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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[ESCALA DE ESTRATÉGIAS METACOGNITIVAS DE LEITURA PARA UNIVERSITÁRIOS BRASILEIROS: ESTUDO DE VALIDADE DIVERGENTE¹]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[METACOGNITIVE READING STRATEGIES SCALE FOR BRAZILIAN UNIVERSITY STUDENTS: STUDY OF DIVERGENT VALIDITY]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O estudo visou identificar relações entre solução de problemas e uso de estratégias metacognitivas de leitura. Participaram 262 universitários entre 16 e 53 anos, de diferentes cursos, sendo 79% mulheres. Os instrumentos foram aplicados coletivamente. As estratégias, após a leitura, apresentaram correlações significativas com o desempenho no pós-teste do GfRI (Avaliação Dinâmica da Inteligência Fluida). Houve correlações significativas e baixas entre 34.5% dos itens da escala e o GfRI. Os grupos com menor e maior freqüência de uso das estratégias, grupos extremos, tiveram seu desempenho no pós-teste1 do GfRi significativamente diferenciado. Constatou-se discriminação dos grupos extremos em relação ao GfRI quando divididos por gênero, curso, período e turno freqüentado. Tais resultados indicaram evidências de validade divergente para a Escala de Estratégias Metacognitivas de Leitura - universitário.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">      <p align="center"><b><font size="4">ESCALA DE ESTRAT&Eacute;GIAS METACOGNITIVAS    DE LEITURA PARA UNIVERSIT&Aacute;RIOS BRASILEIROS: ESTUDO DE VALIDADE DIVERGENTE<sup><a href="#1" name="s1">1</a></sup></font></b></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"><b><font size="3">METACOGNITIVE READING STRATEGIES SCALE FOR    BRAZILIAN UNIVERSITY STUDENTS: STUDY OF DIVERGENT VALIDITY</font></b></p>     <p>&nbsp; </p>     <p> <b>MARIA CRISTINA RODRIGUES AZEVEDO JOLY*</b></p>     <p> UNIVERSIDADE S&Atilde;O FRANCISCO, ITATIBA - SP, BRASIL, Rua Alexandre Rodrigues    Barbosa, 45 - CEP 13251-900, Itatiba, SP., Brasil. Correo electr&oacute;nico:    <a href="mailto:cristina@trtec.com.br">cristina@trtec.com.br</a></p>     <p>&nbsp; </p>     <p align="center"> Recibido: julio 11 de 2006 Revisado: abril 23 de 2007 Aceptado:    agosto 27 de 2007</p>     <p>&nbsp; </p> <hr size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b>ABSTRACT</b></p>     <p> This study aimed to identify relationships between problem solving and the    use of metacognitive strategies in reading. 262 university students, 79% female,    took part in this research, with ages between 16 and 53 years, from different    courses. The instruments were applied all together. The results showed significant    correlations between strategies used after reading and the performance in the    GfRI (Dynamic Evaluation of Fluid Intelligence) post-test1. There were also    significant but low correlations between 34.5% of the items from the scale and    the GfRI. The groups with the best and the worst strategies usage frequency,    extreme groups, had widely differenced performance in the GfRI post-test1. Discrimination    of the extreme groups related to the GfRI, when divided into gender, course,    period and whether they had morning or night schedules, was evidenced. These    results showed evidences of divergent validity for the Metacognitive Reading    Strategies Scale.</p>     <p> <b>Key words</b>: psychological evaluation, psychometric, metacognition. </p>     <p>&nbsp; </p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p> O estudo visou identificar rela&ccedil;&otilde;es entre solu&ccedil;&atilde;o    de problemas e uso de estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura. Participaram    262 universit&aacute;rios entre 16 e 53 anos, de diferentes cursos, sendo 79%    mulheres. Os instrumentos foram aplicados coletivamente. As estrat&eacute;gias,    ap&oacute;s a leitura, apresentaram correla&ccedil;&otilde;es significativas    com o desempenho no p&oacute;s-teste do GfRI (Avalia&ccedil;&atilde;o Din&acirc;mica    da Intelig&ecirc;ncia Fluida). Houve correla&ccedil;&otilde;es significativas    e baixas entre 34.5% dos itens da escala e o GfRI. Os grupos com menor e maior    freq&uuml;&ecirc;ncia de uso das estrat&eacute;gias, grupos extremos, tiveram    seu desempenho no p&oacute;s-teste1 do GfRi significativamente diferenciado.    Constatou-se discrimina&ccedil;&atilde;o dos grupos extremos em rela&ccedil;&atilde;o    ao GfRI quando divididos por g&ecirc;nero, curso, per&iacute;odo e turno freq&uuml;entado.    Tais resultados indicaram evid&ecirc;ncias de validade divergente para a Escala    de Estrat&eacute;gias Metacognitivas de Leitura &#8211; universit&aacute;rio.</p>     <p> <b>Palavras-chave</b>: avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, psicometria,    metacogni&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>&nbsp; </p> <hr size="1">     <p><b><font size="3">Metacogni&ccedil;&atilde;o</font></b></p>     <p> A metacogni&ccedil;&atilde;o ou gerenciamento de metas, na perspectiva cognitiva    do processamento humano da informa&ccedil;&atilde;o, coordena e monitora as    atividades mentais. Pode ser entendida como o conhecimento e o autocontrole    que um indiv&iacute;duo tem sobre sua pr&oacute;pria cogni&ccedil;&atilde;o    e atividades de aprendizagem; implica em ter consci&ecirc;ncia de seu estilo    de pensamento, processos e eventos cognitivos, al&eacute;m de habilidade para    controlar estes processos, com o prop&oacute;sito de organiz&aacute;-los, armazen&aacute;-los    e modific&aacute;-los (Bol&iacute;var, 2002; Flavell, 1979; Metcalfe &amp; Shimamura,    1984; Shimamura, 2000).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> As caracter&iacute;sticas da pessoa, da tarefa e das estrat&eacute;gias utilizadas    interv&ecirc;m no processo metacognitivo, segundo Flavell (1979). A pessoa &eacute;    considerada como capaz de conhecer-se, planejar suas a&ccedil;&otilde;es frente    a tarefas conhecidas ou desconhecidas, e regular-se mediante seu pr&oacute;prio    pensamento, visando &agrave; solu&ccedil;&atilde;o de problemas. Nessa perspectiva,    Veenman, Wilhelm e Beishuizen (2004) consideram que a metacogni&ccedil;&atilde;o    &eacute; tanto uma habilidade geral, caracter&iacute;stica do desenvolvimento    dos indiv&iacute;duos, quanto espec&iacute;fica e peculiar a cada um. Isso porque    tem caracter&iacute;sticas estrat&eacute;gicas em fun&ccedil;&atilde;o da tarefa    a ser realizada e est&aacute; parcialmente relacionada &agrave; intelig&ecirc;ncia.</p>     <p> A rela&ccedil;&atilde;o entre metacogni&ccedil;&atilde;o e fun&ccedil;&atilde;o    executiva, segundo Shimamura (2000), ocorre porque do mesmo modo que os processos    metacognitivos modulam e imprimem flexibilidade aos cognitivos, sistemas executivos    ativam esquemas de a&ccedil;&atilde;o de acordo com as inten&ccedil;&otilde;es    do indiv&iacute;duo. A metacogni&ccedil;&atilde;o &eacute; vista no modelo proposto    por Fernandez-Duque, Baird e Posner (2000) como um sistema com fun&ccedil;&atilde;o    executiva. Desse modo, atua como facilitadora para tomada de decis&atilde;o,    sele&ccedil;&atilde;o de estrat&eacute;gias e solu&ccedil;&atilde;o de problemas    por meio de identifica&ccedil;&atilde;o do erro, controle inibit&oacute;rio    e regula&ccedil;&atilde;o emocional, dentre outros. A capacidade de identificar    um erro &eacute; uma forma indireta de avalia&ccedil;&atilde;o da habilidade    cognitiva e da dificuldade da tarefa, o que contribui para atualizar os componentes    metacognitivos (Robertson, Manly, Andrade, Baddeley &amp; Yiend,1997).</p>     <p> Nas atividades cotidianas, pode-se observar a influ&ecirc;ncia da metacogni&ccedil;&atilde;o    e da fun&ccedil;&atilde;o executiva monitorando as a&ccedil;&otilde;es dos indiv&iacute;duos    quando n&atilde;o h&aacute; esquemas pr&eacute;-estabelecidos para responder,    especialmente em situa&ccedil;&otilde;es novas. Visam &agrave; efici&ecirc;ncia    do processamento, capacidade de armazenamento e de coordena&ccedil;&atilde;o    associado &agrave; aten&ccedil;&atilde;o seletiva para a escolha das melhores    respostas para as diferentes tarefas (Engle, Tuholski, Laughlin &amp; Conway    1999; Fernandez-Duque et al., 2000; Salthouse &amp; Babcock, 1991).</p>     <p> Van Kerr (2004) exemplifica a aprendizagem da leitura como um dos processos    mais dif&iacute;ceis de monitoramento. Isto porque tal habilidade implica em    decodificar s&iacute;mbolos gr&aacute;ficos e compreender a partir de uma representa&ccedil;&atilde;o    mental com diferentes significados em diversos contextos ling&uuml;&iacute;sticos.    Assim, ser um leitor proficiente implica em usar estrat&eacute;gias para facilitar    a compreens&atilde;o.</p>     <p> <b>Estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura</b></p>     <p> No que tange &agrave; leitura, estudos internacionais desenvolvidos por Flavell    (1979), Bol&iacute;var (2002) e Mokhtari e Reichard (2002), por exemplo, verificaram    que h&aacute; procedimentos metacognitivos que auxiliam a resolu&ccedil;&atilde;o    de problemas de compreens&atilde;o denominados estrat&eacute;gias metacognitivas    de leitura. Essas permitem ao leitor compreender um texto com maior efic&aacute;cia    por possibilitarem um planejamento, monitora&ccedil;&atilde;o e regula&ccedil;&atilde;o    dos pr&oacute;prios processos cognitivos envolvidos nessa tarefa, visando tanto    o processo quanto o produto da leitura. Estas estrat&eacute;gias incluem aten&ccedil;&atilde;o    seletiva dos leitores frente &agrave;s dificuldades de compreens&atilde;o, habilidade    para julgar as demandas cognitivas requeridas pela tarefa e o pr&oacute;prio    conhecimento acerca das necessidades impostas pelas caracter&iacute;sticas do    texto, situa&ccedil;&atilde;o de leitura e as pr&oacute;prias habilidades cognitivas    do leitor.</p>     <p>As estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura devem ser selecionadas considerando-se    a maturidade do leitor, a abordagem e complexidade do texto, o lugar onde o    leitor se encontra na frase ou no texto e o prop&oacute;sito da leitura, a fim    de possibilita-lo efetuar um plano para compreender o texto (Kopke, 1997, 2001).    As estrat&eacute;gias s&atilde;o classificadas, segundo Pearson e Camperell    (2001), em globais quando se referem &agrave; an&aacute;lise do texto de forma    geral; suporte quando o leitor usa materiais de refer&ecirc;ncias, grifos, dentre    outros para compreender o texto; e solu&ccedil;&atilde;o de problemas para as    utilizadas quando surgem dificuldades de compreens&atilde;o para o leitor frente    a informa&ccedil;&otilde;es presentes no texto.</p>     <p> Quanto ao momento de leitura, as estrat&eacute;gias podem ser utilizadas antes,    durante e ap&oacute;s. Na pr&eacute;leitura, &eacute; feita uma an&aacute;lise    global do texto (do t&iacute;tulo, dos t&oacute;picos e das figuras/gr&aacute;ficos),    predi&ccedil;&otilde;es. Durante a leitura as informa&ccedil;&otilde;es relevantes    s&atilde;o selecionadas, estabelecendo-se uma rela&ccedil;&atilde;o entre as    informa&ccedil;&otilde;es apresentadas no texto e uma an&aacute;lise das predi&ccedil;&otilde;es    feitas antes da leitura, para confirm&aacute;-las ou refut&aacute;-las a fim    de compreender o conte&uacute;do. Depois da leitura, analisa-se o significado    da mensagem do texto e a verifica&ccedil;&atilde;o de diferentes perspectivas    apresentadas para o tema (Duke &amp; Pearson, 2002).</p>     <p> A maioria das pesquisas sobre o uso de estrat&eacute;gias metacognitivas de    leitura por universit&aacute;rios referem-se &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o    do leitor e suas a&ccedil;&otilde;es visando melhorar a compreens&atilde;o.    Indicam, em geral, que ser um bom leitor &eacute; ser estrat&eacute;gico a fim    de compreender o texto lido, ter novas informa&ccedil;&otilde;es e relacion&aacute;-las    &agrave; sua estrutura pr&eacute;via, a fim de gerar novos conhecimentos. Tais    atividades implicam tamb&eacute;m em compet&ecirc;ncia para solucionar problemas    (Abreu, 2006; Joly &amp; Cantalice, 2004; Kopke, 2001; Lopes, 1997; Morles,    Amat, Donis &amp; Urquhart,1997; Neves, 2004; Pinto, 1996).</p>     <p> A despeito de sua relev&acirc;ncia, h&aacute; poucas pesquisas descritas sobre    instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o, como afirmam Magliano, Graesser e Trabasso    (1999) e Cantalice (2004). Metcalfe e Shimamura (1984) consideram que esse &eacute;    um dos mais atuais campos de investiga&ccedil;&atilde;o da metacogni&ccedil;&atilde;o    e que question&aacute;rios de auto-relato, como o desenvolvido por Mokthari    e Reichard (2002), t&ecirc;m se mostrado mais eficazes como recursos avaliativos    do que medidas de mem&oacute;ria.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> O estudo desenvolvido por Mokhtari e Reichard (2002) descreve o desenvolvimento    e valida&ccedil;&atilde;o de uma escala de auto-relato visando avaliar a consci&ecirc;ncia    de estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura, para adolescentes e adultos.    A an&aacute;lise fatorial dos itens da escala revelou a presen&ccedil;a de tr&ecirc;s    fatores relativos &agrave;s estrat&eacute;gias globais, de solu&ccedil;&atilde;o    de problemas e de suporte, como proposto por Pearson e Camperell (2001). Os    resultados indicaram que as diferen&ccedil;as entre leitores h&aacute;beis e    n&atilde;o h&aacute;beis est&atilde;o associadas ao conhecimento e compreens&atilde;o    de palavras, uso e monitoramento da compreens&atilde;o e estrat&eacute;gias    de leitura utilizadas enquanto l&ecirc;em materiais acad&ecirc;micos.</p>     <p> No Brasil, o estudo explorat&oacute;rio desenvolvido por Joly, Cantalice e    Vendramini (2004) para verificar as evid&ecirc;ncias de validade de uma escala    de estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura, foi realizado com 1038 universit&aacute;rios,    com idade variando entre 16 e 60 anos, que freq&uuml;entavam regulamente o primeiro    ano dos cursos de ci&ecirc;ncias humanas (82.6%) e exatas (17.4%). A Escala    de Estrat&eacute;gias de Leitura para Universit&aacute;rios &#8211; EMeL-U &#8211;    foi composta inicialmente com 45 itens. Estes foram analisados estatisticamente    usando An&aacute;lise Fatorial. Identificou-se a presen&ccedil;a de tr&ecirc;s    fatores que explicavam 36% da vari&acirc;ncia da escala, confirmando o modelo    de Mokhtari e Reichard (2002) utilizado como refer&ecirc;ncia, uma vez que n&atilde;o    havia nenhum instrumento publicado para esse fim no Brasil. Foram eliminados    10 itens que possu&iacute;am carga fatorial abaixo de 0.30. A escala passou    a contar com 35 itens. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fidedignidade do instrumento,    foi realizado o teste Alfa de Crombach ( a = 0.91). A an&aacute;lise da consist&ecirc;ncia    interna pelo m&eacute;todo das metades revelou o &iacute;ndice de 0.73; uma    das metades com 18 itens teve correla&ccedil;&atilde;o de 0.81 e a outra com    17 itens &agrave; correla&ccedil;&atilde;o de 0.86. Tais &iacute;ndices revelam    boa precis&atilde;o do instrumento.</p>     <p> Por um lado, observa-se que h&aacute; escassez de instrumentos brasileiros    para avalia&ccedil;&atilde;o das estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura    e por outro, a import&acirc;ncia destas para planejar e controlar a execu&ccedil;&atilde;o    de opera&ccedil;&otilde;es mentais frente &agrave; tarefas novas que n&atilde;o    podem ser executadas automaticamente (Klauer, 1990; Primi, 2003). Isto posto,    considerar metacogni&ccedil;&atilde;o enquanto fun&ccedil;&atilde;o executiva    que possibilita o redirecionamento de rotas de a&ccedil;&atilde;o para resolver    problemas de compreens&atilde;o (Fernandez-Duque et al., 2000), viabiliza estudos    de valida&ccedil;&atilde;o para instrumentos dessa natureza. Esses estudos podem    ser por compara&ccedil;&atilde;o com outros testes com construtos similares    (validade convergente) ou diferentes (validade divergente) de acordo com padr&otilde;es    da American Educational Research Association [AERA], American Psychological    Association [APA] e National Council on Measurement in Education [NCME] (1999).</p>     <p> <b>Rela&ccedil;&atilde;o entre Estrat&eacute;gias Metacognitivas de Leitura    e solu&ccedil;&atilde;o de problemas</b></p>     <p> Um estudo de Veenman et al. (2004) com universit&aacute;rios sobre a an&aacute;lise    da rela&ccedil;&atilde;o entre metacogni&ccedil;&atilde;o e intelig&ecirc;ncia,    revelou que as habilidades metacognitivas se relacionam parcialmente com as    habilidades intelectuais. A metacogni&ccedil;&atilde;o &eacute;, pois, tanto    uma habilidade geral, caracter&iacute;stica do desenvolvimento dos indiv&iacute;duos,    quanto especifica por ter caracter&iacute;sticas estrat&eacute;gicas em fun&ccedil;&atilde;o    da tarefa a ser realizada e estar parcialmente relacionada &agrave; intelig&ecirc;ncia.</p>     <p> Garfola e Lester (1985) desenvolveram um modelo de resolu&ccedil;&atilde;o    de problemas de compreens&atilde;o numa perspectiva metacognitiva. &Eacute;    composto por quatro componentes cognitivos relativos &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o    que ocorre quando da leitura, an&aacute;lise e compreens&atilde;o do problema,    &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o cujas atividades ocorrem para a identifica&ccedil;&atilde;o    de estrat&eacute;gias e concep&ccedil;&atilde;o de um plano de resolu&ccedil;&atilde;o,    &agrave; execu&ccedil;&atilde;o presente quando da implementa&ccedil;&atilde;o    das estrat&eacute;gias e do controle do processo, e &agrave; verifica&ccedil;&atilde;o    que finaliza o processo com a avalia&ccedil;&atilde;o das fases anteriores.</p>     <p> Zelazo, Reznick, Carter e Frye (1997) criaram tamb&eacute;m um modelo baseado    nas fun&ccedil;&otilde;es executivas (aten&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria)    que associadas &agrave; metacogni&ccedil;&atilde;o eram respons&aacute;veis    por determinar a a&ccedil;&atilde;o integrada de uma variedade de processos    cognitivos. A representa&ccedil;&atilde;o (imagem mental do problema e suas    poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es), o planejamento (definir as etapas    e suas tarefas para implementar a solu&ccedil;&atilde;o), a execu&ccedil;&atilde;o    (realizar cada etapa planejada) e a avalia&ccedil;&atilde;o (analisar se as    a&ccedil;&otilde;es corresponderam ao planejamento e viabilizaram a solu&ccedil;&atilde;o    efetiva do problema) s&atilde;o as quatro fases de resolu&ccedil;&atilde;o propostas.</p>     <p> Sternberg (1977) considera que a resolu&ccedil;&atilde;o de problemas compreende    uma intera&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo com o problema. Esse &eacute;    tido como um fator complexo, no qual o indiv&iacute;duo produz transforma&ccedil;&otilde;es    n&atilde;o s&oacute; no plano material externo, mas tamb&eacute;m no plano cognitivo    e metacognitivo. No modelo de Sternberg (1977) um problema &eacute; composto    por componentes. O componente &eacute; entendido como um processo elementar    de tratamento da informa&ccedil;&atilde;o, que opera com representa&ccedil;&otilde;es    e s&iacute;mbolos relevantes para solu&ccedil;&atilde;o de problemas. H&aacute;    cinco tipos diferentes de componentes (aquisi&ccedil;&atilde;o, reten&ccedil;&atilde;o,    execu&ccedil;&atilde;o, transfer&ecirc;ncia e metacomponentes). Destaque &eacute;    dado neste estudo aos metacomponentes que s&atilde;o processos de controle utilizados    para planejar as execu&ccedil;&otilde;es e a tomada de decis&otilde;es. As suas    fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o identificar o tipo de problema que deve ser    resolvido, selecionar os componentes de ordem inferior para executar o problema,    definir uma estrat&eacute;gia para combin&aacute;-los, buscar representa&ccedil;&otilde;es    da informa&ccedil;&atilde;o sobre as quais devem operar e guiar o processo at&eacute;    a resolu&ccedil;&atilde;o. S&atilde;o respons&aacute;veis tamb&eacute;m por    decidir o tempo que deve ser utilizado ou o n&iacute;vel de exig&ecirc;ncia    e qualidade final da execu&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> Bethell-Fox, Lohman e Snow (1984) demonstraram que os problemas de racioc&iacute;nio    anal&oacute;gico com figuras geom&eacute;tricas s&atilde;o resolvidos por meio    das estrat&eacute;gias de constru&ccedil;&atilde;o/compara&ccedil;&atilde;o    ou da elimina&ccedil;&atilde;o de respostas. A cria&ccedil;&atilde;o de uma    representa&ccedil;&atilde;o mental completa de uma poss&iacute;vel resposta,    comparando-a com as alternativas de resposta oferecidas, caracterizam a primeira    estrat&eacute;gia.</p>     <p> Esta &eacute; usada mais freq&uuml;entemente por sujeitos com alta habilidade    e em itens simples. Quando h&aacute; um ciclo envolvendo a cria&ccedil;&atilde;o/representa&ccedil;&atilde;o    mental parcial da resposta, baseado em um &uacute;nico elemento ou atributo,    compara&ccedil;&atilde;o com as alternativas, elimina&ccedil;&atilde;o das op&ccedil;&otilde;es    inconsistentes e rein&iacute;cio do ciclo com um segundo atributo, tem-se a    estrat&eacute;gia de elimina&ccedil;&atilde;o de respostas. Essa &eacute; mais    utilizada por sujeitos com baixa habilidade e em itens complexos.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> O GfRI - Avalia&ccedil;&atilde;o Din&acirc;mica da Intelig&ecirc;ncia Fluida,    desenvolvido por Primi (2002), baseado no modelo de Sternberg (1977), &eacute;    um exemplo de um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o baseado em solu&ccedil;&atilde;o    de problemas de racioc&iacute;nio anal&oacute;gico com figuras geom&eacute;tricas    em matrizes. Esse instrumento foi constru&iacute;do considerando-se os componentes    do processamento cognitivo envolvidos nesse tipo de racioc&iacute;nio anal&oacute;gico.</p>     <p> O estudo explorat&oacute;rio das propriedades psicom&eacute;tricas do GfRI    foi realizado por Primi (2003) com 343 estudantes universit&aacute;rios, 56.5%    homens e 43.5% mulheres, que freq&uuml;entavam diferentes cursos. Os alunos    tinham entre 17 e 43 anos (IM= 22.2; DP= 4.68) e 75% da amostra tinha entre    17 e 23 anos.</p>     <p> As correla&ccedil;&otilde;es entre o resultado por item com o escore total    foram altas e positivas. A probabilidade de acerto indicou que os itens representam    um amplo espectro do continuum de dificuldade. A m&eacute;dia de acertos aumentou    no p&oacute;s-teste em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&eacute;-teste (Wilk&#8217;s    Lambda = 0.17, gl 2 e 353; p &lt; 0.001). A consist&ecirc;ncia interna do teste    foi de 0.70.</p>     <p> Ao lado do desenvolvimento de instrumentos para avalia&ccedil;&atilde;o e    considerando a import&acirc;ncia de identificar vari&aacute;veis imbricadas    no uso de estrat&eacute;gias metacognitivas visando &agrave; compreens&atilde;o,    Bol&iacute;var (2002) verificou se existia transfer&ecirc;ncia do treinamento    metacognitivo em compreens&atilde;o de leitura para melhorar a habilidade de    resolu&ccedil;&atilde;o de problemas e vice-versa. Os resultados desse estudo    indicaram que a media&ccedil;&atilde;o docente teve um efeito significativo    para aperfei&ccedil;oar as habilidades estudadas e a transfer&ecirc;ncia rec&iacute;proca    de aprendizagem adquirida para compreender textos e solucionar problemas.</p>     <p> Frente aos resultados de Bol&iacute;var (2002), cabe ressaltar que as estrat&eacute;gias    metacognitivas de leitura s&atilde;o relevantes para solucionar problemas de    compreens&atilde;o segundo a concep&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia que    considera a exist&ecirc;ncia de um processador central executivo. Esse &eacute;    capaz de planejar a atividade cognitiva e controlar sua execu&ccedil;&atilde;o,    sendo as estrat&eacute;gias uma de suas opera&ccedil;&otilde;es metacognitivas    (Carpenter, Just &amp; Shell, 1990; Klauer, 1990; Shimamura, 2000; Veenman et    al., 2004).</p>     <p> Assim, no presente estudo foi analisada a rela&ccedil;&atilde;o entre os resultados    da escala de estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura e o GfRI, considerando-se    haver, de acordo com o modelo de Fernandez-Duque et al. (2000), rela&ccedil;&atilde;o    entre os construtos, apesar de serem independentes como destacam Veenman et    al. (2004). De acordo com o padr&atilde;o proposto para constru&ccedil;&atilde;o    de testes pela American Educational Research Association, American Psychological    Association e National Council on Measurement in Education (AERA et al., 1999)    &eacute; de fundamental import&acirc;ncia buscar evid&ecirc;ncias de validade    de um teste. Independente de essas serem relativas ao conte&uacute;do, ao processo    de resposta, &agrave; estrutura interna, &agrave; rela&ccedil;&atilde;o com    outras vari&aacute;veis e &agrave; conseq&uuml;&ecirc;ncia do teste, v&atilde;o    gerar a base cient&iacute;fica necess&aacute;ria para a interpreta&ccedil;&atilde;o    dos resultados obtidos. Como a evid&ecirc;ncia de validade da presente investiga&ccedil;&atilde;o    foi baseada em construtos divergentes, espera- se que as correla&ccedil;&otilde;es    sejam apesar de significativas, baixas, comprovando tal diferencia&ccedil;&atilde;o.</p>     <p> <b><font size="3">M&eacute;todo</font></b></p>     <p> <b>Participantes</b></p>     <p> Participaram do presente estudo 262 estudantes universit&aacute;rios com idade    entre 16 e 53 anos (IM= 23.66; DP= 6.23), regularmente matriculados em duas    universidades particulares brasileiras do interior paulista. 64.5% dos participantes    freq&uuml;entavam o turno noturno e no diurno estavam 35.5% deles. 78.2% eram    do sexo feminino e 21.8% do masculino. A maioria dos estudantes (77.5%) cursava    os dois primeiros semestres. Havia mais mulheres (79%) que homens (21%) matriculados    nessa etapa.</p>     <p> Os estudantes investigados pertenciam aos cursos de Psicologia (43.5%), Administra&ccedil;&atilde;o    (30.2%) e Pedagogia (26.3%). Foram avaliados apenas os alunos ingressantes do    curso de Administra&ccedil;&atilde;o, pois a maioria das atividades curriculares    dos concluintes s&atilde;o est&aacute;gios e orienta&ccedil;&atilde;o em pequenos    grupos e esse curso &eacute; oferecido apenas no turno noturno o que inviabilizou    a coleta de dados para esses estudantes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> A maioria dos participantes que cursavam Psicologia era mulheres (47%) e em    Administra&ccedil;&atilde;o (40%) e Pedagogia (30%) era do sexo masculino. N&atilde;o    se identificou diferen&ccedil;a significativa por g&ecirc;nero tanto para a    fase do curso que o participante freq&uuml;entava (t = [260] &#8211; 0.77; p    &lt; 0.44), quanto por curso (t = [260] &#8211; 1.80; p &lt; 0.07).</p>     <p> <b>Instrumentos</b></p>     <p> Escala de Estrat&eacute;gias Metacognitivas de Leitura (EMeL &#8211; U) (Joly,    2003)</p>     <p> Esta escala tem por objetivo avaliar as estrat&eacute;gias metacognitivas    de leitura e a freq&uuml;&ecirc;ncia com que o aluno universit&aacute;rio as    utiliza nos intervalos antes, durante e ap&oacute;s a leitura de textos acad&ecirc;micos.    O instrumento pode ser aplicado de forma coletiva ou individual em uma &uacute;nica    sess&atilde;o, com tempo estimado de 20 minutos para responder ao instrumento.    &Eacute; uma escala do tipo Likert com cinco pontos (nunca: 0 ponto; poucas    vezes: 1 ponto; algumas vezes: 2 pontos; muitas vezes: 3 pontos; sempre: 4 pontos)    e constitu&iacute;da por 35 itens. As estrat&eacute;gias dividem-se em tr&ecirc;s    fatores. As estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura globais (1, 2, 3, 4,    5, 6, 7, 9, 16 e 26) representam um conjunto de estrat&eacute;gias de leitura    orientado para a an&aacute;lise global do texto. Por exemplo, o item 1, &#8220;Estabelecer    um objetivo geral para a leitura&#8221; e o item 26, &#8220;Ficar atento a nomes,    datas, &eacute;poca, local&#8221;. As estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura    de suporte (11, 12, 14, 15, 18, 21, 24, 30, 32 e 35) d&atilde;o apoio ao leitor    para compreender a informa&ccedil;&atilde;o pelo uso de materiais de refer&ecirc;ncias,    grifos, dentre outros, como o item 15, &#8220;Fazer anota&ccedil;&otilde;es    no texto para entend&ecirc;-lo melhor&#8221;. As estrat&eacute;gias metacognitivas    de leitura de solu&ccedil;&atilde;o de problemas (8, 10, 13, 17, 19, 20, 22,    23, 25, 27, 28, 29, 31, 33 e 34) s&atilde;o utilizadas quando surgem dificuldades    de compreens&atilde;o para o leitor frente a informa&ccedil;&otilde;es presentes    no texto. O item 13, &#8220;Ritmo de leitura compat&iacute;vel com dificuldade,&#8221;    exemplifica esse fator.</p>     <p> A freq&uuml;&ecirc;ncia de uso das estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura    &eacute; dada pela somat&oacute;ria dos itens ou por fator ou momento de leitura.    O estudo desenvolvido por Joly et al. (2004) identificou validade de construto    e determinou a precis&atilde;o do instrumento. GfRI - Avalia&ccedil;&atilde;o    Din&acirc;mica da Intelig&ecirc;ncia Fluida (Primi, 2002)</p>     <p> (esta avalia&ccedil;&atilde;o, ou o gfri...) &Eacute; composta por 24 problemas    de racioc&iacute;nio anal&oacute;gico indutivo com figuras geom&eacute;tricas    dispostas em matrizes. &Eacute; aplicada em tr&ecirc;s fases consecutivas via    terminal rede de computadores. O pr&eacute;-teste tem doze problemas, a fase    de treino, na qual s&atilde;o ensinados os componentes do processamento cognitivo    envolvidos no racioc&iacute;nio anal&oacute;gico (modelo de Sternberg, 1977)    e a estrutura geral dos problemas e o p&oacute;s-teste com mais doze problemas    estruturalmente id&ecirc;nticos aos do pr&eacute;-teste, mas com feedback sobre    a corre&ccedil;&atilde;o da resposta. A <a href="#f1">Figura 1</a> apresenta o Item 6 do pr&eacute;-teste.</p>       <p>        <center>     <a name="f1"></a><a href="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04f1.gif" target="blank"><b>Figura 1</b></a>    </center> </p>     <p> No pr&eacute;-teste, o testando responde uma vez a cada item e recebe um ponto    por resposta correta e zero por errada. No p&oacute;s-teste, a cada problema,    h&aacute; tr&ecirc;s chances para mudan&ccedil;a de reposta ap&oacute;s cada    feedback dado, recebendo sucessivamente menos pontos a cada mudan&ccedil;a (respectivamente    1, &frac12; e &frac14;). S&atilde;o definidos dois escores para o p&oacute;steste    &#8211; o primeiro escore referente &agrave; resposta sem feedback (resposta    p&oacute;s 1) e o segundo escore referente &agrave; &uacute;ltima resposta dada    com feedback (resposta p&oacute;s 2). O estudo explorat&oacute;rio das propriedades    psicom&eacute;tricas do GfRI foi realizado por Primi (2003) que verificou validade    de construto, descrito anteriormente.</p>     <p> <b>Procedimento</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Foram definidos os cursos, turmas e agendadas as aplica&ccedil;&otilde;es    com os coordenadores dos cursos cujas Universidades autorizaram o estudo. O    GfRI foi instalado na rede de computadores do Laborat&oacute;rio de Inform&aacute;tica    das Universidades pela equipe t&eacute;cnica de inform&aacute;tica com acompanhamento    da pesquisadora respons&aacute;vel pelo projeto.</p>     <p> No primeiro contato com os alunos, a auxiliar de pesquisa respons&aacute;vel    pela aplica&ccedil;&atilde;o esclareceu os objetivos da pesquisa, explicando    aos estudantes cada item do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para    Pesquisa. Os maiores de 18 anos que concordaram em participar assinaram o Termo    e os menores de 18 anos levaram o documento para ser assinado pelo respons&aacute;vel.    Todos foram informados sobre a data, local e hor&aacute;rio de aplica&ccedil;&atilde;o.    Apenas participaram da coleta de dados os alunos menores de idade que estavam    com autoriza&ccedil;&atilde;o do respons&aacute;vel para participar do estudo.</p>     <p> Os dois instrumentos foram aplicados coletivamente por turma e por semestre    em cada curso. A Escala Metacognitiva de Estrat&eacute;gias de Leitura (EMeL-U)    foi aplicada em primeiro lugar e, em seguida, o GfRI. As instru&ccedil;&otilde;es    da EMeL-U foram lidas oralmente pelo aplicador, bem como o exemplo. Sanadas    as d&uacute;vidas, os sujeitos responderam ao instrumento. Assim que cada sujeito    finalizava a EMeL-U, iniciava o GfRI. O aplicador iniciava o GfRI no computador    do participante com cadastro da identifica&ccedil;&atilde;o pessoal &#8211;    nome e Registro Acad&ecirc;mico (RA). O teste foi realizado pelo testando com    base nas instru&ccedil;&otilde;es do programa, sem orienta&ccedil;&atilde;o    do aplicador. Foi dado suporte a d&uacute;vidas ou problemas que surgiram com    o equipamento ou com o programa.</p>     <p><b><font size="3">Resultados</font></b></p>     <p> A Escala de Estrat&eacute;gias Metacognitivas de Leitura e o GfRI foram correlacionados    usando-se o Teste de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson, com margem de erro    de 5%. Considerou-se como categorias de an&aacute;lise tanto os fatores da EmeL-U    e as avalia&ccedil;&otilde;es do GfRI quanto o escore total de ambos. Constatou-se    que apenas as estrat&eacute;gias metacognitivas utilizadas ap&oacute;s a leitura    apresentaram correla&ccedil;&otilde;es significativas e muito baixas com o desempenho    no p&oacute;s-teste do GfRI (<a href="#t1">Tabela 1</a>).</p>       <p>        <center>     <a name="t1"><img src="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t1.gif"></a>    </center> </p>     <p> Correlacionou-se a freq&uuml;&ecirc;ncia de uso de cada item da EMeL-U com    o desempenho dos participantes nas avalia&ccedil;&otilde;es do GfRI. O item    3, &#8220;Fazer quest&otilde;es sobre o conte&uacute;do do texto&#8221;, &eacute;    o &uacute;nico que apresenta correla&ccedil;&atilde;o negativa e significativa    com P&oacute;s-teste 1, antes da leitura. Esse item pertence ao fator global    (<a href="#t2">Tabela 2</a>).</p>       <p>        <center>     <a name="t2"></a><a href="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t2.gif" target="blank"><b>Tabela 2</b></a>    </center> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> Durante a leitura, oito dos itens (62.5% de solu&ccedil;&atilde;o de problemas;    25% de suporte e 12.5% de globais) apresentaram correla&ccedil;&atilde;o com    o GfRI. Destes, o item 11, &#8220;Verificar as suposi&ccedil;&otilde;es que    fiz sobre o texto&#8221;, correlacionou-se com todos os momentos de avalia&ccedil;&atilde;o    do GfRI, sendo que com p&oacute;s-teste1 e escore total revelou correla&ccedil;&atilde;o    muito significativa. Cabe destacar que o item 34, &#8220;Identificar as dicas    do texto que me permitiram fazer hip&oacute;teses corretas antes de ler&#8221;,    que &eacute; usado ap&oacute;s a leitura, apresentou tamb&eacute;m correla&ccedil;&otilde;es    muito significativas com p&oacute;s-teste 1 e 2 e com escore total.</p>     <p> Ap&oacute;s a leitura foi a etapa cujos itens, 37.5% deles, mais se correlacionaram    com GfRI, visto que antes da leitura apenas 16% deles apresentaram correla&ccedil;&atilde;o    e durante a leitura 33% dos itens correlacionaram com GfRI. No geral, foram    constatadas correla&ccedil;&otilde;es significativas, mas baixas, entre 34.5%    dos itens da EMeL-U e o GfRI para todas as etapas.</p>     <p> Analisando-se os fatores das estrat&eacute;gias metacognitivas aos quais pertenciam    os itens, verificou-se que 50% das correla&ccedil;&otilde;es foram relativas    &agrave; solu&ccedil;&atilde;o de problemas (8, 13, 20, 23, 27, 34), 11,5% de    suporte (11, 12, 30 e 32) e 5.7% globais (3 e 9). Quanto ao GfRI, observou-se    que 33.3% dos itens da EMeL-U apresentaram correla&ccedil;&atilde;o com resultados    do p&oacute;s-teste 1. 25% com p&oacute;s-teste 2 e 25% com escore total e 16.7%    com pr&eacute;-teste.</p>     <p> Frente a esse resultado, buscou-se verificar poss&iacute;veis diferen&ccedil;as    entre freq&uuml;&ecirc;ncias extremas (baixas e altas) de uso das estrat&eacute;gias    metacognitivas de leitura em rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho em solu&ccedil;&atilde;o    de problemas propostos no GfRI. Os participantes foram divididos, para tanto,    em dois grupos extremos &#8211; os 25% de participantes que apresentaram menor    e maior uso das estrat&eacute;gias, independente de fator ou momento de leitura.    N&atilde;o foram verificadas diferen&ccedil;as entre os grupos extremos considerando-    se a freq&uuml;&ecirc;ncia total de uso das estrat&eacute;gias em rela&ccedil;&atilde;o    ao desempenho m&eacute;dio no GfRI (<a href="#t3">Tabela 3</a>).</p>       <p>        <center>     <a name="t3"><img src="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t3.gif"></a>    </center> </p>     <p> Visando verificar se eram observados os efeitos de g&ecirc;nero, curso, per&iacute;odo    e turno freq&uuml;entado para os grupos extremos de uso das estrat&eacute;gias    em rela&ccedil;&atilde;o ao GfRI, procedeu-se &agrave; an&aacute;lise dos grupos.    Os resultados encontram-se nas Tabelas 4, 5, 6 e 7.</p>     <p> Os participantes do sexo masculino pertencentes aos grupos extremos revelaram    diferen&ccedil;as significativas em rela&ccedil;&atilde;o a seu desempenho no    p&oacute;s-teste 1 e 2 (<a href="#t4">Tabela 4</a>). Verificou-se que quanto mais freq&uuml;ente    o uso das estrat&eacute;gias, melhor o desempenho no GfRI, tanto ap&oacute;s    terem passado pelo treino (p&oacute;s-teste1) quanto ap&oacute;s terem recebido    feedback para suas respostas com possibilidade de at&eacute; tr&ecirc;s altera&ccedil;&otilde;es    da mesma (p&oacute;s-teste 2).</p>       <p>        <center>     <a name="t4"><img src="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t4.gif"></a>    </center> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> No curso de Pedagogia verificou-se diferen&ccedil;as significativas entre    a freq&uuml;&ecirc;ncia de uso de estrat&eacute;gias e o GfRI. Constatou-se    que os participantes cujo escore correspondeu a mais de 75% de uso de estrat&eacute;gias    de leitura, revelaram desempenho melhor no p&oacute;s-teste 1 e 2, bem como    no teste como um todo (<a href="#t5">Tabela 5</a>). N&atilde;o foram identificadas diferen&ccedil;as    significativas para os cursos de Administra&ccedil;&atilde;o e Psicologia.</p>       <p>        <center>     <a name="t5"></a><a href="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t5.gif" target="blank"><b>Tabela 5</b></a>    </center> </p>     <p> Apenas os participantes concluintes do grupo de maior freq&uuml;&ecirc;ncia    de uso das estrat&eacute;gias revelaram diferen&ccedil;as significativas de    m&eacute;dia para p&oacute;s-teste 1 do GfRI. Os iniciantes n&atilde;o se diferenciaram    em rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho m&eacute;dio comparado para EMeL-U e    GfRI (Tabela 6).</p>     <p> Apesar de turno freq&uuml;entado n&atilde;o ter apresentado efeito significativo    sobre o uso de estrat&eacute;gias (<a href="#t6">Tabela 6</a>), quando analisado em rela&ccedil;&atilde;o    aos grupos extremos, diferen&ccedil;as significativas s&atilde;o identificadas    para os participantes do diurno. Tais diferen&ccedil;as s&atilde;o relativas    ao p&oacute;steste 1 e 2 e ao desempenho total no GfRI (<a href="#t7">Tabela 7</a>).</p>       <p>        <center>     <a name="t6"><img src="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t6.gif"></a>    </center> </p>     <p>        <center>     <a name="t7"><img src="img/revistas/rups/v6n3/v6n3a04t7.gif"></a>    </center> </p>     <p> Sintetizando os resultados, as estrat&eacute;gias metacognitivas utilizadas    ap&oacute;s a leitura apresentaram correla&ccedil;&otilde;es significativas    e muito baixas com o desempenho no p&oacute;s-teste do GfRI. No tocante &agrave;s    correla&ccedil;&otilde;es por item, identificou-se que 34.5% dos itens correlacionam-se    com o GfRI. Os grupos extremos de freq&uuml;&ecirc;ncia de uso total da EMeL-U    discriminam o desempenho no p&oacute;s-teste1 do GfRI. Al&eacute;m disso, constatou-se    discrimina&ccedil;&atilde;o dos grupos extremos em rela&ccedil;&atilde;o ao    GfRI quando divididos por g&ecirc;nero, curso, per&iacute;odo e turno freq&uuml;entado.    Esses resultados ser&atilde;o discutidos a luz da literatura.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p> <b><font size="3">Discuss&atilde;o</font></b></p>     <p> As correla&ccedil;&otilde;es significativas e baixas, identificadas por fator    e por itens, comprovaram a hip&oacute;tese anteriormente testada em outros estudos    (Carpenter et al., 1990; Klauer, 1990; Shimamura, 2000; Veenman et al., 2004),    que os construtos metacogni&ccedil;&atilde;o e intelig&ecirc;ncia t&ecirc;m    intera&ccedil;&otilde;es, apesar de serem independentes. Observouse que a maioria    das correla&ccedil;&otilde;es ocorreu em itens do fator solu&ccedil;&atilde;o    de problemas, provavelmente em fun&ccedil;&atilde;o do objetivo do GfRI.</p>     <p> &Eacute; importante destacar que os itens 11 e 34, com maior n&uacute;mero    de correla&ccedil;&otilde;es com as etapas do GfRI em rela&ccedil;&atilde;o    aos demais, s&atilde;o os que se referem especificamente &agrave;s habilidades    de solu&ccedil;&atilde;o de problemas requeridas pelo GfRI, s&oacute; que em    situa&ccedil;&atilde;o de compreens&atilde;o em leitura &#8211; levantar hip&oacute;teses    de resposta e identificar dicas &#8211; segundo o modelo de Sternberg (1977).    Tais resultados tamb&eacute;m conferem import&acirc;ncia ao papel da metacogni&ccedil;&atilde;o    como fun&ccedil;&atilde;o executiva na solu&ccedil;&atilde;o de problemas, respons&aacute;vel    por planejar, monitorar e avaliar as informa&ccedil;&otilde;es para escolher    a melhor resposta (Engle et al., 1999; Salthouse &amp; Babcock, 1991) e corroborando    Metcalfe e Shimamura (1984), Shimamura (2000), Fernandez-Duque et al. (2000).</p>     <p> Identificaram-se, tamb&eacute;m, diferen&ccedil;as estatisticamente significativas    por g&ecirc;nero, idade e per&iacute;odo de curso freq&uuml;entado. Observou-se    uma intera&ccedil;&atilde;o entre g&ecirc;nero, idade e curso. Verificou-se    que curso &eacute; co-variante em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s duas vari&aacute;veis    e que ambas t&ecirc;m efeito sobre o escore total da EMeL-U. Ao lado desse resultado,    o desempenho dos grupos extremos diferenciaram significativamente o escore m&eacute;dio    do GfRI por g&ecirc;nero, curso, per&iacute;odo e turno.</p>     <p> Isso posto, pode-se considerar atingido o objetivo da presente investiga&ccedil;&atilde;o.    Identificou-se evid&ecirc;ncia de validade divergente para a Escala de Estrat&eacute;gias    Metacognitivas de Leitura &#8211; universit&aacute;rio por meio do GfRI e pela    an&aacute;lise dos grupos extremos (AERA et al., 1999). Cabe destacar que as    evid&ecirc;ncias de validade identificadas nesse estudo, ampliam as anteriormente    constatadas por Joly et al. (2004) e Abreu (2006) para a Escala de Estrat&eacute;gias    Metacognitivas de Leitura - universit&aacute;rios.</p>     <p> A despeito de estar dispon&iacute;vel para pesquisadores e profissionais de    psicologia e educa&ccedil;&atilde;o, um instrumento com caracter&iacute;sticas    psicom&eacute;tricas adequadas para avaliar o qu&atilde;o estrat&eacute;gicos    s&atilde;o os leitores, outras investiga&ccedil;&otilde;es s&atilde;o necess&aacute;rias    para quest&otilde;es suscitadas pelo tema. Verificar se o escore obtido na EMeL-U    &eacute; preditivo para compreens&atilde;o em leitura, a rela&ccedil;&atilde;o    existente entre estrat&eacute;gias metacognitivas de leitura com compreens&atilde;o    em leitura, com aten&ccedil;&atilde;o e mem&oacute;ria, s&atilde;o alguns exemplos    de estudos a serem realizados futuramente.</p>      <p>&nbsp; </p> <hr size="1">     <p><sup><a href="#s1" name="#1">1</a></sup> Pesquisa realizada com apoio financeiro do Conselho Nacional de Desenvolvimento    Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) do   Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do Brasil. </p> <hr size="1">     <p><b><font size="3">Refer&ecirc;ncias</font></b></p>     <!-- ref --><p> Abreu, M. C. (2006). Escala de estrat&eacute;gias de leitura para universit&aacute;rios:    evid&ecirc;ncias de validade concorrente. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado,    Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1657-9267200700030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> American Educational Research Association, American Psychological Association    &amp; National Council on Measurement in Education (1999). Standards for Educational    and Psychological Testing. Washington: American Educational Research Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1657-9267200700030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Bethell-Fox, C. E., Lohman, D. F. &amp; Snow, R. E. (1984). Adaptive Reasoning:    Componential and Eye Movement Analysis of Geometric Analogy Performance. Intelligence,    8, 205-238.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1657-9267200700030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Bol&iacute;var, C. R. (2002). Mediaci&oacute;n de estrategias metacognitivas    en tareas divergentes y transferencia rec&iacute;proca. Investigaci&oacute;n    y Postgrado, 17, 53 -82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1657-9267200700030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Cantalice, L. M. de (2004). Qualidades psicom&eacute;tricas de uma estrat&eacute;gia    de leitura com universit&aacute;rios. Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado,    Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1657-9267200700030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Carpenter, P. A., Just, M. A. &amp; Shell, P. (1990). What One Intelligence    Test Measures: A Theoretical Account of the Processing in the Raven Progressive    Matrices Test. Psychological Review, 97, 404-431.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1657-9267200700030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Duke. N. K. &amp; Pearson, P. D. (2002). Effective Practices for Developing    Reading Comprehension. Em A. E. Farstrup &amp; S. J. Samuels (Comps.), What    Research Has to Say about Reading Instruction (3raEd., pp. 205-242). Newark:    International Reading Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1657-9267200700030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Engle, R. W., Tuholski, S. W., Laughlin, J. E. &amp; Conway, A. R. A. (1999).    Working Memory, Short-term Memory, and General Fluid Intelligence: A Latent-    variable Approach. Journal of Experimental Psychology: General, 128, 309-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1657-9267200700030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Fernandez-Duque, D., Baird, J. A. &amp; Posner, M. I. (2000). Executive Attention    and Metacognitive Regulation. Consciousness and Cognition 9, 288-307&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1657-9267200700030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> Flavell, J. H. (1979). Metacognition and Cognitive Monitoring: A New Area    of Cognitive-developmental Inquiry. American Psychologist, 34, 906-911.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1657-9267200700030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Garfola, J. &amp; Lester, F. K. (1985). Metacognition, Cognitive Monitoring,    and Mathematical Performance. Journal for Research in Mathematics Education,    16, 163-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1657-9267200700030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Joly, M. C. R. A. (2003). Escala de Estrat&eacute;gias de Leitura &#8211;    formato universit&aacute;rio. Manuscrito no publicado, Universidade S&atilde;o    Francisco, Itatiba, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1657-9267200700030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Joly, M. C. R. A. &amp; Cantalice, L. M. de. (2004) Avaliando estrat&eacute;gias    de leitura com universit&aacute;rios. Em C. Machado, L. S. Almeida, M. Gon&ccedil;alves    &amp; V. Ramalho. Avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica: formas e contextos    (pp. 479-486). Braga: Psiquil&iacute;brios.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1657-9267200700030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Joly, M. C. R. A., Cantalice, L. M. de &amp; Vendramini, C. M. M. (2004).    Evid&ecirc;ncias de validade de uma escala de estrat&eacute;gias de leitura    para universit&aacute;rios. Intera&ccedil;&atilde;o em Psicologia, 8, 261-270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1657-9267200700030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Klauer, K. J. (1990). A Process Theory of Inductive Reasoning Tested by Teaching    of Domain-Specific Thinking Strategies. European Journal of Psychology of Education,    5, 191-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1657-9267200700030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Kopke, H. F. (1997). Estrat&eacute;gias para desenvolver a metacogni&ccedil;&atilde;o    e a compreens&atilde;o de textos te&oacute;ricos na universidade. Psicologia    Escolar e Educacional 1, (2-3), 59-67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1657-9267200700030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Kopke, H. F. (2001). Estrat&eacute;gias em compreens&atilde;o da leitura:    conhecimento e uso por professores de l&iacute;ngua portuguesa. Tese de doutorado,    Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1657-9267200700030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Lopes, M. C. C. (1997). O uso de estrat&eacute;gias cognitivas e metacognitivas    no ensino &#8211; aprendizagem da leitura no 1&ordm; grau: uma proposta de interven&ccedil;&atilde;o.    Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado, UNICAMP, Campinas, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1657-9267200700030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Magliano, J. P., Graesser, A. &amp; Trabasso, T. (1999). Strategic Processing    during Comprehension. Journal of Educacional Psychology, 9, 615-629.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1657-9267200700030000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Metcalfe, J. &amp; Shimamura, A. P. (1984). Metacognition: Knowing about Knowing.    Cambridge: MIT Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1657-9267200700030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Mokhtari, K. &amp; Reichard, C. A. (2002). Assessing Student&#8216;s Metacognitive    Awareness of Reading Strategies. Journal of Educational Psychology, 94, 249-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1657-9267200700030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Morles, A., Amat, M., Donis, Y. &amp; Urquhart, R. (1997). Resoluci&oacute;n    de problemas de procesamiento de la informaci&oacute;n durante la lectura. Lectura    y Vida, 18 (3), 13-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1657-9267200700030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Neves, D. A. B. (2004). Aspectos metacognitivos na leitura do indexador. Tese    Doutorado, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1657-9267200700030000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Pearson, P. D. &amp; Camperell, K. (2001). Comprehension of Text Structures.    Em R. B. Ruddell, M. R. Ruddell e H. Singer (Orgs.), Theorical Models and Processes    of Reading (pp. 448-468). Newark: International Reading Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1657-9267200700030000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Pinto, A. P. P. (1996). Processos cognitivos e estilos individuais: uma proposta    para o desenvolvimento da autonomia do leitor. Tese de doutorado, Pontif&iacute;cia    Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1657-9267200700030000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Primi, R. (2002). GfRI &#8211; Avalia&ccedil;&atilde;o Din&acirc;mica da Intelig&ecirc;ncia    Fluida. Manuscrito no publicado. Universidade S&atilde;o Francisco, Itatiba.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1657-9267200700030000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Primi, R. (2003). Avalia&ccedil;&atilde;o Componencial Informatizada da Intelig&ecirc;ncia    Fluida (Relat&oacute;rio t&eacute;cnico parcial n&ordm; 2000/05913-4). S&atilde;o    Paulo: FAPESP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1657-9267200700030000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Robertson, I. H., Manly, T., Andrade, J., Baddeley, B. T. &amp; Yiend, J.    (1997). &#8216;&#8216;Ooops!&#8217;&#8217;: Performance Correlates of everyday    Attentional Failures in Traumatic Brain Injured and Normal Subjects. Neuropsychologia,    35, 747-758.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1657-9267200700030000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Salthouse, T. A. &amp; Babcock, R. L. (1991). Decomposing Adult Age Differences    in Working Memory. Developmental Psychology, 27, 763-776.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1657-9267200700030000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Shimamura, A. P. (2000). Toward a Cognitive Neuroscience of Metacognition.    Consciousness and Cognition, 9, 313-323.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1657-9267200700030000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Sternberg, R. J. (1977). A Component Process in Analogical Reasoning. Psychological    Review, 84, 353-378.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1657-9267200700030000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> Van Keer, H. (2004). Fostering Reading Comprehension in Fifth Grade by Explicit    Instruction in Reading Strategies and Peer Tutoring. British Journal of Educational    Psychology, 74, 37-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1657-9267200700030000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Veenman, M. V. J., Wilhelm, P. &amp; Beishuizen, J. J. (2004) The Relation    between Intellectual and Metacognitive Skills from a Developmental Perspective.    Learning and instruction, 14, 89-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1657-9267200700030000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p> Zelazo, P. D., Reznick, S., Carter, A. &amp; Frye, D. (1997). Early Development    of Executive Function: A Problem-solving Framework. Review of General Psychology,    2, 198-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1657-9267200700030000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>       ]]></body><back>
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<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Abreu]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escala de estratégias de leitura para universitários: evidências de validade concorrente.]]></article-title>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2006</year>
<publisher-loc><![CDATA[Itatiba ]]></publisher-loc>
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