<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0304-2847</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Revista Facultad Nacional de Agronomía Medellín]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Rev. Fac. Nac. Agron. Medellín]]></abbrev-journal-title>
<issn>0304-2847</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Facultad de Ciencias Agrarias - Universidad Nacional de Colombia]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0304-28472009000100022</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[ANÁLISE DE TRILHA EM PÓS-COLHEITA DE TOMATE TIPO SALADA]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[PATH ANALYSIS OF POST HARVEST IN SALAD TOMATOES TYPE]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sobreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fábio Moreira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sobreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[Fabricio Moreira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fialho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Gustavo Sessa]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A03"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Barrera Sánchez]]></surname>
<given-names><![CDATA[Carlos Felipe]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A04"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Matta]]></surname>
<given-names><![CDATA[Frederico de Pina]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A05"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Viçosa Departamento de Biologia Geral ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Lavras Departamento de Agricultura ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A03">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Viçosa Departamento de Fitotecnia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A04">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Viçosa Departamento de Biologia Geral ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A05">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias Departamento de Produção Vegetal]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2009</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>06</month>
<year>2009</year>
</pub-date>
<volume>62</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>4983</fpage>
<lpage>4988</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0304-28472009000100022&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0304-28472009000100022&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0304-28472009000100022&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[Este trabalho teve como objetivos demonstrar a viabilidade de utilizar análise de trilha na resistência pós-colheita em tomate tipo Salada (Lycopersicon esculentum), analisar as principais variáveis envolvidas e orientar a seleção de materiais para programas de melhoramento. Foi utilizado um delineamento em blocos casualizados, com três repetições e dez frutos por parcela. Para análise dos dados adotou-se um diagrama causal ilustrativo considerando a resistência pós-colheita como variável básica e as variáveis explicativas: diâmetro médio dos frutos, diâmetro da cicatriz do pedúnculo, espessura do mesocarpo, teor de sólidos solúveis e pH. Realizaram-se as análises de variâncias, correlações genotípicas, diagnóstico de multicolinearidade e o desdobramento das correlações genotípicas por meio de análise de trilha. A análise de trilha direcionada a resistência pós-colheita mostrou-se eficiente, evidenciando que sua utilização não se restringe aos caracteres produtivos. O diâmetro da cicatriz do pedúnculo e o diâmetro médio do fruto são os caracteres que isoladamente mais explicaram as variações na resistência pós-colheita de tomates tipo Salada. Incrementos em resistência pós-colheita podem ser obtidos por meio de seleção indireta via diâmetro da cicatriz do pedúnculo. Este aumento será maior se dentre os frutos de menor diâmetro da cicatriz do pedúnculo forem selecionados os que apresentarem maior diâmetro médio do fruto.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to demonstrate the viability of using path analysis of post harvest resistance in salad tomatoes type (Lycopersicon esculentum), analyze the variables key involved and guide the selection of material for breeding programs. We applied a randomized complete block design, with three replications and ten fruits per plot. Data analysis adopted is a causal diagram illustrating the resistance considering post harvest as basic variable and the explicatory variables: fruit mean diameter, peduncle scar diameter, mesocarp thickness, soluble solids content and pH. We perform the variance analysis, genotypic correlations, the multicolinearity diagnosis, and the display of genotypic correlations through path analysis. Path analysis of post harvest it is efficient, suggesting that their use is not restricted to the productive characters. The peduncle scar diameter and the fruit mean diameter are the characters that more explained the variations of post harvest resistance in tomato salad type. Increases in post harvest resistance can be obtained through indirect selection by peduncle scar diameter. This increase will be higher if among the fruits with smaller peduncle scar diameter, the fruits with higher fruit mean diameter would be selected.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Melhoramento]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[seleção indireta]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[pós-colheita]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[Lycopersicon esculentum]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Breeding]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[indirect selection]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[post harvest]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[Lycopersicon esculentum]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[  	    <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>AN&Aacute;LISE DE TRILHA EM P&Oacute;S-COLHEITA DE TOMATE TIPO SALADA</b></font></p> 		    <p><i><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">PATH ANALYSIS OF POST HARVEST IN SALAD TOMATOES TYPE</font></b></i></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">F&aacute;bio Moreira Sobreira<sup>1</sup>; Fabricio Moreira Sobreira<sup>2</sup>; Gustavo Sessa Fialho<sup>3</sup>; Carlos Felipe Barrera S&aacute;nchez<sup>4</sup> e Frederico de Pina Matta<sup>5</sup></font></b></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i><b><sup>1</sup></b> Engenheiro Agr&ocirc;nomo. Doutorando em Gen&eacute;tica e Melhoramento, Departamento de Biologia Geral da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 36570-000, Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, Brasil. &lt;<a href="mailto:fabiomsobreira@yahoo.com">fabiomsobreira@yahoo.com</a>&gt;    <br>               <b><sup>2</sup></b> Engenheiro Agr&ocirc;nomo. Mestrando em Fitotecnia, Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 37200-000, Lavras, Minas Gerais, Brasil. &lt;<a href="mailto:sobreirafm@bol.com.br">sobreirafm@bol.com.br</a>&gt;    <br>               <b><sup>3</sup></b> Engenheiro Agr&ocirc;nomo. Doutorando em Fitotecnia, Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 36570-000, Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, Brasil. &lt;<a href="mailto:gsfialho@hotmail.com">gsfialho@hotmail.com</a>&gt;    <br>               <b><sup>4</sup></b> Engenheiro Agr&ocirc;nomo. Doutorando em Gen&eacute;tica e Melhoramento, Departamento de Biologia Geral da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Campus Universit&aacute;rio, CEP.: 36570-000, Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, Brasil. &lt;<a href="mailto:feba286@hotmail.com">feba286@hotmail.com</a>&gt;    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> 	          <b><sup>5</sup></b> Professor Adjunto, Departamento de Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal do Centro de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (CCAUFES), Alto Universit&aacute;rio, s/n, Centro, CP 16, CEP.: 29500-000, Alegre, Esp&iacute;rito Santo, Brasil.</i></font></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Recibido: Enero 20 de 2009; Aceptado: Junio 2 de 2009</b></font></p> 		<hr> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Resumo.</b> Este trabalho teve como objetivos demonstrar a viabilidade de utilizar an&aacute;lise de trilha na resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita em tomate tipo Salada (Lycopersicon esculentum), analisar as principais vari&aacute;veis envolvidas e orientar a sele&ccedil;&atilde;o de materiais para programas de melhoramento. Foi utilizado um delineamento em blocos casualizados, com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es e dez frutos por parcela. Para an&aacute;lise dos dados adotou-se um diagrama causal ilustrativo considerando a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita como vari&aacute;vel b&aacute;sica e as vari&aacute;veis explicativas: di&acirc;metro m&eacute;dio dos frutos, di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo, espessura do mesocarpo, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis e pH. Realizaram-se as an&aacute;lises de vari&acirc;ncias, correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas, diagn&oacute;stico de multicolinearidade e o desdobramento das correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas por meio de an&aacute;lise de trilha. A an&aacute;lise de trilha direcionada a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita mostrou-se eficiente, evidenciando que sua utiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se restringe aos caracteres produtivos. O di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo e o di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto s&atilde;o os caracteres que isoladamente mais explicaram as varia&ccedil;&otilde;es na resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita de tomates tipo Salada. Incrementos em resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita podem ser obtidos por meio de sele&ccedil;&atilde;o indireta via di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo. Este aumento ser&aacute; maior se dentre os frutos de menor di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo forem selecionados os que apresentarem maior di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras chaves:</b> Melhoramento, sele&ccedil;&atilde;o indireta, p&oacute;s-colheita, Lycopersicon esculentum.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Abstract.</b> This study aimed to demonstrate the viability of using path analysis of post harvest resistance in salad tomatoes type (Lycopersicon esculentum), analyze the variables key involved and guide the selection of material for breeding programs. We applied a randomized complete block design, with three replications and ten fruits per plot. Data analysis adopted is a causal diagram illustrating the resistance considering post harvest as basic variable and the explicatory variables: fruit mean diameter, peduncle scar diameter, mesocarp thickness, soluble solids content and pH. We perform the variance analysis, genotypic correlations, the multicolinearity diagnosis, and the display of genotypic correlations through path analysis. Path analysis of post harvest it is efficient, suggesting that their use is not restricted to the productive characters. The peduncle scar diameter and the fruit mean diameter are the characters that more explained the variations of post harvest resistance in tomato salad type. Increases in post harvest resistance can be obtained through indirect selection by peduncle scar diameter. This increase will be higher if among the fruits with smaller peduncle scar diameter, the fruits with higher fruit mean diameter would be selected.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Key words:</b> Breeding, indirect selection, post harvest, Lycopersicon esculentum.</font></p> 		<hr> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os tomates tipo salada (<i>Lycopersicon esculentum</i>), denominados comercialmente como tomates de &quot;longa vida&quot;, apresentam genes mutantes que lhe conferem maior tempo de prateleira, sendo mais adequados ao transporte e comercializa&ccedil;&atilde;o (Della Vecchia e Koch, 2000). No entanto, tal manipula&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica resulta na degrada&ccedil;&atilde;o do sabor destes frutos (Moura <i>et al., </i>2005), sendo contraria as exig&ecirc;ncias dos consumidores por frutos mais saborosos (Marcos e Jorge, 2002). Por tanto, &eacute; necess&aacute;rio um estudo mais avan&ccedil;ado das caracter&iacute;sticas dos frutos relacionadas com a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita, para que estas sejam utilizadas no melhoramento da citada caracter&iacute;stica, sem causar perdas na qualidade organol&eacute;ptica dos frutos. Tal resultado pode ser obtido utilizando genes que conferem a chamada longa-vida estrutural (Alvarenga, 2004).</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O conhecimento da correla&ccedil;&atilde;o entre caracteres &eacute; de relevada import&acirc;ncia em programas de melhoramento, especialmente se a sele&ccedil;&atilde;o em um deles apresenta dificuldades, em fun&ccedil;&atilde;o da baixa herdabilidade e/ou tenha problemas de mensura&ccedil;&atilde;o e identifica&ccedil;&atilde;o (Cruz <i>et al., </i>2004). No entanto este estudo apenas informa sobre a associa&ccedil;&atilde;o entre caracteres, n&atilde;o determinando a rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito. </font></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Wright (1921) prop&ocirc;s uma an&aacute;lise de trilha, para compreens&atilde;o dessa associa&ccedil;&atilde;o, que desdobra as correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas em efeitos diretos e indiretos das vari&aacute;veis explicativas sobre uma vari&aacute;vel b&aacute;sica. Para fins de melhoramento, &eacute; importante identificar dentre as caracter&iacute;sticas de alta correla&ccedil;&atilde;o com a vari&aacute;vel b&aacute;sica, aquelas de maior efeito direto em sentido favor&aacute;vel &agrave; sele&ccedil;&atilde;o, de tal forma que a resposta correlacionada por meio da sele&ccedil;&atilde;o indireta seja eficiente (Severino <i>et al., </i>2002).</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Este trabalho teve como objetivos demonstrar a viabilidade de utilizar an&aacute;lise de trilha para resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita em tomate tipo Salada, analisar as principais vari&aacute;veis envolvidas e orientar a sele&ccedil;&atilde;o de materiais para programas de melhoramento.</font></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">MATERIAL E M&Eacute;TODOS</font></b></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O experimento foi conduzido no Centro de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias da Universidade Federal do Esp&iacute;rito Santo (CCA-UFES), no munic&iacute;pio de Alegre - ES, durante o ano de 2006. Foram utilizados 18 acessos de tomate tipo Salada (L. <i>esculentum</i>) do banco de germoplasma do CCA-UFES. Utilizou-se o delineamento experimental em blocos casualizados, com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es e dez frutos por parcela. As plantas foram conduzidas em casa de vegeta&ccedil;&atilde;o em vasos de 12 L e os tratos culturais foram realizados de acordo com Filgueira (2003). Os frutos foram colhidos no est&aacute;dio maduro e imediatamente caracterizados com base em descritores morfoagron&ocirc;micos propostos pelo International Plant Genetic Resources Institute (IPGRI, 1996). A resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita foi avaliada em laborat&oacute;rio sob condi&ccedil;&atilde;o ambiente, com temperatura m&eacute;dia de 26 &deg;C e 65% de umidade relativa do ar, com base no m&eacute;todo da aplana&ccedil;&atilde;o n&atilde;o destrutiva desenvolvido por Calbo e Nery (1995).</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Realizou-se an&aacute;lise de vari&acirc;ncia para venticar a exist&ecirc;ncia de variabilidade gen&eacute;tica, onde foram obtidas as estimativas de correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas e do coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o genot&iacute;pico conforme Mode e Robinson (1959) e Vencovsky e Barriga (1992), respectivamente. O grau de multicolinearidade da matriz X`X foi avaliado segundo os crit&eacute;rios indicados por Montgomery e Peck (1981), estes se baseiam nos valores do determinante e do n&uacute;mero de condi&ccedil;&atilde;o (NC = raz&atilde;o entre o maior e o menor autovalor) dessas matrizes. Buscando identificar as vari&aacute;veis que contribu&iacute;ram para o surgimento da multicolinearidade, efetuou-se a an&aacute;lise dos elementos dos autovetores associados aos autovalores descrita por Belsley <i>et al.</i> (1980) procedendo-se ent&atilde;o ao descarte adequado destas e realizando-se os desdobramentos das correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas em efeitos diretos e indiretos por meio da an&aacute;lise de trilha.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para an&aacute;lise dos dados adotou-se um diagrama causal ilustrativo considerando a vari&aacute;vel resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita (RPC, kgf cm-2) como vari&aacute;vel b&aacute;sica e as vari&aacute;veis explicativas: di&acirc;metro m&eacute;dio dos frutos (DMF, cm), di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo (DCP, mm), espessura do mesocarpo (ESP, cm), teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis (TSS , &ordm;Brix) e pH (pH), conforme ilustrado na <a href="#fig01">Figura 1</a>. Nesta observa-se o inter-relacionamento das vari&aacute;veis analisadas, onde a seta unidirecional indica efeito direto (coeficiente de trilha) de cada vari&aacute;vel explicativa, enquanto a seta bidirecional representa a interdepend&ecirc;ncia de duas vari&aacute;veis explicativas, cuja magnitude &eacute; quantificada pela correla&ccedil;&atilde;o genot&iacute;pica.</font></p> 		    <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="fig01"></a><img src="/img/revistas/rfnam/v62n1/a22fig01.gif">    <br> 	    Figura 1.</b> Efeitos diretos e indiretos das vari&aacute;veis explicativas di&acirc;metro m&eacute;dio dos frutos, cm (1), di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo, cm (2), espessura do mesocarpo, cm (3), teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis, &ordm;Brix (4) e pH (5) sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica: a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita dos frutos (y).</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os resultados da an&aacute;lise de trilha foram interpretados seguindo as indica&ccedil;&otilde;es de Vencovsky e Barriga (1992), ao se considerar que coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o e efeitos diretos (coeficientes de trilha) elevados indicam que estas vari&aacute;veis independentes explicam parte da altera&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel b&aacute;sica, e que coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o positivos ou negativos, mas com efeito direto de sinal diferente ou insignificante, indicam que vari&aacute;veis que apresentam maiores efeitos indiretos t&ecirc;m que ser consideradas simultaneamente para que a altera&ccedil;&atilde;o na vari&aacute;vel b&aacute;sica seja explicada. As an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas segundo recomenda&ccedil;&otilde;es de Cruz <i>et al.</i> (2004), sendo processadas usando os recursos computacionais do programa GENES (Cruz, 2001).</font></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESULTADOS E DISCUSS&Atilde;O</b></font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram observadas diferen&ccedil;as (P&le;0,01) em todas as vari&aacute;veis explicativas (<a href="#tab01">Tabela 1</a>), o que evidencia varia&ccedil;&atilde;o entre os tratamentos para cada vari&aacute;vel analisada. </font></p> 		    <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="tab01"></a>Tabela 1.</b> Di&acirc;metro m&eacute;dio dos frutos (DMF em cm), di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo (DCP em mm), espessura do mesocarpo (ESP em mm), teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis (TSS em &ordm;Brix), pH (pH) e resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita (RPC em Kgf cm-2) do tomate tipo salada. Alegre, ES, 2006.</font>    <br> 	    <img src="/img/revistas/rfnam/v62n1/a22tab01.gif"></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O diagn&oacute;stico da multicolinearidade da matriz de correla&ccedil;&otilde;es genot&iacute;picas indicou NC&lt;100, caracterizada como multicolinearidade fraca, n&atilde;o constituindo-se um problema para a an&aacute;lise de trilha. </font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os efeitos das vari&aacute;veis explicativas sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica s&atilde;o apresentados na <a href="#tab02">Tabela 2</a>. O coeficiente de determina&ccedil;&atilde;o do modelo da an&aacute;lise de trilha R2 (0,766) indica que as vari&aacute;veis explicativas utilizadas explicam grande parte das varia&ccedil;&otilde;es na vari&aacute;vel b&aacute;sica RPC.</font></p> 		    <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b><a name="tab02"></a>Tabela 2. </b>Estimativas dos efeitos diretos e indiretos das vari&aacute;veis explicativas (di&acirc;metro m&eacute;dio dos frutos- DMF), di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo-DCP, espessura do mesocarpo-ESP, teor de s&oacute;lidos sol&uacute;veis TSS e pH) sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica, resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita (kgf&bull;cm-2) em gen&oacute;tipos de tomate obtidos a partir dos dados com diferentes tipos de colinearidade. Alegre, ES, 2006.</font>    <br> 	    <img src="/img/revistas/rfnam/v62n1/a22tab02.gif"></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o car&aacute;ter DMF, com coeficiente de correla&ccedil;&atilde;o negativo de -0,111 e elevado efeito direto positivo (1,266) sobre a RPC, verifica-se que apesar do alto efeito direto apresentado a press&atilde;o de sele&ccedil;&atilde;o intensificada sobre o DMF poder&aacute; n&atilde;o proporcionar ganhos gen&eacute;ticos satisfat&oacute;rios na RPC, pois essa correla&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica &eacute; causada principalmente pelos efeitos indiretos, n&atilde;o sendo observada a rela&ccedil;&atilde;o de causa-efeito. Nesse caso, caracteres causais indiretos e significativos, devem ser considerados simultaneamente no processo de sele&ccedil;&atilde;o como sugerido por Cruz e Regazzi (1997). Dentre os efeitos indiretos, destaca-se o elevado efeito negativo da vari&aacute;vel DCP (-1,490) sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica. Evidenciando que a sele&ccedil;&atilde;o indireta por meio da vari&aacute;vel DMF somente ser&aacute; eficiente em aumentar a RPC se considerar concomitantemente os efeitos indiretos via DCP. Dessa forma, para se obter maior incremento na RPC, a sele&ccedil;&atilde;o indireta via DMF dever&aacute; ser realizada sobre frutos de maior di&acirc;metro m&eacute;dio, seguida da sele&ccedil;&atilde;o dos frutos que apresentarem menor DCP.</font></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vari&aacute;vel DCP observa-se correla&ccedil;&atilde;o negativa de -0,452, associada a um elevado efeito direto negativo sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica (-1,650), indicando sua utilidade quando se pratica a sele&ccedil;&atilde;o indireta para RPC. Esse resultado demonstra que a sele&ccedil;&atilde;o indireta para menores valores de DCP acarretar&aacute; em maiores valores de RPC, corroborando com os resultados obtidos por Freitas <i>et al.</i> (1999), que ao estudarem caracter&iacute;sticas de conserva&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita de frutos de tomateiro, observaram que o menor di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo correlaciona-se com maior resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre os efeitos indiretos, destaca-se o elevado efeito da vari&aacute;vel DMF (1,143) sobre a RPC. Em tal circunst&acirc;ncia, &eacute; necess&aacute;rio aplicar uma sele&ccedil;&atilde;o restrita, como sugerido por Vencovsky e Barriga (1992), a fim de eliminar os efeitos indiretos indesej&aacute;veis para aproveitar o efeito direto existente. Dessa forma a sele&ccedil;&atilde;o truncada na vari&aacute;vel DCP ser&aacute; menos eficiente em promover o melhoramento para a vari&aacute;vel b&aacute;sica RPC que a sele&ccedil;&atilde;o restrita, pois a restri&ccedil;&atilde;o possibilitar&aacute; a sele&ccedil;&atilde;o dos frutos de menor DCP, e dentro destes a sele&ccedil;&atilde;o dos acessos de maior DMF, eliminando a influencia do efeito indireto indesej&aacute;vel sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica e conseq&uuml;entemente proporcionando maior incremento da RPC.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A vari&aacute;vel ESP apresenta correla&ccedil;&atilde;o nula 0,069 e efeito direto negativo de reduzida magnitude (-0,112) sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica. N&atilde;o se recomenda para sele&ccedil;&atilde;o indireta, a utiliza&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis que apresentem baixos valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica, sendo descartada dessa forma a utiliza&ccedil;&atilde;o da vari&aacute;vel ESP para a sele&ccedil;&atilde;o indireta visando incrementos em RPC.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Considerando a vari&aacute;vel TSS, observa-se correla&ccedil;&atilde;o negativa de -0,351 e efeito direto negativo sobre a RPC (-0,489). N&atilde;o sendo recomendada sua utiliza&ccedil;&atilde;o devido aos baixos valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto. </font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O nao apresenta pH correla&ccedil;&atilde;o (0,022) e tem efeito direto negativo (-0,188) sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica, demonstrando aus&ecirc;ncia de rela&ccedil;&atilde;o causa-efeito. Conforme enfatizado, n&atilde;o se recomenda para sele&ccedil;&atilde;o indireta a utiliza&ccedil;&atilde;o de vari&aacute;veis que apresentem baixos valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto sobre a vari&aacute;vel b&aacute;sica, por tanto a vari&aacute;vel pH &ntilde;ao &eacute; indicada para a sele&ccedil;&atilde;o indireta com objetivo de aumentos em RPC.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise de trilha apontou o DCP e o DMF como vari&aacute;veis a serem utilizadas quando o objetivo &eacute; a obten&ccedil;&atilde;o de incrementos indiretos na vari&aacute;vel b&aacute;sica RPC, por meio de sele&ccedil;&atilde;o indireta. Devido aos maiores valores de correla&ccedil;&atilde;o e efeito direto apresentados pela vari&aacute;vel DCP, esta deve ser priorizada; devendo ser realizada a sele&ccedil;&atilde;o dos acessos de menor DCP, e dentro destes aos que apresentem maior DMF.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na literatura, n&atilde;o foi encontrado nenhum trabalho com an&aacute;lise de trilha aplicada a p&oacute;s-colheita em tomate tipo Salada, evidenciando a import&acirc;ncia desta pesquisa. A maioria dos trabalhos est&aacute; relacionada &agrave; produtividade de diversas culturas (Tavares <i>et al.,</i> 1999; Coimbra <i>et al., </i>2004; Marchezan <i>et al.,</i> 2005; Lopes <i>et al.,</i> 2007; Hidayatullah <i>et al., </i>2008), n&atilde;o considerando outras aten&ccedil;&atilde;o a outras vari&aacute;veis b&aacute;sicas como a p&oacute;s-colheita, assim como os componentes de rendimento. Outras vari&aacute;veis b&aacute;sicas devem ser consideradas, devido &agrave; relev&acirc;ncia que possuem e utilidade dessa an&aacute;lise na sele&ccedil;&atilde;o indireta de materiais, Falconer e Mackay (1996).</font></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">CONCLUS&Otilde;ES</font></b></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise de trilha direcionada a resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita mostrou-se eficiente, evidenciando que a sua utiliza&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se restringe aos caracteres produtivos.</font></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo e o di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto s&atilde;o os caracteres que isoladamente explicaram as varia&ccedil;&otilde;es na resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita de tomates tipo Salada.</font></p> 		    <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Incrementos em resist&ecirc;ncia p&oacute;s-colheita podem ser obtidos por meio de sele&ccedil;&atilde;o indireta via di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo. Este aumento ser&aacute; maior se dentre os frutos de menor di&acirc;metro da cicatriz do ped&uacute;nculo forem selecionados os que apresentarem maior di&acirc;metro m&eacute;dio do fruto.</font></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>BIBLIOGRAFIA</b></font></p> 		    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Alvarenga, M.A.R. 2004. Tomate: produ&ccedil;&atilde;o em campo, em casa-de-vegeta&ccedil;&atilde;o e em hidroponia. Editora UFLA, Lavras. 400 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000057&pid=S0304-2847200900010002200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Belsley, D.A., E. Kuh and R.E. Welch. 1980. Regression diagnostics: identifying influential data and sources of collinearity. John Wiley and Sons, New York. 292 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S0304-2847200900010002200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Calbo, A.G. e A.A. Nery. 1995. Medida de firmeza em hortali&ccedil;as pela t&eacute;cnica de aplana&ccedil;&atilde;o. Horticultura Brasileira 13(1): 14-18.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000059&pid=S0304-2847200900010002200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Coimbra, J.L.M., A.F. Guidolin, M.L. de Almeida, L. Sangoi, M. Ender e A. Meroto J&uacute;nior. 2004. An&aacute;lise de trilha dos componentes do rendimento de gr&atilde;os em gen&oacute;tipos de canola. Ci&ecirc;ncia Rural 34(5): 1421-1428. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S0304-2847200900010002200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, C.D. e A.J. Regazzi. 1997. M&eacute;todos biom&eacute;tricos aplicados ao melhoramento gen&eacute;tico. Universidad Federal de Vicosa-UFV, Vi&ccedil;osa. 390 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S0304-2847200900010002200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, C.D. 2001. Programa genes: vers&atilde;o windows: aplicativo computacional em gen&eacute;tica e estat&iacute;stica. Universidad Federal de Vicosa-UFV, Vi&ccedil;osa. 648 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S0304-2847200900010002200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cruz, C.D., A.J. Regazzi e P.C.S. Carneiro. 2004. Modelos biom&eacute;tricos aplicados ao melhoramento gen&eacute;tico. pp. 223-375. Universidad Federal de Vicosa-UFV, Vi&ccedil;osa.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S0304-2847200900010002200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Della Vecchia, P.T. e P.S. Koch. 2000. Tomates longa vida: o que s&atilde;o, como foram desenvolvidos?. Horticultura Brasileira 18(1): 3-4. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S0304-2847200900010002200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Falconer, D.S. and T.F.C Mackay. 1996. Introduction to quantitative genetics. Fourth edition. Longman, England. 464 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S0304-2847200900010002200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Filgueira, F.A.R. 2003. Novo manual de olericultura: Agrotecnologia moderna na produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de hortali&ccedil;as. 2 ed. Universidad Federal de Vicosa-UFV, Vi&ccedil;osa. 412 p. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S0304-2847200900010002200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Freitas, J.A., W.R. Maluf, A.A. Gomes e S.M. Azevedo. 1999. Efeitos dos alelos ALC, OGC e HP sobre as caracter&iacute;sticas de matura&ccedil;&atilde;o e conserva&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-colheita de frutos de tomateiro. Ci&ecirc;ncia e Agrotecnologia 23(3): 569-577. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S0304-2847200900010002200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Hidayatullah, H., A. Shakeel, G. Abdul and M. Tariq. 2008. Path coefficient analysis of yield component in tomato (<i>Lycopersicon esculentum</i>). Pakistan Journal of Botany 40(2): 627-635.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S0304-2847200900010002200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">IPGRI. 1996. Descriptors for tomato (<i>Lycopersicon</i> spp.). International Plant Genetic Resources Institute. Roma, Italy. 47 p. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S0304-2847200900010002200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Lopes, S.J., A. Dal'ColL&uacute;cio, L. Storck, H.P. Damo, B. Brun e V.J. dos Santos. 2007. Rela&ccedil;&otilde;es de causas e efeito em espigas de milho relacionadas aos tipos de h&iacute;bridos. Ci&ecirc;ncia Rural 37(6): 1536-1542.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S0304-2847200900010002200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marchezan, E., T.N. Martin, F.M. dos Santos e E.R. Camargo. 2005. An&aacute;lise de coeficiente de trilha para os componentes de produ&ccedil;&atilde;o em arroz. Ci&ecirc;ncia Rural. 35(5):1027-1033.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S0304-2847200900010002200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marcos, S.K. e J.T. Jorge. 2002. Desenvolvimento de tomate de mesa, com o uso do m&eacute;todo QFD (Desdobramento da Fun&ccedil;&atilde;o Qualidade), comercializado em um supermercado. Horticultura Brasileira 20(3): 490-496.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S0304-2847200900010002200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mode, J.C. and H.F. Robinson. 1959. Pleiotropism and the genetic variance and covariance. Biometrics 15(4): 518-537.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S0304-2847200900010002200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Montgomery, D.C. and E.A. Peck. 1981. Introduction to linear regression analysis. John Wiley and Sons, New York. 504 p. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S0304-2847200900010002200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Moura, M.L., F.L. Finger, G.P. Mizobutsi e H.L. Galv&atilde;o. 2005. Fisiologia do amadurecimento na planta do tomate 'Santa Clara' e do mutante 'Firme'. Horticultura Brasileira 23(1): 81-85.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S0304-2847200900010002200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Severino, L.S., N.S. Sakiyama, A.A. Pereira, G.V.M. Miranda, L. Zambolim e U.V. Barros. 2002. Associa&ccedil;&otilde;es da produtividade com outras caracter&iacute;sticas agron&ocirc;micas de caf&eacute; (<i>Coffea arabica</i> L. &quot;Catimor&quot;). Acta Scientiarum 24(5):1467-1471.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S0304-2847200900010002200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Tavares, M., A.M.T. Melo, W.B. Scivittaro. 1999. Efeitos diretos e indiretos e correla&ccedil;&otilde;es can&ocirc;nicas para caracteres relacionados com a produ&ccedil;&atilde;o de piment&atilde;o. Bragantia 58(1): 41-47. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S0304-2847200900010002200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Vencovsky, R. e P. Barriga. 1992. Gen&eacute;tica biom&eacute;trica no fitomelhoramento. Sociedade Brasileira de Gen&eacute;tica, Ribeir&atilde;o Preto. 496 p.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S0304-2847200900010002200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Wright, S. 1921. Correlation and causation. Journal of Agricultural Research 20(7): 557-585. </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S0304-2847200900010002200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alvarenga]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.A.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tomate: produção em campo, em casa-de-vegetação e em hidroponia]]></source>
<year>2004</year>
<publisher-loc><![CDATA[Lavras ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Editora UFLA]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Belsley]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kuh]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Welch]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Regression diagnostics: identifying influential data and sources of collinearity]]></source>
<year>1980</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley and Sons]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Calbo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nery]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Medida de firmeza em hortaliças pela técnica de aplanação]]></article-title>
<source><![CDATA[Horticultura Brasileira]]></source>
<year>1995</year>
<volume>13</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>14-18</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coimbra]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.L.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guidolin]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[de Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sangoi]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ender]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Meroto Júnior]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise de trilha dos componentes do rendimento de grãos em genótipos de canola]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Rural]]></source>
<year>2004</year>
<volume>34</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1421-1428</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Regazzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Métodos biométricos aplicados ao melhoramento genético]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidad Federal de Vicosa-UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Programa genes: aplicativo computacional em genética e estatística]]></source>
<year>2001</year>
<publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidad Federal de Vicosa-UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cruz]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Regazzi]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carneiro]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.C.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Modelos biométricos aplicados ao melhoramento genético]]></source>
<year>2004</year>
<page-range>223-375</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidad Federal de Vicosa-UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Della Vecchia]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Koch]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Tomates longa vida: o que são, como foram desenvolvidos?]]></article-title>
<source><![CDATA[Horticultura Brasileira]]></source>
<year>2000</year>
<volume>18</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>3-4</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Falconer]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mackay]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.F.C]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Introduction to quantitative genetics]]></source>
<year>1996</year>
<edition>Fourth</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Longman ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Filgueira]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.A.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Novo manual de olericultura: Agrotecnologia moderna na produção e comercialização de hortaliças]]></source>
<year>2003</year>
<edition>2</edition>
<publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Universidad Federal de Vicosa-UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maluf]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Azevedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos dos alelos ALC, OGC e HP sobre as características de maturação e conservação pós-colheita de frutos de tomateiro]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência e Agrotecnologia]]></source>
<year>1999</year>
<volume>23</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>569-577</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hidayatullah]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shakeel]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Abdul]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tariq]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Path coefficient analysis of yield component in tomato (Lycopersicon esculentum)]]></article-title>
<source><![CDATA[Pakistan Journal of Botany]]></source>
<year>2008</year>
<volume>40</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>627-635</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>IPGRI</collab>
<source><![CDATA[Descriptors for tomato (Lycopersicon spp.)]]></source>
<year>1996</year>
<publisher-loc><![CDATA[Roma ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[International Plant Genetic Resources Institute]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dal'ColLúcio]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Storck]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Damo]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brun]]></surname>
<given-names><![CDATA[B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[dos Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relações de causas e efeito em espigas de milho relacionadas aos tipos de híbridos.]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Rural]]></source>
<year>2007</year>
<volume>37</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1536-1542</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marchezan]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martin]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[dos Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Camargo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise de coeficiente de trilha para os componentes de produção em arroz]]></article-title>
<source><![CDATA[Ciência Rural]]></source>
<year>2005</year>
<volume>35</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1027-1033</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marcos]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jorge]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desenvolvimento de tomate de mesa, com o uso do método QFD (Desdobramento da Função Qualidade), comercializado em um supermercado]]></article-title>
<source><![CDATA[Horticultura Brasileira]]></source>
<year>2002</year>
<volume>20</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>490-496</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mode]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Robinson]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Pleiotropism and the genetic variance and covariance]]></article-title>
<source><![CDATA[Biometrics]]></source>
<year>1959</year>
<volume>15</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>518-537</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Montgomery]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peck]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Introduction to linear regression analysis]]></source>
<year>1981</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[John Wiley and Sons]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moura]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Finger]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mizobutsi]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galvão]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Fisiologia do amadurecimento na planta do tomate 'Santa Clara' e do mutante 'Firme']]></article-title>
<source><![CDATA[Horticultura Brasileira]]></source>
<year>2005</year>
<volume>23</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>81-85</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Severino]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sakiyama]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.V.M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zambolim]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barros]]></surname>
<given-names><![CDATA[U.V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associações da produtividade com outras características agronômicas de café (Coffea arabica L. "Catimor")]]></article-title>
<source><![CDATA[Acta Scientiarum]]></source>
<year>2002</year>
<volume>24</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1467-1471</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tavares]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Melo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.M.T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Scivittaro]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos diretos e indiretos e correlações canônicas para caracteres relacionados com a produção de pimentão]]></article-title>
<source><![CDATA[Bragantia]]></source>
<year>1999</year>
<volume>58</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>41-47</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vencovsky]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barriga]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Genética biométrica no fitomelhoramento]]></source>
<year>1992</year>
<publisher-loc><![CDATA[Ribeirão Preto ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira de Genética]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wright]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Correlation and causation]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Agricultural Research]]></source>
<year>1921</year>
<volume>20</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>557-585</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
