attachment in the family. <i>Family Process, 42</i>(2), 205-221.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1657-9267200900010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jaccard, C. K. W. &amp; Ramey, S. L. (2001). The relationship between social support and life satisfaction as a function of family structure. <i>Journal of Marriage and the Family, 58, </i>502-513.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1657-9267200900010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Johnson, S. K., Craft, M., Titler, M., Halm, M., Kleiber, C., Montgomery, L. A. et al. (1995). Perceived changes in adult family members' roles and responsibilities during critical illness. <i>Journal of Nursing Scholarship, 27</i>(3), 238-243.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1657-9267200900010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Lesesne, C. A., Visser, S. N. &amp; Withe, C. P. (2003). Attention-Defficit Hiperctivy Disorder in school age children: Association with maternal mental health and use a health care resources. <i>Pediactrics, 111(5), </i>1232-1237.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1657-9267200900010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>McCurdy, K. &amp; Daro, D. (2001). Parent involvement in family support programs: An integrated theory. <i>Family Relations, </i>50(2), 113-121.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1657-9267200900010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Miller, J. &amp; Darlington, Y. (2002). Who supports? The providers of social support to dual-parent families caring for young children. <i>Journal of Community Psychology, </i>30(5), 461-473.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1657-9267200900010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pasquali, L., Gouveia, V. V., Andriola, W. B., Miranda, F. J. &amp; Ramos, A. L. M. (1996). <i>Question&aacute;rio de Sa&uacute;de Geral de Goldberg. </i>S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1657-9267200900010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rigotto, D. M. (2006). <i>Evid&ecirc;ncias de Validade entre Suporte Familiar, Suporte Social e Autoconceito. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada.Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba, Brasil.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1657-9267200900010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ross, C. E. &amp; Mirowsky, J. (2002). Family relantionships, social support and subjective life expectancy. <i>Journal of Health and Social Behavior, 43 </i>(4), 469-89.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1657-9267200900010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Santana, P R. (2008). <i>Suporte Familiar, Estilos Parentais e Sintomatologia Depressiva: um estudo correlacionad. </i>Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado n&atilde;o publicada. Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba, Brasil.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1657-9267200900010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Seidman, R. Y., Watson, M. A., Corff, K. E., Odle, P., Haase, J. &amp; Bowerman, J. L. (1997). Parent stress and coping in NICU and PICU. <i>Journal of Pediatric Nursing, 12(3), </i>169-177.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1657-9267200900010001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza, M. S., Baptista, M. N. &amp; Alves, G. A. S. (no prelo) . Suporte Familiar e Sa&uacute;de Mental: evid&ecirc;ncias de validade baseada na rela&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis. <i>Aletheia.</i>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1657-9267200900010001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tomlinson, P. S., Harbaugh, B.L., Kotchevar, J. &amp; Swanson, L. (1995). Caregiver mental health and family health outcomes following critical hospitalization of a child. <i>Issues in Mental Health Nursing, 16, </i>533-545.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1657-9267200900010001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tomlinson, P S., Swiggum, P &amp; Harbaugh, B. L. (1999). Identification of nurse-family intervention sites to decrease health-related Family Boundary in PICU. <i>Issues in Comprehensive Pediatric Nursing, 22, </i>27-47.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1657-9267200900010001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Youngblut, J. M. &amp; Lauzon, S. (1995). Family functioning follwing Pediatric Care Unit hospitalization. <i>Issues in Comprehensive Pediatric Nursing, 18, </i>1125.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1657-9267200900010001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Youngblut, J. M. &amp; Shiao, S. Y. P (1993). Child and family reactions during and after pediatric ICU hospitalization: A pilot study. <i>Heart &amp; Lung, </i>22(1), 46-54.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1657-9267200900010001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zabriskie, R. B. &amp; Mccormick, B. P. (2001). The influences of Family Leisure Patterns on Perceptions of Family Functioning. <i>Family Relations, 50</i>(3), 281-289.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1657-9267200900010001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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