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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reflexão sobre os critérios de composição das bancadas nacionais no parlamento do Mercosul]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[El objetivo de este estudio es analizar la aplicación del criterio de representación ciudadana en la composición de las bancadas legislativas nacionales del Parlamento del Mercosur, desde el punto de vista del tema demográfico y las implicaciones de interpretación e el proceso de integración regional.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="verdana" size="2">     <p align="right">ART&Iacute;CULO DE INVESTIGACI&Oacute;N/ RESEARCH ARTICLES</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="4"><b>Reflex&atilde;o sobre os crit&eacute;rios de composi&ccedil;&atilde;o das bancadas nacionais no parlamento do Mercosul</b></font></p>     <p align="center"><b><font size="3">Reflection on the criteria for the composition of the national banks in the Mercosur parliament</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Arianne Vital*    <br>   Universidad de la Empresa (Uruguay)</p>     <p>* Advogada militante no Estado do Esp&iacute;rito Santo, Brasil, Especialista em Direito Civil e Direito Processual Civil pela Faculdade C&acirc;ndido Mendes, e Mestranda em Rela&ccedil;&otilde;es Internacionais, pela Universidad de la Empresa, Montevideo, Uruguai. <a href="mailto:enairav@hotmail.com"><i>enairav@hotmail.com</i></a></p>     <p><i>Fecha de recepci&oacute;n: </i>23 de agosto de 2009    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <i>Fecha de aceptaci&oacute;n: </i>17 de noviembre de 2009</p> <hr>     <p><b>Resumo</b></p>     <p><i>O objetivo do presente trabalho &eacute; analisar a aplicabilidade do crit&eacute;rio de representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; na composi&ccedil;&atilde;o das bancadas nacionais do bra&ccedil;o legislativo do Mercosul - Parlamento, sob a &oacute;tica do quesito demogr&aacute;fico, e as implica&ccedil;&otilde;es da interpreta&ccedil;&atilde;o desse conceito no processo de integra&ccedil;&atilde;o regional.</i></p>     <p><b>Palavras-chave: </b>Parlamento do Mercosul, composi&ccedil;&atilde;o das bancadas nacionais, representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;.</p> <hr>     <p><b>Resumen</b></p>     <p><i>El objetivo de este estudio es analizar la aplicaci&oacute;n del criterio de representaci&oacute;n ciudadana en la composici&oacute;n de las bancadas legislativas nacionales del Parlamento del Mercosur, desde el punto de vista del tema demogr&aacute;fico y las implicaciones de interpretaci&oacute;n e el proceso de integraci&oacute;n regional.</i></p>     <p><b>Palabras clave: </b>Parlamento de Mercosur, composici&oacute;n de las bancadas nacionales y representaci&oacute;n ciudadana.</p> <hr>     <p><b><font size="3">DAS GENERALIDADES PERTINENTES AO PARLAMENTO DO MERCOSUL</font></b></p>     <p>O Parlamento do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mercosul" target="_blank">Mercosul</a> (Parlasul), criado em 9 de dezembro de 2005,<a href="#1" name="s1"><sup>1</sup></a> com sede permanente em Montevid&eacute;u/Uruguai, &eacute; o &oacute;rg&atilde;o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Democracia" target="_blank">democr&aacute;tico</a> de representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; dos povos dos Estados-Partes do bloco, quais sejam, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argentina" target="_blank">Argentina</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil" target="_blank">Brasil</a>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paraguai" target="_blank">Paraguai</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai" target="_blank">Uruguai</a>, valendo esclarecer que a Venezuela se encontra em processo de incorpora&ccedil;&atilde;o, dependendo sua ades&atilde;o da aprova&ccedil;&atilde;o pelos Congressos do Brasil e Paraguai, mas, ainda sim, foi-lhe garantido o direito &agrave; representa&ccedil;&atilde;o e assento naquele Congresso Regional.</p>     <p>Salienta-se tamb&eacute;m que Peru, Bol&iacute;via, Col&ocirc;mbia, Equador e Chile s&atilde;o membros-associados, raz&atilde;o pela qual n&atilde;o t&ecirc;m representantes pol&iacute;ticos no Parlamento, contudo s&atilde;o convidados a assistir &agrave;s sess&otilde;es, onde podem expor temas de seu interesse.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O artigo introdut&oacute;rio do Protocolo Constitutivo do Parlasul o define, em linhas gerais, como &oacute;rg&atilde;o unicameral, de representa&ccedil;&atilde;o dos povos dos Estados-membros, independente e aut&ocirc;nomo, sendo integrado por representantes eleitos por sufr&aacute;gio universal, direto e secreto.</p>     <p>Na pr&aacute;tica, isso se traduziu da seguinte forma: cada pa&iacute;s nomeou 18 (dezoito) parlamentares para compor as bancadas nacionais, todos indicados, a princ&iacute;pio, pelos Governos e/ou Chancelarias, at&eacute; que se organizassem elei&ccedil;&otilde;es diretas espec&iacute;ficas para esse fim, o que j&aacute; aconteceu, no caso do Paraguai.<a href="#2" name="s2"><sup>2</sup></a></p>     <p>Assim, &eacute; relevante discutir sobre o real sentido da express&atilde;o &quot;representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;&quot;; como esta teoria deve ser aplicada &agrave; realidade do Parlasul; e como coadunar o conceito ideol&oacute;gico com os interesses pol&iacute;ticos e econ&ocirc;micos de todos os envolvidos e/ou interessados no processo de integra&ccedil;&atilde;o regional.</p>     <p><b><font size="3">DA COMPOSI&Ccedil;&Atilde;O DO PARLAMENTO DO MERCOSUL</font></b></p>     <p>A C&acirc;mara Legislativa do Mercosul &eacute; integrada por 90 parlamentares, sendo 18 (nove senadores e nove deputados) representantes de cada Pa&iacute;s-membro pleno, e, particularmente, no caso da Venezuela, seus 18 legisladores t&ecirc;m direito a voz, mas n&atilde;o a voto, nos termos do artigo 7 &deg; do Protocolo aqui em evid&ecirc;ncia.</p>     <p>Em uma primeira etapa, compreendida entre 31 de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2010, conforme estabelecido nas Disposi&ccedil;&otilde;es Transit&oacute;rias do Protocolo Constitutivo, os parlamentares e seus respecitvos suplentes foram escolhidos entre os congressistas do Poder Legislativo de cada pa&iacute;s.</p>     <p>A partir da segunda etapa de transi&ccedil;&atilde;o, que se iniciar&aacute; em janeiro de 2011, ser&aacute; adotado o crit&eacute;rio de representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;, de modo que os parlamentares ser&atilde;o eleitos por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o" target="_blank">voto direto</a>, seguindo a legisla&ccedil;&atilde;o e o calend&aacute;rio eleitoral de cada pa&iacute;s, entretanto, somente a partir de 2014, as elei&ccedil;&otilde;es acontecer&atilde;o simultaneamente em todos os Estados-partes, o que se denominou de &quot;Dia do Mercosul Cidad&atilde;o.&quot;</p>     <p>Insta frisar que, tendo em vista as in&uacute;meras e acaloradas discuss&otilde;es t&eacute;oricas/filos&oacute;ficas/pol&iacute;ticas quando da elabora&ccedil;&atilde;o do Protocolo, n&atilde;o foi poss&iacute;vel chegar ao consenso naquela oportunidade sobre o sentido preciso da express&atilde;o &quot;representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;&quot;, sob pena da insist&ecirc;ncia adiar ainda mais a implanta&ccedil;&atilde;o do Parlamento, o que gerou brecha para confabula&ccedil;&otilde;es sem qualquer par&acirc;metro legal, j&aacute; que o significado n&atilde;o foi expressamente regulado.</p>     <p>Considerando as v&aacute;rias interpreta&ccedil;&otilde;es comumente atribu&iacute;das pelos atuais legisladores do Parlasul &agrave; express&atilde;o &quot;representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;&quot;, &eacute; incontest&aacute;vel que todas as linhas de pensamento indicam que a representa&ccedil;&atilde;o na C&acirc;mara deixar&aacute; de ser parit&aacute;ria, haja vista o entendimento de que o n&uacute;mero de cadeiras dever&aacute; ser proporcional ao Produto Interno Bruto (PIB) de cada Estado-s&oacute;cio, ou de que as bancadas dever&atilde;o ser proporcionais ao n&uacute;mero de habitantes, sendo que esta &uacute;ltima tem muito mais for&ccedil;a e adeptos dentro do bloco mercosulino.</p>     <p>Na verdade, esse posicionamento &eacute; dos pa&iacute;ses-membros com maior express&atilde;o num&eacute;rica de habitantes, raz&atilde;o pela qual nos primeiros debates acerca da mat&eacute;ria, o Brasil apresentou proposta pela qual teria 75 representantes, a Argentina, 33, Paraguai e Uruguai, 18 cada um, e a Venezuela, que est&aacute; em fase de ades&atilde;o, 27, contra o que se op&ocirc;s o Paraguai, que defendia a perman&ecirc;ncia do <i>status quo, </i>enquanto a Argentina prop&ocirc;s 44 representantes pr&oacute;prios, 75 para o Brasil, 19 para Paraguai e Uruguai, e 37 para a Venezuela.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nas &uacute;ltimas reuni&otilde;es, realizadas entre abril e julho de 2009, o Brasil, preocupado com o iminente in&iacute;cio da segunda etapa de transi&ccedil;&atilde;o e a proximidade das elei&ccedil;&otilde;es de 2010<a href="#3" name="s3"><sup>3</sup></a>, cedeu &agrave;s press&otilde;es do Paraguai e aceitou diminuir o n&uacute;mero de parlamentares para 37 (desde que, a partir de 2014, passe ao patamar que entende justo, qual seja 75), ficando, de qualquer maneira, com a maior bancada; exemplo seguido pela Argentina, que tamb&eacute;m aceitou escalonar o seu n&uacute;mero de representantes para 27 parlamentares, de modo que o Paraguai e Uruguai ter&atilde;o 18 representantes cada um.</p>     <p>Em 17 de agosto do corrente ano, enfim, os pa&iacute;ses-membros do Merco-sul decidiram levar adiante tal proposta de divis&atilde;o das futuras cadeiras do Parlamento, contudo o acordo ainda precisa do aval de todos os Chefes de Estado para ter confirmada sua validade, o que deve acontecer em breve.</p>     <p><b><font size="3">DO CRIT&Eacute;RIO DE REPRESENTATIVIDADE</font></b></p>     <p>&Eacute; indiscut&iacute;vel que o Parlamento do Mercosul trouxe novo f&ocirc;lego ao bloco, reafirmando o compromisso democr&aacute;tico por meio da transpar&ecirc;ncia; a preocupa&ccedil;&atilde;o com os Direitos Humanos, primando pelos respeito &agrave;s pluralidades culturais e diversidades da&iacute; decorrentes, e, por fim, inserindo, de forma atuante e significativa, os cidad&atilde;os, n&atilde;o s&oacute; do bloco, mas de todo o Cone Sul, em sua pol&iacute;tica de desenvolvimento econ&ocirc;mico e tamb&eacute;m social, tudo em conformidade com os preceitos contidos nos artigos 1&deg; e 2 &deg; do Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul.</p>     <p>A Cl&aacute;usula Transit&oacute;ria Segunda do Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul determina ao Parlamento a ado&ccedil;&atilde;o de proposta, por maioria qualificada, dirigida ao Conselho do Mercado Comum, relativa &quot;...&agrave; integra&ccedil;&atilde;o do Parlamento de acordo com o crit&eacute;rio de representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; aplic&aacute;vel a partir da segunda etapa de transi&ccedil;&atilde;o ... &quot;</p>     <p>&Eacute; not&oacute;rio que somente os Estados-membros com povoa&ccedil;&atilde;o mais substancial, como &eacute; o caso do Brasil e Argentina, defendem, com veem&ecirc;ncia, que a f&oacute;rmula igualit&aacute;ria vigente gera sobre-representa&ccedil;&atilde;o dos Estados com menor express&atilde;o num&eacute;rica de habitantes, ao ponto do Senador Alo&iacute;sio Mercadante (2008), Presidente da Representa&ccedil;&atilde;o Brasileira no Parlasul, manifestar que &quot;N&atilde;o teremos condi&ccedil;&otilde;es de promover a elei&ccedil;&atilde;o direta de nossos parlamentares sem contar com a seguran&ccedil;a m&iacute;nima de que contaremos com uma bancada digna do tamanho do Brasil&quot;.</p>     <p>Sobre essa &oacute;tica, vale destacar que a paridade do n&uacute;mero de representantes por Pa&iacute;s-Membro vigora tamb&eacute;m em outros &oacute;rg&atilde;os intergovernamentais do Mercosul, tais como o Conselho do Mercado Comum e Comiss&atilde;o de Com&eacute;rcio, sem qualquer embate filos&oacute;fico t&atilde;o apaixonado, restando cristalino que a pol&ecirc;mica &eacute; basicamente de cunho pol&iacute;tico, comandada pelos pa&iacute;ses que se beneficiar&atilde;o, indiscutivelmente, com a ado&ccedil;&atilde;o do crit&eacute;rio de proporcionalidade.</p>     <p>Ocorre que, dadas as assimetrias de toda esp&eacute;cie identificadas entre os pa&iacute;ses integrantes do bloco sul-americano, em especial o tamanho da popula&ccedil;&atilde;o, que varia de 3 milh&otilde;es, no caso do Uruguai, a 190 milh&otilde;es<a href="#4" name="s4"><sup>4</sup></a>, no caso do Brasil, &eacute; dif&iacute;cil admitir que a proporcionalidade ser&aacute; plena e justa na bancada do Parlamento do MERCOSUL, se pautada no quesito demogr&aacute;fico.</p>     <p>N&atilde;o restando alternativa frente aos protestos dos opositores a essa id&eacute;ia, os negociadores optaram por barganhar pela proporcionalidade atenuada, similar ao que vigora no Parlamento Europ&eacute;ia, que consiste em adapta&ccedil;&otilde;es no teor do artigo 15 do Protocolo Constitutivo, o que resultaria, segundo Arcanjo e Drumond (2008), &quot;em composi&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas variadas e m&uacute;ltiplas entre os representantes dos pa&iacute;ses de maior e menor popula&ccedil;&atilde;o, descartando o predom&iacute;nio de um ou mais Estados sobre os demais, por&eacute;m atenuando a sobre-representa&ccedil;&atilde;o nos pa&iacute;ses de menor popula&ccedil;&atilde;o por meio de maior representatividade em pa&iacute;ses de maior &iacute;ndice demogr&aacute;fico.&quot;</p>     <p>Segundo o Dr. Rosinha (2007), ex-Presidente da Casa Legislativa do Mercosul<a href="#5" name="s5"><sup>5</sup></a>, que formulou Proposta de Projeto de Norma ao Conselho do Mercado Comum, com base no artigo 4&deg;, inciso 13, do Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul, isso se daria da seguinte maneira &quot;parte-se de um piso e se agregam cadeiras por cada grupo populacional superior ao piso, em intervalos cada vez maiores para propiciar a pretendida atenua&ccedil;&atilde;o na proporcionalidade.&quot;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3">DAS CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</font></b></p>     <p>Da detida an&aacute;lise do artigo inaugural do Protocolo Constitutivo do Parlasul, depreende-se que, quando se concebeu a id&eacute;ia de &quot;representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;&quot;, muito provavelmente se cogitou garantir, ainda que indiretamente, por meio da representatividade, a participa&ccedil;&atilde;o do povo da regi&atilde;o mercosulina nos debates e processos decis&oacute;rios sobre os assuntos referentes &agrave; integra&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que pouco, ou quase nada, &eacute; feito nas esferas nacionais, estaduais e municipais, envolvendo a sociedade civil.</p>     <p>Segundo o pensamento do Dr. Rosinha (2007), &quot;O Parlamento do Mercosul ser&aacute;, assim, o &quot;espa&ccedil;o da cidadania&quot; no processo de integra&ccedil;&atilde;o, onde estar&atilde;o representados os interesses dos cidad&atilde;os da sub-regi&atilde;o&quot;, o que foi corroborado pelo discurso inflamado do Presidente do Uruguai, Tabar&eacute; Vasquez (2005), &quot;Solo se conformar&aacute; una identidad regional, coexistente con las identidades nacionales que hay que preservar y fortalecer, por cierto, si nuestros pueblos comienzan a reconocerse como partes diversas de una &uacute;nica y din&aacute;mica unidad. Si empiezan a asumir que no solo comparten el pasado y los vincula el presente, sino tambi&eacute;n que los convoca un futuro que ser&aacute; m&aacute;s venturoso cuanto sepan compartirlo.&quot;</p>     <p>Ainda segundo a opini&atilde;o do Dr. Rosinha, o &oacute;rg&atilde;o &quot;debater&aacute; os temas em quest&atilde;o por meio da realiza&ccedil;&atilde;o de audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas com as entidades da sociedade civil, permitindo-lhes, em primeiro lugar, tomar conhecimento das normas em negocia&ccedil;&atilde;o, e assim, expressar as suas opini&otilde;es e inquietudes. Dessa maneira contribuir&aacute;, decisivamente, para a transpar&ecirc;ncia e para a legitimidade social do processo de integra&ccedil;&atilde;o, fomentando ainda a constru&ccedil;&atilde;o de uma consci&ecirc;ncia de cidadania no Mercosul.&quot;</p>     <p>Ainda que consideremos que o Parlamento &eacute; &quot;o espa&ccedil;o pol&iacute;tico de refer&ecirc;ncia popular para os povos da regi&atilde;o&quot;, dotado de &quot;vis&atilde;o comunit&aacute;ria&quot;, como muitos proclamam, isso n&atilde;o implica dizer que a representa&ccedil;&atilde;o deva ser proporcional &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de cada Estado-Parte, bem como que esse crit&eacute;rio &eacute; o que mais se aproxima da democracia que se pretende resguardar, at&eacute; porque &eacute; indiscut&iacute;vel que h&aacute; assimetrias entre os Pa&iacute;ses-Membros do Mercosul, cujas arestas s&atilde;o imposs&iacute;veis de serem podadas, como &eacute; caso da quest&atilde;o demogr&aacute;fica na regi&atilde;o.</p>     <p>&Eacute; incontest&aacute;vel que a representa&ccedil;&atilde;o de um povo est&aacute; intimamente relacionada com a nomea&ccedil;&atilde;o de seus pol&iacute;ticos, pelo que talvez seja melhor reservar cotas para as minorias, a fim de evitar a concentra&ccedil;&atilde;o de poder nas m&atilde;os da elite, e n&atilde;o necessariamente ampliar o n&uacute;mero de vagas nas bancadas, porque isso n&atilde;o garantir&aacute;, de forma alguma, que todas as classes ser&atilde;o representadas.</p>     <p>Outro ponto a ser avaliado e que pode estar interferindo para a solu&ccedil;&atilde;o do impasse, &eacute; a tend&ecirc;ncia, ainda que camuflada, do Mercosul em seguir o modelo do bloco europeu, na medida em que a proporcionalidade atenuada nada mais &eacute; do que o aperfei&ccedil;oamento, ou somente a adapta&ccedil;&atilde;o da &quot;proporcionalidade regressiva&quot;, que o Parlamento Europeu adotou para a distribui&ccedil;&atilde;o de assentos em sua primeira elei&ccedil;&atilde;o, em 1973, com base na proposta do Relat&oacute;rio do Deputado Socialista Holand&ecirc;s Schelto Patjin.</p>     <p>Para sustentar o seu entendimento de representa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde;, o Dr. Rosinha argumentou que na Casa Legislativa do Bloco Europeu &quot;mesmo com a proporcionalidade, a eventual supremacia num&eacute;rica de bancada de um Estado Parte n&atilde;o acarreta a indesej&aacute;vel hegemonia no Parlamento, tendo em vista o sistema de maiorias que se construiu no Protocolo Constitutivo do Parlamento, em que mat&eacute;rias mais sens&iacute;veis depender&atilde;o de maiorias especial e qualificadas em que a aus&ecirc;ncia de votos de todos os Parlamentares de um Estado Parte impedir&atilde;o sua aprova&ccedil;&atilde;o, significando verdadeiramente um contrapeso institucional para assimetria populacional.&quot;</p>     <p>Sob essa perspectiva, h&aacute; que se levar em considera&ccedil;&atilde;o que, dentre os pa&iacute;ses-membros da Uni&atilde;o Europ&eacute;ia, n&atilde;o h&aacute; disparidade demogr&aacute;fica t&atilde;o gritante e latente como a que se evidencia no Mercosul, como &eacute; o caso do Brasil e do Uruguai, os casos mais extremos, de modo que os efeitos decorrentes da implanta&ccedil;&atilde;o da proporcionalidade &agrave; popula&ccedil;&atilde;o para distribui&ccedil;&atilde;o das vagas do Parlasul ser&atilde;o, com certeza, muito diferentes e at&eacute; mesmo incalcul&aacute;veis a curto e m&eacute;dio prazo.</p>     <p>Outrossim, insta frisar que o Mercosul n&atilde;o precisa seguir nenhum modelo pr&eacute;-concebido, a n&atilde;o ser a t&iacute;tulo de orienta&ccedil;&atilde;o, em especial o Parlamento, que &eacute; cria&ccedil;&atilde;o recente e pode agir de forma revolucion&aacute;ria e inovadora, experimentando seguir trilhas desconhecidas, ditando novos paradigmas, e, assim, atender e conciliar os interesses dos s&oacute;cios do bloco, contendo o ego dos grandes e fortalecendo e sobressaltando os pequenos, primando pelo trabalho regional em detrimento da l&oacute;gica nacional, o que facilitar&aacute; a plena integra&ccedil;&atilde;o.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&Eacute; indiscut&iacute;vel que responder &agrave;s demandas sociais de participa&ccedil;&atilde;o cidad&atilde; n&atilde;o &eacute; tarefa f&aacute;cil e requer habilidoso &quot;jogo de cintura&quot;, contudo &eacute; mais importante conscientizar os povos mercosulinos que o Parlamento &eacute; um espa&ccedil;o transnacional para debater pol&iacute;ticas p&uacute;blicas regionais, em que cada parlamentar deve buscar representar a popula&ccedil;&atilde;o do bloco, e n&atilde;o seu pa&iacute;s de origem e interesses nacionais, do que agradar a massa e demandar a favor das grandes pot&ecirc;ncias Brasil e Argentina.</p>     <p>Assim, pela viabilidade pr&aacute;tica e pol&iacute;tica, entendo que, insofismavel-mente, a igualdade de representa&ccedil;&atilde;o dos Estados-Parte na bancada &eacute; o que mais se aproxima da motiva&ccedil;&atilde;o por detr&aacute;s da Cl&aacute;usula Primeira do Protocolo Constitutivo do Parlamento, vez que j&aacute; &eacute; garantida a participa&ccedil;&atilde;o da sociedade civil, por meio dos instrumentos como as &quot;audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas, semin&aacute;rios sobre os temas do processo de integra&ccedil;&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o de relat&oacute;rios sobre a situa&ccedil;&atilde;o dos direitos humanos na regi&atilde;o&quot; (Ribeiro, Martins, Santoro, 2007).</p>     <p>A diferencia&ccedil;&atilde;o da disposi&ccedil;&atilde;o das vagas das bancadas implicitamente pressup&otilde;e desigualdade entre os Pa&iacute;ses-Membros, ainda que seja por meio da proporcionalidade, distanciando-se do ideal pol&iacute;tico de democracia, igualdade e justi&ccedil;a, o que s&oacute; &eacute; conveniente para os mais populosos, que tamb&eacute;m provocam o desequil&iacute;brio no poder, por conta da economia mais aquecida e bem estruturada.</p>     <p>Seguindo essa linha de racioc&iacute;nio, o n&uacute;mero de mercoparlamentares n&atilde;o poder&aacute; estar associado &agrave; demograf&iacute;a, economia (PIB), extens&atilde;o territorial, organiza&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tico-administrativa interna (Estados, Distritos ou Departamentos), ou qualquer outro fator que seja caracter&iacute;stico da hist&oacute;ria de cada pa&iacute;s e/ou de car&aacute;ter geogr&aacute;fico, sob pena de se penalizar aqueles que n&atilde;o foram agraciados com volumosa quantidade de habitantes e, consequentemente, sobreporem-se uns aos outros, o que j&aacute; acontece, por conta da disparidade, ineg&aacute;vel, entre Argentina e Brasil e os demais.</p>     <p>Por outro lado, h&aacute; de se considerar que o Paraguai j&aacute; elegeu seus congressistas em 2008, seguindo a cota atual de 18 (dezoito) vagas, com conhecimento e anu&ecirc;ncia t&aacute;cita do bloco sul-americano, pelo que entendo n&atilde;o ser correto, tampouco vi&aacute;vel e contraproducente, &quot;mudar as regras do jogo&quot; agora, aumentando o n&uacute;mero de vagas, o que beneficiaria somente os demais pa&iacute;ses, que far&atilde;o elei&ccedil;&otilde;es posteriormente.</p>     <p>Reflita-se que, em caso do n&uacute;mero de vagas do Paraguai aumentar (o que teve que ser descartado quando da formula&ccedil;&atilde;o da &uacute;ltima proposta), admitir-se-ia a hip&oacute;tese, absurda, diga-se de passagem, de for&ccedil;ar o Paraguai a convocar outra elei&ccedil;&atilde;o com objetivo exclusivo de corrigir o d&eacute;ficit, o que, logicamente, acarretaria em suportar o &ocirc;nus inerente a uma nova elei&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>Partindo do pressuposto que os parlamentares paraguaios j&aacute; foram eleitos e empossados, a decis&atilde;o quadripartite sobre a divis&atilde;o dos assentos n&atilde;o poderia se distanciar desse piso, pelo que defendo que, caso realmente seja aprovada a proporcionalidade atenuada nos termos propostos, a mesma s&oacute; poderia passar a vigorar para as elei&ccedil;&otilde;es vindouras, ou seja, a partir de 2014 - per&iacute;odo da unifica&ccedil;&atilde;o.</p>     <p>At&eacute; l&aacute;, prevaleceria o sistema parit&aacute;rio, que permite mesclar os novatos com os veteranos, a quem seria reservado o direito de defender seus mandatos em seus pa&iacute;ses de origem, mantendo-se o intervalo anual entre o encerramento dos mandatos (2008 - Paraguai, 2009 - Argentina e Uruguai, 2010 - Brasil), o que evita as famosas coaliz&otilde;es, os &quot;conchavos&quot;, ante a constante renova&ccedil;&atilde;o do corpo pol&iacute;tico do &oacute;rg&atilde;o em evid&ecirc;ncia.</p>     <p>Como se n&atilde;o bastasse, deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o que ser&aacute; a primeira vez que esses pa&iacute;ses realizar&atilde;o elei&ccedil;&otilde;es diretas objetivando a composi&ccedil;&atilde;o da bancada nacional que os representar&aacute; no Parlamento, motivo pelo qual necessitam de tempo h&aacute;bil para preparar candidatos com essa finalidade espec&iacute;fica, bem como promover conscientiza&ccedil;&atilde;o coletiva, por meio do esclarecimento dos cidad&atilde;os, que, em sua maioria, desconhecem a exist&ecirc;ncia, import&acirc;ncia e fun&ccedil;&atilde;o da Casa Legislativa do Mercosul.</p>     <p>Por fim, analisando o artigo 2&deg; da Proposta do Dr. Rosinha, que assim disp&otilde;e: &quot;o ingresso de qualquer novo Estado Parte no Mercosul implicar&aacute; a revis&atilde;o, pelo Conselho do Mercado Comum, por proposta do Parlamento, do n&uacute;mero de cadeiras correspondentes &agrave; representa&ccedil;&atilde;o de cada pa&iacute;s membro no Parlamento do Mercosul, para vigorar nas elei&ccedil;&otilde;es subseq&uuml;entes&quot;, creio que a manuten&ccedil;&atilde;o do sistema paritario obstar&iacute;a o desgaste do reajuste todas as vezes que um pa&iacute;s fosse admitido como membro do Mercosul, o que, provavelmente, resultar&aacute; em novos debates dessa natureza, caso passe a proposta da proporcionalidade.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Por outro lado, julgo que o n&uacute;mero de 18 (dezoito) vagas por bancada nacional &eacute; pouco expressivo para representar os povos dos Estados-parte do Mercosul, havendo sob-representa&ccedil;&atilde;o (e n&atilde;o sobre-representa&ccedil;&atilde;o como costumam dizer os cr&iacute;ticos da paridade), de modo que deve ser avaliado o aumento de acordo com a demanda do Parlamento, para que se chegue a um consenso sobre o m&iacute;nimo de parlamentares por pa&iacute;s.</p>     <p>Mais uma vez, importa salientar que, ainda que seja aplicada a proporcionalidade atenuada, certamente, os pa&iacute;ses maiores e mais desenvolvidos, especialmente, economicamente, e com forte apelo no cen&aacute;rio internacional, como &eacute; o caso do Brasil, poder&atilde;o comandar e direcionar as decis&otilde;es proferidas pelo Parlamento (definir os rumos), sempre se beneficiando da sua vantagem num&eacute;rica populacional, e tanto &eacute; verdade, que a maior press&atilde;o para que esse processo de defini&ccedil;&atilde;o seja agilizado e aplicado nos moldes aqui contestados adv&eacute;m do Brasil e da Argentina.</p> <hr>     <p><a href="#s1" name="1"><sup>1</sup></a> Data da assinatura do Protocolo Constitutivo.</p>     <p><a href="#s2" name="2"><sup>2</sup></a> Em 20 de abril de 2008.</p>     <p><a href="#s3" name="3"><sup>3</sup></a> A lei eleitoral nacional exige previs&atilde;o de mudan&ccedil;as com, pelo menos, 01 (um) ano de anteced&ecirc;ncia.</p>     <p><a href="#s4" name="4"><sup>4</sup></a> C&aacute;lculo do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica de 2008.</p>     <p><a href="#s5" name="5"><sup>5</sup></a> O atual Presidente &eacute; o uruguaio Juan Jos&eacute; Dominguez, eleito em 17 de agosto de 2009.</p> <hr>     <p><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font><b></b></p>     <!-- ref --><p>ARCANJO, F., MACHADO, E. &amp; DRUMMOND, M. C. Parlamento do Mercosul: proporcionalidade das bancadas nacionais e quest&otilde;es eleitorais internas. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.senado.gov.br/evmmercosul/publico/setores/000/33/noticias/2008/8/359/pm-artigo-proporcionalidade-julho2008%20vers%C3%A3o%20final.pdf" target="_blank">http://www.senado.gov.br/evmmercosul/publico/ setores/000/33/noticias/2008/8/359/pm-artigo-proporcionalidade-jul-ho2008%20vers%C3%A3o%20final.pdf</a>&gt; Acesso em: 17/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0121-8697201000010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>DIAS, M. C. Protocolo de Cria&ccedil;&atilde;o do Parlamento do Mercosul &eacute; Assinado. 09/12/05. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.direito2.com.br/acam/2005/dez/9/protocolo-de-criacao-do-parlamento-do-mercosul-e-assinado" target="_blank">http://www.direito2.com.br/acam/2005/ dez/9/protocolo-de-criacao-do-parlamento-do-mercosul-e-assinado </a>&gt; Acesso em: 19/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0121-8697201000010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>LOCATELLI, P. Parlamento do Mercosul decide por representa&ccedil;&atilde;o proporcional &agrave; popula&ccedil;&atilde;o de cada pa&iacute;s. 17/08/09. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/08/17/ult1859u1336.jhtm" target="_blank">http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/08/17/ult1859u1336.jhtm</a>&gt; Acesso em: 17/08/09.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0121-8697201000010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>MATAIS, A. Sem consenso, Parlamento do Mercosul est&aacute; parado. 30/12/08. Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://comexleis.com.br/news/?p=2369" target="_blank">http://comexleis.com.br/news/?p=2369</a>&gt;. Acesso em: 17/08/09.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0121-8697201000010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>RIBEIRO, ELISA DE SOUSA &amp; MARTINS, H. SANTORO, M. Parlamento do Mercosul: forma de organiza&ccedil;&atilde;o e perspectivas &agrave; participa&ccedil;&atilde;o social e &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Observat&oacute;rio Pol&iacute;tico Sul-Americano, IUPERJ/ UCAM. Observador On-line, v.2 n. 12 dez. 2007. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://observatorio.iuperj.br/observador.php" target="_blank">http://observatorio.iuperj.br/observador.php</a>&gt; Acesso em: 10/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0121-8697201000010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Mercosul/PM/Projeto de Norma n&deg; /2007. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.camispm.org/download_doc/parlamento_mercosul_proposta_proporcionalidade.doc" target="_blank">http://www.camispm.org/download_doc/parlamento_mercosul_pro-posta_proporcionalidade.doc</a>&gt; Acesso em: 09/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0121-8697201000010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Parlamento da Cidadania. 07/01/2008. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/article.php?storyid=3829" target="_blank">http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/article.php?storyid=3829</a>&gt; Acesso em: 09/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0121-8697201000010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Parlamento do Mercosul: Identidade Comum e Cidadania. Capturado em:  &lt;<a href="http://www.camispm.org/download_doc/parlamento_mercosul_proposta_proporcionalidade.doc" target="_blank">http://www.camispm.org/download_doc/parlamento_mercosul_proposta_proporcionalidade.doc</a>&gt; Acesso em: 09/10/2008. &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0121-8697201000010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. ( 2007, noviembre) Maior institucionalidade e cidadania. Revista de la Secretar&iacute;a Ejecutiva de Mercociudades 24, 40 y 41. Mor&oacute;n ( Argentina).&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0121-8697201000010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Entenda as elei&ccedil;&otilde;es do Parlamento do Mercosul. 06/07/09. Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://www2.camara.gov.br/comissoes/cpcms/entenda-as-eleicoes-do-parlamento-do-mercosul" target="_blank">http://www2.camara.gov.br/comissoes/cpcms/entenda-as-eleicoes-do-parlamento-do-mercosul</a>&gt; Acesso em: 17/08/09.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S0121-8697201000010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Parlamento do Mercosul. Informe Mercosul n&deg; 13. Per&iacute;odo segundo semestre 2007 - primeiro semestre 2008. Banco Interamericano de Desenvolvimento. Setor de Integra&ccedil;&atilde;o e Com&eacute;rcio. Instituto para a Integra&ccedil;&atilde;o da Am&eacute;rica Latina e Caribe - BID-INTAL. Buenos Aires, Rep&uacute;blica da Argentina. Dispon&iacute;vel em: &lt; <a href="http://www.iadb.org/intal/aplicaciones/uploads/publicaciones/p_Informe_MERCOSUL_13.pdf" target="_blank">http://www.iadb.org/intal/aplicaciones/uploads/publicaciones/p_Informe_Mercosul_13.pdf</a>&gt; Acesso em: 17/08/09.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S0121-8697201000010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Protocolo Constitutivo del Parlamento del Mercosur. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.parlamentodelmercosur.org" target="_blank">http://www.parlamentodelmercosur.org</a>&gt; Acesso em: 10/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S0121-8697201000010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA,DR. Protocolo de Ushuaia sobre Compromisso Democr&aacute;tico no Mercosul, Bol&iacute;via e Chile. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.parlamentodelmercosur.org" target="_blank">http://www.parlamentodelmercosur.org</a>&gt; Acesso em: 10/10/2008 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S0121-8697201000010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>ROSINHA, DR. Representa&ccedil;&atilde;o brasileira realiza reuni&atilde;o nesta ter&ccedil;a-feira. 29/09/2008. Jornal da C&acirc;mara. Capturado em: &lt;<a href="http://www.senado.gov.br/evmmercosul/homeb" target="_blank">http://www.senado.gov.br/evmmercosul/homeb</a>&gt; Acesso em: 10/10/2008.</p>     <!-- ref --><p>ROSINHA, DR. Representa&ccedil;&atilde;o brasileira quer urg&ecirc;ncia na defini&ccedil;&atilde;o de crit&eacute;rios para elei&ccedil;&atilde;o direta. 07/10/2008. Ag&ecirc;ncia de Not&iacute;cias da Representa&ccedil;&atilde;o/Ag&ecirc;ncia Senado. Caputado em: &lt;<a href="http://www.senado.gov.br/evmmercosul/homeb" target="_blank">http://www.senado.gov.br/evmmercosul/homeb </a>&gt; Acesso em: 10/10/2008.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S0121-8697201000010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>ROSINHA, DR. V&aacute;zquez: Hay que llenar de ciudadan&iacute;a al Mercosur. 20/06/05. Dispon&iacute;vel em: &lt;<a href="http://www.presidencia.gub.uy/_web/noticias/2005/06/2005062007.htm" target="_blank">http://www.presidencia.gub.uy/_web/noticias/2005/06/2005062007.htm</a>&gt; Acesso em: 17/08/09&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S0121-8697201000010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><b>Sites</b></p>     <!-- ref --><p><a href="http://www.parlamentodelmercosur.org" target="_blank">www.parlamentodelmercosur.org</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S0121-8697201000010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><a href="http://www.camara.gov.br/mercosul" target="_blank">www.camara.gov.br/mercosul</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S0121-8697201000010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><a href="http://www.somosmercosur.org" target="_blank">www.somosmercosur.org</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S0121-8697201000010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
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