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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Níveis de lisina para leitões na fase de creche alimentados com dietas contendo quirera de arroz]]></article-title>
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<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Niveles de lisina para lechones en fase de preceba con dietas que contienen Arroz partido]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciências y Tecnologias Agropecuárias ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[An experiment was made for evaluating the effect of lysine levels on the performance of piglets fed on pre-starter diets containing rice broken and different lysine levels. Eighty, 21-day-old mestizo pigs weighing 6.17 ± 1.02 kg were used; they were distributed using a randomised complete block experimental design, involving four treatments, five repetitions and four piglets per experimental unit. The trial was divided into two periods (I pre-initial and II initial), each lasting 21 days. The diets were supplemented with increasing levels of synthetic lysine for each period, resulting in treatments having 1.10%, 1.25%, 1.40% and 1.55% digestible lysine for the first pre-starter phase (6.0-13.0 kg) and 0.77%, 0.92%, 1.07% and 1.22% for the second one (13.0-28.0 kg). Digestible lysine levels for the pre-initial pre-starter period had no effect (p&gt;0.05) on feed and energy consumption, or feed conversion ratio (FCR); lysine levels increased linearly (p<0.05) regarding daily digestible lysine consumption and quadratically for weight gain. There was a linear effect on the consumption of feed, lysine, energy and FCR during the second pre-starter period and a quadratic effect on average daily weight gain. Digestible lysine levels for maximum weight gain were thus estimated as being 1.355% for piglets weighing 6.0 to 13.0 kg during pre-initial pre-starter phase and 0.972% for piglets during initial pre-starter phase weighing 13.0 to 28.0 kg.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Se llevó a cabo un experimento para evaluar el efecto de los niveles de lisina en el rendimiento de los lechones en fase de preceba alimentados con dietas con arroz partido y diferentes niveles de lisina. Se utilizaron ochenta cerdos mestizos de 21 días de edad y 6.17 ± 1.02 kg, distribuidos en un diseño experimental de bloques completos al azar, con cuatro tratamientos, cinco repeticiones y cuatro lechones por unidad experimental. El ensayo fue divido en dos períodos (I pre-inicial y II inicial) de 21 días cada uno. Las dietas fueron suplementadas con niveles crecientes de lisina sintética para cada período, lo que resultó en los tratamientos con 1,10, 1.25, 1.40 y 1.55% y 0.77, 0.92, 1.07 y 1.22 % de lisina digerible para el primer (6.0 a 13.0 kg) y segundo (13.0-28.0 kg) períodos de la fase de preceba, respectivamente. Para el periodo pre-inicial de preceba no hubo efectos (P&gt; 0.05) de los niveles de lisina digestible sobre el consumo de alimento y de energía, ni sobre la conversión alimenticia; los niveles de lisina aumentaron linealmente (P <0.05) el consumo diario lisina digestible y en forma cuadrática la ganancia de peso. En el segundo período de preceba, hubo efecto lineal sobre el consumo de alimento, de lisina, de energía y la conversión alimenticia y efecto cuadrático sobre la ganancia diaria promedio. En conclusión, los niveles de lisina digestible para la máxima ganancia de peso se estimaron en 1.355 y 0.972% para cerdos en fase pre inicial e inicial de preceba y con peso de 6.0 a 13.0 y de 13.0 a 28.0 kg, respectivamente.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[alimentos alternativos]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">          <p align="center"><font size="4"><b>N&iacute;veis de lisina para leit&otilde;es na fase de creche alimentados com dietas contendo quirera de arroz</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Lysine levels in piglet pre-starter diets containing broken rice</b></font></p>     <p align="center"><font size="3"><b>Niveles de lisina para lechones en fase de preceba con dietas que contienen Arroz partido</b></font></p>     <p align="right"><b>V&iacute;ctor L. Hurtado-Nery<sup><a href="#1">1</a></sup>    <br> Rita TRN Soares<sup><a href="#2">2</a></sup></b></p>     <p><a href="#nr1" name="1">1</a> MVZ, MSc, PhD, Universidad de los Llanos. Villavicencio, Col&ocirc;mbia. Email: <a href="mailto:vhurtado@unillanos.edu.co">vhurtado@unillanos.edu.co</a>.    <br> <a href="#nr2" name="2">2</a> Centro de Ci&ecirc;ncias y Tecnologias Agropecu&aacute;rias Universidade Estadual do Norte Fluminense, UENF, Campos dos Goytacazes, Brasil. Email: <a href="mailto:rnobre@uenf.br">rnobre@uenf.br</a>.</p>     <p>Recibido: Agosto 14 de 2013. Aceptado: Marzo 4 de 2014</p> <hr size="1" />              <p><b>Resumo</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi conduzido um experimento com o objetivo de avaliar o efeito dos n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel sobre o desempenho   de leit&otilde;es na fase de creche, alimentados com ra&ccedil;&otilde;es contendo quirera de arroz. Foram utilizados   oitenta leit&otilde;es mesti&ccedil;os de 21 dias de idade e 6.17&plusmn; 1.02 kg, distribu&iacute;dos em um delineamento experimental   de blocos casualizados, com quatro tratamentos, cinco repeti&ccedil;&otilde;es e quatro leit&otilde;es por unidade experimental   na fase de creche. O experimento foi dividido em dois per&iacute;odos (pr&eacute;-inicial e inicial) de 21 dias cada. As   ra&ccedil;&otilde;es foram suplementadas com n&iacute;veis crescentes de lisina sint&eacute;tica para cada per&iacute;odo, resultando nos tratamentos   com 1.10, 1.25, 1.40 e 1.55% e 0.77, 0.92, 1.07 e 1.22% de lisina digest&iacute;vel para o primeiro (6.0-13.0 kg) e segundo (13.0-28.0 kg) per&iacute;odos da fase de creche respectivamente. No primeiro per&iacute;odo de creche   n&atilde;o houve efeito (P&gt;0.05) dos n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel sobre o consumo de ra&ccedil;&atilde;o e energia nem sobre a   convers&atilde;o alimentar; os n&iacute;veis de lisina aumentaram de forma linear (P&lt;0.05) o consumo di&aacute;rio de lisina e de   forma quadr&aacute;tica o ganho de peso. No segundo per&iacute;odo de creche, houve efeito linear sobre o consumo di&aacute;rio   de ra&ccedil;&atilde;o, lisina, energia e convers&atilde;o alimentar, e efeito quadr&aacute;tico sobre ganho peso di&aacute;rio. Em conclus&atilde;o   os n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel para m&aacute;ximo ganho de peso foram estimados em 1.355 e 0.972% para as fases pr&eacute;-inicial e inicial de creche em leit&otilde;es com peso de 6.0-13.0 e 13.0-28.0 kg respectivamente.</p>          <p><b>Palavras chave</b>: alimentos alternativos, desempenho, exig&ecirc;ncias nutricionais, su&iacute;nos.</p>      <p><b>Abstract</b></p>     <p>An experiment was made for evaluating the effect of lysine levels on the performance of piglets fed on pre-starter   diets containing rice broken and different lysine levels. Eighty, 21-day-old mestizo pigs weighing 6.17 &plusmn;   1.02 kg were used; they were distributed using a randomised complete block experimental design, involving   four treatments, five repetitions and four piglets per experimental unit. The trial was divided into two periods (I pre-initial and II initial), each lasting 21 days. The diets were supplemented with increasing levels of   synthetic lysine for each period, resulting in treatments having 1.10%, 1.25%, 1.40% and 1.55% digestible   lysine for the first pre-starter phase (6.0-13.0 kg) and 0.77%, 0.92%, 1.07% and 1.22% for the second one   (13.0-28.0 kg). Digestible lysine levels for the pre-initial pre-starter period had no effect (p&gt;0.05) on feed and   energy consumption, or feed conversion ratio (FCR); lysine levels increased linearly (p&lt;0.05) regarding daily   digestible lysine consumption and quadratically for weight gain. There was a linear effect on the consumption   of feed, lysine, energy and FCR during the second pre-starter period and a quadratic effect on average daily   weight gain. Digestible lysine levels for maximum weight gain were thus estimated as being 1.355% for piglets   weighing 6.0 to 13.0 kg during pre-initial pre-starter phase and 0.972% for piglets during initial pre-starter phase weighing 13.0 to 28.0 kg.</p>     <p><b>Key words</b>: Alternative feed, performance, nutritional requirement, piglet.</p>     <p><b>Resumen</b></p>     <p>Se llev&oacute; a cabo un experimento para evaluar el efecto de los niveles de lisina en el rendimiento de los lechones   en fase de preceba alimentados con dietas con arroz partido y diferentes niveles de lisina. Se utilizaron   ochenta cerdos mestizos de 21 d&iacute;as de edad y 6.17 &plusmn; 1.02 kg, distribuidos en un dise&ntilde;o experimental de   bloques completos al azar, con cuatro tratamientos, cinco repeticiones y cuatro lechones por unidad experimental. El ensayo fue divido en dos per&iacute;odos (I pre-inicial y II inicial) de 21 d&iacute;as cada uno. Las dietas fueron   suplementadas con niveles crecientes de lisina sint&eacute;tica para cada per&iacute;odo, lo que result&oacute; en los tratamientos   con 1,10, 1.25, 1.40 y 1.55% y 0.77, 0.92, 1.07 y 1.22 % de lisina digerible para el primer (6.0 a 13.0 kg) y   segundo (13.0-28.0 kg) per&iacute;odos de la fase de preceba, respectivamente. Para el periodo pre-inicial de preceba   no hubo efectos (P&gt; 0.05) de los niveles de lisina digestible sobre el consumo de alimento y de energ&iacute;a,   ni sobre la conversi&oacute;n alimenticia; los niveles de lisina aumentaron linealmente (P &lt;0.05) el consumo diario   lisina digestible y en forma cuadr&aacute;tica la ganancia de peso. En el segundo per&iacute;odo de preceba, hubo efecto   lineal sobre el consumo de alimento, de lisina, de energ&iacute;a y la conversi&oacute;n alimenticia y efecto cuadr&aacute;tico   sobre la ganancia diaria promedio. En conclusi&oacute;n, los niveles de lisina digestible para la m&aacute;xima ganancia de   peso se estimaron en 1.355 y 0.972% para cerdos en fase pre inicial e inicial de preceba y con peso de 6.0 a 13.0 y de 13.0 a 28.0 kg, respectivamente.</p>     <p><b>Palabras clave</b>: Alimentos alternativos, rendimiento, requerimientos nutricionales, cerdos.</p>  <hr size="1" />           <p><b><font size="3">Introdu&ccedil;&atilde;o</font></b></p>     <p>A lisina &eacute; o primeiro amino&aacute;cido limitante na nutri&ccedil;&atilde;o   de su&iacute;nos, e &eacute; utilizado como refer&ecirc;ncia para as estimativas   das exig&ecirc;ncias nutricionais dos outros amino&aacute;cidos,   as quais s&atilde;o estabelecidas utilizando-se a metodologia   de dose-resposta com su&iacute;nos de diferentes idades. Na   determina&ccedil;&atilde;o das exig&ecirc;ncias dos amino&aacute;cidos tem sido   aplicado o conceito de prote&iacute;na ideal com o prop&oacute;sito de   fornecer ao su&iacute;no um balan&ccedil;o de amino&aacute;cidos que supra   suas exig&ecirc;ncias sem excesso nem defici&ecirc;ncia e, considerando   como base a digestibilidade verdadeira e total   dos mesmos (Moreira <i>et al</i>. 2004; Oliveira <i>et al</i>. 2006). Segundo Sakomura e Rostagno (2007), os crit&eacute;rios para   estabelecer as exig&ecirc;ncias de amino&aacute;cidos nos su&iacute;nos s&atilde;o   o ganho de peso di&aacute;rio, a convers&atilde;o alimentar, excre&ccedil;&atilde;o   de ureia, e o n&iacute;vel de amino&aacute;cidos no plasma.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A utiliza&ccedil;&atilde;o de alimentos alternativos na alimenta&ccedil;&atilde;o   de su&iacute;nos visa reduzir os custos de produ&ccedil;&atilde;o sem prejudicar   o desempenho dos animais, nem a qualidade   do produto que chega ao consumidor. A quirera &eacute; um   subproduto da ind&uacute;stria de arroz com 14% de gr&atilde;os   quebrados (Limberger <i>et al</i>., 2008), que n&atilde;o &eacute; destinado   para o consumo humano; al&eacute;m disto, a quirera tem   valores nutricionais pr&oacute;ximos ao milho (Rostagno <i>et al</i>., 2011), com alta digestibilidade (Ebert <i>et al</i>. 2005),   e tem pre&ccedil;o inferior ao milho, constituindo-se em uma   mat&eacute;ria prima alternativa com alto potencial de uso na   alimenta&ccedil;&atilde;o de su&iacute;nos.</p>     <p>Fatores como a idade, peso e estresse do desmame,   baixo consumo de alimento, composi&ccedil;&atilde;o da dieta,   imaturidade digestiva e o ambiente, influenciam o   crescimento dos su&iacute;nos em fase de creche (Ribeiro, <i>et al</i>., 2006). O leit&atilde;o ap&oacute;s a desmama deve ser alimentado   com ra&ccedil;&otilde;es de alta digestibilidade, atendendo as   exig&ecirc;ncias nutricionais para essa fase de crescimento. A digestibilidade verdadeira da lisina contida na quirera   de arroz &eacute; de 88.28% (Apol&ocirc;nio <i>et al</i>. 2003).</p>     <p>Para as fases de creche em diferentes faixas de peso,   valores discrepantes de exig&ecirc;ncias de lisina digest&iacute;vel   t&ecirc;m sido estimados. Assim, Nunes <i>et al</i>. (2008) estimaram   a exig&ecirc;ncia de lisina digest&iacute;vel em 1.46% para   m&aacute;ximo ganho de peso de leit&otilde;es de 6-15 kg; entretanto   para su&iacute;nos de 15-30 kg foi estimada a exig&ecirc;ncia   de lisina digest&iacute;vel em 1.10% (Oliveira <i>et al</i>. 2006); e   Zangeronimo <i>et al</i> (2007) recomendam 1.05% de exig&ecirc;ncia   de lisina digest&iacute;vel verdadeira para su&iacute;nos de 9   aos, 25 kg de peso vivo.</p>     <p>Considerando que as exig&ecirc;ncias de nutrientes t&ecirc;m   sido estabelecidas com dietas baseadas em milho, &eacute;   recomendado realizar as corre&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a   correta formula&ccedil;&atilde;o da dieta, quando for necess&aacute;rio utilizar   outros ingredientes. Dessa forma, o objetivo deste   trabalho foi avaliar o efeito dos n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel   sobre o desempenho de leit&otilde;es na fase de creche   alimentados com ra&ccedil;&otilde;es contendo quirera de arroz em   substitui&ccedil;&atilde;o total ao milho.</p>     <p><b><font size="3">Material e m&eacute;todos</font></b></p>     <p>O trabalho foi conduzido na Unidade de Apoio &agrave; Pesquisa   do Laborat&oacute;rio de Zootecnia e Nutri&ccedil;&atilde;o Animal   da Universidade Estadual do Norte Fluminense, localizada   no Munic&iacute;pio de Campos dos Goytacazes, Rio de   Janeiro, Brasil, a 21&deg; 45' 14" de latitude sul, 41&deg; 19'   26' de longitude oeste e 14 msnm.</p>     <p>Foram utilizados 80 leit&otilde;es mesti&ccedil;os Landrace x Large   White x Pietrain, desmamados aos 21 dias de idade,   com 6.17 &plusmn; 1.02 kg de peso, distribu&iacute;dos em um   delineamento experimental de blocos ao acaso; com   quatro tratamentos, cinco repeti&ccedil;&otilde;es e quatro animais   por unidade experimental. O crit&eacute;rio aplicado para a   forma&ccedil;&atilde;o dos blocos foi o peso inicial dos leit&otilde;es.</p>     <p>Os animais foram alojados em um galp&atilde;o de alvenaria,   coberto com telhas de amianto, em baias dotadas de   comedouros convencionais e bebedouros autom&aacute;ticos   tipo chupeta. No piso das baias foi colocada maravalha,   e a 40 cent&iacute;metros de altura uma l&acirc;mpada, com   o prop&oacute;sito de fornecer calor suplementar aos leit&otilde;es. A temperatura do galp&atilde;o foi monitorada diariamente   com term&ocirc;metros de m&aacute;xima e m&iacute;nima, instalados a   altura de 50 cm.</p>     <p>O ensaio foi realizado durante 42 dias na fase de creche   com dois per&iacute;odos, pr&eacute;-inicial (6-13 kg de peso)   e inicial (13-28 kg de peso) de 21 dias cada. As dietas   experimentais (<a href="#tab1">Tabela 1</a>) foram fareladas e formuladas   para atender as exig&ecirc;ncias nutricionais, exceto para lisina. Para as faixas de peso de 7.5 a 15 e, 15 a 30 kg   recomendadas por Rostagno <i>et al</i>. (2005).</p>       <p align="center"><img src="img/revistas/rori/v18n1/v18n1a06tab1.gif"><a name="tab1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>As dietas foram suplementadas com n&iacute;veis crescentes   (0.000; 0.191; 0.382 e 0.573%) de lisina sint&eacute;tica HCl   (78.5%), resultando em tratamentos com 1.10, 1.25,   1.40, 1.55%, e 0.77, 0.92, 1.07, 1.22% de lisina digest&iacute;vel   para os per&iacute;odos correspondentes. Os ingredientes   utilizados na dieta foram analisados segundo   os procedimentos recomendados por Silva e Queiroz   (2004) para prote&iacute;na bruta pelo m&eacute;todo Kjeldahle, em   bomba calorim&eacute;trica Parr para energia bruta.</p>     <p>As dietas experimentais e a &aacute;gua foram fornecidas &agrave;   vontade. Para estimar as vari&aacute;veis de desempenho os   su&iacute;nos foram pesados no inicio e final de cada per&iacute;odo   experimental; do mesmo modo, as sobras foram pesadas   semanalmente para estabelecer o consumo de   ra&ccedil;&atilde;o, pela diferen&ccedil;a entre o fornecimento e as sobras   nos comedouros.</p>     <p>As vari&aacute;veis analisadas foram consumo de ra&ccedil;&atilde;o di&aacute;rio   m&eacute;dio (CDR), ganho de peso di&aacute;rio m&eacute;dio (GDP),   convers&atilde;o alimentar (CA), consumo de lisina di&aacute;rio   (CDL) e consumo di&aacute;rio m&eacute;dio de energia (CDE). Os   dados obtidos foram processados no programa SAEG,   e submetidos &agrave; an&aacute;lise de vari&acirc;ncia e de regress&atilde;o   polinomial.</p>     <p><b><font size="3">Resultados e discuss&atilde;o</font></b></p>     <p>Durante a fase experimental foi constatada a temperatura   m&aacute;xima y m&iacute;nima de 26.7 &plusmn; 2.1 y 18.3 &plusmn; 2.0 &deg;C.,   respectivamente; valores considerados na zona de conforto   t&eacute;rmico (Ferreira, 2005), adequada para os leit&otilde;es   na fase de creche de 6-28 kg de peso e com 21 a 63 dias   de idade. Os dados de desempenho de su&iacute;nos nas fases   de creche s&atilde;o apresentados nas Tabelas <a href="#tab2">2</a> e <a href="#tab3">3</a>.</p>       <p align="center"><a href="img/revistas/rori/v18n1/v18n1a06tab2.gif" target="_blank">Tabela 2</a><a name="tab2"></a></p>       <p align="center"><a href="img/revistas/rori/v18n1/v18n1a06tab3.gif" target="_blank">Tabela 3</a><a name="tab3"></a></p>     <p>Os n&iacute;veis de lisina n&atilde;o influenciaram o CDR nem a   CA (P&gt;0.05) de leit&otilde;es na fase de creche dos 6 aos,   13 kg de peso vivo (<a href="#tab2">tabela 2</a>). Observou-se efeito linear   (P&lt;0.05) sobre CDL e quadr&aacute;tico sobre o ganho   de peso. O ganho de peso di&aacute;rio foi incrementado at&eacute;   o n&iacute;vel de 1,40% de lisina digest&iacute;vel. Pela deriva&ccedil;&atilde;o da   equa&ccedil;&atilde;o de regress&atilde;o -0.4111x2 + 1.1141x-0.3926;   R<sup>2</sup> = 0.895, o n&iacute;vel para m&aacute;ximo ganho de peso foi   estimado em 1.355% de lisina digest&iacute;vel (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</p>     <p align="center"><img src="img/revistas/rori/v18n1/v18n1a06fig1.gif"><a name="fig1"></a></p>     <p>O valor estimado &eacute; menor ao recomendado de 1,38%   de lisina digest&iacute;vel por Moreira <i>et al</i>. (2005) para leitoas   dos 6 aos, 16 kg, com alto potencial para deposi&ccedil;&atilde;o   de carne magra na carca&ccedil;a, e superior &aacute; exig&ecirc;ncia   preconizada por Rostagno <i>et al</i>. (2011) de 1.33% para   leit&otilde;es machos castrados, f&ecirc;meas e machos inteiros de   alto potencial gen&eacute;tico na fase pr&eacute;-inicial na faixa 9.3-15 kg de peso vivo, com 33-42 dias de idade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O ganho de peso di&aacute;rio obtido neste experimento foi   superior ao constatado por Nepomuceno (2010), utilizando   diferentes n&iacute;veis de quirera de arroz na dieta para   su&iacute;nos na fase de creche de 21-42 dias de idade. Do   mesmo modo, o ganho di&aacute;rio foi inferior ao constatado   por Neto <i>et al</i>., (2009) de 441.1 - 457.4 gramas alimentando   su&iacute;nos com diferentes n&iacute;veis de lisina y de energia   em fase inicial de creche dos 6.5 aos 11.5 kg de peso.</p>     <p>A resposta no desempenho aos n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel   difere dos resultados obtidos por Neto <i>et al</i>. (2004) que verificaram efeito linear da concentra&ccedil;&atilde;o   de lisina sobre o ganho di&aacute;rio de peso em leit&otilde;es de   5.5 at&eacute; 11 kg, trabalhando com n&iacute;veis de lisina total   entre 1.30 e 1.60%, sugerindo uma maior efici&ecirc;ncia   na utiliza&ccedil;&atilde;o da lisina contida na dieta pelos leit&otilde;es   nesta fase.</p>     <p>Por outro lado, Nunes <i>et al</i>. (2008) n&atilde;o encontram influ&ecirc;ncia   dos n&iacute;veis de lisina no consumo de ra&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m,   constataram efeito linear sobre o ganho de peso e consumo de lisina, sugerindo 1.46% como exig&ecirc;ncia   de lisina digest&iacute;vel para su&iacute;nos dos 6 aos 15 kg de peso.</p>     <p>Os altos valores de exig&ecirc;ncia de lisina digest&iacute;vel para a   faixa de peso em estudo pode-se explicar pelo potencial   gen&eacute;tico dos animais utilizados e pela melhor utiliza&ccedil;&atilde;o   da lisina para aumentar a deposi&ccedil;&atilde;o de carne e   acelerar o crescimento dos animais.</p>     <p>Para a fase dos 13 aos 28 kg (<a href="#tab3">Tabela 3</a>) observou-se efeito   quadr&aacute;tico (P&lt;0.05) dos n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel sobre ganho de peso di&aacute;rio, e efeito linear negativo sobre   consumo di&aacute;rio de ra&ccedil;&atilde;o (P&lt;0.05), de energia metaboliz&aacute;vel   e a convers&atilde;o alimentar (P&lt;0.05) e efeito linear   positivo sobre o consumo di&aacute;rio de lisina (P&lt;0.01).</p>     <p>Para m&aacute;ximo ganho de peso di&aacute;rio o n&iacute;vel de lisina   digest&iacute;vel pelo modelo quadr&aacute;tico foi estimado em   1.05% (<a href="#fig2">Figura 2</a>), e pelo modelo Linear Response Plateau,   LRP, como 0.95%. Para esta faixa de peso, pela   interse&ccedil;&atilde;o das curvas (<a href="#fig2">Figura 2</a>) dos dois modelos estimou-se a exig&ecirc;ncia de lisina digest&iacute;vel em 0.972%, o que corresponde a um consumo de 14 gramas/dia   de lisina digest&iacute;vel. Este valor &eacute; menor que a exig&ecirc;ncia   preconizada por Rostagno <i>et al</i>. (2011) que &eacute; de   1.037% para su&iacute;nos machos castrados de alto potencial   gen&eacute;tico com desempenho m&eacute;dio na faixa de peso   15-30 kg; e menor aos valores estimados por Rossoni   <i>et al</i>. (2009) de 1.08% para f&ecirc;meas selecionadas para   deposi&ccedil;&atilde;o de carne magra.</p>       <p align="center"><a href="img/revistas/rori/v18n1/v18n1a06fig2.gif" target="_blank">Figura 2</a><a name="fig2"></a></p>     <p>O ganho de peso di&aacute;rio obtido neste experimento &eacute;   superior ao obtido por Neto <i>et al</i>. (2009) de 0.511 -   0.556 kg com su&iacute;nos na fase de creche dos 11.5 aos   21.9 kg, utilizando diferentes n&iacute;veis de lisina e ao preconizado   NRC (2012) de 0.693 kg para su&iacute;nos na faixa   de 11-25 kg de peso.</p>     <p>O consumo di&aacute;rio de lisina &eacute; inferior ao recomendado   por Rostagno <i>et al</i>., (2011) para su&iacute;nos de 15-30 kg, de   12.02 gramas/dia, e, pr&oacute;ximo ao estimado por Moretto   <i>et al</i> (2000) que determinaram 15 gramas/dia para   su&iacute;nos inteiros da ra&ccedil;a Landrace dos 15 aos 30 kg de   peso. Os mesmos autores relacionaram a varia&ccedil;&atilde;o dos   resultados entre os trabalhos com fatores como gen&oacute;tipo   dos animais, sistema de alimenta&ccedil;&atilde;o, ambiente e   perfil aminoac&iacute;dico da ra&ccedil;&atilde;o basal, entre outros.</p>     <p>Por outro lado, Oliveira <i>et al</i>. (2006) constataram   1.10% de exig&ecirc;ncia de lisina para su&iacute;nos machos   castrados de alto potencial gen&eacute;tico para deposi&ccedil;&atilde;o   de carne magra na carca&ccedil;a de su&iacute;nos dos 15 aos 30   kg, explicando que a resposta de ganho de peso ao   n&iacute;vel de lisina varia de acordo com o potencial de   crescimento muscular dos animais.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os resultados de desempenho de su&iacute;nos na fase de   creche nas faixas de peso 6-13 e 13-28 kg, e alimentados   com ra&ccedil;&otilde;es que contendo quirera de arroz com   diferentes n&iacute;veis de lisina, s&atilde;o pr&oacute;ximos aos resultados   onde utilizaram ra&ccedil;&otilde;es baseadas em milho como principal   constituinte da dieta (Moreira <i>et al</i>., 2005; Nunes   <i>et al</i>., 2008; Zangeronimo <i>et al</i>., 2007).</p>     <p>O aumento linear do consumo de lisina se explica pela   concentra&ccedil;&atilde;o crescente nas ra&ccedil;&otilde;es referentes aos tratamentos   e, o efeito quadr&aacute;tico sobre o consumo de   energia pelo fato das ra&ccedil;&otilde;es serem isocal&oacute;ricas, uma   vez que o consumo de energia esta relacionado ao   consumo de ra&ccedil;&atilde;o pelos animais, o que sugere que   os su&iacute;nos podem tolerar alguns excessos de lisina sem   apresentar varia&ccedil;&otilde;es no consumo de ra&ccedil;&atilde;o nem no   ganho de peso di&aacute;rio. A alta exig&ecirc;ncia de lisina digest&iacute;vel   pode ser explicada pelo potencial gen&eacute;tico dos   animais, que s&atilde;o selecionados para deposi&ccedil;&atilde;o de carne   magra na carca&ccedil;a, exigindo maiores quantidades de   lisina na ra&ccedil;&atilde;o para atender este prop&oacute;sito.</p>     <p><b><font size="3">Conclus&otilde;es</font></b></p>     <p>Os n&iacute;veis estimados de 1.335 e 0.972% de lisina digest&iacute;vel   na dieta permitem obter o m&aacute;ximo ganho de   peso di&aacute;rio em su&iacute;nos alimentados com ra&ccedil;&otilde;es contendo   quirera de arroz, nas fases de creche pr&eacute;-inicial de   6.0-13.0 kg e inicial de 13-28 kg de peso vivo, respectivamente.</p>     <p><b><font size="3">Agradecimentos</font></b></p>     <p>&Aacute; Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado do Rio de   Janeiro, Faperj, pelo apoio financeiro para a realiza&ccedil;&atilde;o   desta pesquisa.</p>     <p><b><font size="3">Referencias</font></b></p>     <!-- ref --><p>Apol&ocirc;nio LR, Donzele JL, Oliveira RFM, Souza AVC, Silva   FCO. B&uuml;nzen, S. Digestibilidade ileal de amino&aacute;cidos   de alguns alimentos, determinada pela t&eacute;cnica da   c&acirc;nula T simples com su&iacute;nos. Rev bras zootec. 2003;   32(3): 605-614.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0121-3709201400010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ebert AR, Ribeiro AML, Kessler AM. Desempenho e digestibilidade   de leit&otilde;es rec&eacute;m desmamados recebendo gr&atilde;os   de arroz, milho ou farinha de trigo escura. Arch latinoam   prod anim. 2005;13(2): 43-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0121-3709201400010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferreira RA. 2005. Maior produ&ccedil;&atilde;o com melhor ambiente para   aves, su&iacute;nos e bovinos. Ed. Aprenda F&aacute;cil, Vi&ccedil;osa, p. 371.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0121-3709201400010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Limberger VM, Silva LP, Emanuelli T, Comarela, CG, Patias   LD. Modifica&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica e f&iacute;sica do amido de quirera   de arroz para aproveitamento na ind&uacute;stria de alimentos. Qu&iacute;mica Nova. 2008; 31 (1): 84-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0121-3709201400010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira HFV, Fontes DO, Silva FCO, Silva MA, Fontes FAPV,   Gomes FFE, Rossoni MC. N&iacute;veis de lisina para leitoas   dos 6 aos 16 kg com alto potencial para deposi&ccedil;&atilde;o   de carne magra na carca&ccedil;a. Rev bras zootec. 2005;   34(4): 1210-1216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0121-3709201400010000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira I, Kutschenko M, Furlan AC, Murakami AE, Martins   EN, Scapinello C. Exig&ecirc;ncia de lisina para su&iacute;nos em   crescimento e termina&ccedil;&atilde;o, alimentados com ra&ccedil;&otilde;es de   baixo teor de prote&iacute;na, formuladas de acordo com o   conceito de prote&iacute;na ideal. Acta sci anim sci, 2004;   26(4): 537-542.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0121-3709201400010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moretto V, Donzele JL, Oliveira RFM. Fontes DO. N&iacute;veis dieteticos   de lisina para su&iacute;nos da raca Landrace dos 15   aos 30 kg. Rev bras zootec. 2000; 29(3): 803-809.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0121-3709201400010000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>National Research Council-NRC. 2012. Nutrient requirements   of swine. 11. ed. Washington, D.C.:   National Academy of Sciences. 400p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0121-3709201400010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nepomuceno RC. 2010. Inclus&atilde;o da quirera de arroz em ra&ccedil;&otilde;es   de su&iacute;nos na fase de creche. Tese de MSc. Universidade   Federal de Ceara, Fortaleza, 52 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0121-3709201400010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neto MAT, Berto DA, Alburquerque R, Schammass EA. Rela&ccedil;&atilde;o   lisina digest&iacute;vel e energia metaboliz&aacute;vel para   leit&otilde;es em fase pr&eacute;-inicial de creche. Rev bras zootec. 2009; 38(7): 1291-1300.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0121-3709201400010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Neto MAT, Petelincar IM, Berto DA, Schammass EA, Bisinoto   KS, Caldara, FR. N&iacute;veis de lisina para leit&otilde;es na Fase   inicial I do crescimento p&oacute;s-desmame: Composi&ccedil;&atilde;o   corporal aos 11,9 e 19,0 kg. Rev bras zootec. 2004;   33(6) sup 1: 1777-1789.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0121-3709201400010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nunes CGV, Oliveira RFM, Donzele JL, Siqueira JC, Pereira   AA, Silva BA. N&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel para leit&otilde;es dos   6 aos 15 kg. Rev bras zootec. 2008; 37(1): 84-88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0121-3709201400010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Oliveira ALS, Donzele JL, Oliveira RFM, Abreu MLT, Ferreira   AS, Silva FCO, Haese D. Exig&ecirc;ncia de lisina digest&iacute;vel   para su&iacute;nos machos castrados de alto potencial gen&eacute;tico   para deposi&ccedil;&atilde;o de carne magra na carca&ccedil;a dos 15   aos 30 kg. Rev bras zootec. 2006; 35(6): 2338-2343.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S0121-3709201400010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ribeiro AML, Pedrozzo SA, Kessler AM. Threonine: lysine   relations on weaning piglets performance and metabolismo,   Rev bras agroci&ecirc;nc. 2006; 12(2): 205-210.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0121-3709201400010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rossoni MC; Donzele JL; Silva FCO; Oliveira RFM; Abreu   MLT; Santos FA; Kill JL. Pereira CMC. Exig&ecirc;ncia de lisina   digest&iacute;vel de f&ecirc;meas su&iacute;nas selecionadas para deposi&ccedil;&atilde;o   de carne magra, na carca&ccedil;a dos 15 aos 30 kg1. 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Vi&ccedil;osa:UFV, 2<sup>a</sup> ed. p. 186.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0121-3709201400010000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rostagno HS, Albino LFT, Donzele JL, Gomes PC, Oliveira   RF, Lopes DC, Ferreira AS, Barreto SLT, Euclides RF. 2011. Tabelas Brasileiras para aves e su&iacute;nos. Composi&ccedil;&atilde;o   de alimentos e exig&ecirc;ncias nutricionais. ed. Vi&ccedil;osa:   UFV, 3<sup>a</sup> ed. 252 pp.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S0121-3709201400010000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sakomura NK, Rostagno HS. 2007. M&eacute;todos de pesquisa em   nutri&ccedil;&atilde;o de monog&aacute;stricos. Jaboticabal: UNESP, p. 283.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S0121-3709201400010000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zangeronimo MG, Fialho ET, Murgas LDS, Fonseca RT, Rodriguez   PB. Desempenho e excre&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio de   leit&otilde;es dos 9 aos 25 kg alimentados com dietas com   diferentes n&iacute;veis de lisina digest&iacute;vel e prote&iacute;na bruta. Rev bras zootec. 2007; 36(5): 1382-1387.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S0121-3709201400010000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>      ]]></body><back>
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